quarta-feira, 4 de junho de 2014

Lula culpa "péssimo humor dos empresários" pelo pibinho de 0,2%. Vazamentos das reuniões com Dilma mostram que ele retomou o cargo.


Após se reunir com Dilma Rousseff em Belo Horizonte, na sexta-feira (30), o ex-presidente Lula fez o seguinte diagnóstico a interlocutores: foi o "péssimo humor empresarial" que derrubou o PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre. O crescimento de 0,2%, divulgado pelo IBGE no mesmo dia, é o pior desde o terceiro trimestre de 2013, indicando desaceleração da economia.

A conversa entre Lula e Dilma, num hotel da capital mineira, durou 40 minutos. Os dois analisaram os números do PIB divulgados pelo IBGE e avaliaram que o governo precisa adotar medidas para destravar os investimentos.

Para o petista, a presidente tem se esforçado para recompor pontes com o empresariado, mas precisa fazer mais. "A avaliação é que dá tempo de reverter, não totalmente, mas o suficiente para quebrar esse aparente consenso contra ela", diz um interlocutor de Lula. Para auxiliares da presidente, a rejeição só aumentará "sem uma sinalização de que o jogo será diferente a partir de 2015''. Entre os conselheiros de Lula, a inflação é apontada como um dos principais problemas do momento da economia.

Lula e Dilma voltaram a se encontrar na segunda-feira (2), para participar de reunião de coordenação da campanha presidencial no Palácio da Alvorada. No encontro, o petista e os demais integrantes da cúpula petista afirmaram ser impossível vender o paraíso quando a economia mundial não vai bem --principalmente os Estados Unidos, que estão numa recuperação bem mais lenta do que o previsto.

O ex-presidente também alertou sua candidata à reeleição para não cair na armadilha de discutir "crescimento" com os adversários, críticos da baixa evolução do PIB nos últimos anos. Segundo a Folha apurou, a avaliação feita na reunião no Palácio da Alvorada é que a desaceleração é um fenômeno mundial, não ocorre só no Brasil.

Também estavam no Alvorada o presidente do PT, Rui Falcão, o ex-ministro Franklin Martins, o marqueteiro João Santana, o ex-chefe de gabinete de Dilma Giles Azevedo, o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), o tesoureiro da pré-campanha, Edinho Silva, e o ministro Paulo Bernardo (Comunicações).

DISCREPÂNCIAS

Lula cobrou diagnósticos mais precisos de conjuntura, reclamando das discrepâncias de avaliações no grupo. Enquanto uns exibem mais otimismo, caso de Mercadante, outros projetam cenários eleitorais mais pragmáticos. Para o ex-presidente, não adianta ficar "dourando a pílula", com alguns achando que tudo vai muito bem enquanto outros avaliam que vai muito mal. Para ele, o governo não está nem num lugar nem no outro.

Seguindo os conselhos de Lula, Dilma intensificou seus contatos com empresários. Reuniu-se recentemente por duas vezes com empresários da indústria e jantou com representantes do agronegócio. Na quinta-feira (5), vai participar da reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, grupo que reúne empresários e trabalhadores para discutir o cenário econômico do país.


O governo prepara ainda reunião com o setor sucroalcooleiro, em crise com a perda de competitividade do etanol em relação à gasolina, por causa da política de retenção de preços. Está em análise o aumento do percentual de etanol na gasolina. (Folha de São Paulo)

Assassinato do Cel Molinas - Julgamento de acusados

RIO GRANDE DO SUL Justiça mantém condenação de PMs por morte de militar ligado à ditadura Na casa do coronel, foram encontrados documentos sobre morte de Rubens Paiva

Da Redação - 02/06/2014 - 19h35 A 6ª Câmara Criminal do TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) manteve, por unanimidade, a condenação de dois ex-policiais militares, Denys Pereira da Silva e Maiquel de Almeida Guilherme, pela morte do coronel reformado do Exército Júlio Miguel Molinas Dias, em 2012. O tribunal rejeitou a hipótese de crime político ou passional e reiterou o entendimento de que a motivação da morte do coronel seria patrimonial.

A pena foi mantida em 23 anos de reclusão para Denys e para o corréu Maiquel, em 22 anos de 10 meses de reclusão.

O caso ganhou repercussão porque, na casa da vítima, foram encontrados documentos da ditadura militar que comprovaram a entrada do ex-deputado Rubens Paiva, morto pela ditadura em 1971, na sede do DOI-Codi (Departamento de Operações e Informações - Centro de Operações de Defesa Interna).

Segundo o site de notícias G1, Molinas Dias atuou no DOI-Codi na década de 80, anos depois do desaparecimento de Paiva, e mantinha um acervo com material da época. Os documentos foram repassados para a Comissão Nacional da Verdade e para familiares do ex-parlamentar, durante uma solenidade no Palácio Piratini, em Porto Alegre.

A desembargadora responsável pelo caso, Vanderlei Teresinha Tremeia Kubiak, afirmou em seu voto que a "criteriosa investigação" policial não merece ser criticada, pois "se acercou de informações suficientes para seguir esta linha de direcionamento". Ela lembrou que os réus já vinha sendo investigados pelas polícias civil e militar, por participações em outros delitos, além de relatórios com informações técnicas prestadas pelas operadoras de telefonia celular, que apontaram a mobilidade de ambos na noite dos fatos na área do crime.

O caso

O crime ocorreu em 1.º de novembro de 2012, no bairro Chácara das Pedras, em Porto Alegre. Segundo a denúncia do Ministério Público, por volta das 21h, o Coronel Molinas foi perseguido por um carro Gol vermelho, de placa clonada, utilizado por Denys Pereira da Silva e Maiquel de Almeida Guilherme, então soldados da Brigada Militar.

O coronel acabou abordado em uma das vias e obrigado a se dirigir até sua residência na rua Professor Ulisses Cabral, Bairro Chácara das Pedras. Ao chegar em casa a vítima reagiu e sacou uma pistola, reagindo e sendo atingida por diversos disparos, vindo a falecer. A dupla, Denys e Maiquel, matou e roubou objetos e fugiu levando, ainda, a arma da vítima.

No decorrer das investigações policiais foram recolhidos quatro projéteis deflagrados no local do fato e os estojos foram recolhidos pela investigação em poder de Denys. Já com o outro assaltante, Maiquel, foi apreendida a pistola de sua propriedade. No corpo da vítima foram recolhidos projéteis do mesmo calibre 380. Os acusados foram presos temporariamente e depois decretada a prisão preventiva.

Sentença

O Juiz da 5ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre, Luís Felipe Paim Fernandes, julgou parcialmente procedente a ação penal condenando o co-réu Denys à pena privativa de liberdade de 23 anos de reclusão e ao co-réu Maiquel, a 22 anos de 10 meses de reclusão. Ambos foram condenados ainda à perda da função pública, pois pertenciam ao quadro da Brigada Militar. O magistrado negou, também, o direito de apelarem liberdade.

Apelação

Insatisfeitos com a decisão em primeira instância, os réus apelaram para a defesa técnica alegando nulidades processuais, de provas ilícitas por derivação, citando que na fase policial teriam sido colhidas de forma irregular na sua produção e mérito.

Suscitaram também falha na linha investigativa, pois abandonada a hipótese de homicídio, com motivação passional ou política já que a vítima era militar envolvido com mulheres comprometidas. Sustentaram não haver prova suficiente à condenação, pois nenhuma testemunha logrou identificar os acusados como sendo os assaltantes que estavam no local do crime como também de não existir prova concreta a demonstrar que houve subtração da arma da vítima. Pediram a absolvição dos acusados; alternativamente, requereram a redução da pena-base de ambos.

Número do Processo: 70057927287



Democratas criticam participação do desgoverno do PT em conflitos agrários que envolvem indígenas


indios_05Fogo no paiol – Em audiência da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que teve a participação dos ministros José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da presidência), deputados democratas fizeram duras críticas à política de mediação de conflitos agrários que envolvem agricultores e indígenas. Os parlamentares também alertaram para a questão constitucional da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A reunião realizada na manhã desta quarta-feira (4) contou com a presença dos deputados democratas Carlos Melles (MG), Lira Maia (PA), Luís Henrique Mandetta (MS), Onyx Lorenzoni (RS) e Paulo Cesar Quartiero (RR).

Lorenzoni afirmou que a situação de violência é parte de uma política do Governo PT em incentivar a “desagregação da sociedade”. Segundo ele, há um interesse por trás da discórdia entre grupos sociais.

“Para atingir os seus objetivos, o PT vem estimulando a desagregação da sociedade jogando um contra o outro com esse argumento mentiroso de que vai promover a justiça social. Se não tem luta de classes, fomenta-se a discórdia”, acusou.

Já o deputado Quartiero acusou os dois ministros de serem responsáveis diretos pela não solução dos conflitos agrários e declarou que a solução para o impasse passa pela substituição das pessoas responsáveis por promover a negociação.

“Hoje o conflito é promovido pela participação do governo federal, especialmente pelos ministros Gilberto Carvalho e Eduardo Cardozo. Eu acho que não adianta ficarmos discutindo a resolução do conflito tendo os mesmos interlocutores que visivelmente promovem essa crise. Temos que ter a substituição desses agentes que não têm mais a confiabilidade das partes”, defendeu.

Convenção 169

Ambos os democratas também citaram o iminente litígio constitucional que poderá vir a existir caso o Brasil mantenha a assinatura da Convenção 169 da OIT, que estabelece povos indígenas como dotados de direitos independentes adquiridos. Em julho, o país deve decidir se mantém a decisão de acatar a norma internacional junto a mais 22 nações de um total de 185 países.

“Será que vamos admitir tribos indígenas reconhecidas como nações podendo inclusive avocar o direito de intervenção nacional no território brasileiro? Isso não trabalharia para a desagregação do nosso território?”, questionou Onyx Lorenzoni.

Quartiero ainda acrescentou a contradição do posicionamento ao analisar que países desenvolvidos que têm uma longa história de negociações com povos indígenas, como Estados Unidos, Canadá e Austrália, não acataram a convenção.


“O Brasil está renunciando a sua soberania e aceitando a ingerência externa. Só 22 países de 185 da OIT assinaram e nós é que estamos certo? Essa convenção já está atrapalhando a construção de Belo Monte, o desenvolvimento da Base Especial de Alcântara e causando dificuldade para que o país tenha a possibilidade de se desenvolver”, destacou.

Apenas refrescando a memória: soviet quer dizer conselho!


O ministro Gilberto Carvalho, aquele dos “movimentos sociais”, rebateu críticas sobre o Decreto 8.243 alegando, talvez em ato falho, que tais conselhos sociais existiam “até na ditadura”. O ministro disse:

Quero lembrar de novo: os conselhos no Brasil existem desde 1937, quando foi criado o primeiro conselho de participação. As conferências, de 1941. Até durante a ditadura foram criados conselhos. E é próprio de qualquer democracia madura você ter uma prática de ouvir a sociedade. O que o decreto faz é simplesmente regulamentar, estimular a ampliação daquilo que já existe.

Já eu quero lembrar de outra coisa: soviet, termo russo, quer dizer justamente… conselho! “Todo poder aos soviets” era o mantra dos comunistas. Funciona mais ou menos assim: militantes ligados ao poder se infiltram nos “conselhos” e deles tomam conta, preservando as aparências de “opinião popular”.

O “orçamento participativo” do PT gaúcho, colocado em prática por Olívio Dutra, partia da mesma estratégia. No começo o “povo” participava, e um ou outro cidadão comum realmente conseguia expor sua opinião. Com o tempo, ficou claro para todos do que se tratava: um engodo, um embuste, um simulacro de democracia direta controlada pelos fantoches do governo.

O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) comparou a proposta de criação dos conselhos à adotada na Venezuela: “Estamos com um projeto de decreto legislativo para tentar sustar esse decreto absurdo do governo, que cria o sistema de coletivos da Venezuela para poder substituir o Legislativo brasileiro. Vamos para esse debate, e todas as matérias do Executivo vamos obstruir, até que possamos derrubar esse decreto, que é um atentado contra a democracia e o estado democrático de direito”.

Sim, a Venezuela é um bom exemplo do que o PT pretende copiar. Não custa lembrar que o ex-presidente Lula afirmou que lá existia “excesso de democracia” com Hugo Chávez. A “democracia direta” é um instrumento populista criado para driblar o Congresso, os representantos do povo, facilitando assim o abuso de poder por meio da demagogia. O PT não suporta contemporizar com o Congresso, tanto que tentou comprá-lo com o mensalão.

O editorial do GLOBO fez um alerta hoje nessa linha. É a própria democracia brasileira que está em xeque, e toda reação é pouco contra o projeto autoritário do PT, pois ficou claro, após o discurso de Gilberto Carvalho, que os golpistas não vão desistir facilmente. Diz o jornal:

Não é de hoje que frações do PT agem para contornar o Congresso. São ainda do primeiro governo Lula conselhos para empresários e sindicalistas decidirem a reforma sindical, bem como para empresários e governo se entenderem. As duas instâncias formulariam propostas para o Congresso aprovar. Terminaram dando em nada, mas denunciaram a visão de sociedade que está por trás do PNPS. Neste universo institucional, o Legislativo seria um carimbador de decisões tomadas em fóruns sob o controle do partido e de “movimentos sociais” aliados. Extingue-se, então, a democracia representativa.

O sonho do PT, e o pesadelo dos brasileiros. Muitos incautos gostam de repetir com ar de superioridade que a Guerra Fria acabou, dando a entender que os anticomunistas são seres presos no tempo, reféns do passado, paranoicos que enxergam comunistas por todo lugar. O único detalhe é que muita gente, inclusive no poder, não abandonou o fracassado sonho comunista.

São os socialistas tupiniquins, com nova roupagem, com o discurso bolivariano, que na prática quer dizer a mesma coisa: todo poder aos soviets! A defesa da tirania está no sangue dessa turma, que tem verdadeira ojeriza ao regime democrático, visto como coisa de pequeno-burguês. Aos leitores, fica um conselho: muito cuidado com esse papo de criação de “conselhos sociais”.

FLÁVIO MORGENSTERN DETONA PROFESSOR DA USP EM DEBATE SOBRE A REVOLUÇÃO BRASILEIRA DE 1964 E OLAVO DE CARVALHO JOGA A PÁ DE CAL



O vídeo acima é a gravação de um debate realizado no Grêmio Politécnico da USP sobre a ditadura militar brasileira. De um lado um tal de professor Igor Fuser, que se diz também jornalista e em suas primeiras palavras atacou o jornalista Augusto Nunes que nem sequer participava do evento. Por aí já dá para ter uma idéia da estatura moral e ética desse 'professor'. Além disso esnobou no início do debate, fingindo desconhecer Flávio Morgenstern, tradutor especializado em filosofia alemã, articulista no site do Instituto Milenium, enfim, um conhecido intelectual paulistano.

O tal professor se coloca desde o início com aquela arrogância comum a todo esquerdista delirante. Só baixou a crista depois da intervenção Morgestern que detonou um a um os argumentos de Fuser fundados no puro delírio ideológico em que patinam todos os esquerdistas.

Igo Fuser, personifica o "tipo ideal" (by Max Weber) do intelectualóide esquerdista e infelizmente é professor. São gente como ele que dominam a área de ciência humanas das universidades brasileiras, promovendo a lavagem cerebral dos jovens com o criminoso objetivo de torná-los militantes da desgraça comunista.

Por isso vale a pena ver este vídeo, como vale também ler o artigo que Olavo de Carvalho escreveu revelando, sobretudo, a brutal ignorância do dito 'professor' Fuser, no que tange aos fatos relativos ao desastroso governo de João Goulart. Leiam:

FALSIFICAÇÃO INTEGRAL
Por Olavo de Carvalho

Já nos primeiros dez minutos do seu debate com Flávio Morgenstern no Grêmio Politécnico, sobre a ditadura militar, o prof. Igor Fuser exemplificou com rara concisão a regra de que ninguém pode mentir com eficiência se não falsifica primeiro a própria Ele começou se queixando de que não há espaço para debates sobre o tema na grande mídia, onde reina a versão oficial única e indiscutível. Quem o ouvisse acreditaria, portanto, estar diante de um porta-voz da minoria amordaçada. Uma vez transmitida essa impressão, o prof. Fuser estava livre para impingir à platéia, sem temor de represálias, a mesma versão oficial à qual ele parecia se opor. E assim ele fez.

Essa versão é a seguinte: Em 1964 um governo democrático estava empreendendo, por vias legais democráticas, algumas reformas patrióticas que alarmaram o capital estrangeiro, o qual então se mobilizou para derrubar o presidente e instaurar uma ditadura.
É o que toda a mídia alardeia há mais de vinte anos, o que se repassa às crianças em todas as escolas do país, o que se imprime e reimprime em livros e mais livros de História. E foi o que o prof. Fuser repetiu com a cara mais bisonha do mundo, bem protegido sob a sua aparência enganosa de contestador da uniformidade.

É versão cem por cento falsa.

Em primeiro lugar, João Goulart não promoveu reforma nenhuma. Falou muito em reformas, mas até o último dia o Parlamento lhe implorou que enviasse ao menos um projeto delas, coisa que ele adiou, adiou e acabou não fazendo nunca. A lei mesma da remessa de lucros, que segundo o prof. Fuser teria sido a “causa imediata” do golpe, só o que Goulart fez com ela foi sentar-se em cima do projeto, que acabou sendo aprovado por iniciativa do Congresso, sem nenhuma participação do presidente. Se a fúria do capital estrangeiro contra essa lei fosse a causa do golpe, este teria se voltado não contra Goulart e sim contra o Congresso – Congresso que, vejam só, aprovou o golpe e tomou, sem pressão militar alguma, a iniciativa de substituir Goulart por um presidente interino.

Em segundo lugar, é falso que Goulart governasse por meios democráticos. Num governo democrático, o executivo não reina como um monarca absoluto, mas obedece as leis e cede às decisões do Congresso democraticamente eleito. Goulart fez tudo o que podia para fechar o Congresso, mandou invadir com tropas militares o Estado da Guanabara, fortaleza da oposição, e prender o governador Carlos Lacerda, matando-o se resistisse (a operação falhou por um triz). Não hesitou mesmo em usar contra esse Estado o recurso stalinista da “arma da fome”, vetando, através do seu cunhado Leonel Brizola, o fornecimento do arroz gaúcho que era uma das bases da alimentação do povo carioca. Como se isso não bastasse, protegeu a intervenção armada de Cuba no território brasileiro, ocultando as provas e enviando-as, por baixo do pano, a Fidel Castro. É eufemismo dizer que Goulart tramava um golpe de Estado: seu mandato foi uma sucessão de golpes de Estado abortados.

Terceiro: não houve nenhuma, literalmente nenhuma participação americana na preparação do golpe. A famosa “Operação Brother Sam”, tão demonizada pela esquerda, nunca foi nem poderia ter sido nada disso, e só adquiriu essa aparência graças a uma vasta campanha de desinformação lançada pela KGB logo após o golpe, conforme confessou o próprio chefe da agência soviética então lotado no Brasil, Ladislav Bittman. Nesse ponto a mendacidade esquerdista chega a ser deslumbrante. Todos os jornais do país – a maldita grande mídia a que o prof. Fuser finge se opor – até hoje usam como prova da cumplicidade americana a gravação de uma conversa telefônica na qual o embaixador Lincoln Gordon pedia ao presidente Lyndon Johnson que tomasse alguma providência ante o risco iminente de uma guerra civil no Brasil. Johnson, em resposta, determinou que uma frota americana se deslocasse para o litoral brasileiro. Fica aí provado, na cabeça ou pelo menos na boca dos fúseres, que os americanos foram, se não os autores, ao menos cúmplices do golpe. Mas, para que essa prova funcione, é necessário escamotear quatro detalhes: (1) A conversa aconteceu no próprio dia 31 de março, quando os tanques do general Mourão Filho já estavam na rua e João Goulart já ia fazendo as malas. Não foi nenhuma participação em planos conspiratórios, mas a reação de emergência ante um fato consumado. (2) A frota americana estava destinada a chegar aos portos brasileiros só em 11 de abril. Ante a notícia de que não haveria guerra civil nenhuma, retornou aos EUA sem nunca ter chegado perto das nossas costas. (3) É obrigação constitucional do presidente dos EUA enviar tropas imediatamente para qualquer lugar do mundo onde uma ameaça de conflito armado ponha em risco os americanos ali residentes. Se Johnson não cumprisse essa obrigação, estaria sujeito a um impeachment. (4) As tropas enviadas não bastavam nem para ocupar a cidade do Rio de Janeiro, quanto mais para espalhar-se pelos quatro cantos do país onde houvesse resistência pró-Jango e dar a vitória aos golpistas.

Para completar: se não houve intervenção americana, houve sim  intervenção soviética, e profunda. Se até hoje a esquerda vociferante não conseguiu dar o nome de nenhum agente da CIA então lotado no Brasil – e, sem eles, como participar de uma conspiração? -, documentos recém-revelados provam – com nomes -- que havia agentes da KGB infiltrados em todos os escalões do governo Goulart.

Em dez minutos, o prof. Fuser conseguiu falsificar nada menos que tudo. Do site Mídia Sem Máscara

Dez partidos aprovam urgência para derrubar decreto bolivariano de Dilma.


Dilma ouvindo conselhos da guerrilha rural do MST, em pleno Palácio do Planalto. Ao fundo, Gilberto Carvalho, o elo com os ditos "movimentos sociais" e  mentor do decreto chavista que fere de morte a democracia representativa.

Dez partidos na Câmara dos Deputados decidiram apoiar pedido de urgência na votação de um projeto de decreto legislativo que pretende barrar os conselhos populares criados por decreto da presidente Dilma Rousseff.

Na semana passada, Dilma publicou um decreto que cria nove instâncias de negociação e comunicação com a sociedade civil. O texto, que institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), regula a relação do governo com os setores organizados. Os integrantes não serão remunerados e as propostas apresentadas não precisam necessariamente ser levadas adiante pelo poder público.

Para a oposição, o decreto seria uma forma de burlar a democracia representativa e permitiria o “aparelhamento” desses conselhos por aliados do governo. O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), apresentou o projeto que revoga o decreto presidencial. Além do DEM, PPS, PSDB, PR, PRB, Solidariedade, PV, PSB, PSD e PROS concordaram em votar o requerimento de urgência para análise da proposta.


“O presidente da Câmara afirmou que até amanhã (hoje) dará posição sobre a inclusão da urgência da minha proposta na pauta. Essa medida de Dilma Rousseff é inconstitucional, antidemocrática e uma afronta ao Congresso Nacional”, disse Mendonça.

As ameaças de morte que levaram Joaquim Barbosa a adiantar a aposentadoria


barbosa1 e1388442400478 As ameaças de morte que levaram Joaquim Barbosa a adiantar a aposentadoriaO histórico recente de crimes ligados ao PT impedem qualquer pessoa sensata de aceitar como meras bravatas os ataques que o presidente do STF vinha sofrendo depois que condenou os mensaleiros à prisão.

Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou há alguns dias que se aposentará ao final de junho. Segundo ele, a causa de sua saída foi apenas “livre arbítrio”, e afirmou que sempre deixou claro que não pretendia permanecer no STF até a idade-limite de 70 anos. No entanto, de acordo com declarações do chefe de gabinete da presidência do Supremo, o diplomata Sílvio Albuquerque Silva, os motivos são outros.

— Havia ameaças de morte, com telefonemas para o gabinete e a casa dele, com frases covardes como: “Sua hora está chegando” — relatou o diplomata, na tentativa de explicar o inesperado gesto do presidente do Judiciário brasileiro.

As ameaças começaram quando Barbosa decretou a prisão dos mensaleiros José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. As mensagens vinham de perfis anônimos cujos responsáveis são simpatizantes do PT.

Em uma delas, um sujeito que usava a foto de José Dirceu em seu perfil no Facebook escreve que o ministro “morreria de câncer ou com um tiro na cabeça” e que seus algozes seriam “seus senhores do novo engenho, seu capitão do mato”. Por fim, chama Joaquim de “traidor” e vocifera: “Tirem as patas dos nossos heróis!”. Em uma segunda mensagem, de dezembro de 2013, o recado foi ainda mais ameaçador: “Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas (…). Joaquim Barbosa deve ser morto”.

A Polícia Federal já havia concluído um inquérito sobre as ameaças, mas o Ministério Público Federal pediu a sua reabertura para aprofundar a apuração. Um dos investigados é Sérvolo de Oliveira e Silva, que foi identificado como secretário de Organização do PT do Rio Grande do Norte. O assunto foi recentemnte pauta do pronunciamento do senador Alvaro Dias. Segundo ele, o silêncio de Dilma para com o comportamento de sua militância seria conivente com os crimes que estão sendo cometidos:


Proximidade com o crime

Apesar de Sérvolo de Oliveira defender-se dizendo que suas ameaças não passavam de bravata, em se tratando de PT, há com o que se preocupar. Tanto que o partido afastou por 60 dias o deputado Luiz Moura após ter sido flagrado em uma reunião com 13 membros do PCC. Nos anos 90, Luiz foi condenado no Paraná e em Santa Catarina a cumprir 12 anos de prisão por assaltos a mão armada. Fugiu após pouco mais de um ano de encarceramento. O crime prescreveu e Moura aproveitou para pedir reabilitação criminal, declarando-se arrependido e justificando os crimes cometidos graças às drogas que consumia na época. Hoje, se diz líder dos antigos perueiros e exerce seu primeiro mandato como deputado na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Quem o apadrinhou bancando a maior fatia dos custos de sua campanha foi Jilmar Tatto, o atual secretário de transportes da gestão Haddad. Em 2006, matéria da Veja acusou o então ex-secretário de transporte da gestão Marta Suplicy de favorecer o PCC em troca de meio milhão de reais. A denúncia partiu justamente de um perueiro.

Mas os casos mais emblemáticos envolvem mortes de prefeitos do PT no interior de São Paulo. Em 2006, Gilberto Morgado, prefeito de Monte Alto, foi encontrado morto em frente a um flat na avenida Rebouças, na capital. Apesar de a morte ter se dado logo após denúncias contra a empresa que recolhia o lixo do município, a polícia concluiu que o caso se tratou de suicídio. Em 2001, num assalto, quem veio a falecer foi Toninho, então prefeito de Campinas. A família rejeita essa versão e a desconfiança de crime político só cresceu depois que quatro suspeitos foram mortos em uma operação policial em Caraguatatuba.

Todavia, o mais trágico de todos os casos está ligado à morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. Vítima de um sequestro em São Paulo, teve seu corpo encontrado já sem vida dias depois. O inquérito policial concluiu que Celso fora sequestrado por engano e morto por um menor que integrava uma quadrilha com 6 sequestradores. Mas as desconfianças de crime político são altas. Ao todo, sete pessoas que mantinham alguma ligação com a investigação foram assassinadas nos anos que se seguiram, levantando a suspeita de queima de arquivo. Agora em 2014, o o ex-Secretário Nacional de Segurança do governo Lula, Romeu Tuma Jr, denunciou em livro que chegou a ouvir de Gilberto de Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral de Dilma, confissões sobre a participação no esquema dele e de José Dirceu:

“Pô, eu sei o que é ser vítima. Eu também fui vítima da imprensa. Veja o que eu fiz, de coração. Eu fui falar com a família do Celso, dizer que o Celso não roubava, que ele não era ladrão, que ele nunca pegou dinheiro para pôr no bolso, que tudo que a gente arrecadava era pro partido.”

(Palavras de Gilberto de Carvalho segundo Tuma Jr)

Ainda segundo “Tuminha”, Gilberto Carvalho, o braço direito de Celso na Prefeitura, teria sido o que mais movimentou-se após a morte do prefeito para que prevalecesse a versão de que tudo não passara de um crime comum.

Requião acusa a rival Gleisi de trair a presidente Dilma, assim como fez com Gaievski e André Vargas


gleisi_hoffmann_53Questão de tempo – Os aliados do senador Roberto Requião (PMDB) passaram a acusar a petista Gleisi Hoffmann de traição contra a presidente Dilma Rousseff. De acordo com os “requianistas”, além de esconder sua relação com o pedófilo Eduardo Gaievski, a ex-ministra omitiu sua proximidade comprometedora com André Vargas, amigo do doleiro preso Alberto Youssef, Fora isso, Gleisi passou a esconder sua visceral ligação com Dilma, a quem serviu de forma medíocre durante três anos como chefe da Casa Civil.

Os aliados de Requião pretendem carimbar em Gleisi a pecha de traidora e desleal. A senadora paranaense, que no Congresso Nacional tem atuado de maneira obediente como um “buldogue palaciano”, é do tipo que abandona à beira do caminho os companheiros em dificuldade. A primeira vítima teria sido o pedófilo Eduardo Gaievski, que Gleisi levou a Brasília para cuidar das políticas do governo federal dedicadas a menores e que hoje mofa em uma penitenciária no Sudoeste do Paraná, prestes a receber uma sentença que espera-se seja exemplar.

Outra vítima da personalidade traidora da senadora foi André Vargas, coordenador da campanha de Gleisi ao governo do Paraná. Vargas foi flagrado pela Polícia Federal em relações nada republicanas com o doleiro e reincidente Alberto Youssef. Gleisi A mágoa de Vargas é que ex-companheira de legenda jamais disse uma palavra em seu favor, faltando apenas fingir que não o conhecia. A última vítima da deslealdade da senadora é a própria presidente Dilma Rousseff, que desapareceu dos materiais de campanha da senadora, no qual a única referência ao PT é o ex-presidente Lula.

Gleisi estaria temerosa em relação ao possível contágio da impopularidade de Dilma, que tem apenas 29% de intenções de votos no Sul, conforme pesquisa Ibope de maio. Vale lembrar que o PT sempre enfrentou grandes dificuldades no Paraná, algo que o cenário político atual mostra não ser diferente. Os candidatos presidenciais do partido, inclusive Lula, foram derrotados nas últimas eleições no estado e o partido jamais elegeu um governador. A esperança de reverter essa situação era Gleisi que, cada vez mais, se afunda em contradições e denúncias de corrupção.


Como se fosse pouco o calvário político que vem enfrentando, Gleisi tem demonstrado nos últimos tempos um enorme apreço pela censura. Esse comportamento reprovável em qualquer regime democrático ficou evidente nas tentativas de Gleisi Hoffmann de calar e intimidar alguns profissionais da imprensa por meio de processos judiciais, apenas porque jornalistas passaram a noticiar suas trapalhadas. Foi o que aconteceu com o editor do ucho.info, a quem a senadora acusa de trabalhar para a oposição. Algo que terá de provar na Justiça, sob pena de ser condenada por calúnia, injúria e difamação, já que a petista sequer se dá ao trabalho de ler o conteúdo completo de um dos mais respeitados e acessados portais de notícias do País.

Uma oportunidade para conhecer “segredos de estado”

Gen Bda Paulo Chagas
Caros amigos

Tendo lido a entrevista da Sr Ministra Elizabeth Rocha, concedida ao G1, e, em que pese o respeito que devo ter, e que tenho, pela futura Presidente do Superior Tribunal Militar, gostaria de comentar algumas de suas declarações contidas na citada entrevista.

São posições embasadas em princípios e valores pessoais que, em qualquer país democrático devem ser respeitadas como direito de opinião, o que, ainda, é vigente no Brasil. Todavia, como não podemos afirmar até quando isto será possível, haja vista a direção em que aponta o desespero do governo petista, colho o ensejo para dizer o que penso sobre o que pensa a Sra Juíza.

Ao justificar o fato de que os militares gostam de ser julgados por mulheres, a Ministra nos mostra, com clareza, fundamento e propriedade, algumas das diferenças naturais, fundamentais e inarredáveis existentes entre homens e mulheres, tais como a “visão diferenciada do comportamento humano”, a inteligência mais “emocional” e menos “racional”, a “compaixão” e a “misericórdia”, mais presentes no julgamento feminino do que no masculino, concluindo, portanto, pela existência de diferenças de comportamento entre homens e mulheres, e não só entre eles, mas entre segmentos sociais e pessoas de orientações sexuais diversas.

Concordo plenamente com a Dra Elizabeth. O gênero, o segmento social e a orientação sexual diferenciam o comportamento, a interpretação dos valores - morais e éticos - e dos princípios - até jurídicos – das pessoas, contribuindo para que sejam diferentes, merecendo, portanto, tratamento diferenciado!

Mais adiante, a Dra Elizabeth, manifesta-se a favor dos direitos das mulheres e dos homossexuais nas Forças Armadas. Com o que também concordo, desde que sejam consideradas e respeitadas as rígidas e uniformes características de comportamento, atitudes, relacionamento e vigor físico exigidas pela profissão militar de todos os seus integrantes. Daí a necessidade de cautela em “avançar até as mulheres poderem manejar as armas fins”, porquanto terão que fazê-lo com a mesma eficiência dos homens, mesmo sendo tão diferentes, como muito bem nos coloca a Dra Elizabeth na sua entrevista.

Com relação aos homossexuais, a Sra Ministra, muito acertadamente, posiciona-se pela inadmissibilidade, até legal, de diferenciar-se os cidadãos por sua orientação sexual. Concordo mais uma vez, mas, no que concerne à sua integração às Forças Armadas, entendo que isto deve condicionar-se ao respeito desses cidadãos à rigidez e à uniformidade exigidos do comportamento, das atitudes, do relacionamento e do vigor físico dos militares em geral, o que me parece muito difícil de ser atendido na plenitude necessária. Obviamente que os homossexuais não podem ser considerados pessoas de terceira categoria só pelo fato de que dificilmente terão condições de cumprir com as exigências da vida militar!

No que diz respeito ao Regime Militar e aos arquivos do Tribunal, mais uma vez, identifico-me com o pensamento da Ministra.

Temos, realmente, que preservar e tornar pública a memória desse tempo e mostrar para a Nação toda a verdade, desde as mazelas do regime, passando pelos eventuais abusos e usurpações de direitos no combate ao terrorismo, sem deixar, logicamente, de revelar as causas fundamentais da existência do regime e da repressão do Estado, quais sejam, os crimes dos terroristas julgados pelo STM, com independência e coragem, como nenhuma outra corte o fez, aí incluídos os da nossa atual Governanta, Sra Dilma Vanda Rousseff, que, desde há algum tempo, tornaram-se segredos de estado!

A revelação desses e outros segredos será, com certeza, uma decisiva e patriótica contribuição da Presidente do STM para o futuro do Brasil e para a subsistência da liberdade e do regime democrático representativo, preservados com o sangue dos que lutaram por eles e, hoje, ameaçados pela perpetuação do Partido dos Trabalhadores no poder da República!

Tenho absoluta convicção de que a futura “Presidenta” do Superior Tribunal Militar, mesmo tendo sido indicada para integrá-lo pelo Sr Lula da Silva, agirá de acordo com a tradição do Tribunal e, como os Ministros Generais do período sob mando dos militares, não se intimidará diante das exigências de seus amigos do governo!

Com relação à Lei da Anistia, concordo também com a Ministra quando diz que ela foi uma necessidade para garantir a passagem do regime militar para o em que hoje vivemos.

Não a vejo, no entanto, como um pacto circunstancial passível de revisão, e nisso sou acompanhado pela Suprema Corte brasileira.

Dizer que a lei da Anistia, “naquele momento, foi um pacto necessário” e que é possível, do ponto de vista jurídico, a sua revisão à luz de “tratados internacionais” é o mesmo que transformar uma lei, discutida, votada, aprovada e promulgada pelo Congresso Nacional, em engodo, em embuste, em fingimento, em traição do sistema jurídico brasileiro!

Esta é, à vista disso, logicamente, uma posição a ser revista pela Ministra!

Não conheço a Dra Elizabeth Rocha, mas sei que, há algum tempo, vem sendo cogitada para integrar o Supremo Tribunal Federal, tendo constado, mais de uma vez, da lista de escolha da Presidente Dilma Rousseff. Méritos para galgar a Suprema Corte, indiscutivelmente, não lhe devem faltar e, em vista desses, justo seria se tivesse esta ambição. Não serão, portanto, as aparências, como imposto à mulher de Cesar, que irão inibir suas atitudes na Presidência do STM!


7 milhões de desempregados desmentem Dilma.


O desemprego é bem maior do que o governo tem alardeado e mais uma vez dados oficiais desmentem as bravatas da presidente Dilma Rousseff e de seus ministros econômicos. A desocupação ficou em 7,1% no primeiro trimestre, bem acima da taxa estimada para os três meses finais do ano passado, de 6,2%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), publicada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O cenário mostrado por este levantamento é bem pior que aquele apontado tradicionalmente pela pesquisa mensal do IBGE, realizada nas seis maiores regiões metropolitanas com visitas a cerca de 44 mil domicílios e entrevistas com 120 mil pessoas. A Pnad Contínua cobre 211.344 domicílios em 3.464 municípios.

As primeiras informações sobre a Pnad Contínua indicaram resultados bem piores que aqueles habitualmente divulgados e sempre usados como trunfos políticos pelo governo. O IBGE anunciou há meses a intenção de regularizar a publicação dos novos dados, muito mais amplos e mais compatíveis com os padrões internacionais. A ideia foi mal recebida em Brasília e tentou-se frear a publicação, em manobra defendida no Congresso pela senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil da Presidência da República. Técnicos do IBGE protestaram com greve e o relatório foi publicado. A ideia é manter as duas pesquisas durante algum tempo até a substituição da tradicional pela nova.

A taxa de 7,1% supera os números estimados para o terceiro e o quarto trimestres do ano passado (6,9% e 6,2%), mas é mais baixa que a dos primeiros três meses de 2013, quando o desemprego chegou a 8%. Toda a série dos últimos dois anos mostra números mais altos que aqueles apontados pela pesquisa mensal nas seis maiores regiões metropolitanas.  As maiores taxas de desemprego, segundo a Pnad Contínua, foram encontradas no Nordeste (9,3%) e no Norte (7,7%). As menores, no Sul (4,3%) e no Centro-Oeste (5,8%). A do Sudeste ficou em 7% no primeiro trimestre - número menor que o de um ano antes (7,6%), mas igual à média dos quatro trimestres de 2013.

Com esses dados, a presidente Dilma Rousseff e seus ministros terão maior dificuldade para esnobar os países desenvolvidos e parte dos emergentes. Não poderão, por exemplo, contar bravatas em relação aos Estados Unidos, onde o desemprego chegou a 6,3% em abril. Desde o fim do ano passado a desocupação na economia americana já era menor que a brasileira, pelo menos segundo os números da Pnad Contínua.

A presidente ainda poderá confrontar vantajosamente os dados brasileiros com os da União Europeia, onde o desemprego, segundo os últimos dados, ainda estava em 10,4%, apesar dos sinais de reativação econômica. Na zona do euro a taxa era de 11,7% em abril. Mas esses números são compostos e em boa parte refletem o quadro muito ruim de alguns países, como a Espanha, onde a proporção dos desocupados ainda passava de 25% nos últimos meses. A comparação fica menos vantajosa para o lado brasileiro, quando se examinam as porcentagens de vários outros países desenvolvidos.

A Holanda, com uma taxa de 7,2%, praticamente empata com o Brasil. Mas o cenário do desemprego é sensivelmente menos grave na Dinamarca (6,5%), na República Checa (6,5%), na Alemanha (5,25%) e na Áustria (4,9%). No Japão, onde o desemprego é tradicionalmente menor que no Ocidente, a última pesquisa indicou 3,6% - embora a economia apenas tenha começado, muito lentamente, a sair da longa recessão.

Também na América Latina, onde muitas economias têm crescido mais que a brasileira com inflação bem menor, o Brasil fica mal na comparação. Em outubro, sete países tinham desocupação inferior a 6% - Peru, Honduras, Chile, México, Panamá, Equador e Guatemala. O Uruguai praticamente empatava com o Brasil.


Além do discurso triunfalista, todos esses dados destroem também o argumento petista sobre a inflação elevada: um combate mais sério à alta de preços, segundo a presidente, causaria desemprego. Os dados internacionais, como os do IBGE, a desmentem. (Editorial do Estadão intitulado "O desemprego e a presidente", publicado hoje)

ARAUTOS E PROFECIAS DO AMBIENTALISMO NEO-COMUNISTA

Sec. executiva da UNFCCC: contra o “aquecimento global” o comunismo chinês é melhor que democracia
Sec. executiva da UNFCCC: contra o “aquecimento global” o comunismo chinês é melhor que democraciaO maoísmo “está fazendo o certo” para combater o “aquecimento global”. A democracia é “muito danosa” para a aprovação de legislação contra o “aquecimento global”. A Assembleia do Povo chinesa aprova massivamente as decisões do Comité Central do Partido Comunista e outras dependências do governo..Leia mais.


Jilmar Tatto, Secretário de Transportes de São Paulo
Jilmar Tatto, Secretário de Transportes de São Paulo


“No futuro, a pessoa que andar de carro numa grande cidade será tratada como um fumante”. (“O Globo” 27/08/2013)



Jacques Yves Cousteau:
Jacques Yves Cousteau:

“Para estabilizar a população mundial nós devemos eliminar 350.000 pessoas por dia. É horrível dizê-lo, mas é igualmente horrível não dizê-lo”.(Courrier de l'Unesco)




Marina Silva ex-ministra do Meio Ambiente

Marina Silva ex-ministra do Meio Ambiente

“Não podemos mais perder tempo com “bolhas” de prosperidade ilusória que custam os recursos de mil anos e se desfazem em menos de uma década”. (OESP, 28.4.2012)




James Hansen diretor da NASA, “Natural Science”, 01.08.03:
James Hansen diretor da NASA, “Natural Science”, 01.08.03:
“A insistência nos cenários extremos foi útil, sem dúvida, quando o público ignorava o que está em jogo com o aquecimento global e as fontes de energia”.

Na Columbia University, julho de 2006: “Todos os brados dos cientistas céticos não serão abafados enquanto eles não estiverem mortos”.


Christopher Manes, líder do “Earth First”:
Christopher Manes, líder do “Earth First”:

“É possível que a extinção da espécie humana não seja inevitável, e [será] até uma boa coisa”.




Judi Bari, ativista da “Earth First”:
Judi Bari, ativista da “Earth First”:


“Eu acredito que se nós não derrubarmos o capitalismo, não teremos chance alguma de salvar o mundo do ponto de vista ecológico” .




Paul Watson, co-fundador de Greenpeace e fundador da Sea Shepherd Conservation Society:
Paul Watson, co-fundador de Greenpeace e fundador da Sea Shepherd Conservation Society:


“Qual seja a verdade não tem importância. Só interessa o que as pessoas acham que é a verdade” (Magazine Forbes, nov. 1991)






Mayer Hillman, do Policy Studies Institute, think-tank ambientalista:
Mayer Hillman, do Policy Studies Institute, think-tank ambientalista:


“A democracia é um objetivo menos importante que a proteção do planeta contra o fim da vida. … as restrições às emissões de carbono devem ser impostas ao povo, goste ele ou não”.





Maurice Strong, ex-secretário geral da ECO 92 e ex-conselheiro de Kofi Annan, sec. geral da ONU:
Maurice Strong, ex-secretário geral da ECO 92 e ex-conselheiro de Kofi Annan, sec. geral da ONU:

“É possível que nós cheguemos a um ponto em que, para salvar o mundo, a solução seja o afundamento da civilização industrial… procurar a pobreza… reduzir o consumo dos recursos… instalar normas para a mortalidade”.




Stephen Schneider do National Center for Atmospheric Research, Boulder, Colorado:
Stephen Schneider do National Center for Atmospheric Research, Boulder, Colorado:


“Nós devemos apresentar cenários terríficos, proferir afirmações simplistas e catastróficas sem nos importarmos das dúvidas que possamos ter. Cada um de nós tem de escolher entre a eficácia e a honestidade”. (Discover Magazine 1989)




Ottmar Edenhofer, co-diretor do Grupo de Trabalho III do IPCC:
Ottmar Edenhofer, co-diretor do Grupo de Trabalho III do IPCC:

“Temos que dizer claramente que nós de fato redistribuímos as riquezas do mundo por meio da política do clima. … temos que nos liberar da ilusão de que a política internacional pelo clima é uma política ambientalista. Ela não tem quase nada que ver com uma política para o meio ambiente com problemas do tipo desmatamento ou buraco de ozono”.

Paul Ehrlich, prof. da Universidade Stanford; em 2000 Inglaterra será uma ilha povoada de famintos
Paul Ehrlich, prof. da Universidade Stanford; em 2000 Inglaterra será uma ilha povoada de famintos


“Até o ano de 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 70 milhões de famintos.” (“O Globo”, 11.5.2012)





Frei Betto “Matar e desmatar”: mortes ocorrerão com novo Código Florestal:
Frei Betto “Matar e desmatar”: mortes ocorrerão com novo Código Florestal:

“Mortes por assassinato ocorrerão se a presidente Dilma não tomar providências enérgicas para qualificar os assentamentos rurais, impedir o desmatamento e puni-lo com rigor, cobrar as multas aplicadas, federalizar os crimes contra os direitos humanos e, sobretudo, vetar o Código Florestal epromover a reforma agrária”.


Antonio Delfim Neto ex-ministro, embaixador e deputado: planeta não suporta população
Antonio Delfim Neto ex-ministro, embaixador e deputado: planeta não suporta população


“Conflitos serão inevitáveis. Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”. (“O Globo”, 11.5.2012)






Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria da Presidência: bloquear ao povo padrões de consumo da elite
Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria da Presidência: bloquear ao povo padrões de consumo da elite



“O mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites”. (“O Globo”, 11.5.2012)





John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa:
John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa:

O termo “aquecimento global” é facilmente ridicularizável. “Cada vez que saímos com nossos carros (perguntam-nos) cadê do aquecimento global? Mas, se falarmos de “perturbação climática global” (global climate disruption) é um termo genérico que pode se aplicar a todas as condições climáticas”.


Charles Manson, em 1987:
Charles Manson, em 1987:“Eu estou trabalhando para salvar o meu ar, minha água, minhas árvores e os meus animais selvagens, e eu estou tentando acabar com a sociedade. ... as calotas polares estão derretendo porque vocês estão produzindo tanto calor com essa máquina .... Talvez eu deveria ter matado quatro ou cinco centenas de pessoas, então eu teria teria me sentido como se eu tivesse realmente oferecer algo a sociedade .... a verdade é que o planeta Terra está morrendo”. "Today Show", MSNBC

Frente de Libertação da Terra, SP, junho 2010:
Frente de Libertação da Terra, SP, junho 2010:

“Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.” (após atentado que queimou loja da Land Rover, SP)



Evo Morales, presidente da Bolívia:
Evo Morales, presidente da Bolívia:


Se as nações ricas desistirem de Kyoto “seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra”. (COP16, Cancún, dez 2010)



Cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”:
Cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”:


“Se isto continua, nós teremos extinguido 70% das espécies do planeta pelo fim do século.” (Silicon Valley, oct 2010)






“Acampamento Terra Livre 2011 pela Mãe Terra” repudia Código Florestal:
“Acampamento Terra Livre 2011 pela Mãe Terra” repudia Código Florestal:


“Não admitiremos que a Mãe Terra [...] seja arrancada mais uma vez das nossas mãos oudestruída irracionalmente, como foi há 511 anos pelos colonizadores europeus”.



Hugo Chávez, presidente da Venezuela:
Hugo Chávez, presidente da Venezuela:



Os países capitalistas são “os maiores assassinos do clima”. (COP16, Cancún, dez 2010)






Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminoso:

“Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.” “Concordo ‒ acrescentou James Cameron ‒criminalmente. Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes.Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta” (Sillicon Valley, oct 2010)



Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico:
Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico:

“O número de vítimas causadas pelas mudanças climáticas é muito grande [...] maior do que as vítimas de guerra... O aquecimento está destruindo a capacidade do povo muçulmano de se alimentar com seus próprios produtos agrícolas. Esta é uma questão de vida ou morte”.




Elaine Tavares, sindicalista, reforma do Código Florestal não é democrática:
Elaine Tavares, sindicalista, reforma do Código Florestal não é democrática:


“A votação do código florestal. 420 x 68 [...] prova por A + B que o processo eleitoral no Brasil não tem qualquer relação com a democracia.”






Outra proposta de pânico em Bremen: “a acidificação dos oceanos”
Outra proposta de pânico em Bremen: “a acidificação dos oceanos”No Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marítima (AWI), em Bremerhaven, patrocinados pela Comissão Européia, 200 cientistas debateram como novo pânico “a acidificação dos oceanos”. “Os oceanos acidificam-se muito mais rápido do que nunca na história da Terra ... O gás estufa CO2 não somente causa o aquecimento global mas, também, está acidificando cada vez mais os oceanos”.

Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a “Jornal Sem Terra” (do MST):
Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a “Jornal Sem Terra” (do MST):


“A Reforma Agrária é fundamental para a questão ecológica, ... Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. Então buscar uma sociedade para além do capitalismo é fundamental.”


Guy R. McPherson, prof. de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona:
Guy R. McPherson, prof. de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona:

“A mudança climática global ameaça extinguir nossas espécies lá pela metade do século se nós não liquidamos já com a economia industrial”. O prof. McPherson ganhou notoriedade anunciando “o fim do mundo” (veja vídeo). Em 2009, ele abandonou a carreira para se preparar para o “colapso” e vive do leite e ovos de pequenos animais numa comunidade rural.


Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:
Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva:

“Chico (Mendes) talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. (...) ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária, porque sabia que elas são indissociáveis...”


John Holdren, assessor de Obama para Ciência:
John Holdren, assessor de Obama para Ciência:

“As informações sobremudanças climáticas podem (e devem) ser utilizadas para incentivar manifestações públicas para mudar as barreiras estruturais e comportamentais da sociedade”.




Jornalista Jeremy Hsu:
Jornalista Jeremy Hsu:

“As extinções massivas serviram como grandes teclas para dar um reset que mudaram drasticamente a diversidade das espécies no mundo, (...) Alguns cientistas especulam que os efeitos causados pelos humanos ‒ desde a caça até a mudança climática ‒ estão impulsionando outra grande extinção de massa”.


David Foreman, porta-voz da Ong 'Earth First!':
David Foreman, porta-voz da Ong 'Earth First!':


“O homem não é mais importante que qualquer outra espécie... Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas”. citado por John Fayhee na revista 'Backpacker', setembro 1988, p. 22




IPCC e a “desertificação” da Amazônia:
IPCC e a “desertificação” da Amazônia:“o IPCC (...) conclui, com 80% de certeza, que mais da metade da floresta amazônica pode se transformar em savana (...) A mudança climática tende à desertificação e salinização de áreas próprias para a agricultura. O semi-árido poderá passar para zona árida levando à extinção de várias espécies da flora e fauna.” (Agência Brasil, 6/04/07)

Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”
Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta”

“A campanha “Segunda Sem Carne” terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.
“A justificativa, segundo a secretaria, é que a dieta carnívora em ampla escala “é comprovadamente insustentável”, além de não trazer benefícios à saúde.”(Folha de S. Paulo, 20/9/2009)

Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC:
Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC:“O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consomecom o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido.Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes é um esbanjamento enorme. Acho que (...)os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” “The Observer”, 29.11.2009.

Presidente Barack Hussein Obama, então senador, 03/04/06:
Presidente Barack Hussein Obama, então senador, 03/04/06:


“Hoje estamos vendo que a mudança climática consiste em uma cadeia de catástrofes naturais e os padrões climáticos devastadores que o aquecimento global está começando a detonar em todo o mundo.”




Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000:
Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000:


“Em poucos anos a nevasca será “um evento muito raro e emocionante” e as “crianças apenas saberão o que é que é a neve” ("The Mail").


“Climate justice now!”
“Climate justice now!”“Para nós, as lutas pela justiça climática e pela justiça social são uma mesma coisa. É a luta por territórios, terras, florestas e água, para a reforma agrária e urbana, soberania alimentar e energética, para as mulheres e os direitos do trabalhador. É a luta pela igualdade e a justiça para os povos indígenas, para os povos do Sul global, para a redistribuição da riqueza e para o reconhecimento dadívida histórica ecológica devida pelo Norte”.


“Via Campesina Internacional”:

“Via Campesina Internacional”:“As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram umadestruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente:
“1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis. 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas dereforma agrária.”

Paul Singer, apologista da “economia solidária”:
Paul Singer, apologista da “economia solidária”:

“O padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.”


Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”:
Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”:

“precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo, (...) as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.” (revista Biodiversidad, 4-6-2007)


Suprema Mestra Ching Hai, "vinda do Himalaia":
Suprema Mestra Ching Hai, "vinda do Himalaia":
“Precisamos salvar este planeta primeiro, para que possamos ficar. Pois se todo o gelo derreter, e se o mar ficar quente, então o gás poderia ser liberado do oceano, e poderíamos ser envenenados. Do modo como vai, se eles [os políticos] não consertarem, será o fim em 4 ou 5 anos. (...) Eles precisam ser vegetarianos (...)proibindo a carne, citando todo o mal que a carne causa aos seres humanos e ao planeta (...) o vegetarianismo serve para diminuir a má distribuição da energia (carma) e comover a misericórdia do Céu”.

Ross Gelbsan, ativista ambiental:
Ross Gelbsan, ativista ambiental:



“Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Elesestão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem.”



Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:
Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff:“A roda do aquecimento global não pode mais ser parada, (...) a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana. “Uma Silva sucessora de um Silva?”, agência Adital.


Evo Morales, presidente da Bolívia:
Evo Morales, presidente da Bolívia:


“Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista”. (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague).




George Monbiot, ambientalista do “The Guardian”, Londres:
George Monbiot, ambientalista do “The Guardian”, Londres:“Eu poucas vezes me senti tão sozinho. Diante da crise [Climategate], eu sei que a maioria dos ambientalistas adotaram o negacionismo.(...) Não há modo de salvá-lo.Phil Jones [chefe da Climatic Research Unit, ver post sobre Climategate] tem que cair fora, quanto mais demorar, pior vai ser para ele”.



George Monbiot (II), ambientalista do “The Guardian”, Londres:
George Monbiot (II), ambientalista do “The Guardian”, Londres:“Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa. (...) Pesquisa no mês passado do Pew Research Centre sugere que a proporção de americanos que acreditam haver provas sólidas do aquecimento caiu de 71% para 57% em apenas 18 meses. Pesquisa da Rasmussen Reports sugere que os eleitores americanos que acham que o aquecimento global tem causas naturais(44%) superam os que acreditam que é resultado da ação humana (41%).”

Jonathon Porrit, decano dos "gurus verdes" no Reino Unido:
Jonathon Porrit, decano dos "gurus verdes" no Reino Unido:


“[Precisamos de uma catástrofe para fazer mudar qualquer coisa] Falei em sentido literal. A única maneira de sacudir essa negação é um choque tão profundo e tão doloroso no sistema que não teremos outra escolha senão fazer essas mudanças.” “Expresso”, Portugal, 6.12.2009.


Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro chefe do governo alemão para proteção climática:
Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro chefe do governo alemão para proteção climática:

“Cada pessoa na terra só poderia produzir 110 toneladas de CO2 entre 2010 e 2050 (…) Alemanha, EUA e outros países industrializados já esgotaram sua cota (…) cada pessoa nesses países deveria pagar €100 por ano (…) As cifras parecem gigantescas (…) se os alemães não mudam seus hábitos o próximo governo deverá adotar um novo e drástico plano climático”. “Der Spiegel”, 09/04/2009.

Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968:
Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968:

“Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivose os métodos voluntários fracassam”.


Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980:
Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980:“Procurando um novo inimigo que nos unisse nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço... Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana... então, o inimigo real é a humanidade ela própria... um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou … se a gente o inventa para servir no caso.”

David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!':
David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!':


“Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”.citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990, p. 18





João Pedro Stédile, líder do MST:
João Pedro Stédile, líder do MST:

“a sociedade tem que tomar uma decisão: ou muda ou vai para o brejo. (...) Cientistas advertem que, se o aquecimento global aumentar mais, vai trazer umdesequilíbrio na vida do planeta que pode levar inclusive a uma catástrofe do ser humano..”




Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:
Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês:“A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente... [Para nos preservarmos das pandemias] “é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas”. Blog “Conversation avec Jacques Attali”.


Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da ‘United Nations Foundation’:
Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da ‘United Nations Foundation’:


“Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, nós estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e ambientalista”.



Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:
Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute:


“Obama está inaugurando um novo rumo histórico reorientando a economia do consumo privado para o investimento publico. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática”.




David Attenborough, diretor de 'The Optimum Population Trust':
David Attenborough, diretor de 'The Optimum Population Trust':“Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana.
“Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009) MAIS



Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”:
Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”:


“Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do Homo Sapiens, não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso 'Feliz libertação'!”(Princeton Univ Press, 1989) pg. 115



Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92:
Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92:



“Não é que a única esperança para o planeta consiste no colapso das civilizações industriais? Não é nossa responsabilidade torná-lo realidade?”



Stewart Brand, em 'The Whole Earth Catalog':
Stewart Brand, em 'The Whole Earth Catalog':


“Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra”. Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas.



Faye Dunaway, porta-voz de “Mother Earth/Gaia” na série 'Voice of the Planet':
Faye Dunaway, porta-voz de “Mother Earth/Gaia” na série 'Voice of the Planet':




“Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!”




Osama bin Laden:
Osama bin Laden:

“A vida da humanidade toda está em perigo por causa do aquecimento global provocado, em grande medida, pelas emissões das fábricas das grandes corporações; (...) as estatísticas falam da morte e da migração de milhões de seres humanos por causa desse aquecimento , especialmente na África.”



Premiê socialista espanhol na ONU “luta contra a mudança climática":
Premiê socialista espanhol na ONU “luta contra a mudança climática":

“O mais singular da intervenção de Zapatero foi a ênfase na luta contra a mudança climática. Embora a Espanha seja o país mais atingido pela recessão econômica, com um desemprego pero de 20%, ele garantiu que o aquecimento global terá efeitos “muito mais devastadores para as gerações vindouras” e que “a saída da crise passa pelo crescimento sustentável”. (El País, Madri, 25/09/2009)


Premiê socialista britânico Gordon Brown:
Premiê socialista britânico Gordon Brown:


“Não podemos nos permitir o fracasso [em Copenhague 2009]. Se hesitamos, a Terra estará em perigo. Para o planeta não há Plano B. Não podemos ceder diante da catástrofe de uma mudança climática não controlada”.(Foro das principais economias sobre Energia e Clima).



Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC:
Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC:

“Há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da industria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa.(…) Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO2 baixo e uma sociedade sustentável.”

Ted Turner, bilhonário fundador da CNN:
Ted Turner, bilhonário fundador da CNN:



“O aquecimento global matará a maioria de nós, e fará do resto uns canibais.”





Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:
Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá:



“Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais... a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.”




David Suzuki, líder contra os políticos que no aderem ao alarmismo climático:
David Suzuki, líder contra os políticos que no aderem ao alarmismo climático:


“Eu gostaria desafiar vocês a fazerem um bom esforço para ver se há uma via legal parameter no cárcere nossos assim chamados líderes, porque o que eles estão fazendo é um ato criminal”.



Barbara Stocking, executiva chefe de Oxfam na Gra-Bretanha:
Barbara Stocking, executiva chefe de Oxfam na Gra-Bretanha:


“Transferir fundos dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptarem â mudança climática não é sequer o 1% do necessário. Esta injustiça flagrante deve ser tratada na Conferência de Copenhague em dezembro [2009].”




Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth:
Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth:



“A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.”





Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação:
Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação:

“A bandeira da ecologia também é revolucionária. A questão ecológica atinge indistintamente a todos. (...) Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.” “Desafios da Educação Popular”.

Filme “A era da estupidez” reedita falsos de Al Gore:
Filme “A era da estupidez” reedita falsos de Al Gore:“Com estreia nos EUA e no Canadá na véspera da reunião extraordinária da ONU sobre o clima, e no resto do mundo (inclusive no Brasil), o filme é um libelo político.
“O roteiro tem a tarefa difícil de emocionar um público jásaturado de mensagens catastrofistas sobre o climae exposto nos últimos anos a filmes como o documentário “Uma Verdade Inconveniente”. (Folha de S.Paulo, 21/09/2009)

Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:
Barack Hussein Obama, presidente dos EUA:“Os EUA – e o mundo ‒ enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater a mudança climática (...). A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescentes fomes, tempestades mais fortes cada vez que vem a estação dos furacões.” Discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro 2008.

Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial:
Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial:



“O planeta esta no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida”.




John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:
John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz:



“Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá”.





Robert F. Kennedy, Jr.:
Robert F. Kennedy, Jr.:


“Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana que Osama bin Laden e sua rede terrorista”.



John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:
John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama:“Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais, renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos.Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza!’ Livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”.

Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU:
Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU:


“Se a tendência atual não é invertida, pelo ano 2000 (sic!) nações inteiras serão apagadas da face da terra pelo crescida dos mares devido ao aquecimento global. As enchentes costeiras e o quebra das safras provocarão êxodos de “eco-refugiados” que ameaçarão pôr em caos a política”.



David Graber, do U.S. National Park Services:
David Graber, do U.S. National Park Services:

“Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza.Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só fica aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.”

Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford:
Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford:



“Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.”




Carlos Walter Porto-Gonçalves
Carlos Walter Porto-Gonçalves


“A questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária (...) O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica (...) O campesinato, assim como as populações indígenas passam a adquirir um papel central no debate sobre o futuro da humanidade.Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo.”


Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista
Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista


“Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários ‘pontos de virada’ que poderiam — num período brevíssimo de 10 anos — tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planetapara a civilização humana.” Discurso na New York University Law School (18/09/06)


Ted Turner, bilionário fundador da CNN:
Ted Turner, bilionário fundador da CNN:



“O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”




Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:
Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford:

“Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter”.



David Foreman, co-fundador de Earth First!:
David Foreman, co-fundador de Earth First!:

“Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.”

James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA:
James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA:

"Os executivos chefes de grandes companhias de petróleo deveriam ser processados por graves crimes contra a humanidade e contra a natureza”.Hansen acusava-os de espalhar ativamente a dúvida sobre o aquecimento global da mesma maneira que as empresas de tabaco confundem as relações entre fumo e câncer.


Senador Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado:
Senador Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado:


“O carvão nos deixa doente. O petróleo nos deixa doente. É o aquecimento global. Está arruinando nosso país. Está arruinando nosso mundo”.



Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:
Monika Kopacz, pesquisadora e ativista:


“Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores. Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais”.



Louis Proyect da Universidade Columbia:
Louis Proyect da Universidade Columbia:


“A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada (…) Um mundo socialista daria uma prioridade enorme as fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para a ecologia estão agora explorando detidamente.”



Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:
Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton:


“Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão”.


José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:
José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista:

“A ecologia não é compatível com o capitalismo. Todas as ideologias produtivistas fracassaram (...) com o aquecimento climático que se acelera. (...) Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente.” Le Monde, 23.6.09

Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:
Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução:
“A transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter em curto prazo conseqüências mortais para a espécie humana: liberando bactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012.” Blog “Conversation avec Jacques Attali”.