sexta-feira, 12 de setembro de 2014

MARINA ou DILMA: Neocomunismo com pai nosso ou sem pai nosso?


Atribui-se ao jornalista Cândido Norberto a frase segundo a qual, em política, pode acontecer tudo, inclusive nada. Por exemplo: pode explodir um avião sobre o cenário eleitoral; pode acontecer algo enigmático, tipo vir à superfície mais um escândalo e o governo melhorar sua posição. E também pode acontecer nada, pelo simples motivo de que parcela imensa da população, em flagrante desânimo, joga a toalha no ringue. As pesquisas desta semana indicam que nação está agendando um encontro de boi com matadouro. E vai abanando o rabo na direção de um entre dois neocomunismos: o sem Pai Nosso de Dilma ou o com Pai Nosso de Marina.

É possível que o leitor destas linhas pense que estou paranóico. Não, meu caro. Pergunto-lhe: você leu o documento final do 20º Encontro do Foro de São Paulo (aquela organização que a grande mídia nacional diz que, se existe, não fede nem cheira?). Quem lê o referido documento não só fica sabendo que o bicho existe, mas que é poderoso e bate no peito mostrando poder. O texto exalta o fato de que, em 1990, no grupo de partidos alinhados sob essa grife, apenas o PC Cubano governava um Estado nacional. Hoje, estão sob manto do FSP, entre outros, Brasil, Uruguai, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Venezuela, El Salvador e Nicarágua. Se observar bem, verá que a lista contém a nata dos comunismos e socialismos bolivariano, cocaleiro, maconheiro, bananeiro e por aí vai. E se escrutinar caso a caso vai encontrar dirigindo esses países, em seus vários escalões, aos cachos, ex-guerrilheiros comunistas que, em momento algum, extravasaram arrependimento ou deserção das antigas fileiras. Uma parceria e tanto, essa que o Brasil integra na condição de grande benemérito e tendo o PT como sócio fundador.

O Foro de São Paulo, como bem mostra Olavo de Carvalho, é a chave de leitura para o que acontece, não apenas na política nacional, mas nas nossas universidades, na nossa economia, nos negócios externos e na tal geopolítica "multipolar" que nada mais é do que um passo adiantado na direção de um projeto de hegemonia e totalitarismo sobre a região. E é para lá que vamos se, confirmando-se o dito com que abri este texto, já aconteceu tudo e nada mais há para acontecer.

Se olharmos pela janela, veremos que a economia brasileira está parando. A cartola de sortilégios do ministro Mantega está tão vazia quanto os cérebros que nos governam. O que houve? Nada que não possa ser explicado pela sujeição nacional a um governo com estratégias erradas. A Venezuela já não está com polícia nos supermercados? Não se contam cinco décadas de escassez e filas em Cuba? A outrora próspera Argentina, não se encontra em plena decadência?

As parcerias do FSP adotam exitosas técnicas de sedução eleitoral. Mas exercem o poder de modo desastroso. E Marina vem na mesma toada. Ela nasceu para a política como líder comunista. Revoltada com a vida e com o mundo, como costumam ser os líderes comunistas. Marina não entendia o motivo pelo qual abrir trilha na floresta e riscar casca de seringueira não transformava o cidadão acreano num próspero suíço. Saiu da floresta, estudou, ganhou mundo, quer presidir o Brasil. Mas se não esconjurar as ideias que tinha quando ministra, ela é um apagão eminente.



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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Correspondência remetida ao Presidente da CNV

Por Cel Ref Exército Márcio Matos Viana Pereira

Ao Presidente,  Coordenador e Membros da COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE

Faz dois anos, da criação da COMISSÂO NACIONAL DA VERDADE, com o objetivo declarado de buscar e afirmar a VERDADE para a História e para os brasileiros, relativa aos fatos revolucionários ocorridos no PAÍS, apurando as graves violações de Direitos Humanos praticados entre 18 de setembro de 1946  e 5 de outubro de 1988.

Embora se me afigurasse desnecessária a criação da aludida CNV, considerando a vastíssima bibliografia existente sobre o tema, através de livros escritos por pessoas de ambos os lados que estiveram envolvidos na luta travada; de entrevistas e de longas e detalhadas reportagens, publicadas nas principais revistas e mais famosos jornais existentes no País, além das declarações prestadas nos Tribunais por ex-presos políticos e seus Advogados, não via a necessidade de reabrir mágoas do passado, à época já sepultadas, face a Anistia a longos anos concedida, ainda na vigência de Governo militar.

Se o objetivo alegado era a busca da VERDADE para a História, com o início dos trabalhos logo a farsa se revelou, ao informar a CNV que iria levantar apenas os crimes e as violências praticadas pelos militares e agentes do Governo.  É lógico que tal decisão foi surpreendente, pois, se o objetivo da Comissão tinha por escopo buscar a verdade a respeito das violações havidas, durante a luta armada travada, evidentemente as versões existentes são conflitantes, pois, cada lado tem a sua verdade a expor.

Ficou então patente, ter por objetivo a CNV, não a busca da VERDADE para a História, mas, reescrever a História, através de estórias sordidamente fabricadas, com o intuito de inverter os fatos havidos, transformando, como por mágica, traidores da Pátria a serviço do Comunismo Internacional, assaltantes de Quartéis e de Bancos, ladrões de Armas militares, seqüestradores, torturadores, justiceiros e assassinos, em heróis, enquanto os militares que foram à luta em defesa da Democracia e dos valores morais sedimentados na consciência nacional, militares que foram emboscados na selva e ameaçados pela sanha de insanos que acreditaram na utopia de vencer as Forças Armadas, sendo  vítimas da prática da mentira continuada, passaram a ser rotulados de torturadores e criminosos.

Afirmo ao Presidente, ao Coordenador da CNV, Sr PEDRO DALLARI, bem como aos seus demais integrantes, saber ser legal a existência da CNV, mas, com igual ênfase, também afirmo ser amoral o procedimento da Comissão, por ser injusta, parcial e facciosa a decisão de  substituir a busca indiscriminada da VERDADE, alegada como anseio dos brasileiros, pela manipulação de mentiras fabricadas para permitir a vossas senhorias, em detrimento da ética e da dignidade, encherem o tempo, mamando nas tetas generosas do Tesouro, transformado na era petista em saco sem fundo,fato normal em  Governo corrupto, como o foi o  do apedeuta  Lula e o é o da Presidente e ex-terrorista Dilma.
Nas Forças Armadas, felizmente, há Comando, hierarquia, disciplina e Regulamentos. As Leis são cumpridas e cultuamos o patriotismo, a ética, a honestidade, a dignidade, a honra e o amor à verdade como atributos que ornamentam o caráter.

Publicou a Folha de São Paulo declaração de um membro da CNV, afirmando que a Comissão iria decidir se encarregaria a Polícia Federal de conduzir, coercitivamente, o militar que intimado não comparecesse ao local designado.  O Sr DALLARI, como Coordenador da CNV, sendo jurista, deveria saber que, para conduzir coercitivamente um militar ante a Comissão, teria de ser solicitado ao Comando do militar e não à Polícia Federal que é um órgão do Ministério da Justiça, não integrante, pois, da Cadeia de Comando Militar, portanto, não lhe cabendo aceitar, nem cumprir a solicitação recebida.

Saibam os membros dessa inoperante e em conseqüência ineficaz CNV, que se portaram como anões morais, submissos ante a imposição governamental de apurar os fatos unilateralmente, violentando o bom senso e indiferentes à necessidade de demonstrar independência moral, como pilar básico, para que pudesse  haver êxito na missão imposta, que a decisão calhorda tomada pelos senhores,  optando por assegurar as mamadas mensais nas tetas do Tesouro, fez a Comissão perder a credibilidade perante cada cidadão digno e responsável desta  Nação, razão de ter sido tratada como piada de mau gosto a tentativa de transformar os cadáveres dos ex-presidentes Juscelino e Jango, em vítimas das ações dos militares.   A palhaçada foi tão absurda e ridícula que o cretinismo da ação fez cair no descrédito, quaisquer sejam as acusações, afirmativas e conclusões que venham a constar do Relatório final a ser apresentado ao Governo e à Nação, por essa já popularmente conhecida como Comissão da Mentira.  

Em 2011 e também em 2012,  as estatísticas revelaram  que os mortos, apenas por assassinatos, atingiu em cada ano, o exorbitante  e terrificante número: 50.000, porém,nem a PRESIDENTE, nem a CNV, nem o Poder Legislativo, nem o Judiciário, nem as Comissões de Direitos Humanos, que somente defendem  criminosos e corruptos, nem a CNBB, nem a OAB, nem os Partidos Políticos, nem a  Imprensa amestrada, nem os Sindicatos, nem a UNE e nem os Movimentos e Organizações Sociais se interessaram em denunciar e apurar as causas, nem em  tomar ou exigir efetivas medidas que assegurem a SEGURANÇA devida aos brasileiros, que tão caro pagam, ao serem anualmente punidos com impostos exorbitantes. 

Acredito  que para os brasileiros,  já anestesiados por sucessivos escândalos, nada mais importa!  Então, a Presidente e ex-terrorista parece haver tomado por máxima, remeter ao passado e ao esquecimento os crimes de hoje, e, rebuscando um passado de 30 anos, subtrair dos Arquivos fatos já anistiados, entregando-os à CNV, onde fantoches amestrados deveriam transformá-los em crimes hediondos cometidos por militares. 
  
De bem mais longe nós brasileiros já viemos, e em dezembro, veremos todos os integrantes da CNV, que despudoradamente, durante dois anos, tentaram fabricar escândalos que comprometessem militares, para que os brasileiros acreditassem na necessidade da permanência da incompetente Comissão, finalmente, colocar um fim no engodo desonesto.  Como cidadão brasileiro espoliado e militar enojado ante a subserviência demonstrada, formulo a todos os membros da facciosa CNV, um cumprimento formal de pesar, pela parcialidade publicamente assumida, atitude que, acredito, maculou as suas biografias, tornando-as similares a Folhas Corridas . 

                                                                                      São Luis/MA - 09/09/2014


Servidor que adulterou perfis de Jornalistas é filiado a Partido Político


Até Aécio ganha de Dilma no RS.


PT é uma máquina de destruir reputações



O PT de forma suja e orientado por Lula e João Santana, o marqueteiro da campanha de Dilma, promove um ataque desleal e mentiroso à candidata do PSB, Marina Silva. A avaliação é do colunista de VEJA, Marco Antonio Villa, no Aqui entre nós com Joice Hasselmann.

O caso Neca Setúbal



O PT está usando a tática de satanizar Marina Silva, que se revelou a única candidata oposicionista capaz de derrotar Dilma Rousseff. Para isso, está massacrando Neca Setúbal, que apoia Marina e é acionista do Banco Itaú. O ódio aos banqueiros é consolidado no PT, desde a origem. Mas o partido no poder tem sido o melhor amigo dos banqueiros, tendo inclusive nomeado um deles, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, com estatus de ministro de Estado.

Oval Nacional - Trabalho escravo, eleição no Maranhão e patrimônio de Marina Silva


Petrobras privatizada deixa de ser motivo de Terrorismo Eleitoral


"Desconstrução de Marina" - Lauro Jardim



No Giro VEJA desta sexta-feira, Aécio Neves intensifica a campanha em Minas Gerais. No "Seu Voto no Radar", Lauro Jardim fala das estratégias do PT para tirar votos de Marina Silva.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ELEIÇÕES 2014 - Apoio à Candidatos (Atualizado)



Este Blog, dentro de princípios pautados na ética, moral e bons costumes, nacionalismo e brasilidade vem de público firmar sua simpatia e incondicional apoio ao seguintes candidatos ao pleito de 05 de outubro de 2014, independentemente de partidos políticos:


CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

AÉCIO NEVES - 45 - PSDB


AÉCIO NEVES é candidato ao cargo de Presidente da República pelo PSDB.

Natural da capital mineira de Belo Horizonte, Aécio Neves da cunha nasceu em 1960 e é formado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Aécio Neves é neto de Tancredo Neves e iniciou sua vida política aos 21 anos quando foi convidado pelo avô para ser seu secretário pessoal, depois de ter participado na campanha que o elegeu governador de Minas Gerais.

Em 1986 foi eleito para seu primeiro cargo eletivo como deputado federal, onde foi reeleito por mais três mandatos. Alcançou o Governo mineiro em 2002 com 60% dos votos válidos e finalizou seu primeiro mandato com 68% de aprovação popular de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha. Foi reeleito em 2006 com 77% dos votos válidos e atingiu o índice de aprovação popular de 90% segundo pesquisa da Vox Populi/Fiemg.

Cargos Exercidos

Em 1986 foi eleito Deputado Federal por Minas Gerais e reeleito em 1990, 1994 e 1998.
Foi eleito Governador de Minas Gerais em 2002 e reeleito em 2006.
Em 2010 foi eleito Senador por Minas Gerais.

Coligação: MUDA BRASIL (PSDB / PMN / SD / DEM / PEN / PTN / PTB / PTC / PT do B)

PASTOR EVERALDO - 20 - PSC


EVERALDO PEREIRA é candidato ao cargo de Presidente da República pelo PSC (Partido Social Cristão).

Vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Dias Pereira nasceu em 1956, é formado em Ciências Atuariais pela Faculdade de Economia e Finanças do Estado do Rio de Janeiro.

Filiou-se ao PSC em 2003 influenciado por Anthony Garotinho e chegou a coordenar um dos seu programas de governo. Além de ser pastor da Assembleia de Deus, é um dos líderes da bancada evangélica do PSC e tem o apoio do Deputado Dederal Marco Feliciano.

Coligação: PSC


CANDIDATOS DO RIO DE JANEIRO


DEPUTADO FEDERAL


JAIR BOLSONARO - 1120 - PP

JAIR BOLSONARO é candidato à reeleição ao cargo de Deputado Federal pelo PP.

Natural do município paulista de Campinas, Jair Messias Bolsonaro nasceu em 1955 e tem formação militar pela Academia Militar das Agulhas Negras, chegando ao cargo de capitão do Exército Brasileiro em 1979.
Seu primeiro cargo eletivo foi o de Vereador do Rio de Janeiro, alcançado em 1988, quando era filiado pelo extinto PDC (Partido Democrata Cristão). Dois anos depois foi eleito pela primeira vez ao cargo de Deputado Federal, onde cumpre atualmente o quarto mandato.



Cargos Exercidos

Em 1988 foi eleito Vereador do Rio de Janeiro (RJ) pelo PDC.
Foi eleito Deputado Federal do Rio de Janeiro em 1990 e reeleito em 1994 pelo PPR, em 1998 e em 2002 pelo PPB, em 2006 e 2010 pelo PP.
Coligação: PMDB - PP - PSC - PSD - PTB (PMDB / PP / PSC / PSD / PTB)


DEPUTADO ESTADUAL


FLÁVIO BOLSONARO - 11120 - PP

FLÁVIO BOLSONARO é candidato a Deputado Estadual do Rio de Janeiro pelo Partido Progressista.

Dados de Flávio Bolsonaro

Nome: Flavio Nantes Bolsonaro
Idade: 33 anos (30/04/1981)
Naturalidade: RJ - Rio de Janeiro
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Deputado
Escolaridade: Superior completo
Coligação: PP



COMANDANTE SERGIO - 31000 - PHS

Comandante Sérgio

COMANDANTE SÉRGIO é candidato a Deputado Estadual do Rio de Janeiro pelo Partido Humanista da Solidariedade.

Dados de Comandante Sérgio

Nome: Sergio Ricardo Ferreira
Idade: 58 anos (10/12/1955)
Naturalidade: RJ - Rio de Janeiro
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Militar Reformado
Escolaridade: Superior completo
Coligação: PHS



CANDIDATOS DE MINAS GERAIS


DEPUTADO FEDERAL


GEN MARCO FELÍCIO - 2560 - DEM
MARCO FELÍCIO é candidato a Deputado Federal por Minas Gerais pelo Democratas.

Dados de Marco Felício

Nome: Marco Antônio Felício da Silva
Idade: 76 anos (24/10/1937)
Naturalidade: MG - Belo Horizonte
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Militar Reformado
Escolaridade: Superior completo
Coligação: A VEZ DE MINAS (DEM / PSDB / PP / PR / PSD / SD)

Militar, com muito orgulho!

Ações prioritárias: 
  • Fim do fator previdenciário para os aposentados.
  • Saúde para todos; maiores verbas e gestão eficiente; disseminação do médico de família e de unidades de pronto atendimento; criação de hospitais regionais e hospitais especializados intermunicipais; hospitais universitários com centro de pesquisas; remédios sem impostos; cesta básica de remédios gratuita; aumento da tabela do SUS e valorização da carreira médica.
  • Educação em tempo integral; fim do analfabetismo; intensificação do ensino profissionalizante; modernização das escolas e valorização da carreira do professor.
  • Maior segurança com o fortalecimento das Polícias Militar e Civil; intensificação de especializações; melhores condições de trabalho, salário e vida com dignidade para famílias e profissionais; endurecimento da legislação para crimes contra a vida e contra agentes da lei, para corrupção ativa e passiva, sequestros e para traficantes de drogas; obrigatoriedade de trabalho para presos; redução da maioridade penal e instituição da pena de morte.
  • Maiores verbas para pesquisas com incentivos à inovação;
  • Incentivos à indústria militar e aeroespacial, e incentivos à interação indústria e universidades/centro de pesquisas.
  • Valorização da carreira militar e valorização das Forças Armadas;
  • Melhores salários e criação de uma força de dissuasão externa com poder nuclear.

Alocução do General Marco Felício - Candidato à Deputado Federal - 2560 DEM/MG - proferida na Solenidade de Encerramento alusiva ao 22º Aniversário de Fundação da ASMIR de Três Corações, realizada em 06 de setembro de 2014 na Sede Social da ASMIR - Três Corações/MG.


“Nosso país esta descendo a ladeira abaixo velozmente. Não para cair no buraco. No buraco já caímos. Falta atingir o fundo do buraco. E se sair de lá... O que não desejo para ninguém, principalmente para os meus netos e meus filhos, talvez sairemos com uma guerra civil sangrenta... Uma guerra civil sangrenta! É preciso que nós nos conscientizemos disso.” (Gen. Marco Felício)

O General MARCO FELÍCIO foi um dos primeiros oficiais a se posicionar contra o Governo Federal quando, após determinação do Ministério da Defesa, os clubes militares retiraram de seus sites um texto em que criticavam auxiliares da Presidente Dilma Roussef. O posicionamento de Marco Felício foi expresso no texto batizado de “ALERTA À NAÇÃO: ELES QUE VENHAM, POR AQUI NÃO PASSARÃO!” e depois reafirmado em vários textos que se seguiram nos meses seguintes.



COMANDANTE FRANÇA - 3663 - PTC

COMANDANTE FRANÇA é candidato a Deputado Federal por Minas Gerais pelo Partido Trabalhista Cristão.

Dados de Comandante França

Nome: José Roberto Correia França
Idade: 56 anos (16/05/1958)
Naturalidade: RJ - Rio de Janeiro
Estado Civil: Solteiro(a)
Ocupação: Piloto de Aviação Comercial, Navegador, Mecânico de Vôo e Assemelhados
Escolaridade: Superior completo
Coligação: MINAS MELHOR (PSC / PTC / PSL)



KELMA COSTA - 7064 - PTB

KELMA COSTA é candidata a Deputada Federal por Minas Gerais pelo Partido Trabalhista do Brasil.

Dados de Kelma Costa

Nome: Kelma Melo Gonçalves Costa
Idade: 41 anos (29/06/1973)
Naturalidade: MG - Juiz de Fora
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Dona de Casa
Escolaridade: Ensino Médio completo
Coligação: +MINAS (PT do B / PRP / PHS / PEN)


DEPUTADO ESTADUAL

CORONEL PICCININI - 40190 - PSB

CORONEL PICCININI é candidato a Deputado Estadual de Minas Gerais pelo Partido Socialista Brasileiro.

Dados de Coronel Piccinini

Nome: Edvaldo Piccinini Teixeira
Idade: 69 anos (13/08/1945)
Naturalidade: MG - Juiz de Fora
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Vereador
Escolaridade: Superior completo
Coligação: MINAS QUER MUDANÇA (PSB / PPL / PRTB)



CANDIDATOS DE SÃO PAULO


DEPUTADO FEDERAL



EDUARDO BOLSONARO - 2070 - PSC

EDUARDO BOLSONARO é candidato a Deputado Federal por São Paulo pelo Partido Social Cristão.

Dados de Eduardo Bolsonaro

Nome: Eduardo Nantes Bolsonaro
Idade: 30 anos (10/07/1984)
Naturalidade: RJ - Rio de Janeiro
Estado Civil: Solteiro(a)
Ocupação: Servidor Público Federal
Escolaridade: Superior completo
Coligação: PSC




GENERAL PETERNELLI - 2022 - PSC


General PeternelliGENERAL PETERNELLI é candidato a Deputado Federal por São Paulo pelo Partido Social Cristão.

Dados de General Peternelli

Nome: Roberto Sebastião Peternelli Junior
Idade: 60 anos (06/08/1954)
Naturalidade: SP - Riberão Preto
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Militar Reformado
Escolaridade: Superior completo
Coligação: PSC



CANDIDATOS DO PARANÁ


SENADOR


ÁLVARO DIAS - 456 - PSDB

ALVARO DIAS é candidato à reeleição ao cargo de Senador do Paraná pelo PSDB.

Natural do município de Quatá, em São Paulo, Alvaro Fernandes Dias nasceu em 1944 e é formado em História pela Universidade Estadual de Londrina. Seu primeiro cargo eletivo foi o de Vereador de Londrina alcançado em 1968, quando ainda era filiado ao extinto MDB (Movimento Democrático Brasileiro).
Em 1970 conseguiu uma vaga na Assembleia Legislativa e quatro anos depois foi eleito Deputado Federal e reeleito logo em seguida. Após o término do seu segundo mandato, alcançou uma vaga ao Senado, desta vez como militante do PMDB. Na Eleição seguinte foi eleito Governador do Paraná e três anos depois deixa o PMDB e filia-se ao extinto PST (Partido Social Trabalhista), onde permanece por cinco anos.
Em 1994 disputa novamente por uma vaga ao Governo, filiado ao PP, mas desta vez não termina vitorioso. Quatro anos depois consegue voltar ao Senado, pelo PSDB, que o trocou em 2002 pelo PDT, quando entrou como candidato ao cargo de Governador do Paraná novamente, mas não alcançou a vitória. Em 2003 volta ao PSDB e três anos depois consegue ser eleito para mais um mandato como Senador.



Cargos Exercidos

Foi eleito Vereador de Londrina (PR) em 1968 pelo MDB.
Em 1970 foi eleito Deputado Estadual do Paraná.
Foi eleito Deputado Federal do Paraná em 1974 e reeleito em 1978.
Em 1982 foi eleito Senador do Paraná pelo PMDB, reeleito em 1998 e em 2006 pelo PSDB.
Foi eleito Governador do Paraná em 1986.


DEPUTADO FEDERAL



PAULO MARTINS - 2020 - PSC

PAULO MARTINS é candidato a Deputado Federal pelo Paraná pelo Partido Social Cristão.

Dados de Paulo Martins

Nome: Paulo Eduardo Lima Martins
Idade: 33 anos (20/04/1981)
Naturalidade: PR - Curitiba
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Empresário
Escolaridade: Superior completo
Coligação: União Pelo Paraná (PSDB / DEM / PR / PSC / PT do B / PP / SD / PSD / PPS)




SARGENTO FAHUR - 2790 - PSDC

SARGENTO FAHUR é candidato a Deputado Federal pelo Paraná pelo Partido Social Democrata Cristão.

Dados de Sargento Fahur

Nome: Gilson Cardoso Fahur
Idade: 50 anos (06/11/1963)
Naturalidade: PR - Londrina
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Servidor Público Estadual
Escolaridade: Superior completo
Coligação: Educação e Trabalho com Sustentabilidade (PSDC / PEN / PTB / PHS / PMN / PROS)



CANDIDATOS DE MATO GROSSO


DEPUTADO ESTADUAL



ADRIANA VANDONI - 12012 - PDT

ADRIANA VANDONI é candidata a Deputada Estadual de Mato Grosso pelo Partido Democrático Trabalhista.

Dados de Adriana Vandoni

Nome: Adriana Lucia Vandoni Curvo
Idade: 47 anos (07/03/1967)
Naturalidade: MT - Cuiabá
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Jornalista e Redator
Escolaridade: Superior completo
Coligação: CORAGEM E ATITUDE PRA MUDAR (PDT / DEM / PSDB)



CANDIDATOS DE PERNAMBUCO


DEPUTADO ESTADUAL


CORONEL CONCEIÇÃO - 11911 - PP


CORONEL CONCEIÇÃO é candidata a Deputada Estadual de Pernambuco pelo Partido Progressista.

Dados de Coronel Conceição

Nome: Maria da Conceição Antero Pessoa
Idade: 49 anos (22/03/1965)
Naturalidade: PE - Limoeiro
Estado Civil: Divorciado(a)
Ocupação: Policial Militar
Escolaridade: Superior completo
Coligação: PERNAMBUCO QUE EU QUERO (PP / PROS)








Corrupção em Escala Multitudinária


O pessimista no Brasil é um sujeito bem sucedido. As pessoas olham para ele e proclamam, balançando a cabeça e sinal de assentimento: "Ele já tinha me avisado. Está acontecendo tudo direitinho". Pois é, modéstia à parte, nos últimos meses tenho me defrontado com esse tipo de sucesso. Há bom tempo proclamei que estávamos chegando ao máximo em matéria de corrupção.

Contestaram-me alguns otimistas inveterados dizendo que não, que não era assim, que o poder ainda era doce e restava muito mel no pote. Mas eu não me referia ao botim remanescente. Batíamos no fundo do poço por algo bem pior do que o aumento do número de assaltantes do erário e da capacidade de operação dos pés-de-cabra administrativos e contratuais. Também estes se ampliaram muito, é verdade. A serem corretas as informações prestadas pelo ex-diretor da Petrobrás em sua delação premiada, um pool de empresas abasteceu durante longos anos, um caixa do qual se serviam duas dúzias de eminentes figuras da República. Quem tem põe, quem não tem tira.

Tampouco nos levam ao fundo do poço as reiteradas afirmações de ignorância e desconhecimento das autoridades superiores. "Eu não tinha a menor ideia de que isto ocorria dentro da empresa", afirmou a presidente Dilma, referindo-se àquela caverna de Ali-Babá montada em função dos negócios com o petróleo brasileiro. A presidente diz que não tinha a menor ideia e eu, pessimista, não acredito. Ora se a presidente, com seu currículo admirável, conselheira da firma, ex-chefe da Casa Civil, ex-ministra de Minas e Energia, poderia estar desinformada sobre a infestação de ratazanas na empresa de onde sairão os royalties para melhorar a Educação do país.

O que nos leva ao fundo do poço é outra coisa, é saber que tão lúgubres notícias se refletiram positivamente nos índices de aprovação do governo e da presidente, candidata à reeleição. Se as pesquisas estão corretas, 38% dos 202,7 milhões de brasileiros, ou seja, algo como 77 milhões de conterrâneos nossos, gente que passa pela gente, que cumprimenta a gente, que vai à missa, que compra, que vende, que trabalha, frequenta escola, universidade, fica sabendo dessas coisas e não dá a mínima. Bate palmas, atira beijinhos e posa para selfies com Sua Excelência. Isso é que eu chamo corrupção em escala multitudinária.


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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

TRF manda prosseguir ação do caso Rubens Paiva

Por Chico Otávio - O Globo

Pela primeira vez, um tribunal brasileiro reconheceu que os assassinatos e desaparecimento de corpos atribuídos a agentes do regime militar (1964-1985) são crimes contra a humanidade. A decisão foi tomada ontem, por unanimidade, pela 2* Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF-2), que negou o habeas corpus impetrado por cinco militares acusados do assassinato do ex-deputado Rubens Paiva, em 20 de janeiro de 1971. Os desembargadores seguiram entendimento do Ministério Público Federal (MPF) de que a Lei de Anistia não se aplica a crimes permanentes e de lesa humanidade.

Com a decisão, o juiz federal Caio Márcio Gutterres Taranto, da 4ª Vara Federal Criminal do Rio, passará agora a instruir a ação penal, marcando os depoimentos das partes e das testemunhas de acusação e defesa. O Ministério Público Federal denunciou o general reformado José Antônio Nogueira Belham, os coronéis reformados Raymundo Ronaldo Campos e Rubens Paim Sampaio e os sargentos reformados Jurandyr e Jacy Ochsendorf e Souza. Belham e Paim Sampaio são acusados de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de tortura e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima), ocultação de cadáver e associação criminosa armada, que podem levar a 37 anos de prisão. Raymundo e os irmãos Ochsendorf, por ocultação de cadáver.

Paiva foi morto em janeiro de 1971 nas dependências do Destacamento de Operações de Informações (DOI) do I Exército, na Tijuca, no Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia do MPF, ele não teria resistido a "selvagens torturas". O corpo da vítima nunca foi localizado.

Votaram contra o o trancamento da ação penal os desembargadores Messod Azulay, André Fontes e Simone Schreiber. Dos três, Fontes foi bem mais contundente. Ele afirmou que anistia, em grego, significa esquecimento. Mas, no caso Rubens Paiva, não se pode esquecer o que não se conhece.

"A anistia não pode ser aplicada a situações como essa. Nossa Constituição não protege o terror de estado. Isso não é compatível como o estado de direito. É inaceitável que alguém de farda use um fuzil para matar um brasileiro. Não consigo compreender como se pode manchar a farda com sangue de irmãos brasileiros. Não entendo como o regime pode considerar brasileiros como inimigos", sustentou.

Messod Azulay, relator do pedido, disse não há, na rejeição do pedido, qualquer censura ou ataque às Forças Armadas, "instituição séria e integralmente merecedora de todo o prestígio de que goza". O advogado dos acusados, Rodrigo Roca, anunciou que pretende recorrer da decisão com recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).



Aécio não admite derrota mas é realista


No Aqui entre Nós, da TVeja, Augusto Nunes conversa com Joice Hasselmann sobre a pesquisa Datafolha desta semana



Oval Nacional - PT condena, Pimentel sofre e candidatos na Suécia


Marina Silva pode comemorar com nova Pesquisa Datafolha


Fôlego novo na campanha petista



Os números do Datafolha divulgados ontem mostram que Marina Silva parou de crescer. A presidente-candidata Dilma Rousseff continua empatada com a adversária do PSB, mas o efeito psicológico deve inflar a militância do PT.

Pezão ultrapassa Garotinho no Rio de Janeiro


"Marina vive seu pior momento" - Lauro Jardim



A relação entre presidenciáveis e banqueiros, o humor do mercado com as pesquisas de intenção de voto, são alguns dos temas do Giro VEJA desta quinta-feira. No "Seu voto no Radar", com Lauro Jardim, Marina Silva vive seu pior momento na corrida eleitoral.

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Blasfêmias Vermelhas: "CHAVEZ NUESTRO QUE ESTÁS EN LOS CIELOS"



O totalitarismo exige idolatria e leva a insanidades como essa "Oração do Delegado do PSUV".

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O Brasil será o grande perdedor

Por Marcos Coimbra

Seja quem for o vencedor do próximo pleito presidencial em nosso país, os brasileiros serão os grandes derrotados. Isto porque nenhum dos três principais candidatos possui, em nosso entendimento, condições razoáveis de ser o primeiro mandatário de uma Nação como a nossa, em um cenário bastante complexo e adverso. Inclusive, dos dez candidatos, seis foram ou são petistas. Escapam apenas quatro: o tucano Aécio, o pastor Everaldo e os Srs. Levy e Eymael.

A candidata à reeleição revelou-se incapaz de administrar o Brasil de forma sequer razoável. A sequência de escândalos já atinge o limite máximo imaginado. O último, realçado pelas bombásticas revelações do ex-diretor Sr. Paulo Roberto Costa, fere profundamente a todos nós, brasileiros nacionalistas, defensores ferrenhos da nossa eterna Petrobras.

É triste verificar o aparelhamento político-partidário da empresa símbolo do Brasil com suas nefastas consequências.

O “mensalão 1” já foi uma dose cavalar. Seguiram-se então Pasadena, Abreu Lima e outros. Não é possível acreditar que a “grande gerente”, tendo exercido as funções de ministra de Minas e Energia, da Casa Civil, presidente do Conselho de Administração da Petrobras e agora na Presidência, de nada sabia. Neste caso, então é de uma incompetência gritante. Se sabia e nada fez para impedir os “malfeitos” é no mínimo conivente.

A situação econômica é grave. Temos uma taxa de inflação no teto da meta, apesar do represamento de inúmeros setores (energia, combustíveis e outros), um crescimento pífio do Produto Interno Bruto (PIB) com a previsão de algo inferior a 1%, um déficit estimado do Balanço de Pagamentos em Transações Correntes no corrente ano de cerca de US$ 80 bilhões, uma taxa de desemprego, segundo o DIEESE de 10,8% em junho do corrente ano, e de 7% segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, contra 5% da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), uma dívida externa de US$ 526,3 bilhões, considerando os empréstimos intercompanhia de US$ 197,9 bilhões.

O real está sobrevalorizado devido à atuação do Banco Central. Estima-se um reajuste de pelo menos 15 % após as eleições. A taxa de investimento não consegue ultrapassar o patamar de 18% e a taxa de poupança fica em 14% do PIB. O ministro da Fazenda torna-se um “pato manco”, pois já foi anunciada sua saída ainda restando quatro meses de “governo”.

Isto sem contar o Passivo Externo Bruto, em torno de US$ 1,3 trilhão já em 2010, segundo o Prof. Reinaldo Gonçalves. A corrupção campeia livremente sem ser devidamente coibida. Centenas de milhões de dólares são doadas a “governos amigos”, com o perdão de dívidas, ou através de financiamentos do BNDES a empreiteiras privadas, generosas doadoras de campanhas eleitorais, que também nunca serão ressarcidos devidamente. Ganham as empreiteiras, os países agraciados e perde o povo brasileiro. E ainda afirmam que não temos recursos para investir na saúde, na educação, na segurança, enfim, na infra-estrutura econômico-social. Até para os quase dez milhões de aposentados que recebem pouco mais de um salário mínimo de aposentadoria não há dinheiro para reposição de seus “benefícios”.

Na expressão política, com a reeleição, teremos a definitiva implantação de um regime bolivariano no Brasil, a exemplo do ocorrido na Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua e outros sob a inspiração castrista. Os exemplos da Venezuela e da outrora próspera Argentina são gritantemente esclarecedores das consequências do populismo autoritário e da incompetência explícita. Se agora, já está assim, imaginem se a reeleição de Dilma ocorrer. Teremos a aplicação, na prática, dos piores pesadelos dos defensores da democracia, com a confirmação das previsões do genial escritor George Orwell (Eric Blair). E o pior. A falta de confiabilidade das urnas eletrônicas de primeira geração da Diebold, que está sendo processada nos tribunais dos EUA.

O senador Aécio possui compromissos políticos que o impossibilitam na prática de administrar o país com soberania e independência. Sua dependência a FHC piora o quadro, pois o pecado da reeleição foi cometido pelo sociólogo, quando na prática prorrogou seu mandato por mais um período. Não revela carisma e os indicadores de seu desempenho são decepcionantes a começar pela sua posição atual nas pesquisas em MG que o apresentam em terceiro lugar. Pode ser que se recupere agora, pois não foi atingido pelo “mensalão 2”.

Quanto à messiânica Marina, ela representa um salto no escuro, se bem que é notória representante dos interesses anglo-saxões no Brasil, bem como apresenta em sua assessoria representantes do segmento financeiro e de ONGs ligadas ao movimento mundial de oposição ao desenvolvimento de Nações emergentes, apesar de suas origens no PCR (Partido Comunista Revolucionário) e no PT. Porém, para manter-se no poder terá que fazer alianças mais programáticas do que os já repudiados acordos do denominado “presidencialismo de coalizão”.

Resta-nos apoiar a quem cause menos prejuízo ao nosso Brasil.




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Marcos Coimbra é Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano.
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Página: www.brasilsoberano.com.br