domingo, 6 de dezembro de 2015

Natal sem Dilma ou Carnaval do Impeachment


dilma mariaMadame vai sair fantasiada de D. Maria, a Louca

Três bobagens, três derrotas. Fala-se das tentativas do PT, do PCdoB e de deputados governistas de obter do Supremo Tribunal Federal a anulação do processo de impeachment da presidente Dilma, iniciado pelo presidente da Câmara. Qualquer observador de bom senso desestimularia esse tipo de ação, não só pela falta de embasamento jurídico quanto pelo estímulo da interferência entre os poderes da União. Queriam a mais alta corte nacional de justiça atropelando a Câmara dos Deputados numa decisão exclusiva dos representantes da população.

O resultado só poderia ter sido a rejeição, exarada em termos duros e necessários, pelos ministros Celso Mello, Gilmar Mendes e, sem a menor dúvida, por todos os demais integrantes do STF. Desmoralizaram-se os autores dos pedidos, mas, acima de tudo, ajudaram a desmoralizar o governo. Forneceram mais uma prova da confusão verificada em torno da presidente Dilma, que se foi consultada previamente e autorizou, fica muito mal. Mas se não foi, pior ainda.

Apesar das sucessivas reuniões ministeriais promovidas por Madame, continua o bate cabeça no Palácio do Planalto e adjacências. A novidade, ontem, foi a disposição do governo de apressar o julgamento. O argumento anunciado como exigência da presidente baseou-se no raciocínio de que se agora está feio, com o passar dos meses ficará horrível, tendo em vista o agravamento da crise econômica. Quer dizer, em vez de demonstrar disposição para debelar o desemprego, o aumento de impostos e as dificuldades crescentes na vida nacional, os detentores do poder preferem antecipar o confronto.

Imaginam dispor de mais apoio, ou de menos abandono, antes que a situação se deteriore. É reconhecer a incapacidade de recuperar a economia. Em especial quando concluem melhor submeter-se agora ao pedido de afastamento, quando dizem dispor de 258 votos, do que daqui a dois ou três meses, quando faltará a certeza de que contarão com 172, o número mínimo para salvar o pescoço da rainha. Mais uma prova de fraqueza. Por isso sustentam os governistas a suspensão do recesso parlamentar, com o funcionamento normal do Congresso em janeiro. Dificilmente conseguirão outra evidência de haverem perdido o controle do processo político.

Enquanto isso, prossegue a baixa tertúlia entre Dilma e seus ministros, de um lado, e Eduardo Cunha, de outro, acusando-se de mentirosos e chantagistas. Um lamentável espetáculo que não deveria ser encenado. Afinal, os dois grupos desdobraram-se em simulacros de entendimento e agressões ostensivas. Ninguém controla ninguém. O governo, com medo das ruas, prevendo que crescerão as manifestações ditas contra o impeachment, mas na realidade de indignação frente ao caos econômico. As oposições, cada vez mais ávidas de aproximar-se do vice Michel Temer, para o que der e vier.


Por enquanto, faltam votos no plenário da Câmara para a condenação da presidente. Em fevereiro, ignora-se, tendo em vista o perigo real e imediato da desagregação econômica prestes a transformar-se em crise social. Entre exortações para a antecipação do embate parlamentar, a pergunta fica é sobre o que fará mais mal ao país: o Natal sem Dilma ou o Carnaval do impeachment.


O Incrível CÂMBIO na Venezuela


Picolé derrete como a Dilma: na pressão!

 
Historicamente, o sistema estatal brasileiro (União, Estados e Municípios) raramente respeitou os cidadãos - a não ser quando eles exerceram seu poder de pressão e direito instituinte. Na lógica de exploração do Estado Capimunista, na qual o indivíduo é tratado de forma subalterna, como se fosse um escravo - embora tenha as obrigações de votar, pagar impostos e obedecer (cegamente) a leis nem sempre legítimas. Normalmente, o modelo adora agir e tomar decisões sem ouvir as pessoas. Só dá problema quando tem reação forte de algum grupo organizado ou da maioria da opinião pública, via repercussão midiática.

Foi exatamente isso que aconteceu com o tal decreto de reorganização escolar que o governo do Estado de São Paulo baixou e tentou executar. O plano tinha uma série de "boas intenções" e propunha algumas medidas racionais básicas ou necessárias para o correto funcionamento de uma complexa rede de escolas públicas. Elas não são tão gratuitas quanto a fama sugere, pois têm gastos altos e muitos desperdícios de recursos, raramente transparentes ao cidadão-eleitor-contribuinte. Algumas têm qualidade, mas a maioria reflete o desastre educacional da pátria sem educação.

Como o "maravilhoso" projeto de reforma estrutural não foi exaustivamente discutido com a população, houve reações: justas ou nem tanto, beirando ao vandalismo e a violência. Jovens (de forma espontânea e também instrumentalizados por movimentos políticos) promoveram protestos nas ruas. As manifestações saíram do controle. Transformaram-se em "casos de polícia". Escolas foram ocupadas e depredadas. O Ministério Público foi forçado a entrar na confusão. Com abusos cometidos por todos os lados, e o caos gerado no trânsito, atrapalhando a mobilidade de quem achava que nada tinha a ver com as passeatas, geraram uma pressão de mídia contra o governo estadual - que fez um discurso inicial de que a mudança seria irreversível e irrevogável, até ser forçado a baixar a bola e recuar (de modo até politicamente covarde).

A gota d'água foi a divulgação de uma pesquisa de opinião indicando uma grande queda de popularidade do governador, combinada com a rejeição da maioria dos entrevistados contra uma reforma que não foi debatida publicamente (inclusive sem ouvir, até cansar, todos os alunos, professores e pais diretamente interessados). O governador Geraldo Alckmin, que tenta vender a permanente imagem de eficiência para emplacar uma candidatura presidencial em 2018, foi obrigado a revogar o decreto. O Secretário de Educação ficou pt da vida e pediu exoneração. A mesmice venceu, por culpa da arrogância autoritária do governo paulista há mais de uma década comandado pelo PSDB - que tem todos os cacoetes totalitários de uma falsa e envergonhada esquerda, que pouco tem de social e menos ainda de democrata.

Pelo recuo inoportuno e covarde, diante de uma pressão de jovens que chegou a acusar de ter sido instrumentalizada politicamente (pelo PT e PC do B), Geraldo Alckmin praticamente sepultou sua chance de se viabilizar como candidato a suceder a desgastadíssima Dilma Rousseff. O governador Alckmin agora terá sua impopularidade acelerada pelo episódio da reforma escolar (na qual nem ele acreditava, senão não a revogaria, mas faria a tal audiência pública para iniciar um debate que deveria ter sido um pressuposto).

O tucano foi vítima da própria fragilidade e falta de consistência. Picolé de Chuchu derrete, facilmente, sob o calor do clamor popular. A fraqueza comprovada e exposta de Alckmin foi uma ótima oportunidade para lembrar aos cidadãos brasileiros que é preciso e vale a pena reagir, de forma civilizada e legítima, porém contundente, contra os abusos cometidos pelos entes estatais e suas máquina de perseguição (as gestapos tupiniquins). A pressão popular funciona (para as coisas certas, e também para as coisas erradas). Os governos (ainda) têm medo da reação popular. Este é o detalhe mais importante.

A regra vale para que o Brasil consiga se livrar da Dilma Rousseff - eleita pela maioria sem noção e pela omissão completa de uma suposta oposição que, claramente, não quis ganhar a eleição - questionável pela votação eletrônica sem direito a uma legítima recontagem de voto por meio físico. Protestar é preciso! No entanto, a passividade do brasileiro diante dos abusos dos vários desgovernos ainda é uma péssima tendência. O governo do Crime Organizado tira vantagem desta fragilidade do cidadão sem fé e coragem.

Vem aí uma nova onda de protestos nas ruas contra Dilma e seu desgoverno. Será que no dia 13 de dezembro milhões irão às ruas? A petelândia aposta que não, e corre para impedir o recesso parlamentar, a fim de colocar em votação o processo de impeachment de mentirinha (um golpe baixo armado pelo alto clero do Congresso Nacional para usar a maioria da base aliada e rejeitar o processo contra Dilma). A manobra é canalha! Pena que alguns idiotas, inocentes inúteis, não queiram perceber o jogo sujo do Palhasso do Planalto (o ente fictício máximo de um País de Mentiras).      

Ainda estamos engatinhando na reação aos abusos estatais no Brasil. No entanto, a revolução brasileira dá sinais de avanço. Vale a regra: quem não reage rasteja!

Cantamos a Marchinha


Japonês da Federal: o hit do momento. Dos Autores: Thiago SP, Dani Batistonne, Jabolinha e Tigrão.

Sem lugar



Acarajé Petista


Caiado pede mobiliação popular pelo impeachment de Dilma


A recusa ao MÉRITO


sábado, 5 de dezembro de 2015

13.12 #VemPraRua Brasil


Impeachment será decretado pela voz das ruas


Começou a degringolada do governo Dilma Roussef


TSE: Dilma tem sete dias para explicar abuso de poder político e econômico na eleição de 2014

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Desde que tomou posse em seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff desconheces o que é sossego e tem visto a própria situação política piorar cada vez mais. Reflexo das muitas trapalhadas cometidas no primeiro mandato e da teimosia que funcionou como abre-alas do segundo. Sem contar que as mentiras contadas durante a corrida presidencial do ano passado caíram por terá antes da hora prevista.

Enquanto tenta barrar o processo de impeachment no Congresso Nacional, a petista precisará também se defender em ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode cassar o seu mandato e do vice, Michel Temer. Nesta sexta-feira (4), o tribunal publicou o acórdão sobre o processo. A defesa tem sete dias para se manifestar a partir da notificação.

A ação investiga abuso de poder político e econômico nas eleições do ano passado e foi proposta pelo PSDB. Os advogados que representam a chapa Dilma-Temer poderão apresentar provas e indicar testemunhas, durante esse prazo, além de solicitar a produção de outras provas.

De acordo com o processo, há indícios de irregularidades na contratação da empresa Focal Confecção e Comunicação Visual, que prestou serviços à campanha e recebeu R$ 24 milhões. Ainda há indícios de financiamento de campanha com dinheiro oriundo de corrupção em contratos com a Petrobras.

O Tribunal decidiu abrir a ação de impugnação de mandato em outubro. Entretanto, desde agosto, quando o julgamento foi paralisado por um pedido de vista, a corte já possuía maioria formada para abrir a apuração. Foi a primeira vez que a Justiça Eleitoral autorizou uma investigação como essa contra a campanha de um presidente da República. A relatoria do processo é da ministra Maria Thereza de Assis Moura.


O vice-presidente Michel Temer quer que a defesa dele seja apartada da de Dilma. Temer argumenta que sua prestação de contas foi feita separadamente do balanço apresentado pela presidente. A tentativa é salvar o vice mesmo que a candidatura de Dilma seja impugnada.

DILMA tenta emparedar Michel Temer


O pedido de demissão do ministro Eliseu Padilha, do PMDB


REAJUSTE dos MILITARES: Supostos “estudos para reajuste” vira capa do EXTRA no RIO


defesa e reajuste dos militares sem propostasEmbora o assunto tenha rendido capa no EXTRA, na audiência ocorrida dia 2 nada de conclusivo foi dito de conclusivo sobre reajuste dos militares das Forças Armadas. Lideranças de associações e alguns militares da reserva que compareceram ao Congresso Nacional saíram do local reclamando muito e prometem mobilizações para o início de 2016. A tropa está cada vez mais inquieta. Pois, permanece com os salários defasados e mesmo assim é cada vez mais requisitada para suprir lacunas deixadas pelo estado.

Nessa quarta-feira (02/12), na audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional os deputados pediram a Aldo Rabelo que inicie os procedimentos para a revogação de uma medida provisória editada há quase 15 anos e que nunca foi submetida ao Plenário da Câmara e do Senado por ter sido excluída, na época, da lista das que trancam a pauta da Câmara e do Senado.

A MP 2215/2001 nunca foi votada e, entre outras medidas nocivas para os militares das Forças Armadas, acabou com a promoção automática dos militares que passam para a reserva.

O Ministro disse que militares tem “particularidades”, não tem direito a greve, passeata, habeas corpus etc e deu a entender que isso os deixa defasados em relação a outras categorias. Contudo, nada de novo foi dito em relação a reajuste de salários, o que mais interessa aos militares nesse momento.

A reunião não foi relacionada à polícia militar ou segurança pública em geral.

Mercado financeiro tem reação favorável diante do processo de Impeachment


A batalha do impeachment começou


A PRESIDENTE está BRABA

  
A presidente Dilma veio às falas e se declarou indignada. Ela, indignada. E nós, o quê? Nós, constrangidos a conviver com recessão, inflação e corrupção.  Nós, sentenciados a acatar aumentos de impostos, solução indicada por quem sequer entendeu a natureza do problema. Somos notificados, nós, em cadeia nacional, de que a presidente está braba...

Ora, leitores, o Brasil cansou de Dilma, do seu partido, das enrolações, das mentiras e das mistificações que mantêm o PT no poder.

Hoje à tarde, quinta-feira (3), assisti a leitura do pedido de impeachment ao plenário da Câmara dos Deputados. Estarrecedora a lista de crimes de responsabilidade fiscal praticados pelo governo! Na origem de cada um deles a mesma motivação: ocultação da realidade, dissimulação dos fatos, enganação. A tais práticas, lembremo-nos, era dado o nome de “contabilidade criativa”. Valha-nos Deus!

A presidente espera enfrentar a crise acusando a oposição de conspirar contra o interesse público. Mas quem agiu prolongada e determinadamente contra a nação, olhos postos apenas no interesse próprio e nas parcerias ideológicas? Quem fez o diabo e todos os diabinhos possíveis para vencer a eleição gerando o caos subsequente, jogando o país em mais uma década perdida?

O Brasil precisa de união nacional para enfrentar a crise. A presidente não perdeu apenas 70% dos votos que fez no ano passado. Por não respeitar o interesse público, por valorizar mais a reeleição do que o bem do país, ela perdeu o respeito do país. E não há, tampouco, como seu partido unificar qualquer coisa politicamente consistente. Enquanto o governo jogava o país na valeta da estrada por onde outros avançam, o partido governante entesourava e tratava de dedicar o Estado, o governo e a administração à tarefa de construir conflitos e impor suas pautas.

A unidade, em torno de Dilma Rousseff, só pode ser na tarefa de nos enganarmos uns aos outros para que, ao final, estejamos todos vivendo o mesmo delírio. E a unidade, em torno do PT, é a guerra de todos contra todos, é a simultaneidade dos ódios provocados e a explosão de todos os conflitos existentes, inventados e ainda por inventar.

O impeachment no qual o país depositou suas esperanças neste ano que chega ao fim foi posto em marcha. Ao longo das próximas décadas estaremos falando destes dias, destas semanas, e saberemos que, em 2015, o povo brasileiro mobilizou-se para que se cumprisse a Constituição e fossem afastados do poder aqueles que se uniram na mentira e nela se abastaram.

Tanto semearam divisão que acabaram unindo o país contra si.

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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.



O peso do pedido de impeachment na economia


A bandeira do Impeachment

 
Como bem definido, mas de certa forma mascarado, o portador da bandeira do impeachment é o jurista Hélio Bicudo. Não é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, sob mira da metralhadora midiática, bombástica e avassaladora para enfumaçar e desviar o foco dos malfeitos — muitos, insuportáveis e repulsivos — do governo da “presidenta” Dilma Roussef.
      
A bipolaridade marcante das duas autoridades, ao ponto de Eduardo Cunha declarar a ruptura com o governo, mesmo sendo do PMDB/bengala-PT, mantinha ultimamente um viés de salvação da própria pele, momentos de atração, momentos de repulsão.
      
Em que pesem as acusações sobre o atual presidente da Câmara, cabe ao detentor desse cargo, enquanto o for, acatar ou não as acusações sobre o presidente da República em exercício. Em perfeita consonância com os ditames da Constituição Federal. Chamar de golpe é puerícia, rótulo simplista, e falta de argumento, como “(A) xingar a mãe de (B)”. As imputações de crimes e/ou condutas reprováveis estão circunscritas à instituição legal para apreciá-las. Ponto.
      
Desqualificar Eduardo Cunha é mera jogada de marqueteiro para amaciar a opinião pública, nítida e gradativamente se acostumando com o fedor que exala do Planalto, governo do PT, com expoentes do partido condenados ou presos. Do mensalão, com José Dirceu (era ministro-chefe da Casa Civil do gov. Lula), José Genoíno, Paulo Cunha, Delúbio Soares (foi tesoureiro), ao petrolão — limpeza lava a jato — com João Vaccari Neto (foi tesoureiro) e mais recente, o senador Delcídio Amaral, líder do governo Dilma. E mais, elevado número de ministros afastados por vários motivos, não virtuosos.
      
Ao contrário de E. Cunha, destaque diário nos telejornais por contas no exterior e outros valores para anestesiar a nação, no polo oposto ao governo Dilma está Hélio Bicudo, mentor das denúncias, que assina com outros, o pedido de impeachment. Como é um jurista de nomeada e de reputação ilibada, convém às patrulhas ideológicas mantê-lo na sombra e a iluminar o presidente da Câmara, pendurado na Comissão de Ética, que no processo de impeachment, simplesmente aceita o pedido e o submete aos pares para condenar ou absolver a “presidenta”.
      
Taxar Hélio Bicudo de golpista não conseguem fazer diretamente, por isso o escondem, e repetem como palavra de ordem generalizada, prática do petismo. E no caso Bicudo pertenceu aos quadros do PT desde os primórdios, onde exerceu funções de relevo, e o renegou exatamente no advento do mensalão do PT que assombrou o Brasil e transformou o ministro do STF, Joaquim Barbosa em baluarte contra a quadrilha que assaltou o tesouro, infiltrada no governo central e Congresso Nacional.
      
As razões técnicas estão expostas no pedido, ao que consta bem fundamentadas no alegado descumprimento da Lei de diretrizes Orçamentárias e Lei de Responsabilidade Fiscal, malfeito apelidado de “pedaladas fiscais”. Sendo o único aceito dentre 34 pedidos neste ano; ao todo 48 desde 2011, maior registro com início no governo Collor de Melo.
      
Ora, cabe assim a decisão aos 513 deputados após os trâmites legais, ampla defesa e conclusão nessa Casa legislativa. A depender de 2/3, voto de 342 deputados, o impeachment é aceito no patamar considerado. Em termos percentuais, 66,66...%.
      
Se a Câmara representa a sociedade, grosso modo se pode obsevar o que esta pensa a respeito da presente condução do país. Na pesquisa de 30/11/15 – Datafolha, a rejeição ao governo Dilma atinge 67% e, 65% dos entrevistados são favoráveis ao impeachment. Nota ínfima de 3,2 entre zero e dez.
      
Incumbe ao Senado fazer o prosseguimento do impeachment aprovando-o por 2/3 dos seus membros, 54, se for o caso.
  
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Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado Maior, reformado.

Onde está a Direita? Ela Vive de quê?


Alckmin suspende reorganização das escolas e secretário da Educação pede demissão


GOVERNISTAS resolvem fazer CHICANAS no STF


Impeachment e Intervenção Militar: Irmãos Siameses

 
O Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República em 1889. O General Eurico Gaspar Dutra foi Presidente do Brasil após a ditadura de Getúlio Vargas (1937/1945) e durante seu mandato (1946) foi promulgada uma das melhores Constituições que o Brasil já teve. O General Henrique Teixeira Lott garantiu com sua autoridade a posse de Juscelino Kubistchek em 1956. Em 1964, os militares assumiram o poder, atendendo ao clamor popular para evitar que uma ditadura comunista se instalasse no país. Durante o governo do General Emílio Garrastazu Médici (1969/1974) o vertiginoso progresso econômico do Brasil passou a ser chamado de “milagre brasileiro”.

Até 1964, os militares brasileiros tinham voz ativa na política e na sociedade nacional. Entre 1964 a 1985 comandaram o país. O Brasil era um país mais sério, mais respeitado, mais patriota e mais progressista. Da mesma forma que ocuparam o poder em 1964, os militares o entregaram em 1985: atendendo aos pedidos do povo e sem derramamento de sangue. Os combates que ocorreram durante o período que a imprensa nacional gosta de chamar de “anos de chumbo” foram ocasionados pela insistência da esquerda em tentar tomar o poder de assalto pela força das armas. Veja a história de Dilma Rousseff, Fernando Pimentel, José Genoíno, José Dirceu, Fernando Gabeira entre outros. Todos usaram técnicas de guerrilha e de terrorismo urbano visando instalar uma ditadura do proletariado no Brasil.

Após 1985 os militares brasileiros retiraram-se para a caserna a passaram a se ocupar de assuntos estritamente profissionais. E começaram a apanhar. A esquerda, vingativa, tenta até hoje reescrever a história. E muitos tolos engolem as mentiras. Por força legal os militares são proibidos de se manifestarem, até para defenderem sua honra. Quando o fazem são exonerados. É só ver os exemplos recentes dos generais Hamilton Mourão e José Carlos De Nardi, exonerados pela presidente.

Durante os 30 anos de silêncio compulsório dos militares brasileiros o país virou de cabeça para baixo. A corrupção atingiu níveis jamais imaginados. A principal estatal brasileira foi loteada e rapinada por maus políticos. A família sofre contínuos ataques. A imoralidade tornou-se a ordem do dia. Programas sociais substituíram o saco de cimento na conquista ilegal de votos. A inflação voltou, o desemprego subiu, e o Brasil vive uma profunda recessão. E chegou o impeachment. Cunha sabe que cairá, mas resolveu levar Dilma consigo. No processo, trocam acusações. E mostram, com clareza, o baixíssimo nível das pessoas que hoje detém o poder em Brasília. Alguns, mais castos (por ignorância ou conveniência), criticam a iniciativa de Cunha: ele não teria moral para iniciar o impeachment. E qual moral Dilma teria para continuar a testa do governo? Seria a moral dos votos conquistados com o estelionato eleitoral e com a suspeita de fraude nas urnas eletrônicas? Ou com a corrupção na Petrobrás que ela comandou? Ou a moral dos seus companheiros de Partido dos Trabalhadores cuja cúpula ou está presa ou está sob fortíssima suspeita? Diga-me com quem andas e eu te direi quem és!

É de se perguntar: o silêncio compulsório dos militares fez algum bem ao Brasil? É óbvio que não. Militar não é cidadão de segunda classe. Se não lhe deve ser permitido rasgar a Constituição (assim como a qualquer outro cidadão) também não se pode tolher o militar de pensar e falar. Quem o faz, age assim em benefício próprio, pois teme a força militar e a prestação de contas que virá.

Já disse e repito: é difícil imaginar um cenário no futuro próximo do Brasil em que não se encare a necessidade de intervenção militar para manter a lei e a ordem e para ajudar as instituições a limparem a casa. A lama está por todos os lados, e só teme o longo braço da lei quem deve explicações à Justiça. O impeachment é um mecanismo constitucional e legal que pode e deve ser usado. Se, como consequência desse processo, for necessário que as Forças Armadas intervenham; que venha a intervenção. Os dois mecanismos não estão de lado opostos nem seus defensores deveriam se sentir em lados antagônicos; muito antes pelo contrário: impeachment e intervenção militar podem se tornar irmãos siameses: um completando o outro, para o bem do Brasil.

Mas, para isso ocorrer, os brasileiros precisarão mostrar a sua voz e a sua cara. Collor caiu porque os cara-pintadas ocuparam as ruas do Brasil. Está chegando o momento de fazer pressão. De mostrar que o Brasil de hoje não é o Brasil que queremos. Que não concordamos com a corrupção, a imoralidade e a falta de ética. Está chegando a hora de levar o lema da nossa bandeira para as ruas:


Ordem e Progresso para o Brasil!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O SHOW de cinismo de LULA e Rui Falcão


A CLEPTOCRACIA se assenhoreou do Poder


O impeachment de Dilma Rousseff


PT inicia tentativa de desconstruir o #Impeachment


Presidente do PT critica abertura de processo de impeachment


A reação do mercado ao pedido de impeachment


Dia de troca de farpas entre Cunha e o Governo


Graças ao desastre econômico produzido pela dupla de embusteiros, o Brasil está pior que a Grécia


No tiroteio do impeachment CORRAL não tem mocinho


STF vai barrar Processo de #Impeachment?


Grã-Bretanha faz primeiro ataque ao Estado Islâmico na Síria


DILMA - A Grande Mentirosa


Hangout: Impeachment de Dilma


Decisão de Cunha em relação ao impeachment causa reviravolta política


A festa do impeachment


Impeachment: Prolongamento da agonia, ou início do desfecho das crises?


Contas Públicas: O pior outubro já registrado


O #Impeachment não é obra de Cunha


#‎Impeachment‬: O Brasil contra o PT

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Jair Bolsonaro X Aldo Rebelo


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

NATAL SEM DILMA!!! ‪#‎Impeachment


Choro e tanger de dentes no Palácio... E agora?


A nova batalha entre Cunha e o governo


O Impeachment da Presidente Dilma Rousseff


Chegou a hora de demitir Dilma, Cunha e Renan


Impeachment, cassação: Dilma e Cunha no alvo. E os eufemismos e silêncios


#‎Impeachment‬ ‪#‎ForaDilma


TOMBO - 2016 deve ter retração de 2,8%


Cunha aceita pedido de impeachment e presidente Dilma reage


O BRASIL está paralisado


Lula recompensou Cerveró por aceitar propina? Quanta gratidão!


Bumlai - Sua trajetória começa a gritar


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

País pacífico não é país desarmado

Por Alte Esq (Ref) Mario Cesar Flores
Ex-Ministro da Marinha

Em exposição no Clube da Aeronáutica, Rio de Janeiro, na campanha presidencial de 2010 (ou 2002, já não lembro) o então candidato José Serra proferiu esta frase: “país pacífico não é país desarmado”. A ideia responde à realidade, mas sua aplicação - o que seria armado / desarmado - varia de país a país e deve ser ponderada pelo que influencia, ou possa vir a influenciar no futuro imaginável. A inserção do país no cenário internacional e a própria segurança interna, onde ela é insegura Envolvidos nas tropelias globais, a percepção dos EUA sobre o que é estar armado ou desarmado é obviamente distinta, por exemplo, da percepção do Uruguai, que se preocupa com o mundo, mas não pode interferir significativamente. O Brasil se situa no difuso nível médio do quadro, ora mais, ora menos envolvido em suas nuanças variáveis.

O foco deste artigo é exatamente a avaliação desse envolvimento: natureza e probabilidade de problemas capazes de exigir o uso do poder militar e interesses e vulnerabilidades nacionais neles implicados. Essa avaliação deve ser a base conceitual do poder militar: sua configuração e prioridades nela incidentes, organização, distribuição geográfica e dimensões. Nos países democráticos é assunto em que os militares são apoiados pelo sentimento da sociedade, refletido em manifestações de intelectuais, mídia, diplomatas e, principalmente, de políticos ou de instituições políticas.

O Brasil está longe desse paradigma.  A segurança nacional lato senso e a defesa nacional propriamente dita - essa, em alguns países a preocupação protagônica e em outros praticamente inexistente - são temas alheios à nossa grande massa. Tangenciam rara e superficialmente o interesse dos brasileiros culturalmente credenciados e o dos políticos institucionalmente comprometidos a dar-lhes atenção. Uma ou outra instituição, geralmente universitária ou que reflete interesse econômico - da indústria de defesa, por exemplo-  dá-lhe eventualmente alguma atenção, sem profundidade.

Na segurança interna, em que já ocorreram atuações militares decisivas - no pós-república, em conflitos hoje inimagináveis, como Canudos, Contestado e a revolução paulista de 1932 -, volta e meia é aventado o emprego das Forças Armadas, agora na segurança pública, da alçada policial, embora possa caber-lhes contribuição episódica e até decisiva, respeitados os preceitos constitucionais que a regulam. As circunstâncias indicam o uso interno adequado: o Exército dos EUA atendia no século XIX a missão interna então a importante, o apoio à weaternização; atende agora a externa e está presente no mundo,

Voltando à defesa nacional: sem ameaça claramente perceptível, que preocupe no curto / médio prazo, a defesa nacional está praticamente alijada do pensamento brasileiro. Ressalta, em particular, o descaso ou o quase total (?) desinteresse do nosso mundo político que, vale repetir, num país democrático deve refletir a sociedade - ou, quando ela é apática, até substituí-la, já que a representa. Desinteresse político estimulado pela apatia cultural, mas também porque a defesa nacional, ignorada no ânimo societário, não inspira retorno nas eleições...

Da ausência de atenção nacional - sempre em realce a ausência de atenção política - resulta que os militares se vêem praticamente sozinhos no trato do assunto. Emerge aí uma questão delicada: no vácuo do desamparo conceitual político e societário, nosso poder militar vem sendo naturalmente orientado pelas visões profissionais das Forças, pelo que significa para elas a defesa nacional e estar o país armado ou desramado. Por mais que ideias e projetos desenvolvidos nas instituições militares respondam competentemente ao potencial de atribulações em que a atuação militar possa ser necessária, por mais que alicerçadas no estudo criterioso e no comedimento responsável, a realidade é que elas carecem de suporte no sentimento nacional e, principalmente, no elenco das preocupações políticas. Não se apoiam numa lógica política fundamentada - o “porque, para o que” - e isso ocorre não por relutância dos militares em considerá-la e sim por não existir tal lógica. A inconsistência turbulenta do suporte orçamentário aos projetos de preparo militar, complexos, caros e de longo prazo – o “com o que, como” -, que respondem àquelas visões profissionais, é também, além das agruras fiscais do Estado, efeito do descompromisso da política com a defesa e o preparo militar. Vale perguntar: se as agruras fiscais forem controladas haverá mais atenção política para a defesa...?

A mídia compartilha da apatia: pouco se dedica ao tema e quando o aborda, geralmente o faz sem profundidade, por vezes refletindo interesse econômico, quando não com algum preconceito. Exemplo emblemático: em notícia sobre assalto a caixa eletrônica em praia de São Paulo, comentarista da TV pergunta (citação de memória): onde estava a Marinha, quando os assaltantes fugiam em lanchas? Preocupada com o submarino nuclear... Deveria estar preocupada com a patrulha policial de praias com caixas eletrônicas?

A mudança do modelo alienado é complexa, passa por revisão cultural e política que não acontece de um dia para o outro. Mas se queremos um Brasil pacífico, sensata e comedidamente armado em coerência com a criteriosa avaliação de sua presença no atribulado mundo do século XXI, a defesa nacional precisa ser objeto de atenção do nosso mundo político, superado o descaso hoje prevalecente,

Essa evolução é pouco provável enquanto nossa política prosseguir envolvida nos meandros de crises políticas, econômicas e morais, na disputa por cargos / sinecuras da máquina pública, nas turbulências da improbidade e/ou da incompetência e nas trapalhadas fiscais, que tumultuam o dia a dia político em detrimento de grandes e complexas questões nacionais - entre elas a refletida no título deste artigo.


Fonte: Clube Naval

Conselho de Ética define o futuro de Eduardo Cunha


Confundir Brasil com Cunha é o pior escárnio do PT


Responsabilidade Criminal

Por General Gilberto Pimentel
Presidente do Clube Militar

Quem pode duvidar que uma das mais importantes e delicadas tarefas de um governante, em especial numa democracia, seja a escolha dos seus auxiliares? É uma responsabilidade e tanto. Se falha nesse mister ele vai pagar caro, nas urnas quando se constata a pura incompetência dos escolhidos, ou em outras instâncias, incluída aí a criminal, se os danos causados aos governados for produto de dolo, que é definido como a violação consciente da lei, por ação ou omissão. Há, nesse caso, pleno conhecimento do crime que está sendo praticado.

Para conhecimento dos menos informados, é muito importante enfatizar que o Presidente da República do Brasil dispõe de um eficiente e muito bem montado sistema de inteligência capaz de assessorá-lo com alta margem de confiabilidade quanto aos antecedentes dos indicados aos postos da administração pública, não somente quanto a aspectos relativos à sua honestidade, honradez, mas até mesmo quanto à experiência e competência para o exercício do cargo.

Equívocos eventuais existem e sempre existirão. Esses devem ser vistos como exceções. Desenganos e desilusões são próprios da natureza humana. O caso em questão, no entanto, é absolutamente único. Sem precedentes. O presidente Lula, nos seus dois mandatos, nomeou para os mais altos postos de mando a pior espécie de gente que se possa imaginar.

Os mais influentes e poderosos deles estiveram sempre no seu entorno imediato, em postos chaves, muitas vezes dentro do próprio Palácio, vizinhos do seu gabinete. Também no seu círculo de amizades pessoais, funcionou assim. Empresários hoje envolvidos em atos de corrupção gozavam da prerrogativa do acesso livre ao ambiente de trabalho presidencial.

A lista dos marginais é longa, conhecida de todos, e seria exaustivo repeti-la na oportunidade. Alguns deles foram alcançados pelo Mensalão, outros pela operação Lava-Jato, e outros, ainda, nos dois escândalos. Parte cumpre pena ou já cumpriu e muitos, ainda, permanecem sob investigação.

Ladrões dos cofres públicos, distribuídos cirurgicamente em todas as instâncias do governo, quebraram o País, apoiados no maior esquema de corrupção conhecido e montado a partir da esfera oficial do Poder. Algo inacreditável que ainda está para ser avaliado em toda a sua extensão.

Inúteis os argumentos e equações para explicar a crise atribuindo-a a causas externas ou quaisquer outros fatores. O sentimento geral da Nação, excluídos os ingênuos e mal-intencionados, é de que a tragédia econômica é, sobretudo, produto do roubo. Foram bilhões de dólares. Mais, talvez, do que tenta hoje o governo arrancar do povo empobrecido sob a forma de impostos para tapar os buracos que ele próprio ocasionou.

Outro sentimento coletivo é o de que o presidente Lula tem, sim, contas a pagar por tudo o que ocorreu durante os mandatos que exerceu. E muitas contas! O que resta e se impõe é apurar o grau de seu envolvimento pessoal nos crimes praticados. Se ex-presidentes não podem ser julgados por crimes de responsabilidade, como deliberou recentemente a Justiça, eles podem e devem, como qualquer mortal, ser responsabilizados por crimes comuns que tenham praticado.

Há muito Lula deveria estar sendo investigado.


Brasil vulnerável aos jihadistas


TCU - ‪#‎LAVAJATO


Acuado, Cunha ameaça o governo com o impeachment


Agora é oficial, o país passa pela pior recessão dos últimos 25 anos


Vamos botar o cabresto no Estado Corrupto?

 
Soou como piada a ameaça de que o brutal corte no orçamento da União, que atinge violentamente o Judiciário, pode prejudicar as próximas eleições, a ponto de o Tribunal Superior Eleitoral desistir de adotar as modernosas urnas eletrônicas sem direito a impressão de voto para auditoria de recontagem. Se o TSE estiver falando sério, o suposto retorno ao passado pode representar um avanço, se o cidadão-eleitor-contribuinte voltar a ter a chance de controlar o processo eleitoral. Há vários pleitos somos reféns de um processo que proclama resultados que não podem ser questionados.

Outra boa notícia? O Jornalista Cláudio Tognoli já antecipou que o lobista Hamylton Pinheiro Padilha Júnior, que está em regime de delação premiada, vai contar tudo o que sabe desde Lula, no esquema africano que mexe com bilhões em negócios com o candidato a ex-banqueiro André Esteves, que já estaria curtindo as mordomias de ficar preso em Bangu 8, no Rio de Janeiro, comendo bacalhau do Antiquarius em vez de filar a boia pobre da cadeia. A  deplorável foto de um André, abatido com o uniforme verde do sistema penitenciário fluminense, tem um significado: ele está prestes a ser forçado a perder seus negócios mais lucrativos. Esteves parece ser a bola da vez escolhida pela máquina de moer gente das gestapos tupiniquins.

Além do homem bomba Hamylton, os acordos de leniência da Andrade Gutierrez tendem a produzir um efeito explosivo sobre as cúpulas do PT e, sobretudo, do PMDB. Tudo tem a ver com a denúncia do Procurador-Geral da República contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o poderoso senador paraense Jader Barbalho. Daqui a pouco, a prisão de Delcídio vai parecer um ato de rotina no País dos Políticos Corruptos. Rodrigo Janot corre para pedir o afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara. Imagina como fica, perante o mundo, um Brasil com seus chefes do legislativo cotados para passar temporadas na prisão.

Patético mesmo é saber que Delcídio Amaral classificou de "covardia atroz" a decisão da cúpula do PT de abandoná-lo e expulsá-lo do partido. Delcídio estaria com muita raiva de Lula. Tomara que a bronca seja real e se transforme em uma bela delação premiada que jogue o petismo no ventilador. Outro que pode fazer o mesmo é o ex-vice-presidente da Câmara, André Vargas, que continua preso na Lava Jato, sem previsão de saída. O maçom André ainda não teria aberto o bico porque seus aliados e familiares continuam prestigiados pelos esquemas de poder e favorecimento. Se essa maré mudar de repente, André parte para a delação...

Legal seria que o desgoverno seguisse a dica de Roberto Jefferson, na mais recente postagem em seu blog: Segundo Dilma, "faz-se o diabo na eleição". Como ela vendeu a alma ao coisa ruim na eleição de 2014, agora ele cobra a conta. O governo acabou, arrasta-se como cadáver pelas ruas do país, e já cheira mal. O PT conseguiu fazer do país um cambalacho onde poderes e agentes econômicos sucumbem ao menor indício de suspeita. Só fazem negar, mas a verdade emerge com a força de um tsunami. Corrupção sempre existiu, mas o partido do "Brahma" montou uma quadrilha que saqueou o país. Para o bem do Brasil, que renunciem Dilma, Eduardo Cunha e Renan Calheiros.

Vale repetir por 13 x 13: Em meio à crise estrutural, enquanto o modelo estatal brasileiro não mudar, implantando mecanismos eficazes e transparentes de controle pdo cidadão sobre as engrenagens da máquina pública, as organizações criminosas continuarão mandando e desmandando no Brasil. Não adianta fazer prisões espetaculares de empresários e alguns políticos, se não for alterado o sistema de representação e o funcionamento político do Estado.

A corrupção sistêmica tende a perdurar, porque é camaleônica: adapta-se à excessiva burocracia cartorial, ao exagero legal e ao absurdo esquema tributário (92 impostos, taxas, contribuições, fora as milhares de instruções normativas, medidas provisórias e infindáveis portarias ministeriais). A única notícia boa é que a maioria dos brasileiros começa a ficar pt da vida com a corrupção e os corruptos. Isto é bom, porque pode forçar as mudanças necessárias. Tomara!


Porcaria Orçamentária     



Uma nota para eles


Presos a eles mesmos

PT Pode fazer a diferença contra ou a favor de Cunha


Cunha é a maior pedra no caminho do impeachment



Faz quase um ano que Eduardo Cunha trata como bandos de otários tanto a bancada governista quanto a bancada oposicionista na Câmara. Conforme a direção dos ventos, ora finge que vai aceitar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff, ora finge que vai ajudá-la a permanecer no emprego. Esse pêndulo oportunista se tornou a grande pedra no caminho que leva ao afastamento da governante desgovernada.


Para remover tal obstáculo, basta que o Brasil decente reprise a mobilização que, há uma semana, obrigou o Senado a sepultar a conspiração urdida por Renan Calheiros para socorrer o colega presidiário Delcídio do Amaral. A Câmara também não resistirá à pressão dos milhões de indignados. Eduardo Cunha e Dilma merecem ser reunidos na boleia do mesmo caminhão de mudança. Brasileiros honestos não têm bandidos de estimação.


As ELEIÇÕES 2016 podem voltar a ser manual


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Não permitam um novo golpe na LAVA JATO


Prisões aprofundam crise no governo


Delcídio, você já está ferrado! Conte tudo!


Banqueiro tem prisão prorrogada


A morosidade no julgamento das ações no Brasil incentiva a corrupção


Bumlai não existe, quem existe é Lula


DÓLAR volta a subir e a CRISE se aprofunda


Lula só acha imbecil quem não oculta prova