sábado, 20 de setembro de 2014

Comentários analisando os candidatos Marina e Aécio, além do PT.
Extrato da carta do Cel José Gobbo Ferreira

Caríssimos Companheiros de lutas patrióticas:

(...)

O PT mergulhou nosso País em um período de trevas que já dura 13 anos. Não há aspecto da vida de uma nação que ele não tenha corrompido, dilapidado, desmoralizado e levado ao mais baixo nível de toda a história republicana. A corrupção, a incompetência, o patrimonialismo chegaram a níveis tais que bem se pode dizer que o PT é o crime organizado no poder. Agora, com a benção do Sr. Lula, o Sr. Stédile, líder do braço armado do partido, o MST,  declara que desestabilizará o país, se Marina Silva for eleita, como já o dissera antes sobre Aécio Campos. Essa é a democracia que eles praticam. Não podemos tolerar isso! Isso é a ditadura do terror!

Nas eleições que se aproximam só temos duas alternativas para derrotar esses marginais e destruir o Reich petista: Aécio Neves e Marina Silva.

Aécio fez um ótimo governo em Minas Gerais e foi reeleito no primeiro turno. Nada há que o desabone em sua vida política. Tem grande e exitosa experiência administrativa e dispõe de uma equipe competente. Restabeleceria as políticas econômicas do Plano Real, as únicas capazes de retirar o país da recessão em que a “nova matriz econômica” do PT o lançou. Tem condições de amealhar o apoio parlamentar que lhe permita governar. Se propõe a fazer uma política externa isenta de ideologia e voltada para os reais interesses do País. Satisfaz  todos os dez itens de nossa lista de condições para apoio à sua candidatura [copiada no final do texto], conforme assegurado por pessoa de sua confiança.

É a opção lógica e ideal, nossa e de todos os brasileiros que querem exorcizar o PT de uma vez por todas. Infelizmente, não fez de sua passagem pelo senado um trampolim para a candidatura à presidência e hoje é muito menos conhecido na maior parte do País do que suas adversárias. Isso o vem colocando em situação desfavorável nas pesquisas de intenções de votos.

Quanto a Marina Silva, suas origens, o PT e, antes, o Partido Comunista Revolucionário não são um bom cartão de visitas. Mas nos parece possível que o fato de tê-los abandonado possa ser considerado uma inflexão em suas posições políticas, que seja possível esperar que a Marina de hoje não seja a mesma de anos atrás e que as responsabilidades do cargo a façam reavaliar certas posições.

Pesam bastante contra ela suas posições consideradas ambientalistas radicais, inclusive seus movimentos em favor de demarcações de terras indígenas, já com absurdo número de indivíduos em relação à área reservada para eles. Será que sabe o que os índios contemplados com a Raposa Serra do Sol fizeram com os arrozais, por anos e anos cultivados com o suor de brasileiros honestos e trabalhadores?

O ambientalismo (aí incluída a questão das usinas hidrelétricas) e as políticas indigenistas são pontas de lança de movimentos estrangeiros que visam inviabilizar um progresso acelerado de países como o nosso e reservar recursos naturais para seu desfrute no futuro, em um ambiente de governança global. Marina é acusada de, conscientemente ou não, ser instrumento desses grupos.

(...)

Demonstra aversão ao agronegócio. Mas como lidará com o fato que é ele que vem sustentando o País? Fala em tornar mais rígidos os chamados índices de produtividade, para subtrair mais terra dos “latifúndios” e dedicá-las à reforma agrária. Será que ela sabe o que aconteceu à Fazenda Itamaraty do Sr. Olacyr de Morais, o mais exitoso empreendimento agrícola do país, por anos o maior produtor de soja do mundo, e hoje transformada em terra arrasada pela reforma agrária do MST?

ENTRETANTO:

O programa de governo de Marina (http://marinasilva.org.br/programa/), lido com atenção, ainda que vago em alguns pontos, é decididamente democrático e desmonta muitas das imagens estereotipadas que seus oponentes lançam sobre ela. Sete dos dez itens (1, 3, 4, 5, 7, 8 e 9) de nossa lista de princípios a serem respeitados pelos candidatos estão plenamente contemplados pelo programa, muito particularmente no que tange à política externa livre de ideologias e à volta da economia aos três pilares que consagraram o Plano Real. O programa é contra o decreto 8.243. Em suma: A Marina, tal como descrita em seu Programa de Governo, não é bolivariana nem socialista revolucionária.

Os principais argumentos de seus adversários contra ela não se sustentam. No caso do pré-sal, ela nunca disse que não o exploraria, mas manifestou uma preocupação, que aliás é minha também, com a duração do projeto, seus riscos e seus custos para a Petrobras, exaurida pelo PT e hoje a empresa mais endividada do mundo.

A posição do Banco Central na organização do Estado é uma decisão de governo e, pelo mundo afora, existem países com banco central independente, dependente e até mesmo inexistente. O Banco Central no período Lula era completamente independente do governo e presidido por um banqueiro internacional: Henrique Meirelles.

Contrariamente ao que tenta nos fazer crer o PT, por meio de seus arautos da imprensa, a eleição de Marina desmonta, sim, a máquina petista. Serão quatro ou cinco anos fora do poder e longe do cofre. Isso será fatal para um partido que só sabe viver pela mentira, pela corrupção e pelo saque desavergonhado dos recursos da Nação. A ameaça que lhe fez o MST não só mostra que não existe a propalada ligação entre ela e aquele movimento terrorista como demonstra o desespero que já grassa nas hostes petistas com a simples perspectiva de perda das eleições.

Nas pesquisas de intenções de votos, Marina está à frente do Aécio. Mudar isso está fora de nosso alcance.

O princípio pétreo de nosso Movimento é expulsar o PT do governo, e usar o tempo de um mandato a fim de criar condições para que ele não volte nunca mais. A dinâmica das campanhas impossibilitou um contato pessoal com Aécio ou com Marina, mas a análise acima permite supor que ambos respeitarão os princípios que consideramos fundamentais para a democracia e para o progresso de nossa Pátria.

CONCLUSÃO:

A metodologia das pesquisas de intenção de votos faz com que elas não sejam 100% confiáveis (principalmente o IBOPE). Ainda que elas digam que Aécio tenha poucas chances de ir ao segundo turno, ele é nosso candidato absoluto no primeiro. Qualquer que seja o adversário de Dilma no segundo turno deverá ter nosso voto e nossa militância. Se for a Marina, embora não seja a escolha preferida, não é tão deletéria quanto querem fazer parecer seu passado e seus adversários.

Aproveitemos também para não votar e convencer o maior número de eleitores possível a não votarem em candidatos do PT, do PMDB, do PP e de outros partidos de esquerda, a fim de diminuir sua influência oportunista e mercenária no congresso.

(...)

Recebam meu abraço fraterno.

Cel José Gobbo Ferreira
Coordenador do Movimento Nacional de Ação Democrática




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As páginas do Movimento Nacional de Ação Democrática estão hospedadas no endereço http://www.monte-castelo.org

Os princípios com os quais o Candidato que apoiaremos deverá se comprometer são:

1) Preservar os ideais democráticos de liberdade individual, social e econômica e combater toda e qualquer iniciativa que, velada ou ostensivamente, vise contribuir para a tomada do poder por grupos de orientação socialista revolucionária.

2) Garantir que a vontade do povo, manifestada por ocasião do voto, seja rigorosamente obedecida, assegurando que os meios de votação estejam sempre acima de qualquer suspeita e que sua inviolabilidade seja certificada por meio de procedimentos cujos resultados sejam de domínio público.

3) Aperfeiçoar o sistema de programas sociais, transformando-os em um vetor de alavancagem social e evitando que se tornem simples indutores de ociosidade remunerada e/ou artifício aliciador de votos.

4) Restaurar o respeito aos princípios da ética, da moral e dos costumes sobre os quais foram fundados os valores, as tradições, a cultura e o senso comum de nosso povo.

5) Priorizar investimentos estatais em educação, saúde e segurança pública.

6) Dedicar-se à reforma do sistema prisional brasileiro voltada a dar aos detentos condições de contribuir para sua própria manutenção e recuperação social pelo trabalho e, nesse contexto, empenhar-se pela revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Código Penal Brasileiro, eliminando a impunibilidade absoluta dos menores de 18 (dezoito) anos.

7) Erradicar a propaganda político-ideológica oficial em todos os níveis escolares.

8) Respeitar e fazer respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal; instituir a transparência como norma fundamental da economia, proibindo todo e qualquer artifício contábil na prestação das contas públicas.

9) Rever a política de celebração de acordos comerciais externos, abandonando o viés ideológico e levando em conta exclusivamente o interesse nacional.

10) Como Comandante Supremo da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, corrigir as aflitivas condições em que se encontra a Família Militar, em particular no que tange ao descompasso salarial, e combater as tentativas de desmoralizar as Forças Armadas, instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, destinadas à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Essa eleição é a mais suja da história



Nunca na história deste país houve uma eleição tão suja e com tantos golpes baixos. A opinião é do historiador Marco Antonio Villa. "O PT é um partido de parasitas do poder", diz o historiador. No "Aqui entre nós" de hoje, Joice Hasselmann fechou a semana com a análise da corrida eleitoral e com os números do Datafolha.

AÉCIO: PANFLETOS DO PT REVELAM ‘ABUSO DE PODER POLÍTICO’


Emiliano Capozoli Coligação Muda Brasil - Aecio Neves
Candidato do PSDB, Aécio Neves. 
Foto: Emiliano Capozoli/Coligação Muda Brasil
Ipatinga - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves (PSDB), classificou neste sábado, 20, como abuso de poder político e improbidade administrativa o envio de panfletos da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) a cidades do interior paulista sem os controles internos dos Correios.

O jornal O Estado de S.Paulo revelou que a estatal abriu uma exceção e permitiu o envio de cerca de 4,8 milhões de panfletos sem a chamada chancela – estampa padrão que assegura que o objeto foi postado e enviado corretamente. O Ministério Público que atua no Tribunal de Contas da União pediu a abertura de uma inspeção nos Correios para apurar o caso.

No Vale do Aço mineiro, onde cumpriu agenda pela manhã de carreata pelas ruas das cidades de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo, no Vale do Aço mineiro, Aécio foi questionado sobre o assunto. “Em primeiro lugar é crime de abuso de poder político e improbidade administrativa. Essa visão patrimonialista do PT, de considerar empresas públicas como seu patrimônio, tem que ter um fim”, disse o tucano.

O PSDB já anunciou que vai entrar na segunda-feira, 22, com ação por abuso de poder político no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Dilma pelo uso dos Correios para a distribuição dos panfletos eleitorais. O coordenador jurídico da campanha tucana, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), fez nesta sexta-feira uma representação na Procuradoria da República do Distrito Federal contra Dilma, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, e o diretor regional da empresa no interior paulista, Divinomar Oliveira da Silva. Sampaio pede que eles sejam processados por improbidade administrativa.

Na sexta, Dilma disse que “se a campanha cometeu equívocos, vai prestar conta”. Ela, porém, chegou a classificar o caso de “factoide”.

Petrobras

Sobre as suspeitas envolvendo a Petrobras, Aécio cobrou que as investigações não fiquem “apenas nesse ex-diretor Paulo Roberto (Costa)”.

“As informações que circulam é que, cada vez mais, chega-se perto da construção ou da cabeça desse núcleo de corrupção”, afirmou o candidato do PSDB. “É preciso que as investigações se aprofundem, porque o que fizeram com nossa maior empresa pública é um crime.” (Bruna Lage/AE)

Não podemos votar...devemos votar

Por Dom Gregório Paixão, OSB
Bispo da diocese de Petrópolis

Este ano de 2014 tem uma importância muito grande para nós, cidadãos brasileiros, pois elegeremos aqueles que vão conduzir nosso país por quatro anos. Escolheremos, portanto, Presidente da República, Senadores, Governadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais.

Nós, eleitores, temos a responsabilidade de votar em pessoas que sejam dignas dos cargos que exercerão, pois se votarmos sem critérios objetivos, veremos cair sobre nós o peso da nossa má escolha.

Desejoso de colaborar na reflexão sobre alguns assuntos importantes que estão latentes na sociedade brasileira, alerto, segundo os critérios da vida cristã:

1. O A educação é a base e o futuro de uma nação. O dinheiro empregado na educação é o melhor investimento. Por isso, não podemos votar em candidatos que não tenham a educação como prioridade, não só no discurso, mas na sua prática de vida. Devemos votar naqueles que lutam para a implantação de boas escolas e pela evolução cultural do povo brasileiro.

2. Sem saúde não se vive. O povo está morrendo à míngua, e as promessas de mudança no setor da saúde não saem do papel há décadas. Não podemos votar em candidatos que nunca fizeram nada pela real melhoria de vida da população. Devemos votar naqueles que mostraram empenho para a transformação da realidade caótica em que vivemos, no que tange à saúde.

3. A vida é um dom de Deus. Só Deus tem o poder de dar a vida e de chamá-la para a eternidade. Por isso, não podemos votar em candidato que apoia o aborto ou a eutanásia. Devemos votar naqueles que expressam abertamente a sua posição em favor da vida.

4. A família é o fundamento de uma sociedade. Família desorganizada e cheia de confusão gera sociedade desestruturada e violenta. Não podemos votar em candidato que atentam contra os valores familiares. Devemos votar em candidatos que vivem e acreditam na família como elemento basilar para a formação de uma sociedade harmoniosa e feliz.

5. O estado brasileiro é laico, mas o povo brasileiro é profundamente religioso. Não podemos votar em candidatos que desprezam o sentimento religioso do povo. Abolir os sinais religiosos é amputar sentimentos profundos presentes no coração de nossa gente e negar o direito sagrado dos cidadãos. Devemos votar em candidatos que respeitam as religiões e dão o devido valor às manifestações religiosas da comunidade.

6. Vivemos no meio de uma violência desenfreada. As vítimas maiores são os jovens, os negros e os pobres da periferia. Não podemos votar em candidatos que ignoram a violência e pouco ou nada fazem para contê-la. Devemos votar naqueles que tem projetos reais para a contenção da violência, a formação de policiais bem preparados e bem remunerados, e desejam mudar a realidade de forma pacífica e não violenta.

7. Num mundo que faz dos bens econômicos o maior dos valores, é importante que os valores humanos sejam reconhecidos, defendidos e incentivados. Precisamos ver garantidos os direitos humanos fundamentais de todo ser humano, independente de lugar, cor, religião e cultura. Não podemos votar em candidatos que agem de forma ditatorial, "defendendo" direitos que lesam a liberdade de escolha da maioria da população, movidos por interesses internacionais escusos.

Não se deixe levar por promessas de quem nunca cumpriu o que prometeu no passado. A vida de cada candidato é o espelho do que vai realizar em seu mandato.

Sejamos, por meio de nosso voto, construtores de um Brasil novo, onde deve reinar a justiça, a ordem, o progresso e a paz, conforme os desígnios da misericórdia daquele que é o Senhor.


A incoerência dos novos eleitores de Marina

Por Fabio Blanco

Quando ficar claro que Marina não é uma alternativa, mas um aprofundamento das políticas que vêm sendo implementadas há anos no país, será tarde demais.

Minhas críticas aqueles que têm declarado seu voto à Marina Silva não é por sua escolha eleitoral, especificamente. O que mais me incomoda é que essa escolha tem se mostrado absolutamente irracional, unicamente baseada nas impressões que a figura de Marina transmite.

Sem nenhum problema, eu poderia respeitar o voto baseado na ideologia da candidata do PSB. Consideraria absolutamente normal, mesmo não concordando, que alguém votasse nela, por causa de seu ódio ao agronegócio, sua visão socialista radical e até por sua ideia de democracia participativa.

Mas o que está ocorrendo é que as pessoas estão pretendendo votar nela por razões exatamente contrárias à própria ideologia e histórico político da candidata. Estão confiando em uma imagem de conciliadora que ela pretende transmitir; acreditando que Marina Silva é uma opção menos radical do que os caminhos traçados pelo PT até agora; crendo que ela representa uma forma alternativa de fazer política.

No entanto, nada disso se encaixa no perfil da política acreana. Marina Silva sempre foi radical, transitando nas alas mais extremas da esquerda brasileira. Nunca foi uma conciliadora, pelo contrário, demonstrou uma dificuldade terrível de se compor mesmo com seus aliados. E ela não representa, de maneira alguma, uma política alternativa, ou será que alguém acredita que uma pessoa que galgou os maiores postos dentro da velha política brasileira fez isso estando do lado de fora dessa mesma política?

O pior é ver pessoas que vinham criticando o PT de maneira ferrenha, simplesmente caírem no canto da sereia marinista, aceitando a ideia que ela é uma alternativa viável para estar à frente da direção do país.

Eu até posso aceitar que alguém vote em Marina Silva por razões ideológicas. Isso seria bem mais coerente. O que não dá é ter que ouvir de pretensos anti-petistas o discurso de que é preciso, de qualquer maneira, quebrar a hegemonia do atual governo, colocando alguém que, de maneira alguma, é diferente do que está aí.

Quando a candidata verde apresentar sua verdadeira face para o grande público, quando de sua rede brotarem os radicais ambientalistas e ongueiros, prontos para dominar a nação, quando ficar claro que Marina não é uma alternativa, mas um aprofundamento das políticas que vêm sendo implementadas há anos no país, será tarde demais e restará para aqueles que confiaram seus votos nela o arrependimento por tamanha estupidez.




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Fabio Blanco, advogado e teólogo, apresenta o programa 'A Hora Final', na Rádio Vox.

Último Baile na Ilha Fiscal

Por Luís Mauro Ferreira Gomes
Quem, do privilegiado deque do Clube da Aeronáutica, distraidamente, vê, entre um aperitivo e outro, o belíssimo castelo edificado na Ilha Fiscal, dificilmente se lembra das pessoas, igualmente alegres, que, bailando em seus salões, não perceberam as nuvens negras que se formavam sobre os céus do Império. Da mesma forma, o séqüito de João Goulart, na sua farra subversiva, não se deu conta dos indícios agourentos que lhe prenunciavam a derrocada.

Passados cinquenta anos, nova leva de traidores e agitadores subversivos, promotores do caos, destruidores de valores, furtadores dos bens públicos e privados, usurpadores do poder, disseminadores da miséria e da escravidão de seu povo, não vislumbram que se esgotou o seu tempo. Nunca a quadrilha que assaltou o governo e assalta o Brasil esteva tão perto de ser defenestrada do poder, pela via eleitoral, como agora.

Apesar disso, as coisas não são tão fáceis. A capacidade de manipulação dos agentes do governo é ilimitada. Infiltram-se por toda a administração do Estado e têm controle sobre quase todos os agentes dos três poderes, em todos os níveis. Condicionam, também, os meios de comunicação, os institutos de pesquisa e, até mesmos, os empresários que, por medo ou em troca de "facilidades" imediatas, financiam os comissários que os destruirão e os substituirão quando deles não mais precisarem.

Quem não viu a forma como, recentemente, fraudaram as pesquisas eleitorais? Primeiramente, inflacionaram as intenções de voto da candidata Marina Silva e criaram uma aparente polarização entre as duas postulantes, com fortes indícios de que Marina estaria tecnicamente empatada no primeiro e venceria no segundo turno. Com isso, pretendiam desidratar a candidatura de Aécio Neves, pela migração de alguns de seus eleitores para a opção que, supostamente, se figurava mais viável, desesperados que estavam por se livrarem da administração predatória do PT. Ainda que pertença a outra geração de mente mais aberta, a contaminação de sua candidatura pela rejeição de seus correligionários, os "petistas de gravata", Fernando Henrique e José Serra, facilitou o sucesso da manobra.

Logrado o intento, mais uma vez, lograriam os eleitores. Com Aécio Neves considerado fora da disputa por quase todos, era preciso diminuir o ímpeto da candidatura de Marina, para privilegiar quem lhes compra as pesquisas com o dinheiro do contribuinte. Sem nenhum fato político que pudesse explicá-lo, as avaliações positivas do governo começaram a crescer, acompanhadas da subida das intenções de voto da candidata Dilma Vana Rousseff e a queda daquelas de Marina, apesar de fatos recentes, como o aumento da taxa de desemprego noticiada pelo IBGE e o rebaixamento da classificação de risco da nossa economia pelo "Moody's Investors Service", ademais de todos os índices econômicos que não param de piorar.

É altamente sugestivo que as indicações do crescimento da candidatura de Dilma e de que, agora, ela se aproxima de vencer no segundo turno têm por objetivo capturar os eleitores (maus eleitores) que gostam de sufragar os vencedores, e, mais adiante, coonestar eventuais fraudes no processo eleitoral.

E não nos venham dizer que as urnas são invioláveis. Não são! Além de tudo o que se fala sobre elas, todos sabemos que a fraude existe em todos os serviços bancários eletrônicos e que os melhores serviços de informações do mundo são invadidos por "hackers" amadores, apesar de, nesses casos, não se medirem esforços para impedi-lo. Por que, somente as nossas urnas eletrônicas seriam imunes?

E o que dizer da Justiça Eleitoral de um País, em que o Tribunal de mais elevado grau, suposto guardião da lisura das eleições, é presidido por um militante político, de formação profissional e isenção sabidamente duvidosas, para dizer o mínimo, oriundo das hostes partidárias do governo? A sabedoria popular, tão valorizada pelos políticos governistas, o define como "colocar a raposa para tomar conta do galinheiro".

O que mais nos causa estranheza é que ninguém fala sobre isso. Parece que todos aceitam – não sabemos se por medo, conveniência ou outras razões inconfessáveis – os maiores absurdos sem reação, como se fossem inevitáveis.

Mas é irrelevante se a candidata Dilma vence ou perde as eleições. O encanto que cegou os brasileiros menos lúcidos durante tanto tempo desapareceu. A atual reinado do PT terminou. Mas o fantasma que nos tem assombrado não foi definitivamente exorcismado.
Perdido o apoio popular e político, eles tentarão retomar o poder por outras vias.

Se forem derrotados, incendiarão o País com seus "braços armados", e o governo eleito terá de munir-se de poderes extraordinários para combater as ações terroristas que desenvolverão – como não se cansam de ameaçar – sob pena de não conseguirem governar e serem simplesmente depostos. Depostos? Para quê? Para a volta arrasadora do PT, com a implantação de uma ditadura de viés comunista, não interessa o nome que lhe venha a ser dado.

Em caso de vitória, as dificuldades que o governo petista enfrentará aumentarão, exponencialmente, em função da crise econômica que se avizinha, da manifesta incompetência de seus quadros partidários para administrar o País, da crescente dificuldade de comprar apoio político, com a maior atenção da sociedade aos desvios de dinheiro público e à corrupção de modo geral e, sobretudo, da grande descrença popular nos governantes petistas. Tudo indica que seria tentado, então, um golpe de Estado para a implantação de uma ditadura como descrito acima, para recuperarem a governabilidade perdida.

Resumidamente, seja qual for o resultado das eleições, o PT perderá poder e tentará impor o objetivo tão sonhado, e nunca esquecido por eles, a implantação de uma extemporânea ditadura do proletariado, embora teimem em chamá-la de democracia, por haver "eleições", sempre viciadas, e, sobretudo, muitas "consultas populares", manipuladas pelo seu populismo institucional. Lula disse que havia excesso de democracia na Venezuela de Hugo Chávez, o leitor há de se lembrar.

Não podemos permitir que tenham sucesso. Confiamos em que aqueles que podem impedirão que, findo o ciclo, falsamente democrático, do PT, o partido, qual Fênix, ressurja das cinzas e volte a nos infernizar.

Vimos esperando por esta oportunidade há 20 anos. Já desperdiçamos algumas condições favoráveis por omissão de uns e prevalência dos interesses mesquinhos de outros.

Se fracassarmos novamente, somente restará o atraso, a miséria e a escravidão, para os nossos filhos, e, para nós, o arrependimento, a vergonha, e a condenação da História e dos nossos netos.




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Luís Mauro Ferreira Gomes é Coronel Aviador.

Marina Silva resistência impressionante ao Massacre Petista


Oval Nacional - Garotinho, gasolina mais cara e João Grilo


Perspectivas dantescas para o RIO DE JANEIRO

Por Marcos Coimbra

Desta vez, a situação ficou fora de controle. Se há dúvida quanto ao candidato a ser votado no tocante à eleição presidencial, imagine no relativo ao pleito estadual no Estado do Rio de Janeiro. Nenhum dos candidatos postulantes ao cargo, em especial os quatro principais, é merecedor da confiança do sofrido eleitor fluminense.

Em São Paulo, a qualidade dos candidatos, independentemente de filiação partidária, é bem melhor, oferecendo aos eleitores escolha satisfatória. No Rio, vamos ter que continuar a votar no menos pior, conscientes de que a opção pela abstenção, pelo voto nulo ou em branco vai contribuir para o agravamento da nossa situação.

O candidato da situação é um fiel representante do ex-governador Cabral e dos componentes de seu grupo, no qual se destaca o ex-dono da Delta, Fernando Cavendish, que apareceram em uma festa em Paris com guardanapos em forma de “bandanas” na cabeça. É o candidato possuidor dos maiores recursos para a campanha e é apoiado pelo alcaide do município do Rio de Janeiro, fato que já o torna desmerecedor do voto do eleitor consciente e bem informado. Representa a continuação da administração abaixo da crítica exercida por seu partido. A notícia alvissareira foi a desistência do Sr. Cabral em concorrer nestas eleições, esperando que seja definitiva, a exemplo das excelentes novas do afastamento da vida pública do senador José Sarney e da governadora Roseana, sua filha. É oportuno lembrar que tanto Cabral quanto Roseana, “por coincidência”, ambos estão na lista divulgada pelo Sr. Paulo Roberto Costa em sua delação premiada, apontados como beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras. É impossível votar neste candidato.

O candidato petista senador Lindbergh responde a 15 inquéritos e a uma ação penal no Supremo Tribunal Federal, segundo o site Congresso em Foco. Em junho, o ministro Gilmar Mendes, autorizou a quebra de sigilos fiscal e bancário de servidores, empresários e pessoas ligadas aos contratos firmados entre Nova Iguaçu e a empresa Rumo Novo Engenharia Ltda., no período em que Lindbergh foi prefeito da cidade. Mendes decidiu em favor de um pedido do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, que leva adiante um inquérito instaurado no Ministério Público do Estado do Rio para apurar irregularidades em licitações e execuções de obras em Nova Iguaçu.

No mesmo mês, o ministro Dias Toffoli, autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lindbergh entre janeiro de 2005 e dezembro de 2010. A abertura dos dados é parte de inquérito no qual o parlamentar é investigado por supostas fraudes ao Fundo de Previdência dos Servidores Municipais de Nova Iguaçu. O prejuízo é estimado em R$ 356 milhões. Em abril, no entanto, antes de ser acusado no inquérito que investiga o rombo milionário do dinheiro dos aposentados da prefeitura, Lindbergh Farias foi alvo de mais uma ação. O processo por improbidade administrativa - o 13º movido contra ele pelo Ministério Público do Rio de Janeiro - acusa o senador de usar dinheiro da prefeitura de Nova Iguaçu para pagar as despesas de um “showmício” petista.

O deputado federal Garotinho em abril de 2000, quando era governador do RJ, enfrentou uma enxurrada de denúncias que atingiam o alto escalão de seu governo. Boa parte das acusações recaía sobre os integrantes da chamada Turma do Chuvisco, assessores que acompanhavam o governador desde Campos, sua cidade natal e base política. O grupo, cujo nome faz referência a um doce típico de Campos, era acusado de favorecer empresas em concorrências públicas e firmar contratos sem licitação. Com o passar dos anos, Garotinho acrescentou denúncias cada vez mais graves ao currículo e acabou na mira da Polícia Federal.

A Operação Segurança Pública S.A., de 2008, resultou em seu indiciamento por quadrilha armada, sob a suspeita de ter usado seu período no Palácio Guanabara (e também o de sua mulher, Rosinha) para acobertar as ações de um grupo de policiais que, encastelados na chefia da Polícia Civil, atormentou o Rio de Janeiro cometendo ilícitos variados. A lista inclui facilitação de contrabando, formação de quadrilha, proteção a contraventores, cobrança para nomeação de delegados, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva. E ainda existe a denúncia da ÉPOCA de desvio de dinheiro público, envolvendo a GAP Comércio e Serviços Especiais, uma locadora de veículos próxima à família Garotinho. A sigla GAP reproduz as iniciais de seu dono, o empresário George Augusto Pereira. Documentos obtidos por ÉPOCA mostram que George Augusto não existe no mundo das pessoas de carne e osso.

O bispo licenciado da Igreja Universal Crivella, sobrinho do bispo Edir Macedo, lançou o projeto de irrigação da Igreja Universal do Reino de Deus no chamado “Polígono das Secas”, através da ONG Fazenda Nova Canaã, tendo lançado um CD que vendeu mais de um milhão de cópias. O lucro foi investido na compra de 450 hectares de terras em Irecê (BA) em 1999. Quando empossado como ministro da Pesca, ele foi acusado de usar a estrutura do próprio ministério para ajudar a sua ONG para entrar no mercado da carne de tilápia na Bahia. A revista ISTOÉ publicou uma matéria para mostrar que haveria “uma inequívoca utilização do cargo público em benefício pessoal”.

E agora, José? A esperança reside em uma inspiração divina.




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Marcos Coimbra é Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano.
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br - Página: http://www.brasilsoberano.com.br/ 

Vídeo que circulou em Portugal sobre o ex-presidente Lula!



Escócia continua sendo parte do Reino Unido


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

MAIS MÉDICOS DE MENOS


Ilude-se quem pensa que esse programa eleitoreiro e de transferência de capital para a fazenda do "camarada castro" tem por finalidade o bem-estar da população desassistida dos rincões da nossa nação.

Nem tão longe, aqui no Estado de São Paulo, no Vale do Paraíba, fica evidente a "grande furada" que é esse programa. Das 39 cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, 21 cidades estão fora do programa e 80% dos médicos enviados para a região estão concentrados nas grandes cidades. Dos 133 médicos enviados para o Vale, para 18 cidades, 106 estão em São José dos Campos, Taubaté e Jacareí. Jacareí, governada pelo pt, tem 42 desse 106 ditos médicos, a maior parte. Taubaté 25 e 39 em São José, também nas mãos do pt. Mas, dos 133, estando 106 nessas três cidades, sobram 27 para 18 cidades e nenhum para as outra 21 cidades.

Vale lembrar que esses ditos médicos não conseguem aprovação no Revalida, prova para medir a capacidade profissional, tampouco submetem-se a cursos de capacitação e complementação.
A dita "excelente" medicina cubana, aquela que não curou o caudilho venezuelano, também não foi usada por nossa presidenta nem pelo nosso ex-presidente. Eles preferiram o SUS (SÓ USO O SÍRIO).

Por que eles não se consultaram com um desses médicos trazidos para tratar da população desprovida?

Em Londres o prefeito e os vereadores são obrigados por lei a usar o transporte público. Se aqui fosse assim não apenas na área do transporte mas também na área da Saúde, teríamos muito a ganhar com presidentes, ministros, legisladores e juízes utilizando o Sistema Único de Saúde.

Sou agente de fiscalização do CRECISP - 2ª REGIÃO.
Por nossos Direitos! Por Saúde de verdade para todos!
Por você e por São Paulo!

CONTO COM SEU VOTO E SEU APOIO:



A pesquisa do Datafolha


Datafolha: Marina cai e Dilma lidera no primeiro turno

Por Veja

Pesquisa do instituto mostra petista com 37% das intenções de voto, contra 30% da candidata do PSB; Aécio Neves (PSDB) sobe 2 pontos e vai para 17%

Presidenciáveis, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB)
Presidenciáveis, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) (Felipe Cotrim/VEJA.com)
Vítima da máquina de propaganda petista, Marina Silva perdeu três pontos porcentuais e viu a distância em relação a Dilma Rousseff (PT) aumentar, aponta pesquisa Datafolha. A candidata do PSB, alvo de ataques constantes desde que sua ascensão na disputa passou a ameaçar a reeleição de Dilma, está agora a sete pontos da petista no primeiro turno. A margem de erro da consulta é de dois pontos.

De acordo com o levantamento, divulgado nesta sexta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, Dilma e Marina saíram da condição de empate técnico e a petista agora lidera com 37% das intenções de voto, contra 30% da candidata do PSB. Aécio Neves (PSDB) subiu dois pontos e tem 17%. Votos brancos e nulos somam 6% e outros 7% não sabem em quem votar. Na pesquisa divulgada na semana passada, Dilma tinha 36%, Marina, 33%, e Aécio, 15%.

Segundo turno – A recuperação da campanha de Dilma também se reflete no cenário de segundo turno. Segundo o Datafolha, Marina continua numericamente à frente da petista, mas a distância nunca foi tão pequena. Na projeção, a candidata do PSB tem 46% contra 44% – um empate técnico. Na pesquisa anterior, a vantagem de Marina era de quatro pontos (47% a 43%), e no final de agosto, era de dez (50% a 40%). Na simulação entre Dilma e Aécio, a petista vence por 49% a 39%. O Datafolha também testou o cenário entre o tucano e Marina, com vitória da candidata do PSB por 49% a 35%.

Dilma continua com a maior taxa de rejeição entre os presidenciáveis, 33%. Em seguida, vem Marina, com 22%, um ponto à frente de Aécio, que tem 21% de rejeição. O instituto Datafolha ouviu 5.340 pessoas em 265 municípios nos dias 17 e 18 de setembro.

VEJA
Pesquisa Datafolha Presidente - 19/09



Proposta proíbe cobrança de taxa para inspeção veicular


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7373/14, do deputado Augusto Coutinho (SDD-PE), que proíbe cobrança de taxa para inspeção veicular. O deputado argumenta que o Código de Trânsito (Lei 9.503/97) não trata do assunto, deixando estados e municípios livres para optarem pela cobrança ou não do tributo.

Em São Paulo, por exemplo, os proprietários já tiveram de pagar R$ 47,44 como taxa para inspeção. O pagamento foi posteriormente revogado e os motoristas tiveram direito ao reembolso do valor. Os veículos reprovados na inspeção e aqueles emplacados fora da cidade de São Paulo, no entanto, continuam sujeitos à taxa.

“Há relatos que em alguns municípios o cidadão pode pagar até duas taxas no exíguo prazo de 30 dias”, afirma Coutinho.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: 

Datafolha: canhão de Dilma contra Marina tem “efeito traque”

Por Veja


A campanha do medo e o terrorismo que a presidente-candidata Dilma Roussef tem feito nos últimos dias, desgastaram um pouco a imagem de Marina Silva. Mas a artilharia pesada teve, na verdade, um efeito traque.

Eles tiveram mulheres e filhos fora do casamento, mas demoraram a reconhecer a verdade


Campanha do medo do PT continua a todo vapor

Por Veja

Os números da pesquisa Datafolha impulsionam ainda mais a campanha do medo do PT contra Marina Silva, a informação é de Lauro Jardim, no "Seu Voto no Radar".

Eike na classe média


Regulação da maconha tem mais uma rodada de debate


No início deste mês, Cristovam (2º à dir.) presidiu a quarta 
audiência pública da CDH destinada a discutir a regulação 
Foto: Edilson Rodrigues
Sugestão popular continua a ser objeto de discussão na Comissão de Direitos Humanos, que segunda-feira debaterá o impacto da regulação no Judiciário e no sistema penal

Dando continuidade às discussões sobre a regulamentação do uso recreativo, medicinal e industrial da maconha, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) promove na segunda-feira, às 9h, mais uma audiência pública interativa. O objetivo, como nos debates anteriores, é subsidiar a decisão sobre a transformação ou não em projeto de lei de sugestão popular de regulamentação (SUG 8/2014). Desta vez, será abordado o impacto da regulação no Judiciário e no sistema penal.

Foram convidados o procurador da República Guilherme Zanina Schelb, os juízes Carlos Maroja e João Marcos Buch e o psiquiatra Fábio Gomes de Matos e Souza. Também devem participar os juízes João Batista Damasceno e Roberto Luiz Corcioli Filho, da Associação Juízes para a Democracia, e a coordenadora do Movimento Mães de Maio, Débora Maria da Silva.

Cristovam Buarque (PDT-DF) foi incumbido de elaborar relatório sugerindo a admissão ou não como projeto de lei da sugestão enviada pelo Portal e-Cidadania. O texto prevê que seja considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.

Nas reuniões já realizadas, apesar da falta de consenso sobre o uso recreativo, houve apoio à liberação para fins medicinais. No primeiro debate, em junho, o secretário-geral da Junta Nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada, destacou o efeito positivo da legalização sobre o controle da criminalidade naquele país.

Na segunda audiência, o coronel Jorge da Silva, ex-chefe do Estado Maior da Polícia Militar do Rio de Janeiro, disse que os índices de violência mostram que o atual modelo proibicionista não deu resultados. Na terceira, especialistas defenderam o uso medicinal da maconha. No quarto debate, os convidados discutiram a legislação e a adequação da pena para presos com menos de 50 gramas de maconha.

Parlamentares minimizam silêncio de ex-diretor na CPI


Marco Maia (D) fala ao lado de Vital do Rêgo (E) em reunião 
da CPI mista Foto: Geraldo Magela
Os integrantes da CPI Mista da Petrobras minimizaram ontem o silêncio do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Os parlamentares argumentaram que as investigações da comissão não dependem das informações prestadas pelo ex-diretor da estatal.

O presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), lamentou que Paulo Roberto Costa tenha se recusado a colaborar. Para não perder os benefícios da delação premiada, ele não respondeu às perguntas sobre o esquema de lavagem de dinheiro de contratos da Petrobras com empresas do doleiro Alberto Youssef. Apesar de admitir a frustração com o silêncio do ex-diretor, Vital argumentou que a CPI mista conta com os documentos já enviados pela Justiça para investigar o esquema.

— É possível avançar porque os parlamentares estão trabalhando em cima dos dados de centenas de documentos e de milhares de sigilos que foram quebrados. Então, ­independentemente da delação, a CPI mista pode trabalhar nesse curso, cruzando os dados — afirmou Vital.

O relator da comissão, deputado Marco Maia (PT-RS), também minimizou o silêncio de Costa ao lembrar que o colegiado aprovou a convocação de Meire Poza. A ex-contadora do doleiro Alberto Youssef confirmou a existência do esquema e o pagamento de propina para políticos. Marco Maia lembrou que a CPI mista ainda vai ouvir o doleiro.

— Já aprovamos a convocação da contadora junto com as informações que ela prestou à Polícia Federal e ao Judiciário. Essas informações e ouvir a contadora serão importantes para que possamos confrontar com o depoimento do Youssef e, ali na frente, com a delação premiada do Paulo Roberto Costa — disse o deputado.

Os depoimentos da contadora e do doleiro deverão ocorrer após as eleições. A CPI mista vai insistir no recebimento da cópia da delação premiada de Paulo Roberto Costa antes das duas oitivas.

Fernando PImentel - Detector de Mentiras


Religião e política se misturam?



No "Aqui entre nós", Contardo Calligaris, psicanalista e colunista da Folha de São Paulo, debate com Reinaldo Azevedo, colunista de VEJA.com, um dos temas presentes na campanha eleitoral deste ano, religião na política. É a primeira vez na história do Brasil que dois candidatos evangélicos disputam a presidência.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Eleições: os petistas lutam pelo emprego




Se Dilma Rousseff for derrotada, vai acabar o programa Desemprego Zero para a Companheirada.

Dilma perdeu a autoridade moral para apresentar programa de governo

Por Veja


A presidente-candidata Dilma Rousseff voltou atrás e não apresentou seu programa de governo. A petista não quer ter o olhar atento dos adversários nas novas promessas. Em 2010, Dilma prometeu muito, mas fez pouco.

Dilma fala de Direitos Trabalhistas


Brasil Sempre - Nova Edição

Por Marco Pollo Giordani

Passados 50 anos da Revolução Democrática de 31 de março de 1964 voltamos às mesmas ou piores situações que desencadearam - por vontade do povo esclarecido e providencial ação das Forças Armadas -, a derrubada de um governo que ia de encontro às mais sagradas tradições de um Brasil livre, responsável, soberano e pacífico.

Infelizmente, a volta da História está a indicar mais um ciclo terrível e ao mesmo tempo indesviável, isto diante da irresponsabilidade e da criminosa atuação de governos de esquerda, autonominados democráticos, que, assentados nas mesmas premissas do totalitarismo socializante ou marxista, e levados ao poder através do voto de milhões de brasileiros ignorantes, até analfabetos, que se vendem por um prato de comida, vêm impondo à nação a inversão de valores e a falência moral numa degradação nunca dantes experimentada.

Por si só, tal situação bastaria para se justificar esta nova edição de Brasil: Sempre.

No entanto, inúmeras outras justificativas – além do revanchismo ingrato dos que foram derrotados, mas anistiados chegaram ao poder e vieram a assaltar os cofres da nação através de indevidas e milionárias indenizações - se impõem de modo a dar a esta obra a relevância que a verdade Histórica, solidificada e incontestável, a par da necessária crítica ao próprio Movimento Revolucionário ou Contrarrevolucionário de 1964, estão a exigir.

Porque, antes de tudo, é preciso ter coragem na busca da verdade dos fatos, principalmente diante de erros ou desacertos praticados por uma Revolução que, no escopo de barrar definitivamente a agressão vermelha, veio ao final, inexplicavelmente, oportunizar aos inimigos de sempre a chegada ao poder.

Nesse passo, Brasil: Sempre não apenas esclarece o PORQUÊ da Contrarrevolução/64 – baseado em provas idôneas e irrefutáveis -, o que FOI e o que FEZ , mas, principalmente, o que DEVIA SER ou DEIXOU DE FAZER.

E esse “DEIXOU DE FAZER” não exime, por culpa, a falta de pulso ou a omissão dos generais que presidiram o país durante o Regime Militar, vindo a desaguar no funesto quadro de insegurança que nos vemos  atualmente expostos. 

Mais do que isso, traz o autor propostas possíveis e até imprescindíveis para um Brasil viável, obviamente, não através do voto ou da atual classe política, sabidamente apodrecida, mas através da tomada do poder por um hipotético ESTADISTA que, por ventura, surja ou venha a surgir.

Entende o autor que o Brasil (humano) atual é um edifício em ruínas, cujas bases já estão sendo corroídas pela corrupção ininterrupta dos Poderes Executivo e Legislativo, pela farsa de um Judiciário que longe está de ser ínclito e independente, pela violência incontida que, diariamente, ceifa a vida de inúmeros homens de bem, produtivos e chefes de família, sem que as autoridades responsáveis tomem as devidas providências, pelo contrário, estando o poder público atual, na maioria das vezes, fechando os olhos para a barbárie e até mesmo incentivando o ilícito, haja vista que foi exatamente neste rumo que trilhou o governo Lula e vem trilhando o governo da ex-terrorista Dilma Rousseff.

Por tudo isso, Brasil: Sempre não se direciona ao homem comum, alienado, inculto ou manipulado, mas a uma elite intelectualmente preparada e madura, que detém a vontade e o poder de assegurar um Brasil promissor a seus filhos e netos, não apenas na esperança de um “País do futuro”, mas na realidade possível de um PAÍS DO PRESENTE.

E, especialmente, é destinado ao Alto Comando das Forças Armadas, no sentido de advertência a todos aqueles que, ao abrigo da farda, mas iludidos por promoções ou cargos, vêm se omitindo diante da  trágica realidade que nos assola.



Oval Nacional - Paulo Roberto Costa, transposição velho Chico e modelo francesa


Beto Albuquerque diz que ninguém governa sem o PMDB


O curioso caso do pastor Everaldo

Por Thiago Cortês

O curioso caso do pastor EveraldoQuando Marco Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal, rapidamente se tornou alvo do Lobby LGBT e da imprensa.

A essa altura do nosso torneio de polêmicas, pouca gente se recorda, mas quando ficou encurralado, com gente de peso como presidente do Congresso, Henrique Alves, pedindo sua renúncia, Feliciano foi abandonado, num primeiro momento, pelo seu partido.

O Partido Social Cristão (PSC) se dobrou às pressões. Uma semana após a escolha do de Feliciano, Henrique Eduardo Alves se encontrou com líderes do PSC e saiu da reunião com a resposta que queria: a sinalização do partido de que o deputado pastor deixaria o posto.

O líder do PSC era o deputado André Moura e o vice-presidente, Everaldo Pereira.

Diante das câmeras, os líderes do partido fingiam estar ao lado de Feliciano, mas, como até mesmo a imprensa secular noticiou na época, internamente o partido queria sua renúncia.

O PSC chegou a anunciar que iria “rediscutir a indicação deFeliciano” para a CDHM. Não fosse a insistência de Feliciano com apoio doscristãos, tanto evangélicos como católicos, não tenho dúvidas de que o PSC teria feito as vontades do Lobby LGBT.

Só quando a onda mudou a favor de Feliciano foi que os chefões do PSC decidiram que o partido iria manter o pastor na CDHM de qualquer maneira.

Confesso que sempre desconfiei da postura dos chefões do Partido Social Cristão.

E tive parte das minhas suspeitas confirmadas por causa da postura “ambígua” – pra não dizer outra coisa – do atual candidato à presidência do PSC, pastor Everaldo Pereira, um dos líderes da legenda que queria a saída de Feliciano da Comissão de Direitos Humanos.

Aliás, lembro que na época dos acontecimentos na CDHM, o pastor Everaldo teve uma postura tímida e quase invisível na defesa de Marco Feliciano. É estranho que agora ele seja vendido pelo PSC como um legítimo liberal-conservador…

Quando a liberdade de expressão de Feliciano esteve em risco, não lembro de ter visto o “herói liberal” Everaldo Pereira tomando a linha de frente na defesa do colega…

O pastor Everaldo é realmente um sujeito curioso.

Ele militou na esquerda durante toda a sua carreira política. Foi discípulo fiel de Leonel Brizola e até hoje se diz um brizolista puro-sangue. Nunca demonstrou qualquer objeção a ideia de que o Estado deve tomar a frente de tudo e de todos.

images1 O curioso caso do pastor EveraldoEveraldo celebrou o governo Lula e também participou, através do PSC, do governo Dilma. Não consta nenhuma crítica dele, em anos anteriores, sobre o tamanho do Estado e sua vulnerabilidade à corrupção…

Eis que um belo dia, Everaldo acordou com vontade de defender o liberalismo econômico!

Talvez uma maça tenha caído na cabeça de Everaldo – assim como Newton, durante a epifania que o levou a elaborar a teoria geral sobre a lei da gravidade.

Ou talvez ele tenha ido para o pólo ideológico oposto porque o PSC perdeu espaço no governo Dilma e Everaldo, sabiamente, enxergou um nicho eleitoral pouco explorado: o público crescente que clama por alternativas liberais e conservadoras.

O curioso Everaldo ainda tem dificuldades para assumir a ideologia que lhe caiu na cabeça. Nos debates, ainda parece hesitante e um tanto vago quando fala das propostas liberais. E ainda deixa escapar algumas pérolas que revelam sua alma esquerdista.

Durante uma convenção do PDT em São Borja, o novo-liberal Everaldo “arrebatou” o público de sindicalistas ao afirmar que é “brizolista desde criancinha”.Não fiquei surpreso.

Sempre achei o pastor Everaldo aquele tipo de figura que só consegue impressionar os impressionáveis.  O tipo de “herói” que não resiste a uma pesquisa no Google.

plebiscito 266x200 O curioso caso do pastor EveraldoO herói dos liberais perdeu adeptos recentemente ao participar do Plebiscito Constituinte, uma proposta de partidos de esquerda, cujo objetivo é provocar uma “assembleia de deputados eleitos pelo povo para modificar a economia e apolítica do País” .

Em nota direcionada aos que lotaram sua rede social com questionamentos, Everaldo respondeu: “entendemos ser legítima a manifestação desses setores na luta pelos seus ideais, ainda que equivocados, em nossa opinião”.

Ou seja, aqueles grupelhos que veneram Fidel Castro e acham a Venezuela, mesmo sem papel higiênico, um paraíso, querem um Constituinte para “modificar a economia e a política” do Brasil e o pastor Everaldo, o herói dos liberais, acha que é “legítimo”…

Ele também se apressou em dizer que votou pelo “Não”, ou seja, manifestou-se contra a realização do Plebiscito. Pena que ele não tenha sido inteligente o suficiente para ignorar a iniciativa da esquerda, emprestando sua imagem para legitimar tal sandice.

É o tipo de coisa que acontece quando um “brizolista desde criancinha” vira liberal da noite para o dia, sem realmente se arrepender das bobagens que defendeu durante toda uma vida.

Participar do Plebiscito só para dizer não é algo tão criminosamente ingênuo quanto participar do Foro de São Paulo com a desculpa de tentar levar propostas mais liberais ao grupo.

Tomara que o curioso Everaldo não leia este artigo ou, talvez, contrariando seus assessores, faça isso um dia. Nunca se sabe até onde vai a genialidade de um brizolista.


Fonte: GospelPrime

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Thiago Cortês é graduado em sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP). Há mais de dez anos trabalha como jornalista e, atualmente, presta serviços de consultoria política.

Mistérios das caixas-pretas e as forças ocultas na aviação da era PT


Dilma manda suspender divulgação do Programa de Governo


Tão pobre


Mascote da Dilma


PT faz esforço danado para eleger Marina Silva


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

PETROBRAS É SAQUEADA NO GOVERNO PETISTA



VAMOS ENFRENTAR ESSA GENTE #PAULO MARTINS 2020

O efeito bumerangue chegou para Dilma

Por Veja


Aécio Neves reagiu na pesquisa Ibope e tirou votos de Dilma. Os números mostram que os ataques do PT direcionados à Marina Silva começam a gerar um efeito boomerang. Melhor para o tucano, que aproveita para chamar o eleitor à razão.