A indefinição da saída da Dilma Rousseff e o possível
indiciamento do ex-presidente Lula nos crimes do petrolão são fatos que estão
prolongando a agonia dos brasileiros. Com Dilma Rousseff no poder não haverá
ajustes e a crise vai se agravar.
Prestes a lançar o livro “O Brasil tem cura”, a jornalista e
comentarista da Jovem Pan, Rachel Sheherazade falou do seu livro e destaca
algumas “doenças” graves do país.
Existem evidências que se enquadram no Código Penal e o povo
sabe disso", afirma o jurista e fundador do PT Hélio Bicudo sobre o
impeachment. Ele e a advogada criminalista Janaina Paschoal são os responsáveis
por protocolar na Câmara dos Deputados o mais bem fundamentado processo que vai
receber essa semana também as informações das pedaladas de 2015 e ser
transformado na peça que pode derrubar a presidente Dilma Rousseff.
Este é o primeiro vídeo de uma série em que abordarei as
armadilhas que capturam o Brasil e emperram nosso desenvolvimento político,
social e econômico. Comecemos com o maldito presidencialismo.
Na reunião da CUT, o ex- presidente Lula, em um discurso
muito fraco, mostrando que não é mais o orador do passado e sim um líder
decadente tentou justificar as pedaladas fiscais e comentou o impeachment.
No dia em que o processo do impeachment começaria a andar na
Câmara uma sequência mais do que estranha de decisões judiciais favoráveis a
Dilma dão fôlego à petista. Uma baderna generalizada que afronta a
independência dos poderes e subjuga o próprio STF.
O ex-presidente Lula onte justificou as pedaladas fiscais de
Dilma Rousseff dizendo que foram para bancar o programa bolsa família e o Minha
Casa, Minha vida. É claro que é um absurdo e uma irresponsabilidade. Quem está
empobrecendo os pobres são as pedaladas fiscais. É mais uma desculpa populista
esfarrapada que não convence ninguém.
"A novela da política brasileira tem núcleos muito bem
amarrados e não deve acabar tão cedo", afirma o diretor de redação do site
de VEJA, Carlos Graieb. Em conversa com Augusto Nunes, eles analisam as decisões
do STF, a pressão contra Eduardo Cunha e ainda comentam o último 'hit' de Dilma
Rousseff.
Excitada com os aplausos da plateia amestrada, Dilma
Rousseff resolveu deixar claro na discurseira no congresso da CUT que enxerga
as coisas pelo avesso. “Meu governo e o governo do presidente Lula proporcionou
(sic) o mais enfático combate à corrupção de nossa história”, fantasiou
a torturadora da gramática e da verdade. Mesmo para os padrões da seita
lulopetista, é muito cinismo.
Lula e Dilma são os parteiros e tutores da corrupção
institucionalizada e até recentemente impune. Nunca antes neste país a
bandidagem a serviço dos poderosos chefões roubou tanto e tão descaradamente
quanto nos últimos 13 anos. O PT que, segundo o presidiário José Dirceu, não
roubava nem deixava roubar hoje nem esconde que virou um ajuntamento de
larápios compulsivos.
Três tesoureiros e dois presidentes do partido foram parar
na cadeia. A Operação Lava Jato já provou que gatunos bilionários não são
inimputáveis. A crise econômica erradicou a praga da abulia, e uma imensidão de
iludidos compreendeu que Lula é o pai do mensalão e do petrolão, que Dilma é a
babá do primeiro escândalo e a mãe do segundo. Os indignados redescobriram a
força das ruas. Dois terços da nação exigem o enterro imediato da Era da
Canalhice.
O padrinho e a afilhada parecem ainda acreditar que todos os
brasileiros são idiotas. Pior para os dois. Dilma vai abrir os olhos já
despejada do Planalto. Lula vai acordar quando estiver dormindo em Curitiba.
Na reunião da CUT, o ex- presidente Lula, em um discurso
muito fraco, mostrando que não é mais o orador do passado e sim um líder
decadente tentou justificar as pedaladas fiscais e comentou o impeachment.
Saiba tudo que ocorreu nessa reunião, com o professor e comentarista político
da Jovem Pan, Marco Antonio Villa.
Faz quatro meses, as vendas dos hiper e supermercados caem.
Estão mais de 2% menores que no ano passado. Isso até agosto, último número
disponível, que foi divulgado hoje. Se a crise não para nem nas compras do
supermercado, o que dirá do resto do varejo? Queda de mais de 6% em roupas e
têxteis. Queda de 12% em móveis e eletrodomésticos. Ponto Frio e Casas Bahia
estão fechando lojas.
Pelas primeiras estimativas, setembro foi tão ruim quanto
agosto. Quando isso vai parar? Até o fim do ano, as vendas vão continuar a
cair. Janeiro e fevereiro costumam ser meses mais fracos, em qualquer ano.
Logo, a esperança de melhora fica adiada lá pelo Carnaval ou Semana Santa.
Não há motivos de melhora. As vendas caem pelos motivos
conhecidos.
A renda diminuiu, por causa de demissões, reajustes menores
de salário e inflação. O dólar ajudou a encarecer ainda mais as coisas.
Não há crédito, praticamente. Na verdade, o total de
dinheiro emprestado pelos bancos está diminuindo. O valor dos novos empréstimos
não basta para cobrir o valor do que vai sendo pago. As taxas de juros estão
altas. Quem ainda tem algum dinheiro de sobra, pode aplicar a taxa de juros de
mais de 7% ao ano, mais inflação, no Tesouro Direto.
Falta confiança para o consumidor. Todo mundo sabe da crise,
das demissões, da recessão prevista também para o ano que vem. Menos gente vai
se arriscar em financiamento longo e caro.
Enfim, o país inteiro assiste bestificado o lamaçal da crise
política, que dá raiva e medo ao mesmo tempo.
Não há, por enquanto, motivos pra volta da confiança, pois
ainda vai haver mais demissão e a crise política não tem data pra terminar.
Agora, nem mais se sabe quando os juros vão cair.
Sim, infelizmente, a crise deu uma piorada desde julho,
agosto, graças a mais bobagens do governo, com ajuda do Congresso. Até junho, a
gente achava que começava uma recuperaçãozinha na metade do ano que vem. Agora,
está tudo nublado.