terça-feira, 4 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
A mais grave das CORRUPÇÕES
Por Percival Puggina
A "Pedagogia do Oprimido" e a desastrosa corrupção das mentes
infantis e juvenis nas salas de aula do Brasil.
Operação militar causa incidente diplomático com Paraguai
Por VEJA
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A presidente Dilma Rousseff e o presidente do Paraguai,
Horacio Cartes: incidente diplomático
(Wenderson Araujo/AFP)
|
Governo paraguaio faz queixa contra Brasil por invasão de
soberania. Itamaraty nega que militares tenham navegado em águas paraguaias
O porta-voz da marinha paraguaia, o capitão de corveta
Miguel Salum, disse neste domingo que lanchas militares brasileiras entraram
duas vezes em território paraguaio, no Lago Itaipu. Além disso, segundo ele, houve
troca de tiros, incidente que motivou uma nota de descontentamento do Paraguai
em relação ao Brasil. O governo paraguaio afirmou que o acontecimento foi
"um grave ato contra a soberania paraguaia".
De acordo com Salum, a primeira incursão em águas paraguaias
aconteceu na terça-feira em Puerto Tigre e a segunda, um dia depois, em Puerto
Adela, no departamento de Canindeyú. Ambos os pontos estão localizados na parte
paraguaia do Lago de Itaipu.
Os militares brasileiros envolvidos integram a operação Ágata,
lançada há duas semanas para reprimir crimes na área da fronteira.
"Toda a informação que temos, de acordo com o
depoimento dos pescadores da região, evidenciam que entraram em águas soberanas
paraguaias", declarou o capitão.
No local, houve uma troca de tiros entre militares
brasileiros, contrabandistas e militares paraguaios.
A marinha em Puerto Adela informou que as lanchas do Brasil
abriram fogo contra os marinheiros paraguaios, que responderam com disparos
para o alto. "Nossa equipe disparou para o ar com fins
intimidatórios", disse.
Por causa do episódio, na sexta, o embaixador brasileiro em
Assunção foi convocado à chancelaria paraguaia para ouvir as queixas do
governo. O Ministério de Relações Exteriores do Paraguai enviou uma carta de
conteúdo semelhante ao Itamaraty lamentando os incidentes.
De acordo com o governo brasileiro, toda a ação ocorreu em
território nacional.
(com agências internacionais)
Sobre a Educação
Por Nivaldo Cordeiro
O convidado nesse domingo foi Wambert Gomes Di Lorenzo. Ele
tem 44 anos, foi candidato a Prefeito de Porto Alegre em 2012. É advogado,
membro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB, foi professor de Ética
Ambiental no Programa de Pós-Graduação em Direito da UCS e é professor
licenciado de Filosofia do Direito, Ciência Política e Direito Constitucional
na Faculdade de Direito da PUCRS. Doutor em Filosofia do Direito e Mestre em
Direito do Estado e Teoria do Direito. É também professor convidado da
Pontifícia Universidade Católica Argentina Santa Maria de Los Buenos Aires para
a Cátedra Internacional Ley Natural y Persona Humana.
Foi Membro do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do
Sul e Presidente da Fundação de Desenvolvimento e Recursos Humanos do Estado do
Rio Grande do Sul.
É também Conselheiro da Cruz Vermelha do Rio Grande do Sul,
Presidente do Instituto Jacques Maritain do Rio Grande do sul e Vice-Presidente
do Instituto Jacques Maritain do Brasil.
Tem livros publicados, alguns no prelo, vários organizados,
vários artigos e mais uma centena de conferências proferidas no Brasil e no
Exterior. Participa também de várias instituições científicas, cívicas,
culturais e humanitárias.
(I)MORALIDADE PÚBLICA
Por Armando Luiz Malan de Paiva Chaves
Que significa a expressão politicamente correto, tão usada,
frequentemente, nos dias de hoje, pelos interessados em promovê-la?
É um eufemismo, criado pelos atuais donos do poder, com o
objetivo de dar uma roupagem aparentemente correta àpolítica de ludibriar a
opinião pública. Consiste em iniciativas que contrariam a tradição social e os
princípios pelos quais sempre se orientou a sociedade. São argumentos e temas
que se contrapõem a costumes historicamente ancorados na distinção consciente
entre o bem e o mal.
O artifício é engendrado para justificar e induzir ao
“aggiornamento” individual e coletivo, visando ao aceite de atitudes e
procedimentos anteriormente rejeitados pela maioria da coletividade.
A lastimável constatação é que seus efeitos nocivos se estão
irradiando e contaminando parcelas significativas da população mais instruída,
seja por adesão, seja por omissão, seja por acomodação.
No campo da educação, vemos pais e mães aceitando que seus
filhos, muito antes da puberdade, recebam tratamento de adultos no aprendizado
da genética dos sexos, da sexualidade e, pior, da homossexualidade a ser
adotada como escolha.
Quando mais crescidos, são postos a estudar História com
viés político, que deforma os fatos ao sabor de ideologias e reduz a pó os
valores históricos – epopeias, vultos insignes e heróis – da nacionalidade.
Exemplo recente, que dispensa comentários, é uma escola pública de Salvador, BA,
ser rebatizada, pelo então Governador, hoje Ministro da Defesa, com o nome do
líder assassino Carlos Marighela, promotor da violência terrorista. Relegado ao
lixo do esquecimento, foi apagado o nome de seu anterior patrono, Presidente
Emílio Garrastazu Médici.
No campo dos costumes, tornaram-se legalmente aceitas a vida
conjugal de duas pessoas do mesmo sexo e o direito de criar filhos – adotados
ou gerados por inseminação. É vista também como regular a preparação desses
filhos para a vida: terão de dizer aos colegas de escola que seus pais são dois
homens ou duas mulheres.
A cor da pele, sem exigência outra de comprovação que não a
declaração do próprio, passou a ser passaporte para matrícula no ensino
superior. Ao contrário, a baixa condição financeira da família, que deveria ter
prevalência sobre a raça, depende de ser legalmente atestada para dar o mesmo
direito. E ficam frustrados, a ver navios, aqueles que não podem invocar nenhum
desses argumentos, ainda que, nas provas vestibulares, tenham obtido maior grau
para aprovação. Será essa a Igualdade de direitos politicamente
correta à luz da Lei Maior?
A moralidade se vê confundida, se não ameaçada, por
procedimentos de homens públicos que explicam falcatruas financeiras em
benefício próprio como dinheiro de “caixa dois”: mesmo não sendo legal, são
desculpadas com o argumento de “todo o mundo faz”. Veja-se o mensalão. E, no
recente colapso institucional, econômico e moral do petrólão, os destinatários
de recursos pagos pelas empreiteiras buscam inocentar-se alegando que foram
destinados aos partidos políticos, comprovados por contas regulares
apresentados à Justiça Eleitoral. Em provável continuação dos desmandos que
confrangem a sociedade brasileira, mais um escândalo, envolvendo o BNDES em
empréstimos secretamente concedidos a nações estrangeiras, começa por vir a
furo.
O politicamente correto não é apenas
um “aggiornamento” cultural. É um caminho escolhido para submeter a
sociedade à lassidão, às concessões morais, à subserviência mental, com a
finalidade de fazer dela um joguete passivo das transformações que levarão o
país ao socialismo, primeiro estágio do comunismo.
As lições de cárcere do ativista comunista italiano Antonio
Gramsci, que rejeitou a conquista do poder pela força e recomendou a submissão
da sociedade por uma via a que o politicamente correto está
umbilicalmente ligado, demonstram com nitidez onde pretendem chegar os atuais
dirigentes do país.
Quem se debruçar sobre as resoluções do Foro de São Paulo –
agremiação que reúne representantes do socialismo comunista da América Latina –
não terá dúvida de que pretendem implantar sua doutrina e de que já palmilharam
boa parte do caminho, inclusive no Brasil.
O combate ao politicamente correto não
é atribuição de policiais, das Forças Armadas, do Judiciário ou do Ministério
Público. É responsabilidade intransferível do cidadão afinado com seus princípios,
formação moral, conceito de família, ética, convicção religiosa e patriotismo.
O confronto ocorrerá sempre que venha a termo, em seu conhecimento, qualquer
ideia, procedimento ou propaganda que induza ao desvirtuamento dos valores que
aprova e defende.
Ao combate, pois, cidadão, cidadã. O futuro de seus filhos e
netos, o futuro da sociedade, o futuro do Brasil dependem de sua disposição
aguerrida de lutar.
Fonte: Clube Militar
________________
Armando Luiz Malan de Paiva Chaves é
General de Exército
Bomba caseira no Instituto Lula? Quem terá jogado?
Há um buraco na porta da garagem do Instituto Lula. A direção
diz que foi provocada por uma bomba caseira, atirada de um carro, por volta das
22h, contra o prédio. Celso Marcondes, diretor da entidade, disse tratar-se de
um “ataque político”. O instituto comunicou o corrido às Polícias Civil e
Militar, à Secretaria de Segurança Pública e ao Ministério da Justiça. Como se
dizia antigamente, só faltaram as autoridades eclesiásticas na lista… As civis
e militares estão aí.
Comecemos do começo: foi coisa de delinquente, sim, de
bandido. É a única certeza que dá para ter.
As certezas começam a diminuir quando a gente especula a
natureza do bandido.
Aí pode ser um monte de coisa.
Celso Marcondes diz ter a certeza de ser um “ataque
político”. Por que ele afirma isso antes da investigação? Porque, para a,
digamos, metafísica petista, a suposição é útil. Afinal, os companheiros
inventaram a tese de que o “antipetismo é igual ao nazismo” — afirmação que é,
antes de mais nada, um crime moral.
Quem faria uma besteira dessas?
No dia 15 de março, entre 1 milhão e 2,5 milhões de críticos
do PT foram às ruas, e não se registrou nenhum ato de violência contra o
patrimônio público ou privado ou contra símbolos do poder vigente. Nada!
A quem interessariam hoje a violência, a luta campal, os
ataques covardes? Com absoluta certeza, não àqueles que se opõem ao statu quo.
“Está sugerindo que isso é coisa dos próprios petistas?” Não
estou sugerindo nada. Quando quero sugerir, não sugiro, afirmo. E eu estou
afirmando que Celso Marcondes deve ser mais prudente.
Esse pessoal tem de aprender uma coisa de uma vez por todas:
a luta para pôr fim às mazelas do país — e isso supõe, sim, o PT fora do poder,
condição necessária, mas não suficiente — é democrática, pacífica e repudia
crimes de qualquer natureza.
Qualquer ação fora dos parâmetros da civilizada só interessa
àqueles que fazem da incivilidade, inclusive o roubo, um método.
domingo, 2 de agosto de 2015
Os passageiros do avião em pane decidem: ou trocam de país ou trocam o piloto
O palavrório de Dilma Rousseff na reunião com os
governadores reitera que a comandante do avião em pane se recusa a enxergar o
tamanho do perigo e continuará avançando pela rota que conduz ao desastre.
Todos os indicadores avisam que é preciso cair fora imediatamente da zona de
turbulência. Mas a mulher no manche faz de conta que enfrenta uma ventania que
logo será reduzida a brisa.
É mais que um surto de otimismo irresponsável. É outra prova contundente de que o país desgovernado está nas mãos de alguém incapaz de pilotar um carrinho de sorvete. Os passageiros precisam decidir o que fazer: ou trocam de avião ou trocam o piloto.
É mais que um surto de otimismo irresponsável. É outra prova contundente de que o país desgovernado está nas mãos de alguém incapaz de pilotar um carrinho de sorvete. Os passageiros precisam decidir o que fazer: ou trocam de avião ou trocam o piloto.
Invés de superávit, um imenso rombo das contas do governo central
Ao invés de superávit, um imenso rombo das contas do governo
central no 1º semestre foi o saldo daquele prometido ajuste da equipe
econômica. Se imaginava que o governo pudesse encerrar esse ano com um
superávit das contas na faixa de 1,2% do PIB, mas a equipe econômica já se
rendeu às evidências, às condições atuais da economia que impede inclusive um
aumento de receita.
Brasil criou uma verdadeira indústria da corrupção
O professor Marco Antonio Villa questiona a origem dos
honorários dos advogados que defendem os corruptos de Brasília.
A Vez do Humor... Será Humor mesmo???
Capitalismo Vs Socialismo
A mais justa e ponderada visão do Capitalismo vs Socialismo.
A arte quando cumpre o seu papel transcendente é
incrivelmente bela e transformadora. Nunca fica desatualizada!
sábado, 1 de agosto de 2015
Seria mais uma armação???... Bomba caseira atinge sede do Instituto Lula
Instituto lula é alvo de bomba caseira. O ataque aconteceu
ontem à noite e a polícia investiga o caso. Ninguém ficou ferido na explosão.
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