domingo, 1 de junho de 2014

O abraço do afogado

Por Gen Bda Paulo Chagas

Caros amigos

Franklin Martins, terrorista deportado e sequestrador do embaixador americano, Charles Burke Elbrick, em sua participação no seminário "O golpe, a ditadura e o Brasil: 50 anos", disse não haver, nos dias de hoje, cenário para um novo “golpe” das Forças Armadas e sugeriu que elas deveriam ter um papel maior do que vêm exercendo atualmente.

Disse, acertadamente, haja vista a falta total de argumentos em contrário, que "quem tem jazidas da magnitude do pré-sal, acaba sendo vitima de ações de fora".

Mais adiante, acrescentou que “as Forças Armadas precisam sair do acostamento, onde estão desde 1985” e que os heróis militares não podem continuar a ser Castelo Branco, Costa e Silva, Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo. 

Ouvir isto de um terrorista, adversário visceral da democracia representativa e da liberdade em geral, aí incluída, em particular, a de imprensa, é um escárnio à inteligência de toda a Nação.

Dizer que os militares deveriam sair do acostamento e “voltar à estrada principal” é um desaforo à realidade, pois os militares nunca estiveram à margem da vida nacional e em momento algum deixaram de ser importantes para a Nação a que servem e em nome da qual empunham as suas armas e empenham as suas vidas.

Fazer um pedido formal de desculpas ao País, como sugere aos militares o comunista, terrorista e liberticida Franklin Martins, é atitude que cabe a ele e a toda a canalha da qual ele faz parte, pelo que fizeram no passado, fazem no presente e que projetam para o futuro do Brasil!

Estas são as evidências que o discurso do Sr Franklin Martins quer distorcer, mormente no momento em que ficam patentes a incompetência, a irresponsabilidade, a desonestidade e a falta de capacidade do governo petista para dar conta dos compromissos assumidos por ele em nome do país.

A aleivosia contida no pérfido afago aos militares tem como principal característica o chamado “abraço do afogado”, ou seja, no desespero do risco de morte, os que sucumbem no mar de lama que criaram, buscam, agora, abraçar-se aos “Salvadores da Pátria”, conclamando-os a deixar o “acostamento” para ocupar o “leito da estrada”!

Cabe aos militares, para não sucumbir junto com os afogados, estabelecer as condições da abordagem e do salvamento, já que até a Governanta Dilma está convencida de que só as Forças Armadas têm capacidade para desarmar a trampa chamada Copa do Mundo de Futebol que ela, Lula da Silva, Franklin Martins e os encarcerados da Papuda, entre tantos outros, construíram e meteram-se e da qual não têm como sair sem a sua ajuda.

As Forças Armadas são vocacionadas e instruídas para o cumprimento de suas missões constitucionais – Defesa da Pátria e Garantia da Lei e da Ordem –, deveres do Estado que, todavia, têm sido negligenciados desde antes dos fatídicos governos petistas, o que representa, obviamente, um risco para a Nação como um todo, daí a falsidade do afago e do chamamento aos militares para “ter um novo papel muito bem concebido", sugerido por Franklin Martins, o terrorista que teria matado o Embaixador Charles Burke Elbrick, não fosse o espírito humanitário dos heróis cujas imagens ele quer, desesperadamente, ver destruídas e apagadas da memória dos militares e dos brasileiros em geral!

Santa hipocrisia!


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