quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Dilma Rousseff e PT mexem com forças que não conhecem


Revista Isto é proibida de circular por CID GOMES



Estamos vivendo na DITADURA dos BANDIDOS.

"Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo; podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo; mas não vos será possível enganar sempre toda a gente."

Turbulência nos salões e nas lavanderias



Agitam-se os bastidores ante a possibilidade de uma derrota do governo nas eleições presidenciais.

Oval Nacional - Choro de Marina, Eike Batista e Pimentel na Fiemg


Justiça Eleitoral é lenta em defender Marina das mentiras de Dilma



"Justiça Eleitoral é lenta em defender Marina das mentiras de Dilma", diz Ricardo Setti. No "Aqui entre nós" de hoje, Joice Hasselmann conversa com o colunista de VEJA sobre as trocas de farpas entre a presidente-candidata e Marina e a falta de oposição por parte de Aécio Neves.

Dilma não pode ficar satisfeita com pesquisa de intenção de voto


Overdose pode matar

 
Numa parte do jornal, lê-se sobre delação premiada para esclarecimento dos escândalos da Petrobras. A "base" treme nas bases com as informações e com a divulgação de uma lista de beneficiários que não para de crescer e já leva 150 nomes com as respectivas cifras. Rola dinheiro grosso na caverna de Ali Babá.

Enquanto, no Mensalão, os líderes dos partidos da base abraçaram a encrenca e não expuseram os colegas para os quais repassaram os valores recebidos através do esquema, no caso do Petrolão a relação de beneficiados vem cheia e os números são enormes. Mensalão é troco diante do Petrolão.

É o que se lê numa parte do jornal. Noutra, a notícia é um chute na consciência cívica: um comício promovido em favor da candidata Dilma Rousseff culminou com carinhoso e efusivo abraço da base do governo e suas massas de manobra ao edifício-sede da Petrobras no Rio de Janeiro. Imagino que as ações da empresa, agora sob tão vigorosa proteção, se elevem a um novo patamar...

É de se ver as imagens. Todos os participantes da encenação acalentando responsavelmente a empresa que, segundo denúncias e muitas evidências (com dinheiro já sendo buscado de algumas contas no exterior), vinha sendo esfolada e canibalizada nos esquemas de sustentação financeira do poder que hegemoniza a República.

A política brasileira vive momentos em que a caradurice virou arte. Já não se trata da simples articulação entre insensibilidade moral e falta de constrangimento social. É uma obra de arte envolvendo estratégia, retórica, publicidade, senso de oportunidade e, claro, absoluto desprezo pelo discernimento alheio.

Por enquanto, vem funcionando. O prestígio do governo sobe junto com a onda de escândalos. Mas sempre há o risco de morte da estratégia por overdose de estratégia.


_________________
Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Nal do Canal - Projéto Blá, Blá, Blá - Novo Candidato às Eleições 2014


Eles são Brasileiros


Compare!



Nossa posição é clara: Petista ou Aprendiz de Petista com a gente não tem vez!

Todos tem no fundo o mesmo DNA: A MENTIRA!

Preocupação ecológica


A democracia fragilizada

Por Rômulo Bini Pereira

Mais uma vez uma grande decepção se delineia para o povo brasileiro. Em depoimentos à Polícia Federal, o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa declarou que políticos da base de apoio ao governo central participavam de um esquema de corrupção envolvendo aquela empresa e grandes empreiteiras. O fato implica nomes de expressão no cenário político atual e põe o nosso governo no centro de um escândalo idêntico ou até maior que o "mensalão".Advogados renomados e regiamente pagos certamente entrarão nesse processo e, com base em trâmites jurídicos longos, prolongarão no tempo os possíveis julgamentos finais. O povo brasileiro, conforme experiências vividas no passado, já se manifesta com a costumeira assertiva: "Não vai dar em nada!" - selo de descrédito em nossas instituições. É neste ambiente conturbado que a eleição presidencial e as legislativas se aproximam. Com o auxílio de marqueteiros e homens de comunicação social, prevê-se um verdadeiro "vale-tudo", recomendado até mesmo por lideranças políticas que nos governam.

A propaganda eleitoral mostra ainda o nível daqueles que comporão o nosso Congresso e as Assembleias Legislativas. Com exceções, são participações hilárias em que predominam excentricidades, direitos inatingíveis e assistencialismos exacerbados. São representantes de 32 partidos com os costumeiros objetivos de aproveitamento de futuros cargos públicos ou de benesses dos governos central ou estaduais. Agora, com este novo escândalo, está bem claro que a "base governamental" sempre teve como objetivo evidente o apoio ao governo central em troca de favores e dinheiro público. Fatos que causam indignação e revolta no nosso povo, que não merece um Legislativo encabrestado pelo Executivo. Assim, a pobreza política do nosso país continuará!

E o que se pode dizer do nosso Poder Judiciário? Com o êxito alcançado nos julgamentos do "mensalão" e da atuação ímpar de seu antigo presidente, tornou-se uma esperança para os brasileiros. Entretanto, a presença ideológica e partidária em todos os seus níveis, uma execução penal complexa e prolixa, ininteligível para a maioria do povo, são alguns dos aspectos que comprometem a sua credibilidade. Sem contar o predomínio da ab-rogação do mérito e as inúmeras indicações políticas que ferem o artigo 101 da Constituição da República. Neste país continental, com 200 milhões de habitantes, onde imperam a permissividade e a impunidade, necessitamos de um Judiciário que marque sua presença não só com justiça e isenção, mas também com celeridade e punições mais severas no rigor da lei.

Talvez em razão dos fatos apresentados, as indagações quanto às posições das Forças Armadas no atual sistema democrático em que vivemos se avolumam nas redes sociais. "Só Deus e os militares nos poderão salvar!" é o que se lê e se ouve nestes tempos de descrédito. E isso se repete agora, como já ocorreu em épocas pretéritas.

O desmando dos governos, a corrupção em todos os níveis das instituições, a situação econômica frágil, a Justiça comprometida, o nepotismo, as mordomias, a falta de segurança são aspectos que, entre outros, fazem o povo clamar. Aliás, tal clamor não vem somente da "zelite", como diz um político e filósofo popular. Vem também das classes mais simples do povo.

Mesmo com uma campanha difamatória conduzida por alguns órgãos de imprensa, ideólogos e intelectuais de esquerda e ainda integrantes do mundo artístico, os militares continuam com a sua credibilidade em alta, acima até de entidades religiosas; e estão se transformando em "válvula de escape" do clamor popular, fora e dentro dos quartéis. Como fazem parte da sociedade, os militares tudo ouvem, pelo menos, por enquanto, permanecendo o silêncio obsequioso que adotaram. Esse silêncio, entretanto, está provocando situações preocupantes. Nos programas dos candidatos presidenciais pouco se diz a respeito das Forças Armadas.

Como se não fossem bastantes as ações unilaterais da Comissão da Verdade, agora surge o parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República defendendo a revisão da interpretação atual da Lei da Anistia. Quanto a esta nova interpretação - contrária à definição propalada pelo STF em 2010 -, é de perguntar se ela também abrangerá os diversos crimes praticados pelos radicais de esquerda, muitos deles imprescritíveis.

A continuarem essa exclusão e atitudes revanchistas flagrantes, as Forças Armadas, em 2015, também poderiam participar da Marcha dos Excluídos, realizada em várias capitais do País logo após os desfiles do 7 de Setembro. Poderiam expor suas apreensões, seus anseios e vindícias, como protesto contra as ações deletérias que vêm sofrendo.

É ainda pertinente falar do controverso Decreto 8.243/2014 - também chamado de bolivariano -, elaborado pelo atual governo e que será analisado pelo Congresso. Ele abre as portas para o ingresso de reais "sovietes" no Ministério da Defesa e, em consequência, em nossas Forças Armadas. O citado decreto consta dos programas das duas candidatas que lideram as pesquisas e é uma das principais orientações dos intelectuais gramscistas do Foro de São Paulo.

Em nosso país, para aqueles que não viveram o período que antecedeu o movimento de 1964, políticos inescrupulosos fomentaram a divisão entre oficiais e praças de nossas Forças, objetivando ferir frontalmente os princípios basilares das instituições militares: a disciplina e a hierarquia. Essas ações desagregadoras foram decisivas para a atitude adotada pelos líderes militares da época.

Espera-se que nossas autoridades políticas estejam atentas para os fatos assinalados e que atendam aos clamores de nosso povo. Ou, então, tempos incertos e de descrenças estarão presentes em nossas instituições. E aí a nossa democracia estará inexoravelmente fragilizada.



"A História tem que ser contada de forma isenta", diz general sobre período pós-1964.



O Comandante Militar do Sul, general Antônio Hamilton Martins Mourão conversa com Tulio Milman fala sobre a sua experiência de vida, do trabalho do Exército, segurança, estratégia, território, fronteira, guerra e paz.

Ação partidária promove caos de Sem-Teto em São Paulo


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Ibope mostra que Golias (Dilma) perde mais uma vez para David (Marina).


VENDO A BANDA PASSAR

Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva


Eis que as condicionantes para o desencadeamento de mais uma guerra revolucionária no país já estão caindo de maduras e as hienas vermelhas partem para o ataque. A vitória de uma candidata de extrema esquerda nas últimas eleições foi o sinal verde para que se desse cabo da nacionalidade brasileira. A outra candidata derrotada entende que é chegado o momento de apoiar a facção vermelha que levou a melhor. Afinal de contas, nada a surpreender na medida em que, PT e PSB, ambos são   “farinha do mesmo saco escarlate”Mas, e daí? É claro que não se vai entregar o ouro de graça ao bandido. Nesta hora, que já é por demais tardia, uma parte da população (não mais aquela unida e coesa dos idos de 1964) está torcendo (não mais implorando porque de nada adiantou) pelas FFAA, aquelas dos ouvidos absolutamente moucos, já faz bastante tempo, perdidamente ultrapassadas pelos acontecimentos, atônitas frente à onda vermelha que se avoluma ensandecida, não é de hoje. 

A lavagem cerebral, amadurecida desde 1985, havia submetido grande parte do povo brasileiro.  Ditadura! Militares torturadores! DOPS! DOI-CODI! Anos de chumbo! etc., etc., etc.! Vocifera então uma multidão inebriada! Os centros de comunicação social das FFAA apáticos, mudos, tiranicamente inoperantes, não tinham cumprido a missão para a qual foram criados, qual seja à defesa diuturna de nossas Instituições. Vilipêndios de toda ordem, os mais torpes, provocativos, humilhantes, tiveram seu espaço, sem que ninguém, absolutamente ninguém, de dever e direito, ousasse emitir um único e gutural protesto público de indignação.

Alerta! Quem assiste TV, quem lê jornal, atualmente só está vendo a “verdade” do outro lado! Quem pode garantir que a maior parte da população vai apoiar as FFAA numa nova guerra civil? Até Rubens Paiva já ganhou busto de bronze, faceando a entrada do recentemente invadido 1º BPE-BATALHÃO MARECHAL ZENÓBIO DA COSTA, e ficou por isso mesmo. Literalmente, “o camelo conseguiu passar pelo buraco da agulha”, só faltando mesmo se rebatizar a unidade com outro nome mais em conta. E se virar moda? Daqui a pouco vão querer inaugurar um busto do traidor Carlos Lamarca de frente para os portões da nossa Academia Militar das Agulhas Negras! Que não se duvide, a guerra revolucionária que estamos vivendo hoje é um “tsunami”, se comparada à “luta armada” dos idos 1960/1970. Aparelhos, regiões de homizio, locais de treinamento, doutrinação constante, depósitos clandestinos de armamento e de explosivos, apenas quem quer tampar o sol com a peneira ignora que estas realidades não estejam sendo vivenciadas hoje por todo o país. Só do PT, são em torno de 600.000 militantes espalhados pelo território nacional. A proporção ideal para fazer frente a um efetivo de guerrilha é de 10 (dez) militares para cada guerrilheiro e o Exército, que se saiba, possui em torno de 200.000 homens.  Dessa terça parte, quantos já foram cooptados? Os soldados incorporados, quantos já foram inoculados pela cizânia “gramscista”? Sim porque no meu tempo de tenente/capitão existia carga horária de instrução de título “Guerra Revolucionária” para desintoxicar nossa juventude!Mas, atualmente, comemorar a “ Revolução de 1964” está proibido, virou tabu! Atenção! Como está a cabeça do nosso recruta? Quem já contou para eles quem foi realmente o Capitão Carlos Lamarca? E o nosso Major José Júlio Toja Martinez, o nosso Soldado Mário Kozel Filho, alguma unidade já entrou em forma e desfilou em homenagem aos companheiros nas datas em que foram covardemente assassinados pelos “marighelas“ da vida? Deus me livre! Nossa presidenta, a comandanta-em-chefa das FFAA entraria em transe! Perigo! A hora do tal “tranco forte” já passou. Vamos enfrentar, sim, um mega choque vermelho brutal, uma guerra de desgaste, de longa duração, uma verdadeira sangueira, cruel e sem limites. Uma reserva “raivosa”, nesta hora, para variar, vai ombrear com a ativa até a morte! Enfim, que Deus nos proteja!




________________________
Paulo Ricardo da Rocha Paiva é Coronel de infantaria e Estado-Maior

Eu só queria entender


O manifesto da Regional Sul-1 da CNBB


Bolsa sobe com expectativa de queda de Dilma

Por Veja


Joice Hasselmann comanda o giro de notícias dos repórteres de VEJA nesta terça-feira. Segundo Geraldo Samor, colunista de VEJA, Bolsa sobe com expectativa de queda da presidente-candidata Dilma Rousseff. Aécio Neves está fazendo uma operação para recuperar Minas Gerais. A informação é de Lauro Jardim, no "Seu Voto no Radar".

Raquel: PSTU se prepara para a "luta armada"


A candidata ao Senado, primeira convidada da nova rodada de entrevistas no Grupo de Comunicação O POVO, admitiu radicalismo político, pregou fim do Senado e confisco de empresas

A candidata do PSTU ao Senado, Raquel Dias, defendeu a luta armada como método de transformação social e disse que o partido está se preparando para a revolução com armas. Raquel foi sabatinada ontem na TV O POVO. “Como a gente vive em um Estado opressor e o armamento é uma ação contra o próprio Estado, não posso dizer como estamos nos preparando”, respondeu.

Raquel, que é professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece), também defendeu a extinção do Senado, traçou diferenças entre o PSTU e grupos como o Crítica Radical e disse que, se eleita, aportará emendas parlamentares na área de educação. Confira os principais momentos.

Fim do Senado

Raquel Dias concorre a uma vaga no Senado, mas disse ser a favor da extinção da Casa e defendeu a implementação de um sistema legislativo unicameral. “O Estado, com todas as suas instituições democráticas ou coercitivas, tem o caráter de classe, são instituições que ajudam na manutenção do status quo”, afirmou. Ela disse que, se eleita, utilizará o espaço para “fazer a denúncia” e, ao mesmo tempo, dialogar com a população. Questionada se não seria contraditório admitir funções importantes da Casa e, ao mesmo tempo, pregar sua extinção, Raquel ponderou que a proposta do fim do Senado é “apenas pano de fundo”, e não uma bandeira prioritária. “Mas queremos, sim, uma transformação radical da sociedade que inclui o fim de certas instituições”, afirmou.

Equilíbrio

Confrontada com o fato de a representação no Senado permitir equilíbrio entre estados ricos e pobres, a candidata do PSTU disse discordar da premissa de que o Ceará seja pobre. “Não consideramos o Ceará um estado pobre. O Ceará é o maior exportador de frutas tropicais, teve crescimento de PIB acima da média nacional. Isso é uma discussão abstrata. Um parlamentar eleito para o PSTU irá defender propostas relacionadas com a vida do trabalhador. Essa disputa entre estados não faz parte da lógica que defendemos”, apontou.

Confisco

O programa do PSTU defende que empresas que “boicotam” a economia do País merecem ter os bens confiscados. Questionada sobre que circunstâncias se encaixariam no conceito de “boicote”, Raquel citou a corrupção como exemplo. Outra forma de boicote à economia nacional são empresas que recebem isenções do governo e não devolve compensações. A candidata foi lembrada de que, no Ceará, várias empresas são beneficiadas com isenção fiscal. Quais seriam? “Eu não poderia citar sem ter embasamento sobre cada uma”, disse, apontando as áreas de transporte público, construção civil e calçadista. Mesmo sob insistência, Raquel não citou nomes. “Se não entraríamos numa discussão jurídica”, justificou.

Radicalismo

Raquel admitiu que o PSTU é uma sigla radical, mas negou que o radicalismo implique falta de diálogo. “Não queremos ficar isolados, pelo contrário. Raquel foi perguntada sobre por que o PSTU não abandona o sistema partidário – e, assim, abre mão de benefícios como o fundo partidário – tal como fizeram integrantes do grupo Crítica Radical. “Somos absolutamente diferentes dos companheiros do Crítica Radical. Se nós sairmos da luta política, como fez o Crítica, não vamos atingir nosso objetivo, que é pegar o trabalhador para nossa causa. O Crítica diz para o trabalhador não trabalhar, mas sem trabalhar ele não come”, analisou.

Arrogância?

Raquel foi perguntada se não seria arrogante afirmar que sua candidatura é a “única de esquerda” do estado, no que ela respondeu: “Temos quatro candidaturas ao Senado: a do maior empresário do estado, de um partido de direita e burguês, Tasso Jereissati (PSDB). A do Mauro Filho (Pros), apoiado pelo governador Cid Gomes, que é uma oligarquia que enfrenta as questões do trabalhadores como caso de policia. E a Geovana Cartaxo (PSB), que abraçou o projeto do PSB, que até ontem era o do governador”, lembrou. “Com a configuração atual, portanto, não é arrogante, é coerente”, argumentou.

Renegado

Perguntada sobre por que, a cada eleição, a classe trabalhadora “renega” o PSTU ao eleger candidatos de outros partidos, a candidata ao Senado Raquel Dias afirmou que a sigla disputa em “clara desvantagem” com legendas com as quais o proletariado também se identifica, como o PT. “Nós estamos fazendo uma disputa com um dos maiores aparatos que são o PT e a CUT. Estamos numa situação claramente de desvantagem. Outro elemento é o da ideologia, difundida pelos órgãos de comunicação de massa e instituições a exemplo das escolas”, avaliou.

Luta armada

Lembrada sobre os atos violentos que marcaram parte das manifestações a partir de junho de 2013 e perguntada se a luta armada não estaria “fora de moda”, Raquel disse pensar o oposto: “Achamos que estamos na moda. A luta armada está na moda”. A candidata defendeu esse método revolucionário. “Achamos que não. Achamos que para que os trabalhadores tome o poder em suas mãos, o controle sobre sua própria vida, é necessário uma revolução armada”, afirmou. Perguntada se o PSTU está se preparando para essa revolução, Raquel disse que sim, mas não revelou detalhes. “Estamos nos preparando, sim, só não vou dizer como. Como a gente vive num Estado opressor, mas que se apresenta como democrático, e o armamento é uma ação contra o próprio Estado, não posso dizer como estamos nos preparando”, afirmou. Raquel foi perguntada se o PSTU estaria formando milícias, no que ela tangenciou: “Nós defendemos uma revolução e, na história da humanidade, todas as revoluções foram armadas. (...)Nossas milícias são organizadas em cursos de formação, leitura de livros, desenvolvimento da consciência de classe”, disse.

Salário

Raquel Dias está licenciada do cargo de professora na Uece e confirmou que permanece recebendo salário durante o afastamento para as eleições. “É justo, é um direito. Eu preciso comer, sem comer eu morro. Antes de se ser candidata eu sou um ser humano, eu sou mãe, tenho dois filhos, tenho três gatos. Eu poderia abdicar do meu salário se o Grupo de Comunicação O POVO me pagasse para que eu pudesse fazer a publicidade do PSTU”, propôs.

Contradições

O PSTU de Raquel tem como um dos aliados o Psol, sigla que, em estados como Alagoas, tem recebida apoio de siglas consideradas “direitistas” e “burguesas” pelo grupo, como o PSDB. Sobre essa situação, Raquel disse que nesse e em outros casos, o PSTU se posicionou publicamente de forma contrária. “Temos outro caso, como em Iguatu, onde soltamos uma carta pública porque há um candidato lá que tem relações com partidos burgueses tradicionais”, afirmou. “Já fizemos o debate público e somos absolutamente contra. Não temos problema em fazer a crítica fraterna”, alegou.


Oval Nacional - Assalto no mar, PIB e corrupção nos trilhos


Um vácuo político


Estou lendo uma biografia recente do Ortega y Gasset e já cobri com os olhos uma boa metade do seu volume avantajado. O livro me veio à memória porque, no começo dos anos Vinte, o filósofo espanhol escrevia textos desesperados que formaram, depois, o volume Espanha Invertebrada, prolegômeno do famoso A Rebelião das Massas, publicado como livro em 1930. Ortega y Gasset constatava a ausência dos melhores e a tomada do poder pelos piores, exatamente como estamos vendo no Brasil de hoje. Qualquer observador da cena nacional haverá de escrever textos desesperados, pois estamos indo de desastre em desastre e uma explosão de violência política não está fora do horizonte, como aliás não estava na Espanha dos tempos de Ortega. Quem não se lembra da terrível guerra civil espanhola?

A nota interessante é que, com Ortega, aconteceu aquilo que Olavo de Carvalho chamou de paralaxe cognitiva, de forma radical. Ortega clamava pelos melhores e ele, que se achava o melhor, encarnou por um tempo o próprio homem-massa, ansioso por chegar ao poder. Ortega queria o poder para implantar o que chamou de “liberalismo socialista”, algo que certamente não defendeu ao final da vida.  Claro que é uma contradição, pois hoje é possível melhor definir os dois termos, embora na origem ambos os movimentos, socialista e liberal, estivessem unidos pela revolução. Talvez a angústia de Ortega se tenha devido a esse abismo espiritual em que ele estava metido, de saber que o desastre vinha, mas que ele próprio inconscientemente se percebia como um agente do desastre. São as ironias que a vida traz.

O desastre atual do Brasil é que não há voz que se levante contra os piores, estão todos de acordo para que sigamos, em marcha de gado, para o precipício da crise econômica e da crise política. A primeira como resultado da desastrosa condução do Estado pelo PT; a segunda porque o PT não parece querer largar o osso do poder facilmente e, se tiver que sair, fará uma oposição tenaz e agressiva, liderando os movimentos sociais, a ponto de inviabilizar a normalidade no novo governo. A única força oposicionista que serve de alternativa, Marina Silva, é ela própria programaticamente uma socialista do naipe do PT, o que não revoga a necessidade de alternância, nesse momento, em face do desgaste petista e da ameaça totalitária que ele representa.

As forças políticas organizadas no Brasil, todas elas, fazem discurso para disputar o campo esquerdista, como se não existisse eleitorado conservador no Brasil. Isso tem acontecido desde 1985. O PSDB parece ser o exemplo claro dessa rejeição ao voto conservador, mesmo que esteja consciente de que um apelo às bandeiras conservadoras seria a única via de seu acesso ao poder. Temos um grande eleitorado, talvez uma maioria, que não dispõe de representação política e não aparece ninguém que queira representa-lo. Esse é o nosso desastre, que a unanimidade tomou conta de todas as classes em prol dos piores no poder.

É bom que se diga que, em torno das bandeiras esquerdistas, encontram-se os piores que querem o poder. São os revolucionários de todos os naipes, que variam entre si apenas no campeonato de virulência com que querem implantar a sua agenda nefanda. No Brasil, ficou claro que os melhores desapareceram com a direita política, desterrada violentamente desse dentro dos partidos políticos, das universidades e da imprensa. Até mesmo o Poder Judiciário, tradicionalmente conservador, entrou na onda revolucionária, com juízes fazendo as vezes de vingadores sociais e membros do STF querendo reescrever a Constituição a partir das súmulas produzidas por seus preconceitos ideológicos, ao arrepio da Constituição. O sistema jurídico brasileiro virou uma prisão de aloprados que está enlouquecendo toda a gente. É quase impossível se cumprir o conjunto de leis no Brasil, tal a contradição existente entre os diferentes diplomas.


A tarefa histórica imediata que se impõe é restaurar uma força política nacional de centro-direita, que possa disputar democraticamente o voto popular e assim recolocar os melhores no poder.

Lula promove ato em frente à sede da Petrobras


Provocação para a guerra civil


Recebido por e-mail

O PT não pode (devido alto nível de corrupção) e não quer entregar o governo para outro partido. SE a Dilma tiver que sair do Governo, só existe uma solução para o PT (Partido Revolucionário, Marxista- Leninista, Maoista, Catrista , Trotzkysta, Anarquista): desencadear a guerra civil no Brasil com o MST; ONGs; Quilombolas; Blacks Block; CUT; milícias e ONGS indígenas ; radicais do PT ; elementos das FARC, mercenários da Venezuela, da Bolívia e de Cuba, etc para a retomada do PODER e implantação do comunismo no Brasil. Baseado nesta “força” para a revolução é que LULA declarou ENFATICAMENTE em 14 AGO 2014, em uma reunião do Partido, POR TRÊS VEZES a seguinte ameaça:

“Se a Dilma perder ELES NÃO SABEM O QUE NÓS SEREMOS CAPAZES DE FAZER!!!”.



Início das ações : A baderna, a violência , o terrorismo para desestabilizar os governos de outros partidos!

PENSE NISSO NA HORA DE VOTAR!!!

As promessas vagas de Dilma e o erro de Marina

Por Veja


Na reta final da corrida eleitoral o que vale é prometer. No pacote de promessas da candidata do PT tem de tudo, só falta a explicação de como fazer. Já Marina Silva, que vinha com os pés mais no chão, acabou escorregando ao prometer inflação mais baixa do que é possível em 2015.

Frustrações


Com tanta roubalheira revelada, como é que o governo do PT não cai ?




Este é o título do comentário do editor, baseado na repercussão de novas e corrosivas reportagens publicadas neste final de semana pelas revistas Veja, Época e IstoÉ. São revelações espantosas, ora estabelecendo conexões claras entre o Mensalão e o Petrolão e ora contando em detalhes como o mar de lama espraia-se sob os porões dos Palácios do Planalto e do Alvorada. Os termos usados pelas revistas semanais não poderiam ser menos ofensivos do que são. Palvras como “infames”, “mentirosos”, “ladrões”, “assaltantes”, são recorrentes em todas as reportagens. É o fim do mundo. O ano não pode encerrar sem que alguém acabe pagando caro pela vergonha por que passa neste momento o povo brasileiro.

Partidários de Marina fazem bem ao criticar Modelo de Exploração do Pré-sal


Funk da Dilma


Seja o que Deus quiser? Não!

Por Gen Bda Paulo Chagas

Caros amigos

Há dias, comentava comigo mesmo sobre as idas e vindas da opinião pública, retratadas nos resultados das sempre suspeitas pesquisas eleitorais.

A propaganda espetaculosa e quase sempre mentirosa - ou, no mínimo, distanciada da realidade - e a descoberta e a divulgação de recorrentes escândalos de corrupção - marca registrada do Partido dos Trabalhadores e de sua esdrúxula e famigerada "base de apoio"- fazem o papel da manivela e da corda que elevam e abaixam o balde no poço dos índices da Governanta, candidata à reeleição!

Quando se pensa que o cheiro fétido do “panelão”, tantas vezes entornado, vai fazer com que o povo brasileiro feche o nariz e abra os olhos para enxergar a podridão da obra de seus "eleitos" - apercebendo-se do quanto tem sido enganado, usado e desrespeitado por eles - tem-se o desgosto de constatar que o povo parece acostumado com a sujeira e não mais se escandaliza com ela.

É como se essa fosse a única forma conhecida de gerir os bens e os recursos públicos. Chega-se a “desanimar da virtude”!

Ainda na conversa com os meus botões, cheguei a pensar em dizer-lhes: “Seja o que Deus quiser”! No entanto, lembrei-me da lição de Santo Inácio de Loyola, Padroeiro da Infantaria, que nos ensina a “rezar como se tudo dependesse de Deus, mas a trabalhar como se tudo dependesse de nós”, e dei-me conta de que, ao deixar o futuro nas mãos Dele, estaria deixando de fazer a minha parte.

Todos sabem que Deus é brasileiro e há de nos querer o bem, todavia, não podemos nos esquecer de que nossa vida não é controlada por Ele. Nós, assim como Ele, temos o livre-arbítrio.

“Se tu não falares para dissuadir o ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniquidade, mas o seu sangue eu o requererei da tua mão”.

Deus pode tudo, mas tolera aqueles que fazem mau uso do livre-arbítrio em prejuízo dos outros, mas não vai tolerar isso para sempre e não perdoará os que não souberam escolher o bem, nem tampouco perdoará os que sabendo, nada fizeram para dissuadi-los!

Assim, amigos, não podemos deixar de fazer o que nos toca, seja lá o que for que cada um possa fazer, confiando em Deus, mas nunca deixando nas mãos Dele a responsabilidade que nos cabe:

Perseverar, como Barroso em Riachuelo, pois, “o Brasil espera que cada um cumpra o seu dever” e que “sustentemos o fogo” até que a vitória seja nossa!


= Nenhuma ditadura serve para o Brasil - Grupo Ternuma =




__________________
Gen Bda Paulo Chagas, cidadão brasileiro, crente na Divindade, no bem e na perseverança!

Doadores milionários


PT imita valores típicos de duas ditaduras by Reinaldo Azevedo


Pinóquia


A POLÊMICA EQUIVOCADA

Por General Marco Antonio Felício da Silva

“Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade, traduzindo um País com projeção de poder e soberano, deve ser o nosso NORTE"


O último artigo que representa o pensamento do Clube Militar tornou-se, por seu controverso conteúdo, já bastante difundido, fonte que permite a uns e outros, mal intencionados ou não, afirmarem que os militares, de forma geral, estejam apoiando a candidata Marina Silva, apresentada como “um fio de esperança”, e, também, motivo para análises outras do possível desfecho eleitoral em outubro vindouro. A começar, ouso dizer que se Marina é um “fio de esperança”, é a esperança de que a desgraça continue a solapar e a destruir a Nação brasileira, já tão martirizada pelos governos do PT.

Marina é, sem dúvida, por seu passado e por suas posições atuais, uma verdadeira fraude em matéria de democracia, de ideologia e de capacidade para dirigir o País e tirá-lo do atoleiro em que o meteu o apedeuta Lula, atoleiro agravado pelo desgoverno Dilma.

Marina Silva começou sua militância política, no Acre, como militante do Partido Comunista Revolucionário (PCR), com o codinome de Sara, sob a liderança de José Genoino, lutando contra os governos militares, fazendo agitação e propaganda entre os trabalhadores rurais na região de Xapuri, apoiada e protegida pelo então Bispo local, D. Moacyr Grechi, adepto da Teologia da libertação, fundador da Comissão Pastoral da Terra, berço do MST. Marina foi a fundadora da CUT no Acre e tornou-se militante do PT onde abrigou-se com o núcleo do PCR. Rompeu com a Igreja Católica para tornar-se evangélica e ambientalista radical. Após sair do PT, filiou-se ao PV e,  para viabilizar sua candidatura, fundou a Rede, estruturada em “sovietes”, traduzindo a chamada “democracia direta”, um passo para o autoritarismo. Não o conseguindo, filiou-se ao PSB, partido que também integra o FORO DE SÃO PAULO, organização criada por Lula e Fidel Castro e que reune o rebotalho do atraso marxista e revolucionário na América Latina. Seu marido é secretário do atual governo petista do Acre e acusado de envolvimento em contrabando de toras de madeiras, segundo notícias da Imprensa.

Após a publicação do clube Militar, tenho visto mensagens, estupefato, até de militares, que aprovam Marina como o tal “fio de esperança”.

Não serão “fio de esperança” os vários candidatos militares ao Congresso e sobre os quais não se pronunciou o Clube Militar em apoio aos mesmos?

“Fio de esperança”, sem dúvida, é o candidato Aécio Neves. Não há outro! É nele que devemos concentrar os nossos votos, não influenciados por pesquisas induzidas que não sabemos se são fiéis à realidade. Há que levar-se em conta, também e principalmente, a mudança de humor dos eleitores com a explosão do super escândalo da Petrobras.

Caso haja segundo turno e se a Dilma for reeleita, dando continuidade a sua desastrosa Política Econômica, à atual Política Externa com viés ideológico e que não preza o interesse nacional, e à comunização do País, buscando uma nova correlação de forças entre a  burguesia e o proletariado (fato previsto pelo Foro de São Paulo por meio da manipulação dos movimentos sociais urbanos e rurais, uma das ferramentas para a instauração da ditadura do proletariado), em meio a ampla corrupção e o descalabro administrativo e moral já existentes, caminharemos, provavelmente para uma convulsão social, com obrigatória intervenção das Forças Armadas.

Se a messiânica Marina for a escolhida, teremos mais do mesmo com ênfase no radicalismo ambientalista, governando, Ela,  com o aparelhamento do Estado e do Governo, implantado pelo PT.  Deste aparelhamento não conseguirá se livrar pelos laços que tem com o PT, criados por mais de 20 anos de militância no mesmo e para não inviabilizar o seu governo por uma reação dos milhares de petistas infiltrados na máquina administrativa governamental, orientados e manipulados pelo partido respectivo.

Após a equivocada polêmica provocada pelo Clube Militar, e disso é prova a repercussão havida, O Clube Militar deve, de imediato e não aguardando um segundo turno, posicionar-se de maneira explícita e pública, não deixando margem a dúvidas quanto ao seu pensamento a respeito do tema em tela, isto é, quanto ao pensamento da maioria de seus sócios militares, em momento tão grave e decisivo para o futuro do País e quando ainda nos resta um “fio de esperança”.

VOTE PARA DEPUTADO FEDERAL/MG GENERAL MARCO FELICIO 2560



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Projeto considera legítima defesa agressão a invasor de domicílio


Dep. Jair Bolsonaro (PP-RJ)
Bolsonaro: a alteração pretende resguardar o ambiente 
domiciliar do cidadão de bem.
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7104/14, apresentado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que considera legítima defesa a agressão praticada contra quem invadir uma residência. “Com isso, iremos proporcionar mecanismo inibitório da criminalidade, deixando claro que quem adentrar em ambiente domiciliar, urbano ou rural, sem consentimento poderá ser morto por quem legitimamente o habita”, explica Bolsonaro.

O Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) inclui três condições em que atos não são considerados crimes: o estado de necessidade, quando a pessoa comete o que seria um crime para salvar alguém de um perigo imediato; a legítima defesa, quando a pessoa defende sua própria vida; ou o estrito cumprimento de dever legal, que são ações de agentes públicos, geralmente policiais.

Hoje o conceito de legítima defesa não inclui agredir ou matar alguém que invadiu um domicilio, o que acaba caracterizado como “excesso” pela lei. “Ocasionando, em várias oportunidades, transtornos àqueles que legitimamente usaram recursos para sua proteção, dentro de um ambiente domiciliar”, argumenta o deputado.

Tramitação

Antes de ser votado em Plenário, o projeto precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Arnaldo Jabor no Roda Viva




Nesta edição do Roda Viva, o cineasta e escritor Arnaldo Jabor é convidado para o debate sobre o cenário político brasileiro  - 15/09/2014

Dilma Rousseff não se comove com lágrimas de Marina Silva


O que eu diria a AÉCIO NEVES


Prezado Aécio,

Sou um dos 100% Aécio, cujos nomes são destacados na página da tua campanha que divulga o apoio de intelectuais. Por isso, contemplando a hipótese de que venhas a ler, tomo a liberdade de escrever o que penso sobre esta esquina onde nos encontramos na história da República.

Há uma parcela imensa da sociedade brasileira perfeitamente consciente de que o problema do Brasil não é Lula e não é Dilma. O problema do Brasil, sabemos nós, é o Partido dos Trabalhadores, com seus métodos, seu projeto totalitário de poder, sua turbada visão de história, suas más companhias internas e externas, sua ideologia malsã e seu reacionarismo econômico. O problema do Brasil é a oficialização dessa moral que parece abastecida em lojinha de conveniência, onde a cada momento é selecionado o princípio que convém, dispensados os demais nos reservatórios de lixo seletivo. É o governo de um partido que abraça a Petrobras com afagos de quem lhe bate a carteira.

Seu principal adversário ao longo dos últimos 12 anos, Aécio, é um partido que faz mal ao Brasil. Na oposição, não deixa governar; no governo, não governa. Na oposição, a quilômetros de distância, brada contra odores nos atos do governo; no governo, não percebe a sujeira colada à sola do próprio sapato.

Fosse você, Aécio, eu diria à sua principal adversária que o governo petista acabou. E não acabou agora, mas há seis anos. Acabou na metade do segundo governo Lula, quando se esgotou o estoque de mágicas na cartola das facilidades e o Brasil começou a desacelerar, a parar e, já agora, a declinar. Eu diria que o PT já fez o pouco bem que podia e todo o mal que podíamos tolerar. O PT, enfim, já era. Foi rareando o que nele havia de bom e aflorando, dominante, tudo que nele havia de mau. O pouco que ainda resta de valor no partido não compensa tudo que nele não presta. Só não vê isso quem não quer.

Trata-se de um terrível problema moral. Ele não está no fato de que o PT transforma bandidos em heróis, mas no fato de que parcela imensa da população nacional já não mais distingue um tipo de outro. E o nome disso já não é pura e simples corrupção, mas é corrupção da alma brasileira, onde muitos entram em confusão mental, ou em conflitos de interesse, nas encruzilhadas do certo com o errado.

Pense sobre isso, Aécio. Você é a terceira geração de políticos do PSDB aos quais parcela importante do povo brasileiro confia a bandeira oposicionista. Você enfrenta um adversário fragilizado, combalido pelos motivos que expus. Mas precisa evitar, com ajustes de discurso, que os bons brasileiros migrem votos para quem nunca teve e ainda não tem palavras de reprovação aos malefícios em curso no país. Isso, simplesmente, não faz sentido.



_________________
Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

DILMA E MARINA: DUAS CABEÇAS DO MESMO CORPO



Eu já disse que o Brasil precisa acordar. É acordar ou morrer, não tem acordo. Sobre Dilma e Marina. Reflitam. Paulo Eduardo Martins #2020

Empresas batem recorde de inadimplência


Ignorantes


Maracutaias Profundas


Crime de lesa pátria de DILMA ROUSSEFF



Você trabalha igual a uma camelo, burro de carga, para a comunista Dilma Rousseff doar o nosso dinheiro dos nossos impostos para Cuba, Venezuela, e outras ditaduras... Você concorda com isso?

PT age para impedir revelação de História Escabrosa


Petistas temem risco real de a Justiça entrelaçar operações Lava Jato, Porto Seguro, Mensalão, BB e Eike

O armageddon Petralha está mais próximo que nunca. A maior preocupação do grupo de Luiz Inácio da Silva não é com o depoimento que será prestado hoje à tarde, em videoconferência entre Salvador e Curitiba, pelo ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, ao juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal, que cuida de vários processos da Operação Lava Jato. O terror imediato da cúpula petista é com os previsíveis desdobramentos de escândalos que podem se entrelaçar: Lava Jato, Porto Seguro, Mensalão e a bronca gigante prestes a estourar sobre o ricaço Eike Batista.

Um dos problemas que mais apavora é a ação do Ministério Público Federal sobre o Banco do Brasil. Principalmente sobre o presidente Aldemir Bendine - denunciado pelo motorista que serviu a ele e a Rosemary Noronha. Pior que isto e as delações premiadas de Paulo Roberto Costa só as ligações perigosas entre os principais fundos de pensão (Previ, Petros, Funcef e Prece), além do sistema BNDES e BNDESpar, com vários negócios bilionários em que petistas e aliados estão envolvidos. O mundo virá abaixo se as empreiteiras, confirmando uma ação de cartel em defesa judicial, concretizarem a ameaça de revelar, em processo de leniência, tudo sobre os mais variados escândalos, pagando multas, em troca de condenações judiciais.

Falando como testemunha na Lava Jato, Gabrielli deve acrescentar nada. No entanto, dependendo do que não revelar ou for obrigado a tentar desmentir, corre o risco de acabar comprometido pelas negociatas feitas pelo premiado delator Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da estatal. Gabrielli será forçado a alegar que “nada sabia” sobre a denúncia de Costa sobre um desvio de 3% do valor de cada contrato negociado na Petrobras para o pagamento de propinas a políticos de vários partidos.

A inacreditável tese de “ignorância”, comumente usada pelos petistas, será complicada de se sustentar, já que Gabrielli presidiu a Petrobras entre 2005 e 2012, mesmo período em que Paulo Roberto Costa cuidou do “abastecimento”. Pela estrutura decisória na Petrobras, altamente centralizada, é praticamente impossível supor que de nada saibam o presidente da empresa, seus conselhos executivo, administrativo e fiscal e a Presidência da República, cujo ocupante representa a União, controladora majoritária da companhia.

Os petralhas sabem muito bem que uma devassa nos contratos das chamadas Sociedades de Propósito Específico da Petrobras, com grandes empresas e empreiteiras, pode escancarar um esquema de incompetência e corrupção nunca antes visto na História do Brasil. Se Dilma vencer a reeleição, seu próximo mandato ficará inviabilizado pela explosão judicial de tais escândalos. Se Dilma perder, os inimigos terão farto material para destruir os petistas corruptos.

Viva a liberdade...

 

Legados da politicagem

 

Podres poderes


 

Dilma pede licença para matar. Ou: Petista promete mais quatro anos iguais aos últimos quatro se reeleita! Ou: Destruir para conquistar; conquistar para destruir.


Ex-diretor documentava propinas anotando tudo

Por Diário do Poder - Redação

Ex-diretor não só deu nomes, mas documentos da propina na Petrobras

Além de entregar, um a um, os políticos que receberam dinheiro sujo do esquema de corrupção, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa ofereceu aos investigadores, em seus depoimentos, indícios e até provas dos pagamentos de propina. São anotações detalhadas de datas, locais, quantias e até números de contas bancárias no exterior, onde os destinatários preferiam receber a grana roubada da estatal.

Paulo Roberto Campos foi diretor de Abastecimento da Petrobras entre 2004 (governo Lula) e 2012 (governo Dilma), e agia com “autonomia”.

Chamado de “Paulinho” por Lula, Paulo Roberto Costa conta que ele e seus comparsas se referiam ao ex-presidente como “Gerentão”.

O ex-diretor temia virar um Marcos Valério, que estava longe de chefiar o mensalão, era só um “office boy de luxo”, mas pegou a maior pena.

Paulo Roberto Costa jura que não liderava o esquema, como se reportasse a um chefe. Mas investigadores ainda não acreditam isso. Leia na Coluna Cláudio Humberto.



PT paga muitos dólares a chantagista que tem detalhes de operação escabrosa realizada na Petrobras em 2004. Enrosco envolve a morte de Celso Daniel.


Oval Nacional - Lula e o petro-abraço, a mentira de Marina e o casamento de papelão


O dia em que Marina chorou. Ou: Indústria de mentiras do PT pode fazer de Marina uma poderosa vítima; o tiro ainda sairá pela culatra


domingo, 14 de setembro de 2014

A Histeria do "Estado Laico"

Virou moda invocar a laicidade do Estado para desqualificar opiniões, religiões e igrejas. É o tipo de coisa que só acontece no Brasil, país em que presidentes da República se atrapalham com rudimentos de português e matemática. Fosse o pensamento prática frequente entre nossa elite, tais invocações à laicidade do Estado seriam rechaçadas pelo que de fato são: ensaios totalitários visando a calar a boca da maioria da população.

A leitura dos preceitos que os constituintes de 1988 incluíram em nossa Carta Magna sobre o tema esclarece, acima de qualquer dúvida, que eles desejavam, nesse particular, limitar a ação do Estado e não das pessoas, suas religiões e igrejas, como agora, maliciosamente, lendo a carta pelo seu avesso, alguns pretendem fazer crer. Enfaticamente, a CF determina ser "inviolável a liberdade de consciência e de crença", que "ninguém será privado de direitos por motivo de crença" e que o Estado não pode estabelecer ou impedir cultos.

Não são as opiniões de indivíduos ou, mesmo, de figuras públicas em que se perceba inspiração religiosa que violam a Constituição, mas as tentativas de os silenciar, de os privar do direito de expressão, aos brados de "Estado laico! Estado laico!". Não, senhores! Foi exatamente contra essa pretensão que os constituintes ergueram barreiras constitucionais. Disparatado é o incontido e crescente desejo que alguns sentem de inibir a opinião alheia, para que possam - veja só! - falar sozinhos sobre determinados temas. E são tantos os desarrazoados neste país que poucos percebem o tamanho da malandragem.

Leigos ou religiosos, ateus ou agnósticos, detentores de mandato ou jurisdição, podem e devem ouvir suas consciências ao emitirem seus votos ou decisões. Talvez estejamos habituados a líderes que escolhem princípios como gravatas (ou echarpes) e estranhemos quem os tenha, bons e sólidos. A laicidade impõe limites ao Estado, não aos cidadãos!


Eu tenho o direito de emitir conceitos, com base religiosa ou não, fundados na cultura gaúcha ou tupiniquim, na doutrina marxista ou liberal, sem que desajuizados pretendam me calar. Essa minha liberdade tem garantia constitucional. E há dispositivos específicos para assegurá-la no que se refira às convicções religiosas e suas consequências. A histeria a esse respeito escancara não só recusa ao contraditório, mas também vocação totalitária. Por quê? Porque como bem se sabe, o totalitarismo, para cujo porto estamos sendo levados pelo nariz, não pode conviver com sistemas de valores que não sejam ditados pelo Estado e que ante ele não rastejem. É a esse mostrengo que andam chamando "Estado laico". Ele não é isso.

PT não fala mais em privatização da Petrobras porque privatizada ela já está: pelo PT, PMDB e PP. A mentira da hora diz respeito ao pré-sal