terça-feira, 29 de julho de 2014

AGENDA: Como age o Comunismo do Século XXI


Documentário completo mostrando a origem, formas de atuação e objetivos do movimento socialista/comunista nos EUA.

Divulgue esse filme para o máximo de pessoas que puder!

O Brasil passou dos limites em relação a Israel

Por Andres Oppenheimer

Enquanto a maioria dos países condenou a violência em Gaza, na maior parte dos casos culpando ambos os lados e dirigindo críticas em variados níveis a um e a outro, o Brasil passou dos limites ao simplesmente endossar a versão do grupo terrorista Hamas para o conflito — indo além até mesmo de países como o Egito e a Jordânia em suas ações contrárias a Israel.

Em nota emitida em 23 de julho, o governo da presidente brasileira Dilma Rousseff declarou: “Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis”.

E acrescentou que seu embaixador em Israel foi chamado ao Brasil para consultas — algo que nem mesmo países árabes como o Egito ou a Jordânia fizeram até este momento em que escrevo.

Tal comunicado alinha o Brasil com Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países que automaticamente tomam o partido de ditaduras militares e violadores dos direitos humanos em todo o mundo. Agora, há rumores de que o Brasil pretende se manifestar contra Israel na Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 29 de julho.

Muitos outros países condenaram o “uso desproporcional da força” por Israel, contudo a maioria deles — inclusive a Argentina, que normalmente acompanha os posicionamentos do Brasil — condenou simultaneamente o Hamas pelos ataques sistemáticos de foguetes contra alvos civis israelenses, que segundo Israel deflagraram o atual ciclo de violência.

Ademais, os Estados Unidos e os 28 membros da União Europeia, que consideram o Hamas um grupo terrorista, condenaram-no especificamente pelo uso de civis como escudos humanos.

Em 17 de julho, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, conhecida pela sigla UNRWA, anunciou ter encontrado 20 foguetes do Hamas escondidos numa escola da ONU em Gaza. Poucos dias depois, a UNRWA anunciou outra descoberta idêntica em outra escola da ONU.

Após a crítica do Brasil, dirigida unicamente a Israel, o ministro das Relações Exteriores israelense emitiu uma declaração, afirmando que a atitude do Brasil “demonstra a razão pela qual o gigante econômico e cultural continua sendo politicamente irrelevante” no cenário internacional. Representantes de Israel esclareceram que a reação incomumente enérgica foi provocada pela decisão do Brasil de convocar seu embaixador para consultas.

Em contraste, os Estados Unidos e os 28 integrantes da União Europeia iniciaram suas declarações sobre o conflito em Gaza destacando o direito de Israel a se defender.

O Conselho da União Europeia, que inclui a França, a Bélgica e vários outros países com populações muçulmanas numerosas, manifestou-se no dia 22 de julho no sentido de que “a União Europeia condena firmemente o disparo indiscriminado de foguetes pelo Hamas contra Israel”.

E completou: “A União Europeia condena veementemente a convocação (do Hamas) da população civil de Gaza para atuar como escudos humanos. Embora reconheça o legítimo direito de Israel a se defender contra quaisquer ataques, a UE enfatiza que a operação militar israelense deve ser proporcional e em consonância com a legislação humanitária internacional”.

O Brasil pode ter chamado seu embaixador por razões políticas internas, bem como pelo desejo de agradar aos estados radicais árabes e africanos, em sua busca pela obtenção de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

José Miguel Vivanco, responsável pela divisão das Américas da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, ressalta que o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva — mentor político de Rousseff — posicionou-se consistentemente em favor dos piores violadores dos direitos humanos do mundo nos anos em que ocupou a presidência.

Mais recentemente, com Dilma Rousseff, o Brasil melhorou significativamente sua participação nas votações sobre o tema no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém o mesmo não ocorreu em outros fóruns diplomáticos. Na América Latina, por exemplo, o Brasil permaneceu em silêncio em relação às inúmeras violações aos direitos humanos cometidas pelas forças de segurança da Venezuela, relata Vivanco.

“O Brasil está fazendo a coisa certa ao protestar com veemência contra Israel pelo uso desproporcional da força, que resultou num grande número de mortes de civis, mas ao mesmo tempo não podia deixar de condenar os ataques indiscriminados e constantes de foguetes do Hamas contra a população civil israelense”, disse-me Vivanco.

Minha opinião: Israel pode ser acusado de falhar ao evitar a morte de civis em casos específicos durante o conflito de Gaza, e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pode ser culpado por não fazer o bastante para acelerar a tão necessária criação de um Estado palestino, porém Israel não pode ser condenado por se defender.

Não se pode esperar de nenhum país no mundo que fique inerte enquanto um grupo terrorista dispara milhares de foguetes contra suas maiores cidades e, depois, usa civis como escudos humanos. E menos ainda quando, diferentemente do Al Fatah e outros grupos palestinos mais moderados, o Hamas conclama à aniquilação de Israel e ensina às crianças palestinas que matar judeus é uma prestação de serviço a Alá.

Se o Brasil quer ser levado a sério como uma democracia moderna e um ator internacional responsável, deveria agir como tal.



A PROPÓSITO DE "ANÃO DIPLOMÁTICO"

Por Jacob Dolinger

Israel colocou em perigo seus soldados, sacrificando alguns deles, no esforço de minorar ao máximo as vítimas civis do inimigo

Assim que o Ministério das Relações Exteriores do Brasil condenou energicamente Israel pelo “desproporcional uso de força na Faixa de Gaza” e convocou seu embaixador em Tel Aviv a retornar a Brasília para consultas, o governo israelense, por seu Ministério do Exterior, lamentou que o “Brasil, um gigante cultural e econômico, permaneça um anão diplomático”.

Realmente lamentável o comportamento do governo da sra. Dilma.

Gostaria que nosso chanceler explicasse como ele mede “proporcionalidade” no campo bélico. Saberia ele que se Israel enviasse o mesmo número de mísseis que o Hamas lançou sobre Israel nos últimos anos, Gaza estaria totalmente destruída?

Sabe ele os cuidados que Israel tomou na semana passada avisando centenas de milhares de palestinos para abandonarem suas residências, possibilitando com isso que o Hamas soubesse exatamente onde o Exército israelense se preparava para atacar e causando assim quedas que não ocorreriam se os ataques fossem realizados de surpresa? Ou seja, Israel colocou em perigo seus soldados, sacrificando alguns deles, no esforço de minorar ao máximo as vítimas civis do inimigo.

Têm Sua Excelência e a presidente que ele serve a menor noção da barbárie dos dirigentes de Hamas forçando seu povo a permanecer em casa, enviando mísseis de hospitais e de áreas residenciais, para conseguir que a reação defensiva israelense cause vítimas civis entre o povo palestino?

Aliás, conhece o ministro alguma guerra que não causou vítimas civis? E que sempre houve desproporcionalidade entre o número de vítimas das partes envolvidas no conflito?

Não compreende o chefe do Itamaraty que em Israel praticamente não caem vítimas civis porque o Estado protege seus cidadãos, com o mais sofisticado sistema de alarme e refúgio?

Não está evidente aos olhos do governo brasileiro que esta, como as anteriores guerras entre Israel e Hamas, foi provocada pelos terroristas fanáticos que governam a Faixa de Gaza como déspotas medievais?

Fez o chanceler a mais elementar pesquisa para se assenhorar do que diz a Constituição do Hamas sobre seu desiderato de destruir Israel e eliminar toda a sua população?

A equipe do Ministério de Relações Exteriores se assenhorou dos longos e sofisticados túneis pelos quais os bárbaros se preparavam para atacar covardemente a população civil do Sul de Israel? Qual o nível do sistema de informação de que dispõe nossa chancelaria?

E tem o governo brasileiro uma equipe jurídica sofisticada que poderia adverti-lo de que condenar Israel por sua defesa contra o terrorismo pode perfeitamente constituir cumplicidade com os terroristas e as atrocidades que praticam? Aliás, o mesmo se aplica aos governos dos países da União Europeia. Será que isso traz conforto ao governo brasileiro?

E o povo brasileiro, os intelectuais, os estudantes universitários, os jornalistas, saberão aquilatar o fenômeno psíquico que reside atrás desta discriminação contra Israel?

Quanto mais o Estado de Israel progride em alta tecnologia, no avanço de sua medicina, de sua ciência quanto mais Israel comparece para ajudar populações vitimadas por desastres naturais quanto mais Israel contribui para minorar o sofrimento de certas populações africanas via todo tipo de assistência, quanto mais os judeus concentrados em Israel lutam por uma paz séria e duradoura com seus vizinhos — apresentando propostas irrecusáveis — sempre ignoradas pelos árabes, que por sua vez nunca oferecem contrapropostas quanto mais Israel se revela um pais com o mais alto nível de democracia quanto mais a Suprema Corte israelense atende a reclamações de palestinos enfim, quanto mais Israel se destaca no plano intelectual, moral e jurídico, mais é vitimado pela hipocrisia das potências democráticas que, em vez de apoi ar o Estado Judeu, lançam-se contra ele com mentiras, cinismo e má-fé.

Qual a razão mais profunda desta injustiça gritante e vergonhosa? Ninguém desconfia?

Que cada um examine sua alma, sua história familiar, sua educação, sua visão do mundo e responda honestamente por que a demonização do Estado Judeu, por que a campanha injusta, cruel e perversa contra o Estado construído pelos sobreviventes do Holocausto?





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Jacob Dolinger é professor de Direito Internacional.

Ignomínia

Por Denis Lerrer Rosenfield

Todos os recursos do Hamas são canalizados para o treinamento militar

Certa cobertura jornalística e posicionamentos de determinados governantes, aí incluindo a diplomacia brasileira, deveriam fazer parte de uma história da ignomínia. Versões tomam o lugar de fatos, a ideologia vilipendia a verdade e terroristas são considerados como vítimas inocentes.

Os episódios protagonizados pela ONU, em Gaza, deveriam escandalizar qualquer pessoa sensata. Em duas escolas da ONU foram encontrados foguetes, lá depositados pelos grupos jihadhistas. Supõe-se que lá não chegaram caminhando sozinhos, mas contaram com uma explícita colaboração de funcionários da própria organização internacional. Trata-se de uma clara violação da lei internacional.

A ONU, curiosamente, não quis fornecer as fotos desses foguetes, pois elas teriam forte impacto midiático, mostrando o pouco caso do Hamas com as crianças e mulheres que diz, para a imprensa internacional, defender. Ou seja, a organização fez o jogo do terror, pretendendo, porém, apresentar-se como neutra. Ademais, posteriormente, entregou os mesmos foguetes para as “autoridades governamentais”, isto é, o próprio Hamas!

Nada muito diferente do que aconteceu na guerra passada. Durante semanas fomos bombardeados, com manchetes, de que uma sede da ONU teria sido bombardeada pelas Forças Armadas de Israel. Era uma mentira deslavada. A própria organização internacional demorou, no entanto, 30 dias para fazer o desmentido. Como assim? O desmentido apareceu um mês depois nas páginas internas de jornais, como uma pequena notícia irrelevante. O estrago midiático foi feito com a colaboração da própria ONU.

E quando digo que o Hamas não se preocupa com a vida de crianças, idosos e mulheres quando fala para a imprensa internacional, refiro-me apenas a um fato. Em seu estatuto, essa organização terrorista prega abertamente a “educação” das crianças para a “guerra santa”, inculcando em suas mentes que devem estar preparadas para o martírio.

Várias lideranças do Hamas também têm dito claramente que elas utilizam mulheres e crianças como “escudos humanos”, embora a sua apresentação seja, evidentemente, a do combate pelo Islã, onde vidas devem ser sacrificadas. Por que divulgação não é dada a este fato?

As Forças Armadas israelenses são cuidadosas do ponto de vista de preservação de vidas humanas. Telefonam e enviam mensagens às populações das áreas que serão bombardeadas. Ocorre que o Hamas impede que essas pessoas possam escapar, com o intuito de produzir o maior número de vítimas civis, que logo serão filmadas e fotografadas. São essas imagens que serão utilizadas para a formação da opinião pública mundial. É macabro!

O Terror se caracteriza por não ter nenhuma preocupação com a vida dos civis. Assim é com os mais de dois mil foguetes lançados contra o Estado de Israel. Assim é com os comandos que foram enviados para assassinar a população civil dos kibutzim próximos à fronteira. Assim é com os palestinos que se tornam reféns e vítimas dessa estratégia terrorista.

O Hamas se mistura com a população civil. Utiliza escolas, mesquitas, instalações da ONU e hospitais como esconderijos de armamentos e bases de seus ataques. Seus dirigentes máximos estão alojados em um bunker em um hospital na cidade de Gaza. Vivem também em seus túneis, que são inacessíveis para a população civil que, lá, poderia se proteger.

O Estatuto do Hamas é um claro libelo antissemita, que busca pura e simplesmente a destruição do Estado judeu: “Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele.”

O seu alvo são os judeus e os cristãos. Aliás, esses últimos já são as vítimas do terror por organizações jihadistas na Síria e no Iraque. Assim está escrito: “Fazei o bem e proibis o mal, e credes em Alá. Se somente os povos do Livro (isto é, judeus [e cristãos]) tivessem crido, teria sido melhor para eles. Alguns deles creem, mas a maioria deles é iníqua.”

Para eles, os judeus fazem parte de uma grande conspiração internacional, à qual terminam associando também os cristãos. Utilizam, para tal fim, um livro antissemita do século XIX, forjado pela polícia czarista, para justificar o massacre de judeus. Eis o Estatuto: “O plano deles está exposto nos Protocolos dos Sábios de Sião, e o comportamento deles no presente é a melhor prova daquilo que lá está dito.” Mais clareza impossível, porém alguns teimam em não ler. É a miopia ideológica.

Enganam-se redondamente os que dizem que o Hamas procura a negociação. Para eles: “Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa)”, isto é, o extermínio dos judeus.

Israel aceitou todas as propostas de cessar-fogo, relutando, mesmo, em empreender a invasão terrestre. O que fez o Hamas: não cessou o lançamento de foguetes e rompeu todas as tréguas. Aliás, foi coerente com os seus estatutos: “Iniciativas de paz, propostas e conferências internacionais são perda de tempo e uma farsa.”

Neste contexto, falar de “desproporcionalidade” na resposta militar israelense revela desconhecimento ou má-fé. O país não poderia continuar vivendo sob o fogo de foguetes, como se aos judeus estivesse destinado viver debaixo da terra, em abrigos subterrâneos. Aliás, essa é uma boa distinção entre Israel e o Hamas. Os abrigos são para os civis, enquanto em Gaza são para os terroristas.

Observe-se que todos os recursos do Hamas são canalizados para o treinamento militar, a construção de túneis (agora de ataque) e a compra de armamentos e foguetes. O resultado está aí: a miséria de sua população.

As manifestações pró-Hamas que tiveram lugar em Paris tiveram a “virtude” de mostrar sua natureza antissemita, onde se misturam declarações contra o capitalismo, morte aos judeus e ataque a sinagogas. Tiveram, por assim dizer, o “mérito” da coerência. Esse setor da esquerda se associa ao terror, expondo toda a sua podridão. Será que certos setores da esquerda brasileira estariam trilhando também esse caminho da ignomínia?





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Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Guerra Fria ou guerra assimétrica?

Por Olavo de Carvalho

guerra_assimetricaEnquanto a sociedade americana fervilhava de anticomunismo, a política oficial, de Roosevelt em diante, e com a exceção notável da gestão Ronald Reagan, foi sistematicamente a do colaboracionismo nem sempre bem disfarçado.

Aceita ainda no Brasil como dogma inquestionável, a visão popular da Guerra Fria como uma luta sorrateira e implacável entre duas potências que se odiavam pode hoje ser atirada à lata de lixo como um estereótipo enganoso, história da carochinha inventada para dar aos cérebros preguiçosos a ilusão de que entendiam o que se passava.

Nos últimos decênios, tantos foram os fatos trazidos à luz pela decifração dos códigos Venona (comunicações em código entre a embaixada da URSS em Washington e o governo de Moscou) e pela pletora de documentos desencavados dos arquivos soviéticos, que praticamente nada da opinião chique  dominante na época permanece de pé.

Na verdade, a ocupação principal do governo e da mídia soviéticos naquele período foi mentir contra os EUA, enquanto seus equivalentes americanos se dedicavam, com igual empenho, a mentir a favor da URSS. Não só mentir: acobertar seus crimes, proteger seus agentes, favorecer seus interesses acima dos de nações amigas e, não raro, da própria nação americana.

Em lugar do equilíbrio de forças que, secundado ou não por um obsceno equivalentismo moral, ainda aparece na mídia vulgar e nas Wikipédias da vida como retrato histórico fiel, o que se vê hoje é que o conflito EUA-URSS foi aquilo que mais tarde se chamaria “guerra assimétrica”, em que um lado combate o outro e o outro combate a si mesmo.

Não que não houvesse, da parte americana, um decidido e vigoroso anticomunismo, disposto a tudo para deter o avanço soviético na Europa, na Ásia, na África e na América Latina. Tantas foram as personalidades que se destacaram nesse combate – jornalistas, escritores, artistas, políticos, militares, agentes dos serviços de inteligência --, e tão gigantescos foram os seus esforços, que daí deriva o que possa haver de legítimo na visão dos EUA como o inimigo por excelência do movimento comunista. Basta citar os nomes de George S. Patton, Douglas MacArthur, Robert Taft, Whittaker Chambers, Joseph McCarthy, Eugene Lyons, Sidney Hook, Fulton Sheen, Edgar J. Hoover, James Jesus Angleton,  Robert Conquest, Barry Goldwater, para entender por que o anticomunismo se projetou como uma imagem típica da América, não só no exterior como perante os próprios americanos.

Porém, examinado caso por caso, o que se verifica é que em cada um deles a força inspiradora foi a iniciativa pessoal e não uma política de governo; e que, praticamente sem exceção, todos os que se destacaram nessa luta foram boicotados, manietados pelas autoridades de Washington (mesmo quando eles próprios faziam parte do governo) e achincalhados pela mídia, pelo sistema de ensino e peloshow business, em vida ou pelo menos postumamente. Não raro, sabotados e perseguidos pelos seus próprios pares republicanos e conservadores, temerosos de parecer mais anticomunistas do que o anti-anticomunismo vigente no mundo chique permitia.

Em suma: enquanto a sociedade americana fervilhava de anticomunismo, a política oficial, de Roosevelt em diante, e com a exceção notável da gestão Ronald Reagan, foi sistematicamente a do colaboracionismo nem sempre bem disfarçado.

O que explica isso é que os agentes soviéticos infiltrados no governo e na grande mídia não eram cinqüenta e poucos, como pensava o infeliz Joe McCarthy, o qual pagou por esse cálculo modestíssimo o preço de tornar-se o senador americano mais odiado de todos os tempos. Eram – sabe-se hoje – mais de mil, muitos deles colocados em postos elevados da hierarquia, onde às vezes fizeram muito mais do que “influenciar”: chegaram a determinar o curso da política externa americana, sempre, é claro, num sentido favorável à URSS. O exemplo mais clássico foi a deterioração das relações entre EUA e Japão, que culminou no ataque a Pearl Harbor – um plano engenhosíssimo concebido em Moscou para livrar a URSS do perigo de uma guerra em duas frentes, jogando contra os americanos a fúria nipônica mediante um jogo bem articulado entre a “Orquestra Vermelha” de Richard Sorge em Tóquio e o conselheiro presidencial Harry Hopkins em Washington.

Mas os capítulos da saga colaboracionista se acumulam numa profusão alucinante até a gestão Clinton, quando o estímulo governamental a investimentos maciços na China fez de um país falido uma potência inimiga ameaçadora.

Não creio que essa história – talvez a mais bem documentada do séc. XX -- tenha sido jamais contada no Brasil. Mesmo nos EUA ela circula apenas entre intelectuais e historiadores de ofício, enquanto o povão ainda segue a lenda oficial. É uma história demasiado vasta e complexa para que eu pretenda resumi-la aqui. O que posso fazer é sugerir alguns livros que darão ao leitor uma visão do estado das pesquisas hoje em dia:
- Diana West, American Betrayal. The Secret Assault on Our Nation’s Character (St. Martin’s, 2013).
- Herbert Rommerstein and Eric Breindel, The Venona Secrets. Exposing Soviet Espionage and America’s Traitors (Regnery, 2000).
- John Earl Haynes and Harvey Klehr, Venona. Decoding Soviet Espionage in America (Yale University Press, 1999).
- Allen Weinstein and Alexander Vassiliev, The Haunted Wood. Soviet Espionage in America. The Stalin Era (Random House, 1999).
- Paul Kengor, Dupes. How America’s Adversaries Have Manipulated Progressives for a Century (ISI Books, 2010).
- Arthur Hermann, Joseph McCarthy. Reexamining the Life and Legacy of America’s Most Hated Senator (Free Press, 2000).
- M. Stanton Evans, Blacklisted by History. The Untold Story of Senator Joe McCarthy (Crown Forum, 2007).
- Robert K. Willcox, Target: Patton. The Plot to Assassinate General George S. Patton (Regnery, 2008).


U.B.S.S.

Por Luiz Felipe Pondé

lula_dilma_maoistaUnião Brasileira Socialista Soviética. Piada de mau gosto mesmo, também acho, mas a pena mesmo é que a discussão política entre nós seja da idade da pedra e o socialismo ainda seja levado a sério. A piada de mau gosto mesmo é que estamos à beira de um golpe de Estado invisível no Brasil.

O leitor e a leitora já estão a par do decreto do governo que institui a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social? Trata-se de decreto para aparelhar movimentos como o MST (gente que quer tomar a terra alheia), o MTST (gente que discorda da ideia de que se deve pagar pelo teto em que mora) e outros movimentos que englobam gente “sem algo” e acham que a sociedade deve dar pra eles. Esses grupos darão um golpe de Estado invisível. Tudo fruto, é claro, de setores do PT radical e os raivosos ex-PT, hoje em pequenos partidos.

Esse decreto é um golpe de Estado sem dizer que é. Lentamente, os setores mais totalitários do país, amantes de ditaduras do proletariado (ou bolivarianas) voltam à cena no Brasil. Comitês como esses tornam os poderes da República reféns de gente que passa a vida sendo profissional militante. Quando você acordar, já era, leis serão passadas sem que você possa fazer algo porque estava ocupado ganhando a vida.

Pergunte a si mesmo uma coisa: você tem tempo de ficar parando a cidade todo dia, acampando em ruas todo dia, discutindo todo dia? Provavelmente não, porque tem que trabalhar, pagar contas, levar filhos na escola, no hospital, e, acima de tudo, pagar impostos que em parte vão para as mãos desses movimentos sociais que se dizem representantes da “sociedade”.

Mas a verdade é que a maioria esmagadora de nós, a “sociedade”, não pode participar desses comitês porque não é profissional da revolução.

Tais movimentos que se dizem sociais, que afirmam que as ruas são deles, mentem sobre representarem a sociedade. Mesmo greves como a do metrô, capitaneada por uma filial do PSTU, não visa apenas aumentar salários. Visa instaurar a desordem para que o Brasil vire o que eles acham que o Brasil deve ser.

Afinal, de onde vem a grana que sustenta essa moçada dos movimentos sociais? A dos sindicatos, sabemos, vem dos salários que são obrigatoriamente onerados para que quem trabalha sustente os profissionais dos sindicatos. Mas, até aí, estamos na legalidade de alguma forma. Mas e os “sem-Macs” ou “sem-iPhones”, vivem do quê? Quando os vemos na rua, não parecem estar passando fome e frio como dizem que estão. Essa gente é motivada e sustentada de alguma forma.

Por que não se exige entrar nas contas do MST e MTST e descobrir de onde vem a grana deles? Quem banca toda essa estrutura militante? Temo, caro leitor e cara leitora, que sejamos nós, os mesmos que eles consideram inimigos, a menos que concordemos com eles.

Uma das grandes mentiras desses movimentos sociais é dizer que combatem a “elite econômica”, que, aliás, em dia de greve, fica em casa porque não precisa de fato se virar pra ir trabalhar.

Quem sofre com esses movimentos que arrebentam o cotidiano é gente que perde o emprego, perde o negócio, perde a vida se fica parada no trânsito ou na fila. É gente que, quando muito, anda de carro 1.0, não gente que anda de helicóptero.

É diarista, empregada doméstica, porteiro de prédio, professor, estudante sem grana e que tem que pagar a faculdade, não riquinhos da zona oeste paulistana que fazem sociais para infernizar a vida dos colegas.

É médico que tem três empregos, é dona de casa que cuida de filhos e trabalha fora, é trabalhador da construção civil, é gente “mortal”, comum, que não pode se defender dos caras que fecham a cidade dizendo que fazem isso em nome do “povo”.

Os movimentos sociais têm demonstrado seu caráter autoritário. Pensam que as ruas são o quintal de seus comitês, que aparelharão os poderes da República.

Se não bastasse isso tudo, vem aí o controle social da mídia. Dizer que será apenas para evitar monopólios é achar que somos idiotas. Veja o que aconteceu na Argentina.
  

  

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Luiz Felipe Pondé, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos, entre eles, ‘Contra um mundo melhor’ (Ed. LeYa).

Putin é pior do que Stálin?

Por Pat Buchanan
Pat Buchanan: colunista do WND e 
ex-assessor do presidente Ronald Reagan

Em 1933, o Holodomor (a Grande Fome) estava ocorrendo na Ucrânia.

Depois que os “kulaks,” os fazendeiros independentes, haviam sido liquidados na coletivização forçada da agricultura soviética, uma fome genocida foi imposta sobre a Ucrânia através da apreensão de sua produção de alimentos.

O número de mortos foi estimado entre 2 a 9 milhões de pessoas.

Walter Duranty, jornalista do jornal New York Times, que chamou os relatórios sobre a fome de “propaganda maligna,” ganhou um prêmio Pulitzer por sua mentira.

Em novembro de 1933, durante o Holodomor, o maior esquerdista entre todos, o presidente Franklin Delano Roosevelt, convidou o ministro do Exterior Maxim Litvinov para receber, em nome de seu mestre Stálin e do seu regime assassino, um reconhecimento oficial dado pelo governo dos EUA.

Em 1 de agosto de 1991, apenas quatro meses antes da Ucrânia declarar a sua independência da Rússia, George H. W. Bush, advertiu a Assembleia Legislativa de Kiev:

“Os americanos não irão apoiar aqueles que buscam a independência com o objetivo de substituir uma tirania distante por um despotismo local. Eles não vão ajudar aqueles que promovem um nacionalismo suicida baseado em ódio étnico.”

Em resumo, a independência da Ucrânia nunca foi parte dos interesses dos Estados Unidos. De 1933 a 1991, nunca foi um interesse vital dos EUA. Bush pai era contra.

Quando, então, foi que o problema sobre qual é a bandeira que tremula sobre Donetsk ou Crimeia se tornou tão fundamental que os EUA armariam os ucranianos para combater os rebeldes apoiados pelos russos e considerariam dar uma garantia de guerra da OTAN para Kiev, potencialmente trazendo os EUA para uma guerra com uma Rússia armada com armas nucleares?

Desde Franklin Delano Roosevelt, os presidentes dos Estados Unidos sentiam que os EUA não poderiam permanecer isolados dos governantes da Rússia, que geograficamente é a maior nação do mundo.

Ike (Dwight David “Ike” Eisenhower) convidou Khrushchev (Nikita Sergeyevich Khrushchev) para uma turnê nos EUA, depois que ele havia esmagado de modo sangrento a Revolução Húngara. Depois de Khrushchev colocar mísseis em Cuba, JFK (John Fitzgerald Kennedy) foi logo pedindo um novo abrandamento das tensões da Guerra Fria em discurso na Universidade Americana.

Algumas semanas depois que os exércitos dos países do Pacto de Varsóvia esmagaram a Primavera de Praga (liberalização política na Tchecoslováquia) em agosto de 1968 e LBJ (Lyndon Baines Johnson) já estava buscando um encontro com o primeiro-ministro russo Alexei Kosygin.

Após criticar fortemente Moscou sobre a derrubada do voo 007 da empresa Korean Air Lines por um míssil soviético, em 1983, o velho guerreiro da Guerra Fria, Ronald Reagan, estava buscando uma reunião de cúpula.

O que estou querendo dizer: Todos os presidentes desde FDR (Franklin Delano Roosevelt) até George H. W. Bush, mesmo depois de conflitos com Moscou que foram muito mais graves do que o embate atual sobre a Ucrânia, procuraram voltar a buscar reuniões pessoais com os homens no Kremlin.

Seja o que for que pensamos dos ditadores soviéticos que bloquearam Berlim, escravizaram a Europa Oriental, colocaram foguetes em Cuba e armaram os árabes para atacar Israel; Ike, JFK, LBJ, Nixon, Ford, Carter, Reagan e Bush pai, todos eles buscaram reuniões pessoais com os governantes da Rússia.

Evitar uma guerra catastrófica exigia reuniões pessoais.

Como, então, podemos explicar o clamor da elite da política externa atual dos EUA para enfrentar, isolar e incapacitar a Rússia, e fazer de Putin um leproso político e moral com quem estadistas honrosos nunca consigam negociar?

O que foi que Putin fez que rivaliza com a fome imposta na Ucrânia que matou milhões, ou com o massacre dos rebeldes húngaros ou com o aniquilamento da Tchecoslováquia pelos membros do Pacto de Varsóvia?

Na Ucrânia, Putin respondeu a um golpe de Estado apoiado pelos EUA, o qual derrubou um aliado político da Rússia que havia sido democraticamente eleito, com um ataque sem derramamento de sangue na Crimeia pró-Rússia, onde Moscou tem atracado a sua frota do Mar Negro desde o século 18. Isso é rotina geopolítica de Grande Potência.

E apesar de Putin colocar um exército na fronteira da Ucrânia, ele não ordenou uma invasão ou ocupação de Luhansk ou Donetsk. Será que isso realmente tem a aparência de uma campanha militar para remontar o Império Russo dos Romanov ou o Império Soviético de Stálin, que alcançou até o Elba?

Quanto à derrubada do avião da Malásia, Putin não ordenou isso. O senador John Cornyn disse que os serviços de inteligência dos EUA ainda não apresentaram nenhuma evidência que ligue o míssil disparado com a Rússia.

As interceptações dos serviços de Inteligência parecem indicar que os rebeldes ucranianos achavam que tinham atingido um avião de transporte militar Antonov.

No entanto, hoje, a principal voz de política externa do Partido Republicano, o senador John McCain, chama a Casa Branca de Obama de “covarde” por não armar os ucranianos para combater os separatistas apoiados pelos russos.

Mas suponha que Putin responda à chegada de armas americanas em Kiev ocupando o leste da Ucrânia. O que os EUA fariam então?

John Bolton (ex-embaixador dos EUA na ONU) tem a resposta: Traga a Ucrânia para a OTAN.

Tradução: Os EUA e a OTAN devem fazer guerra com a Rússia, se necessário, por causa de Luhansk, Donetsk e a Crimeia, embora nenhum presidente dos EUA já tivesse achado que valia a pena uma guerra com a Rússia por causa da Ucrânia.

O que motiva Putin parece simples e compreensível. Ele quer o respeito devido a uma potência mundial. Ele se vê como protetor dos russos deixados para trás nas vizinhanças da Rússia. Ele adora fazer política de Grande Potência. A história está cheia de tais homens.

Ele tem dado permissão para que aviões militares americanos sobrevoem a Rússia para ir ao Afeganistão. Ele coopera na P5+1 sobre o Irã (esforços diplomáticos de 5 países que são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU mais a Alemanha, sobre o Programa Nuclear Iraniano). Ele ajudou os EUA a livrar a Síria de armas químicas. Ele lança astronautas americanos em órbita, colabora na guerra contra o terrorismo e discorda dos americanos na questão da Crimeia e da Síria.

Mas o que é que está motivando os americanos que estão procurando todas as oportunidades para reiniciar a Guerra Fria?

Não seria um desejo desesperado de aparecer uma vez mais como um líder igual foi “Churchill”, uma vez mais como um herói, uma vez mais relevante, como eles mesmos se viam durante a Guerra Fria, que já terminou há muito tempo?

Quem é que está sendo o verdadeiro problema aí?

Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Is Putin worsethan Stalin?




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Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan.

Eles estão certos!

Por Aileda de Mattos Oliveira

Doutor Honoris Causa! Título concedido aos de notório saber, por reconhecimento às suas atuações no campo de pesquisas específicas às suas atividades, vulgarizou-se.

Neste mundinho indigno de inversão de valores, títulos que cobriam de orgulho seus possuidores como símbolos do evidente valor intelectual que possuíam, são concedidos a qualquer que se apresente como o mais completo safardana.

Medalhas que brilhavam no peito estufado de merecidos ganhadores, por atos de bravura, são postas no peito murcho de traidores, sequestradores, de primeira dama inútil, numa infame adulação ao poder.

Genoíno recebeu a sua sob o olhar perplexo de um veterano pracinha incrédulo.

Títulos e medalhas tornaram-se, pelo repugnante beija-mão, penduricalhos de brechó.

Porém, analisando por outro ângulo, o de Doutor Honoris Causa, tantas vezes concedido ao autodenominado "filho do Brasil", concluímos que corretas e merecidas foram as tais concessões. Nós é que não soubemos avaliar as razões que levaram a elas.

A qualidade tanto pode ser boa ou má; assim, os parâmetros que medem as ações humanas deslocaram-se para o ápice no sentido inverso, isto é, negativo, já que a ética, hoje, é não ter ética.

Portanto, o filho bastardo do Brasil é um indivíduo de notório saber no campo da malandragem política; é reconhecido como o maior escroque surgido no universo da politicalha nestes dois mil e quatorze anos; é o suprassumo de analfabeto que cursou com altos méritos a escola da esperteza; é aquele que jamais leu um livro, mas é senhor absoluto em engendrar definições, mesmo com o descarrilamento das concordâncias e das contradições; o mais denegrido traidor da Pátria; o mais categórico em negar a sua sapiência no tocante a seus companheiros de viagem, por esta vida de enriquecimento ilícito; o mais desnorteado pelo compulsivo amor ao poder; o mais desregrado dos desregrados.

Versado em astrometria, não fossem as suas palestras, ninguém saberia que permanece, como na Idade Média, a definição de "Terra quadrada"; emérito analista, potência como psicólogo-podólogo, descobriu que um time famoso perde o jogo quando os olhos extasiados na beleza dos estádios superfaturados não acompanham os pés fantasiados dos jogadores com suas espetaculosas chuteiras.

Portanto, não há como negar que o galardão de Doutor Honoris Causa, baseia-se na causa da honra que lhe é concedida pela mafiosa e canalha gangue em que se transformaram os "eleitos pelo povo".

A interpretação do fato deve ser realizada pelos lados da direita e da esquerda; do zênite e do nadir; da cabeça aos pés, porque por estes últimos, os pés, tão decantados nesta "Copa das Copas", o Brasil vai ser chutado da democracia para a sangrenta "Arena Petista". Como símbolo da nova bandeira, o tradicional dedo médio levantado da Dilma pagã.

Como sempre, o Honoris Causa será o grande prócer da gigantesca FIFA cubana que transformará este desmoralizado país, em árido império da involução moral e da miséria institucionalizada.

Eles estão certos ao darem ao maior crápula já nascido o mais alto galardão, agora, representativo, do mais elevado patamar da sordidez humana.




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Aileda de Mattos Oliveira é doutorada em Língua Portuguesa, e membro da Academia Brasileira de Defesa. 

Ativistas queriam deixar explosivos em carros no entorno do Maracanã

Por Luiz Ernesto Magalhães e  Rafael Galdo - O Globo

Manifestantes fizeram teste na Praça Saens Peña, na véspera da final

Manifestantes que pretendiam praticar atos de vandalismo no entorno do Maracanã na final da Copa do Mundo, no último dia 13, chegaram a testar, na véspera da partida decisiva, um esquema de esconder coquetéis "molotov" em carros estacionados nos arredores da Praça Saens Peña, na Tijuca. A informação, revelada ontem pelo "Fantástico", na TV Globo, consta na denúncia oferecida pelo Ministério Público à Justiça contra os 23 acusados de incitar atos violentos nos protestos. Segundo a reportagem, o teste tinha o objetivo de avaliar se seria possível evitar a apreensão dos artefatos pela polícia, caso ativistas tivessem as mochilas revistadas. A ideia era, no dia da final, colocar os explosivos em automóveis nas imediações do estádio.

O "Fantástico" reproduziu escutas autorizadas pela Justiça, nas quais a coordenadora de pós-graduação em Filsofia da Uerj, Camila Jourdan, conversa com dois ativistas, Rebeca Martins de Souza e Igor D'Icarahy, que, segundo a polícia, foram recrutados para testar o plano de esconder os artefatos nos carros para aquilo que batizaram de "junho negro" (o protesto que seria feito no dia 13). Os três estão entre os ativistas denunciados à Justiça. De acordo com a polícia, na casa de Camila foram encontrados 20 rojões recheados com pregos, 178 ouriços e objetos de ferro pontiagudos.

A reportagem ouviu ainda duas testemunhas, que não quiseram ser identificadas e colaboraram com as investigações da operação Fire Wall. Elas contaram que a estratégia de partir para confrontos e depredações em protestos ocorreu em agosto do ano passado. Para isso, aconteceram reuniões numa barraca, em frente ao Palácio Pedro Ernesto, do Ocupa Câmara, movimento iniciado em protesto contra a composição da CPI dos Ônibus. Segundo as investigações, vários acusados de envolvimento com atos violentos nos protestos participaram dos encontros. Entre eles, Igor, Camila, Elisa Quadros (a Sininho) e Luiz Carlos Rendeiro Júnior (o Game Over), incluídos entre os 23 denunciados.

— Lá "rolou" a coisa de quererem queimar um ônibus ali na (Avenida) Rio Branco. Aconteceu realmente. Queimaram até um ônibus da polícia — contou uma das testemunhas.

Violência contra jornalistas

A segunda testemunha revelou que os atos violentos eram definidos como "ações diretas":

— Ação direta é o ato de confrontar, de quebrar.

O programa exibiu ainda vídeo de outra testemunha, que consta na denúncia, no qual detalha como os ativistas se organizavam:

— Os mentores são as lideranças. Eles não assumem essa nomenclatura porque ela vai contra a ideologia deles, que é anarquista. Mas eu vi, sei que tem. Tem a função dos atiradores: os caras responsáveis por atirar fogos de artifício, coquetéis "molotov", o que tiver na mão. E a função das mulas: ficam dentro da manifestação com a mochila, preparada para dar (o material) para quem quer que seja.

Também ontem, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, se encontrou com o cinegrafista Tiago Ramos, do SBT, agredido na última quinta-feira durante a libertação de três ativistas. O tema foi o crescimento da violência contra jornalistas na cobertura de protestos. Para Schröder, os agressores estão legitimados por pessoas e grupos que se sentem à vontade para atacar jornalistas



Desembargador que concedeu habeas corpus para “ativistas” é fã do assassino Che Guevara


Lá vamos nós. É difícil manter a esperança em nosso país, em nossa Justiça. O desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, concedeu a 23 black blocs o direito de responder em liberdade ao processo por associação criminosa armada.

Não vou entrar aqui na seara jurídica, até porque não é minha praia. Vou apenas mostrar uma imagem, tirada diretamente do blog do próprio Siro Darlan:

Siro Darlan

Uma imagem vale mais do que mil palavras, não é mesmo? O sujeito imita o gesto do porco assassino Che Guevara, responsável pela morte de milhares de inocentes, um camarada que sentia tesão com o odor de sangue, que gostava de fuzilar em nome da revolução, ainda que adolescentes ou mulheres. Vejam de sua própria boca, se não quiserem acreditar em mim:

Duro é entender o que faz ali a Estátua da Liberdade, símbolo do extremo oposto, da liberdade individual e da igualdade perante as leis, um ideal liberal que os americanos tentam ou tentaram seguir.


Darlan faz parte da AJD, associação de juízes que ironicamente diz lutar em prol da democracia. Nada mais falso! São juízes que flertam com a “democracia direta” nos moldes bolivarianos. A paixão por Che Guevara não é um caso isolado de Darlan.

Lembram de Rubens Casara? O juiz que despacha com uma foto do porco assassino no gabinete e que já foi tema aqui várias vezes? Pois é. Também é colega de Darlan na AJD.

E então? Dá para dormir tranquilo e confiar em nossa Justiça?

Os "presos políticos": Como transformar algozes em vítimas, diante de uma sociedade perdida.

Por Alexandre K. Azov

Foram incontáveis horas de escuta, dezenas de testemunhas, sendo 11 ex-participantes do movimento, 3 deles com maior relevância, incluindo um policial infiltrado, da Força Nacional de Segurança, milhares de horas de investigação pela Polícia Civil, tudo em conjunto com o Ministério Público, mandados de prisão emitidos por um juiz. A investigação começou em Junho de 2013, e não foram, portanto, "presos da Copa". Consequência: 23 pessoas presas por atos ilegais. Nenhuma foi presa por gritar que o governo é corrupto (Se assim o fosse, este que vos fala já estaria atrás das grades), portanto "preso político" é algo absurdo, tão risível que o consulado uruguaio (país com governo federal de esquerda) enxotou a advogada Eloisa Samy de lá.

Foto de pequena reportagem (12/02/2014), 
"O Globo", que reflete bem a contradição de "Sininho".
Mas são tempos onde o absurdo, o surreal, triunfa, ditando os rumos de nossa rotina, nossa vida real do dia a dia. Tanto que na última quinta-feira feira (24), Elisa Quadros, a "Sininho", nossa "revolucionária" mór, saída das mesas do Baixo Gávea, do alto de sua propriedade intelectual e biográfica, estava em uma reunião para discutir a "relação entre manifestantes e a imprensa" , como se a imprensa, não cansada de ter seus direitos cerceados por qualquer idiota, se ajoelhasse frente à uma pseudo-ativista, para negociar. Ora, desde quando a imprensa necessita de autorização para publicar os acontecimentos? Desde quando a democracia se curva frente a adolescentes mimados, saídos das profundezas de conhecimentos superficiais com apoio de partidos de extrema esquerda? Quando é que a sociedade se perdeu no Brasil, a ponto de todo este surrealismo acontecer? É inconcebível que uma menina mimada, como diria Cazuza, seja levada a sério por qualquer pessoa, autoridade, órgão, instituição que seja. Com exceção da polícia, que o fez e foi desrespeitada, mais uma vez, no famoso "prende e solta" do judiciário brasileiro.

Aqui é necessário um adendo com características brasileiras, principalmente cariocas: 3 foragidos da justiça (Eloisa Samy e mais dois) foram levados, nesta semana, por uma deputada estadual do PSOL (tinha que ser), Sra. Janira Rocha , (parlamentar acusada de ter funcionários fantasmas), em um carro da ALERJ, após terem o asilo negado. Uma funcionária pública, paga com dinheiro público, levando foragidos (à época) da justiça, com plena ciência da parlamentar que, aos berros, nem tentou se defender, apenas "bateu no peito" e assumiu que o fez. Tal uso do carro e dinheiro público dará em alguma coisa? É evidente que não. Esta mesma parlamentar estava no restaurante Spaghettilândia, Centro do Rio, na última quinta-feira (24), junto de alguns "ativistas", comemorando a libertação dos mesmos, graças ao desembargador Siro Darlan, também funcionário público, pago com dinheiro do contribuinte, que deu as costas à sociedade e priorizou o interesse de pessoas pegas em flagrante, cometendo, planejando e comemorando crimes. Durante meses. Será que o desembargador apareceu para um choppinho?

Auto-intitulados "presos da Dilma", os "ativistas", principalmente "Sininho", sempre contaram com o apoio de um falso paladino da Justiça, Marcelo Freixo, que será merecedor de um texto aqui em breve. Freixo, em 2010, quando perguntado em quem votaria para presidente, em eventual segundo turno, não titubeou e afirmou que era dilmista, por motivos ideológicos. Portanto, o maior aliado político dos "presos políticos", PSOL e seus parlamentares, é alinhado com o PT. O PSOL veio das costelas do partidos dos trabalhadores, e isso não poderia dar em boa coisa e, de fato, não deu. Tanto que os membros dos movimentos de protesto, FIP, MEPR e OATL, não permitem a presença de políticos, com exceção do PSOL.

Em Fevereiro de 2014, um homem foi morto durante seu trabalho, que era documentar imagens através de sua câmera. Com Santiago Andrade, cinegrafista da Band, morria mais um pedaço da frágil democracia brasileira, que, antes mesmo de sua morte, já tolerava abusos e ataques à imprensa, com total apoio das ditas "mídias independentes", patrocinadas indiretamente pelo PT. Quanta contradição...Chegando ao ápice de Pablo Capilé, líder da "Mídia Ninja",  aparecer em fotos com José Dirceu (presidiário da Papuda, também auto-intitulado "preso político"). E é preciso dizer: com apoio de jornalistas também, pessoas que deveriam saber a importância da liberdade de imprensa, no principal grupo do ramo na internet, passam a mão na cabeça de todos, condenam a prisão, inclusive dos assassinos do Santiago, acham que a "mídia golpista" tem mais é que apanhar (Registro rápido: a maior parte dos que proferem este absurdo é militante do PSOL ou ligados a partidos de extrema esquerda), e pregam um discurso de inveja misturada com raiva por qualquer profissional que trabalhe na imprensa normal. Quanta hipocrisia...

Certos grupos realmente acham romântico o outro lado da lei, o que é extremamente bonito em um filme de Hollywood, mas é terrível na vida real. Quando uma investigação de meses é jogada no lixo, com a canetada de um desembargador leniente, desde sempre, com a ilegalidade, que joga para a platéia, ao invés de prestar contas à Constituição, é sinal de algo está muito errado com nossas percepções, como cidadãos.

Não, não são presos políticos. São presos. Seja Zé Dirceu ou Sininho (eventual futura candidata à presidência? Quem sabe? Se Dilma pode, por que não? Dirá que lutava pela "liberdade"). São indivíduos conscientes, que acreditavam piamente no que faziam, envolvidos na prática de desafiar a lei, sem temer as consequências. Foram presos, em um país onde é preciso implorar para ir para a cadeia, então, não, não queiram colocar o delegado, o MP, o juiz, como carrascos. Carrasco seria um grupo que incendiaria um prédio, com pessoas dentro, sem pensar duas vezes.

Por falar em prédio público, a UERJ, faculdade bancada pelo dinheiro do contribuinte, foi palco, nesta semana, de um encontro da FIP, e dentre os temas levantados e acordados, estavam: "voltar às ruas para destruir o Estado e estudar uma forma de o movimento punir os juízes que estão deferindo as prisões"; deve haver também: "combatividade sem negociação"; e, antes de saberem da decisão do desembargador, "formas de causar tumulto nos presídios"; e, para o futuro, interferência em comícios políticos, com infiltração de membros nos atos, causando tumulto e quebra-quebra; e buscar atrair o apoio dos Sindicatos. Ou seja, nós, contribuintes, pagamos a conta da universidade para que grupos, ao invés de estudarem, discursem abertamente contra o estado democrático de direito e planejem terrorismo. Porque não há outro nome no dicionário para isso.

No grupo MPER, segundo afirmam em sua página no Facebook, as máximas de seus ideais revolucionários são Mao Tsé-Tung e Josef Stalin, dois dos maiores genocidas da História. O MPER tem em seu "currículo" o fato de ter marchado contra o Consulado dos EUA no Rio, jogado pedras e coquetéis molotov contra o prédio, além de quebrar bancos e um McDonald's, em 2003, feito comemorado e lembrado após 10 anos, com expressões de envergonhar qualquer um que já tenha passado da puberdade. São anti-imperialistas, anti-capitalistas, "anti-tudo" e, mesmo assim, mantém uma página no Facebook, expoente máximo do capitalismo americano.

Este ranço esquerdista, que contamina mentes e corações, inclusive de professores e através de professores, é um câncer nos pulmões do Brasil. Nosso país, ao contrário de grande parte dos vizinhos, não tem e nunca teve vocação para as paranoias contraditórias de Marx e seus discípulos. Eles pertencem ao que houve de mais atrasado na história recente, e estes partidos, ditos de esquerda, com uma mente no século passado, continuam perpetuando este falso ideal de "igualdade", "justiça", "revolução", "quem bate cartão não vota em patrão" e outros, sob muitas aspas, para os jovens de todas classes e rendas, tornando a manipulação ideológica de jovens em um dos mais graves crimes morais existentes.

O movimento perpétuo de auto-vitimização, somado ao movimento de personificação de heróis de areia, que não se sustentam, seja Dirceu, Lamarca, Freixo ou Sininho, prova o quão atrasado o Brasil está, o quanto de educação e cultura ainda são necessários para nos tirar das trevas de ideologias de sistemas falidos, e passarmos por um "iluminismo", atrasado, porém necessário.

O descontentamento com a situação política no Brasil é divulgado sistematicamente pela imprensa.

É através da imprensa, independentemente de qual veículo, que a população, inclusive os "manifestantes" citados, fica sabendo dos crimes do poder público. Não fosse a imprensa e sua incansável natureza de trazer luz às sombras, o país estaria muito pior do que se encontra.

É extremamente simplista culpar a imprensa, xingar uma repórter da TV Globo na rua, bater em fotógrafos na saída do presídio, assassinar cinegrafista, mas parece que, para determinadas pessoas desprovidas de inteligência, e com alta taxa de cinismo, este é o caminho mais fácil. Este perfil de ódio à imprensa, que encontra eco nos setores radicais do PT e outros, tende a agradar inúmeros setores da sociedade. Seja desembargador, professor, filósofo, político, o que não falta, no Brasil, são pessoas que detestam a liberdade de imprensa.



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Siglas - (Fonte: Polícia Civil)

FIP - Frente Independente Popular - Organização que abriga vários grupos de manifestantes e defende a violência em protestos. Comandado por Elisa Quadros, a "Sininho".

OATL - Organização Anarquista Terra e Liberdade - Organização que reúne alto número de professores, entre eles Camila Jourdan.

MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário - Adepta da doutrina maoísta, também defende a "causa palestina".

Vídeo mostra momento em que a polícia prende ativista Sininho no RS

Fonte: Polícia Civil - RJ


Um vídeo divulgado pela Polícia Civil do Rio mostra o momento em que a ativista Elisa Quadros Sanzi, a Sininho, foi presa neste sábado (12), em Porto Alegre. Nas imagens, ela aparece ao lado do namorado, que fica assustado ao ver a notificação. Sininho não reagiu.

Anatomia do Poder:
Ives Gandra Martins entrevista o Gen. João Camilo Pires De Campos



PALAVRAS DO GENERAL JOÃO CAMILO PIRES DE CAMPOS:

"Só para lembrar que ainda estamos vivos, estamos nas ruas e de olho em tudo! Aos desavisados, aos que desejam o caos, aos que ferem a Constituição Federal, aos que minam por decreto espúrios a democracia brasileira.

Lembramos que estamos mais vivos do que em 64 e que nenhuma ideologia é capaz de "fazer as cabeças" dentro das Forças Armadas Brasileiras.

O tranco vai ser forte e quem não acreditar é bom começar a orar! Podem se preocupar, podem se desesperar aqueles que, políticos ou não, permitiram que a Nação chegasse ao atual estado de degradação político institucional.

Não queremos choros e lamúrias, não queremos arrependimentos e anistias...Preparem-se e não digam que não foram exaustivamente avisados! O recado está dado!"

OBRIGADO, MEU EXÉRCITO

Por Sérgio Pinto Monteiro
 
A Diretoria do Conselho Nacional de Oficiais R/2 do Brasil esteve reunida na Capital Federal. O Sistema CNOR, formado por vinte Associações Regionais, foi recebido pelo Comando do Exército e, ao longo de três dias, desenvolveu uma intensa programação onde, além de quatorze horas de trabalho interno, foram realizadas visitas ao Quartel-General do Exército e ao Ministério da Defesa. A nossa comitiva era composta pelo Presidente do CNOR, dezesseis Presidentes de Regionais, nove Diretores e Chefes de Departamentos e, na condição de observadores, onze oficiais da reserva de várias origens, totalizando um efetivo de trinta e sete participantes.

O Sistema CNOR completou, em 2014, dezessete anos de atividades. Desde a sua criação, em 22 de abril de 1997, já realizou quinze Encontros Nacionais de Oficiais da Reserva, de Manaus a Porto Alegre. Temos cadastrados, cerca de dez mil oficiais.

Quando a história do CNOR for contada, certamente a reunião ora realizada em Brasília terá um lugar de destaque. O fundador e patrono dos Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva, Tenente-Coronel Luiz de Araújo Correia Lima, vitimado precocemente na Revolução de 1930, teve mais um reconhecimento da Força quanto ao acerto dos seus ideais de criação dos OFOR.

Somos “A Reserva Atenta e Forte”, proclama a nossa canção. Desde 1927, passaram pelos órgãos de formação mais de cem mil jovens universitários. O Exército nos recebe ainda meninos e nos transforma em oficiais e em líderes. Na ativa, onde hoje permanecemos por até oito anos, estamos presentes em grande número, suprindo a necessidade de oficiais subalternos, tanto na condição de combatentes quanto nas áreas técnica e de saúde. Na Reserva, somos formadores de opinião e, quase sempre, ocupamos posição relevante no segmento civil da sociedade. A formação castrense nos incutiu os princípios, valores e atributos inerentes ao oficialato. As diferentes atividades que hoje desenvolvemos são fortemente influenciadas por nossa alma de militar. Herdeiros cívicos de Correia Lima, temos a honra de, afetivamente, representar o Exército em todas as camadas da sociedade brasileira. E o fazemos como a mais nobre das missões.

O Comando da Força nos acolheu em Brasília como filhos diletos e companheiros de ideais. Se a legislação atual, ao reverso daquela editada logo após a II GM, revogou a nossa condição de militar da reserva, o Exército Brasileiro recebeu os oficiais R/2, integrantes da diretoria do Sistema CNOR, com o respeito, a consideração e a dignidade de verdadeiros irmãos de armas. A jornada do CNOR em Brasília teve momentos de intensa emoção. O tratamento e a hospitalidade que nos foram dispensados, desde pelo Comandante da Força até os jovens soldados-permanências do Comando Militar do Planalto, foi digno das mais nobres tradições do invencível Exército de Caxias, a que temos um indisfarçável orgulho de pertencer.

Ao retornarmos dessa inesquecível jornada, o sangue verde-oliva que corre em nossas veias, revigorado, nos impulsionará, inexoravelmente, ao cumprimento da missão dos verdadeiros brasileiros na DEFESA DA PÁTRIA - no sentido mais amplo da expressão - ao mesmo tempo em que renovará, em corações e mentes, o juramento do aspirantado. OBRIGADO, MEU EXÉRCITO!

Rio de Janeiro, 27 de julho de 2014

“Patriotismo, União, Lealdade, Trabalho - Assim Atua a Reserva Atenta e Forte”

“XVI ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - BELÉM - de 03 a 09 de NOVEMBRO”



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Sérgio Pinto Monteiro é 2º Ten R/2 Art e Presidente do Sistema CNOR.


Nota do Editor: O Sistema CNOR reuniu-se em Brasília com todos os seus integrantes, vindos de todos os cantos do país, de 24 a 26 de julho de 2014. Na volta, ainda entusiasmados com a fidalga acolhida, assim se expressou o Presidente, Tenente R/2 Sergio Pinto Monteiro, junto com a Foto Oficial do evento, tirada pelo CCOMSEx. Você pode copiá-la em alta resolução clicando na imagem.