domingo, 13 de setembro de 2015

Dilma ainda está em pleno voo da barata tonta


LULA 2018 - Surra Eleitoral !


2018 Aécio e Serra lideram em berços de Lula no ABC Paulista



O ex-presidente Lula vai mesmo de mal a pior. Se a eleição fosse hoje ele perderia para o tucano Aécio Neves até em casa. O petista junto com Dilma formam a pior dupla de cabos eleitorais do país. Por outro lado, José Serra faz bonito no quintal de Lula na disputa pelo governo do Estado de São Paulo. Os dados são do Instituto Paraná Pesquisa. Acompanhe os números com Joice Hasselmann.

Será Dilma capaz de botar ordem nas contas ?



Foi um deus nos acuda a notícia de que o governo do Brasil é outra vez considerado um devedor de risco, talvez mau pagador. Pode ter passado a impressão de que ocorreria uma catástrofe no dia seguinte.

Como o dólar não subiu muito mais além das alturas em que estava, parece que não aconteceu grande coisa.

Mas aconteceu e está acontecendo. Os grandes bancos acreditam agora que o dólar vai a pelo menos R$ 4 até o final do ano. Só pra lembrar. O dólar está em R$ 3,87. Faz um ano, custava R$ 2,30. Um aumento de quase 70%.

Se nada mudar radicalmente no governo da economia, o dólar continua subindo, para R$ 4,30 no ano que vem, no mínimo.

Não é apenas a viagem para o exterior ou o produto importado que vão ficar mais caros. Tudo o que o Brasil vende no exterior vai ficar mais caro, até a carne.

Assim, as previsões de inflação do ano que vem voltaram a subir. Previa-se a que a inflação cairia para uns 5% em 2016, até a semana passada. Agora, a previsão é de 6,5%. Assim, os juros influenciados pelo Banco Central não caem. Além do mais, o dólar é apenas um dos sintomas da piora financeira. As taxas de juros de empréstimos de longo prazo negociadas no mercado financeiro continuam a disparar.

Assim, a economia não cresce. Os economistas do banco Itaú preveem agora recessão de quase 3% este ano e de 1% no ano que vem. Se confirmadas as previsões, o Brasil terá o pior triênio de crescimento desde a hiperinflação do final do governo Sarney, de 1988 a 1990.

Não vamos ter hiperinflação, claro que não é isso. Mas vamos ter pelo menos três anos de queda da renda média do país, da renda per cabeça, vamos ter provavelmente desemprego de 10% no ano que vem _no ano passado, chegou a apenas 5%.

O futuro não está escrito em pedra, muito menos em previsões de economistas. Dá para mudar a situação, dá pare remediar, dá para vira parte do jogo. Mas dependemos da capacidade de Dilma Rousseff de botar ordem nas contas do governo. É nisso que é mais difícil de acreditar.

BRASIL perdeu a paciência COM Dilma Rousseff


Vão pegar o Pixuleco



A notícia do dia é a revelação de que a Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

sábado, 12 de setembro de 2015

O abraço de afogado já não pode ser desfeito. Dilma Rousseff será para Lula o que Celso Pitta foi para Paulo Maluf


Lula é o pai do naufrágio econômico que chegou com a mãe agarrada à proa da nau dos condenados. O desastre começou a desenhar-se em 2008, quando o então presidente fez de conta que não passava de marolinha o tsunami financeiro internacional. Transformou-se em questão de tempo no ano seguinte.

Ambos de olho na eleição de 2010, o padrinho e a afilhada passaram a jurar de meia em meia hora que o Brasil fora o último país a entrar e o primeiro a sair da crise. Já encerrada no universo das nações sérias, a crise que Lula proibiu de atravessar o Atlântico hoje é responsabilizada por todos os equívocos, embrulhadas e crimes produzidos pelos embusteiros no poder.

Agora, com a água inundando os porões desse Titanic infestado de ineptos e corruptos, Lula resolveu criticar a sucessora para fingir que não tem nada a ver com o poste que fabricou e instalou no Palácio do Planalto. Tarde demais, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Esgotou-se o estoque de truques. O ilusionista malandro não tapeia sequer plateia amestrada. Como informam todas as pesquisas, o chefão da seita e sua cria estão afundando juntos.

Esta coluna avisou faz alguns anos que Dilma Rousseff seria o Celso Pitta do Lula. Já é. O estadista de galinheiro não vai safar-se do abraço de afogado que antecipará a morte política. Se tiver juízo, logo estará concentrado em tempo integral no esforço para preservar o direito de ir e vir. Nesta sexta-feira, a Polícia Federal avisou que quer ouvir o homem que sabe de tudo sobre a roubalheira do mensalão.


O injustificável pedido de autorização ao Supremo Tribunal Federal informa que a PF ainda ignora que ex-presidentes não têm direito a foro especial. Lula é um suspeito como tantos outros. Se condenado, será um preso comum.

BRASIL Grau Especulativo


Planalto tenta estratégia para enrolar TCU e salvar Dilma



Os articuladores políticos da presidente ainda pensam numa forma de empurrar com a barriga o processo das pedaladas no Tribunal de Contas da União. O prazo para Dilma se explicar termina hoje. Ela não tem como justificar as lambanças todas, as fraudes, os crimes de responsabilidade. A saída pode ser envolver Michel Temer na história.

Mercado reage a rebaixamento de nota do Brasil na S&P's



O mercado financeiro teve uma reação inicial negativo ao rebaixamento da nota do Brasil pela S&P's. Clique no vídeo e confira o comentário de Denise Campos de Toledo.

DILMA preferiu ser AMADA a ser RESPEITADA


Governo está perdido e oposição dá primeiro passo para impeachment



Com a oposição alinhando o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o professor Marco Antonio Villa faz um balanço da situação política do Brasil e defende a retirada do que chama de "projeto criminoso de poder".

PF pede ao Supremo para ouvir Lula na Lava Jato


Mais um líder da oposição condenado na Venezuela



Aqui vai uma má notícia para quem ainda acredita que a Venezuela tem um restinho de democracia. Um tribunal de Caracas condenou, a mais de 13 anos de prisão, o dirigente da oposição Leopoldo López. Foi ontem à tarde.

Lopez foi acusado de estimular as manifestações de rua do ano passado, que terminaram com 43 mortes. Ele não matou ninguém. Quem abriu fogo contra os manifestantes foram as milícias armadas pelo governo. Pois bem, agora, sobrou na oposição só um líder importante que ainda não foi preso. É Henrique Capriles, que em 2013 disputou a sucessão de Hugo Chávez, que acabava de morrer. Ele foi derrotado, e por uma diferença mínima e suspeita, pelo atual presidente, Nicolas Maduro.

Mas o importante é que daqui a três meses, em 6 de dezembro, os eleitores da Venezuela elegerão um novo Parlamento. E não há a mínima possibilidade - eu repito, não há a mínima possibilidade - de os bolivarianos de Nicolas Maduro saírem vencedores.

Tem a inflação de quase 250 por cento. E um desabastecimento que esvaziou as prateleiras de farmácias e supermercados. Esse quase-ditador só tem duas alternativas. Impedir que a oposição consiga honestamente disputar, ou então montar uma grande farsa para reunificar o eleitorado, que hoje o rejeita na base de 75%. O cerco à oposição já está montado. Estão com os direitos políticos cassados, sem que haja processo ou direito à defesa, opositores como Pablo Perez e Maria Corina Machado.

Vejam que a Venezuela não tem justiça eleitoral. Ela tem um órgão de deliberação controlado pelo chavismo. Com relação à suposta grande causa, ela já está a caminho. O negócio é declarar guerra à Colômbia. O quase ditador Nicolas Maduro vem montando um cuidadoso roteiro. Ele quer amplificar os efeitos de um incidente na fronteira, e alertar a Pátria de que ela está correndo perigo. Em outras palavras, uma tragicomédia, um teatrinho tosco, uma patriotada digna de republiqueta de bananas.

É assim que o mundo gira.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Como o governo dos incapazes capazes de tudo não vai mudar, o Brasil só sairá da crise se mudar urgentemente de governo


Em dezembro de 2013, o deputado federal Duarte Nogueira, do PSDB paulista, constatou que “nos governos do PT há os incapazes e os capazes de tudo”. Passados menos de dois anos, os dois tipos se fundiram: são incapazes capazes de tudo tanto Dilma Rousseff quanto os pais-da-pátria e mães-da-nação que compõem a comissão de frente do pior governo de todos os tempos.

Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, só gente assim é capaz de jurar, sem ficar ruborizada, que não existe mais nada a cortar nos gastos públicos. Como assim? E o paquiderme ministerial com 38 tetas? E as 140 estatais, todas devastadas por esquemas corruptos semelhantes ao que superou a barreira do bilhão agindo na Petrobras? E a farra que sangra o Bolsa Família, codinome do maior programa oficial de compra de votos do mundo?

E as embaixadas sem serventia? E as comitivas presidenciais de matar de inveja um sheik da OPEP? E o colosso de cargos de confiança que transformou o petista desempregado numa espécie extinta? E a imensidão de dólares enterrados no exterior pelo BNDES? E o perdão das dívidas de países africanos explorados por ditadores companheiros? E a clemência criminosa que poupa de cobranças os caloteiros da Receita Federal, fora o resto?

Já que não há o que cortar, recita o coro dos cínicos, é preciso criar novos impostos e aumentar os existentes. Na quarta-feira passada, diante das insistentes tentativas de ampliar a obesidade da carga tributária obscena, um senador fez o perfeito resumo da ópera: “Ao governo, cabe abandonar o mantra obsessivo de mais e piores impostos e operar uma reforma profunda do Estado, reduzindo Ministérios, cargos comissionados, e revendo contratos. Agora é a hora da verdade. O governo não cabe mais no PIB brasileiro e precisa reavaliar todos os seus programas e conferir prioridade aos que devem ser mantidos”.


Não, quem disse isso não foi Aécio Neves ou qualquer outro senador da oposição. Foi, quem diria, Renan Calheiros. Por isso mesmo, faltou a conclusão essencial: como o governo não vai mudar, o Brasil só sairá da crise se mudar urgentemente de governo. Se a farsa que vai completando 13 anos não acabar, acaba o país. A menor distância entre a normalidade econômica e a falência é uma dilma.

O RS exige esforço concentrado para debelaar a crise


Quem deve CUSTEAR as DESPESAS dos PRESOS na CADEIA ?


Sem ilusões. O que já era ruim agora está pior



O ministro Levy e todo o governo estão tentando minimizar a importância do rebaixamento da nota de avaliação do País, pela Standard & Poors, e as implicações negativas que isso pode ter para o andamento da economia que já está pra lá de ruim.

É muito estranha, principalmente, a postura do ministro. Não combina com o currículo dele. Levy assumiu o Ministério da Fazenda com a proposta de um ajuste das contas que garantisse um superávit, este ano, de 1,2% do PIB. Ele era a grande aposta de uma austeridade maior, de um compromisso efetivo do governo com o reequilíbrio das finanças. Em vez disso, as contas estão no vermelho, em nível recorde, com a economia numa recessão brutal.

E a proposta orçamentária do ano que vem, que foi uma das coisas que precipitaram a perda do grau de investimento, prevê um rombo de mais de 30 bilhões de reais. Mesmo assim, o ministro afirma que o governo está fazendo um esforço louvável para reduzir as despesas e comemora o fato de ter cortado 80 bilhões de reais do orçamento deste ano.

Vale observar que não foi corte de gastos, mas sim de uma intenção de gastos que havia sido autorizada pelo Congresso.A situação aperta e você desiste de gastar o que pretendia. Só que isso não quer dizer que você esteja colocando as finanças em ordem. Você pode continuar gastando mais do que recebe, mesmo economizando. E é isso que está acontecendo com o governo. Fez cortes sim. Mas nada que assegure um superávit. E a arrecadação, a receita, estão caindo porque a economia perdeu fôlego.

O pior é que nada de novo foi apresentado mesmo com o rebaixamento do País, da perda de selo de bom pagador. Segundo o ministro a intenção ainda é de um superávit de 0,7% do PIB no ano que vem. Mas as ações pra garantir esse resultado, revertendo o déficit já previsto, só devem ser anunciadas mais para o final do mês. Desse jeito, a crise econômcia, a política e a de confiança só tendem a ganhar força. O comportamento do mercado refletiu bem isso.

O dólar só não subiu mais porque a disparada das últimas semanas já antecipou, em certa medida, o rebaixamento da nota do Brasil, e o Banco Central ofertou contratos, que são uma espécie de venda de dólares, pra dar mais proteção contra as oscilações do dólar - mais um bilhão e meio de dólares - o que segurou um pouco a pressão. Mas o dólar ainda fechou o dia em alta forte. Não dá pra ter ilusões. Se as perspectivas já eram ruins, agora estão piores. Não só pelo rebaixamento, mas também por essa postura meio alienada do governo.

Rebaixamento: problema e solução



Nesta edição de Pronto Falei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre o rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor's e o país perdeu agora o grau de investimento. Isso aconteceu porque a situação fiscal se deteriorou de maneira brutal. Reinaldo Azevedo destaca que as grandes despesas dos governos petistas pioraram a situação. A S&P rebaixou ainda nesta quinta-feira (10) empresas, entre elas a Petrobras. Reinaldo fala sobre o que pode acontecer nas duas agências de risco - Moody's e Fitch. Reinaldo diz ainda que com essa decisão da S&P se adensa o clima em favor do impeachment.

Dilma fará, por pressão, o que não fez por opção