quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pesadelo brasileiro: Copa do Mundo, palmada e aborto


Para os estrangeiros que estão vindo ao Brasil para assistir à Copa do Mundo, esse mega-evento de futebol muitas vezes significa “turismo sexual.” Mas para os brasileiros, é a velha política romana de apaziguamento do “pão e circo.” Dê futebol aos brasileiros e eles se esquecerão de suas angústias sociais e morais — pelo menos por um tempo.

A razão especial que o governo sob a presidente socialista Dilma Rousseff está fazendo a Copa do Mundo é para que os brasileiros não deem atenção às consequências de suas malfadadas políticas e sofrimentos planejados.

Recentemente, com o Brasil sob o feitiço da Copa do Mundo, os hospitais haviam sido colocados sob uma ordem de facilitar abortos. Sob uma nova lei de aborto aprovada imediatamente após a visita do papa no ano passado, as mulheres podem requerer aborto médico meramente alegando que foram estupradas — sem nenhuma necessidade de evidência médica ou policial.

A ordem foi revogada pela pressão pesada de grupos católicos e da Frente Parlamentar Evangélica.

Entretanto, outro sofrimento planejado não teve tal atenção. Por mais de uma década, os socialistas no Brasil vêm trabalhando duro para proibir os pais de dar palmadas nos filhos.

Seus esforços recentes foram vitoriosos na Câmara dos Deputados e no Senado.

A estratégia de aprovar no Congresso Nacional foi fazer um apelo escandaloso, comparando palmadas dos pais a assassinato de crianças. Isso é interessante, pois o governo brasileiro e políticos socialistas apoiam a matança de crianças — por meio do aborto legal. Mas se você disser que o aborto é assassinato, eles responderão que você está fazendo um “apelo escandaloso”!

Assassinato é assassinato. Aborto é assassinato de crianças, mas os socialistas rejeitam tal comparação. Palmada dos pais não é assassinato, mas os socialistas não param de fazer tal comparação.

Maria do Rosário, a principal ativista anti-palmada, havia sido ministra de “direitos humanos” do governo de Dilma, mas ela permaneceu no cargo só até sua postura espalhafatosa no ano passado, declarando que o “assassinato” de um jovem homossexual foi um crime “homofóbico.” Ela inflamou o caso até transformá-lo num escândalo nacional, reivindicando leis duras contra pessoas “homofóbicas,” pressionando órgãos policiais a priorizar crimes contra homossexuais, etc. Ela deixou o cargo depois que se descobriu que o jovem homossexual não havia sido assassinado. Ele havia cometido suicídio depois que seu amante o havia rejeitado.

Contudo, o argumento contra a palmada dos pais foi vitorioso. Rosário e outros socialistas disseram que assassinato de crianças é provocado pela palmada dos pais, e a mídia repetiu esse mantra para todos os brasileiros. A vitória ocorreu depois que um menino foi assassinado por seu pai e madrasta, e o coro socialista começou: “Palmada dos pais equivale a assassinato.”

As audiências no Congresso Nacional tiveram outros apelos escandalosos. Xuxa — uma apresentadora de TV, atriz, cantora e empresária — fora convidada para apoiar a Lei Anti-Palmada. O que Xuxa tem para ensinar aos pais? Aliás, por que ela está tão engajada numa lei que tem como objetivo confiscar os direitos dos pais e destruir suas decisões acerca de seus filhos?

Xuxa não tem nenhum exemplo aceitável de mãe. Por escolha, ela nunca foi casada, mas foi amante de vários homens. Ela teve só uma filha e para essa gravidez, ela escolheu um homem só para ter um bebê. Nada mais. Por sua escolha, sua filha foi criada sem seu pai.

Em 1982, aos 19 anos, Xuxa apareceu no filme “Amor Estranho Amor.” Seu papel foi seduzir um menino de 12 anos. A cena continha erotismo e pedofilia: uma jovem nua com um menino nu na cama.

Xuxa nunca passou tempo na cadeia por sua cena de pedofilia. Pelo contrário, na década de 1980 ela teve seu corpo nu como foto de capa na revista Playboy.

Pais que assassinam seus filhos devem ser punidos. Pessoas que incentivam a pedofilia por meio de filmes devem ser punidas. Pais que castigam fisicamente seus filhos, com uma vara ou palmada, não devem ser tratados como criminosos, principalmente sob o mau exemplo de uma mulher sem orientação moral e exemplo de mãe.

A tragédia brasileira é que desde que o Brasil assinou a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças em 1990, não há castigo legal para criminosos de menos de 18 anos. Os menores de idade podem bater e matar seus pais, e não haverá cadeia nem sentença. Apenas reabilitação especial. Agentes policiais são proibidos de tratar como criminosos menores que estupram, agridem e matam.

Dias atrás, um brasileiro, que é hoje pastor da Assembleia de Deus, me disse que era autoridade municipal que supervisionava menores de idade problemáticos no Brasil. Ele disse que era um pesadelo, pois eles lidavam com rapazes de 15, 16 e 17 que estupravam e matavam, mas legalmente não podiam ser punidos. A reabilitação que o governo lhes dava era um fracasso. O pastor me disse que menos de 4% tinham alguma melhoria. Hoje ele vive nos EUA, onde ele me disse que tem visto criminosos tratados como criminosos, independente da idade.

Eu também prefiro o sistema americano, pois, onde o conservadorismo é predominante, é menos bárbaro do que o sistema legal do Brasil. Outro amigo meu, que é um pastor presbiteriano no Texas, me disse que quando ia bater em seu filho, ele disse: “Se você me bater, denunciarei você para a polícia!” No Brasil, isso é suficiente para amedrontar um pai. Mas sabiamente o próprio pai telefonou e a polícia veio. Depois de ouvir o menino e o pai, o policial apenas instruiu o pai sobre as melhores maneiras de usar um chinelo ou cinta para castigar o menino. Desnecessário dizer que o menino nunca mais quis a polícia envolvida.

Graças a Deus, isso foi no Texas, não no Brasil! O Texas, que é mais conservador do que outros estados americanos mais liberais em que os pais também enfrentam riscos, é um lugar que definitivamente eu escolheria para viver, se eles pretendem continuar com uma vida social livre das insanidades da ONU!

Em contraste, a Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que é uma força pró-vida no Congresso Nacional, fez um acordo repulsivo com o governo e seus apoiadores socialistas para aprovar a Lei Anti-Palmada. Muitos dos membros da FPE são socialistas também. A Igreja Católica no Brasil, por muitos anos apoiando medidas socialistas no Brasil, não fez nenhuma oposição aos esforços governamentais para confiscar os direitos dos pais na questão da palmada.

Este é o pesadelo brasileiro: crianças e adolescentes que agridem, estupram e matam não podem, pela lei, receber castigo.

Este é o pesadelo brasileiro: os pais que disciplinam fisicamente, com uma vara ou palmada, para tentar impedir seus filhos e adolescentes de se tornarem criminosos que agridem, estupram e matam serão legalmente castigados, e serão tratados como criminosos e assassinos de crianças, enquanto os reais assassinos de crianças (abortistas) não poderão, pela lei, receber castigos.

Não há nenhuma epidemia de crianças assassinadas por pais no Brasil. Mas há uma epidemia de crianças e adolescentes estuprando, agredindo e assassinando. Como sempre, sem nenhuma punição.

Socialistas psicopatas e suas leis no Brasil essencialmente dizem: “Não bata nos seus filhos para impedi-los de se tornarem criminosos. Aborte-os! Nós permitimos que você os aborte, mas não discipliná-los, ok?”

Tente dar aos seus filhos educação escolar em casa no Brasil, e o governo irá atrás de você de forma feroz. Bata neles, e não haverá perdão estatal. Mas facilite os caminhos criminosos deles, e você não será incomodado.

Visite São Paulo ou outra grande cidade no Brasil e você verá um quadro triste: uma menina ou menino de 8 anos de idade pedindo esmola nas ruas, dia ou noite, enquanto o governo está muito ocupado caçando pais que dão palmadas.

A Copa do Mundo ajuda os brasileiros a se esquecerem momentaneamente de seu pesadelo social.

Quem se atreve a responder?

Por Paulo Roberto Gotaç

A pouco mais de uma semana do início da copa do mundo, todo o noticiário está dominado pela retórica de Felipão sobre os fundamentos táticos da sua equipe e pelas entrevistas totalmente vazias concedidas por nossos craques mais falantes, só para cumprir  formalidades.

Neste momento de pré-festa, alguns dados preocupantes sobre a economia e notícias constrangedoras relacionados com o panorama político do país, como a publicação pelo governo de decreto mal intencionado em relação ao regime democrático, estão sendo escondidos sob um tapete que está ficando cada vez mais curto.

Recentes edições de qualquer grande jornal dão conta, entre outras notícias desalentadoras, da decisão da Suíça de romper a cooperação judicial com Brasil em virtude de vazamento de sigilo no Caso Alstom, das demissões que a indústria automobilística está a efetivar, em virtude da queda de vendas de veículos novos, e de que o saldo comercial para o mês de maio é o menor em doze anos.

Acrescente-se a tudo isso o desempenho anêmico do crescimento do PIB no trimestre, que força os especialistas de mercado a revisões sombrias sobre o crescimento anual da economia, e a proximidade de uma eleição cuja campanha, já iniciada, promete ser das mais rasteiras da História.

Passada a ressaca da tão desejada conquista no futebol  ou a impensada mas provável frustração pela derrota, o que nos reserva o segundo semestre?

Nenhum futurólogo se atreverá a responder.


Fonte: Alerta Total


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Paulo Roberto Gotaç é Capitão de mar e Guerra, reformado.

Partidos tentam barrar decreto bolivariano de Dilma

Por Shankar Cabus*

Nove bancadas assinaram proposta na Câmara para tentar suspender os efeitos do decreto presidencial que pode mudar a ordem constitucional

O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira, nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.

Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PR, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram um pedido para votar, em regime de urgência, um decreto legislativo que anule os efeitos do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados – são necessários 257 votos para aprovar um decreto legislativo. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam suspender o texto presidencial.

O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado por Dilma (Decreto 8.243/2014) no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).

O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular”, diz o artigo 14 daConstituição de 1988.

O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”, diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).




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*Shankar Cabus é formado em Sistema de Informação pela Universidade do Estado da Bahia, atua como Front-end Engineer de um grande portal jurídico.

Um país bom pra cachorro

Por Márcio Santana Sobrinho

A presidente Dilma disse na segunda-feira passada, em resposta às críticas feitas por Ronaldo “Fenômeno”, que “não temos complexo de vira-latas”. Os inimigos do governo estão dizendo que esse discurso foi cachorrada, mas ela falou sério — e dou razão.

Esse tal complexo poderia ser verdadeiro no passado, quando Nelson Rodrigues cunhou a expressão, rosnando e espumando em seu reacionarismo. Mas agora perdeu o sentido, caiu em desuso, os tempos são outros.

Nosso país está diferente. Vejam essas bandeirolas tremulando. É a Copa das Copas, e o tal complexo de vira-latas deixamos lá atrás, quando perdemos em casa. Dessa vez, em casa, só ganhamos porque ninguém vai levar estádio e aeroporto na mala — até porque nem ficou pronto.

Ter Copa em casa nos livra desse sentimento canino de inferioridade em relação ao resto do mundo. Alguns cães até ladram, mas a Copa não vai parar. O brasileiro aguarda o início dos jogos com a língua de fora, vendo pingar na máquina o caldo quente da propaganda. Está embriagado em sua paixão natural — e legítima, diga-se — pelo esporte. Pega a bolinha, pega.

Mas, roendo a outra ponta do osso, e sem querer ser hidrófobo, vemos algumas estatísticas que teimam em demonstrar, com o peso asfixiante dos números, que a propaganda ufanista apelando ao nosso orgulho é latido oco: o cidadão comum que vive no Brasil está mesmo revirando lixo, mesmo que não queira se enxergar dessa forma.

Ora, como péssimos cãezinhos amestrados, estamos, por diversos anos consecutivos, nos últimos lugares em rankings que medem a educação. O governo consegue gastar 280 bilhões sem ter uma única universidade entre as cem melhores do mundo.

Estamos na coleira quando o assunto é liberdade econômica. Somos o 114º país num total de 178, perdendo para o Quênia, Tunísia, Camboja, Tanzânia e Gabão. E se continuarmos em queda, não demora a chegarmos à categoria em que se enquadram, pela ordem, Coréia do Norte, Cuba, Zimbábue, Venezuela e Irã, campeões de repressão econômica.

No índice de desenvolvimento humano ocupamos a 85º posição entre 186 países. Isso significa que não somos os mais judiados de todos os cães, mas ainda estamos na rabada, e melhorando pouco.

Somos tosados em nossa liberdade de imprensa, ocupando a 108ª posição entre 179 países, e caindo! A cada oito dias é registrada uma violação grave à liberdade de expressão no país.

O Brasil é o primeiro dosdez destinos mais perigosos para um turista. Batemos o nosso próprio recorde de homicídios e temos um número absoluto de 56.337 mortes violentas por ano. Quem mora em Trinidad e Tobago, Angola, Quênia, Uganda, Congo, e Ruanda está mais seguro do que você neste momento. De fato, ninguém sai hoje de casa numa cidade brasileira sem o rabo entre as pernas.

Se quiser mais sarna para se coçar, confira os índices de percepção da corrupção,saneamento, saúde, impostos, suicídio epedofilia.

Estou de acordo, presidente: não temos complexo de vira-latas. Ou, pelo menos, não temos mais o direito à ilusão de nos imaginarmos inferiores ao resto do mundo. Nós já chegamos lá, na maior parte dos casos. Não é mais um complexo, é algo passível de demonstração estatística, e por diversos ângulos.

Mundo cão.




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Márcio Santana Sobrinho é jornalista.

Dilma Rousseff perdeu a vergonha e não se incomoda em mentir de forma acintosa e continuada


dilma_rousseff_373Caso de internação – Ciente da dura realidade que varre a dignidade dos brasileiros, a presidente Dilma Rousseff não mais se incomoda em mentir sobre qualquer assunto, até porque a petista herdou de seu antecessor um generoso estoque de pílulas de mitomania. Faltando apenas uma semana para a abertura da Copa do Mundo, Dilma afirmou, durante entrevista ao SBT, que as previsões negativas sobre a Copa não se concretizaram.

Que a presidente precisa manter o otimista, ao mesmo tempo em que tenta salvar seu conturbado projeto de reeleição, todos sabem, mas não se pode fechar os olhos para a realidade. Para ficar na defensiva, Dilma usou mais uma frase feita e disse que as críticas à realização da Copa decorrem do “complexo de vira-latas”, “uma certa diminuição de nós mesmos”.

“Disseram que nós não teríamos Copa porque não teríamos aeroportos prontos. Depois disseram que a Copa seria um processo terrível, porque teria uma epidemia de dengue. Nada disso se verificou. Os 12 estádios estão entregues, os 12 aeroportos foram duplicados a capacidade de embarque e desembarque, e você não tem nem nunca terá, nesta época no Brasil, nenhuma possibilidade de uma epidemia de dengue num momento em que a temperatura cai”, disse a presidente.

“Além disso, disseram que teríamos um brutal racionamento de energia. Nós não teremos racionamento de energia nem durante a Copa nem depois da Copa. O nosso Nelson Rodrigues consagrou o complexo de vira-latas. Eu acho que o complexo de vira-lata significa exatamente isso, uma certa diminuição de nós mesmos”, completou.

Pois bem… Dilma pode mentir à vontade, até porque faltar com a verdade não é considerado crime no Brasil. E se assim fosse classificada a mentira, os petistas jamais deixaram de enganar a parcela desavisada da opinião pública, pois em território verde-louro a política é também o exercício contínuo da mentira.

A presidente tem o direito de não querer enxergar a realidade dos fatos, mas não se pode confundir suposto derrotismo com a constatação da verdade. Estádios vergonhosa e criminosamente superfaturados estão repletos de problemas e obras inacabadas. Nove das doze arenas que receberão jogos do mundial de futebol não disponibilizarão sistema wi-fi aos torcedores. Aeroportos considerados estratégicos para a Copa do Mundo ainda estão em obras, sendo que alguns só ficarão prontos depois do torneio futebolístico. O aeroporto de Brasília, por exemplo, exibe lonas plásticas em vários pontos por causa de alagamentos provocados pela chuva.

No Rio Grande do Norte, o aeroporto de São Gonçalo do Amarante não pode receber voos internacionais, por enquanto, porque a Receita Federal não conseguiu instalar no local uma unidade de alfândega. Esse problema decorre da falta de infraestrutura do aeroporto, em especial no que se refere à tecnologia da informação. Por conta disso, os torcedores que forem a Natal para acompanhar as partidas da Copa terão de colocar na bagagem doses extras de paciência, pois o Brasil é o país do jeitinho, do remendo de última hora. Não sem antes ser o país da piada pronta, como acertadamente afirma o jornalista José Simão, colunista da “Folha de S. Paulo”.

A maioria das obras de infraestrutura destinadas à Copa do Mundo está inacabada, sendo que algumas sequer sairão do papel. A reboque de uma receita que mescla roubalheira com improviso, o desgoverno de Dilma Rousseff ainda ousa afirmar que essa será a Copa das Copas.

Mentindo “como nunca antes na história deste país”, a presidente não perdeu a oportunidade de falar sobre segurança e telecomunicação. “O que nós prometemos que nós não entregamos? Estamos entregando toda a segurança. Toda. Integral. Todos os centros de comando e controle. Dois centros nacionais e doze centros em cada Estado. Estamos entregando uma rede de fibra ótica que não vai acontecer que o celular não funciona. Nós vamos ter todos o 3G e o 4G. Nós vamos ter nos estádios que permitiram o wi-fi, para descongestionar a rede de 4G”, emendou.

Como já destacamos acima, a maioria dos estádios não disponibilizará a rede wi-fi aos torcedores. Ademais, falar em funcionamento de celulares é mais um chiste oficial que desce a rampa do Palácio do Planalto. Se antes da Copa do Mundo o funcionamento dos celulares é caso de polícia, não é difícil imaginar o que acontecerá com a comunicação durante o torneio. Nem mesmo debaixo de torres de transmissão de sinal os celulares funcionam. Para que os leitores de todo o País tenham ideia da extensão da mentira de Dilma, a redação do ucho.info está localizada a poucos metros de duas potentes torres de telefonia celular, mas nenhum equipamento funciona adequadamente. A presidente certamente dirá que pode ser problema de determinada operadora, mas o ucho.info trabalha com celulares de três operadoras de telefonia.

Em relação à segurança pública, o melhor que Dilma pode fazer é ficar calada para não cometer novos devaneios discursivos. A criminalidade corre solta em todo o País, apenas porque o governo do PT prefere não combater de forma adequada o tráfico de drogas e o contrabando de armas nas chamadas fronteiras secas. Isso porque as FARC e a Bolívia, do companheiro e “cocalero” Evo Morales, dependem do tráfico de entorpecentes. As declarações da presidente sobre o questões de segurança são tão debochadas e mentirosas, que faltando dez dias para a Copa um jornalista francês teve todo o seu equipamento roubado.


Mesmo assim, Dilma diz que não tolerará protestos durante o mundial de futebol porque em jogo está a imagem do Brasil que será levada para além das nossas fronteiras pelos turistas estrangeiros. Como se para constatar o caos tupiniquim fosse necessário desembarcar em um dos inacabados aeroportos. De tal modo, vale relembrar a famosa declaração de um conhecido comunista de boteco: “nunca antes na história deste país”.

A revolução por decretos



Por decretos, atos tipicamente revolucionários estão sendo instituídos no Brasil, tal e qual se viu na Alemanha nazista a partir de 1933. O primeiro noticiado era o que punha como atividade médica normal a realização de abortos, inclusive determinando a remuneração, contrariando o anseio da opinião pública e as leis. A presidente, todavia, teve que revoga-lo, pois na memória ainda tem o que perdeu de votos nas últimas eleições por causa da questão. Outra é aquele que institucionaliza a consulta aos movimentos sociais para a criação de leis e intervenções estatais, tornando o Congresso Nacional secundário. Mas esse afã revolucionário tem um preço.

Gilberto Carvalho é o pai da criança


Nesta manhã, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) concedeu uma entrevista ao “Jornal da Manhã”, da Jovem Pan. Disse, na prática, esperar, ora vejam!, a compreensão do MTST, que promete uma nova manifestação nesta sexta, e fez votos de que o ato não atrapalhe o amistoso do Brasil. Repetiu isso ao longo do dia a outros veículos de comunicação.

Carvalho expressou ainda a confiança de que a Polícia Militar de São Paulo saberá manter a ordem e lembrou que o Exército também está preparado para atuar como força de apoio. Tudo muito certo, tudo muito bem! Está na Constituição. Antes que prossiga, devo lembrar que Carvalho esteve na linha de frente do petismo na demonização da PM de São Paulo mais de uma vez. Seu governo e seu partido batem à porta das Forças Armadas, embora tentem enredá-las na revisão da Lei da Anistia. Mas isso tudo ainda é o de menos.

Carvalho também esteve entre aqueles que se opuseram à votação de uma lei para punir atos de vandalismo, tenha ela o nome que for. E isso também é pouco.

Foi quem convenceu a presidente Dilma a receber em São Paulo o coxinha ultrarradical Guilherme Boulos, do MTST. Em Brasília, o MST feriu 30 policiais num protesto e foi recebido pela Soberana. No dia seguinte, Carvalho compareceu a evento promovido pelo movimento e defendeu com energia seus companheiros, que contavam com patrocínio da Caixa Econômica Federal.

No “Jornal da Manhã”, Carvalho defendeu o direito que têm as pessoas de se organizar. Ora, claro que têm! Ninguém é contra isso. A questão é saber se esse direito tem limites. E me parece que sim.

Como o governo foi leniente com grupos que, obviamente, transgrediram a lei, agora tem de se haver com um sem-número de minorias radicais, capazes de transformar num inferno a vida de amplas maiorias.

A Copa não é Nossa

Por João Eichbaum

O Brasil serviu um banquete para os organizadores da Copa do Mundo e a FIFA se serviu dele como bem quis. Ela começou com uma varredura na lei que proíbe a venda de bebida alcoólica nos estádios. Durante a Copa pode, mas só a cerveja liberada pela Fifa. Para as outras bebidas alcoólicas continua valendo a lei.
Depois vieram as ordens para que tudo fosse feito de acordo com o padrão Fifa. E se seguiram as marcas e patentes exclusivas, o fim da burocracia para os interesses dela, o que se pode e o que não se pode vender nos estádios, o que se pode e o que não se pode veicular como propaganda, as palavras que não se podem pronunciar. Até no direito de ir e vir a Fifa mexeu. A serviço dela estará a PM, revistando e interceptando quem não gosta de futebol, mas passa perto do estádio.

Tudo isso porque o Brasil não tem mais futebol na vitrine. O mundo não está mais nem aí para o futebol brasileiro. Passou-se o tempo em que os tupiniquins eram os artistas, os mestres, os gênios que encantavam plateias. Já não existem Pelés, Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Garrinchas, para ficar só nesses nomes, que pontificavam com a bola nos pés, entortando a coluna dos gringos. Dos nossos espetáculos de futebol já não emana aquele brilho intenso de outrora. A luminosidade fátua de um ou outro jogador é tragada pelos escândalos.

O que está em foco é o mal administrado país, entregue a gangues políticas, a senhores feudais que seduzem os pobres, a estelionatários que urdem falsas verdades com mentiras explícitas. A Copa, como evento esportivo, como festa internacional do esporte, está perdendo lugar nas manchetes internacionais. O que se exibe aos olhos do mundo é o retrato de um país incompetente e desastrado, onde a ordem é o caos. Ao invés da exaltação dos grandes feitos do futebol brasileiro, a mídia estrangeira está mostrando as misérias do Brasil.

A violência, a criminalidade, a pobreza, a corrupção, a falência dos sistemas de saúde e educação, o “pau” quebrando na rua, a desorganização e a irresponsabilidade em geral, o sumidouro do dinheiro público, a morte chegando com vaso sanitário na cabeça ou nos desabamentos de construções para a Copa são as pautas que dominam o noticiário sobre o Brasil.

Nem o Vaticano deixou de dar o seu “pitaco”, embora, nesse campo, esteja sem a autoridade e a isenção que o tema exige. Semana passada, ao alertarem o mundo inteiro sobre a exploração sexual, os porta-vozes de Deus mencionaram especialmente o Brasil, para onde acorrerão turistas ligados ao futebol e gringos loucos por mulheres e bumbuns tropicais.

Esse é o palco do espetáculo que o Lula ofereceu para o mundo, crente de que o povo se deixa engambelar por pão e circo, (leia-se Bolsa-família e futebol pelo telão HD financiado com o programa “Minha Casa, Minha Vida”). Deu no que deu: a vinda de um colonizador da FIFA, chamado Jerôme Valcke, para fazer os subdesenvolvidos levantarem do berço esplêndido. E a mídia com o olho em cima, mostrando que o Brasil não leva jeito.


Fonte: Alerta Total

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João Eichbaum é Advogado e autor do livro "Esse Circo Chamado Justiça".

Em imoral conúbio com o comunismo

Por Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Recentemente, palestramos sobre “A Revolução de 31 de Março de 1964”. Foi na Universidade do Distrito Federal (UDF) para os universitários do Curso de Direito.

A última pergunta de um dos jovens presentes foi, “O Brasil daqui a dez anos será comunista?”

Pensei em desenrolar uma montanha de indícios de que o Brasil está no mínimo amancebado com o comunismo, porém após duas palestras, a nossa e depois a de um Historiador, seguidas de varias perguntas, em respeito ao cansaço da platéia, preferi não aprofundar - me no assunto.

“Meu jovem”, respondi, “apesar da minha opinião a respeito, prefiro que daqui a dez anos você mesmo responda a sua pergunta”.

O decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, criou a “Política Nacional de Participação Social” e o “Sistema Nacional de Participação Social”.

É o oportunismo elevado ao cubo e o velório da democracia.

O decreto demonstra que o Brasil vivencia um acasalamento luxurioso com o comunismo, que cresceu nos últimos anos, pois nos dias de hoje, o mafioso PNHD 3 de antanho seria enfiado em nossas goelas através de um silencioso decreto como o 8.243 e a “tchurma” nada faria para obstar a aberração.

Nem o Congresso.

No Decreto, virulentamente escudado na desculpa social, o Congresso, já devidamente desmoralizado, nem para representante do povaréu serve mais. Lastimavelmente, é um poder moribundo.

Na prática, sentimos o aumento do conúbio da nação com o comunismo pela aceitação das propostas do asqueroso e abominável PNDH 3, que aos poucos estão sendo institucionalizadas.

 A propriedade privada hoje está mais para meia - propriedade privada, a liberdade da imprensa está mais para meia - liberdade do que liberdade democrática.

O revanchismo cresceu e recrudesceu, a Lei da Anistia, que foi tão solicitada à época, pelos "exilados políticos", está mais para cadafalso dos agentes da repressão do que instrumento para a conciliação.

No passado distante, a união de duas pessoas só poderia ser legalizada em cartórios, pois nem o enlace em qualquer religião reconhecia o ato.

Na atualidade vale tudo, homem com homem, mulher com mulher, bastando que as duas partes convivam por seis meses ou um ano, não estou certo.

Assim, a nossa Nação ao conviver por quase doze anos, que nos desculpem os legalistas, está notoriamente parasitada pelo comunismo. É a sua concubina, simples assim.

Como não houve nenhum contrato pré - conjunção, o povinho entra com o corpinho, com o dinheiro e com o suor, e eles entram com a cara de pau.

Dizem os entendidos que “não vai dar certo”.

Brasília, DF, 05 de junho de 2014



Bilderberg 2014

Por Miguel Ayuso*

bilderberg2014"Você já viu as pessoas que estão em tais encontros? Vão os ministros, os reis, a OTAN, o FMI...
Tais pessoas não se deslocam para conversar sobre o tempo."

No domingo passado (01/06) veio a término a 62ª edição da reunião anual do Clube Bilderberg, a seleta organização que congrega as autoridades máximas da política, economia, aristocracia e do poder militar da Europa e dos Estados Unidos.

Todas as propostas e deliberações, celebradas num hotel de Copenhague, foram feitas no mais absoluto segredo: às portas fechadas, sem acesso dos meios de informação e sem publicação das suas conclusões. Embora o clube diga que suas reuniões não tem um caráter oficial e é apenas um fórum de discussão privado, há quem considere o Bilderberg como o encontro internacional mais importante no mundo, onde são tomadas decisões concretas que afetam a todas as pessoas.

“O efeito mais imediato dessa reunião do clube que acabamos de tomar conhecimento é a abdicação do rei Juan Carlos”, afirma ao El Confidencial a jornalista Cristina Martín Jiménez, que há 10 anos investiga os meandros da instituição. “Note que todas as monarquias estão fazendo o traslado geracional. Eles trabalham em consenso e foi decidido que chegou o momento onde é necessário efetuar esse traslado. Não tenho a menor dúvida que a abdicação do rei é uma decisão consensual do Bilderberg”.

Na opinião da autora de 'Perdidos. Los planes secretos del Club Bilderberg (Martínez Roca)', não é um acaso que a reunião desse ano tenha tido a participação da rainha Sofia, da rainha Beatriz da Holanda (filha do fundador do clube, Bernardo de Holanda) e do príncipe Felipe da Bélgica, que também recebeu a chefia da monarquia no ano passado. “Estão renovando todas as cúpulas dos poderes que trabalham conjuntamente no Bilderberg”, assegura ela.

Uma grande reestruturação militar, econômica e comercial

Porém, embora a abdicação do rei da Espanha afete especialmente nosso país, Martín Jiménez tem por certo que este não foi o tema mais discutido em Copenhague. Neste ano, grande parte das conversações orbitou sobre possíveis conflitos armados na Rússia, China e no Oriente Médio. E é por isso que a presença militar foi especialmente significativa.

Na lista de convidados desse ano estavam o secretário geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen; o general em chefe das Forças Norte-Americanas na Europa, Philip Breedlove – que, segundo informa Charlie Skelton do The Guardian, foi acompanhado de representantes de altos cargos do Ministério da Defesa Norte-Americano; o ex-diretor da CIA, David Petraeus; o chefe do MI6 (o serviço de espionagem britânico), Sir John Sawers; bem como diversos ministros do exterior europeus, entre outros da Espanha, José Manuel García-Margallo (que compareceu acompanhado de Mercedes Millán Rajoy, diplomata espanhola e sobrinha do presidente).

Na opinião de Martín Jiménez, o Clube Bilderberg está preparando o cenário para a possibilidade de um grande conflito bélico: “O consenso é que daqui a alguns meses ou um ano haverá uma grande reestruturação militar, econômica e comercial com origem em alguma modificação importante na história mundial: um conflito bélico de grandes dimensões”.

O Clube Bilderberg celebrou sua primeira reunião em 29 e 30 de maio de 1954, no hotel Bilderberg, na Holanda, encontro promovido pelo imigrante polonês e conselheiro político Jozef Retinger, preocupado pelo crescente antiamericanismo provocado pelo Plano Marshall na Europa. Desde então, afirma Martín Jiménez, sua principal preocupação tem sido preservar a hegemonia do Ocidente, que agora está sendo questionada.

“No ano passado, Tony Blair, outro dos líderes que trabalham com os Bilderberg, escreveu um artigo para o Daily Mirror (1) em que dizia claramente que a questão não é a paz, mas sim de falar sobre questões de poder”, explica Martín Jiménez. “Isso foi dito alguns meses antes de reunir-se com o clube na Inglaterra (entre 8 e 9 de junho do ano passado), pois existia uma grande rejeição popular à União Europeia, e recém havia sido criado o UkiP (2), que agora teve grande sucesso nas eleições. Blair interviu afirmando que os trabalhistas e os conservadores teriam de se unir para dar apoio à União Europeia. Estão sendo formados blocos de poder. O Ocidente é um bloco, e ele está sendo reforçado para não permitir a sua invasão por outros blocos.”

Convidados que não vão apenas para papear

A jornalista tem consciência que suas afirmações levantam suspeitas, porém ela está convencida que aquilo que é dito no Bilderberg é de extrema importância. “Eles possuem um mecanismo para desprestigiar aquelas pessoas que os investigam, tachando suas atividades de 'conspiranóia', para que acreditemos que não estão fazendo nada. Dizem que são apenas reuniões informais nas quais as pessoas participam em caráter privado, e que por esse motivo não tem de dar informações. Você já viu as pessoas que estão em tais encontros? Vão os ministros, os reis, a OTAN, o FMI... Tais pessoas não se deslocam para conversar sobre o tempo.”

Além dos grandes líderes militares e da aristocracia, este ano participaram do Bilderberg diretores de corporações como Shell, BP, Fiat, Novartis, Dow Chemicals, Unilever, Airbus e Nestlé; diretores de bancos e instituições financeiras como HSBC, Citigroup, Lazard, Goldman Sachs, Santander, Barclays, American Express, JP Morgan, TD Bank e do Deutsch Bank; e os CEOs e presidentes do Google, LinkedIn e Microsoft; proprietários, editores e representantes de meios de informação como The Financial Times, The Wall Street Journal, Die Zeit, Le Monde, El País e The Washington Post; líderes e políticos de instituições como o Banco Mundial, a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu, Banco de Compensações Internacionais, o FMI, a Reserva Federal e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos; e políticos europeus, norte-americanos e canadenses como Mark Rutte, o primeiro ministro holandês, ou David Cameron, primeiro ministro britânico.

A representação espanhola incluiu além da rainha Sofia, o ministro de Relações Exteriores, o diretor geral da La Caixa, Juan Maria Nin, e o presidente do grupo Prisa, Juan Luis Cebrián.

O grande grupo de pressão ocidental

As decisões do Bilderberg, afirma Martín Jiménez, são consensuais e tem efeitos diretos sobre as políticas nacionais. Apenas 15 dias após a reunião do clube em 2012, realizada nos Estados Unidos, a Espanha pediu um empréstimo à Europa para fazer o resgate bancário. Uma decisão que, segundo a jornalista, foi tomada na conferência do Clube, que naquele ano havia tido a participação da vice-presidente Soraya Sáenz de Santamaría. O Bilderberg também foi responsável, ainda segundo Martín Jiménez, de colocar Mario Monti, membro do Comitê Diretor do Clube, como primeiro ministro italiano. “E assim os italianos tiveram de engolir um primeiro ministro que não foi eleito nas urnas”, assegura a jornalista.

O Bilderberg também está por trás dos cortes orçamentários realizados no nosso país. “A Fundação Rockfeller (outro dos grandes promotores históricos do clube) tem falado do tema da superpopulação desde os anos 30”, explica ela. “Não é coisa nova. Os mais velhos e os doentes não são úteis, pois são um ônus econômico. Bruxelas pressiona nossos governos eleitos democraticamente para que reduzam as ajudas aos dependentes e o orçamento para a saúde”.

O clube põe suas mãos em tudo aquilo que possa afetar o desempenho de seus sócios (a elite econômica e política). Incluindo o futuro sucessor do PSOE (3). “Segundo minhas investigações, Madina é o candidato que apoiam os membros espanhóis do Bilderberg”, afirma a jornalista. Somente o tempo dirá se ela está certa, ainda que ela mesma reconheça, “há muitas coisas que eles preveem, porém mais tarde seus planos não se desenvolvem como havia sido desejado”.




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Tradução: Francis Lauer

Notas:
(1) O artigo em questão pode ser lido aqui: http://dailym.ai/1o5bEWP. No trecho referido o líder do Partido Trabalhista diz:
“(...) Em 1946, Winston Churchill fez seu afamado discurso conclamando por um Estados Unidos da Europa. Ele via um continente assolado por séculos de conflito e recentemente por duas guerras mundiais. Ele via uma França e uma Alemanha – inimigos em ambas as guerras – tornando-se amigos numa nova união. O racional para a Europa [naquele momento] era simples – paz e não a guerra. Em 2013, existe uma nova lógica que é mais forte, clara e mais duradoura: não a paz, mas o poder. O cenário geopolítico para o Século XXI está passando por uma revolução. A questão para a Grã-Bretanha é: qual é o ponto que nos dá mais vantagens nesse novo cenário? Ao fim do século XIX, a Grã-Bretanha era a maior potência mundial. No final do século XX, eram os EUA. No final do século XXI, possivelmente será a China ou, no mínimo, a China e possivelmente a Índia serão tão poderosos quanto os EUA. Nós precisamos compreender quão profunda é essa mudança e como ela irá nos atingir (...)”

(2) UKiP – Partido Independista do Reino Unido. Eurocéptico. Direita. O partido defende a independência da Inglaterra frente à União Europeia (abandonar a UE). O título do seu Manifesto 2014 diz: “Imigração portas-abertas está sucateando os serviços públicos locais no R.U.” Suas propostas envolvem: soberania e livre comércio sem união política. Proteção das fronteiras e imigração sob condições reguladas. Isenção fiscal sobre salário mínimo e sobre a transmissão de heranças. Fim de subsídios e ajudas ao exterior. Combate ao crime. Cassação do direito a voto de prisioneiros. Sair da jurisdição da Corte Europeia de Direitos Humanos. Permitir a fundação de novas 'grammar schools'. Rejeição ao politicamente correto como proteção ao livre discurso (“free speech”).
  

(3) PSOE – Partido SOCIALISTA Operário Espanhol, fundado em 1879 (o segundo mais antigo da Espanha). Principal partido de oposição. Parte integrante do Partido SOCIALISTA Europeu e da Internacional Socialista. Adepto da Terceira Via, do multiculturalismo, do humanismo laico, progressista.

Utopia esquerdista leva metroviários de SP a decidirem pela paralisação da maior cidade brasileira


metrosp_06Pau mandado – Sob a lufada do comunismo criminoso que sopra na América Latina, leis e decisões judiciais parecem inexistir. Assim agem os bandoleiros que se agarram às teorias esdrúxulas e obtusas do comunismo planetário. A maior vitrine, mas ainda não a principal, dessa avalanche utópica é o Brasil, que ainda é, pelo menos em tese, uma democracia.

Na noite de quarta-feira (4), o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres, decidiu que o metrô paulistano não funcionará por temo indeterminado, a partir desta quinta-feira, prejudicando milhões de pessoas que dependem do transporte público para se movimentar na maior cidade brasileira. A esse sindicalista radical pouco importa o direito constitucional de ir e vir do cidadão, assim como nada vale a decisão da Justiça, que determinou que nos horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h) toda a frota do metrô esteja em funcionamento, enquanto no restante do dia pelo menos 70% dos trens devem estar circulando. A multa diária pelo descumprimento da decisão judicial está fixada em R$ 100 mil, montante que jamais será pago.

Altino de Melo Prazeres é filiado ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, o extremista PSTU, o que por si só explica a sua decisão arbitrária. As legendas mais à esquerda do Partido dos Trabalhadores funcionam como satélites na órbita do projeto totalitarista que está em marcha desde a chegada de Lula ao Palácio do Planalto. Apesar de discordarem de algumas decisões mornas dos petistas, esses partidos adeptos do radicalismo gauche agem não apenas para disseminar a ideologia burra do comunismo, mas, sim, para barganhar cargos com companheiros de esquerda que se instalam no poder.

Como três dúzias de partidos, o Brasil assistiu ao longo dos anos a transformação das legendas em centros de proxenetismo político. Até porque, não há no universo tantas correntes ideológicas que justifiquem a criação de um número absurdo de partidos políticos. Isso explica de forma clara a existência dos chamados partidos de aluguel, que sobrevivem do fundo partidário e da venda de apoio e de míseros segundos de televisão às legendas maiores e de expressão nacional.

Quando começaram a sinalizar com a possibilidade de paralisação, os metroviários apresentaram à direção do Metrô um pleito de reajuste salarial superior a 30%. Constatado o absurdo, o presidente do sindicato da categoria decidiu reduzir a pedida para 16,5%, número menor, porém utópico diante da realidade econômica do País. A Companhia do Metropolitano ofereceu aumento salarial de 7,8%, além do reajuste do valor do vale-alimentação e do vale-refeição. Ao todo, inclusa a majoração dos benefícios, a proposta do Metrô chegou a 13,3%.

Pressionada e tentando evitar a instalação do caos na capital paulista e adjacências, o Metrô melhorou a proposta no limite da própria capacidade financeira e ofereceu reajuste salarial de 8,7%. Altino Prazeres, que representou os trabalhadores durante as negociações, não aceitou e disse que o aumento deveria ser de pelo menos dois dígitos. Ou seja, a greve seria evitada se o aumento fosse de 10%, índice reajuste concedido aos motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo. Acontece que a proposta do Metrô é superior à inflação acumulada desde o último reajuste: 5,8%.

Depois de uma reunião sem acordo, entre metroviários e representantes do Metrô, realizada na manhã de quarta-feira no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), Altino Prazeres tentou justificar a intransigência da categoria e disse que os preços dos alimentos dispararam e que a inflação está muito acima do reajuste pleiteado. Ora, o controle da inflação não é de responsabilidade do governo de São Paulo, mas dos incompetentes que se instalaram no Palácio do Planalto e que a cada semana surgem com uma novidade para enganar a opinião pública acerca da economia nacional, cada vez mais cambaleante.

Quem conhece os bastidores da política sabe como funcionam a decretação e a suspensão de uma greve de trabalhadores. Esse movimento misterioso explica, na maioria das vezes, vale muito e obrigatoriamente passa pela vala dos interesses eleitorais de algumas legendas. O PT, que apesar de sua existência direitista lidera a esquerda verde-loura, se faz de indignado com a paralisação do Metrô, mas nos bastidores está a esfregar as mãos, pois os companheiros de comunismo cumpriram o combinado.


O objetivo maior da paralisação, que desde o inicio das negociações já estava decidida, não é o aumento salarial da categoria, mas a criação de um caos que consiga de alguma forma atrapalhar o projeto de reeleição do governador Geraldo Alckmin, que não concordou com a proposta dos metroviários de trocar a greve pela liberação das catracas. Em outras palavras, os metroviários não estão preocupados com o reajuste dos salários, assim como não souberam definir um percentual justo de aumento. Querem apenas ajudar na instalação do caos, porque mais adiante algum esquerdista que se instalar no poder dará a compensação necessária.

É sobrenatural: Antigo documento do Vaticano revela que o Papa Francisco será o último papa



Programa de Sid Roth, que é exibido semanalmente na TV WND, faz entrevista com dois pesquisadores que revelam antigo documento do Vaticano contendo profecia de São Malaquias revelando que o Papa Francisco seria o último papa




Projeto L.U.C.I.F.E.R. - Large binocular telescope near-infrared Utility with Camera Integral Field unit for Extragalactic Research (grande telescópio binocular infravermelho utilitário com câmera de unidade de campo integral para pesquisa extragaláctica).

Tom Horn e Cris Putnam desvendaram uma profecia de 900 anos enterrada na biblioteca do Vaticano. Ela descreve uma série de 112 Papas. Agora, o 112 º Papa foi eleito. Será que a profecia a respeito dele se tornará realidade? Ele é o último Papa?

Nessa entrevista, eles falam sobre acontecimentos e surgimentos de alienígenas, e o mais surpreendente: o envolvimento do Vaticano e o seu interesse em pesquisas nessa área, com telescópios próprios, mais potentes até do que o Hubble, localizado nos EUA - Arizona, e um sinistro nome dado a uma câmera do telescópio, chamada "Projeto L.U.C.I.F.E.R.".

Um enganoso plano de surgimento alienígena está sendo preparado para enganar as massas. O que virá pela frente... Só o tempo (e a Bíblia já disse), dirá!

O fim dos tempos se aproxima!

VOTO NULO - Entendeu ou quer que desenhe ?

Aliança PMDB-PT está por um fio.


Michel Temer pode perder o posto de vice.
Interessados em implodir a estratégica união do PMDB com Dilma Rousseff, os presidenciáveis oposicionistas Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB) iniciaram nas últimas semanas uma silenciosa ofensiva para levar o partido a derrotar a aliança com a presidente da República. Em 10 de junho, a maior legenda da coalizão governista vai decidir se aprova a permanência na chapa pela reeleição da petista e a continuidade de Michel Temer na vice.

Nos bastidores, adversários de Dilma passaram a estimular traições e aprofundar dissidências no território peemedebista. Mais do que conquistar aprovação às suas próprias candidaturas, Campos e Aécio querem minar um casamento político, vital à hegemonia de Dilma no tempo de TV da propaganda eleitoral.

Segundo a Folha apurou, Aécio atacou dois dos três Estados com maior peso na convenção, Rio e Minas, obtendo promessa de levar a maioria dos votos contra a aliança com Dilma no dia 10. Campos investiu sobre o Ceará e buscou alimentar rachas em redutos onde a convivência entre PT e PMDB já é problemática, aproveitando-se dessa fragilidade.

Em boa parte das apostas sobre o resultado da votação, Dilma é apontada como vitoriosa, apesar dos altos riscos de traição --o voto é secreto e o PMDB é conhecido por seu alto grau de infidelidade. Mesmo com a insatisfação geral no PMDB em relação ao tratamento dado pela presidente da República nos últimos anos, Michel Temer ainda é tratado como garantia de manutenção da aliança.

Presidente da sigla por muitos anos, sua influência caiu desde que assumiu a cadeira de vice no Planalto, mas não a ponto de uma derrota ser dada como certa. Por outro lado, ninguém é capaz de descartar com absoluta certeza a hipótese de um revés, nem mesmo no governo.

REVÉS

Eduardo Campos conversou longamente com o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), pré-candidato ao goverdo Ceará e incomodado com a falta de apoio de Dilma Rousseff à sua campanha. No Estado, a presidente está com os irmãos Gomes, Cid e Ciro, ambos oponentes de Eunício.

No diálogo, o presidenciável fez uma análise pessimista sobre a situação da economia e se declarou convicto de que irá para um eventual segundo turno. Para contar com os votos dos rebeldes cearenses no encontro do PMDB, pediu apenas o chamado "palanque aberto". Ou seja: Eunício poderia receber para eventos eleitorais tanto Aécio quanto Campos. O movimento, porém, não foi combinado entre os dois oposicionistas, embora a operação para atrair dissidentes sirva a ambos.

'VELHA POLÍTICA'

Em suas falas públicas, Campos tem se apresentado como um crítico da "velha política", citando nominalmente caciques do PMDB como expoentes do fisiologismo. Ele chegou a prometer mandar o senador José Sarney (PMDB-AP) "para casa". Não há relatos de que Campos tenha procurado nenhum daqueles que tem criticado.

Nesta quarta (4), em Porto Alegre (RS), onde apoiará o peemedebista José Ivo Sartori na disputa para o governo, Campos elogiou o passado do PMDB ao justificar o acordo com o partido em palanques regionais. Disse que o apoio ao PSB de figuras como Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) estimula os peemedebistas a "reencontrarem" a sua linha histórica.

"A unidade do PMDB daqui está animando o PMDB autêntico do Brasil afora. O PMDB do Rio Grande do Sul e o de Pernambuco sempre foram referência", disse. Ele citou ainda Mato Grosso do Sul, onde vai se aliar ao peemedebista Nelson Trad.

Já Aécio Neves está se movimentando no Estado com maior números de votos da convenção, o Rio de Janeiro. A operação surtiu efeito. Nesta quinta-feira (5), o PMDB realiza encontro para defender a chapa "Aezão", uma combinação do nome do tucano com o do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Apesar de declararem apoio a Dilma, Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) não tentaram evitar o encontro. A rebelião começou após o PT decidir lançar a candidatura do senador do partido Lindbergh Farias. (Folha de São Paulo)

Os crimes do Comunismo

Por Carlos I. S. Azambuja

O comunismo foi, inegavelmente, um dos fenômenos mais importante do Século XX. Antecedeu o fascismo e o nazismo, sobreviveu a ambos e atingiu todos os continentes.

Seus crimes, em todo o mundo, não foram ainda submetidos a uma avaliação legítima, tanto do ponto de vista histórico como do ponto de vista moral. E, talvez, nunca sejam. Alguns poderão refutar, alegando que a maioria dos crimes respondia a uma “legalidade”, ela própria sustentada por instituições pertencentes aos regimes vigentes. Mas não ocorreu o mesmo com o nazismo, que foi julgado em Nurenberg?

Os testemunhos abundantes, confirmados pela abertura dos arquivos do partido e da KGB após o fim da União Soviética, demonstram que o terror foi uma das dimensões fundamentais do comunismo. Em seu nome foram cometidos inúmeros crimes contra o espírito, contra a cultura universal, contra as culturas nacionais e sobretudo contra a vida.

Stalin ordenou a demolição de centenas de igrejas na Rússia; Nicolau Ceaucescu destruiu o coração histórico de Bucareste para construir edifícios e traçar perspectivas megalomaníacas; Pol Pot desmontou, pedra por pedra, a Catedral de Phnom Penh,  abandonou à selva os templos de Angkor e, durante a chamada revolução cultural maoísta, tesouros inestimáveis foram destruídos pelos Guardas Vermelhos.

Em um primeiro balanço foram estabelecidos os seguintes números: URSS, 20 milhões de mortos; China, 65 milhões; Vietnã, 1 milhão; Coréia do Norte, 2 milhões; Camboja, 2 milhões; Leste-Europeu, 1 milhão; América Latina, 250 mil; África, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão. O total aproxima-se dos 100 milhões de mortos, contra 25 milhões de mortos pelo nazismo. Ou seja, os regimes comunistas foram os mais criminosos do Século.

Stalin ordenou ou autorizou inúmeros crimes, sendo o mais espetacular a execução da quase totalidade dos oficiais poloneses aprisionados em 1939, durante a II Guerra Mundial, dos quais os 4.500 oficiais mortos na Floresta de Katyn foi apenas um episódio. Entretanto, outros crimes passaram despercebidos pela opinião pública mundial, como o assassinato, nosGulags, de centenas de milhares de cidadãos russos, bem como de alemães aprisionados entre 1943 e 1945.

Essa foi uma decisão dos bolcheviques, tão logo tomaram o Poder, em outubro de 1917: a eliminação legal de toda e qualquer oposição e resistência ao novo regime.

Logo após a Revolução Bolchevique, centenas de milhares de pessoas engajaram-se, em todo mundo, nas fileiras da Internacional Comunista, definida por Stalin como “o estado-maior político e ideológico do movimento revolucionário do proletariado, destinado a preservar o marxismo revolucionário das deformações oportunistas de direita e de esquerda”. Nos anos 50/70, outras centenas de milhares de homens e mulheres veneraram o kamarada Mao, o Grande Timoneiro da revolução chinesa, e cantaram em prosa e verso os grandes méritos do Grande Salto Adiante e da Revolução Cultural que mandou milhões de chineses para os cemitérios.

No mundo ocidental, muitas pessoas (já naquela época...) alegaram que não sabiam. Todavia, com freqüência, essa ignorância era, tão somente, resultado de uma cegueira provocada pela crença militante. Desde os anos 40, muitos fatos eram conhecidos e incontestáveis. Ora, se um grande número dessas pessoas abandonou hoje seus ídolos de ontem, a grande maioria foi com silêncio e discrição. Mas não deixa de ser um profundo amoralismo abandonar um engajamento político público no maior dos segredos, sem dele tirar nenhum a lição.

A ideologia comunista propõe a imagem de uma sociedade melhor e nos incita a desejá-la e lutar por ela. Além do mais, ela priva os indivíduos de suas responsabilidades, pois são sempre eles, os Secretários-Gerais quem decidem por nós.

A atração desse sistema totalitário, experimentada inconscientemente por muitos, provém de um certo medo da liberdade e da responsabilidade, o que pode explicar a relativa popularidade dos regimes autoritários em todos os tempos.

Recorde-se que o sistema político arcaico dos Czares que a Revolução Bolchevique varreu do mapa, no período de 1825 a 1917 condenou à morte por suas opiniões políticas, 3.932 pessoas, número ultrapassado pelos bolcheviques já em março de 1919, com menos de dois anos de exercício do Poder total.

Diante disso, pergunta-se: por que os crimes comunistas têm uma tão pequena repercussão na opinião pública? E, sobretudo, por que um silêncio acadêmico sobre a catástrofe comunista – e até mesmo sua negação – que atingiu, por cerca de 80 anos, um terço da humanidade, nos quatro continentes? Por que a incapacidade dos políticos e historiadores de situar no centro da análise da doutrina comunista um fator tão essencial quanto o crime, o crime em massa, o crime sistemático, o crime contra a humanidade ou, simplesmente, os crimes comunistas? Não seria essa uma recusa deliberada de saber, de um medo de compreender?

Cupidez, apatia, vaidade, fascinação pela força e pela violência, paixão revolucionária? Qualquer que seja a motivação, os líderes das ditaduras comunistas sempre encontram os bajuladores de que tanto necessitam. E continuam a encontrar. Fidel Castro, por exemplo, não é aplaudido quando diz que está “construindo o socialismo” e quando vocifera, ao final de seus discursos “socialismo ou morte”? Também como quando é fotografado em eventos internacionais ao lado de outros governantes?

O kamarada Hugo Chávez não era aplaudido quando se referia à tal revolução bolivariana e a um socialismo à la Simón Bolívar?

Finalmente, cabe lamentar que à ignorância – desejada ou não – da dimensão criminosa do comunismo tenha se juntado, quase sempre, a indiferença da maioria de nossos contemporâneos para com seus irmãos humanos.


Fonte: Alerta Total


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Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Bom Negócio DILMA 2014
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A Presidente não está servindo pra mais nada? Sabe de nada Inocente? Faça logo um bom negócio. 

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