quinta-feira, 23 de julho de 2015

A manifestação da opinião dos militares


Caros amigos

Os militares brasileiros não são cidadãos de segunda classe, sem direito a ter opinião, como pensa a grande maioria dos intelectuais orgânicos a serviço da construção do pensamento hegemônico.

Não é correto ou justo negar o direito de opinião a toda uma classe de servidores do Estado, comprometida, por dever de ofício, com a defesa da pátria, sua liberdade e sua soberania!

As decisões dos Sargentos, dos Tenentes, dos Capitães, dos Coronéis ou dos Generais não devem ser contestadas pelos subordinados, o que não os exime de terem e de poderem emitir suas opiniões sobre a decisão que, mesmo considerando equivocada, quando correta, cumprirão, por força do que chamam de “disciplina intelectual”!

Entre os soldados, tanto quanto cumprir pronta e corretamente uma ordem dada, é obrigação ter opiniões e pareceres com que contribuir para a tomada de decisão do Chefe, bem como é obrigação alertá-lo para as possíveis consequências que dela poderão surgir.

“Ao longo da carreira, muitos militares em qualquer nível hierárquico, diante de situações extremas no âmbito interno da instituição ou da organização militar onde servem, questionam ordens que firam princípios legais, morais ou éticos, defendem os subordinados de injustiças e opinam com franqueza no sentido de convencer um comandante a não tomar decisões que possam trazer consequências significativamente danosas à organização militar. Quando assim procedem, assumem riscos profissionais” (Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva)

As Forças Armadas, no Brasil, não são um poder autônomo, nunca foram nem pretendem ser, assim, o dever de obediência às ordens corretastambém neste nível, não lhes exclui o direito e o dever de opinar, como instituições, nos seus canais de comando.

No exercício de seus cargos ou, individualmente, investidos de seus postos e graduações, os militares não podem fazer ou participar de manifestações políticas, como também não é lícita a sua filiação a partidos políticos.

Por outro lado, fora dos quarteis, despidos da farda e de suas funções, apenas como cidadãos brasileiros, com direito a voto e, portanto, à participação na vida pública, podem dizer, não proclamar*, o que pensam e sentem e integrar-se ordeira e discretamente às manifestações da “vida cidadã”, juntando-se aos seus compatriotas, sem outros vínculos além do patriotismo, dos ideais e dos legítimos anseios de quem tem o Brasil no coração.

A emissão da opinião institucional dos militares é uma prática sadia, democrática e republicana, assim como o exercício ajuizado, sóbrio e sensato da cidadania é um direito que não pode ser negado ao cidadão-soldado.

É o que penso, manifesto com lealdade e sinceridade e julgo estar correto!


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* Anunciar; fazer uma declaração publicamente, em voz alta e, geralmente, de maneira solene.

A grave crise fiscal



O governo anunciou hoje revisão nas metas de arrecadação, o que equivale a reconhecer a materialização da perda de recursos por força da crise. Juntamente com o anúncio de que o superávit primário será de 0,15%. Mas feio que isso só se o governo anunciasse previamente o déficit que deverá ocorrer.

CASAS DE TOLERÂNCIA

Por Aileda de Mattos Oliveira

Era um dos eufemismos na época do Brasil simplório, porém, mais educado. “Tolerava-se” o exercício da mais antiga profissão, desde que em locais reservados, sob a vigilância de posturas municipais e sem chocar a então tradicional família brasileira.

O Brasil atual é grosseiro, sem polimento. Degradaram-se as instituições governamentais, corroídas no cerne por bandos de políticos sem identidade cultural, eliminando do organismo social os mais elementares valores de respeito humano, imprimindo no seio da população infantil a promiscuidade sexual como regra de conduta. Chega dessa conversa de “gênero”!

Esse distúrbio mental e comportamental do político reflete-se na parte vulnerável da população brasileira, que toma os exemplos negativos daqueles que deveriam dirigir a Nação para frente e para cima, normas habituais de procedimento.

Adultos e crianças destruídos pela prostituição política, projeto de desgoverno de agentes fanaticamente comprometidos com o objetivo único de eliminação de todas as reservas adversárias que lutam pela manutenção da estrutura tradicional da Nação. Mais uma razão para persistirmos.

O desprezo dos políticos pelo país, ao qual nunca tiveram apego, permitiu a fragmentação dos alicerces do Estado (Família, Educação, Religião), intencional trabalho ideológico de dilaceramento de todo o tecido histórico nacional.

Ignoram a Constituição, mas dela se servem para garantir sob o teto privilegiado de suas leis a imunidade que lhes concede a impunidade, transformando as Casas do Congresso em Casas de Tolerância.

Não que tenham o mesmo significado daquele que definia a outra profissão, mas a condescendência ou submissão que mantêm com as corrosivas organizações transnacionais que interferem na nossa soberania; na Amazônia; na aculturação dos índios em língua estrangeira; na apropriação indébita de refinarias brasileiras; nos saques às instituições financeiras sem que exerçam séria fiscalização, em prejuízo das políticas públicas nacionais.

Essas duas Casas deixaram de ser, há muito, plenários de robustos debates sobre assuntos relacionados ao Brasil; de vigilância aos desmandos do Executivo, para tornarem-se arenas onde combatem as tribos (partidos) numa luta repugnante de interesses pessoais, debitadas as despesas no bolso raquítico do contribuinte.

Outrora, o Valongo, onde se traficavam escravos; hoje, o Congresso, onde se traficam favores, cargos, benesses, a partir de milhões, não se considerando a origem, mas visando-se ao enriquecimento rápido sem se lembrarem de que estão a serviço da Nação. É ou não prostituição política?

Vozes se calam em defesa da sociedade, mas se alteiam em favor de bandidos, meliantes, talvez, por semelhanças de ações. Uns assaltam o privado; outros, os cofres públicos.

Entre as Casas de Tolerância do Brasil Antigo e elegante, e do Brasil do Foro e de Gramsci, as primeiras não passam de inocentes entretenimentos de quem pagava do seu próprio bolso as atrizes da época.

As segundas, visando ao benefício do silêncio cúmplice, deixaram marcas indeléveis na alma da Nação ao renegarem a ética, ao repudiarem o compromisso moral de defender o bem comum, e preferirem naufragar o país em troca das vantagens usufruídas com o dinheiro alheio.




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Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)

Canalhas são canalhas em qualquer parte


As manifestações de 16 de agosto decidirão a data do enterro do mandato natimorto


Vítima de corrupção generalizada, falência dos truques econômicos, insuficiência mental e raquitismo administrativo, o segundo mandato de Dilma morreu nos trabalhos de parto, E a hora do enterro chegou, acaba de avisar a pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes. Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, os donos do picadeiro foram demitidos pela platéia cansada de mágicas baratas.

Lula é derrotado em todas as simulações da sucessão presidencial. O índice de popularidade da afilhada é menor que a taxa de inflação. Oito em cada dez brasileiros acham o governo ruim ou péssimo. Mais de 60% querem que Dilma abandone o emprego. O que falta para a consumação do sepultamento? Falta apenas que a imensidão de descontentes se transfira das pesquisas para as ruas. E sem prazo para voltar para casa.


As dimensões da crise requerem pressa e pressão constante. Neste momento, um ato de protesto por trimestre é quase nada. Há um cadáver a enterrar urgentemente. No dia 16 de agosto, a imensa maioria de indignados precisa exigir o imediato encerramento do velório que há meses adia a ressurreição da esperança. É o povo quem forja o próprio destino. Sempre foi assim. E assim sempre será.

Meus duelos com os comunistas são sempre ideológicos


Hipocrisia - Guardiã da Infância Perdida


DILMA já RENUNCIOU a TUDO, falta só o MANDATO


Dilma entra na história por bagunçar contas


Inflação continua correndo muito acima do padrão



A prévia oficial da inflação, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), registrou 0,59% em julho após avançar 0,99% no mês anterior. Mesmo assim, o IPCA-15 acumula alta de 6,9% e em 12 meses, de 9,25% - o maior resultado para o período desde dezembro de 2003.

O que esperar do novo presidente da Argentina?



O economista argentino Roberto Luis Troster e os jornalistas Duda Teixeira e Nathalia Watkins comentam as prováveis consequências das eleições do final do ano. No páreo estão Daniel Scioli e Mauricio Macri. A boa notícia: ficará mais barato viajar para Buenos Aires

Temer mantém Levy se assumir a Presidência