segunda-feira, 24 de março de 2014

Pensado para a Copa, projeto que legaliza prostituição está parado na Câmara

Objetivo do autor era aprovar proposta antes do Mundial, para coibir exploração sexual no País
Legalização da prostituição não deve sair do papel antes da Copa - Record Minas
O projeto de lei que propõe a regulamentação dos profissionais de sexo no Brasil está parado na Câmara dos Deputados e, apesar de ser tratado como prioridade para votação antes da Copa do Mundo ainda nem começou a ser apreciado pelas comissões — que dirá pelo plenário da Casa.

As comissões da Câmara fazem as primeiras análises dos projetos de lei. Só depois de passarem pelo crivo das comissões os projetos podem ser apreciados pelo plenário.

Pelo ritmo da tramitação, são pequenas as chances de que o projeto seja votado antes da Copa, que começa em junho. Assim, o objetivo de ter uma lei para coibir os casos de exploração sexual durante o Mundial vai ficar comprometido.

A proposta foi apresentada pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) em 2012. O texto considera como profissional do sexo qualquer pessoa com mais de 18 anos que queira, por livre e espontânea vontade, oferecer serviços sexuais em troca de remuneração.

Segundo o deputado, há expectativas de que o projeto tramite de forma rápida. Mas, ele admite que não há consenso na Câmara para votar o texto antes da Copa.

— A Copa se aproxima e o Congresso, mais uma vez, se divide em quedas de braço partidárias que só servem para prejudicar os trabalhos legislativos. Há de se considerar também a influência das bancadas fundamentalistas em barrar projetos que não são de seu interesse.

Pelo projeto, não seria permitido a ninguém se apropriar de mais 50% do rendimento dos profissionais, negar pagamento ou forçar alguém a se prostituir. Todas essas práticas seriam consideradas crime de exploração sexual, com penas previstas no Código Penal.

Na justificativa do projeto, Jean Wyllys defende que regularizar a prostituição é a melhor forma de proteger os profissionais e combater crimes.

— A regularização da profissão do sexo constitui instrumento eficaz ao combate à exploração sexual, pois possibilitará a fiscalização em casas de prostituição e o controle do Estado sobre o serviço.

Se aprovada, a lei vai receber o nome de Gabriela Leite, prostituta idealizadora da grife Daspu, que vende roupas inspiradas no mundo da prostituição. Gabriela morreu de câncer em outubro do ano passado e ficou conhecida por lutar pelos direitos das garotas de programa.

Polêmica

Nem todos os parlamentares pensam como o autor da proposta, contudo. Boa parte dos deputados na Câmara acredita, aliás, que regularizar a prostituição vai incentivar a exploração sexual por meio de cafetões.

Esse é o entendimento do deputado Francisco Eurico (PSB-PE), que chegou a assinar um relatório pela rejeição do projeto na CDH (Comissão dos Direitos Humanos).

Em junho do ano passado, Eurico foi escolhido relator do projeto na comissão e votou pelo arquivamento da proposta. Para ele, um ser humano não pode ser tratado como mercadoria e regularizar a prostituição aumentaria até o tráfico de pessoas.

— O simples fato de a pessoa ser tratada como mercadoria já é uma condição incompatível com a dignidade humana, preceito fundamental dos direitos humanos. A legalização da prostituição favorece mais os cafetões e promove a expansão da indústria do sexo. A legalização acaba também por estimular o tráfico de pessoas.

Comissão

Apesar da posição do deputado, o relatório não tem valor, porque a presidência da Câmara decidiu criar uma comissão especial para apreciar o projeto. O colegiado será composto por 20 deputados das comissões de Justiça, Direitos Humanos, Família e Trabalho, além dos suplentes.

A autorização para criar a comissão foi assinada pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em setembro do ano passado. Mas os líderes partidários ainda nem indicaram quais deputados devem integrar o colegiado e, por isso, a comissão não foi instalada.

Esse não é o primeiro projeto que visa a regularizar a prostituição que tramita na Casa. Em 2004, o então deputado Eduardo Valverde (PT-RO) apresentou uma proposta, mas, depois, mudou de ideia — ele mesmo solicitou a retirada do texto.

Em 2003, Fernando Gabeira (PV-RJ) também tentou aprovar a legalização dos profissionais do sexo. Mas, quatro anos depois, o projeto foi arquivado pela Mesa Diretora da Câmara após ser rejeitado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Aécio Neves acusa governo de falta de compromisso com o país e chama estatal de PTrobras.

 
Coluna na Folha de São Paulo de hoje, que transcrevemos abaixo, é a mais dura crítica feita pelo presidente do PSDB e candidato à presidência da República, Aécio Neves, ao governo Dilma e ao PT.

Já deu!

"Protagonista de um governo refém dos interesses do regime de aparelhamento que se abateu sobre o Estado nacional, a presidente Dilma Rousseff já não sabe mais o que dizer ao Brasil, além de terceirizar responsabilidades.

Atônitos, os brasileiros são informados que, em poucos anos, a 12ª maior empresa do mundo foi transformada na 120ª e começam a perceber que, infelizmente, a PTrobras, longe de ser uma exceção, é o retrato do governo sob o comando do PT.

Incapacidade de gestão e planejamento. Desvios e suspeições. Excesso de compromisso com os companheiros, falta de compromisso com o país.

De um lado, a gravidade das revelações objetivas que vêm à tona e fazem a realidade superar as versões, que, antes sussurradas no meio político, já pareciam inverossímeis. De outro, a vaidade e a onipotência daqueles que parecem acreditar que somos, os brasileiros, um conjunto de tolos.

O que se tornou conhecido por todos recentemente já era, há muito, de domínio do governo. Por que, então, por exemplo, só agora o diretor que passou a ser o bode expiatório do escândalo foi demitido? Por que personagens das páginas policiais estiveram, até ontem, protegidos em posições de extrema confiança?

O que mudou? O que transformou um bem feito num malfeito foi apenas a percepção da sociedade? Que governo é este que só age ou ensaia providências quando é confrontado pela opinião pública? De onde vem tanta arrogância, que faz com que os representantes do PT tripudiem sobre a percepção dos brasileiros?

Primeiro, inventaram os "recursos não contabilizados". Na semana passada, o presidente do Banco Central chamou de mera "realocação contábil" a iniciativa da Caixa de lançar os recursos confiscados dos correntistas como lucro. Agora, na ausência de um mordomo, a culpa parece ser do "relatório".

Os brasileiros vêm sendo desrespeitados todos os dias por ações concretas, sempre envoltas em coincidências demais e transparência de menos, mas também pela forma com que o governo responde a elas.

Estamos cansados de ver o interesse público e coletivo, razão de ser da própria República e da democracia, confundido com os interesses privados e os projetos individuais de poder de pessoas e de partidos.

Uma coisa são os desafios da nação. Outra, são os problemas criados pelo governo. O governo que o eleitor escolheu para ser solução se transformou no principal problema do país. A verdade é que o governo colocou o Brasil no caminho errado --é simples assim. E o Brasil precisa voltar para o caminho certo.

Precisamos de um governo que volte a ser solução. Entre a indignação, a revolta e o cansaço diante de repetidos absurdos, o sentimento geral dos brasileiros é um só: já deu!"

O homem mais lúcido do Brasil



O Estado de Direito Petista

Por Aileda de Mattos Oliveira*
O que se espera de um bando de raposas famintas ao invadirem um galinheiro? Que dê ração de qualidade às penosas para gerarem galináceos mais robustos?

Considerando que bandos idênticos têm comportamentos similares, é ingenuidade supor que a marginália à qual foi entregue o Estado Brasileiro, há mais de doze anos, não tivesse o objetivo único de usá-lo para servir a seus mais baixos propósitos e dar vazão às suas satisfações mais primárias.

Se aparentemente o plano administrativo instalado no país peca pela indefinição ou incoerência, não há como se iludir, é assim que se articulam os métodos de fragmentação do Estado, porque a meta do governo, sustentada pela utopia socialista, não se subordina a nenhum planejamento com fundamentações técnicas, em virtude de se manter prisioneira da ideia fixa de criação de uma sociedade alternativa.

É a este processo de anarcogestão com vistas à reformulação do Estado que contumazes sabotadores do verdadeiro estado de direito denominam ‘democracia’.

A democracia petista é, pois, expressão eufêmica de um governo subversivo, sectário do de Cuba, cujas ordens emanadas da ilha tornam o Brasil colônia de um regime que vai costurando a mortalha da liberdade no país.

Assim, seguindo a linha estratégica do partido, unigênita e centralizadora, o estado de direito, segundo a ótica petista, tem de ser guiado pelo “Pensador Coletivo”, a quem cabe ‘refletir’ pela sociedade, dando-lhe mais tempo para recreação e futilidades novelescas.
Embora “Coletivo”, o “Pensador” é único e responsável pelas doses da cicuta doutrinária que vai enrijecendo, aos poucos, a já embrutecida inteligência da população, de natural, arredia às coisas políticas e às causas públicas.

Não se pode negar que existe liberdade de expressão e de ação nesta democracia de bandoleiros. Desde que ajam, fielmente, dentro dos ideários da causa revolucionária; que louvem a dupla protótipo do entreguismo sem máscara, Dilma e Lula; que se comovam com a eliminação de bandidos, companheiros afins e gargalhem de satisfação com a de policiais no cumprimento do dever; que substituam a legalidade pela impunidade; que tenham prática, com competência comprovada, na destruição das instituições basilares do país.

A balança da Justiça, por exemplo, longe está da equidade das leis, e pesa agora o quantum de cada membro comprado.

A República Democrática Petista pôs por terra toda a filosofia platônica de Justiça e de Governo, vinte e cinco séculos depois, pela regressão dos governantes a um estágio próximo a de seus ancestrais darwinianos.

Nesta República, exige-se um passado de crimes contra a Nação, acrescido, agora, de viagens de instrução à meca cubana, ao santuário caribenho, onde se revigora a vilania nacional com o soro da subversão da ordem institucional, veneno ideológico, injetado em psicóticas mentes pela senil dupla de celerados.

Contudo, esse estéril governo merece um justo agradecimento. Ao ordenar aos três figurantes fardados que seja vedada aos patriotas a comemoração do histórico 31 de março, expõe o fato aos brasileiros, até então, alheios a esse ritual militar.

Proíba, Fidelita Dilma, proíba. Os factoides dos programas jornalísticos sobre a efeméride têm surtido efeito contrário, já que os menos obtusos já veem nos militares a mesma mão salvadora de 64, diante dos assaltos ao erário e dos desvios das reservas tributárias para os decrépitos Castros.

Sem o seu empenho e o da mídia, comparsa da democracia petista, aqueles que vivem em redil permanente, nada saberiam do grande jubileu,

Velha raposa sem faro!

Fonte: Alerta Total

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*Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa, membro da Academia Brasileira de Defesa. 

Joaquim Barbosa descarta candidatura em 2014: País dos "conchavos"

Em entrevista a Roberto D’Avila, da Globo News, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, disse que não pretende se candidatar a cargo político em 2014. "Recebo inúmeras manifestações de carinho, pedido de cidadãos comuns para que me lance nessa briga, mas não me emocionei com a ideia ainda", afirmou. O ministro que já havia dito que não disputaria à Presidência teve seu nome citado como possível postulante a uma vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro, seu domicílio eleitoral. A entrevista foi ao ar na madrugada deste domingo,

Em uma crítica direta aos acordos políticos e articulações, Barbosa disse que o Brasil é o País “dos conchavos, do tapinha nas costas". O presidente do STF coloca a Nação entre as 10 maiores democracias do mundo, mas destaca: "se faz muita brincadeira no Brasil no âmbito do Estado, dos três poderes. Muitas decisões são tomadas superficialmente. Não se pensa nas consequências".

Barbosa também afirmou que o Brasil está adotando medidas erradas para combater a corrupção. "Não quero justificar corrupção tupiniquim, mas ela está presente em todos os países, em maior ou menor grau. Ainda não encontramos os mecanismos, a forma correta e eficaz de combatê-la. Talvez estejamos adotando o método errado".

Sobre se as penas aos condenados no julgamento do mensalão foram pesadas, Barbosa foi enfático: “ao contrário”. O ministro citou que se olhadas as penas que cidadãos comuns recebem no STF, as aplicadas no mensalão são “brandas”.

O presidente do STF também se mostrou contra os convites que disse ter recebido do ex-presidente Lula para integrar comissões que iam à África. Quando o tema foi racismo, Joaquim disse que quando criança chegou a chorar de raiva por ter sido vítima de preconceito: “só quem passa por isso sabe”. Joaquim destaca esperar que os presidentes nomeiem homens e mulheres negras "de maneira natural" e que "não façam estardalhaço disso".

O ministro também falou sobre gostos pessoais. O presidente do Supremo afirmou ser fã dos escritores brasileiros Lima Barreto e Machado de Assis e do francês Honoré de Balzac. Na música, prefere Beethoven.

NA VEJA DESTA SEMANA – Padilha, a pílula azul e um contrato investigado pela Polícia Federal

pílula azul
É… Guardem este nome: Labogen Química Fina e Biotecnologia. Segundo a Polícia Federal, trata-se de um dos braços do esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o mesmo que levou à prisão o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que colaborou com o rolo da refinaria de Pasadena.

Pois bem: essa tal Labogen assinou com o Ministério da Saúde um contrato de R$ 150 milhões para o fornecimento de citrato de sildenafila, o princípio ativo do Viagra. A PF descobriu que essa “empresa” não tem planta industrial e que o remédio seria fabricado por outro laboratório, ao qual a Lobogen repassaria 40% do contrato. Ou por outra: segundo a Polícia, a turma pagaria R$ 60 milhões pelo remédio e embolsaria nada menos de R$ 90 milhões. Uma  beleza!

“Eles” estão começando a perder qualquer modéstia, né? Os escândalos subiram de patamar. Já começam na casa dos R$ 100 milhões. Leiam reportagem publicada na VEJA desta semana.

Pré-candidato petista ao governo de São Paulo nas eleições deste ano, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha é citado nominalmente no inquérito da Polícia Federal que investiga a rede de lavagem de dinheiro comandada pelo doleiro Alberto Youssef. Em um dos relatórios da Operação Lava-Jato, há ainda uma foto de Padilha ao lado de um homem que os investigadores apontam como laranja de Alberto Youssef, no ato de assinatura de um contrato que levou a investigação para dentro do Ministério da Saúde.

A imagem foi interceptada pelos agentes na caixa de e-mails de um dos investigados. O contrato foi assinado por Padilha com a Labogen Química Fina e Biotecnologia, uma empresa que, segundo a Polícia Federal, é tudo menos um laboratório farmacêutico, e ainda assim foi contemplada com uma parceria em que planejava receber 150 milhões de reais em vendas de remédios para o ministério. Um grande — e suspeitíssimo — negócio.

Pelo modelo de contratação adotado, o Ministério da Saúde escolhe empresas privadas dispostas a fazer parceria com laboratórios públicos para a produção de remédios. A Labogen, com sede em São Paulo, foi uma das escolhidas no ano passado para fornecer citrato de sildenafila, medicamento com o mesmo princípio ativo do famoso comprimido azul para disfunção erétil. O ministério informou que as empresas interessadas em firmar parcerias passam por um rigoroso processo de seleção e análise de capacidade técnica que envolve vários órgãos públicos. No papel, segundo o ministério, a situação da Labogen estava o.k.

No mundo real, a polícia concluiu que a Labogen não tem uma planta industrial e passa longe de ser uma companhia de porte, compatível com os valores milionários a ser recebidos do governo. Documentos juntados no inquérito mostram que, na verdade, os remédios seriam fabricados por um outro laboratório, de Goiás, ao qual a Labogen repassaria 40% do valor do contrato. Sem produzir um único comprimido, a empresa do doleiro pretendia faturar 90 milhões de reais. Os sócios da Labogen figuram como titulares de remessas milionárias para contas no exterior, operações que os investigadores dizem ser simuladas. A empresa tinha planos de ampliar a lista de remédios a ser fornecidos ao governo. Diz a PF: “Pode-se estar diante, portanto, de mais uma ferramenta para sangria dos cofres públicos”.

Cronologia

Por Milton Pires*
 
1964 – Fica claro às Forças Armadas (FFAA) que membros do Movimento Revolucionário que atuavam no Brasil desde 1961 pretendem implantar no país um regime comunista. As FFAA deixam os pracinhas e a Guerra do Paraguai pra trás e tomam o poder.

1966 – Ocorre o primeiro grande ato violento dos revolucionários: o atentado no Aeroporto de Guararapes. A inteligência do ExércitoBrasileiro, depois de ser informada pela CIA, descobre que bombas matam e machucam muito as pessoas.

1967-68 – Membros da luta armada, por ordem do General Golbery do Couto e Silva, são presos na Ilha Grande (RJ) com os primeiros traficantes de maconha do país. A luta armada sofre repressão efetiva e seus militantes optam pela luta cultural e pela “tomada do poder por dentro”. Fica mais fácil fazer revolução tomando chope e escutando bossa nova do que levando tiro de fuzil.

1980 – Treze anos depois dessas prisões em 67, o submundo do sindicalismo associado ao tráfico de drogas no país e à Universidade funda a maior organização criminosa da história política do Brasil – o Partido dos Trabalhadores. O pensamento brasileiro sofre traumatismo craniano e o país entra em coma intelectual.

1990 – Dez anos depois do PT “nascer”. Lula e Fidel Castro criam um órgão que vai transformar aquilo que era um plano de poder para o Brasil em plano para toda América do Sul – o Foro de São Paulo. Nasce um câncer chamado SUS e avança o “Direito Alternativo”

2003 – Dez anos depois do Foro de SP, a organização criminosa conhecida como PT chega ao Poder Federal no Brasil. Fora da veadagem, do Aquecimento Global e da “não internação” dos viciados em crack não há salvação.

2005 – Fica claro, para todo Brasil, através do Mensalão, que a organização criminosa é uma organização criminosa. A situação é tão grave que a “verdade está na boca dos bandidos” (Roberto Jefferson)

2013 – O PT inunda o Brasil com médicos cubanos. Apesar dos vinhos,ternos caros e loiras lindas, as pessoas se dão conta de que o PT “não mudou”Ele foi, é, e sempre será um Partido Revolucionário. Se o comunismo não morreu, “foi sacanagem ter enterrado ele com vida”..

Março de 2014 - As pessoas, até porque são brasileiras, “decidem” que entre março e outubro de 2104 vão mudar com passeatas, caminhadas, marchas e cartazes ou seja lá o que for, tudo isso que eu descrevi e que levou 50 anos para acontecer !

Dedicado às crianças da primeira do ensino fundamental


Fonte: Alerta Total
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* Milton Simon Pires é Médico.

O PL 122 NÃO MORREU
Jair Bolsonaro


O Governo não desiste em buscar a aprovação do PL 122, onde a primeira vítima é a família brasileira. Entendo que a maioria dos homossexuais preferem ignorar o PL 122. Quanto mais se falar sobre o mesmo acirram-se os ânimos. 


Oposição articula estratégia para criar CPI sobre compra de refinaria pela Petrobras



Parlamentares denunciam superfaturamento na aquisição da refinaria de Pasadena pela estatal em 2006. Líder do governo diz que CPI tem interesse eleitoral.

Líderes da oposição na Câmara e no Senado se reúnem nesta terça-feira (25) para articular a estratégia de criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a compra pela Petrobras da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006. O negócio custou à estatal 1,18 bilhão de dólares, quase 30 vezes o valor pago pela empresa belga Astra para adquirir a mesma refinaria, um ano antes.

Dep. Domingos Sávio
Domingos Sávio: é do interesse do povo esclarecer um assunto
 que envolve a maior estatal brasileira. (Foto: Lúcio Bernardo Jr.)
A reunião será realizada às 15 horas, no gabinete do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

A oposição denuncia superfaturamento na operação feita pela Petrobras e quer apurar as razões do prejuízo. Em nota à imprensa, a presidente Dilma Rousseff, que à época do negócio presidia o conselho de administração da estatal, reconheceu que a transação foi autorizada mediante parecer "técnica e juridicamente falho".

Projeto de resolução

O líder da Minoria na Câmara, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), pretende apresentar um projeto de resolução para a criação da CPI nessa Casa legislativa. Segundo ele, os partidos de oposição se organizam para conseguir o apoio de parlamentares da base governista.

"Queremos que não seja uma CPI política ou da oposição, mas, sim, uma CPI de interesse do povo para esclarecer um assunto que envolve a maior empresa pública brasileira”, disse. “Nossa proposta, embora apresentada pela oposição, é para ser abraçada por todos”, completou Domingos Sávio.

São necessárias 171 assinaturas de deputados para o projeto de resolução que cria a CPI. Depois disso, a proposta deve ser votada pelo Plenário da Câmara. Outra iniciativa também em andamento é a de criação de uma CPI mista, de deputados e senadores, para investigar o mesmo assunto. Nesse caso, além dos 171 deputados, 27 senadores devem assinar o requerimento, que não precisa ser votado pelo Plenário do Congresso.

A compra da refinaria de Pasadena foi objeto de um pedido de CPI, na Câmara, no ano passado, mas a comissão não foi instalada porque o Regimento Interno da Casa só admite o funcionamento simultâneo de até cinco CPIs, e a da Petrobras era a 23ª da fila. Em caso de aprovação do projeto de resolução, o pedido do PSDB não precisará entrar nessa lista de espera e a CPI poderá ser instalada.

ARLINDO CHINAGLIA 1203
Chinaglia: oposição tenta colocar Dilma sob suspeição.
(Foto: TV Câmara)
Opinião do governo

O líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), criticou as iniciativas da oposição. Ele afirmou que as acusações têm endereço certo, em ano eleitoral.

"Falaram que a presidência da República é a 'principal autoridade nessa negociata'; ninguém pode se dirigir nesses termos à nação brasileira, colocando a Presidência da República ou tentando colocá-la sob suspeição”, declarou. “Até porque Dilma foi de uma honestidade intelectual que muitos não tiveram no cargo que ela ocupa hoje", concluiu Chinaglia.


Além do PSDB, líderes do PPS e do Solidariedade confirmaram presença na reunião da oposição desta terça-feira.


Eu usei a Lei de Acesso à Informação para exigir que entreguem a ata da refinaria malcheirosa.


Ex-Prostitutas Forçadas Criticam ONU e Anistia Internacional

Por Lisa Correnti

NOVA IORQUE, EUA, 21 de março (C-FAM) Mulheres resgatadas da prostituição estão criticando agências da ONU e a Anistia Internacional por tentarem legalizar a prostituição insistindo em que a legalização levaria ao tráfico de mais meninas, e transformaria os cafetões em empresários legítimos.
 
“Quando [funcionários da ONU] trabalharem num bordel, só então darei atenção ao argumento deles,” disse uma ex-prostituta forçada se referindo à agência da ONU recentemente criada chamada ONU Mulheres.

“Que porcaria eles [Anistia Internacional] estão pensando,” disse Rachel Moran, uma ex-prostituta forçada da Irlanda. Autora do livro “My Journey Through Prostitution” (Minha Jornada na Prostituição), Moran se refere a um documento preliminar vazado que defende a legalização do “trabalho do sexo.” O relatório, que de acordo com um dos participantes do painel foi escrito em parte por um ex-cafetão que é agora funcionário da Anistia Internacional, foi criticado por criar um “direito dos homens comprarem sexo.”

As sobreviventes do tráfico sexual e prostituição falaram diante de uma multidão enorme na conferência anual da ONU sobre mulheres. O painel sobre “Prostituição e Trabalho Sexual,” organizado pela Coalizão contra Tráfico de Mulheres (CCTM), foi realizado enquanto diplomatas negociavam se poderiam descrever a prostituição como “trabalho de sexo.”
O termo “trabalho de sexo” se originou de cafetões dos EUA a fim de normalizar a prostituição. Embora muitos usem o termo para evitar ofender mulheres prostituídas, normalizar a frase só beneficia cafetões e aproveitadores, disseram os participantes do painel. A prostituição não é trabalho, argumentaram eles — é estupro pago, e usar o termo prejudica os esforços para detê-lo.

Agências da ONU recentemente lançaram relatórios que instruem os países a descriminalizar todos os aspectos da prostituição para reduzir o HIV/AIDS e promover direitos humanos. Um relatório do Programa de Desenvolvimento da ONU (PDONU) sobre HIV e a Lei e o Trabalho de Sexo e a Lei na Ásia e no Pacífico, um relatório apoiado pelo PDONU, FNUAP e UNAIDS, pede a descriminalização da prostituição.

Os relatórios da ONU indicam que as mulheres prostituídas “trabalham” por escolha. Contudo, Natasha Falle, fundadora de SEXTRADE 101, disse que mais de 95 por cento querem sair, mas precisam de assistência. Falle, uma canadense sobrevivente do tráfico sexual, tem ajudado centenas de mulheres a escapar da prostituição.

Os relatórios da ONU sugerem que a legalização fornece proteções para mulheres prostituídas. Errado de novo, disseram as participantes do painel. Homens que pagam por sexo são viciados em usar o corpo das mulheres como drogas, disse uma ex-vítima. Os homens acreditam que o tempo que eles compraram para estar com uma mulher os coloca em controle total. Não dá para se fazer cumprir as leis que exigem o uso da camisinha.
As participantes ficaram de boca aberta quando foram informadas que um email obtido de ONU Mulheres revelou apoio à descriminalização. As ex-mulheres prostituídas incentivaram a audiência lotada a dizer a ONU Mulheres elas devem retirar seu apoio à descriminalização e que a prostituição tem de ser tratada como violência com base no gênero.

No mês passado a Anistia Internacional respondeu à repercussão de seu relatório vazado declarando: “Não fizemos ainda nenhuma decisão.” A Anistia comentou que a Organização Mundial de Saúde, ONU Mulheres, a Comissão Global sobre HIV e a Lei, o Inspetor Especial da ONU sobre Direito à Saúde e o Observatório de Direitos Humanos todos “apoiam ou estão pedindo a descriminalização do trabalho de sexo.”

Fonte: Julio Severo

Manifestantes conservadores pedem intervenção militar no governo


Às vésperas do aniversário de 50 anos do golpe de 1964, o centro de São Paulo foi palco neste sábado de dois protestos com bandeiras opostas.
Marcha em Sp
Manifestante pediam a volta dos militares ao poder
De um lado, a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade, em que manifestantes pediam a volta dos militares ao poder.

A ideia era reeditar a famosa marcha anticomunista de mesmo nome, que reuniu centenas de milhares de pessoas no centro da capital paulista em 19 de março de 1964.

Na ocasião, grupos de classe média da cidade saíram às ruas para protestar contra o comunismo, em um ato que acabou abrindo caminho para o golpe militar, que culminou poucos dias depois, em 1º de abril.

Convocada pelo Facebook, a marcha tinha mais de 2 mil confirmados. Segundo estimativas da PM, cerca de mil pessoas participaram.

A marcha começou na Praça da República às 15h e seguiu até a Praça da Sé – exatamente o mesmo trajeto da marcha de 64.

A poucas quadras dali, também às 15h, tinha início a Marcha Antifacista – Contra a Ditadura, que lembrava os horrores das torturas e das mortes ocorridas no período.

Os manifestantes partiram da Praça da Sé e caminharam até o prédio onde funcionou o Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna do 2º Exército (DOI-Codi), no bairro da Luz.

No momento em que passava pelo Largo General Osório, o protesto reunia cerca de 800 pessoas, segundo a PM.

Os dois grupos não chegaram a se encontrar durante as marchas, e a PM formou cordões de isolamento para evitar confrontos.

Somente incidentes isolados foram registrados durante os dois protestos, com a detenção de manifestantes que fizeram provocações na marcha oposta.

Enquanto na Marcha Antifacista os manifestantes entoavam gritos como o de “Abaixo a Ditadura” e “Não ao Golpismo”, do outro lado do Centro, o que se ouvia eram frases como “Um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos os militares protegendo o Brasil” e “um, dois, três, Dilma no xadrez”, de acordo com a Agência Brasil.

Confronto no Rio

O Rio também abrigou duas marchas opostas. No entanto, os manifestantes cariocas contra e a favor de uma intervenção militar no Brasil acabaram entrando em confronto durante algumas ocasiões em que ambas as marchas se encontraram.

Ainda segundo a Agência Brasil, o conflito ocorreu em frente ao Palácio Duque de Caxias, no centro da cidade, quando manifestantes opositores trocaram socos e chutes. Policiais militares do Batalhão de Grandes Eventos usaram então cassetetes e balas de borracha para acabar com a confusão.

Doutrinação na escola pública - Profª Ana Campagnolo


Em Santa Catarina o marxismo é a filosofia oficial do sistema de ensino, sem ser levado em conta o pluralismo de ideias assegurado pela Constituição Federal.

Receita alerta para tentativas de golpes em época de declarar Imposto de Renda

Em época de declaração do imposto de renda, aumentam as tentativas de aplicação de golpes via e-mail. A Receita alerta que quadrilhas especializadas em crimes pela internet continuam utilizado mensagens eletrônicas que servem como meio para a obtenção ilegal de informações fiscais, bancárias e cadastrais do contribuinte. São mensagens com links ou arquivos em anexo que infectam computadores com vírus e outros programas que permitem o acesso ilegal aos dados.

Um dos golpes, destaca a Receita, consiste em mensagem de e-mail informando que a Receita Federal analisou todas as declarações do Imposto de Renda 2012/2013 e encontrou uma inadimplência no CPF do usuário. Para isso, a mensagem pede que o usuário clique em um link para ver o demonstrativo dos números apresentados e de declarações divergentes.

Outras mensagens fraudulentas, segundo a Receita, indicam a disponibilização para download do programa de declaração do Imposto de Renda e a necessidade de envio de uma declaração retificadora ou a existência de valores residuais de restituições do Imposto de Renda a serem recebidos pelo destinatário.

O correto é não abrir e apagar imediatamente tais mensagens, pois a Receita não manda comunicação via e-mail sem a autorização do contribuinte nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome. A única forma de comunicação eletrônica com o contribuinte é por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).

O prazo para entrega vai até 30 de abril e o programa gerador está disponível na página da Receita Federal na internet. Neste ano, os contribuintes com certificação digital ou representantes com procuração eletrônica receberão, pela primeira vez, a declaração pré-preenchida. Por meio do e-CAC, eles têm acesso ao documento preenchido com antecedência pelo Fisco e só precisam confirmar as informações para enviar a declaração.

As regras para o preenchimento da declaração foram divulgadas em 21 de fevereiro no Diário Oficial da União. Como nos outros anos, o contribuinte que enviar a declaração no início do prazo deverá receber a restituição nos primeiros lotes, a menos que haja inconsistências, erros ou omissões no preenchimento.

Também terão prioridade no recebimento das restituições os contribuintes com mais de 60 anos, conforme previsto no Estatuto do Idoso, além de pessoas com doença grave ou deficiência física ou mental.

O contribuinte pode tirar dúvidas sobre o Imposto de Renda pela internet. Está disponível no canal da Receita Federal no Youtube um vídeo com explicações sobre as novidades da declaração deste ano e com dicas para evitar erros no preenchimento das informações.


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*Colaborou Wellton Máximo

domingo, 23 de março de 2014

Rachel Sheherazade fala sobre polêmica da Petrobrás


Com Dilma, Petrobras perdeu R$ 201 bilhões e vale metade do que valia em 2010.

Dilma no comando: muita política e prejuízos
bilionários para a maior empresa do Brasil
Oito anos depois de o ex-presidente Lula anunciar com estardalhaço e as mãos sujas de óleo a autossuficiência do Brasil em petróleo, a Petrobras hoje enfrenta uma de suas piores crises, com o nome envolvido em escândalos e seu valor despencando rumo ao fundo do poço.

O valor de mercado da estatal está hoje em R$ 179 bilhões, menos da metade dos R$ 380 bilhões de 2010, quando o preço do petróleo explodiu e a empresa ainda festejava a descoberta do pré-sal. Para profissionais que acompanham a companhia de perto, a Petrobras vem perdendo valor por causa do mal-estar com o uso político da empresa, que se tornou ostensivo nos últimos anos e afastou os investidores.

O governo obriga a estatal a vender combustíveis a preços defasados para segurar a inflação e a comprar equipamentos de fornecedores locais mais caros que no exterior. A Petrobras é usada também na barganha política, por meio do loteamento de cargos entre os partidos da base aliada do governo. "O governo loteia os cargos, os gestores ficam subordinados a interesses dos políticos e tomam decisões que não deveriam e não tomam as que deveriam. É trágico", diz Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, ex-diretor da Petrobras no governo Lula.

A autossuficiência do país em petróleo durou pouco porque a Petrobras não acompanhou o aumento da demanda por combustíveis. Na melhor das hipóteses, sua produção neste ano vai atingir o mesmo patamar do início do governo Dilma. Para compensar, a Petrobras é forçada a importar gasolina e diesel num volume que aumentou 470% nos últimos três anos. "Como vende aqui mais barato do que compra lá fora, a Petrobras é uma das poucas petroleiras do mundo que perde dinheiro quando o preço do petróleo sobe", diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Com caixa apertado e uma dívida que cresceu quase três vezes desde 2010, a estatal agora corre o risco de perder o grau de investimento, um selo dado pelas agências de risco aos bons pagadores Uma das saídas para esse quadro é produzir e refinar mais petróleo. Mas seus projetos, muitas vezes decididos por critérios políticos, com frequência atrasam e custam bem mais que o previsto.

As refinarias do Maranhão, do Ceará e do Rio de Janeiro estão atrasadas em até cinco anos. Já a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, é um monumento ao uso político da Petrobras. Para agradar o então presidente da Venezuela Hugo Chávez, o ex-presidente Lula colocou a estatal de petróleo PDVSA como sócia do projeto.


A refinaria tinha que começar a operar em 2010, mas até hoje não ficou pronta. Mesmo assim, o custo saltou de US$ 2,3 bilhão para US$ 20 bilhões. A PDVSA nunca colocou um bolívar venezuelano na obra e no ano passado pulou fora do projeto. Até agora, a refinaria só serviu de palanque para Lula e Dilma, que estiveram lá várias vezes para inaugurar pedaços do empreendimento. (Folha de São Paulo)

2048: o jogo do momento na VERSÃO PETISTA

Por Gravatai Merengue

A nova febre da internet é o joguinho "2048". Pois agora é possível jogá-lo de outra forma: em vez dos números simples, figuras gloriosas do Partido dos Trabalhadores. Se conseguir formar o CHEFE LULA, você vence o jogo!
2048 PT 2048: o jogo do momento na VERSÃO PETISTA
só gente boa...(???)
 Se não quer ler texto algum, mas apenas jogar, só clicar aqui

A essa altura, creio que todos já devem ter jogado (ou ao menos visto) o “2048″. O objetivo é mover as casas para os lados (direita, esquerda, cima, baixo) agregando os números para formar seus múltiplos. Pois agora ficou MUITO MAIS DIVERTIDO. Você junta figuras do PT e forma outras ainda mais gloriosas!

Haddad com Haddad forma Padilha que, com outro Padilhinha, forma Pimentel – e esse, somando-se, dá uma Marta que gera Suplicy que desemboca em Lulinha, Delúbio, Genoíno… Enfim, DESCUBRA VOCÊ MESMO. E tente formar um Lula, lá.

Jogue por aqui. Boa sorte a todos.

Para divulgar o jogo aos amiguinhos, é só usar o seguinte endereço: http://bit.ly/jogodoPT

PS – espalhe para todos, mesmo, pois os jornais só divulgam quando o jogo é feito por petistas e contra seus adversários – quando a piada é com eles, nenhum suplemento de internet fala nada. então "vamoquevamo" a gente mesmo.

Eduardo "Duas Caras" Campos e a Petrobras.

O presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE), com o punho socialista cerrado, ao lado de Hugo Chávez, em foto que emoldura a história do Brasil e a biografia do candidato. O governador pernambucano foi um dos mais favorecidos pela construção da refinaria Abreu e Lima em seu estado, que deveria custar U$ 2,3 bilhões e já está em U$ 20 bilhões. Um monumento ao desperdício e às piores práticas no uso do dinheiro público.  Na foto estão Lula e Dilma, antigos aliados. Naquele momento, naquela refinaria, o pernambucano ainda sonhava em ser o vice de Dilma, em 2014. Ontem, Campos disse que o PT está desvalorizando a Petrobras para privatizá-la. Como bom socialista do punho cerrado, ela não gosta de privatização. Ele gosta mesmo é de enterrar dinheiro público em obras superfaturadas. E agora, velhaca e espertamente, quer tirar o corpo fora.

PLANTOU? CHOVEU? COLHEU?


É normal que os governantes subam ao palco das homenagens quando o PIB do Estado registra expansão significativa. Totalmente anormal seria apresentarem-se para vaias nos anos de crescimento negativo. Quem observa o PIB gaúcho ao longo da série histórica de 2002 a 2013, disponível no site da Fundação de Economia e Estatística, observará que os anos de pior desempenho foram os de 2005, 2009 e 2012, quando o PIB caiu respectivamente 2,8%, 0,4% e 1,4%. Foram três tombos, em direta relação com as estiagens ocorridas nesses mesmíssimos anos. Em compensação - felizmente há alguma compensação - os períodos subsequentes às estiagens são, sempre, de crescimento significativo, pois partem de patamares reduzidos. Os bons números recentemente divulgados a respeito do PIB gaúcho de 2013, que cresceu 5,8%, foram bafejados pela excelente safra do ano passado e pelo fato de se referirem à base negativa determinada pela estiagem de 2012.

Faz parte do jogo festejar bons resultados como produtos da inspirada e competente gestão pública e atribuir os maus à inclemência da estiagem. No entanto, ante as manifestações oficiais sobre a boa expansão do PIB gaúcho no ano passado, obviamente calcado no agronegócio e nas grandes colheitas de soja, arroz e trigo, indaguei a mim mesmo: quando o partido que nos governa começou a se interessar pela prosperidade do agronegócio?

Muitas vezes ouvi de seus parlamentares críticas candentes ao modelo agrícola estadual e suas extensivas monoculturas. As centenas de invasões de propriedades, levando intranquilidade e violência ao ambiente rural, não tiveram e não continuam tendo incondicional apoio do partido? Afinal, em que berçário nasceu e em que úberes o MST buscou leite para se desenvolver? O Rio Grande do Sul é um Estado sem novas fronteiras agrícolas. Não dispomos de terras virgens, por serem exploradas. Nos últimos anos, nenhum avanço significativo teria ocorrido na produtividade das nossas lavouras sem o uso de defensivos e sementes geneticamente modificadas. E eu lembro bem do fogo cerrado que as tecnologias sofreram por parte do PT. O partido apoiava muito a agricultura familiar (no que ia bem) e métodos arcaicos de produção (no que sempre foi muito mal). Agronegócio era palavrão, coisa de latifundiário neoliberal. Mais, todo produtor rural conhece o jogo pesado da presidente Dilma, junto com sua base no Congresso Nacional, para a aprovação da MP-571 numa versão que danificaria econômica e socialmente o setor, seja por indústria de multas, seja por excesso de ônus à atividade privada, seja por abusiva redução da área de exploração, seja por desrespeito ao pacto federativo e por aí afora. Todos os estabelecimentos rurais passariam a trabalhar para alcançar certas metas do governo, que não planta, não chove e não colhe. Produção e a produtividade não pareciam encontrar lugar entre essas metas.

Por que tudo isso? Por uma ideologia que conduz as ações do governo e de entidades com ele afinadas num viés avesso ao direito de propriedade. Não preciso explicar, certo? É nesse sentido que trabalham a Funai e o CIMI em sua cobiça por áreas produtivas para entregá-las a reservas indígenas. É nesse mesmo sentido que vão as reivindicações dos quilombolas, sempre apoiadas por movimentos sociais de idêntica motivação e na mesma sintonia. Não possuo um palmo de terra. Mas alerto: sem respeito ao direito de propriedade, numa correta ordem juspolítica, pouco se planta e se colhe. Quer chova, quer não chova.


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* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.

Bolsistas do PT e do MST, matriculados na Venezuela, entram para o Mais Médicos sem terminar o curso.

Mesmo sem cumprir todos os requisitos do Ministério da Saúde, 41 médicos comunitários brasileiros recém-formados na Venezuela foram selecionados para trabalhar no programa Mais Médicos. Eles se graduaram em novembro pela Elam (Escola Latino-Americana de Medicina) Dr. Salvador Allende, criada em 2007 pelo então presidente Hugo Chávez. A maioria é ligada a organizações de esquerda como o PT e o MST.

O grupo voltou ao Brasil sem atender todas as exigências da profissão previstas no artigo 8º da Lei de Exercício da Medicina na Venezuela. "Depois que recebem o título, os formados têm de fazer um ano como médico rural ou dois anos de internato. Do contrário, o ministro não assina o diploma, e eles não podem fazer pós-graduação, medicina privada nem nada. São médicos incompletos", disse à Folha Fernando Bianco, presidente do Colégio de Médicos de Caracas e simpatizante do chavismo.

O descumprimento dessa exigência contraria o edital de contratação do Mais Médicos publicado em 16 de janeiro, segundo o qual médicos brasileiros formados fora do país precisam comprovar "habilitação para exercício da medicina no exterior". Nesta semana, o grupo começou o treinamento de cerca de 25 dias, que inclui uma avaliação de conhecimentos em saúde na atenção básica. Mas todos já têm cidades designadas em 14 Estados, incluindo sete em São Paulo.

Na Venezuela, o programa de médicos integrais comunitários tem sido criticado por causa de irregularidades normativas, improvisos e falta de docentes qualificados. A Elam não está inscrita no Ministério de Educação Universitária. Com isso, o diploma dos brasileiros é da Universidade Nacional Experimental Rómulo Gallegos (Unerg), em San Juan de los Morros, a 180 km de Caracas, onde fica a Elam.

Os brasileiros e outros estrangeiros receberam o diploma em cerimônia com a participação do presidente Nicolás Maduro. As festividades incluíram uma visita ao Quartel da Montanha, onde está o túmulo de Chávez --o nome da turma é "Comandante Eterno Hugo Chávez". "Aqui, conheci o maior líder de todos os tempos, que semeou em mim uma bandeira de luta que levarei para sempre onde quer que eu vá", escreveu, no Facebook, a brasileira Vaubéria Macedo. "Conheci uma medicina diferente, humanista, onde o ser humano é o mais importante, e a saúde não é a ausência de doenças. E por isso sou muito grata aos companheiros cubanos."


O vídeo abaixo, em espanhol, mostra o drama de um jovem colombiano que denuncia o que eles ensinam, na Elam da Venezuela.


Segurança no Rio: promessas da Dilma versus realidade





Notem como a criminalidade arregaçou as mangas quando o Sérgio Cabral encerrou a aliança com Dilma e o PT, promovendo os mesmos atos terroristas que aconteceram em São Paulo. Não há uma orquestração nisso?

Bill Gates Fala das Vacinas Para Reduzir a População Mundial


Bill Gates faz discurso sobre CO2 Zero o que é impossível, pois todo ser humano produz CO2 enquanto respira, mas ele diz que com as vacinas ele conseguira diminuir 15% da população mundial.

O caso da refinaria sepulta as invencionices ufanistas de Lula e Dilma. A Petrobras é deles. Só é nossa a conta bilionária

DILMA ROUSSEFF-PLATAFORMA P-56 2
José Sérgio Gabrielli, Graça Foster, Dilma Rousseff e Paulo Roberto Costa 
em visita à Plataforma P-56, em Angra dos Reis, em junho de 2011
No comício promovido por Lula para oficializar a saída de José Eduardo Dutra e a chegada de José Sérgio Gabrielli, o Brasil ficou sabendo que a Petrobras seria presidida por um gênio da raça disfarçado de economista baiano. “O companheiro José Sérgio Gabrielli  se transformou num dos mais importantes diretores financeiros que a empresa já teve em toda a sua história”, informou o palanque ambulante em 22 de julho de 2005. Nem todos enxergam tão longe, elogiou-se na continuação do palavrório.

“Não faltaram pessoas que me diziam assim: o mercado não vai gostar, o mercado vai reagir, é melhor deixar quem está lá”, foi em frente o recordista brasileiro de bravata & bazófia. ”Como eu não tenho nenhuma relação de amizade com o mercado, resolvi indicar quem eu queria”. O que queria (e, pelo jeito, encontrara) era alguém capaz de acumular a presidência da OPEP com a coordenação do carnaval de Salvador. Como até gente assim pode precisar de conselhos, ele lembrou a Gabrielli que, caso quisesse ajuda, bastaria recorrer à onisciente e onipresente Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Ainda em 2005, a sumidade descoberta por Lula encampou a grande ideia de Nestor Cerveró, diretor da Área Internacional: comprar por US$ 360 milhões metade de uma refinaria no Texas que a empresa belga Astra Oil havia adquirido meses antes por US$ 42,5 milhões. Com a ajuda de outro diretor, Paulo Roberto Costa, Cerveró produziu o “resumo executivo” apreciado em 3 de fevereiro de 2006 pelo Conselho de Administração. Foi uma decisão desastrosa, comprovou o desfecho do negócio: em 2012, para encerrar a disputa judicial iniciada cinco anos antes, a Petrobras pagou mais US$ 820 milhões à Astra Oil e transformou-se na única proprietária de uma refinaria inútil.

Feitas as contas, a aquisição da velharia no Texas, sugerida por Gabrielli e aprovada por Dilma, custou US$ 1,18 bilhão ─ ou 2,8 bilhões de reais, que poderiam ter atendido a angustiantes urgências do viveiro de miseráveis fantasiado de potência emergente. Só nesta semana a supergerente mandona que tudo quer saber, e confere até o custo do cafezinho, resolveu enxergar o monumento à inépcia, à vigarice e à gatunagem. Com a candura de uma Filha de Maria, alegou desconhecer a existência de cláusulas leoninas infiltradas no contrato. Bastaria ter lido os documentos colocados à disposição da presidente do Conselho.

Em outubro de 2010, todos no Planalto sabiam da história inverossímil. Menos Lula, reiterou a visita do maior governante desde Tomé de Souza ao campo de Tupi. “Quando a gente quiser ter orgulho de alguma coisa neste país a gente lembra da Petrobrás, de seus engenheiros, de seu geólogos, do pessoal que é a razão maior do orgulho, mais do que o Carnaval, do que o futebol”, recomeçaram as invencionices ufanistas. “A Petrobrás é a certeza e a convicção de que este país será uma grande nação. É a prova mais contundente de que o brasileiro é capaz, é inteligente, não é de segunda classe”.

Depois que o Estadão incorporou a presidente da República ao espetáculo da indecência, a movimentação dos atores ampliou a afronta ao país que presta. Em campanha no Ceará, Dilma recusou-se a comentar a transação vergonhosa: estava lá para não dizer coisa com coisa sobre “mobilidade urbana”. Gabrielli, agora secretário de Planejamento da Bahia, culpou a “crise internacional” pelo negócio suspeitíssimo. Nestor Cerveró, hoje diretor financeiro da BR Distribuidora, tirou férias e foi para a Europa. Cerveró achou prudente cair fora do país tão logo soube que o álibi montado por Dilma  transfere integralmente a culpa para os autores do resumo executivo.

A demissão o alcançou a milhares de quilômetros de distância. Nesta sexta-feira, por ordem do Planalto, o diretor financeiro da BR Distribuidora perdeu o emprego fpelo que fez há mais de oito anos o diretor da Área Internacional da Petrobras. É bom que se cuide: para salvar do naufrágio a candidata à reeleição, o comitê central da campanha pode conferir-lhe o papel que sobrou para Marcos Valério no escândalo do mensalão. Seu parceiro Paulo Roberto Costa está preso, mas por outros motivos: a polícia descobriu que trocou a direção da Petrobras pelo alto comando de uma quadrilha especializada em lavagem de dinheiro.


Afônico de novo, Lula sussurrou a alguns amigos que Dilma não deveria ter confessado o que fez. Daqui a alguns dias vai recuperar a voz para jurar que não sabe de nada. Como os afilhados Dilma e Gabrielli, como os demais sacerdotes da seita que o venera, o padrinho e Grande Pastor sempre soube de tudo. Recitando que o petróleo é nosso, os donos do poder privatizaram a empresa agora reduzida a caso de polícia. A Petrobras é do PT. Só é nossa a conta bilionária.

Você vai votar na Dilma em 2014?...
Então não assista este vídeo, senão você desiste !

Marcha da Família reúne 1.000 pessoas em SP


Manifestantes empunham bandeiras azuis para protestar contra o comunismo; grupo distribuiu lacres de plástico para prender adversários.
Jovens distribuíram lacres de plástico na Marcha da Família
Jovens distribuíram lacres de plástico na Marcha da Família (Felipe Frazão/Veja)

A reedição da Marcha da Família reúne cerca de 1.000 pessoas no Centro de São Paulo neste sábado. Os manifestantes se concentraram na Praça da República e por volta das 16h30 seguiram para a Praça da Sé pela avenida São Luis. No trajeto, eles entoaram gritos de guerra como “Deus, pátria e família”. Cerca de cem jovens dos grupos Frente Integralista Brasileira e Resistência Nacionalista, vestidos com coturnos, calça jeans e suspensórios, distribuíram entre si lacres de plástico — sua finalidade seria a de prender adversários que encontrassem pelo caminho.

Duas pessoas foram detidas no momento em que a marcha chegou na Preça da Sé. Um casal provocou os manifestantes e foi agredido antes de se refugiar em uma farmácia. O rapaz foi detido e apresentava ferimentos no rosto. Outros dois homens vestidos de mulher satirizaram a marcha e também foram agredidos por integrantes de grupos nacionalistas no Largo São Francisco. 

Antes, outra confusão foi registrada quando uma mulher que assistia à movimentação foi agredida após gritar “Coxinhas, reaças”. Ela levou empurrões e foi perseguida até se refugiar na estação República do metrô.

Um homem foi agredido e expulso por ter sido apontado como petista por manifestantes. Bandeiras do Brasil e da cor azul — uma contraposição ao vermelho-comunista, segundo os organizadores — são empunhadas.

Policiais da Rocam e da Força Tática acompanham a passeata.

Um manifesto publicado em blog criado especialmente para o evento é assinado por 17 entidades que, segundo o organizador, o fotógrafo Bruno Toscano Franco, de 40 anos, são formadas por “brasileiros democráticos, legalistas e constitucionais que estão cansados  de pagar impostos e vê-los gasto em metrô na Venezuela e para revitalizar a rede hoteleira em Cuba”.

“Nosso movimento é contra a corrupção”, diz Franco. Mas o fotógrafo também acredita que, 50 anos depois do golpe de 64, os militares deveriam ser chamados novamente a desempenhar um papel na arena política brasileira. “Defendemos a intervenção militar para que haja uma transição de governo", diz ele. As eleições marcadas para este ano não bastam para Franco. "Não temos confiança nas urnas eletrônicas.”

Oposição - A Marcha Antigolpista Ditadura Nunca Mais, organizada por movimentos de esquerda para contrapor a Marcha da Família, reúne cerca de mil pessoas que saíram da Praça da Sé rumo à região da Luz neste sábado. O plano era caminhar até a antiga sede do Dops, mas o trajeto foi mudado para evitar confronto com os integrantes da Marcha da Família, que também teve seu rumo alterado pelo mesmo motivo.



Cabo de guerra no “Pasadenagate” pode desvendar esquema de adulteração de combustíveis

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Pronto para explodir – Está longe de ser amistoso o clima que impera nos bastidores da escandalosa aquisição da refinaria texana de Pasadena, pela Petrobras. Os envolvidos diretamente no caso tentam escapar do olho do furacão, mas a cada movimento brusco a situação piora sobremaneira. A tentativa da presidente Dilma Rousseff de transferir a responsabilidade a outros conselheiros e diretores da petroleira também não deu certo. Pelo contrário, produziu uma repercussão negativa do imbróglio, em cujas coxias já começam a sobrar a ameaças.

Os primeiros a mandarem recados ao Palácio do Planalto foram o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o ex-diretor da área internacional da empresa, Nestor Cerveró, acusado de ser o responsável pelo laudo técnico que Dilma classificou como “falho”. Cerveró tem evitado opinar publicamente sobre o escândalo, mas nos bastidores tem se valido de interlocutores para mandar recados nada simpáticos ao staff palaciano.

Um detalhe que chama a atenção é que no meio político ninguém quer assumir a indicação de Nestor Cerveró para diretoria internacional da Petrobras. Inicialmente, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Delcídio Amaral (PT-MS) trocaram farpas por causa do assunto, mas a turma do “deixa disso” entrou em ação e os ânimos arrefeceram. Há quem garanta que Cerveró foi indicado ao cargo por Renan, enquanto outros dizem que a indicação foi de Delcídio. A essa altura dos acontecimentos não importa quem indicou o ex-diretor, porque a lambança está feita e o escândalo tem crescido como massa de pão.

Nesse cabo de guerra que se formou a partir da desastrada nota divulgada por Dilma Rousseff, apenas a Polícia Federal é que poderá se beneficiar. Isso porque há de prevalecer a máxima popular de que “em briga de bandidos quem ganha é a polícia”. Tudo leva a crer que os envolvidos no imbróglio de Pasadena são bandidos profissionais, mas ainda é preciso provar isso. E só a PF será capaz de mostrar aos brasileiros a verdade sobre a bilionária compra de uma refinaria obsoleta e que desde o início das negociações não tinha condições de atender às necessidades da Petrobras.


No caso de a Polícia Federal se aprofundar nas investigações, com a devida e necessária independência, o Brasil poderá se surpreender com os muitos escândalos conexos à polêmica aquisição da refinaria texana. Um dos casos que pode vir à tona é o de adulteração de combustíveis na região Centro-Oeste do País. O esquema criminoso é grande, funciona há muitos anos e se descoberto poderá implodir parte da República. As autoridades sabem do caso, mas nada fazem para interromper o negócio ilícito porque alguns dos envolvidos são figuras conhecidas na Esplanada dos Ministérios.