quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Impeachment ou renúncia de Dilma, com aliança de Temer e tucanos, favorece projeto Lula 2018

 
Só inocentes não enxergam que o impeachment ou renúncia da desgastada Dilma Rousseff são manobras que têm um grande beneficiário e interessado imediato: Luiz Inácio Lula da Silva. O chefão $talinácio aposta no fracasso e inviabilidade de uma (cada vez mais provável) gestão Michel Temer (ou de qualquer outro, se o vice também acabar impugnado por alguma denúncia grave ou por condenação da chapa vencedora em 2014). Lula só não tem certeza absoluta do momento exato para Dilma sair, permitindo um retorno nada triunfal e muito arriscado dele e do PT ao papel de "franco-atiradores" de "oposição". É uma piada-séria!

Dilma fica mortinha da Silva a cada segundo. Grande parte dos problemas é culpa dela própria. Sua ira incontrolável e a incapacidade de diálogo político transformou o que deveria ser um complicado "governo de coalizão" em um "desgoverno de colisão" - na base da guerra de todos contra todos. Sintoma desta incapacidade de aglutinar apoios foi a derrota de ontem na votação secreta para a Comissão do Impeachment, na Câmara dos Deputados.

Parlamentares anti-Dilma formaram uma chapa e venceram de goleada: 272 votos contra e apenas 199 a favor. Sorte da Dilma que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a eleição da comissão, até dia 16, quando o plenário da corte julgará um recurso do PC do B para anular a votação secreta e formação da chapa alternativa de "oposição" ao desgoverno e em favor do impedimento da Presidenta. Até quando o Executivo continuará sendo salvo das manobras do Legislativo pelo Judiciário? E fica no ar a dúvida se haverá recesso parlamentar ou não - aumentando a agonia do Palhasso do Planalto.

Dilma já era há muito tempo! Michel Temer, rompido pessoalmente com ela, conspira abertamente. Eles se encontram nesta quarta-feira. Tardiamente, vão discutir a (péssima) relação... A contundente cartinha, feita para vazar, foi uma tentativa de habeas corpus político, para se livrar das amarras e contaminações de uma impopular Dilma que odeia Temer e os principais parceiros dele, já autoescalados ministros do eventual velho-novo desgoverno: José Serra, Nelson Jobim, Moreira Franco. O vice também escuta muito os conselhos de um grande amigo: Jacob Goldberg, estrategista de movimentos na Era Transmídia. FHC também já teria dado seus pitacos sociológicos ao "presidenciável". Temer também já recebeu o apoio das diretorias do Bradesco e do Itaú. Sinal de que não mexerá na política econômica de forma radical - o que confirma a tese de que ele é "mais do mesmo".  

Tudo isso é ótimo para quem? Lula... Vamos desenhar, para facilitar a compreensão e a profunda reflexão das pessoas de bem, para não se arrependerem, em futuro próximo, dos equívocos de avaliação. Repetindo, por 13 x 13: Lula é o grande beneficiário da cassação ou saída (nada espontânea) de Dilma Rousseff. A cúpula da Petelândia sabe perfeitamente disto. Do contrário, já teriam promovido o massacre de Michel Temer Lulia - aquele que oferece o perigo mais imediato ao mandato da Presidenta, por ser o imediato na linha de sucessão dela.  

Quem conhece o PT de longa data, sabe muito bem que eles adoram as práticas dos dossiês (verdadeiros ou falsos), do ataque feroz à honra e a credibilidade de seus adversários políticos. Como chegou a lembrar, certa feita, o falecido caudilho Leonel Brizola (ídolo da Dilma), Lula e o PT são capazes até de pisar no pescoço da mãe de quem os desafia ou contraria. Pois bem e para piorar, tem outro detalhe. A crise econômica no Brasil não tem solução de curto prazo pois os erros, desmandos e roubalheiras generalizadas promovidas nos últimos 13 anos deixam sequelas difíceis de serem curadas ou resolvidas rapidamente.

Os anos de 2016 e 2017 serão muito difíceis para a população, para as famílias brasileiras e para as empresas brasileiras. Como Dilma continuando no Palácio do Planalto, todo esse desgaste ficará com o Poder Executivo, comandado pelo PT. A desmoralização dela não vem de agora. A companheira Dilma quase não se reelegeu Presidenta, pois teve que ficar a campanha toda defendendo o seu governo.

Qualquer um que conhece um pouco de política sabe que é muito mais fácil fazer campanha eleitoral na ofensiva, fazendo promessas – na maioria das vezes sem a menor intenção de cumpri-las. É assim que Lula prefere operar. Como o gênio $talinácio voltaria ao poder em 2018 tendo que defender quatro anos de caos na economia, na saúde, na educação, nos transportes, além da roubalheira generalizada nas estatais e nos altos escalões políticos, seja do PT ou do PMDB?

Improvável e impossível. A última pesquisa eleitoral deu conta de que ele, o mito decadente Lula, é rejeitado por 47% dos eleitores. Agora, o jogo pode mudar se o senhor Temer, junto com os "primos" do PSDB assumirem o Poder Executivo e ficarem com a bomba no colo até 2018. Neste cenário, o companheiro $talinácio seria candidato de oposição, podendo fazer promessas, promessas e mais promessas. Nesta mesma linha, taticamente, os petistas não soltariam os dossiês contra aqueles que querem agora derrubar a Dilma, pois guardariam as malvadezas como moedas de troca para 2018.

Caso o senhor Temer e o PSDB resolvam fazer uma verdadeira faxina ética e moral, apurando todas as bandidagens que foram praticadas nos últimos 13 anos, aí sim os comissários do PT pulariam nas tamancas. Rapidamente, em reação, divulgariam os dossiês que seriam verdadeiras bombas. Principalmente porque teríamos o PMDB na chefia do Executivo junto com o PSDB, gente sobre quem o PT alardeia saber muita coisa podre. Haveria uma barganha política, aquela do pior nível possível e que tem acabado com a nossa Pátria, com a nossa Nação, inviabilizando um País maravilhoso chamado Brasil.

A lógica pragmática de Lula é bem mais simples e imediata. Sacrifica-se a Dilma, que já está cansada mesmo desse fardo. Deixa-se o PMDB pilhar o País de maneira mais direta e explícita. O PSDB volta a sentir o gostinho do poder, algo tão almejado pelos já envelhecidos cardeais José Serra, Geraldo Alckmin, FHC e até o jovial Aécio. Os tucanos alimentariam, assim, as chances de enfrentar uma campanha eleitoral usando o poder da máquina - como fazia na era FHC.

As cúpulas decidem o jogo no tapetão. Novamente vemos aquele cenário em que nenhuma das “ditas autoridades” pensa no futuro da Nação Brasileira, no destino promissor da Pátria Brasil. Comportam-se como as hienas se revezando na pilhagem estatal, fazendo jogos de aparências e de cena, com brigas e disputas falsas para se manterem no podre poder. Mais uma vez, fica claro que não temos oposição, mas sim mera "composição".  As zelites brasileiras não aprendem e, pior, não querem aprender. O Capimunismo Rentista as satisfaz.

Cassar a Presidenta Dilma é tapar o sol com a peneira. Dilma não é a causa dos males. Ela é consequência da falha estrutural do modelo estatal brasileiro. Por isso, ser cassada pelo senhor Eduardo “Contas na Suíça” Cunha é desmoralizar por completo aquilo que parece ser um arremedo de processo democrático brasileiro. Aliás, até no caso do pau no Cunha tem rigor seletivo. O Ministério Público da Suíça já enviou ao Brasil a relação de várias pessoas que tiveram movimentações suspeitas naquele paraíso fiscal decadente. Segundo o próprio Cunha, nesta relação existem diversos parlamentares. Ele reclama porque só ele está sendo “crucificado”.

A presidente Dilma, inclusive a todo instante, lembra que não é ela que está sendo acusada de manter contas não declaradas na Suíça. Ninguém com o mínimo de seriedade ou inteligência pode imaginar que depois de cassada por gente desta “pouca qualidade política”, o PT não vai trabalhar e provavelmente conseguir demonstrar que houve um "golpe" contra a (pretensa) democracia (regime que o Brasil ainda não conhece plenamente).
Mesmo nessa farsa de discurso, Lula e o PT vão ganhar o argumento eleitoral de que eles foram vítimas de um "golpe" praticado pelos corruptos investigados pela Polícia Federal por ordem de quem? Da Presidenta e de seu Ministro da Justiça. Novamente, a Petelândia voltaria a posar de "vítima das zelites". A novelinha do impeachment é oportuna para a encenação desta tragicomédia.

Por tudo isto, qualquer um que defender a cassação da presidente Dilma como "solução efetiva" acaba se transformando, mesmo sem querer, em um cabo eleitoral antecipado do senhor Lula para a aventura de 2018 (que só Deus sabe se ele terá saúde para encarar). O plano do $talinácio, se conseguir o retorno triunfal, será terminar de implantar o socialismo do século 21 (na prática um bolivarianismo radical, mas com o jeitinho brasileiro da esculhambação, inspirado nos ideais do Foro de São Paulo - que ele não teve coragem (ou condições) de fazer valer, de forma hegemônica, em seus oito anos de mandato, e nos primeiros quatro da Dilma, até agora.

Se Dilma sair ou for saída antes do tempo, dando lugar a Michel Temer, o chefão Lula ressurgirá como grande salvador das massas desempregadas, esfomeadas e injustiçadas. Pelo menos este é o script que petistas próximos a ele desenham. A quem interessa a volta de Lula ao Palácio do Planalto em 2018? Só interessa a ele mesmo e ao sistema que aparelha a máquina estatal capimunista no Brasil.

Pensemos bem e respondamos para a própria consciência: Quem deseja a volta de Lula à Presidência da República? Quem gostaria que as coisas fiquem do mesmo jeitinho que estão no Brasil da impunidade, ilegalidade e ignorância? Quem tem medo de pensar conceitos corretos? Quem teme as mudanças verdadeiras?

$talinácio quer saber de nada disso! Apesar do desgaste de imagem, Lula ainda não tem adversários a sua altura. Quem seria o presidenciável "oposicionista" para 2018? O nome ainda parece longe de surgir... A falta de lideranças políticas verdadeiras é o grande drama do Brasil. Além disso, qualquer um que ouse se mostrar como "opositor", com as regras atuais do jogo, será fulminado pelo sistema do crime organizado. Se o Brasil não mudar de verdade, o caos continuará operando a pleno vapor.

Na estrutura atual, o Brasil é inviável: com visão vagabunda de rentista, juros altíssimos, carga tributária absurda (92 impostos, taxas, contribuições e infindáveis instruções normativas ou portarias ministeriais), gritante insegurança jurídica e desgovernança sistêmica do crime organizado. Infelizmente, ainda estamos longe da verdadeira Democracia - definida como o Império da Lei, da Segurança do Direito, através do exercício ético da razão pública.

Por isso, o primeiro e nada fácil passo é romper com o Capimunismo Rentista e patrimonialista, mudando a estrutura do Estado brasileiro que serve ao crime e não ao cidadão ou à sociedade. Só uma Intervenção Constitucional, pelo Poder Instituinte do Cidadão, tem condições de mudar o Brasil. Tal movimento só não pode se resumir a um "iluminismo de classe média" ou um "middle class wishfull thinking" - como sempre bem me adverte o cientista político William Carvalho.

O problema gigantesco que temos pela frente é: nossas elites, não se comportando como tais, não demonstram maturidade para definir e liderar o processo de mudança do caos para o pleno desenvolvimento de fatores políticos e econômicos. Assim, o Brasil segue sem rumo, na velha sina de País do futuro (mas que não cuida do presente e ignora as besteiras do passado, repetindo-as de tempos em tempos.

Let's sing

O Rei Roberto Carlos e Isaurinha Garcia fazem uma homenagem a Dilma recebendo a carta de Michel Temer - que ele deixou vazar...


Descendente

Lema do Lobão no Facebook, com direito a caixa alta e negrito:

"QUEM COM O 13 FERE,COM O 13 SERÁ FERIDO. DIA 13, TODO O BRASIL NAS RUAS A BRADAR: FORA DILMA, FORA PT!"

Apelidos


Incredulidade


Martirizado


Problema numerológico


Irmão Temer

Irregular na Maçonaria, quer tomar o lugar da Dilma...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

URGENTE - STF Suspende #Impeachment


Agora, mais do que nunca...
13.12 #VemPraRua BRASIL !

Por Jovem Pan

O Dia Histórico do Congresso Nacional: Impeachment de DILMA

Por Jovem Pan

#Impeachment Quebradeira e Violência


A carta que Temer tirou da manga escancarou tumores que apressam o apodrecimento do desgoverno de Dilma


A carta que Michel Temer tirou da manga ─ outras virão, e nenhuma vai melhorar a vida dos farsantes no poder ─ provocou estragos de bom tamanho no Palácio do Planalto. Entre eles se destaca a exposição de três tumores que vêm apressando o apodrecimento galopante do governo Dilma Rousseff.

Primeiro: no quesito habilidade política, a presidente é uma procissão de notas zero com louvor. Quando age por conta própria, não acerta uma. Quando se move orientada por Lula, erra todas.

Segundo: o chamado “núcleo duro” do Planalto é formado por perfeitas bestas quadradas. Uma governante que tem como conselheiros um Jaques Wagner ou um Ricardo Berzoini não precisa de inimigos.

Terceiro: a seita lulopetista não celebra acordos partidários. Em vez disso, faz contratos de arrendamento ou combina casamentos de conveniência sempre subordinados a uma cláusula pétrea: “Nós mandamos, os outros obedecem”.


Somados, os três tumores avisam que não há esperança de salvação para um poste que só não é grosseiro com seu fabricante, finge que não vê as rachaduras em acelerada expansão e, antes de desmanchar-se em escombros, faz o que pode para quebrar de vez o Brasil.

A Carta de Michel Temer


#Impeachment Dilma VIGARISTA


Chapa da Oposição vai compor Comissão do Impeachment


BOMBA RELÓGIO ARMADA!... Delação de Delcídio Amaral


A carta de Temer e a vitória da Oposição na Comissão do Impeachment


Carta de Temer demonstra definitivo rompimento político com Dilma


Dilma tem problemas além do Impeachment Corral


As Ilimitadas Burrices Políticas de uma PresidentA, InteligentA


Impeachment trava o país


#Impeachment Comissão Especial


O processo do impeachment pode fazer a economia mergulhar ainda mais fundo


As palavras voam, a burrice permanece


A Farsa dos Juristas - Partido dos Trabalhadores


Dilma cometeu crime de responsabilidade com decretos


RECESSÃO 2016


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A CARTA BOMBÁSTICA de Temer pra Dilma


Ninguém salvará Dilma, nem que a vaca tussa


LAVA JATO cai com o #Impeachment ?


A difícil relação entre Dilma e Michel Temer


Venezuela Mercosul


A vitória da oposição na Venezuela


2016 - NÃO chegamos ao FUNDO do POÇO!


Vice-presidente Michel Temer tem encontro com empresários em SP


#IMPEACHMENT - A armadilha do Recesso Parlamentar


Dilma defende que processo de impeachment seja analisado logo


#Impeachment - Mentiras e Distorção


O pessimismo do mercado para 2015 e 2016


#Impeachment Dilma VS Temer


PT chama de golpe nova manobra de Eduardo Cunha


Corruptos pelo Impeachment contra corrupção... E estudantes deixam Reis e Rainhas nús.


A escolha da comissão que julgará pedido impeachment de Dilma


domingo, 6 de dezembro de 2015

13.12 #VemPraRua Brasil


“FORA, DILMA!”


Finalmente, rompeu-se o impasse.

A queda de braço entre a Presidente da República e o Presidente da Câmara de Deputados, verdadeira chantagem recíproca em que ambos se empenhavam, ameaçando-se ostensivamente com o deslanche da campanha de impeachment de um ou do outro, barganhando votos e prazos, todos sabendo que o outro mentia até considerar-se em posição de vantagem para romper o acordo da véspera, desequilibrou-se e as coisas se precipitaram, como aconteceria mais cedo ou mais tarde.

Felizmente para o Brasil, foi mais cedo do que ousávamos esperar.

O que decidiu a parada foi o fato de três deputados petistas do baixo clero, membros da Comissão de Ética da Câmara (sem gargalhadas, por favor) terem cedido às pressões e ofertas de seu partido e declarado seu voto para o prosseguimento da ação contra Eduardo Cunha que tramita naquela Casa.

Sentindo-se traído pelo partido da Presidente, com justa razão, Cunha adotou a medida que já tinha pronta para esta eventualidade: retaliou, acolhendo o pedido de impeachment da Presidente, que dormitava em sua gaveta há meses e dando andamento ao processo.

Rompido o acordo dúbio que unia as duas autoridades, uma prometendo evitar que a outra fosse impedida, o tempo passa, agora, a correr contra o Presidente da Câmara, envolvido em maracutaias da Operação Lava-Jato e nas mentiras com que procurou encobrir a existência de gordas contas em bancos suíços, com recursos de origem nebulosa ou mágica.

Dilma, por sua vez, tem interesse em que seu julgamento comece logo, pois percebe que a situação econômica nacional se deteriora diuturnamente e, em breve, teremos manifestações populares nas ruas, pedindo sua saída.

Esperamos que tais trâmites realmente se acelerem, já que o acordo de proteção mútua acabou, e estejamos, nos prazos legais, livres desses dois personagens – Dilma e Cunha – que tanto mal já nos fizeram e ainda podem fazer, enquanto não forem definitivamente afastados da vida pública.

Na série de ameaças que proferia de vez em quando, para reforçar sua posição na barganha política com que pretendia salvar seu mandato, o deputado citava um rol de dezenas de parlamentares sobre os quais dispunha de dossiês comprometedores, que seriam divulgados caso fosse afastado de sua posição privilegiada.

Que venham então essas novas denúncias, para que prossiga a faxina ética de que tanto o Brasil precisa.


Que tudo isso nos sirva de lição, para não mais nos deixarmos enganar por candidatos mentirosos e falsos nas próximas eleições, a partir das de 2016.

Dilma na "Sofrência"


Natal sem Dilma ou Carnaval do Impeachment


dilma mariaMadame vai sair fantasiada de D. Maria, a Louca

Três bobagens, três derrotas. Fala-se das tentativas do PT, do PCdoB e de deputados governistas de obter do Supremo Tribunal Federal a anulação do processo de impeachment da presidente Dilma, iniciado pelo presidente da Câmara. Qualquer observador de bom senso desestimularia esse tipo de ação, não só pela falta de embasamento jurídico quanto pelo estímulo da interferência entre os poderes da União. Queriam a mais alta corte nacional de justiça atropelando a Câmara dos Deputados numa decisão exclusiva dos representantes da população.

O resultado só poderia ter sido a rejeição, exarada em termos duros e necessários, pelos ministros Celso Mello, Gilmar Mendes e, sem a menor dúvida, por todos os demais integrantes do STF. Desmoralizaram-se os autores dos pedidos, mas, acima de tudo, ajudaram a desmoralizar o governo. Forneceram mais uma prova da confusão verificada em torno da presidente Dilma, que se foi consultada previamente e autorizou, fica muito mal. Mas se não foi, pior ainda.

Apesar das sucessivas reuniões ministeriais promovidas por Madame, continua o bate cabeça no Palácio do Planalto e adjacências. A novidade, ontem, foi a disposição do governo de apressar o julgamento. O argumento anunciado como exigência da presidente baseou-se no raciocínio de que se agora está feio, com o passar dos meses ficará horrível, tendo em vista o agravamento da crise econômica. Quer dizer, em vez de demonstrar disposição para debelar o desemprego, o aumento de impostos e as dificuldades crescentes na vida nacional, os detentores do poder preferem antecipar o confronto.

Imaginam dispor de mais apoio, ou de menos abandono, antes que a situação se deteriore. É reconhecer a incapacidade de recuperar a economia. Em especial quando concluem melhor submeter-se agora ao pedido de afastamento, quando dizem dispor de 258 votos, do que daqui a dois ou três meses, quando faltará a certeza de que contarão com 172, o número mínimo para salvar o pescoço da rainha. Mais uma prova de fraqueza. Por isso sustentam os governistas a suspensão do recesso parlamentar, com o funcionamento normal do Congresso em janeiro. Dificilmente conseguirão outra evidência de haverem perdido o controle do processo político.

Enquanto isso, prossegue a baixa tertúlia entre Dilma e seus ministros, de um lado, e Eduardo Cunha, de outro, acusando-se de mentirosos e chantagistas. Um lamentável espetáculo que não deveria ser encenado. Afinal, os dois grupos desdobraram-se em simulacros de entendimento e agressões ostensivas. Ninguém controla ninguém. O governo, com medo das ruas, prevendo que crescerão as manifestações ditas contra o impeachment, mas na realidade de indignação frente ao caos econômico. As oposições, cada vez mais ávidas de aproximar-se do vice Michel Temer, para o que der e vier.


Por enquanto, faltam votos no plenário da Câmara para a condenação da presidente. Em fevereiro, ignora-se, tendo em vista o perigo real e imediato da desagregação econômica prestes a transformar-se em crise social. Entre exortações para a antecipação do embate parlamentar, a pergunta fica é sobre o que fará mais mal ao país: o Natal sem Dilma ou o Carnaval do impeachment.


O Incrível CÂMBIO na Venezuela


Picolé derrete como a Dilma: na pressão!

 
Historicamente, o sistema estatal brasileiro (União, Estados e Municípios) raramente respeitou os cidadãos - a não ser quando eles exerceram seu poder de pressão e direito instituinte. Na lógica de exploração do Estado Capimunista, na qual o indivíduo é tratado de forma subalterna, como se fosse um escravo - embora tenha as obrigações de votar, pagar impostos e obedecer (cegamente) a leis nem sempre legítimas. Normalmente, o modelo adora agir e tomar decisões sem ouvir as pessoas. Só dá problema quando tem reação forte de algum grupo organizado ou da maioria da opinião pública, via repercussão midiática.

Foi exatamente isso que aconteceu com o tal decreto de reorganização escolar que o governo do Estado de São Paulo baixou e tentou executar. O plano tinha uma série de "boas intenções" e propunha algumas medidas racionais básicas ou necessárias para o correto funcionamento de uma complexa rede de escolas públicas. Elas não são tão gratuitas quanto a fama sugere, pois têm gastos altos e muitos desperdícios de recursos, raramente transparentes ao cidadão-eleitor-contribuinte. Algumas têm qualidade, mas a maioria reflete o desastre educacional da pátria sem educação.

Como o "maravilhoso" projeto de reforma estrutural não foi exaustivamente discutido com a população, houve reações: justas ou nem tanto, beirando ao vandalismo e a violência. Jovens (de forma espontânea e também instrumentalizados por movimentos políticos) promoveram protestos nas ruas. As manifestações saíram do controle. Transformaram-se em "casos de polícia". Escolas foram ocupadas e depredadas. O Ministério Público foi forçado a entrar na confusão. Com abusos cometidos por todos os lados, e o caos gerado no trânsito, atrapalhando a mobilidade de quem achava que nada tinha a ver com as passeatas, geraram uma pressão de mídia contra o governo estadual - que fez um discurso inicial de que a mudança seria irreversível e irrevogável, até ser forçado a baixar a bola e recuar (de modo até politicamente covarde).

A gota d'água foi a divulgação de uma pesquisa de opinião indicando uma grande queda de popularidade do governador, combinada com a rejeição da maioria dos entrevistados contra uma reforma que não foi debatida publicamente (inclusive sem ouvir, até cansar, todos os alunos, professores e pais diretamente interessados). O governador Geraldo Alckmin, que tenta vender a permanente imagem de eficiência para emplacar uma candidatura presidencial em 2018, foi obrigado a revogar o decreto. O Secretário de Educação ficou pt da vida e pediu exoneração. A mesmice venceu, por culpa da arrogância autoritária do governo paulista há mais de uma década comandado pelo PSDB - que tem todos os cacoetes totalitários de uma falsa e envergonhada esquerda, que pouco tem de social e menos ainda de democrata.

Pelo recuo inoportuno e covarde, diante de uma pressão de jovens que chegou a acusar de ter sido instrumentalizada politicamente (pelo PT e PC do B), Geraldo Alckmin praticamente sepultou sua chance de se viabilizar como candidato a suceder a desgastadíssima Dilma Rousseff. O governador Alckmin agora terá sua impopularidade acelerada pelo episódio da reforma escolar (na qual nem ele acreditava, senão não a revogaria, mas faria a tal audiência pública para iniciar um debate que deveria ter sido um pressuposto).

O tucano foi vítima da própria fragilidade e falta de consistência. Picolé de Chuchu derrete, facilmente, sob o calor do clamor popular. A fraqueza comprovada e exposta de Alckmin foi uma ótima oportunidade para lembrar aos cidadãos brasileiros que é preciso e vale a pena reagir, de forma civilizada e legítima, porém contundente, contra os abusos cometidos pelos entes estatais e suas máquina de perseguição (as gestapos tupiniquins). A pressão popular funciona (para as coisas certas, e também para as coisas erradas). Os governos (ainda) têm medo da reação popular. Este é o detalhe mais importante.

A regra vale para que o Brasil consiga se livrar da Dilma Rousseff - eleita pela maioria sem noção e pela omissão completa de uma suposta oposição que, claramente, não quis ganhar a eleição - questionável pela votação eletrônica sem direito a uma legítima recontagem de voto por meio físico. Protestar é preciso! No entanto, a passividade do brasileiro diante dos abusos dos vários desgovernos ainda é uma péssima tendência. O governo do Crime Organizado tira vantagem desta fragilidade do cidadão sem fé e coragem.

Vem aí uma nova onda de protestos nas ruas contra Dilma e seu desgoverno. Será que no dia 13 de dezembro milhões irão às ruas? A petelândia aposta que não, e corre para impedir o recesso parlamentar, a fim de colocar em votação o processo de impeachment de mentirinha (um golpe baixo armado pelo alto clero do Congresso Nacional para usar a maioria da base aliada e rejeitar o processo contra Dilma). A manobra é canalha! Pena que alguns idiotas, inocentes inúteis, não queiram perceber o jogo sujo do Palhasso do Planalto (o ente fictício máximo de um País de Mentiras).      

Ainda estamos engatinhando na reação aos abusos estatais no Brasil. No entanto, a revolução brasileira dá sinais de avanço. Vale a regra: quem não reage rasteja!

Cantamos a Marchinha


Japonês da Federal: o hit do momento. Dos Autores: Thiago SP, Dani Batistonne, Jabolinha e Tigrão.

Sem lugar



Acarajé Petista


Caiado pede mobiliação popular pelo impeachment de Dilma


A recusa ao MÉRITO


sábado, 5 de dezembro de 2015

13.12 #VemPraRua Brasil


Impeachment será decretado pela voz das ruas


Começou a degringolada do governo Dilma Roussef


TSE: Dilma tem sete dias para explicar abuso de poder político e econômico na eleição de 2014

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Desde que tomou posse em seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff desconheces o que é sossego e tem visto a própria situação política piorar cada vez mais. Reflexo das muitas trapalhadas cometidas no primeiro mandato e da teimosia que funcionou como abre-alas do segundo. Sem contar que as mentiras contadas durante a corrida presidencial do ano passado caíram por terá antes da hora prevista.

Enquanto tenta barrar o processo de impeachment no Congresso Nacional, a petista precisará também se defender em ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode cassar o seu mandato e do vice, Michel Temer. Nesta sexta-feira (4), o tribunal publicou o acórdão sobre o processo. A defesa tem sete dias para se manifestar a partir da notificação.

A ação investiga abuso de poder político e econômico nas eleições do ano passado e foi proposta pelo PSDB. Os advogados que representam a chapa Dilma-Temer poderão apresentar provas e indicar testemunhas, durante esse prazo, além de solicitar a produção de outras provas.

De acordo com o processo, há indícios de irregularidades na contratação da empresa Focal Confecção e Comunicação Visual, que prestou serviços à campanha e recebeu R$ 24 milhões. Ainda há indícios de financiamento de campanha com dinheiro oriundo de corrupção em contratos com a Petrobras.

O Tribunal decidiu abrir a ação de impugnação de mandato em outubro. Entretanto, desde agosto, quando o julgamento foi paralisado por um pedido de vista, a corte já possuía maioria formada para abrir a apuração. Foi a primeira vez que a Justiça Eleitoral autorizou uma investigação como essa contra a campanha de um presidente da República. A relatoria do processo é da ministra Maria Thereza de Assis Moura.


O vice-presidente Michel Temer quer que a defesa dele seja apartada da de Dilma. Temer argumenta que sua prestação de contas foi feita separadamente do balanço apresentado pela presidente. A tentativa é salvar o vice mesmo que a candidatura de Dilma seja impugnada.

DILMA tenta emparedar Michel Temer


O pedido de demissão do ministro Eliseu Padilha, do PMDB


REAJUSTE dos MILITARES: Supostos “estudos para reajuste” vira capa do EXTRA no RIO


defesa e reajuste dos militares sem propostasEmbora o assunto tenha rendido capa no EXTRA, na audiência ocorrida dia 2 nada de conclusivo foi dito de conclusivo sobre reajuste dos militares das Forças Armadas. Lideranças de associações e alguns militares da reserva que compareceram ao Congresso Nacional saíram do local reclamando muito e prometem mobilizações para o início de 2016. A tropa está cada vez mais inquieta. Pois, permanece com os salários defasados e mesmo assim é cada vez mais requisitada para suprir lacunas deixadas pelo estado.

Nessa quarta-feira (02/12), na audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional os deputados pediram a Aldo Rabelo que inicie os procedimentos para a revogação de uma medida provisória editada há quase 15 anos e que nunca foi submetida ao Plenário da Câmara e do Senado por ter sido excluída, na época, da lista das que trancam a pauta da Câmara e do Senado.

A MP 2215/2001 nunca foi votada e, entre outras medidas nocivas para os militares das Forças Armadas, acabou com a promoção automática dos militares que passam para a reserva.

O Ministro disse que militares tem “particularidades”, não tem direito a greve, passeata, habeas corpus etc e deu a entender que isso os deixa defasados em relação a outras categorias. Contudo, nada de novo foi dito em relação a reajuste de salários, o que mais interessa aos militares nesse momento.

A reunião não foi relacionada à polícia militar ou segurança pública em geral.

Mercado financeiro tem reação favorável diante do processo de Impeachment


A batalha do impeachment começou


A PRESIDENTE está BRABA

  
A presidente Dilma veio às falas e se declarou indignada. Ela, indignada. E nós, o quê? Nós, constrangidos a conviver com recessão, inflação e corrupção.  Nós, sentenciados a acatar aumentos de impostos, solução indicada por quem sequer entendeu a natureza do problema. Somos notificados, nós, em cadeia nacional, de que a presidente está braba...

Ora, leitores, o Brasil cansou de Dilma, do seu partido, das enrolações, das mentiras e das mistificações que mantêm o PT no poder.

Hoje à tarde, quinta-feira (3), assisti a leitura do pedido de impeachment ao plenário da Câmara dos Deputados. Estarrecedora a lista de crimes de responsabilidade fiscal praticados pelo governo! Na origem de cada um deles a mesma motivação: ocultação da realidade, dissimulação dos fatos, enganação. A tais práticas, lembremo-nos, era dado o nome de “contabilidade criativa”. Valha-nos Deus!

A presidente espera enfrentar a crise acusando a oposição de conspirar contra o interesse público. Mas quem agiu prolongada e determinadamente contra a nação, olhos postos apenas no interesse próprio e nas parcerias ideológicas? Quem fez o diabo e todos os diabinhos possíveis para vencer a eleição gerando o caos subsequente, jogando o país em mais uma década perdida?

O Brasil precisa de união nacional para enfrentar a crise. A presidente não perdeu apenas 70% dos votos que fez no ano passado. Por não respeitar o interesse público, por valorizar mais a reeleição do que o bem do país, ela perdeu o respeito do país. E não há, tampouco, como seu partido unificar qualquer coisa politicamente consistente. Enquanto o governo jogava o país na valeta da estrada por onde outros avançam, o partido governante entesourava e tratava de dedicar o Estado, o governo e a administração à tarefa de construir conflitos e impor suas pautas.

A unidade, em torno de Dilma Rousseff, só pode ser na tarefa de nos enganarmos uns aos outros para que, ao final, estejamos todos vivendo o mesmo delírio. E a unidade, em torno do PT, é a guerra de todos contra todos, é a simultaneidade dos ódios provocados e a explosão de todos os conflitos existentes, inventados e ainda por inventar.

O impeachment no qual o país depositou suas esperanças neste ano que chega ao fim foi posto em marcha. Ao longo das próximas décadas estaremos falando destes dias, destas semanas, e saberemos que, em 2015, o povo brasileiro mobilizou-se para que se cumprisse a Constituição e fossem afastados do poder aqueles que se uniram na mentira e nela se abastaram.

Tanto semearam divisão que acabaram unindo o país contra si.

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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.



O peso do pedido de impeachment na economia


A bandeira do Impeachment

 
Como bem definido, mas de certa forma mascarado, o portador da bandeira do impeachment é o jurista Hélio Bicudo. Não é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, sob mira da metralhadora midiática, bombástica e avassaladora para enfumaçar e desviar o foco dos malfeitos — muitos, insuportáveis e repulsivos — do governo da “presidenta” Dilma Roussef.
      
A bipolaridade marcante das duas autoridades, ao ponto de Eduardo Cunha declarar a ruptura com o governo, mesmo sendo do PMDB/bengala-PT, mantinha ultimamente um viés de salvação da própria pele, momentos de atração, momentos de repulsão.
      
Em que pesem as acusações sobre o atual presidente da Câmara, cabe ao detentor desse cargo, enquanto o for, acatar ou não as acusações sobre o presidente da República em exercício. Em perfeita consonância com os ditames da Constituição Federal. Chamar de golpe é puerícia, rótulo simplista, e falta de argumento, como “(A) xingar a mãe de (B)”. As imputações de crimes e/ou condutas reprováveis estão circunscritas à instituição legal para apreciá-las. Ponto.
      
Desqualificar Eduardo Cunha é mera jogada de marqueteiro para amaciar a opinião pública, nítida e gradativamente se acostumando com o fedor que exala do Planalto, governo do PT, com expoentes do partido condenados ou presos. Do mensalão, com José Dirceu (era ministro-chefe da Casa Civil do gov. Lula), José Genoíno, Paulo Cunha, Delúbio Soares (foi tesoureiro), ao petrolão — limpeza lava a jato — com João Vaccari Neto (foi tesoureiro) e mais recente, o senador Delcídio Amaral, líder do governo Dilma. E mais, elevado número de ministros afastados por vários motivos, não virtuosos.
      
Ao contrário de E. Cunha, destaque diário nos telejornais por contas no exterior e outros valores para anestesiar a nação, no polo oposto ao governo Dilma está Hélio Bicudo, mentor das denúncias, que assina com outros, o pedido de impeachment. Como é um jurista de nomeada e de reputação ilibada, convém às patrulhas ideológicas mantê-lo na sombra e a iluminar o presidente da Câmara, pendurado na Comissão de Ética, que no processo de impeachment, simplesmente aceita o pedido e o submete aos pares para condenar ou absolver a “presidenta”.
      
Taxar Hélio Bicudo de golpista não conseguem fazer diretamente, por isso o escondem, e repetem como palavra de ordem generalizada, prática do petismo. E no caso Bicudo pertenceu aos quadros do PT desde os primórdios, onde exerceu funções de relevo, e o renegou exatamente no advento do mensalão do PT que assombrou o Brasil e transformou o ministro do STF, Joaquim Barbosa em baluarte contra a quadrilha que assaltou o tesouro, infiltrada no governo central e Congresso Nacional.
      
As razões técnicas estão expostas no pedido, ao que consta bem fundamentadas no alegado descumprimento da Lei de diretrizes Orçamentárias e Lei de Responsabilidade Fiscal, malfeito apelidado de “pedaladas fiscais”. Sendo o único aceito dentre 34 pedidos neste ano; ao todo 48 desde 2011, maior registro com início no governo Collor de Melo.
      
Ora, cabe assim a decisão aos 513 deputados após os trâmites legais, ampla defesa e conclusão nessa Casa legislativa. A depender de 2/3, voto de 342 deputados, o impeachment é aceito no patamar considerado. Em termos percentuais, 66,66...%.
      
Se a Câmara representa a sociedade, grosso modo se pode obsevar o que esta pensa a respeito da presente condução do país. Na pesquisa de 30/11/15 – Datafolha, a rejeição ao governo Dilma atinge 67% e, 65% dos entrevistados são favoráveis ao impeachment. Nota ínfima de 3,2 entre zero e dez.
      
Incumbe ao Senado fazer o prosseguimento do impeachment aprovando-o por 2/3 dos seus membros, 54, se for o caso.
  
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Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado Maior, reformado.

Onde está a Direita? Ela Vive de quê?


Alckmin suspende reorganização das escolas e secretário da Educação pede demissão


GOVERNISTAS resolvem fazer CHICANAS no STF


Impeachment e Intervenção Militar: Irmãos Siameses

 
O Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República em 1889. O General Eurico Gaspar Dutra foi Presidente do Brasil após a ditadura de Getúlio Vargas (1937/1945) e durante seu mandato (1946) foi promulgada uma das melhores Constituições que o Brasil já teve. O General Henrique Teixeira Lott garantiu com sua autoridade a posse de Juscelino Kubistchek em 1956. Em 1964, os militares assumiram o poder, atendendo ao clamor popular para evitar que uma ditadura comunista se instalasse no país. Durante o governo do General Emílio Garrastazu Médici (1969/1974) o vertiginoso progresso econômico do Brasil passou a ser chamado de “milagre brasileiro”.

Até 1964, os militares brasileiros tinham voz ativa na política e na sociedade nacional. Entre 1964 a 1985 comandaram o país. O Brasil era um país mais sério, mais respeitado, mais patriota e mais progressista. Da mesma forma que ocuparam o poder em 1964, os militares o entregaram em 1985: atendendo aos pedidos do povo e sem derramamento de sangue. Os combates que ocorreram durante o período que a imprensa nacional gosta de chamar de “anos de chumbo” foram ocasionados pela insistência da esquerda em tentar tomar o poder de assalto pela força das armas. Veja a história de Dilma Rousseff, Fernando Pimentel, José Genoíno, José Dirceu, Fernando Gabeira entre outros. Todos usaram técnicas de guerrilha e de terrorismo urbano visando instalar uma ditadura do proletariado no Brasil.

Após 1985 os militares brasileiros retiraram-se para a caserna a passaram a se ocupar de assuntos estritamente profissionais. E começaram a apanhar. A esquerda, vingativa, tenta até hoje reescrever a história. E muitos tolos engolem as mentiras. Por força legal os militares são proibidos de se manifestarem, até para defenderem sua honra. Quando o fazem são exonerados. É só ver os exemplos recentes dos generais Hamilton Mourão e José Carlos De Nardi, exonerados pela presidente.

Durante os 30 anos de silêncio compulsório dos militares brasileiros o país virou de cabeça para baixo. A corrupção atingiu níveis jamais imaginados. A principal estatal brasileira foi loteada e rapinada por maus políticos. A família sofre contínuos ataques. A imoralidade tornou-se a ordem do dia. Programas sociais substituíram o saco de cimento na conquista ilegal de votos. A inflação voltou, o desemprego subiu, e o Brasil vive uma profunda recessão. E chegou o impeachment. Cunha sabe que cairá, mas resolveu levar Dilma consigo. No processo, trocam acusações. E mostram, com clareza, o baixíssimo nível das pessoas que hoje detém o poder em Brasília. Alguns, mais castos (por ignorância ou conveniência), criticam a iniciativa de Cunha: ele não teria moral para iniciar o impeachment. E qual moral Dilma teria para continuar a testa do governo? Seria a moral dos votos conquistados com o estelionato eleitoral e com a suspeita de fraude nas urnas eletrônicas? Ou com a corrupção na Petrobrás que ela comandou? Ou a moral dos seus companheiros de Partido dos Trabalhadores cuja cúpula ou está presa ou está sob fortíssima suspeita? Diga-me com quem andas e eu te direi quem és!

É de se perguntar: o silêncio compulsório dos militares fez algum bem ao Brasil? É óbvio que não. Militar não é cidadão de segunda classe. Se não lhe deve ser permitido rasgar a Constituição (assim como a qualquer outro cidadão) também não se pode tolher o militar de pensar e falar. Quem o faz, age assim em benefício próprio, pois teme a força militar e a prestação de contas que virá.

Já disse e repito: é difícil imaginar um cenário no futuro próximo do Brasil em que não se encare a necessidade de intervenção militar para manter a lei e a ordem e para ajudar as instituições a limparem a casa. A lama está por todos os lados, e só teme o longo braço da lei quem deve explicações à Justiça. O impeachment é um mecanismo constitucional e legal que pode e deve ser usado. Se, como consequência desse processo, for necessário que as Forças Armadas intervenham; que venha a intervenção. Os dois mecanismos não estão de lado opostos nem seus defensores deveriam se sentir em lados antagônicos; muito antes pelo contrário: impeachment e intervenção militar podem se tornar irmãos siameses: um completando o outro, para o bem do Brasil.

Mas, para isso ocorrer, os brasileiros precisarão mostrar a sua voz e a sua cara. Collor caiu porque os cara-pintadas ocuparam as ruas do Brasil. Está chegando o momento de fazer pressão. De mostrar que o Brasil de hoje não é o Brasil que queremos. Que não concordamos com a corrupção, a imoralidade e a falta de ética. Está chegando a hora de levar o lema da nossa bandeira para as ruas:


Ordem e Progresso para o Brasil!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O SHOW de cinismo de LULA e Rui Falcão


A CLEPTOCRACIA se assenhoreou do Poder


O impeachment de Dilma Rousseff


PT inicia tentativa de desconstruir o #Impeachment


Presidente do PT critica abertura de processo de impeachment


A reação do mercado ao pedido de impeachment


Dia de troca de farpas entre Cunha e o Governo


Graças ao desastre econômico produzido pela dupla de embusteiros, o Brasil está pior que a Grécia


No tiroteio do impeachment CORRAL não tem mocinho


STF vai barrar Processo de #Impeachment?


Grã-Bretanha faz primeiro ataque ao Estado Islâmico na Síria


DILMA - A Grande Mentirosa


Hangout: Impeachment de Dilma


Decisão de Cunha em relação ao impeachment causa reviravolta política


A festa do impeachment


Impeachment: Prolongamento da agonia, ou início do desfecho das crises?


Contas Públicas: O pior outubro já registrado


O #Impeachment não é obra de Cunha


#‎Impeachment‬: O Brasil contra o PT

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Jair Bolsonaro X Aldo Rebelo