terça-feira, 31 de março de 2015

segunda-feira, 30 de março de 2015

Avisos de Interesse Geral

CLUBE NAVAL – COMEMORAÇÃO DO 31 DE MARÇO



CLUBE MILITAR – ALMOÇO – 31 DE MARÇO
Brasão Clube Militar [fundo transparente] 

Dia 31/03, 3ª feira, às 12 horas no restaurante do 18º andar – Sede Central.

Almoço por adesão em homenagem aos 51 anos da Revolução Democrática – 31 de março de 1964.

Na ocasião, o Gen Pimentel, Presidente do Clube Militar, fará uma alocução alusiva ao ato.

Solicitamos confirmar presença com o Departamento de Comunicação Social:

Fone: 21 3125-8314 
Email: comsocial@clubemilitar.com.br



MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELA RECONCILIAÇÃO NACIONAL

Força Expedicionária Brasileira - ANVFEBEm especial aos residentes em Brasília/DF.

Os VETERANOS DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA, conhecedores dos horrores da guerra e da importância da paz, por intermédio da sua Associação, convidam os brasilienses para participar da Missa em Ação de Graças Pela Reconciliação Nacional - conquistada, em 1979, graças à Lei da Anistia - e em memória de todos os brasileiros e não brasileiros mortos em consequência da luta armada no Brasil.

A cerimônia religiosa será realizada, às 20:00 horas do dia 31 de março de 2015, na CATEDRAL MILITAR NOSSA SENHORA DA PAZ, no Eixo Monumental, próximo ao SMU, em Brasília, DF.

DIVULGUE E COMPAREÇA!


CONGRAÇAMENTO DE MILITARES DA ATIVA E DA RESERVA


O Comandante Militar do Sul, Gen Ex ANTONIO HAMILTON MARTINS MOURÃO, tem a honra de convidar V Exa / V.Sª para participar de solenidade militar, visando ao congraçamento de militares da Ativa e da Reserva da Guarnição de Porto Alegre.

Data/Hora: 31 de março de 2015, às 11:00h
Local: 3° RCG - Av. Bento Gonçalves, 3080 Partenon
Traje: Esporte
Após a solenidade, será servido um coquetel aos convidados.
Favor confirmar presença à solenidade até 27 MAR 15.

Contatos: fone 51 32206413 / 6367 
Email 5rp@cms.eb.mil.br / comsocial@cms.eb.mil.br



ASMIR DE TRÊS CORAÇÕES - REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA: 51º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 31 DE MARÇO DE 1964

A ASMIR de Três Corações convida seus associados, amigos e simpatizantes para a Reunião Extraordinária alusiva à Comemoração do 51º Aniversário da REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA de 31 de março de 1964.
Data:
31 de março de 2015
Horário:
à partir das 9:00 horas
Local:
Sede da ASMIR de Três Corações
Av. Canadá nº 164
Jardim América
Três Corações - MG


Venha e participe! O importante é existir!!! 





1964 - O Passado se faz Presente:
Circular Reservada do Chefe de Estado-Maior do Exército, Gen Castello Branco

Mais que válido para o momento ora vivido, trata-se de um documento histórico pouco conhecido pelo povo brasileiro.

CIRCULAR RESERVADA DO CHEFE DE ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO, GENERAL DE EXÉRCITO CASTELLO BRANCO
                                                                    
Ministério da Guerra / Estado-Maior do Exército

Rio, 20 de março de 1964

Do: Gen. Ex Humberto de Alencar Castello Branco, Chefe do Estado-Maior do Exército

Aos: Exmos Generais e demais militares do Estado-Maior do Exército e das organizações subordinadas

Compreendendo a intranqüilidade e as indagações de meus subordinados nos dias subseqüentes ao comício de 13 do corrente mês. Sei que não se expressam somente no Estado-Maior do Exército e nos setores que lhe são dependentes, mas também na tropa, nas demais organizações e nas duas outras corporações militares. Delas participo e elas já foram motivo de uma conferência minha com o Excelentíssimo Senhor Ministro da Guerra.

São evidentes duas ameaças: o advento de uma constituinte como caminho para a consecução das reformas de base e o desencadeamento em maior escala de agitações generalizadas do ilegal poder do CGT. As Forças Armadas são invocadas em apoio a tais propósitos.

Para o entendimento do assunto, há necessidade de algumas considerações preliminares.

Os meios militares nacionais e permanentes não são propriamente para defender programas de Governo, muito menos a sua propaganda, mas para garantir os poderes constitucionais, o seu funcionamento e a aplicação da lei.

Não estão instituídos para declararem solidariedade a este ou àquele poder. Se lhes fosse permitida a faculdade de solidarizarem-se com programas, movimentos políticos ou detentores de altos cargos, haveria, necessariamente, o direito de também se oporem a uns e a outros.

Relativamente à doutrina que admite o seu emprego como força de pressão contra um dos poderes, é lógico que também seria admissível voltá-la contra qualquer um deles.

Não sendo milícia, as Forças Armadas não são armas para empreendimentos anti-democráticos. Destinam-se a garantir os poderes constitucionais e a sua coexistência.

A ambicionada constituinte é um objetivo revolucionário pela violência com o fechamento do atual Congresso e a instituição de uma ditadura.

A insurreição é um recurso legítimo de um povo. Pode-se perguntar: o povo brasileiro está pedindo ditadura militar ou civil e constituinte? Parece que ainda não.

Entrarem as Forças Armadas numa revolução para entregar o Brasil a um grupo que quer dominá-lo para mandar e desmandar e mesmo para gozar o poder? Para garantir a plenitude do grupamento pseudo-sindical, cuja cúpula vive na agitação subversiva cada vez mais onerosa aos cofres públicos? Para talvez submeter à Nação ao comunismo de Moscou? Isto, sim, é que seria anti-pátria, anti-nação e anti-povo.

Não. As Forças Armadas não podem atraiçoar o Brasil. Defender privilégios de classes ricas está na mesma linha anti-democrática de servir a ditaduras fascistas ou síndico-comunistas.

O CGT anuncia que vai promover a paralisação do País no quadro do esquema revolucionário. Estará configurada provavelmente uma calamidade pública. E há quem deseje que as Forças Armadas fiquem omissas ou caudatárias do comando da subversão.

Parece que nem uma coisa nem outra. E, sim, garantir a aplicação da lei, que não permite, por ilegal, movimento de tamanha gravidade para a vida da nação.

Tratei da situação política somente para caracterizar a nossa conduta militar. Os quadros das Forças Armadas têm tido um comportamento, além de legal, de elevada compreensão em face das dificuldades e desvios próprios do estágio atual da evolução do Brasil. E mantidos, como é de seu dever, fieis à vida profissional, à sua destinação e com continuado respeito a seus chefes e à autoridade do Presidente da República.

É preciso aí perseverar, sempre "dentro dos limites da lei". Estar prontos para a defesa da legalidade, a saber, pelo funcionamento integral dos três Poderes constitucionais e pela aplicação das leis, inclusive as que asseguram o processo eleitoral, e contra a revolução para a ditadura e a Constituinte, contra a calamidade pública, a ser promovida pelo CGT, e contra o desvirtuamento do papel histórico das Forças Armadas. O Excelentíssimo Senhor Ministro da Guerra tem declarado que assegurará o respeito ao Congresso, às eleições e à posse do candidato eleito. E já declarou também que não haverá documentos dos ministros militares de pressão sobre o Congresso Nacional.

É o que eu tenho a dizer em consideração à intranqüilidade e indagações oriundas da atual situação política e a respeito da decorrente conduta militar.


General-de-Exército Humberto de Alencar Castello Branco 
Chefe do Estado-Maior do Exército.


As 93 mentiras do PC do B


O PCdoB foi criado em 1962, como dissidência do PCB. Em 1922, foi criado o Partido Comunista - Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC), que depois passou a ser denominado Partido Comunista Brasileiro (PCB).

Na mesma propaganda, em que o PCdoB se posicionou contra o impeachment de Dilma, o governador Flávio Dino, do Maranhão, falou uma grande mentira com a cara mais lavada do mundo. Disse o Dino Sauro que "o PT mudou o Brasil desde 2002". Ocorre que em 2002 foi o último ano do segundo mandato de FHC, não o primeiro de Lula.

Já são 93 anos de mentiras dos comunistas no Brasil, além de derramamento de sangue, como o ocorrido em 1935, com 32 militares mortos (alguns assassinados enquanto dormiam no quartel) e cerca de 1.000 civis, também mortos. Durante os anos de dinamite, nas décadas de 1960 e 70, os comunistas tentaram impor ao País um regime nos moldes cubanos ou chineses, deixando um saldo de 120 mortos - além de serem os verdadeiros responsáveis pela morte e desaparecimento de centenas de pessoas dentre suas hostes.

Os símbolos do PCdoB e do atual PCB (renascido depois da dissolução do antigo PCB, que virou PPS) - a foice e o martelo - deveriam ser proibidos para sempre no Brasil, por representar uma ideologia assassina que deixou mais de 100 milhões de mortos ao redor do mundo. A lei brasileira, que proíbe, corretamente, o uso e a divulgação de símbolos nazistas, está incompleta. Precisa incluir urgentemente os símbolos comunistas como crime contra a humanidade - como foi feito com o nazismo em todos os cantos do planeta.

31 de Março, um "Dia da Pátria" como o 7 de Setembro

 
No próximo dia 31 de Março, terça-feira, fará 51 anos que a Força-tarefa da Contra-revolução anti comunista, simbolizada nas Forças Armadas convocadas pelos segmentos  mais significativos da sociedade brasileira, assumiu as rédeas da Nação, expulsando do trono do Planalto um presidente omisso que, movido pelo populismo demagógico, permitia que traidores pátrios a serviço da comunização do Brasil agissem livremente , consolidando suas bases guerrilheiras no sentido de subverter a ordem vigente, para facilitar a incursão vermelha do Urso stalinista em território pátrio, objetivando a implantação em nosso país da cruel "Ditadura do Proletariado",  subjugada aos ditames do Kremlin.

Como a finalidade daquele Movimento Cívico era sanear o poder minado e salvaguardar a nossa soberania, o que predominava na estratégia de ação dos contra-revolucionários da época era a ideia de uma ocupação transitória do poder, com o restabelecimento, no mais curto prazo possível, da plenitude democrática. Mas o intento de restabelecer o estado democrático com tudo que lhe é de direito, pouco tempo depois da tomada do poder, viu-se frustrado pelo recrudescimento imediato das mesmas ações antipatrióticas que motivaram a Contra-revolução. Premido por essa circunstância, o poder vigente, impropriamente chamado de "Regime Militar" e "Ditadura Militar", não teve outra alternativa a não ser continuar segurando as rédeas da nação até que a ameça em potencial de entrega do país ao domínio da ditadura comunista do Leste europeu fosse banida de nosso território,  onde representava um "mosquito transmissor de doenças"capaz de atacar de forma fatal o tecido social da cidadania brasileira.

Por conta desse elemento circunstancial, os militares presidentes, que não se confundem com "presidentes militares", porque governavam a nação à paisana sem invocar suas patentes de general, submetidos a uma carta constitucional de direito civil, o regime de exceção viu-se na contingência de permanecer no poder ao longo duas décadas, sendo hoje rotulado pelas "viúvas de Moscou" como "anos de chumbo" e outras adjetivações não condizentes com a realidade dos fatos, mesmo que esses antigos "lacaios de Moscou" não saibam explicar como permaneceram vivos para contar essa história, com as distorções que lhes são peculiares, já que afirmam que o regime da época, tal como fazia o seu líder idolatrado Fidel Castro na ditadura cubana, costumava perseguir e eliminar os que se opunham ao poder vigente.

Da mesma forma dissimulada e canalha como tentam passar aos mais jovens suas versões mentirosas, apoiados por segmentos da mídia mercenária e esquerdizada, esses calhordas, grande parte deles encastelados no poder, negam o colossal surto de progresso vivido pela nação nos 20 anos do Governo Contra-revolucionário, fingindo não saberem que são obras daquele período de grandes avanços conquistas extraordinárias como a interiorização da Amazônia, com a implantação da Zona Franca de Manaus, Usina de Itaipu, sem a qual hoje o Brasil seria uma penumbra gigante, ponte Rio-Niterói, programa habitacional com banco específico (BNH), construção de milhares de quilômetros de rodovias com pavimentação asfáltica (sem pedágio), de norte a sul do país, extensão dos direitos previdenciários aos trabalhadores rurais (Lei n. 6.260 - 1975),  PIS/PASEP e FGTS, além de proporcionar  estabilidade e segurança para todos, permitindo que as classes produtoras elevassem o PIB brasileiro, a ponto de incluir o Brasil entre as oito maiores economias do mundo.

Mesmo tendo prolongado o tempo de permanência à testa do Poder Executivo, porque foi necessário, o Governo instalado em 31 de março de 1964 jamais cogitou perpetuar-se no poder, como fazem hoje as forças de extrema esquerda, que não admitem a hipótese de serem substituídas por quem não faz parte do seu projeto inconfessável, visando à implantação de um governo ditatorial, nos moldes da ditadura cubana, em conluio com a República Bolivariana da Venezuela e seus parceiros esquerdistas da América do Sul. Isso ficou comprovado a partir da abertura política iniciada no Governo do presidente Geisel e consolidada na gestão do presidente Figueiredo, que não foi,  como alardeiam antigos opositores da época,  uma conquista das correntes oposicionistas, mas sim um ato espontâneo do regime de exceção, considerando que os movimentos expansionistas da Cortina de Ferro tinham caído por terra com o fim da Guerra fria, a partir da dissolução da União Soviética e a consequente queda do Muro de Berlim.

Por tudo quanto de verdadeiro existe neste texto, elaborado à luz de vivências pessoais acerca dos fatos políticos compreendidos no biênio 1964-1984, quando atuei como integrante do Centro de Informações do Exército com acesso às fichas criminais de arautos da ditadura soviética, como a de nossa atual presidente da República,  a Data de 31 de Março merece ser reverenciada por todos quantos têm na verdade histórica e na sinceridade de propósitos a sua versão oficial acerca daqueles acontecimentos recentes . Não há nenhum exagero em se afirmar aqui que a Contra-revolução democrática de 31 de Março de 1964 representa um marco histórico da manurenção da soberania do Brasil, tal como o 7 de Setembro simboliza a conquista dessa mesma soberania, a partir do brado de "Independência ou Morte", ecoado às margens do Riacho Ipiranga,  no ano de 1822. 

Sem aquela ação de coragem e civismo da sociedade brasileira com o emprego patriótico de suas Forças Armadas, a Pátria brasileira teria trocado o jugo de Lisboa, que perdurou de 1500 a 1822,  pela prepotência do domínio moscovita, que se alastrava pelo mundo como rastilho de pólvora, tentando transformar a Terra num gigantesco curral humano dominado por uma casta privilegiada, a todos oprimindo como um "Deus materialista" com poder de vida e morte sobre todas as etnias do Planeta, tal como Adolf Hitler planejou e não concretizou graças ao esforço conjugado das forças alidadas que lhe brecaram os passos, contando com a colaboração de nossa intrépida Força Expedicionária Brasileira  (FEB), vestindo o mesmo uniforme que vestiam os bravos soldados de 31 de Março de 1964, quado deram um basta às bestas tupiniquins que se agruparam traiçoeiramente,  fazendo as vezes de "escalão avançado" do exército vermelho comandado pelo  Movimento Comunista Internacional,  em pleno território brasileiro.

Hoje quando se fala em Intervenção militar para salvar o Brasil do caos e da consequente ditadura de extrema esquerda que vem sendo costurada no Foro de São Paulo, com a participação dos governos esquerdistas da América do Sul e do Caribe, os que têm medo de uma nova ordem institucional que lhes cobre os crimes praticados nesse aparelho de poder que aí está tentam insinuar que isso seria um golpe de estado, no sentido de ser implantada um ditadura militar no país. Sabem os lúcidos e bem intencionados que não é nessa direção que cresce e floresce a ideia dessa intervenção saneadora, pois ela encontra amparo nos preceitos constitucionais que definem a missão das Forças Armadas, que consiste em defender a soberania nacional fora de nossas fronteiras e a manutenção da ordem institucional dentro do  território nacional.

Ora sejamos racionais. Se a ordem institucional está mais do que corrompida, com o aparelhamento do governo, que conseguiu,  com compra de parlamentares e nomeações políticas na Suprema Corte, fundir os Três Poderes da República num Poder único, com viés absolutista, nada mais natural do que o Poder Militar, único bastião que resta para livrar a população dessa chaga político-ideológica, cumpra o seu papel constitucional, retirando do poder aqueles que hoje assaltam a população, na esfera governamental,  e convocando novas eleições, sem a fraude das urnas eletrônicas, para que o nosso povo volte a traçar o seu próprio destino, substituindo as quadrilhas ora dominantes, travestidas de coligação partidária, por um governo sério, honesto e realmente comprometido com os mais altos interesses desta Nação que nasceu democrática e passou por uma ditadura e um regime de exceção sem jamais abrir mão de cultivar o ideal libertário que inspira 99,9% de seus quase 200 milhões de habitantes.

Quem imagina que os nossos comandantes militares estão alheios a tudo isso, acomodados em seus postos de comando, fingindo que nada veem e de nada sabem, está completamente enganado. Eles estão apenas tentando sustentar, tanto quanto possível,  a disciplina e a obediência hierárquica que são preceitos basilares da instituição militar. Apesar dos pesares, o comando supremo das Forças Armadas repousa na figura do Presidência da República. Mas para permanecer com essa prerrogativa, faz-se mister que aquele que ocupa a mais alta magistratura da nação esteja honrando o cargo, isento portanto de suspeitas contundentes acerca de práticas lesivas aos interesses de seus governados, quer seja por ação ou omissão, isto é, "roubando o erário ou deixando roubar".

A essa altura dos acontecimentos, quando as denúncias da corrupção galopante se tornaram manchete de capa e de horário nobre nos grandes veículos de comunicação, tudo está a indicar que nossa atual presidente da República, Dilma Rousseff, não tem mais como "posar de santa nessa história sórdida", posto que é um produto de eleições sustentadas com o dinheiro sujo da roubalheira, além do que era ministra de Minas e Energia, quando os crimes de lesa-pátria praticados na Petrobras eram praticados a pleno, mesmo que pré-existissem ao início do governo de seu partido.


Para ter uma prova de que, mesmo com a mesquinhez revanchista do atual governo, proibindo a comemoração do Dia 31 de Março, os militares que dele se orgulham continuam a lhe tributar seu apreço moral, publico a seguir o convite assinado pelo Comando Militar do Sul, conclamando a população para uma solenidade de congraçamento entre militares da Ativa e da Reserva, num quartel de Porto Alegre, exatamente nessa data, o que com certeza não é mera coincidência, mas uma forma de reverenciar um acontecimento histórico, chancelado com pena de ouro por Exército, Marinha e Aeronáutica, num dos trechos mais patrióticos e significativos de suas gloriosas histórias militares.  

O ORGULHO DO DEVER CUMPRIDO

Por Edilberto Sirotheau
Dentro de poucos dias,  teremos mais um aniversário do Movimento Cívico-Militar de 31 março de 1964, que depôs o Presidente João Goulart.

É data marcante de nossa história recente e que era comemorada  com Ordens-do-Dia  dos Comandantes Militares e reuniões cívicas de entidades representativas de nossas comunidades.

Lembrada como um movimento que impediu a implantação, no País,  de uma República Sindicalista, passo inicial que o transformaria em uma República Socialista, eufemismo então utilizado para denominar os países sob o jugo comunista.

Nos dias atuais, quando  pseudos "historiadores", "cientistas políticos" e ex-militantes comunistas buscam reescrever os acontecimentos daquela época e dos vinte e um anos que se seguiram,  todos são levados a acreditar que aquele  foi o período mais tenebroso, cruel e sangrento de nossa história. 

Segundo suas versões, foram os "anos negros da ditadura", os "anos de chumbo", das "torturas" e dos "assassinatos" que "envergonham" as nossas Forças Armadas.
Foi isso, realmente, o que aconteceu? Esse foi um pecado mortal que nós, militares, cometemos? Devemos nos envergonhar do que fizemos?

Na verdade, o Movimento Cívico-Militar, que alguns tentam identificar como uma Revolução foi a exteriorização da vontade de quase totalidade da população brasileira.

Os meses que antecederam a deposição do Presidente João Goulart foram marcados por constantes tumultos, greves nacionais e sublevações, inclusive nas Forças Armadas,  que recebiam o  repúdio das  populações das principais cidades do País.

Muitas foram as manifestações públicas, como as monumentais "Marchas com Deus pela Liberdade", reunindo centenas de milhares de pessoas que exigiam um  basta no  clima de baderna em que vivia o Brasil.

Era o prenúncio de uma verdadeira guerra civil.

Ante o clamor nacional, com o germe da insubordinação e da quebra de disciplina alastrando-se em seu próprio cerne, as Forças Armadas agiram. Fizeram, na realidade, uma Contra Revolução, para  preservar os verdadeiros valores da democracia, ameaçados pela política de "pelegos" que buscava instalar uma república socialista totalitária no País. 

O Movimento Cívico-Militar de 31 de março contou com o apoio dos principais órgãos de imprensa,  como se pode constatar pesquisando os jornais e revistas da época, e das principais lideranças políticas nacionais de então, como Magalhães Pinto, Carlos Lacerda,  Ademar de Barros,  Pedro Aleixo,  Milton Campos, Ranieri Mazzilli, José Maria Alkmin, Juraci Magalhães e Ulysses Guimarães, dentre outros.

Contando com ampla aceitação popular e apoio do Congresso Nacional, assumiu a Presidência da República o General Castelo Branco, Oficial-General culto e íntegro do nosso Exército, com a missão de rearrumar a Nação e logo entregar o poder aos Políticos, através de eleições, como rezam os preceitos democráticos.

Infelizmente, a volta à normalidade democrática teve de aguardar mais tempo, em razão de que Cuba, dominada pela ditadura dos irmãos Castro, já estava funcionando como verdadeiro polo de irradiação do comunismo para a América Latina, ministrando cursos de formação de guerrilheiros para a tomada do poder. As consequências, todos sabem, foram as dezenas de organizações subversivas e terroristas atuando em toda a América Latina.

No Brasil, dezenas de organizações utilizaram como mão-de-obra, basicamente, jovens estudantes, idealistas, que eram levados a acreditar que a implantação do comunismo seria a salvação da humanidade. E que, para tanto, poderiam "fazer o diabo". 

Foi um período de muita violência, com dezenas de ações terroristas de toda ordem, como atentados a instalações diplomáticas e militares, atentados em aeroportos, assaltos a bancos, sequestros de diplomatas estrangeiros, sequestros de aviões comerciais para serem levados para Cuba, assassinatos de militares brasileiros e estrangeiros, além de implantação de áreas de guerrilha rural em algumas regiões do País. 

Foram anos difíceis, de muita violência e perdas de preciosas vidas de todos os lados - vítimas inocentes da população civil, policiais civis e militares, militares das Forças Armadas e de nações amigas, e militantes comunistas de dezenas de organizações terroristas. 

O clima de verdadeira guerra revolucionária que se instalou no País obrigou as autoridades a adotarem algumas medidas de exceção, como os Atos Institucionais, para assegurar a volta à normalidade democrática. E assim foi. 

Derrotadas as organizações terroristas, em meados da década de 70, foram revogados os Atos Institucionais e iniciada a volta à democracia plena, de forma lenta, gradual e segura, para evitar novas investidas de facções extremistas totalitárias. 

Ao final, para assegurar a volta da paz e apagar os rastros da violência ideológica, foi aprovada a Lei de Anistia, com o objetivo de apagar definitivamente o período de embate fraticida por que passáramos.

Com pesar, observamos que os derrotados de ontem tentam reescrever a história e querem se fazer passar por combatentes defensores da democracia. Na verdade, queriam exatamente acabar com a democracia e implantar um regime comunista. Basta constatar a realidade em que vive Cuba há mais de 50 anos, o país exemplo do que pretendiam.                                           

Apesar das dificuldades, durante os vinte e um anos dos governos militares, foi possível transformar o País, preparando-o para trilhar o caminho do desenvolvimento e da democracia. Da posição de 48º na economia mundial, passamos para a oitava posição.

Foram construídas as gigantescas hidrelétricas  de Itaipu, Tucuruí, Ilha Solteira, Rio Grande e muitas outras que asseguraram a energia necessária para o nosso crescimento durante décadas.

Foi construído um excelente complexo de telecomunicações, ligando todas as regiões do País. Foram construídas as rodovias Transamazônica, Cuiabá-Santarém, Manaus-Boa Vista, Porto Velho-Manaus, e iniciada a Perimetral Norte, para citar algumas de maior importância estratégica para consolidar nossa ocupação na cobiçada Região Amazônica, além de muitas outras que aumentaram e melhoraram as malhas viárias nas Regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

Consolidou-se Brasília, como Capital Federal, concretizando o sonho visionário de D. Bosco, que Juscelino iniciou.

Implantou-se a indústria aeronáutica, que orgulha o nosso País. Construiu-se um complexo aeroportuário que atendeu perfeitamente, por décadas, nossas necessidades. Foram construídos os gigantescos portos de Paranaguá e Tubarão, dentre outros, que melhoraram significativamente nossos resultados nos comércios de exportação e importação.

Foi iniciada a exploração de petróleo em nossa plataforma submarina, desde o início com excelentes resultados. Foi criado e desenvolvido o Pró-Álcool, exemplo de solução alternativa para a nossa carência de fontes de energias fósseis. 

Foram criados o FGTS, o BNH, o MOBRAL, o Projeto Rondon, a SUFRAMA, a EMBRAPA, e tantas outras iniciativas que contribuíram significativamente para melhorar a qualidade de vida de nosso povo, engajando e conscientizando centenas de milhares de brasileiros sobre os nossos problemas e os desafios a vencer. Enfim, fizemos muito. Muito mais do que nos anos que se seguiram.

Portanto, tenhamos orgulho do que fizemos. Cumprimos o nosso dever. Salve 31 de março de 1964.




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Edilberto Telles Sirotheau Corrêa é Major Brigadeiro. Nasceu em 20 de agosto de 1942, em Belém/PA. Foi declarado Aspirante Aviador em 1962.  Reformado em 20 de agosto de 2010.

Redentora de 1964


Quando você defende o regime militar e um esquerdista manda você ''estudar história'', na verdade com esse ''estudar história'' ele quer dizer que você precisa passar pelo processo de adestramento ministrado por marxistas travestidos de educadores, como propôs Gramsci e Paulo Freire viabilizou no Brasil. Se você não comunga com as merdas que eles acreditam e com traição da pátria, te rotulam como alguém que ''precisa estudar'' e que teve ''educação precária''.

Nas aulas de História do MEC (estão mais para Estórias, com E mesmo, de CONTO, FÁBULA, LENDA), o sectarismo e inversão de valores reinam, e todos sabem que sociologia e filosofia no Brasil não servem para nada, não passam de canais de doutrinação marxista, basta pegar um livro do MEC de ensino médio ou fundamental e ver.

Engraçado mesmo é quando um esquerdista recomenda aos outros o 'documentário' "O DIA QUE DUROU 21 ANOS'', como se fosse uma fonte histórica séria e o supra sumo da verdade, quando na verdade não passa de um amontoado de merdas idealizadas, financiadas e postas em prática por outros esquerdistas.

VAMOS AOS FATOS:

Uma pequena contradição precisa ser desfeita, pois é a causa de toda a interpretação errada do período: é falsa a ideia de que "a esquerda pegou em armas contra a ditadura". O recrudescimento da ofensiva militar de 31 de março de 1964, é que foi uma reação à tentativa marxista de implantar uma ditadura comunista no Brasil. Essa, sim, na verdadeira acepção do termo, uma ditadura.

Foi realmente uma guerra em que o Exército Brasileiro, unido à população ordeira e de bem, católica e consciente, venceu, preservando a nação. Entretanto, após a derrota pela via das armas, eles continuam posando de vítimas, iludindo a grande massa sofrida da população e contando suas meias verdades enquanto saqueiam os cofres públicos.

Quem viveu a época sabe que João Goulart era um fraco, um lunático que promovia a sindicalização dos quarteis e não passava de um boneco de seu cunhado, Leonel Brizola, a eminência parda da República. Se valendo dessa posição, Brizola armava o 'Grupo dos Onze', braço armado da 'revolução' comunista que estava por vir.

Apesar dos esquerdistas negarem os fatos descaradamente, havia sim um golpe de cunho comunista em andamento. Os vermelhinhos da atuAlidade conseguem enganar adolescentes analfabetos funcionais, os alienando por meio dos preceitos idealizados por Gramsci e viabilizados aqui por Paulo Freire, mas não pessoas que têm o hábito da leitura. Foram 'Anos de ChUmbo' somente para terroristas e traidores do Brasil, apátridas que almejavam instaurar aqui um regime similar ao que ceifou a vida de milhões na União Soviética, China e Camboja.


Essas párias sociais, vermes os quais o cidadão de bem não exitava em denunciar, caso tivessem logrado êxito, então o brasileiro saberia o que é viver sob ditadura, coerção, tortura e miséria. Foram anos de prosperidade, segurança e educação de qualidade para a população de bem. O que temos de bom hoje, em grande parte, foi obra dos militares.

domingo, 29 de março de 2015

Caminhamos para a anomia?

Por Nivaldo Cordeiro


Sombrio o artigo de Oliveiros Ferreira (http://opiniao.estadao.com.br/noticia...), publicado no Estadão. Ele está errado, muito pessimista. As lições tiradas da nossa própria história é de que, nos momentos decisivos, civis e militares se unem para salvar o país.

Farsa Burlesca

Por General Marco Antonio Felício da Silva

"A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam."

Escudada por uma oposição débil e por um curral eleitoral de quase 40 milhões de votos, originário de demagógicas políticas assistencialistas, não passou de farsa burlesca a campanha eleitoral conduzida pelo PT para a reeleição de Dilma. Vendeu, por meio de marketing criminoso, apoiado por mentiras e meias verdades, ilusórias conquistas de seu primeiro mandato como a manutenção do pleno emprego e do poder de compra dos salários. Prometeu, para o mandato seguinte, o incremento do crescimento da economia e a consolidação das pretensas conquistas anteriores.

A verdade, entretanto, é que diante da crise financeira internacional, que se arrasta por vários anos, Dilma, irresponsável e criminosamente, desconsiderou os fortes e negativos impactos da mesma sobre a economia brasileira, aliás, anteriormente tratada por Lula, num dos seus delírios etílicos, extravasando a sua ignorância, como uma simples marola a atingir o Brasil.

Assim, enquanto a economia marchava para a estagnação, com as taxas de investimentos caindo, trimestres seguidos, a produção industrial diminuindo drasticamente, inflação persistente e aumento dos juros, o número de empregos gerados tornou-se, cada vez mais, abaixo do realmente necessário.

Adotando Política Econômica equivocada, incentivou o consumo, facilitando o crédito, criando programas populares e dando subsídios a determinados setores da economia, em detrimento de investimentos produtivos e desequilibrando as contas púbicas. A dívida pública total cresceu desmesuradamente e o déficit das contas públicas atingiu, em 2014, o valor de 17,2 bilhões de reais, parte, logicamente, gasta em prol da eleição da Presidente, provavelmente com desvio criminoso de verbas governamentais.

Um dos grandes perigos que o País corre é o crescimento insustentável da dívida pública que já alcança 63% do PIB quando, nos emergentes, a média é de 40% do PIB. Há que lembrar que o aumento de juros aumenta a dívida pública e pode neutralizar o esforço fiscal que venha a ser feito. A inflação, embora camuflada, há muito, pela contenção de certos preços, vem diminuindo o poder de compra dos salários.

O escândalo "Petrolão", continuação do "Mensalão", tem na Petrobras o seu foco desde quando Dilma era Presidente de seu Conselho de Administração e como tal, também, responsável pela compra fraudulenta de refinaria nos USA. Graça Foster, amiga de Dilma e casada com empresário prestador de serviços à Petrobras, por meio de contratos de valor aproximado de 600 milhões, alguns sem licitação, tornou-se Presidente da Empresa no governo Dilma, permitindo a continuidade da corrupção que já rasgava as entranhas da Empresa. Ela nada viu, nada ouviu, de nada sabe, repetindo o mantra de Lula e Dilma.

O Petrolão mostra as fortunas criminosamente desviadas para abastecer partidos e políticos que apoiam o PT e o governo e criar alguns milionários. Mostra a grave corrupção que grassa com a participação de "operadores" do PT e de partidos aliados. Por delação premiada, hoje, já se sabe que tal corrupção atinge, também, obras em outros setores governamentais, com os mesmos operadores atuantes na Petrobras, entre eles o acusado tesoureiro do PT e da campanha de Dilma, deputado João Vaccari. Como exemplo, a Revista Época (26 jan 2015) noticia como um empresário, com "nome sujo na praça e extensa ficha policial", depois de se apróximar de Vaccari, conseguiu empréstimos no Banco do Nordeste (375 milhões e 452 milhões), este aparelhado pelo PT, incluso com apadrinhados pelo atual Ministro da Defesa. No auge da campanha de Dilma, após obter, também, a remoção das garantias inicialmente solicitadas pelo Banco, o empresário dou, para a campanha da Presidente, 17,5 milhões de reais ao lado de outras empresas como a Andrade Gutierrez(20 Bi), OAS( (20Bi), UTO Engenharia (7,5 Bi), também, envolvidas na corrupção do Petrolão.

A infraestrutura do País está deteriorada. A inépcia e incompetência como foi gerida a política energética, que teve Dilma como gestora durante governo Lula, deixou de cumprir o planejamento de construção de dezenas de hidrelétricas e de linhas de transmissão, gerando a crise de energia que vivemos no momento, agravada pela falta de chuvas e calor inclemente, em todas as regiões do País, com reservatórios próximos de secar e com recomposição, sabe Deus quando. A Petrobras está saqueada. Estradas, portos, ferrovias e aeroportos necessitam de manutenção e modernização urgentes. O serviços essenciais como o de Saúde, e Transportes, a Educação e Comunicações estão muito aquém das necessidades. A Segurança Pública é geradora de grande insegurança na população. O sistema prisional é medieval.

Vencida a eleição, parece que a Presidente opta por Política Econômica contrária ao que defendeu, demagógica e mentirosamente, em sua propaganda eleitoral. Dá ênfase a uma dura Política Fiscal que atinge, proporcionalmente, com mais vigor o Ministério da Defesa, mostrando, por parte do Ministro Nelson Barbosa, a mesma insensibilidade que sempre teve para com as necessidades das Forças Armadas. Os objetivos principais da END (Estratégia Nacional de Defesa) serão duramente atingidos bem com a base industrial que está sendo criada. O Ministério de Ciência e Tecnologia também foi atingido. Há que ressaltar que o País necessita desesperadamente de empreendedorismo e de inovações tecnológicas. A cegueira está em não enxergar que a Industria de Defesa e os programas do MCT de incentivo à inovação são as ferramentas mais importantes de que dispomos para tal e ficarão a míngua de recursos.

Realismo tarifário nas contas de luz e nos combustíveis, novo cálculo do salário mínimo e modificações em benefícios sociais já estão em andamento, confirmando, com as restrições orçamentárias em vigor, a fraude eleitoral cometida por Dilma em sua campanha.

Vejamos as surpresas que virão da "Operação Lava-Jato" e, talvez, tenhamos uma oposição mais corajosa para as providências constitucionais que se façam necessárias em relação ao governo atual e à Presidente, responsável por uma campanha eleitoral que não passou de uma criminosa farsa burlesca.



A Longa Noite Comunista

Por Robson Merola de Campos

Muito se tem dito e escrito nos últimos meses sobre o Movimento de 31 de março 1964 que culminou com a deposição do Presidente João Goulart e a instauração de um novo ciclo na política brasileira que durou 21 anos. Em parte, devido ao número crescente de pessoas que tem clamado por uma nova intervenção militar, tão escandalizados estão com a atual crise moral por que passam as instituições brasileiras e seus mandatários e signatários. Lado outro, aqueles que hoje ocupam o Palácio do Planalto e seus correligionários esforçam-se em passar a idéia de que durante os 21 anos dos governos militares o Brasil viveu momentos de repressão absoluta, com censura, tortura de presos políticos e falta de liberdade generalizada. Entre um lado e outro, uma grande parte da população, senão a maioria, fica sem saber como se posicionar. Às vésperas do 51º aniversário do Movimento de 31/03/1964, mais uma vez, os quartéis optaram pela discrição e não celebrarão o 31 de março, atendendo a recomendação formulada pelo Palácio do Planalto (fonte: http://sociedademilitar.com.br). Tal recomendação é justificável? Sob qual perspectiva essa recomendação deve ser analisada?

Em primeiro lugar é preciso entender que a esquerda brasileira nos anos 1960 estava embalada pela revolução liderada por Fidel Castro, que, desembarcou em Cuba com um punhado de seguidores (contando com o apoio ostensivo da extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e alguns anos depois derrubou o regime de Fulgêncio Batista. A luta armada era o modelo a ser copiado e Che Guevara o herói romantizado das esquerdas latino americanas. O mundo vivia assombrado pela hecatombe nuclear e a URSS atrás da sua Cortina de Ferro, esmagava implacavelmente a liberdade de pensamento de seus cidadãos. “Nós estamos diante de uma ideologia hostil, global na extensão, atéia no caráter, implacável no propósito e traiçoeira no método” disse certa vez o Presidente Dwight Eisenhower, quando a Guerra Fria ainda não havia atingido seu auge. A história ensina que ele estava certo.

Nesse contexto, a esquerda brasileira preparava-se para iniciar a tomada do poder. A despeito do Presidente do Brasil ser João Goulart, cunhado de Leonel Brizola, e publicamente simpático e alinhado à causa comunista, as esquerdas já se preparavam para a luta armada, muito antes de 31/03/1964. Quer um exemplo? Já ouviu falar do Grupo dos Onze (G-11), liderado pelo então governador gaúcho Leonel Brizola? “Os G-11 seriam a "vanguarda avançada do Movimento Revolucionário", a exemplo da "Guarda Vermelha da Revolução Socialista de 1917 na União Soviética". Os integrantes dos G-11 deveriam considerar-se em "Revolução Permanente e Ostensiva" e seus ensinamentos deveriam ser colhidos nas "Revoluções Populares", nas "Frentes de Libertação Nacional" e no "folheto cubano" sobre a técnica de guerrilha” (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupos_dos_Onze). Só para explicar: a Guarda Vermelha era uma milícia armada que foi a precursora do Exército Vermelho, e foi a responsável pela sangrenta derrubada do Czar na Revolução Russa de 1917.

Várias fontes citam a compra de propriedades rurais que serviriam para campos de treinamento de guerrilheiros em diversos estados da federação, como Bahia, Pernambuco, Acre, Minas Gerais e Goiás. Tudo isso aconteceu antes de 1964. Segundo a autora Denise Rollemberg, foram encontradas pelo Serviço de Repressão ao Contrabando em 1962 “armas e muitas, muitas bandeiras cubanas, retratos e textos de discursos de Fidel Castro e do deputado pernambucano Francisco Julião, manuais de instrução de combate, além dos planos de implantação de outros futuros focos de sabotagem e uma minuciosa descrição dos fundos financeiros enviados por Cuba para montar o acampamento e todo o esquema de sublevação armada das Ligas Camponesas noutros pontos do país” (fonte: ROLLEMBERG, Denise. “O apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro”. MAUAD: Rio de Janeiro, 2001. p. 25.).

Em tal estado de coisas, boa parte da população brasileira estava, com razão, bastante alarmada com o futuro do Brasil. As célebres “Marcha da Família com Deus pela Liberdade” reuniram milhares de pessoas nas grandes cidades brasileiras. Estima-se que somente em São Paulo, no dia 19/03/1964, a Marcha tenha reunido aproximadamente 500 mil pessoas. Isso em uma época em que televisão era coisa de rico, e rede social não existia nem na ficção científica.

Um ponto fundamental para a compreensão daquele período é que a derrubada de João Goulart não foi motivada pela ambição política de nem um único militar de alta patente. Todos os militares envolvidos na ação de 31/03/1964, bem como nos anos subseqüentes foram motivados única e exclusivamente pelo desejo de não verem o comunismo dominar o Brasil. Não há um único documento que conteste tal afirmação. Ao contrário dos dias atuais, em que o importante para boa parte da atual classe política é alcançar e/ou perpetuar-se no poder, o movimento de 31/03 visou única e exclusivamente livrar o Brasil do perigo de tornar-se um satélite da União Soviética. É sempre bom lembrar que os militares tomaram o poder a pedido de significativa parcela da população, e o devolveram aos civis, 21 anos depois, pelo mesmo motivo.

Entretanto, o que se vê nos dias atuais é uma tentativa – bem sucedida, até o momento – de reescrever a história recente do país. Os anos do regime militar são retratados como repletos de tortura, censura, e outras mazelas. Não contentes, e tendo em vista os escândalos diários de corrupção que assolam os jornais de todo o país, e que já nos fazem ser motivo de chacotas pelo mundo inteiro, querem aqueles que reescrevem a história daquele período convencer os menos informados de que também havia corrupção nos anos dos regimes militares, dando a entender que crimes de corrupção teriam sido perpetrados até mesmo pelos cinco presidentes militares. Fiz uma pesquisa em diversas fontes, obviamente ligadas às esquerdas brasileiras. Muito se tenta dizer sobre corrupção naqueles anos. Mas, nem uma única prova é apresentada. Nada sobre datas, valores, nomes de envolvidos. Apenas insinuações e sugestões. O ônus probatório é de quem alega. Tão grande a necessidade de fomentar-se tais (des)informações, que, em um mesmo artigo de um único site a frase “o problema mais grave do Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar” é primeiro atribuída ao Presidente Castelo Branco. Algumas linhas depois, a mesma frase é atribuída ao Ministro Armando Falcão. Para o autor do artigo a veracidade da informação lançada parecia não ter a menor importância. O importante mesmo era lançar tal frase de efeito, que, tentava incutir o pensamento de que a corrupção dos dias atuais também existia naqueles tempos. Afinal, quem teria dito tal frase? Castelo ou Falcão? Ou nenhum dos dois? Duvida? Confira você mesmo: https://falandoverdadesbr.wordpress.com/…/a-corrupcao-na-d…/

Uma das críticas mais recorrentes sobre os anos dos governos militares é relativa à tortura praticada contra os guerrilheiros comunistas. Já escrevi e reafirmo: excessos ocorreram. Porém, pergunto ao amigo leitor: você sabe o que aconteceu no Aeroporto de Guararapes, no Recife, no dia 25/07/1966? Sabe quem foram Edson Régis de Carvalho e Nelson Gomes Fernandes? Provavelmente sua resposta foi não e não. Nesse dia, o então candidato à Presidência da República Artur da Costa e Silva (isso mesmo, candidato, pois naqueles tempos o Presidente era eleito através de votação no Congresso Nacional, composto por Senadores e Deputados eleitos pelo voto direto) iria desembarcar naquele aeroporto. Uma pane no avião, entretanto, obrigou-o a ir de automóvel para o Recife. Essa foi a sorte de centenas de pessoas que se aglomeravam no local, aguardando a comitiva do candidato. Uma bomba fora colocada no saguão do aeroporto. Por sorte, como o saguão se esvaziou após o sis!

tema de som anunciar que o candidato não desembarcaria ali, o Guarda Civil Sebastião Tomáz de Aquino viu a mala abandonada e resolveu retirá-la do local, removendo-a para a seção de “achados e perdidos”. Foi quando a bomba explodiu. Sebastião teve uma perna amputada. Teve sorte. Os dois citados logo acima, Edson Régis, jornalista, e Nelson Gomes, Almirante da Marinha morreram no local. Outras 13 pessoas ficaram feridas. Antes desse atentado, Recife e várias outras cidades brasileiras já haviam sido sacudidas por diversos outros, a bomba inclusive. Mas, sem dúvida, esse fora o mais sangrento até então. Quer saber mais? Leia o livro “Combate nas Trevas”, publicado pela primeira vez pela Editora Ática de autoria do ex-integrante do Partido Comunista Revolucionário Brasileiro, Jacob Gorender, que atribuiu a execução do atentado dos Guararapes a Raimundo Gonçalves de Figueiredo, da AP – Ação Popular. E por favor, observem que a publicação do livrose deu anos depois do fim do regime militar. Por isso, não venham falar que o mesmo foi escrito sob coação.

Achou pouco? Vamos lá: faça uma pesquisa no Google com o título “vítimas da esquerda no Brasil”. Todas as listas que aparecerão tem cerca de 120 nomes de pessoas que foram mortas pelos “guerrilheiros da democracia e liberdade” como gostam de ser chamados aqueles que hoje ocupam os corredores do Poder. Nesse rol, podemos incluir a Presidente Dilma Rousseff, que foi integrante do POLOP (Política Operária) e do COLINA (Comando de Libertação Nacional). Recentemente ela disse, entre lágrimas, que se orgulhava de ter lutado pela democracia e liberdade. Confesso que fiquei confuso com tal afirmação da Presidente. Afinal, qualquer um sabe, desde que não seja um completo alienado, que a presidente e companheiros lutavam para implantar uma ditadura comunista no país. A ela são atribuídos o planejamento do assassinato do Capitão Charles Chandler, do assalto a uma agência do Banespa e da residência do Governador Adhemar de Barros e outros atos mais. Sua ficha!

criminal da época só foi liberada após uma Ação Cautelar ser ajuizada pelo Jornal Folha de S. Paulo junto ao Supremo Tribunal Federal. Faça sua própria pesquisa e tire suas conclusões. Mas, voltando às vítimas da esquerda no Brasil... Seriam todas militares ou policiais mortos em confronto, certo? Errado! Muitos eram civis, bancários, estudantes, motoristas, pessoas comuns que foram alvo dos terroristas de então que assaltavam, explodiam bombas, aterrorizavam as ruas das cidades ou se entrincheiravam nos campos. Nem um único desses terroristas queria derrubar o governo de então para substituí-lo por uma democracia. Queriam mesmo era implantar uma ditadura comunista. Isso é público. É notório. Mas, ao reescrever a história não assumem suas posições políticas. Aprenderam bem a lição com Antônio Gramsci. O que não conseguiram com o terror e com a luta armada, estão implantando agora às custas da apatia patriótica do povo brasileiro, e com o emprego da insidiosa propaganda que parece ser a solução para todas as mazelas do atual governo.

Mas, tristemente célebres também foram os “justiçamentos”, ou, julgamentos realizados por arremedo de “tribunais”, onde os “acusados” não tinham direito ao contraditório nem à ampla defesa e eram sumariamente executados. E sabe quem eram os "justiçados"? Muitos eram membros da própria esquerda, acusados de traição. Nem com seus próprios companheiros a esquerda demonstrava compaixão. Outros, militares e policiais, também foram executados friamente, às vezes na presença de esposas e filhos menores. O terrorismo de esquerda daqueles anos era implacável e cruel. Tudo de acordo com a cartilha de dominação comunista.

Tudo isso posto, a uma conclusão inevitável podemos chegar: o brasileiro desconhece a própria história. Os eventos ocorridos entre 1964 e 1985, quando se deu a reabertura do país foram traumáticos. Entretanto, a história daqueles anos tem sido reescrita de forma unilateral e tendenciosa. Um único objetivo norteou os militares que conduziram os eventos de março/1964 até a reabertura política em 1985: impedir que o país mergulhasse no caos comunista. A decisão foi acertada. A história nos ensina isso. Basta ver-se o esfacelamento da URSS, a caótica situação de Cuba (que necessita do dinheiro brasileiro para manter-se) e de outros países que agora integram as chamadas repúblicas bolivarianas. O modelo comunista fracassou. Quer seja sob o ponto de vista político, quer seja sob o ponto de vista econômico. Fracassou porque jamais quis dar liberdade ou independência a seus súditos. Permanece vivo ainda apenas naqueles que, movidos por um ideário político/ideológico, buscam se perpetuar no poder muitas vezes movidos pela própria ambição.

Sob tal ótica, compreende-se a recomendação oriunda do Palácio do Planalto para que os quartéis se mantenham em silêncio no próximo 31/03. Ainda mais em tempos de gigantescas manifestações populares como foi a de 15/03/2015 e como será, sem dúvida alguma, a de 12/04/2015. As ruas falam e os governantes tremem. Nesse contexto, não interessa que a data seja rememorada ou que a verdade seja conhecida. A verdade incomoda. A lição de Jesus, relatada por seu apóstolo João é emblemática (capítulo 8, versículo 32): “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.


Na escura e longa noite comunista, a verdade não tem lugar.




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Robson Merola de Campos é advogado.

O que eu vi nas manifestações de março

Por Gregorio Vivanco Lopes

15 de março manifestaçõesO aspecto ideológico, pouco ressaltado pela mídia, esteve no âmago das manifestações

“Pela primeira vez em 30 anos de normalidade democrática, articula-se um movimento de massa que não teme defender ideias conservadoras”. Assim se referiu em editorial a Folha de S. Paulo (18-3-2015), ao analisar a manifestação tsunâmica que percorreu as ruas deste nosso querido Brasil em 15 de março último.

Esse caráter ideológico dos protestos foi pouco salientado pela mídia em geral, mas ele constituiu a espinha dorsal da manifestação.

Os gritos e os cartazes “fora Dilma”, “fora Lula”, “fora PT”, “impeachment já”, “comunismo, não”, “o Brasil jamais será vermelho”, “abaixo o foro de São Paulo”, “lugar de corrupto é na cadeia” – e tantos outros que pude ouvir e ver na manifestação em São Paulo e que se repetiram pelo Brasil afora –, tinham um fundo comum.

Esse denominador comum nem sempre estava explícito nas mentes dos manifestantes, e nem precisava estar, mas era ele que esclarecia as inteligências, determinava as vontades e dava firmeza aos passos.

Havia uma ideia difusa, mas poderosa e vivaz, de que o atual partido hegemônico no Brasil se afastou profundamente do sentir da Nação por ter-se tornado caudatário de utopias comuno-socialistas como o bolivarianismo venezuelano, o ecologismo indigenista de Evo Morales ou o kirchenerianismo corrupto argentino. Para não falar de um anti-americanismo odiento.

O desagrado profundo em relação ao escandaloso apoio que o governo dá aos movimentos de invasão de terras ou de casas, passando por cima da lei e da ordem, aí se manifestava. Na mesma linha, a política petista de dificultar ao máximo a integração cultural de nossos irmãos indígenas, confinando-os numa espécie de guetos chamados “reservas”, modelo de sociedade para a qual deve convergir a humanidade no futuro. Ademais de uma absurda luta de classes e de raças subjacente a uma política de cotas que há muito ultrapassou todo o bom senso.

Notava-se ainda a repulsa ao favorecimento indireto, mas efetivo, da corrupção, das drogas e do banditismo em geral, instrumentos auxiliares da ideologia petista para o desmantelamento da atual ordem de coisas, considerada “capitalista” e “elitista”, com o consequente mau humor em relação às polícias militares e mesmo ao Exército nacional, nos moldes do que ocorreu na revolução russa de 1917.

Como fica nisso a CNBB? Para alguns, ela seria uma espécie de departamento religioso do PT, enquanto o PT seria o braço político da CNBB. Seja como for, o apoio da CNBB ao programa ideológico do PT não pareceu surtir muito efeito. Desde que deixou de ter uma presença católica no panorama nacional, a CNBB teve seu prestígio muito minguado. Não parece que ela será de grande valia para manter em cena e atuante a ideologia socialo-petista.

Todos esses fatores estavam desigualmente presentes nos manifestantes de março, mais fortes em uns, menos em outros, mais explícitos nestes, mais difusos naqueles, porém atuando poderosamente no conjunto para a rejeição de um partido e de uma corrente ideológica que se apossou das rédeas da Nação e que a obriga a caminhar num rumo que ela não quer.

A presença na Avenida Paulista da Ação Jovem do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, com suas becas e seu estandarte dourado, marcou um ponto expressivo no conjunto.

No total, notava-se uma euforia calma, uma alegria de estar juntos, de sentir-se verdadeiramente brasileiros, com uma esperança que beirava a certeza de que aquele movimento era apenas o primeiro passo num caminho que não tinha mais volta atrás. O Brasil sentia a alegria de poder sacudir os grilhões, o antegosto de um corpo que percebia ser capaz de livrar-se do urso vermelho que o abraça e estrangula.

E tudo isso de modo bem brasileiro: sem violência, sem arroubos exagerados, sem artificialismos demagógicos. É o Brasil como ele é, na sua autenticidade, na sua bonomia, mas também na sua força avassaladora.




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Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM_

Observação do site "A Verdade Sufocada": Vamos repetir no dia 12 de abril a manifestação pacífica com muito mais comparecimentos de patriotas que querem viver em um país digno, livre de corruptos e de ideologias repudiadas pelo povo brasileiro. Queremos e lutamos por DEMOCRACIA!