sábado, 12 de abril de 2014

Registro de um retrocesso

Por Claudia Saflate - Valor Econômico

Defesa do controle da mídia fere imagem de Lula

O que mais impactou empresários que nutrem simpatia pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e compartilham do coro "Volta Lula", na entrevista que ele deu para um grupo de blogueiros que apoiam o governo, na terça feira, foi a forma dura e insistente com que o ex-presidente defendeu o controle da imprensa. "Perdemos um tempo precioso e não fizemos o marco regulatório da comunicação nesse país", disse Lula. "Temos que retomar com muita força essa questão da regulação dos meios de comunicação do país. O tratamento à Dilma é de falta de respeito e de compromisso com a verdade", completou, deixando claro que advoga a censura de conteúdo.

A perplexidade pode ser conferida em uma reunião habitual na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no dia seguinte à entrevista. Segundo relato de um dos presentes, "a entrevista causou mal-estar". Até então se imaginava que a discussão sobre instrumentos de controle da mídia fosse somente uma proposta de um ou dois assessores do ex-presidente. "Mas não, é do Lula!", disse.

No Congresso, o divulgador da ideia que agora passou a ser vista como uma medida de força que conta com o apoio do ex-presidente, era o deputado André Vargas (PT-PR) que, por força de denúncia de corrupção, renunciou ao cargo de vice-presidente da Câmara.

Não foi só pelo ataque frontal que o ex-presidente fez à mídia que a entrevista "assustou" mas, também, pelo fato de que Lula "mostrou que fechou os olhos: não há Petrobras e não houve o mensalão", comentou a fonte.

Na tentativa de compreender os reais motivos que o estimularam a subir o tom da defesa do controle do que é divulgado pela meios de comunicação, concluiu-se que pode ter sido um "erro grosseiro" do ex-presidente que, no entanto, é capaz de criar uma resistência não desprezível "junto a pessoas que estão com ele".

Não é segredo que parte do setor privado é contra a reeleição de Dilma Rousseff e torce para que Lula se coloque como candidato ao Palácio do Planalto este ano.

Logo no início da entrevista de mais de três horas aos blogueiros, ele disse: "Acho que os meios de comunicação no Brasil pioraram do ponto de vista da liberdade, do ponto de vista da neutralidade e agora que vocês [os blogs] tão fortemente conquistaram a neutralidade da internet, têm que começar a campanha para conquistar a neutralidade dos meios de comunicação para eles pelo menos serem verdadeiros. Podem ser contra ou a favor, mas que a verdade prevaleça".

Como exemplo de supostas inverdades, o ex-presidente citou: "Vejo alguns números colocados por pessoas da Petrobras e os números colocados pela imprensa e eles não batem entre si", referindo-se aos dados divulgados sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, em uma operação muito controversa e obscura da estatal brasileira. "Estamos sendo conduzidos por uma massa feroz de informações deformadas", acusou o ex-presidente.

No decorrer da entrevista ele voltou ao tema e aumentou os decibéis. "No fundo, no fundo, e vocês todos são pessoas informadas, a imprensa construiu quase que o resultado desse julgamento [do mensalão]. Eu me pergunto como é possível uma CPI que começou investigando o desvio de R$ 3 mil em uma empresa pública [os Correios ], que era dirigida pelo PMDB e que investigava um cara do PTB, terminou no PT? É indescritível!".

Alguns minutos depois, retomou o assunto: "Espero que a história do mensalão seja recontada nesse país e, se eu puder, vou ajudar a reconta-la. Como uma CPI que começou por causa de R$ 3 mil nos Correios terminou no mensalão? Temos que mostrar qual foi o papel da imprensa!". Antes de encerrar, disse: "O mensalão foi o mais forte processo político desse país em que a imprensa teve papel de condenação explícita antes de cada sessão, de cada ato" E concluiu: "Nunca vi nada igual! O massacre era apoteótico!"

Dilma Rousseff, tão logo assumiu a Presidência, em janeiro de 2011, deixou claro que não apoiaria a ideia de um março regulatório da mídia que assessores do ex-presidente deixaram como herança para o novo governo. Dilma foi firme ao negar seu apoio à proposta: "Devemos preferir o som das vozes críticas da imprensa livre ao silêncio das ditaduras".

As críticas à condução da economia que os meios de comunicação veiculam também seriam, em boa parte, fruto de "notícias deformadas", na visão de Lula. Ele contou que em 2007, em um encontro com Mário Soares, ouviu deste que não estava entendendo o que estava acontecendo no Brasil. Com uma pilha de jornais e revistas do exterior debaixo do braço, o ex-presidente de Portugal disse: "Os jornais do mundo dizem que o Brasil é coqueluche, um país extraordinário, e nos jornais brasileiros vejo que o país está acabado!".

Lula convocou Dilma e todos os ministros a partirem para a ofensiva, irem para cima. "Hoje a gente não está só, a gente tem a internet. Cadê o blog da Petrobras que foi tão importante na CPI de 2009?". Ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que deu um conselho: "Guido, você tem que ter uma equipe de alerta. Saiu uma mentira, você tem que falar, usar o direito de resposta". Ele ressaltou alguns bons indicadores econômicos do país - reservas cambiais, a dívida líquida e bruta que diz não serem altas, o aumento da classe média, o crescimento que não é tão ruim. Mas, nesse caso, admitiu: "Poderíamos estar melhor e a Dilma vai ter que dizer isso na campanha, como é que a gente vai melhorar a economia".

Se o ex-presidente pretendeu colocar um freio de arrumação no governo e na campanha de Dilma, os excessos do seu discurso vistos até por alguns de seus colaboradores pode ter fragilizado sua intervenção.

O fato de ele dizer que "a Dilma é minha candidata" pesou pouco para os que estão convencidos de que ela pode perder a reeleição e não vislumbram saída para Lula senão lançar-se em sua própria campanha. Para uma fatia de representantes do setor privado que o apoia, a entrevista de Lula aos blogueiros teria mostrado o retrocesso de um personagem que despertou para a política e para a história impulsionado pela cobertura da imprensa e por mais de uma vez se considerou "um produto da imprensa".


Empresário que pagou R$ 1,9 milhão para "consultoria" do doleiro Yousseff revela o lado podre da Petrobras.


Dalmazzo com Graça Foster. Em entrevista, 
o executivo escancara o lado podre da Petrobras.
O executivo Paulo Roberto Dalmazzo, CEO da Jaraguá Equipamentos, fornecedora da Petrobras, admitiu em entrevista ao GLOBO que os R$ 1,9 milhão pagos a uma empresa de consultoria ligada ao doleiro Alberto Youssef serviram como "intermediação" para a obtenção de quatro contratos com a estatal, que totalizaram R$ 1,1 bilhão. O pagamento é investigado pela Polícia Federal.

Dalmazzo afirma que a empresa pagou por um consultor para “validar os números” da proposta apresentada em licitação, com a promessa de vencê-la, mas disse não saber dizer quem é a pessoa que prestou o serviço, porque não estava na empresa na época dos fatos. Perguntado se é possível que a contratação tenha sido uma forma de pagar propina, como sugere a Polícia Federal, respondeu: "Pode acontecer tudo. Você pode ter que pagar ou guardar para livrar seus pontos da carteira. Esse é o Brasil de hoje. Entendeu? Eu posso responder pelos meus atos; pelos dos outros, não posso”.

Há dez anos atuando no setor, ex-diretor do estaleiro de Inhaúma, no Rio de Janeiro, e ex-presidente de Óleo e Gás da Andrade Gutierrez, o executivo afirma que durante sua carreira sempre tratou diretamente com Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras que está preso, mas nega que em algum momento ele tenha lhe pedido “qualquer coisa”. Disse acreditar ser possível trabalhar como fornecedor da Petrobras sem ter que pagar "consultoria", mas afirmou reconhecer que a empresa tem “um lado podre, como tem em qualquer instituição onde tem o bicho homem”.

O executivo revelou que a Jaraguá está com dívidas de R$ 500 milhões e tenta se recuperar depois de sofrer graves erros de gestão da diretoria anterior, que envolvem inclusive a precificação dos quatro contratos com a Petrobras, que teriam custo mais elevado do que o proposto na concorrência. “Você acha que uma empresa que não está bem pode ter tido algum benefício? Acho que não”, afirmou. Ele criticou, também, “a mão do governo” na gestão da Petrobras. E disse que empresas doam a políticos e partidos para influenciar a agenda legislativa.

Clique aqui e leia a entrevista em O Globo

O PESADELO PETISTA - O FARMACÊUTICO DO AR

Por Fernando Gabeira - O Estado de S.Paulo

As coisas andam esquisitas. Ou sempre estiveram, não sei. Dia agradável de trabalho na Serra da Canastra, revisitei a nascente do São Francisco e vi uma loba-guará se movendo com liberdade em seu território. De noite sonhei com o PT. Logo com o PT.

Sentei-me na cama para entender como os pesadelos do Planalto invadiam meus sonhos na montanha. Lembrei-me de que no início da noite vira a história de André Vargas e do doleiro Alberto Youssef na TV, os farmacêuticos do ar que vendiam remédios dos outros ao Ministério da Saúde. Pensei: esse Vargas é vice, no ano que vem seria presidente da Câmara dos Deputados. Como foi possível a escalada de um quadro tão medíocre? A resposta é a obediência, o atributo mais valorizado pelos dirigentes, antítese de inquietação e criatividade, sempre punidas com o isolamento.

Vargas fazia tudo o que o partido queria: pedia controle da imprensa e fazia até o que o partido aprova, mas não ousa fazer, como o gesto de erguer o punho na visita do ministro Joaquim Barbosa, do STF, ao Congresso. Em nossa era, esse deputado rechonchudo, que poderia passar por um burguês tropical, simboliza o resultado catastrófico da política autoritária de obediência, imposta de cima.

Num falso laboratório, com o nome fantasia de Labogen (gen é para dar um ar moderno), Vargas e Youssef tramavam ganhar dinheiro vendendo remédios ao ministério. O deputado, que ocupava o mais alto cargo do PT na Câmara, trabalhava para desviar dinheiro da saúde! É um tipo de corrupção que merece tratamento especial, pois suga recursos e equipamentos destinados a salvar as pessoas. A corrupção na saúde ajuda a matá-las.

A catástrofe dessa política autoritária se revela também na escolha de Dilma Rousseff para suceder a Lula. Sob o argumento de que os quadros políticos poderiam abrir uma luta fratricida, escolheu-se uma técnica com capacidade de entender claramente que Lula e o PT fariam sua eleição. A suposição de que o debate entre candidatos de um mesmo partido seria ameaçador para o governo é uma tese autoritária. Nos EUA, vários candidatos de um mesmo partido disputam as primárias. E daí?

Lula sabia que um quadro político nascido do choque de ideias seria um sucessor com potencial maior que Dilma para ganhar luz própria. E a visão autoritária de Lula - sair plantando postes nas eleições, em vez de aceitar que novas pessoas iluminassem o caminho - contribuiu para a ruína do próprio PT.

Tive um pesadelo com o PT porque jamais poderia imaginar que chegasse a isso. Os petistas, aliás, carnavalizaram uma tradição de esquerda. Figuras como André Vargas erguem os punhos com a maior facilidade, como se estivessem partindo para a Guerra Civil Espanhola na Disneylândia. E os erguem nos lugares e circunstâncias mais inadequados, como num momento institucional. Um vice-presidente não pode comportar-se na Mesa como um militante partidário. O correto é que tivesse sido destituído do cargo depois daquele punho erguido. Mas o PT e seus aliados não deixariam o processo correr. Ele são fortes, organizados, bloqueiam tudo. Será que essa força toda dará conta do que vem por aí?

Estamos em ano eleitoral e Dilma, nesse cai-cai. É compreensível que as esperanças se voltem para Lula como salvador de um projeto em ruínas. Mas como salvar o que ele mesmo arruinou? O esgotamento do projeto do PT é também o de Lula, em que pese sua força eleitoral. Ele terá de conduzir o barco num ano de tempestades.

Para começar, essa da Petrobrás, Pasadena e outras saidinhas. O vínculo entre Youssef, Vargas e a Petrobrás também está sendo investigado pela Polícia Federal. Mas a relação do doleiro com o governo não deveria passar em branco. Num dos documentos surgidos na imprensa, fala-se que Youssef estava numa delegação oficial brasileira discutindo negócios em Cuba. Por que um doleiro numa delegação oficial? Por que Cuba?

Muitas novidades estão aparecendo. Mas essa do André Vargas, homem influente no partido, um farmacêutico do ar que neste momento deve estar erguendo os punhos no espelho, ensaiando para ser preso, interrompeu meu sono em São Roque de Minas com uma clara mensagem: o PT é um pesadelo.

Tenho amigos que ainda votam no PT porque acham ser preciso impedir a vitória da direita. Não vejo assim o espectro eleitoral. Há candidatos do centro e da esquerda. Que importância tem a demarcação rígida de terrenos, se estamos diante de fatos morais inaceitáveis, como a corrupção na Saúde, o abalo profundo na Petrobrás, a devastação da nossa vida política?

Cai, cai, balão, não vou te segurar. Estivemos juntos quando os petistas eram barbudos e tinham uma bolsa de couro a tiracolo. Mudou o estilo. Agora têm bochechas e um doleiro a tiracolo. Naquela época já pressentia que não ia dar certo. Mas não imaginava essa terra arrasada, um descaminho tão triste.

É um consolo estar nas nascentes do São Francisco, ver as águas descendo para a Cachoeira Casca Danta: o lindo movimento das águas rolando para sentir a mudança permanente. Sei que essa é uma ideia antiga, de muitos séculos. Mas para mim sempre foi verdadeira. É o que importa.

Uma das grandes ilusões da ditadura militar foi interromper a democracia supondo que adiante as pessoas votariam com maturidade. A virtude do processo democrático é precisamente estimular as pessoas a que aprendam por si próprias e evoluam.

As águas de 2014 apenas começaram a rolar. Tanto se falava na Copa do Mundo como o grande teste e surge a crise da Petrobrás. Poucos se deram conta de que, com os sete mortos nas obras dos estádios brasileiros, batemos um recorde de acidentes em todas as Copas. De certa forma, são vítimas da megalomania, do ufanismo, de todas essas bobagens de gente enrolada na Bandeira Nacional comprando refinarias no Texas, deixando uma fortuna nas mãos de um barão belga que nem acreditou direito naquela generosidade. Ergam os punhos cerrados para o barão e ele responderá com uma merecida banana. Gestualmente, é um bom fim de história.


Comunista apresenta projeto de lei para criar fundo de desenvolvimento da “mídia independente”


Deputada Luciana Santos, do PCdoB/PE
Alguns gostam de repetir, com ar de superioridade, que a Guerra Fria acabou, tentando, com isso, pintar anticomunistas como ultrapassados, gente parada no tempo. Há só um detalhe: tem que avisar aos próprios comunistas que a Guerra Fria não só acabou, como foi com a derrota dos comunistas!

Porque a turma ainda não sabe disso. Basta ver a própria Venezuela. Mas não é só lá. Aqui tem o pessoal bolivariano doido para transformar o Brasil em Cuba logo de uma vez, o sonho (pesadelo) perdido na década de 1960.

Vejam o projeto de lei que a deputada Luciana Santos, do PCdoB (não entendo porque partido nazista é vetado, mas comunista não), encaminhou ao Congresso. Seu objetivo: Cria o Fundo de Desenvolvimento da Mídia Independente, e dá outras providências. Eis parte do teor do monstro:

FDMI

Como justificação para o projeto, consta o seguinte:

Os trabalhos realizados pela subcomissão para analisar formas de financiamento da mídia alternativa, criada no âmbito da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, apontaram a necessidade da inovação legislativa no aspecto do fomento à mídia independente, o que se reflete na necessidade de instituir um Fundo destinado a garantir a viabilidade dos veículos de mídia independente dentro de um mercado de comunicação especialmente.

Traduzindo: o governo tornaria o financiamento da imprensa chapa-branca mais transparente e oficial, com nossos impostos de forma direta. É que deve estar pesando no orçamento da Caixa, do Banco do Brasil e da Petrobras bancar tanta propaganda para fazer financiamento indireto dos soldados da causa, e acaba chamando a atenção a desproporção entre quanto vai para tais veículos e quanto representam da audiência da mídia.

O objetivo é claro: ter uma imprensa subserviente ao governo, bancada pelo estado, obediente. O eufemismo é o de sempre: democratizar a comunicação no país. A deputada disse: “Nossa intenção é promover o equilíbrio da balança da comunicação no Brasil e garantir que os veículos de comunicação independentes tenham condições para desenvolver bem o seu trabalho, que é fundamental para a democratização da comunicação no nosso país”.

Sei… é fundamental para a sovietização do Brasil, isso sim! É fundamental para ter militância fazendo proselitismo com nossos impostos, isso sim! É fundamental para transformar o Brasil em uma nova Cuba ou Venezuela, isso sim!

Alguém precisa avisar à esquerda radical que a Guerra Fria acabou e que eles perderam…

Dilma deu o discurso para Tarso confirmar sua candidatura ao Piratini.


Linha 171 Papuda-Planalto. Da cadeia, mensaleiro Valdemar acerta com Dilma a volta do faxinado PR aos Transportes.


Valdemar da Costa Neto, presidente do PR, direto da Papuda, retoma o Ministério dos Transportes, que havia sido faxinado por Dilma em 2011. Tudo em nome dos segundos do partido no horário eleitoral da "presidenta".

Após ameaçar romper com o governo ao aderir ao blocão formado em março no Congresso, o Partido da República (PR) está recompondo seu poder no setor de Transportes, encolhido após a “faxina” da presidente Dilma Rousseff em 2011. Na quarta-feira, o então presidente do partido no Pará, Anivaldo Vale, pai do deputado Lúcio Vale (PR-PA), foi oficialmente nomeado para a secretaria executiva do ministério, com o apoio da bancada. A pasta é comandada pelo ministro César Borges.

Outros nomes já indicados para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e enviados pelo ministério à Casa Civil para a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) também passaram pelo crivo do partido e de seu ex-presidente Valdemar Costa Neto. Preso por envolvimento no mensalão, Valdemar continua influente no partido: ele vem se encontrando com o líder Bernardo Santana (MG) e outros caciques da sigla. Desde o início do ano, o PR já exerce interferência na diretoria da Valec.

Ministro “da presidente Dilma"

Parte da bancada do PR se insurgiu contra o ministro Borges, queixando-se de que ele não tem atendido aos pedidos da sigla. Os insatisfeitos dizem que ele “não é um ministro do partido, mas, sim, da presidente Dilma”. A interlocutores, líderes do PR dizem que o baiano Borges foi colocado na pasta mais por influência do governador da Bahia, o petista Jacques Wagner, do que pelas bancadas do partido.

Pressionado a colaborar mais com o partido no mês passado, o ministro chegou a pôr o cargo à disposição do PR, que estava votando repetidamente contra o governo, com a formação do blocão no Congresso. Satisfeito com os resultados do ministro à frente da pasta, o Palácio do Planalto saiu em defesa dele. Após um acordo envolvendo a nomeação de novos indicados pelo partido a cargos no governo, a maioria do PR voltou à base. Segundo um parlamentar do PT, Dilma também aconselhou Borges a se fortalecer junto aos deputados do PR aliados do governo.

Contrários à sua relação com o partido, alguns integrantes do PR comparam Borges ao ex-ministro do Trabalho Brizola Neto, que não teve apoio da bancada do PDT e acabou deixando o cargo. O sentimento de parte dos deputados do PR é o de que o partido não deve apoiar a reeleição de Dilma. Muitos vêm defendendo, nos bastidores e nos encontros com aliados de outros partidos, o “volta, Lula”.

Anivaldo Vale substituiu Miguel Masella, que estava no ministério desde o governo Lula e que agora deve seguir para a Empresa de Projetos e Logística (EPL). Vale foi deputado pelo PR e vice-prefeito de Belém. Outros três novos diretores foram indicados ao Dnit no início deste mês, em cargos que eram pleiteados pelo partido. Os nomes ainda deverão ser sabatinados pelo Senado. Apesar de serem três técnicos, o PR tem buscado “apadrinhá-los”, segundo fontes a par da nomeação.

O Ministério dos Transportes enviou à Casa Civil, nos últimos dias, quatro nomes para compor a diretoria da ANTT. Servidores e empresas do ramo temem uma pressão por aparelhamento político da agência, principalmente depois de o governo ter retirado nomes já indicados para o órgão ano passado, sob risco de reprovação no Senado. A recondução do atual diretor-geral, Jorge Bastos, foi aprovada em março, com o apoio de senadores do PMDB.

O temor entre servidores e empresas do ramo é o de que uma maioria de indicações políticas à ANTT, entre os cinco membros da diretoria colegiada, possa reduzir o nível técnico das decisões da agência, que está no centro do ousado programa de concessões do governo federal. A agência também tem lidado com temas polêmicos, como a nova licitação de linhas de ônibus interestaduais. (Informações de O Globo)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Forças Armadas perdem seus cérebros.

Baixos salários e atraso tecnológico fazem com que 653 oficiais da elite militar do país pendurem as fardas.
O ex-coronel da FAB Nehemias Lacerda. Foto - Veja
Aos quinze anos, o baiano Victor Dalton já tinha o desejo de seguir a carreira militar. Deixou a casa dos pais em Porto Seguro (BA) e viajou sozinho a Campinas (SP) para ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em 1999. Após uma passagem na Academia Militar das Agulhas Negras, foi aprovado no vestibular de engenharia da computação do Instituto Militar de Engenharia (IME), um dos mais difíceis do país. “Recebi uma promoção para o posto de capitão quando me formei. Sempre gostei do meu trabalho. Mas, depois que me casei, os gastos aumentaram e eu tive de dar um jeito na situação”, conta. Victor tinha onze anos de Exército, e pouco mais de um ano de casado, quando decidiu batalhar por outro emprego. Quando passou no concurso para ser analista legislativo na Câmara dos Deputados, seu salário triplicou, de pouco mais de 5.000 para 16.000 reais.

A história do ex-capitão ilustra a fuga de cérebros que atinge as Forças Armadas brasileiras. Nos últimos três anos, outros 652 oficiais pediram baixa das três Forças. A debandada aumentou 63% de 2011 a 2013. Esse grupo inclui a elite militar do país, formada em centros de excelência, como o IME e o ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica). O número de engenheiros que deixaram a farda, por exemplo, cresceu 153% e chegou a 92 no ano passado. Só no primeiro mês deste ano, outros onze já abandonaram a carreira militar em busca de salários maiores na iniciativa privada e de uma ascensão profissional mais rápida. No total, restam pouco mais de 1.700 engenheiros entre os mais de 500.000 militares brasileiros.

Essa “deserção” tem impacto direto em grandes projetos no país com participação dos militares, seja porque nenhuma empreiteira se interessou ou porque as empresas contratadas não conseguiram cumprir o contrato. Obras como a construção da BR-163 (que liga o Pará ao Rio Grande do Sul) e a recuperação da BR-319 (do Amazonas a Rondônia), tocadas por batalhões de engenharia do Exército, foram paralisadas por problemas operacionais. A primeira apresentou “deficiência” no projeto de execução, enquanto a segunda teve falhas no estudo do impacto ambiental, de acordo com o Tribunal de Contas da União.

Uma das promessas da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, a transposição do Rio São Francisco tornou-se um verdadeiro vexame para a gestão petista e para os militares brasileiros. Até o projeto básico de um trecho sob responsabilidade do Exército, o da Bacia do Nordeste Setentrional, foi considerado deficiente pelo TCU. Para a realização de um projeto hidroviário no rio, o governo teve de contratar, em 2012, o Exército americano.

Outro fator de preocupação é a defesa cibernética brasileira. Embora um centro militar de estudos no setor tenha sido criado em 2012, o país permanece frágil perante os ataques. Apenas no ano passado, os sites da Polícia Federal, Senado, IBGE, Ministério dos Esportes, Cultura e Cidades foram atacados e deixados momentaneamente fora do ar. O próprio ministro da Defesa, Celso Amorim, chegou a ressaltar a dificuldade de manter profissionais dentro das Forças. “Precisamos ter formação de pessoal e garantir que eles continuem trabalhando para nós. Frequentemente se ouve sobre alguém que era muito bom e foi trabalhar em uma multinacional”, afirmou em novembro.

A questão salarial é, de fato, um dos motivos que levam a essa fuga. Em 2000, um capitão da Marinha ganhava o equivalente a dezoito salários mínimos. Hoje, o poder de compra caiu pela metade. Enquanto isso, a revolução tecnológica e o fenômeno das start-ups também atraem os profissionais mais qualificados para a iniciativa privada. “Conforme eu crescia na hierarquia militar, passei a receber atribuições administrativas. Mas a minha vocação era trabalhar como pesquisador”, conta o ex-coronel da FAB Nehemias Lacerda. Formado em engenharia pelo ITA, depois de trinta anos na Aeronáutica ele decidiu abrir sua própria empresa. Na carteira de clientes em busca de soluções de engenharia estão Embraer, Vale, Votorantim e multinacionais como General Motors, Ford e Philips.

A competição entre a carreira militar e a iniciativa privada é uma guerra desigual, com enorme vantagem para o campo adversário das Forças Armadas. Neste ano, o Ministério da Defesa foi o que sofreu o maior corte entre as pastas. O orçamento caiu de 4,5 bilhões em 2013 para 3,5 bilhões de reais neste ano. A perspectiva de grandes inovações vindas dos militares é tão distante quanto as suas principais realizações – como a primeira transmissão de telégrafo no país, em 1851, na Escola Militar do Rio de Janeiro.

Gleisi não enxerga nem a Petrobras, Gilberto Carvalho vislumbra uma conspiração encabeçada por FHC, Renan não vê coisa nenhuma e Rui Falcão entra na briga com o apoio do companheiro André Vargas

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“A chefa não viu problema nenhum em Pasadena, não viu nada de errado na Abreu e Lima e avisou que, em respeito aos superiores interesses do governo e da nação, nessa ordem, não está conseguindo enxergar direito nem a Petrobras”, avisou um dos 77 funcionários de confiança de Gleisi Hoffmann, durante a solenidade que anunciou a candidatura da senadora ao título de Homem sem Visão de Abril. “Ela está disposta a tudo para se juntar ao timaço abrilhantado por gente como Ideli Salvatti, Marilena Chauí e Dilma Rousseff, entre outras maravilhas femininas da fauna nacional contempladas com o troféu. Além do mais, ela ganha de goleada no quesito estampa &  fachada”.

Como André Vargas não pôde inscrever-se por ter arrebatado o HSV de Fevereiro, o melhor amigo do doleiro Alberto Yousseff  vai pedir um jatinho emprestado para ajudar a eleger o companheiro Rui Falcão. O presidente do PT credenciou-se para entrar na briga de foice ao não enxergar nenhuma ligação entre o PT e o deputado do PT do Paraná que o PT indicou para a vice-presidência da Câmara.

Ao saber da entrada em campo dos dois craques, Renan Calheiros escalou um dos 12 mil servidores comissionados do Senado para protocolar sua candidatura. Antes de embarcar rumo a São Paulo num jatinho da FABTur requisitado pelo presidente da Casa do Espanto, o servidor público teve de decorar a mensagem manuscrita que o chefe enfiou em seu bolso: “Quem nunca viu nada de errado em nenhum governo de nenhum partido merece mais que o troféu mensal: merece ser o HSV do Ano”.

Conforme informou a reportagem sobre a entrega do título de março a Luís Roberto Barroso, o caixa-preta Gilberto Carvalho conseguiu autorização para ingressar na disputa antes que abril começasse. A exceção foi aberta porque o secretário-geral da Presidência enxergou no rebaixamento da nota de crédito do Brasil uma conspiração que juntou Aécio Neves e a agência S&P, sob a supervisão de Fernando Henrique Cardoso.


É só campeão em campanha, leitores-eleitores! Outras feras se preparam para entrar na jaula! Quem será o vencedor? Ou vencedora? Que vença o pior!

Investidores da Eletrobras estudam ação externa contra CVM por aliviar condenação à União

 
Já prejudicados e escandalizados com as denúncias de corrupção e má gestão na Petrobras, investidores internacionais agora se espantam com mais uma piada econômica produzida pelo governo brasileiro. Acionista controladora da Eletrobras, a União fez uma indecorosa proposta à Comissão de Valores Mobiliários para compensar a condenação em um processo sancionador que gerou alto prejuízo ao setor elétrico. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi sugerido como palestrante de um evento para educar o mercado de capitais contra práticas de conflito de interesses.

A piada econômica do século ficou mais sem graça ainda porque o Comitê de Termo de Compromisso da CVM considerou “oportuna”, “por seu singular caráter sócio educativo”, a proposta da Procuradoria da Fazenda Nacional. Se a sugestão for aceita, além do processo ser encerrado, ficará evidente mais um conflito de interesses. Afinal, a CVM é uma autarquia do Ministério da Fazenda. Investidores já pensam em acionar a Justiça de Nova York, onde ações da Eletrobras são negociadas, para questionar a falta de legitimidade da CVM brasileira para cuidar de problemas que envolvam empresas de economia mista, onde o acionista majoritário, a União, dita as regras do jogo.

O caso é gravíssimo. A gestora norueguesa Skagen, no papel de acionista minoritária, acusou a União de ter votado "em situação de conflito de interesses" na assembleia da Eletrobras, em 2012, que aprovou a renovação das concessões no setor elétrico. Por causa da manobra, viabilizada por vários atos normativos desde a edição da MP 579 em meados de setembro de 2012 até o início de dezembro de 2012, em vez de ter dado um prejuízo de R$ 6,3 bilhões em 2013, a Eletrobras poderia ter obtido uma receita extra de R$ 19 bilhões, se não tivesse feito a burrada da renovação antecipada junto com o recebimento de indenização abaixo do valor esperado pela Eletrobras.

A União descumpriu o artigo 115, parágrafo primeiro, da Lei das Sociedades Anônimas. Segundo a regra, o acionista deve exercer o direito a voto no interesse da companhia. O voto torna-se abusivo se for exercido com o fim de causar dano à empresa ou a outros acionistas, além de obter vantagem que possa resultar em prejuízo para a companhia e outros acionistas. A adesão à renovação antecipada das concessões, imposta pelo governo Dilma, implicou na renúncia ao direito de contestação judicial da indenização. Quem ganhou com isto foi o acionista controlador. A indenização prevista na MP 579 foi inferior ao valor que a Eletrobras entendia lhe ser devido.

Se a União fosse julgada pela CVM e considerada culpada, estaria criado mais um problema contra Dilma Rousseff. Poderia ser pedido seu impeachment (por abuso de poder e confisco de propriedade). Como a CVM tende a partir para a tese do “evento com pizza”, restará aos investidores ingressarem com uma Ação Coletiva de Responsabilidade Civil, via Procurador Geral da Republica, para resolver o caso. Ou, então, uma ação judicial semelhante, na Corte de Nova York.

O problema é cristalino. A esfera administrativa no mercado de capitais virou piada no Brasil. A CVM não é independente. È uma autarquia do Ministério da Fazenda. Logo, quando há conflito de interesses, não tem condições de arbitrar nada no mercado de capitais, sempre que o governo estiver envolvido como acionista majoritário de alguma "estatal" de economia mista (coisa que só nosso capimunismo tem).   

O desgoverno petralha se supera a cada lambança. Além da manobra criativa para não ser punido no escândalo Eletrobras, a turma do Palhaço do Planalto também aposta no burro plano de patrocinar uma inconstitucional CPI do Fim do Mundo, para fingir que investiga tudo e todos na Petrobras e adjacências, justamente para acabar na costumeira impunidade ampla, geral e irrestrita. A Presidenta Dilma Rousseff, controlada remotamente pelo Presidentro Lula, produz mais uma pérola para os anais da falência econômica, pela via do intervencionismo estatal. 

Coisas de uma República Sindicalista da Banânia, sob regime Capimunista, onde os governantes raciocinam com o intestino e, literalmente, grandes bundões são elevados à categoria de “pensadores”. Em um lugar assim, investir é coisa para maluco – bem definido como o sujeito que rasga dinheiro.

Emaluqueceu


Fim do mundo para Dilma

Se a CPMI da Petrobras for realmente ampliada, ao arrepio da lei, Dilma Rousseff tem tudo para ser ainda mais abalada que a escandalosa compra da refinaria Pasadena – que já recebe o apelido politicamente jocoso de “Passadilma”.

Dilma corre o risco de ser investigada pelo caso Gemini – sociedade da Petrobras com a White Martins para produzir e comercializar Gás Natural Liquefeito (GNL).

O engenheiro João Vinhosa, que não cansa de denunciar o caso, explica porque Dilma tem tudo para se ferrar:

“Tal espúria sociedade – arquitetada no período em que Dilma acumulava os cargos de Ministra de Minas e Energia e presidente do Conselho de Administração da Petrobras – já deu, está dando e continuará a dar incomensuráveis prejuízos ao país, se não forem tapados os ralos que possibilitam a White Martins (se lhe aprouver) superfaturar legalmente contra a sociedade da qual ela é sócia majoritária, com 60% das quotas”.

Fato evidente

Segundo João Vinhosa, um aspecto fundamental diferencia o envolvimento de Dilma nos dois casos:

“A divisão de responsabilidade com os demais integrantes do Conselho de Administração que ela presidia. No caso da refinaria, tentam diluir a responsabilidade pela autorização da compra com todos os integrantes do Egrégio Conselho. No caso da Gemini, não há como diluir responsabilidades, pois categóricas denúncias foram protocoladas diretamente à Dilma durante anos. Se o medo dos que pediram a ampliação das investigações era o reflexo eleitoreiro (bater na Petrobras respingaria em Dilma), a coisa ficará muito pior com a entrada da Gemini na CPI”.

A propósito, vejam a matéria “Finalmente, Dilma saiu do armário... mas só um pouquinho!” publicada no Alerta Total.

Te cuida, petralhada...


Recadinho nada afetuoso dado pelo petista André Vargas, agora abandonado pela cúpula petista, quando renunciou à vice-Presidência da Câmara dos Deputados:

“Se não tiverem carinho, amor por mim, solidariedade por mim, a República cai, porque eu sei de tudo”.

O Ministério Público Federal e o povo brasileiro esperam que Andrezinho prove mesmo que sabe de tudo e abra o bico...

Viúva bomba

Se a CPMI do Fim do Mundo for instalada, o líder do Solidariedade, deputado Fernando Francischini (PR), já avisou que seu primeiro requerimento, se CPI for instalada, será para ouvir a viúva do ex-deputado federal José Janene (PP-PR), um dos pivôs do escândalo do mensalão no Congresso.

A viúva Stael Fernanda Janene cobra do doleiro Alberto Youssef, preso pela Operação Lava Jato, o dinheiro de uma conta milionária que o falecido tinha no exterior.

Além de ter sido a ponte entre o doleiro Youssef e o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, Janene também era fortemente ligado ao ex-futuro presidente da Câmara dos Deputados, o petista André Vargas – que agora anda em desgraça com Lula e demais companheiros...

Homem da Mala? 


CPI do fim do mundo

O Senador Renan Calheiros empurrou com a barriga, para terça-feira que vem, a votação do relatório do colega Romero Jucá que cria a inconstitucional e ilegal comissão parlamentar mista de inquérito para investigar a Petrobras junto com vários escândalos que também incomodam a oposição, como as obras de metrô, em São Paulo, e o porto de Suape, em Pernambuco.

A intenção governista, arquitetada pelo Presidentro Lula, é atingir os adversários da presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), e Eduardo Campos (PSB-PE).

Além de espalhar a merda para apostar numa impunidade, o governo também joga com a grande demora que o Supremo Tribunal Federal deve levar para avaliar se é constitucional ou não adicionar temas múltiplos a uma CPI.

Manobra clara

O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes (SP), explicou claramente qual é a manobra governista com a CPI ampla:

“Pelo fato de a maioria controlar a agenda das CPIs é que essa CPI do fim do mundo servirá apenas para obstaculizar a investigação da Petrobras, porque demorarão um tempo infinito sobre os outros aspectos que foram agregados a ela para nunca chegar à Petrobras. É esse o objetivo do governo. O problema é que essa CPI chapa branca é uma CPI diversionista, é para jogar areia nos olhos dos outros, apenas isso. Se quisessem apurar realmente metrô e etc., então, que constituíssem uma CPI autônoma. Eu seria o primeiro a assiná-la”.

Folha de Promissão


Capa de jornal que faz sucesso no interior de São Paulo...

Reféns do ratão


Um rato provocou histeria entre americanos dentro de um metrô em Nova York, nos EUA, na última segunda-feira.

Já pensou se o passageiro Jinais Ponnampadikkal Kader resolver dar uma voltinha pelos buracos do nosso Congresso Nacional, filmar os bichos e soltar no Youtube, como fez com o ratão novaiorquino?

Piadinha Leonina


Da série: somos obrigados a aguentar a piada, caladinhos... E rezando para que o Bacalhau não devore o Urubu no domingo...

Líder Rebelde


Abundância filosófica

Sobre a polêmica do poder filosófico da pensadora Valeska Poposuda, uma dúvida cruel:

É pior pensar com a bunda ou raciocinar com o intestino?


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