domingo, 19 de julho de 2015

Dilma não é vítima de coisa alguma


O historiador Boris Fausto
O historiador Boris Fausto: "Dilma está na corda bamba"
(Raquel Cunha/Folhapress)
Historiador analisa o atual cenário político e diz que o brasileiro não se sente representado pelos eleitos. Sobre as chances de Dilma deixar o poder, afirma: 'Há muito mandato e muita acusação pela frente...'

"Lula inventou uma pessoa que evidentemente está aquém da capacidade de governar o país"

Em março de 2004, o historiador Boris Fausto analisou em entrevista a VEJA os desdobramentos do caso Waldomiro Diniz, primeiro de uma escalada de escândalos com que o país lamentavelmente acostumou-se a conviver desde que o Partido dos Trabalhadores chegou à Presidência da República. Na época, porém, os brasileiros não imaginavam que os corredores do Planalto escondiam muito mais do que um assessor corrupto, mas um megaesquema de compra de votos de parlamentares - o mensalão, só seria descoberto um ano mais tarde. Ainda assim, o autor de estudos clássicos como Revolução de 30 e Crime e Cotidiano já alertava para o "risco de desmoralização do partido mais sólido do Brasil" - e para os efeitos disso no campo das ações sociais, bandeira histórica da legenda. Onze anos e dezenas de escândalos depois, Fausto analisa, em conversa com o site de VEJA, os efeitos da crise que parece sem volta na qual o governo Dilma Rousseff mergulhou. Ao analisar como os anos de governo do PT devem entrar para a história, Fausto afirma que os estragos provocados pela corrupção são graves o suficiente para ofuscar os resultados das ações sociais. "O que vai prevalecer no futuro: os inegáveis ganhos sociais ou a imagem de todos os escândalos associados ao PT?", diz. Leia a entrevista ao site de VEJA.

Quão grave é a crise que o governo atravessa hoje? Há semelhanças entre essa e as que culminaram nas quedas de Jango e Collor? 
São situações bem diferentes. O que elas têm em comum é a gravidade. As duas primeiras, de formas diversas, acabaram resultando na queda dos presidentes. Ainda não temos elementos suficientes para saber como esta vai terminar. Mas o fato de a presidente Dilma Rousseff ter concedido uma entrevista na qual diz que não vai cair revela uma situação em que ela e o Executivo estão, para usar uma linguagem do boxe, contra as cordas.

Diante das críticas, a presidente recorre com frequência a analogias sobre o período em que foi torturada pelo regime militar. O que isso representa para a imagem dela? 
Em relação àquela época, pode-se até discordar da forma de luta armada contra o regime, mas essa é uma circunstância absorvida pelo tempo. O que prevalece é que ela e milhares de brasileiros tiveram uma atitude corajosa de enfrentar dessa ou daquela maneira a ditadura. Mas a utilização desse passado como tentativa de valorizar ou reforçar a imagem da presidente hoje é um problema. Isso porque a situação é completamente outra. Dilma não é, atualmente, vítima de coisa alguma. Quando torturada nos porões da ditadura, sim. Hoje ela apenas é responsabilizada por comportamentos e decisões, para dizer o mínimo e ser bem leniente, muito discutíveis. É outra situação. E isso é uma demonstração de fraqueza muito grande - inclusive, o reconhecimento da gravidade da situação em que ela se encontra. Um presidente que vem a público pra afirmar "eu não vou cair" é porque está na corda bamba.

Há de fato chance de Dilma não terminar o mandato? 
Falta tanto tempo e a crise é tão grave que chance há. Essa história do impeachment vai depender de muitas coisas. É uma espécie de onda que vai e vem. Essa onda é muito rápida: com frequência parece que chegamos a um paroxismo, que não vai haver saída, e depois há certo arrefecimento. Mas há muito mandato e há muita acusação por ai...

Nesse cenário, qual o papel da oposição? O próprio PSDB não se entende sobre essa questão...
O PSDB se modificou muito internamente, não do ponto de vista de quem o apoia, já que ele sempre foi um partido de classe média. O que acontece é que o partido tinha uma posição razoavelmente clara em outra época, em outro período. Tinha figuras politicas representativas, como Mário Covas, Franco Montoro, e figuras relativamente mais novas, como Fernando Henrique Cardozo. Mas a falta de homogeneidade interna se acentuou ao longo dos anos. O partido não soube ficar na oposição e, agora, quando teria todas as condições de captar o descontentamento popular, é um partido que as pessoas vêm com muitas restrições. Não é possível ser entusiasta do PSDB.

Falta coerência ao partido? 
Claro. Tome-se a votação que derrubou o fator previdenciário como um exemplo de oportunismo. Entre ser coerente com o que fez no passado ou atacar o PT, preferiu-se a segunda opção. Quando você prefere uma circunstância oportunista de ataque, é muito desmoralizante.

Aécio Neves teve mais de 50 milhões de votos no ano passado e saiu do pleito como nome forte para liderar a oposição. Ele conseguiu fazê-lo ou o país ainda carece dessa liderança? 
Não o fez e não sei se vai conseguir. As pessoas têm limites. Não é uma questão de culpa, é uma questão de aptidão. Eu o acho melhor que os outros, inclusive votei nele, mas sua capacidade de liderar é limitada por uma série de fatores, pessoais inclusive. Não tem uma postura de quem está se forjando como líder, vai entusiasmar e ditar rumos. Isso é difícil, depende de muito talento.

Ao término de sua mesa na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o senhor foi bastante aplaudido quando criticou tanto governo quanto oposição. O brasileiro está descrente da classe política? 
Sim. Existe sim uma descrença em relação aos políticos e instituições: o Congresso Nacional em primeiro lugar, mas hoje também o Executivo. O Congresso esgotou, pelo menos nessa conjuntura, a capacidade de representação da cidadania. Já o Executivo entrou em crise com uma série enorme de acusações, como nunca se viu na história deste país. Salva-se o Judiciário, que tem avançado. Salvam-se órgãos como o Ministério Público e a Polícia Federal. Mas isso tudo se dá num clima de muita desesperança porque, no fundo, os órgãos especificamente políticos entraram em crise.

Embora essa crise atinja também o Congresso, é ele quem tem ditado a agenda política nacional. Nosso Parlamento evoluiu ao longo dos anos? 
O Congresso ganhou uma relevância, nesse momento, que não tinha quando o Executivo estava forte. Quando a presidente ou o presidente, no caso do Lula, era forte, o Congresso tinha uma posição de quase subordinação em relação ao Executivo. Isso acabou por força do desprestigio, da fraqueza do Executivo. Mas não acredito que do ponto de vista da legitimidade, dos senadores e deputados realmente representarem a cidadania, as coisas tenham mudado muito. Já me chamaram em certa ocasião de saudosista quando eu disse o que vou dizer, mas não é uma questão de saudosismo, trata-se de uma constatação. O Parlamento no período democrático que começou em 1945 e findou com o golpe de 1964 era muito mais representativo, tinha muito mais qualidade. Os partidos tinham mais significado ideológico, tinham mais significação, enfim, tudo considerado, aquele parlamento era melhor do que esse.

O senhor se lembra em algum momento na história de algum presidente da Câmara como Eduardo Cunha? 
Não. Eduardo Cunha é sui generis. Ele conhece bem o regimento, brinca com ele, faz manobras heterodoxas. Ele está aparecendo com destaque nesse momento, mas o percurso político que vai seguir é difícil de prever. É bom lembrar que ele está sendo investigado no Supremo Tribunal Federal, o que não é confortável...

O Brasil vive hoje uma onda conservadora? 
Claramente. Em terrenos como a questão do aborto, do casamento gay e da separação de Igreja e Estado, que vem sendo arranhada com muita frequência, o retrocesso é evidente. Não que o país já não fosse conservador, mas isso está se acentuando. Esse quadro tem muito a ver com o avanço das denominações religiosas evangélicas e da criação de uma bancada evangélica bastante forte, além da característica geral do Congresso que foi eleito em 2014.

O ambiente político hoje permitiria ao país enfrentar um processo de impeachment sem risco à consolidação da democracia? 
Nesse momento, a não ser que decisões do TCU e do TSE agravem muito mais a situação e o Congresso se mova a reprovar contas, eu não creio, apesar de toda essa gravidade, que estejamos caminhando para um impeachment. Mas esse é um processo previsto em lei. Se houver fundamento, ele terá legitimidade. É, contudo, uma operação traumática, difícil. Será um momento delicado, como é delicada a atual situação. É difícil saber como o país se comportaria. Se a situação se arrastar ao longo do próximo ano e, eventualmente, houver impeachment, quem ganha com isso é o Lula.

De que maneira? 
Se isso acontecer - e estou falando como hipótese -, haverá protestos e o PT se utilizará do discurso, como já vem fazendo, de que houve golpe e a presidente foi vítima de uma conspiração da direita. Mas com o passar do tempo, o cenário ficará mais favorável ao Lula. Seria possível separar com mais facilidade as figuras dele e de Dilma, sobretudo pelo reforço da ideia de que os tempos do ex-presidente eram outros, sem crise na economia, por exemplo. Hoje Lula está numa posição difícil, e se fossem convocadas eleições neste ano é muito duvidoso que ele conseguisse reverter a situação negativa, o "volume morto", em que se encontra. A hipótese mais provável em caso deimpeachment, contudo, é a de que o vice-presidente Michel Temer assuma o Planalto até 2018. Dessa forma, o quadro pode pender para uma virada em que o Lula volte a aparecer como figura muito forte. A longo prazo, a constatação de que Dilma sucumbiu aos próprios erros podem descolar sua imagem da de Lula. A queda da criatura ajuda o criador. Mas é preciso dar tempo ao tempo.

Como esses mais de dez anos de governo do PT serão lembrados? 
A imagem das gerações futuras é dada pela transmissão de conhecimento. Portanto, precisamos nos perguntar se o que vai prevalecer são os inegáveis ganhos sociais ou a imagem de todos os escândalos, como nunca houve na história deste país, associados ao PT. Não se deve negar os ganhos no terreno social, mas é preciso dizer que os males causados pelo partido nas instituições, na decência administrativa, são de tal ordem que indicam uma apreciação negativa desses anos no futuro.

E Dilma, a primeira mulher na Presidência da República, como entrará para a história? 
Sou muito a favor do ingresso das mulheres na politica, mas a essa altura isso não tem muita importância. O que prevalece é que o Lula inventou uma pessoa que evidentemente está aquém da capacidade de governar o país.

Bolsonaro fala do pedido de impeachment solicitado por Cunha


As vacas não voam

Por Diogo de Almeida Fontana

O que eu vou fazer, tal qual os dissidentes do Leste Europeu, é ignorar essa lei cretina e impossível de ser cumprida.


Era com pequenos atos de desobediência que os dissidentes do comunismo combatiam os governos que os oprimiam. Se o regime inventava uma lei estapafúrdia que mandasse afixar uma foto do presidente nas lojas ou hastear uma bandeira na porta de casa numa data qualquer, os dissidentes ignoravam, agiam como se não houvesse lei, como se nada acontecesse. Faziam-no pondo em risco a vida e a liberdade, como no caso do poeta cubano Armando Valladares, jogado numa prisão por duas décadas porque se negou a colocar a plaquinha “Estoy con Fidel” na mesa de trabalho.


Os dissidentes não eram minoria entre um povo de entusiastas do regime; pelo contrário, eram a face corajosa da maioria cansada de ser oprimida pela elite comunista de bandoleiros, psicopatas, nulidades e ladrões que lhes impunha seus caprichos ao custo da destruição econômica e moral dos países.

Soa familiar, não é?

Todas as leis precisam ser aplicáveis. De nada vale legislar para que vacas voem ou para que Lula se torne um homem culto e elegante. Um mandato parlamentar não confere a ninguém o poder para dobrar a estrutura da realidade. Leis absurdas, sem sentido ou de impossível aplicação, que contrariam o bom senso e a sanidade, são leis obscenas e, na última instância – a divina –, inválidas. Nenhum povo, por mais submisso que seja, pode aguentar indefinidamente governantes que o humilham com a imposição da loucura na forma de lei. Ainda mais quando esses governantes escarnecem desse povo e enchem o bolso com o seu dinheiro.

Digo tudo isso porque a senadora potiguar Fátima Bezerra (petista, é claro) inventou o PLS 49/2015, que proíbe os varejistas de concederem descontos maiores que 10% na venda de livros durante um ano. Em outras palavras: num momento de recessão brutal, a mulher arroga-se autoridade para limitar as condições de venda de todos os livros novos comercializados nesta nação continental de 200 milhões de habitantes.

Num caso assim, entrar no mérito da questão é até errado: não dá para legitimar o debate sobre uma lei maluca que não passa de prelúdio para a estatização do setor. Hoje o Estado determina o preço; amanhã, o lucro; depois de amanhã, o conteúdo. Discutir é bobagem; este PLS deveria ser rejeitado em bloco e qualquer um que o propusesse a sério, recebido com o tilintar de um panelaço. Ninguém suporta mais os políticos de Brasília. Qualquer coisa que venha desse partido que nos governa tem de ser descartado de imediato, atirado fora sem pestanejar. Depois do estrago que os petistas fizeram, eles não têm moral para ditar regras sobre nada, para querer mandar em ninguém. Deveriam apenas juntar suas coisas e ir embora; parar de atrapalhar quem trabalha seriamente.

Não vou combater o PLS 49/2015. Que o aprovem! Há tempos o Senado não faz senão inventar leis contrárias ao interesse da maioria dos brasileiros. Uma a mais ou a menos fará pouca diferença. O que eu vou fazer, tal qual os dissidentes do Leste Europeu, é ignorar essa lei cretina e impossível de ser cumprida; continuarei vendendo livros normalmente, conforme as leis econômicas e a livre flutuação dos preços. Quem sabe assim terei de contar aos netos: “Um dia o governo comunista me perseguiu. Por vender livros”.




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Diogo de Almeida Fontana é editor, livreiro e escritor.

sábado, 18 de julho de 2015

Nosso "Malvado Favorito" emparedou os aloprados do governo Dilma


Enfim, chegou a vez de Lula



O ex-presidente Lula desceu o primeiro degrau de uma longa escada que pode chegar na Papuda.

DILMA E SEU ENCONTRO SORRATEIRO, INCONFESSÁVEL



Comentário sobre o encontro de Dilma e Lewandowsky no seu esconderijo da cidade do Porto.

É OFICIAL, Cunha rompe com governo


CORTINA DE FUMAÇA


Redução da Maioridade Penal


Operação Lava Dilma


Eduardo Cunha diz em coletiva que virou oposição ao governo federal



O deputado federal e presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi registrado pelo repórter Jovem Pan, José Maria Trindade, na capital do país, que anunciou que agora é oposição ao Governo Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores.

Indústria de SP prevê 150 mil demissões este ano




Os números do emprego na indústria, que já são ruins, tendem a piorar no embalo de uma atividade muito fraca. Movimento que atinge outros setores, mas na indústria pode ser mais dramático. A maior parte das empresas, mesmo com os ajustes já feitos, opera com ociosidade. Estão produzindo menos do que a capacidade instalada. A produção teria de reagir com consistência para uma retomada das contratações. Mas, por enquanto, as projeções para a economia, como um todo, ainda estão ficando mais negativas. Ganha força a expectativa de uma retração de 2% ou até mais. O próprio desemprego reforça esse ciclo negativo, na medida em que reduz mais o consumo, pegando os vários ramos de atividade. E ainda tem a inflação.... os juros em alta.... a falta de confiança. A indústria paulista prevê que os cortes possam chegar a 150 mil vagas até o final do ano. O ritmo de demissões está aumentando. Em junho, de 22 setores pesquisados, só um contratou. O setor de veículos continua com os piores números, seguido pelo de máquinas e equipamentos, muito afetado pela queda dos investimentos da própria indústria. Só este segmento registra, desde o começo do ano, cerca de 25 mil demissões no País. São números péssimos, que diminuem a confiança quanto a uma reação da economia daqui pra 2016. A previsão é de uma queda da produção industrial este ano da ordem de uns 5%. Muito ruim. A brecha para a retomada viria mais de uma expansão das vendas externas, o que esbarra na questão da competitividade. Os custos de produção no Brasil continuam muito altos - o dólar mais elevado é dos poucos fatores de estímulo. E ainda tem as adversidades do setor externo, com as dificuldades de retomada da Europa, desaceleração do crescimento da China e outros países emergentes, a crise na Argentina. O esforço de um maior intercâmbio com países como os Estados Unidos, onde a presidente Dilma esteve recentemente, é uma tentativa de atrair mais investimentos e, também, de abertura de mercado para a produção nacional. Mas tudo ainda muito sem vigor. A previsão pra 2015, aliás, é de queda das exportações brasileiras. A balança deve ter saldo positivo apenas porque as importações devem cair ainda mais, diante da fraqueza do mercado consumidor doméstico.

Só os “inimigos” de Dilma estão na mira da Justiça


Crise institucional: "A única certeza é de que não temos certeza de nada"



O historiador Marco Antonio Villa afirma que 'a crise institucional é o mais grave momento político já vivido pelo país'.

CPI Petrolão: José Eduardo Cardozo



Na CPI da Petrobras, Onyx questiona o ministro da justiça, Jose Eduardo Cardozo, sobre encontros secretos, repatriamento de dinheiro ilegal do exterior e Vaccari, o tesoureiro do PT que indicava onde era para ser depositado o dinheiro da propina das obras da Petrobras.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

MENTIRA e POPULISMO está na moda


IRRESPONSABILIDADE FISCAL, um CRIME com 200 milhões de vítimas



As graves consequências da irresponsabilidade fiscal e a incrível tolerância da sociedade com o mau uso do seu dinheiro.

Cardozo e a impossível absolvição de Dilma



O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, precisa entender que Dilma só venceu a eleição com a estrutura, o dinheiro e a campanha suja do PT, que segundo a Lava Jato foi recheada de propina. A engrenagem petista carregou a presidente para a reeleição. Foi o bônus. Agora ela tem que carregar o ônus e não pode fazer de conta que se elegeu sozinha.

PMDB rompimento futuro com PT


Finhalmente chegou a vez de Lula


DILMA mexeu com a Pessoa ERRADA !!!


Tese do Governo vai colar?


ECONOMIA: Setor de Serviços registra menor alta desde 2012



O setor de Serviços registrou alta em suas atividades de 1,1% no mês de maio. Aparentemente o dado é positivo, mas o dado foi o pior para o mês de maio da série histórica do IBGE.

Michel Temer, não dê declarações trágicas!



O historiador e comentarista da Jovem Pan, Marco Antonio Villa, comenta as declarações do vice-presidente Michel Temer em relação as investigações da Operação Lava-Jato.

Dilma - HONESTIDADE torna pessoa impopular ???


O encontro da presidente Dilma e ministro Lewandowski em Portugal




Deputado acusa o PT de apoiar a Pedofilia



Bolsonaro acusa o "HUMANIZA-REDE" de apoiar e incentivar a Pedofilia.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Lula deixou Collor mais rico...


Collor - 1992
Sai Fiat Elba, entra Lamborghini
O aumento da fortuna e do prontuário de Fernando Collor prova que por trás do Lula pai dos pobres existe um Lula mãe dos ricos

O farsante que inventou o Brasil maravilha recita de meia em meia hora que só pensa nos pobres. Mas sempre encontrou tempo para enriquecer, garantir a prosperidade da família e aumentar a fortuna dos amigos já milionários. Fernando Collor, por exemplo, foi premiado com uma diretoria da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Numa única negociata revelada pela Operação Lava Jato, embolsou 20 milhões de reais. Essa e muitas outras maracutaias justificaram a operação da Polícia Federal que deixou o ex-presidente “indignado”. Muito maior é a indignação do país decente, ultrajado pela dupla Lula e Collor. Por enquanto, só foram apreendidos carrões e computadores. O país aguarda ansioso o confisco de ex-presidentes que não merecem permanecer em liberdade.

Collor está "indignado" com a apreensão de carros e computadores. Muito maior é a indignação dos brasileiros ultrajados pelo ex-presidente despejado do cargo que desonrou.



Quem botou o jaboti Collor de Melo na árvore ?


Rui Falcão reúne GOLPISTAS


Collor destrói imagem que não construiu




AIDS: Choque de Realidade


O ministro da 'Ampla Defesa'



Nosso personagem da semana é considerado um homem forte do governo Dilma. Sabe-se lá o que isso quer dizer. E como não poderia deixar de ser, está enrolado no Petrolão.

Até Collor, de novo ? O que falta mais para tudo apodrecer ?


Combate mortal entre patrimonialistas e revolucionários



A transformação da Polícia Federal em guarda pretoriana do PT, ontem, foi o passo decisivo para aprofundar a crise política, que agravará a crise econômica. As iniciativas do Executivo estão paralisadas no Congresso Nacional. Aproxima-se a crise institucional.

Depoimentos na Lava Jato mudam por conveniência


Ferrari de Collor deixa a Casa da Dinda


A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira 53 mandados de busca e apreensão em seis Estados e no Distrito Federal na nova etapa da Operação Lava Jato, batizada "Politeia", em referência à obra Republica, de Platão. Um dos alvos foram as casas do senador Fernando Collor (PTB-AL) em Brasília e Alagoas. Acompanhe o momento em que a Ferrari do ex-presidente deixa a célebre Casa da Dinda.




Lembra da Casa da Dinda? Continua a mesma... com Ferrari e tudo! PF apreende coleção de carros de luxo de Collor na casa que foi símbolo de sua renúncia em 1992


CASA DA DINDA: PF apreende Ferrari de Collor
CASA DA DINDA: PF apreende Ferrari de Collor
(Rodrigo Rangel/VEJA)
PF apreende coleção de carros de luxo de Collor na Casa da Dinda Senador é alvo da Operação Lava Jato. Entre os automóveis, foram apreendidos um Porsche, uma Ferrari e um Lamborghini

A notória Casa da Dinda, mansão com torneiras de ouro reformada com dinheiro de contas fantasmas movimentadas pelo tesoureiro Paulo César Farias, voltou ao cenário político nesta terça-feira na Operação Politéia, da Polícia Federal. Residência oficial do senador Fernando Collor (PTB-AL) na época em que ele era presidente da República, a casa abrigava uma valiosa coleção de carros de luxo. Na manhã desta terça-feira, porém, os automóveis do senador, entre eles um Porsche, uma Ferrari vermelha e um Lamborghini foram levados pelos policiais. Apenas o Lamborghini é avaliado em 3 milhões de reais.

Collor é um dos senadores alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da Operação Lava Jato e um dos parlamentares contra os quais pairam mais provas de envolvimento no petrolão. Em acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef afirmou, por exemplo, que Collor era beneficiário de propina em uma operação da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. A distribuição do dinheiro sujo contava com a participação do ex-ministro de Collor, Pedro Paulo Leoni Ramos, dono da GPI Investimentos e amigo de longa data do senador.

Na triangulação do suborno, foi fechado um contrato com uma rede de postos de combustível de São Paulo e que previa a troca de bandeira da rede, para que o grupo se tornasse um revendedor da BR Distribuidora. O negócio totalizou 300 milhões de reais, e a cota de propina, equivalente a 1% do contrato, foi repassada a Leoni Ramos, que encaminhava finalmente a Collor. Na explosiva delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, Fernando Collor também foi citado como o destinatário de 20 milhões de reais em propina, pagos pela construtora entre 2010 e 2012, para que o senador defendesse interesses da companhia com a BR Distribuidora.

Desde que foi citado por delatores da Lava Jato, Fernando Collor montou uma ofensiva para desqualificar o Ministério Público e elegeu como alvo preferencial de seus ataques o procurador-geral da República Rodrigo Janot. Depois dos mandados de busca desta terça-feira, o senador se fez de vítima e disse ter sido alvo de medidas com o objetivo de "constranger" e "alimentar o clima de terror e perseguição". "A medida invasiva e arbitrária é flagrantemente desnecessária, considerando que os fatos investigados datam de pelo menos mais de dois anos. Medidas dessa ordem buscam apenas constranger o destinatário, alimentar o clima de terror e perseguição e, com isso, intimidar futuras testemunhas A medida invasiva traduz os tempos em que vivemos, em que o Estado Policial procura se impor ao menoscabo das garantias individuais", disse. Sobre os carros de luxo, nenhuma palavra.

Solução para a Grécia traz certo alívio ao Brasil



A Grécia chegou muito perto de sair da zona do euro. Situação que poderia levar à quebradeira de bancos, adoção da própria moeda, com forte desvalorização, o que geraria inflação, mas dando melhores condições para as exportações do País. O comércio externo seria o canal para um recuperação da economia, mas de forma muito incerta, já que a pauta exportadora da Grécia é bem limitada. No curto prazo, a crise, as perdas poderiam ser bem maiores. Já o bloco europeu ficaria estruturalmente abalado. Daí veio a negociação de última hora, arrancada na marra, muito por pressão da França e da Itália, que não queriam uma solução mais drástica. A Grécia, como vimos, deve receber o empréstimo de até 86 bilhões de euros, investimentos, mas vai ter de engolir mais ajustes pesados, como as mudanças na Previdência, aumento de impostos e privatizações, cujos recursos também vão entrar como garantia do empréstimo. O primeiro ministro Tsipras não pode mesmo cantar vitória. Vai ser forçado a adotar medidas que rejeitava desde a época das eleições, assumindo todo o desgaste. Qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência. Não dá pra saber como a população grega vai reagir a mais aperto. Por outro lado, o bloco europeu abre um precedente. Talvez, mais à frente, tenha de negociar com outros países que também mostram maior fragilidade econômica. A postura da Itália em defesa da Grécia veio muito dessa possibilidade. No final das contas o acordo pode ter sido apenas a solução menos traumática, mas não definitiva. Para o Brasil traz um certo alívio. O impasse em torno da Grécia era mais um fator a provocar movimentos de aversão ao risco, fuga de investimentos, assim como pode ocorrer com as incertezas em relação à China; em relação ao momento em que os juros vão voltar a subir nos Estados Unidos, e, também, por causa dos nossos próprios problemas no campo político e econômico. Problemas que já têm deixado os investidores bem cautelosos.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

VIOLENCIA VS INJUSTIÇA


PF CUMPRE MANDADOS EM ENDEREÇOS DE TRÊS SENADORES, EX-MINISTRO E DEPUTADO

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (14) em Maceió, em endereços dos senadores Fernando Collor (PTB-AL), Ciro Nogueia (PP-PI) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), além do ex-ministro do governo Dilma Mario Negromonte (Cidades), do PP-BA e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE). Coelho também foi ministro do governo Dilma. As investigações apuram supostos negócios ilícitos na BR Distribuidora.

Os 53 mandados, expedidos pelos ministros Teori Zawascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski, estão sendo cumpridos no Distrito Federal (12) e nos estados da Bahia (11), Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação.

Em Maceió, foram cumrpidos mandados na casa do filho do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Arnon de Mello, segundo informações do Bom Dia Brasil. A ação é um desdobramento da operação Lava Jato, na qual Collor é um dos investigados.

A operação é denominada Politeia é uma expressão, em grego, que faz referência ao livro “A República” de Platão, que descreve uma cidade perfeita, onde a ética prevalece sobre a corrupção. São cumpridos 53 mandados de busca e apreensão expedidos

A justificativa da operação seria "evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados". Foram autorizadas apreensões de bens supostamente adquiridos pela "prática criminosa".

Os inquéritos da Lava Jato no STF foram abertos para investigar os políticos que têm foro privilegiado. Um desses processos é para investigar o senador Collor. Ele aparece nas investigações como suspeito de ter recebido dinheiro de propina de esquema de corrupção na Petrobras.

Os 53 mandados são para buscas e apreensões no Distrito Federal (12), e nos estados da Bahia (11), Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). Cerca de 250 policiais federais participam da ação.

Brasil: Colapso Econômico, Irreversível


A tragédia grega



A tragédia grega não é fruto nem do capitalismo e nem do imperialismo europeu, ela é de autoria exclusiva do povo grego e de seus governos irresponsáveis.

UMA QUESTÃO DE HÁBITO


Ao analisarmos as raízes da formação da nacionalidade brasileira podemos afirmar que esta Colônia portuguesa tinha todas as condições para dar errado como um país de dimensões continentais. E por quê?

Fomos “descobertos” no meio de uma crise mundial, envolvendo disputas entre duas Nações detentoras do direito de dividir o mundo como suas propriedades. Entretanto, as disputas por poder naquela época fizeram surgir discordâncias oficiais e as consequentes ações ilegais, ditas como piratarias, na busca de tesouros e matérias-primas.

Para que um país com todas as características de continente pudesse ser povoado foi preciso estimular a migração trazendo braços para o trabalho. No caso do Brasil, a mão de obra usada foi a escrava, tendo infelizmente ocorrido da forma mais degradante possível. Centenas de milhares de africanos foram retirados à força de suas tribos e famílias e transportados para um local onde eram tratados piores do que animais.

Mesmo com este tratamento, com o passar dos tempos (quase três séculos) e com os hábitos formados pelos colonizadores e demais moradores, estes imigrantes e outros que vieram de vários continentes por razões as mais diversas possíveis, puderam se adaptar e mostrar suas capacidades, permitindo que suas culturas integrassem o cadinho cultural de uma Nação independente. Todos queriam simplesmente viver em paz com suas famílias, seus bens pessoais e com liberdades de trabalho e de religião.

Assim, a sociedade criada inicialmente sob condições adversas formou uma população que se tornou um sonho de consumo para muitas outras espalhadas no Mundo. Os Europeus, acreditamos que ainda sonham em vir morar no país das praias, do Sol o ano inteiro, do carnaval e do futebol.

Se bem que no futebol estamos com uma geração que está nos deixando quase esquecidos desta característica nacional. Grande parte da população já incorporou o voleibol como sendo uma preferência nacional. Afinal de contas, com estes jogadores temos visto um time com o hábito de ser vencedor. E assim podermos esquecer parte de nossas limitações internas.

Sempre foi assim. Aliás, citam alguns estudiosos que os brasileiros trabalham no intervalo das festas nacionais, entendendo-se que não somente os dias de carnaval assim sejam considerados. Nos dias de jogos da seleção brasileira de futebol o país sempre parava para vibrar. Mas, nas manifestações de 2013, durante a Copa das Confederações e em 2014 durante a Copa do Mundo, brasileiros mostraram que os descontentamentos haviam extrapolado os limites da tolerância e os cidadãos de todos os matizes foram às ruas para protestar, mesmo em dia de jogo da seleção.

Assim sendo, voltamos a citar a importância de adquirirmos hábitos sadios nas nossas vidas.

A derrota no jogo contra a Alemanha foi entendida como uma derrota numa batalha pela sobrevivência do orgulho nacional. E vejam que nem nos lembramos de que estamos mais do que derrotados nos hábitos de educar, de ensinar, de trabalhar, de respeitar as Leis do país ou simplesmente de sermos cidadãos honrados e éticos.

Os seguidos escândalos na política levaram o atual governo a uma aceitação nunca antes sentida. E mesmo assim, quase sem representatividade, as pessoas e os cargos se mantêm no poder. Viramos motivo de gozação para a mídia e para os demais países.

A pergunta que não se cala é: como um povo aceita que pessoas envolvidas em denúncias se conservem em seus cargos durante as investigações?

Os cidadãos de menor renda se calaram aos atuais desmandos políticos, por causa da concessão de um auxílio chamado de Bolsa Família. Que hábito mais nocivo ao trabalhador. Na verdade não passa de uma moeda eleitoreira e não um benefício social. Pessoas deixam de ir trabalhar para ganhar um salário em troca de uma contrapartida em manter os filhos matriculados nas escolas. Ora, isto é uma “obrigação” de pai e mãe, não cabendo nenhuma compensação financeira, não é mesmo?

A mão de obra para serviços gerais passou a ser bastante escassa até o corrente ano, estando numa fase de transição, pela redução das concessões e também pelo crescente desemprego. Não podemos aceitar que homens e mulheres deixem de ir trabalhar somente por receberem um benefício social sem a contrapartida do esforço pessoal.

A Presidente do Brasil, numa declaração feita durante uma viagem ao exterior, afirmou que “não confiava na delação premiada”. Ora vejam, mais um péssimo hábito de desacreditar uma Lei nacional que ela mesma havia sancionado. Já somos conhecidos como “o País em que uma Lei pode ou não pegar”.

Onde iremos parar? A mídia esqueceu de comentar que a Lei de Responsabilidade Fiscal também foi desobedecida pela equipe do Governo Federal no ano de 2014 e, caso não fossem as insistentes ações de poucos setores da oposição e da imprensa, tal hábito poderia, e pode se transformar em mais um costume negativo.

As ações estão sob avaliação no Tribunal de Contas da União e esperamos que a Lei seja cumprida e que a justiça seja feita para podermos comemorar a Constituição Federal pela independência dos Poderes.

Os escândalos de corrupção parecem que não param. A cada semana ligamos as televisões para saber qual a denúncia da hora ou do dia. E o pior é que, mesmo para aqueles que já foram identificados como culpados, julgados e condenados, vemos os mesmos fora das prisões e com regalias que são inaceitáveis numa democracia. Afinal de contas, roubaram dinheiro público para benefício pessoal.

Finalizando comentamos que a pior crise vivenciada nos dias de hoje é uma crise de ética e moral. Merecemos sim voltar a sentir orgulho de sermos brasileiros e sabermos que as Leis existem para serem cumpridas por todos e todas, sem discriminação de nenhuma espécie.


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Eliéser Girão Monteiro Filho é General de Brigada.

PARLAMENTARISMO


Tirar Dilma não é golpe




Porto dos Corruptos


É inacreditável o que aconteceu na cidade do Porto, em Portugal. A madame, sim a madame, agora vou chamá-la assim, ela não é presidente de uma república, nem muito menos minha presidente, não me representa, pertenço a  uma cepa dos cidadãos honestos, enquanto ela faz parte de uma verdadeira quadrilha política.

Voltando para a cidade portuguesa: lá, há poucos dias, foi palco de uma aberração política, moral e constitucional promovida pela cúpula dirigente desse pobre Brasil. A madame marcou encontro, fora da agenda oficial, com o representante da mais alta corte do país, além do seu ministro da justiça, para tramarem contra as leis e as instituições nacionais. Uma verdadeira "suruba" política ultramar.

A sociedade de um país sério jamais aceitaria tamanha falta de respeito, e os protagonistas dessa podridão seriam cassados de suas funções e apodreceriam na cadeia.

Infelizmente temos uma sociedade desinformada e semi analfabeta, para não falar de uma apreciável faixa da população que não passa de beneficiários desse sistema viciado e corrupto que há 13 anos tomou conta da nação, comandado por um crápula que surgiu do esterco, e que até hoje contribui para a destruição do país, usando o espaço deixado por uma oposição inerte e que, a cada dia, demonstra ser extremamente covarde. 



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Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Crise chega, de fato, ao comércio varejista brasileiro



A crise chegou de fato ao comércio varejista do país. De acordo com levantamento divulgado pelo IBGE houve uma queda de 0,9% nas vendas no mês de maio, mês em que é comemorado o Dia das Mães.

A Investigação da Lava Jato pode SECAR


Dilma solta os palavrões contra Cardozo e seus comparsas


Dilma-CardozoO desespero de Dilma Rousseff transborda em explosões de fúria reveladoras.

Em abril, ela dizia: “Eu tenho certeza de que minha campanha não teve dinheiro de subornos”.

Agora a Folha informa que, após Ricardo Pessoa acusar sua campanha de embolsar propina da Petrobras, Dilma reuniu, no dia 26 de junho, seus comparsas Aloizio Mercadante, Edinho Silva, Giles Azevedo e José Eduardo Cardozo, e disse:

“Não sou eu quem vai pagar por isso. Quem fez que pague”.

É a nova versão do “houve, viu?”, expressão com que ela admitiu a existência do petrolão após meses acusando a oposição de “golpe”.

Dilma sapiens também disse na reunião, com a fineza de costume:

“Eu não vou pagar pela m**** dos outros”.

Nem precisa. Basta que pague pela própria.

Furiosa, ela ainda cobrou Cardozo por não ter impedido que as revelações de Pessoa viessem a público dias antes de sua visita oficial aos Estados Unidos, num momento em que buscava notícias positivas para reagir à crise.

“Você não poderia ter pedido ao [ministro] Teori [Zavascki] para aguardar quatro ou cinco dias para homologar a delação? Isso é uma agenda nacional, Cardozo, e você f**** a minha viagem”.

Assim como Lula, Dilma queria que Cardozo interferisse no Judiciário, o que ela mesma acabou fazendo dias depois, ao atacar os procedimentos de prisão preventiva adotados pelo juiz Sergio Moro e ao ter um encontro clandestino no exterior com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, supostamente intermediado pelo próprio Cardozo, que buscaria assim se redimir.

Como escreve Josias de Souza sobre o golpe português:

“Dilma estava a caminho da Rússia. Aterrissou em Portugal a pretexto de reabastecer o jato presidencial. Em vez de Lisboa, preferiu o Porto. Lewandowski e Cardozo estavam na cidade de Coimbra. Participavam de um seminário de nome sugestivo: ‘O Direito em Tempos de Incertezas’.
16 de agosto 
Na versão oficial, Lewandowski soube por Cardozo que Dilma faria escala em Portugal. E pediu ao ministro da Justiça que intermediasse o encontro com a presidente. Em Brasília, o mandachuva do STF poderia cruzar a praça a pé para chegar à sala de Dilma. Em Portugal, teve que vencer os cerca de 120 quilômetros que separam Coimbra do Porto. E querem que ninguém faça a concessão de uma surpresa. É certo que o brasileiro baniu dos seus hábitos o ponto de exclamação. Mas há limites para o cinismo.”

Há limites, também, para a oposição permitir que Dilma faça com o Brasil o que Cardozo fez com a sua viagem.

Os brasileiros não aguentam mais pagar pela “m****” de seu governo.

A política econômica 'amantegou' de novo



No 'Aqui Entre Nós' desta segunda-feira, o diretor de redação do site de VEJA, Carlos Graieb, substitui o colunista Reinaldo Azevedo. Para Graieb, o ministro do Planejamento Nelson Barbosa segue os passos do ex-chefe da Fazenda Guido Mantega, campeão em fazer previsões otimistas que nunca se confirmaram.

terça-feira, 14 de julho de 2015

O PT NA VISÃO DE QUEM QUER VÊ-LO FORA DA POLÍTICA NACIONAL (*)


Caros amigos

O PT é uma rica experiência partidária, construída com sangue de traidores como Celso Daniel e as esperanças de milhões de iludidos.

Nasceu para ser diferente e enganou quase toda a nação. Nasceu para mudar o Brasil, mudou-o e quase acabou com ele. No início da sua trajetória, em 1980, adotou, falsamente, um novo modo de fazer política, usando, basicamente, a mentira que sempre existiu na política brasileira. Cresceu lutando para que os excluídos tivessem a voz dos seus ventríloquos e que entrassem no seu curral eleitoral. Promoveu uma revolução social, que, pela primeira vez, colocou a ilusão da inclusão dos mais pobres e o combate à desigualdade no centro da agenda nacional em benefício da sua imagem de partido dos pobres e aprisionou, pela fome, milhões de pessoas!

A contribuição do PT para quebrar o país é concreta, evidente e inegável. Ninguém de boa fé pode deixar de reconhecê-la. Com o PT, a história do Brasil após o regime militar foi incomparavelmente mais desonesta e demagógica. Ao simular um novo modelo de desenvolvimento, baseado na solidariedade social e no combate à pobreza e à exclusão, o partido conseguiu manter-se no poder por mais de 12 anos, levando a população brasileira a pensar que tinha atingido um patamar inédito de dignidade e cidadania.

É por isto que o PT é hoje alvo da mais indignada campanha de desmascaramento já lançada contra um partido político no Brasil!

O ódio dos brasileiros ao PT é fruto do mau-caratismo político do partido, calcado em mentiras sociais que atenderam aos interesses de seus dirigentes e que exploraram demagogicamente preconceitos seculares, provando que o PT sempre foi uma legenda pior do que as outras.

É, de fato, extraordinário que uma nação marcada secularmente pela desigualdade  e  concentração de renda, pela dependência econômica e por sistemas políticos autoritários e excludentes, tenha acreditado que o PT iria mesmo realizar tudo o que propalou antes de chegar ao poder e nos últimos 12 anos, a começar pela mais falsa de todas as transformações, a promessa de acabar com a fome no país.

Esse novo Brasil, quebrado e falido, é o resultado de uma grande aliança, liderada pelo PT, que envolveu partidos, movimentos sociais e amplos setores do empresariado num conluio criminoso intenso e permanente.

Pela primeira vez as políticas públicas passaram a ser elaboradas com a participação dos vagabundos da cidade e do campo, das mulheres mal-amadas, dos negros acomodados, dos indígenas da FUNAI, da intelectualidade orgânica, da juventude arruaceira e alérgica aos livros,  dos defensores dos direitos dos criminosos e da promiscuidade sexual e dos ecologistas do atraso em detrimento dos direitos e da vontade da maioria da sociedade, trazendo um sopro imoral e destrutivo para a vida pública.

O Brasil que, por decreto e efeito de esmolas, saiu do “Mapa da Fome” das Nações Unidas é o mesmo Brasil que se tornou uma das mais destroçadas economias globais; que dobrou a produção agrícola e se tornou um dos maiores exportadores mundiais de alimentos, apesar da caótica logística de transporte e armazenamento e de todo o apoio dado pelo partido ao “exército do stédile” para que isto não acontecesse; que está entre os primeiros na indústria aeronáutica e entre os últimos na indústria do petróleo; que tem uma das mais vulneráveis posições em termos de reservas internacionais e que deixou de ser destino de investimento do mundo desenvolvido.

O novo Brasil do PT é o que dobrou as matrículas nas universidades, adotando as cotas para os desassistidos e mal preparados “frequentadores” de suas escolas públicas; que democratizou o acesso ao crédito e garantiu aumento real e constante dos inadimplentes; que  criou uma bolha de milhões de empregos fictícios, que continuou a assentar e criar centenas de favelas no campo. É o que fingiu corrigir o desequilíbrio entre as regiões e levou obras superfaturadas ao Nordeste e ao Norte do país. É o que foi capaz de fazer tudo isso roubando e promovendo a instabilidade econômica.

O novo Brasil é um país que, graças ao PT, desrespeitou a confiança de seu povo e tornou-se motivo de chacota internacional. Que passou a praticar, submetido aos interesses do Foro de São Paulo, uma política externa subalterna, voltada para assegurar o poder dos ditadores  latino-americanos e caribenhos, a cooperação com os tiranos da África e a duvidosa parceria com os BRICS, com prejuízo das suas tradicionais relações com a Europa e a América do Norte.

A corrupção, tanto privada como pública, é um objetivo fundamental do PT e, por isso, tem sido incentivada e praticada em caráter permanente. Seja no âmbito municipal, estadual ou federal, ela atende a uma das práticas básicas da democracia petista, o enriquecimento ilícito de empresários, do partido e de seus dirigentes.

A corrupção é um veneno moral, que degrada as pessoas e contamina a sociedade, sendo, portanto, indispensável aos interesses do partido. O PT, neste sentido, pode se orgulhar de ter promovido, nesses 12 anos, os mais significativos atos de bandidagem e de práticas criminosas, jamais vistos no Brasil.

O Congresso Nacional aprovou, nesse período, a chamada delação premiada, que a governanta Dilma Rousseff não vetou e que, hoje, é usada contra ela e o partido – bobeada ou excesso de confiança?

Reformar a Política brasileira sempre foi um compromisso programático do PT, enquanto fora do poder. Sempre sustentou que é preciso corrigir antigas e notórias distorções do sistema partidário e eleitoral, para que ele se tornasse mais ético e representativo da sociedade e mais aberto à participação cidadã. No poder, o partido acabou por adaptar-se ao sistema, passando a aperfeiçoar os comportamentos dos partidos tradicionais que tanto criticava e que, na verdade, invejava.

Dar o exemplo é o mais forte dos argumentos, na política e na vida, por isso, graças ao PT, o Brasil se tornou o campeão mundial da corrupção e, até que passe esta “lavagem a jato”, as instâncias do PT não mais aceitarão contribuições de empresas para sua sustentação. Essa foi uma decisão difícil de ser tomada por um partido acostumado à fraude, especialmente quando tem a responsabilidade de defender um projeto como o do Foro de São Paulo. Mas é um passo necessário, que vai diferenciar, temporariamente, o PT das estruturas viciadas que hipocritamente critica.

O partido esforça-se para mudar sua aparência e continuar mudando o Brasil, sem esquecer que corrupto e cleptomaníaco não se escreve sem PT!



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(*) Baseado em texto de Rui Falcão, Presidente do PT.

PAPA FRANCISCO, A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO E OS MOVIMENTOS SOCIAIS



Comentário sobre aspectos da visita do Papa Francisco à países da América Ibérica.

O gaúcho Valter Cardeal é o protagonista principal do Eletrolão


Sérgio Moro que se cuide
16/08 #VemPraRua


Dilma se mandou para Ufa!



Em uma semana mais do que difícil para a nossa presidente da República, Dilma arrumou as malas e partiu para Ufá, na Rússia. Em uma conversa bem-humorada, Marcelo Madureira relata a Joice Hasselmann as agruras presidenciais.

IMPEACHMENT Dilma - Golpista uma OVA...


LULA, SAI DO FACE E VEM PRA RUA!


Há alguns dias, no melhor estilo que seu caráter pode proporcionar, Lula resolveu puxar as orelhas de sua protegida. Disse que ela se tranca no gabinete, que foge do contato com o povo, que deveria estar nas ruas defendendo seu governo. Ao final, diagnosticou que o governo petista, nas mãos da companheira, "já está no volume morto". E por aí foi. Das duas uma: se falou sério foi velhaco; se falou brincando, também.

Em ambos os casos, ele está tratando de se eximir das responsabilidades que sobre ele recaem em relação aos 13 anos de governo petista. Oito foram dele e cinco correm à conta de seu braço direito e grande gestora, a mãe do PAC, a madrinha de Pasadena, a tia do Petrolão e a dona da crise. Sair para rua? Ô Lula! Você pode imaginar Dilma passeando num shopping, pedalando na Lagoa Rodrigo de Freitas ou na orla do Guaíba? Consegue imaginar Dilma apertando mãos na Rua da Praia ou jantando no Piantella? Vai com ela, Lula. Vai com ela.

Mesmo quando tinha bem mais de nove pontos de aprovação, a presidente descobriu que aparecer em público era um convite à vaia e ao panelaço. Com nove pontos, assistir um jogo de futebol seria franquear-se para ataques à sua dignidade pessoal e familiar. Portanto, o conselho de Lula está muito longe de ser uma orientação estratégica. É expressão do mais indigno "faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço", porque também ele, Lula, só aparece valente cheio de indignações e razões no Facebook, no meio dos próprios companheiros ou entre gente muito amiga do peito.

Essa frase de Lula dispensa o discurso da mandioca e da "mulher sapiens" para evidenciar mais esse absurdo da nossa democracia: o absurdo do poder que se mantém nas mesmas mãos apesar de seus dois principais representantes, que governam o país há 13 anos, não poderem aparecer em público, tamanha sua rejeição. Hoje, se dependesse da vontade popular, estavam fora do poder. Mas isso, no presidencialismo, não tem qualquer significado. Ao que tudo indica, estamos dependendo do TCU ou da UTC. Mas a CUT resiste.


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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Mercado financeiro volta a elevar previsão de inflação



O mercado financeiro voltou a elevar a precisão de inflação para este ano. O consumidor sente no dia a dia, em seu bolso, a alta dos preços, o que consequentemente piora as projeções. Segundo relatório Focus, o mercado prevê o IPCA em 9,12%.

O Papa não deve trabalhar com rancores nacionais em seus discursos


TSE - Forte Contra os FRACOS & Fraco Contra os FORTES


DOLEIRO YOUSSEF CITA BOLSONARO NO PETROLÃO

Por Alberto Youssef


Fonte: YouTube

Dirceu caminha para ser o novo companheiro de banho de sol de Marcelo Odebrecht & Cia



O cerco que se fecha sobre José Dirceu com a delação premiada de Milton Pascowitch. A opinião de um investidor de um grande fundo americano que diz: "Há muitas maneiras de o Brasil dar errado, poucas de dar certo".