sexta-feira, 29 de agosto de 2014

O velho Marx

Por Alessandro Barreta Garcia

O que podemos dizer a respeito do velho Karl Marx? Um aprendiz de acadêmico? Um pseudocientista? Um imaginável jornalista? Talvez nada disso. O velho Marx era na realidade um persistente anti-semita, um antiburguês, burguês. O velho Marx era com toda certeza um pensador diabólico, e certamente não poupou esforços para destruir a sociedade. A classe proletária para Marx deveria destruir todas as outras, e deveria por fim a história. Pela sua lógica deveria por fim a ele mesmo.

Marx ficou famoso por retratar o proletário e suas condições de trabalho, contudo, Marx nunca viu ou conversou com um proletário pessoalmente. Marx nunca pisou em uma fábrica, nunca esteve em um local de manufatura, nunca presenciou um trabalho industrial. Marx é uma fraude. Ademais, estar entre proletários não era uma ideia atraente para o velho Marx. Por ironia, Marx preferia a classe média, seria odiado pela Marilena Chauí.

Além de utilizar fontes desatualizadas, mutiladas, adulteradas e deturpadas de Engels, o velho Marx foi mesmo um brilhante falsificador. Alterou declarações de Gladstone e Adam Smith, sendo que a totalidade do capitulo 8 do Capital é uma falsificação do começo ao fim. O velho Marx é uma praga, uma epidemia no cérebro dos idiotas úteis.

Marx, além de falsificador era um homem extremamente violento, sua personalidade forte lhe proporcionou toda sua raiva contra o burguês, muito embora o próprio Marx também fosse um. Marx brigava com todos os seus amigos, além é claro, de dominá-los friamente. Marx se inclinava ao terrorismo e a violência, tese indiscutível em sua “obra”. Além de violento, Marx tinha uma inabilidade surpreendente para lidar com dinheiro, essa característica lhe atribuía aversão aos credores. Marx era um explorador, sua empregada nunca recebeu um centavo em salários. Além de não pagar sua empregada, Marx traiu sua esposa com sua serva dos afazeres domésticos, não contente, Marx nunca reconhecer seu filho com esta. Marx explorou sua família, e principalmente seu melhor amigo Engels. Marx praticamente nunca trabalhou, a não ser, esporadicamente como “jornalista”. Para finalizar, Marx era um racista, chamava seu genro, Paul Lafargue, de “Negrinho” e “Gorila”. Marx sempre tratou mal todos aqueles que se candidatavam a companheiros de suas filhas. Por fim, Marx é uma das grandes enfermidades da sociedade, ele é um demônio a ser exorcizado.



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Bibliografia Consultada 
  1. JOHNSON, P. Os intelectuais. Tradução de: André Luiz Barros da Silva, – Rio de Janeiro: Imago Ed, 1990.
  2. REALE, G, e ANTISERI, D. História da filosofia, 5: do romantismo ao empiriocriticismo. São Paulo: Paulus, 2005.

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