segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ex-ministro Guido Mantega é hostilizado em restaurante em São Paulo




O Ex-Ministro Guido Mantega foi hostilizado por clientes do Restaurante Trio, na Vila Olímpia, em São Paulo, neste domingo (28/6).

O tesoureiro do PT e a "República do PIXULECO"


João Vaccari Neto - República Federativa do Pixuleco
MOCH - Ricardo Pessoa contou que o tesoureiro do PT ia 
regularmente a seu escritório em São Paulo nos sábados 
para buscar dinheiro desviado dos cofres da Petrobras 
(VEJA.com/VEJA)
Era essa a palavra que, por pudor, vergonha, ou puro despiste, João Vaccari Neto usava para se referir ao dinheiro de propina com que a empreiteira UTC abastecia o caixa de seu partido

Homem do dinheiro, João Vaccari Neto é citado em diferentes trechos da delação de Ricardo Pessoa. O tesoureiro do PT aparece cobrando propina, recebendo propina, tratando sobre propina. O empreiteiro contou que conheceu Vaccari durante o primeiro governo Lula, mas foi só a partir de 2007 que a relação entre os dois se intensificou. Por orientação do então diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, um dos presos da Operação Lava-Jato, Pessoa passou a tratar das questões financeiras da quadrilha diretamente com o tesoureiro. A simbiose entre corrupto e corruptor era perfeita, a ponto de o dono da UTC em suas declarações destacar o comportamento diligente do tesoureiro: "Bastava a empresa assinar um novo contrato com a Petrobras que o Vaccari aparecia para lembrar: 'Como fica o nosso entendimento político?'". A expressão "entendimento político", é óbvio, significava pagamento de propina no dialeto da quadrilha. Aliás, propina, não. Vaccari, ao que parece, não gostava dessa palavra.

Como eram dezenas de contratos e centenas as liberações de dinheiro, corrupto e corruptor se encontravam regularmente para os tais "entendimentos políticos". João Vaccari era conhecido pelos comparsas como Moch, uma referência à sua inseparável mochila preta. Ele se tornou um assíduo frequentador da sede da UTC em São Paulo. Segundo os registros da própria empreiteira, para não chamar atenção, o tesoureiro buscava "as comissões" na empresa sempre nos sábados pela manhã. Ele chegava com seu Santa Fé prata, pegava o elevador direto para a sala de Ricardo Pessoa, no 9º andar do prédio, falava amenidades por alguns minutos e depois partia para o que interessava. Para se proteger de microfones, rabiscava os valores e os porcentuais numa folha de papel e os mostrava ao interlocutor. O tesoureiro não gostava de mencionar a palavra propina, suborno, dinheiro ou algo que o valha. Por pudor, vergonha ou por mero despiste, ele buscava o "pixuleco". Assim, a reunião terminava com a mochila do tesoureiro cheia de "pixulecos" de 50 e 100 reais. Mas, antes de sair, um último cuidado, segundo narrou Ricardo Pessoa: "Vaccari picotava a anotação e distribuía os pedaços em lixos diferentes". Foi tudo filmado.

Sobre o PL 5002/2013 de autoria de Erika Kokay e Jean Wyllys, onde crianças de 12 anos podem sem o consentimento dos pais mudar de sexo



Na quinta-feira 25 de junho de 2015, em audiência pública realizada em prol do Estatuto da Família que contou com a presença de Toni Reis, Silas Malafaia desmoralizou a Deputada do PT Erika Kokay que se mostrou mentirosa ao defender o Projeto de Lei 5002/2013 de sua autoria e de Jean Wyllys, onde crianças de 12 anos podem sem o consentimento dos pais mudar de sexo. O Pastor e Psicólogo enfatizou também a contradição dos Petistas e aliados ao afirmarem que uma criança de 12 anos tem consciência de sua sexualidade, mas uma pessoa de 16 anos não tem consciência do crime que comete.

MINISTRO DIZ QUE VAZAMENTO DE DELAÇÃO É SELETIVO


Ministro diz que as doações para campanha de DILMA 
foram "LEGAIS". (Foto: Agência Brasil)
Ministro citado na LAVA JATO quer processar quem o delatou

O ministro Edinho Silva, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, disse hoje (27) que está havendo um “vazamento seletivo” das informações da delação premiada do ex-presidente da empreiteira UTC Ricardo Pessoal, assinada com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Em coletiva à imprensa no início da tarde deste sábado (27), Edinho disse que a UTC é historicamente conhecida por fazer doações em campanhas eleitorais a diversos partidos e se mostrou indignado por apenas os repasses feitos ao PT serem alvo de suspeita. “As doações são públicas – estão lá no Tribunal Superior Eleitoral. A UTC não fez doações apenas para a campanha da presidente Dilma e me estranha que as suspeitas sejam colocadas apenas sobre as doações legais da presidente”, destacou.

De acordo com reportagens divulgadas ontem (26) pela revista Veja, Pessoa teria citado, na delação, o nome de 18 pessoas que receberam contribuições dele. Segundo o delator, os repasses, alguns oficiais outros não, foram feitos por receio de perder seus negócios relativos à Petrobras. Na delação, o empreiteiro diz que repassou R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma de 2014.

Entre os que receberam dinheiro, foram citados o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, e o da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Edinho, que atuou como tesoureiro da campanha da presidenta Dilma Rousseff em 2014, confirmou que recebeu R$ 7,5 milhões da UTC, mas ressaltou que em doações lícitas, conforme prevê a legislação.

O ministro disse que está constituindo advogado para ter acesso ao documento e que, se as informações da imprensa se confirmarem, ele pedirá para ser ouvido no processo. O ministro acrescentou que pedirá a anulação dos benefícios da delação premiada, caso haja informações falsas.

O Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, que também participou da coletiva, esclareceu que o governo não teve acesso ao conteúdo da delação premiada, mas de acordo com o que ele está acompanhando pela imprensa, os valores se tratam das doações legais. “É importante frisar que essa delação está em sigilo legal e que, portanto, o Ministério da Justiça não tem acesso, razão pela qual de imediato nós não podemos afirmar a veracidade que se consta ou não dessa delação premiada”, disse Cardozo, acrescentando que as informações que tem são as da imprensa.

Cardozo ainda destacou que a delação premiada deve ser muito bem analisada, já que um instrumento que traz benefícios ao réu e pode ser usado de forma inadequada. "Temos que entender o contexto em que a delação premiada é feita. É um contexto em que a pessoa quer obter benefícios”, disse. “Pode ser seletiva também nas informações que presta. Isso tem que ser apurado e investigado". Os dois ministros estiveram reunidos na manhã de hoje com a presidenta Dilma Rousseff para discutir o conteúdo das informações da delação. A presidenta embarcou, em seguida, para os Estados Unidos.

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, confirmou que recebeu dois pagamentos de R$ 250 mil, da UTC e da Constran, para sua campanha ao governo de São Paulo, em 2010. Disse, no entanto, que os valores foram recebidos de forma legal e declarados à Justiça Eleitoral, que aprovou a prestação de contas. A direção do PT também reafirmou que todas as doações recebidas pelo partido são legais e registradas na Justiça Eleitoral.

Gleisi Hoffman no Escândalo do Petrolão


O embolizado da Fazenda e a respiração do Brasil


Respirar significa usar oxigênio para produzir energia. Isso é assim tanto para os filiados ao PSOL quanto para os alunos do Olavo de Carvalho. A primeira consequência de respirar é ficar vivo. A segunda; é produzir essa substância diabólica, essa coisa satânica, filiada ao PSDB ou ligada à CIA chamada gás carbônico e que os veados da Costa Leste dos EUA, o Greenpeace e o Bono Vox dizem que produz “aquecimento global”. Para que uma pessoa respire é preciso que o ar entre e saia dos pulmões e que o sangue passe pelos pulmões levando gás “bonzinho” (oxigênio) pra frente e trazendo gás “malvado” (gás carbônico) de volta.

Entrada e saída de ar dos pulmões chama-se VENTILAÇÃO. Passagem de sangue pelos pulmões com gás bonzinho ou malvado chama-se PERFUSÃO.

Embolia Pulmonar é uma situação em que a ventilação está normal e a perfusão está ruim. Ela, a perfusão, fica ruim porque tem alguma “coisa” entupindo os vasos do pulmão por onde o tal sangue deve passar.

Talvez o que “entupa” seja um bola de sangue coagulado vindo das pernas, talvez seja talco misturado com a cocaína que a “gente cheira” ou talvez seja café com leite que uma técnica de enfermagem de 17 anos de idade, no interior do Piauí, tenha colocado dentro do soro que botaram “nas veia” da gente ao invés de enfiar naquele “caninho” que entra pelo nariz e leva comida para o estômago chamado “sonda” de alimentação.

Em 21 anos de profissão eu jamais vi alguém entrar num hospital com embolia pulmonar num dia e sair no outro. Isso pode ser explicado pelo fato de eu não trabalhar no hospital em que a elite da vagabundagem petista é atendida. Afinal de contas, eu sou o Dr. Milton - “o Monstro” - que agride médicas de unidades de terapia intensiva do PC do B em Porto Alegre.

Quando alguém tem embolia pulmonar não deve “andar” de avião. Avião é uma coisa que sobe e desce. Quando a gente sobe (em relação ao nível do mar) a pressão atmosférica “em volta” da gente diminui. Quando a gente desce, a tal pressão aumenta. Isso é, de fato, perigoso para alguém com embolia pulmonar e pessoas com esse diagnóstico não devem viajar – ainda mais quando elas podem ir para os EUA e serem constrangidas com perguntas sobre a economia que os marginais petistas destruíram.

Quem leu esse texto até aqui pode dizer: “que coisa antiética que esse Dr. Milton está fazendo. Afinal, ele nem atendeu o paciente e está dizendo que o diagnóstico é falso”. Respondo que não estou excluindo coisa alguma, que estou dizendo O QUE é uma embolia pulmonar e o que são vagabundos petistas e que, se fosse antiético falar sobre pacientes sem os ter atendido, o Drauzio Varella e todos os picaretas que aparecem no Fantástico já deveriam ter sido processados pelo Conselho Federal de Medicina.

O Embolizado da Fazenda não é petista, mas trabalha para vagabundos petistas. Não me interessa se ele teve ou não embolia pulmonar. Interessa dizer como funciona essa doença, como funcionam os vagabundos petistas, e como o diagnóstico da doença, uma vez dado por algum “colega” canalha, pode ajudar, do ponto de vista político, a corja do PT.

Não sei se o Embolizado da Fazenda está ou não doente. Não me interessa! Quem não está respirando bem é o Brasil!

Para o meu amigo, Leudo Costa.



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Milton Simon Pires é médico.

A COVARDIA DO MEC NA IDEOLOGIA DE GÊNERO



Em 2014 o Congresso Nacional retirou do Plano Nacional de Educação todas as menções a "Ideologia de Gênero", mas o atual governo voltou com a temática estipulando como meta obrigatória para todos os municípios do Brasil tal inclusão.

As palestras do Lula


ipojuca_pontes_14Lula, em polvorosa, anda botando fogo pelas fossas nasais – que, de resto, afiguram-se como duas enormes crateras. (A propósito, as orelhas, o pescoço e a cabeça de toucinho do ex-operário relâmpago, hoje milionário integrante das classes dominantes, estão a exigir exame mais acurado dos especialistas em antropologia criminal estabelecidos nesta e em outras praças).

Mas, dizia eu, o Dr. Lula, tal como Antonio Silvino nos sertões da Paraíba na era do Cangaço, anda tomado de grande agitação. Atribulado, ora está em Brasília, mantendo conversas secretas com a companheira Dilma Rousseff (de quem fala cobras e lagartos para o público interno), ora pousa em Salvador, onde comanda reuniões em congresso do PT para cobrar mais dízimos do exército de militantes que vivem dependurados nas tetas do governo. Quando sobra tempo, o mentor do PT baixa em São Paulo, capital, na regência de intermináveis encontros com membros da vasta corriola de sindicalistas e de assessores ideológicos muito bem remunerados. No momento, em salões da ONG Instituto Lula e da empresa Palestras e Eventos Lils (iniciais de Luiz Inácio Lula da Silva), duas trincheiras bem abastecidas, o debochado lobista dispara foguetes zombando da CPI da Petrobras que pretende convocá-lo a depor sobre propinas e tráfico de influência dentro da estatal.

De fato, a maré não está para o Dr. Lula, um sujeito que avilta a nação brasileira há pelo menos três décadas. O problema todo, agora, é que a perícia da operação Lava-jato descobriu que a empreiteira Camargo Correa, acusada de roubar a Petrobras fraudando licitações e subornando partidos, políticos e burocratas, repassou ao Instituto de Lula e sua empresa de palestras cerca de R$ 4.5 milhões. Tornado público, o fato mexeu com os brios da patuleia ignara e levou o próprio Lula a se considerar – numa metáfora chinfrim, porém verdadeira – um “volume morto” no cenário da encharcada política cabocla.

Em nota, a Camargo Corrêa, que movimenta bilhões em questionadas obras governamentais, disse que “as contribuições” ao Instituto Lula se referem a “apoio institucional e ao patrocínio de palestras (de Lula) no exterior”.

Para entornar o caldo de vez, com as recentes prisões de Marcelo Odebrecht, Andrade Gutierrez e outros figurões do universo corrupto das empreiteiras, veio à tona a verdade sórdida: na prática, o “carismático” palestrante não passa de obediente garoto-propaganda financiado para facilitar negócios das construtoras em Cuba, República Dominicana, Venezuela e países da África. 

Desmascarado com o vazamento imprevisto, o falante Lula, tal qual uma lagartixa desnorteada, anda subindo pelas paredes.

Para justificar as milionárias “contribuições” das empreiteiras nativas, o guarda-costas financeiro do matreiro chefão petista, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, garantiu, soberbo, que o “cachê do palestrante não é para qualquer empresa pagar”. O guarda-costas tem razão. Quem diabo vai torrar 150 mil dólares para Lula vociferar lá fora, em português de botequim, chavões sobre miséria e fome ou platitudes em torno de promessas demagógicas que nunca se cumprem? A resposta corre solta na ponta da língua: apenas as empreiteiras que têm acesso fácil aos financiamentos generosos do BNDES e aos contratos cabeludos da Petrobras.

Para finalizar, vale destacar o seguinte: ao saber da prisão do filho Marcelo pela Polícia Federal, Emílio Odebrecht, chefe do clã, teria sido curto e grosso: “Terão de arrumar mais três celas: uma para mim, outra para Lula e outra ainda para Dilma”.

Falou e disse.



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Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos.

Documentário sobre Ideologia de Gênero:
"Dr. Money e o Menino sem Pênis"



David Reimer nasceu um menino saudável, mas foi mudado sexualmente e educado como uma menina após seu pênis ter sido acidentalmente destruído durante uma circuncisão. O psicólogo John Money sugeriu que ele fosse criado como uma menina e acompanhou o caso e publicou a mudança de sexo como um sucesso, o que provaria que a identidade de gênero é algo relacionada a educação e não a natureza. 

O sexólogo e acadêmico Milton Diamond relatou mais tarde que Reimer nunca de fato se havia identificado como do sexo feminino, e que ele começou a viver como homem aos 15 anos. 

Reimer mais tarde veio a público contar sua história para desencorajar práticas médicas semelhantes. Conheça a impressionante história de David Reimer.

Vale a pena ler de novo:
"Estas mulheres foram à luta armada."

Por Carlos I.S. Azambuja

Em setembro de 1996 a revista “Marie Claire” publicou uma reportagem com o título acima, resultado de uma entrevista com seis mulheres que “foram à luta armada”.

É interessante recordar essa matéria. Muitos dirão: “Caramba! Eu não sabia!”. Em nenhuma outra época no Brasil se viu tanta mulher pegar em armas. Participaram de atentados, seqüestros de diplomatas e de aviões comerciais, assassinatos de policiais e militares, “justiçamentos” e das guerrilhas urbana e rural. Segundo o “Dossiê de Mortos e Desaparecidos Políticos a partir de 1964”, editado pelo grupo “Tortura Nunca Mais”, 24 foram mortas e 20 estão desaparecidas. Embora seja difícil fazer as contas, participaram da luta armada cerca de 100 mulheres. Dulce de Souza Maia, militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), foi uma das primeiras mulheres e pegar em armas em ações de absoluto atrevimento. A pegar e usar. Segundo ela, “a guerrilha está aí, revisitada, e desta vez na ofensiva, cobrando do Estado reparações morais e indenizações por conta de seus mortos e desaparecidos, entre eles quase 50 mulheres”.

Dulce de Souza Maia - VPR
Dulce Maia, um misto de agitadora cultural e guerrilheira urbana, considerada “boa de pontaria e expropriação”, foi uma das presas a receber a visita do sociólogo Fernando Henrique Cardoso, nos idos de 1969.

Foi ela quem expropriou a ambulância utilizada pela VPR para o roubo de armas do Hospital Militar do Cambuci, em São Paulo, em 1968. Também foi ela quem participou da pesquisa que resultou no “justiçamento” do capitão do Exército dos EUA Charles Chandler. Também integrou o grupo que assaltou a loja de armas Diana que, segundo ela, lhe rendeu de presente “uma arma bonita, um Smith 32”.

Dulce Maia aprendeu a atirar com o então capitão Carlos Lamarca, no quartel de Quitauna, em São Paulo. “Tenho boa pontaria porque tenho bom olho. Usei 32, 38, metralhadora INA, FAL, M2...”, diz ela. Dulce foi presa em 26 de janeiro de 1969 e banida do país em junho de 1970, em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, seqüestrado no Rio de Janeiro. No exterior, com seu companheiro, também banido, José Diógenes Carvalho de Oliveira – o Diógenes, do PT/RS – perambulou pelo México, Cuba, Argélia, Chile, Bélgica, Guiné-Bissau e Portugal, retornando ao Brasil após a Anistia concedida em agosto de 1979.

Vera Silvia Araújo de Magalhães - MR8
Vera Silvia Araújo de Magalhães foi militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8), no Rio de Janeiro. Quando estudante de Economia da Universidade Federal Fluminense, em 1967, passou a integrar a Dissidência da Guanabara (cisão do PCB) e, logo depois, o Comitê Central dessa Organização.

Na entrevista, Vera Silvia diz que sua primeira “ação” foi uma “expropriação” de armas no gasômetro do Leblon, ocasião em que um agente de segurança foi ferido. Duas metralhadoras INA e dois revólveres 38 foram o saldo da “ação”.

No início de 1969, Vera Silvia passou a integrar a Frente de Trabalho Armado da Dissidência (DI) e participou de diversas “expropriações”: carros, supermercados, carros-fortes, bancos, etc. “Carros, era um por semana”. Em 19 de agosto de 1969, cerca de 15 dias antes do seqüestro do embaixador dos EUA, Charles Burke Elbrick, Vera Silvia participou do assalto ao apartamento do deputado federal Edgar Guimarães de Almeida, uma cobertura em Copacabana, de onde roubaram dinheiro, jóias e quadros.

Em seguida, Vera também integrou o grupo que seqüestrou o embaixador dos EUA, cumprindo a tarefa de levantar os hábitos do embaixador. Para isso, esteve várias vezes na embaixada, na rua S. Clemente, em Botafogo, passando-se por doméstica em busca de emprego. Durante o seqüestro propriamente dito, em 4 de setembro de 1969, Vera participou do “esquema de segurança”.

A partir daí passou a viver na clandestinidade, em “aparelhos” da Organização nos subúrbios do Rio de Janeiro, evitando contatos com a família e os amigos. Afinal, Vera foi presa durante uma “ação”, no Jacarezinho, dando e recebendo tiros em decorrência de um cerco da polícia, sendo ferida na cabeça. Vera Silvia foi banida do Brasil em junho de 1970, em troca da liberdade do embaixador Von Holleben. No exterior viveu em vários países com três diferentes companheiros, um deles Fernando Paulo Nagle Gabeira, também banido, também pertencia à DI e também participante do seqüestro do embaixador Charles Elbrick.

Recentemente (final de fevereiro) Vera Silvia concedeu uma longa entrevista a uma emissora de TV narrando as suas peripécias e dizendo que suas atividades atuais são as de ministrar palestras sobre temas diversos, em favelas do Rio de Janeiro. A entrevista foi divulgada para todo o país pelo canal 10 da NET: TV Câmara...

Lucia Maria Murat Vasconcelos - MR8
Lucia Maria Murat Vasconcelos, que foi militante do MR8, disse que sua última “ação” foi em 1971: um assalto a um supermercado, no Rio, integrando dois grupos “com revólveres e metralhadoras”. “Foi um momento de grande clarividência". – disse ela – “Ali ficou claro que aquele bando de gente de classe média estava contra nós (...). Foi a primeira sensação forte de que a gente tinha acabado. Naquele momento percebi que estávamos isolados, que era preciso sair daquele círculo vicioso”. Para o MR8, o ano de 1971 foi o começo do fim.

Na entrevista, Lucia Murat, que foi presa em 13 de março de 1971 e que hoje é cineasta, preferiu manter em segredo suas muitas “ações” realizadas no Rio de Janeiro e em Salvador, Bahia.“Eu era uma gatinha da Zona Sul do Rio. Debutei. Era bem-nascida. Tenho orgulho do compromisso que assumimos com a revolução (...) Tenho a impressão que caí porque tinha gente infiltrada. Fui seguida por dois órgãos diferentes, o Exército e a Aeronáutica”.

Renata Ferraz Guerra de Andrade tem um currículo que junta educação clássica, formação em artes cênicas e participação direta em diversas “ações”, como o roubo de armas do Hospital do Exército, no Cambuci, São Paulo, de onde foram roubados 11 fuzis, e a explosão de um carro-bomba contra a entrada do QG do então II Exército, quando morreu estraçalhado o soldado Mario Kosel Filho. Segundo ela, “essa ação não serviu para nada. Somente para matar o rapazinho”.

Diz ela: “Eu usava um revólver 32 ou uma Beretta com cabo de madrepérola porque o 38 era grande e dava um tranco forte. Fiz curso de explosivos com João Lucas Alves (ex-sargento da Aeronáutica que participou do “justiçamento”, no Rio de Janeiro, em 1 de julho de 1968, do major da RFA Edward Von Westernhagen, aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), a primeira vítima da repressão”. “Uma vez estávamos treinando perto da represa Billings: eu, Dulce Maia e Wilson Fava. Enquanto atirávamos, chegaram dois guardas-florestais. A situação ficou grave. Chamei a Dulce e disse: ‘Ou a gente apaga esses caras ou oferece dinheiro’. Felizmente venceu o suborno”.

Antes de integrar a VPR, Renata Ferraz foi militante da POLOP (Política Operária). Foi ela quem recrutou Carlos Lamarca para a VPR, depois de várias idas ao quartel de Quitauna, “que na época era um simpatizante descontente com o Partido Comunista Brasileiro (...). Logo no primeiro encontro que tivemos ele falou da possibilidade de desertar, saindo com um enorme arsenal”.

Formalmente expulsa da VPR, com vários outros companheiros contrários à realização de ações armadas face ao ainda pequeno grupo de militantes, Renata fugiu para o Uruguai, retornando ao Brasil após a Anistia, após viver no Uruguai e no Chile. Nunca foi presa.

Perguntada pelos “justiçamentos”, respondeu: “Estávamos em uma guerra e alguns dos procedimentos adotados na guerra são mesmo execráveis em tempo de paz”.

Yara Xavier Pereira - ALN
Yara Xavier Pereira, membro da Comissão de Mortos e Desaparecidos criada pelo Ministério da Justiça em 1995. Foi militante da Ação Libertadora Nacional, juntamente com pai, a mãe, dois irmãos e o marido. Iniciou sua entrevista dizendo: “Dadas as condições da época eu faria tudo de novo”. Yara começou sua militância em 1968, aos 18 anos, juntamente com os irmãos Yuri Xavier Pereira e Alex de Paula Xavier Pereira, a mãe, Zilda Xavier Pereira (que cuidava da segurança de Marighela) e o pai, João Batista Xavier Pereira. Yara diz que recebeu a notícia da morte de Marighela – 4 de novembro de 1969 - em Cuba, “onde foi aprender a ser guerrilheira”

Ana Maria Nacinovic Correia - ALN
Em 1971, de volta ao Brasil, passou a integrar um Grupo Tático Armado (GTA), “ora com um 38, ora com um 32”. Diz ter “expropriado” carros, assaltado firmas “e até ajudou a intimidar um estrangeiro suspeito de espionagem, um erro, soube-se depois. Ele morava no Morumbi e fomos lá para levá-lo e assustá-lo. Éramos em cinco. Só duas mulheres, eu e Ana Maria Nacinovic, uma grande guerrilheira. Entramos na casa, mas o cara se trancou no banheiro e não saiu de jeito nenhum. Desistimos. O grupo acabou pichando frases nas paredes e destruindo móveis da mansão”.

Em 1972, seu irmão Alex foi morto em São Paulo, em um tiroteio de rua com a chamada “repressão”. Cinco meses depois, seu outro irmão, Yuri, foi também morto, em São Paulo, juntamente com Ana Maria Nacinovic Correia, a “grande guerrilheira”.

Yara, em setembro de 1972 passou a viver com um dos dirigentes da ALN, Arnaldo Cardoso Rocha, que, meses depois, também foi morto em São Paulo, e com quem teve um filho.

Em 1973 Yara viajou para Cuba, onde passou a viver e nasceu seu filho, que morreu em 1993, em um acidente de trânsito. Posteriormente, viajou para a Itália e, daí, para o Brasil, em 1979, após a Anistia. No Brasil casou-se com o ex-preso político Gilney Amorim Viana, hoje deputado federal.

Os familiares de seus dois irmãos e do seu marido, ou seja, ela e seus pais, foram indenizados “a título reparatório” – como diz a Lei – pela Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos da qual ela faz parte.

Maria do Carmo Brito - VPR
A última entrevistada foi Maria do Carmo Brito, que integrou a Direção Nacional da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) com o codinome de “Lia”. Seu marido, Juarez Guimarães de Brito, também dirigente da VPR, cometeu o suicídio, em sua frente, em 18 de abril de 1970, no Rio, quando cercados pela chamada “repressão”, após terem sido denunciados por um companheiro que havia sido preso. “Lia” era a responsável pela concepção logística das “ações” da Organização. Segundo Maria do Carmo, eles haviam se casado em fevereiro de 1962 “ao som da Internacional Comunista”. Então, ela era do PCB e ele da POLOP.

Sobre sua participação na luta armada, nega-se a detalhar seus “feitos armados”. “Participei de todos e não participei de nenhum (...). A luta armada é um conjunto de ações. No caso do japonês, por exemplo (seqüestro do Cônsul do Japão, Nobuo Okuchi, em São Paulo, em 12 de março de 1970), eu não participei diretamente, mas tive total responsabilidade”. O motivo do seqüestro do Cônsul, o militante da VPR Chisuo Osawa (“Mario Japa”), preso em São Paulo em 1970, com informações importantes sobre o treinamento que a VPR vinha realizando no Vale da Ribeira, é, hoje, o marido de Maria do Carmo Brito. Ambos residem no Rio de Janeiro, onde Maria do Carmo é funcionária municipal.

“Lia” e “Mario Japa” são algumas das poucas pessoas que conhecem o destino dado aos dois milhões e quatrocentos mil dólares roubados em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em 18 de julho de 1969, por 13 militantes da Organização, da residência de Ana Benchimol Capiglione, tida como amante de Ademar de Barros. Essa “ação” ficou conhecida como o “Roubo do Cofre do Ademar”.

“Lia” concluiu a entrevista dizendo: “Eu acho que a gente cumpriu a nossa função. Porque ganhar não tem importância nenhuma. Nisso eu estou com Ulisses Guimarães: navegar é preciso. E com Lamarca: ousar lutar, ousar vencer. A ditadura ganhou. Tudo bem, mas não foi sem dor. Porque senão ficava de graça...”

Maria do Carmo Brito, libertada em junho de 1970, também em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, viveu na Argélia.

Ela teve “total responsabilidade” no sequestro do Cônsul do Japão e também, depois, em 21 de abril de 1970, três dias após ter sido presa, teve também “total responsabilidade” pela prisão, em São Paulo, de seus companheiros de VPR Ladislas Dowbor, Joaquim dos Santos e Lizst Benjamim Vieira, que haviam participado daquele sequestro. Isso ela não disse na entrevista.




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Observação do site A Verdade Sufocada:


Reproduzimos esta matéria, publicada em 2004, para que as novas gerações conheçam algumas ações praticadas, contadas por pessoas que as praticaram.

A verdade hoje, com a Comissão da Verdade tentando de todas as formas reescrever a história, transformando ex-terroristas em heróis que lutavam em defesa da liberdade, os terroristas da época omitem seus crimes.



Entendendo a Ideologia de Gênero

Por La Manif Pour Tous


Um vídeo instrutivo para compreender as questões de gênero em menos de 3 minutos. Uma ferramenta útil para compartilhar e disseminar sem moderação.

"Não queremos uma escola que confunda as crianças. Queremos que as crianças aprendam a ler, a escrever, e a contar nas escolas. Queremos uma escola que forme cidadãos críticos por meio da cultura."

DEIXEM AS MENINAS SEREM MENINAS !

DEIXEM OS MENINOS SEREM MENINOS.

Chega ao fim o período do PT no poder

Por Ricardo Noblat - O Globo


Começar por onde? Pelo aumento do desemprego? Ou da rejeição à Dilma, agora na casa dos 65%?

Pela decisão do Tribunal de Contas da União de pedir explicações ao governo sobre manobras fiscais? A decisão pode dar vez a um processo de impeachment contra Dilma.

Ou começar pelo desabafo de Lula detonando Dilma, o PT e ele próprio? Ou ainda pela prisão surpreendente dos dois maiores empreiteiros do país?

A prisão dos empreiteiros remete à Queda da Bastilha. Só havia por lá sete presos quando o povo de Paris tomou-a de assalto. Os presos foram libertados.

A cabeça do diretor da prisão desfilou pela cidade espetada na ponta de uma lança.

A Bastilha era um símbolo do poder absolutista dos reis. Sua queda virou um marco da Revolução de 1789 que mudou a França e repercutiu no mundo todo.

Até que a Bastilha fosse destruída, tinha-se como inconcebível que a ralé pegasse em armas para varrer o regime. Os reis eram figuras divinas.

Por aqui, parecia inconcebível que Marcelo Odebrecht, herdeiro de um império que faturou R$ 107 bilhões no ano passado, fosse parar na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, obrigado a comer quentinhas. Ele e o presidente da Andrade Gutierrez .

E não só pela fortuna que Marcelo amealhou, capaz de realizar todos os seus desejos de consumo, e também os desejos das próximas gerações dos Odebrechts.

Mas principalmente pelas conexões políticas e econômicas que Marcelo estabeleceu com políticos e governantes daqui e de uma dezena de países. Lula virou seu empregado. E, junto com Dilma, refém do que Marcelo sabe.

Se o mais poderoso empresário brasileiro decidisse colaborar com a Justiça, a República literalmente cairia.

Imagine se viessem à luz detalhes de um dos encontros de Marcelo com Dilma no ano passado, quando ele fez um circunstanciado relatório sobre os bastidores dos negócios entre as empreiteiras e a Petrobras? Por essa e outras, ele jamais imaginou que seria preso.

Em novembro último, durante encontro com os executivos do Grupo Odebrecht em Costa do Sauipe, na Bahia, Marcelo se sentia tão inatingível que os aconselhou: "Se algum de vocês for preso, conte tudo. Que eu me apresentarei e contarei tudo".

Não se animem! O maior patrimônio de Marcelo, a essa altura, não é a Odebrecht. É sua memória. E os documentos que guarda. Não falará.

Lula está furioso com a companheira Dilma. Ele a acusa de não ter usado o poder do cargo para impedir que a Operação Lava-Jato, comandada pelo juiz Sérgio Moro, chegasse até onde chegou.

Mas como Dilma poderia atender à vontade de Lula se ela se reelegeu com base em mentiras, lidera um governo cada vez mais fraco, e seu desempenho só é aprovado por 10% dos brasileiros?

O fato é que Lula cobra de Dilma o que ela não pode dar. Ou talvez não queira dar.

Poucas coisas boas ficarão do período Dilma. Uma delas, a justa fama de não ter atrapalhado o combate à corrupção. Ela quer ser lembrada como a "faxineira ética".

As críticas de Lula a Dilma, compartilhadas com os religiosos que o visitaram no Instituto Lula, deixam nu um político que não entende a real dimensão da crise do PT e da esquerda.

A crise deriva dos erros cometidos por Lula e Dilma. O pai da crise é ele. A mãe, ela.

De nada adianta Lula sugerir a Dilma que vá para a rua falar com o povo. Ela não tem o que dizer. O PT, tampouco.

Envelheceram o discurso e os métodos do Sr. Brahma, como Lula foi chamado por alguns empreiteiros.

É um ciclo político que se esgotou. Apenas isso, e nada mais.



A Ideologia de Gênero nos Planos Municipais de Educação



O perigo está mais próximo do que você imagina. O plano para introduzir a Ideologia de Gênero nas escolas saiu do Congresso Nacional e está nas Câmaras Municipais de todo o país, bem perto da sua casa. Afinal, o que está acontecendo? Como agir diante dessa nova ameaça à família brasileira? Entenda já os riscos e saiba o que fazer.

Chove lama no quintal do LULA com os depósitos na sua conta


Brasília - E agora? Dos 6 bilhões roubados da Petrobrás, 2 bilhões caíram na conta da Camargo Corrêa. Quando Zé Dirceu diz que Lula e Dilma estão no mesmo saco tem razão de sobra para tal afirmação. A Polícia Federal descobriu que a empreiteira doou ao Instituto Lula 3 milhões de reais e mais 1,5 milhão ao LILS – Palestras, Eventos e Publicidades de Luis Inácio Lula da Silva. Ou seja: Lula está envolvido até o pescoço com o esquema que torrou o patrimônio da Petrobrás, a maior empresa brasileira. Quando os petistas defendiam a estatal da provável privatização, tinha um motivo maior para a campanha: queriam se apossar do cofre da empresa e retirar de lá o último centavo, como realmente fizeram em conluio com as empreiteiras.

Para quem tinha dúvidas da participação do ex-presidente Lula nas tramoias, as investigações provam o seu envolvimento. E olha que isso é apenas um aperitivo ( e que aperitivo!), o pagamento de 4,5 milhões de reais ao Instituto Lula e a sua empresa de palestra – que tem o endereço de sua residência. Por menos do que isso, o ex Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates, amigo de Lula, está no presídio, onde, pelo que se sabe, é um dos principais artilheiros do time de futebol.

Ora, se o juiz Sergio Moro ainda tinha dúvida de que Lula deveria ser investigado na operação Lava Jato, a Polícia Federal, em um relatório de mais de 60 páginas, aponta todos os indícios que levam ao envolvimento do ex-presidente no crime de lavagem de dinheiro. Até o momento. Descobre-se agora quem pagava as palestras de Lula – e o preço que ele cobrava como lobista de luxo - quando se deslocava em aviões das empreiteiras para defender seus interesses nos países africanos beneficiados pelos empréstimos generosos do BNDES.

Essa descoberta da PF é apenas a ponta do iceberg. Outras empreiteiras também estão envolvidas com o ex-presidente. Algumas delas, como a Odebrecht, tinha no presidente o seu principal interlocutor com ditadores africanos e países como a Venezuela que também recebeu vantajosos empréstimos do BNDES. Descobre-se também agora o porquê do Lula ser ovacionado nas suas palestras mundo afora: era o agente financeiro do BNDES das empresas brasileiras no exterior. Quando ele dava as costas, o banco despejava bilhões de reais nos países visitados. Com os escândalos, os convites ao presidente foram minguando e, hoje, quase não existem.

E diante de tantos malfeitos que envolvem Lula e Dilma, a dupla que dilapidou o patrimônio brasileiro, a presidente ainda aparece em rede de televisão enganando os brasileiros. Apresenta um programa de infraestrutura para gastar quase 200 bilhões de reais, quando é certo que nada disso vai acontecer. Até um trem em direção ao Pacífico, para abrir caminho para o mercado chinês, está no papel. Outras peças de ficção já foram apresentadas em solenidades iguais a última e, como era de se esperar, não saíram do papel. Pela cara amarrada dos convidados na solenidade dava para perceber o constrangimento de todos diante de tanta elucubração da equipe dos efeitos especiais da presidente.


Coincidentemente, essa pirotecnia palaciana só acontece em momentos de crises a exemplo das que vêm ocorrendo: operação Lava a Jato, ajuste fiscal, prisão de empreiteiros, rapinagem nas empresas estatais, compra da refinaria de Pasadena, delações premiadas, inflação alta, greves, aumento do índice de criminalidade e escândalos pipocando em todos os cantos do país. É um verdadeiro caos gerado por uma presidente que vive no mundo da Lua.

Recepção a missão "Chapa Branca" mostra conivência a DITADURA VENEZUELANA



O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou hoje (25/6) que a honrosa recepção concedida em Caracas a senadores simpatizantes do bolivarianismo prova a conivência do governo Dilma a ditadura venezuelana. O senador disse em plenário nesta tarde que recebeu relatos de jornalistas que acompanham a missão de senadores governistas a capital da Venezuela e as informações são de que foram recebidos por batedores do governo Maduro, apoiados por representantes do Itamaraty e tiveram livre acesso a capital do país. Situação bem diferente da verificada na semana passada quando outra missão em que haviam parlamentares da oposição quando mal conseguiram circular a poucos metros fora do aeroporto, foram agredidos por manifestantes e abandonados pela diplomacia brasileira.

Associação dos Juízes Federais do Brasil - AJUFE - emite nota à imprensa em apoio ao Juiz Sérgio Moro


A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe)  vem a público manifestar total apoio ao Juiz Federal Sérgio Moro, Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, na condução do julgamento da “Operação Lava Jato”. A pedido do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, o Magistrado decretou recentemente uma série de medidas, entre elas a prisão de executivos de grandes empresas que, segundo as investigações, estariam envolvidos em crimes de corrupção e formação de cartel.

Vale destacar que as decisões tomadas pelo Juiz Federal Sérgio Moro no curso desse processo são devidamente fundamentadas em consonância com a legislação penal brasileira e o devido processo legal.

A Ajufe não vai admitir alegações genéricas e infundadas de que as prisões decretadas nessa 14ª fase da Operação Lava Jato violariam direitos e garantias dos cidadãos.

A Ajufe também não vai admitir ataques pessoais de qualquer tipo, principalmente declarações que possam colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros.

No exercício de suas atribuições constitucionais, o Juiz Sérgio Moro tem demonstrado equilíbrio e senso de justiça. As medidas cautelares, aplicadas antes do trânsito em julgado do processo criminal, estão sendo tomadas quando presentes os pressupostos e requisitos legais. É importante ressaltar que a quase totalidade das decisões do magistrado não foram reformadas pelas instâncias superiores.

A Ajufe manifesta apoio irrestrito e confiança no trabalho desenvolvido com responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná, a partir da investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

Antônio César Bochenek

Presidente da Ajufe