Por Rede Ovo
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Em qualquer tempo a vitória será nossa, aconteça o que acontecer!
Caros amigos
Um passeio superficial sobre a história dá-nos conta da
dimensão paquidérmica da desonestidade, da incompetência, da
irresponsabilidade, da obsolescência ideológica, do desrespeito aos direitos
humanos, da insegurança pública, da destruição do patrimônio nacional – público
e privado -, da aversão à verdade, à liberdade e à evolução natural da
humanidade, pregados e praticados pelo PT e seus aliados, nos últimos e
fatídicos 12 anos!
Não é preciso ser analista econômico ou cientista político
para concluir que não é promissor o futuro do Brasil, tendo esse tipo de gente
à nossa frente.
No entanto, por razões difusas e nebulosas, as pesquisas de
opinião, a menos de uma semana das eleições, assustam os homens de bem
minimamente informados e todos os agentes e analistas do mercado e da política
nacional e internacional, com resultados antagônicos à lógica do interesse
público.
Devemos evitar deixar-nos influenciar pelo pessimismo dos
que já se sentem derrotados pela armadilha populista que cooptou (ou comprou?)
os corações, as mentes e os estômagos dos miseráveis e que assegura o ganha-pão
dos desonestos, dos oportunistas e dos que pensam que são espertos.
É lícito acreditar na possibilidade de manipulação das
pesquisas eleitorais, bem como crer na possibilidade de fraude na apuração das
urnas eletrônicas apesar da quantidade de pessoas a serem envolvidas nesta
fraude!
Mas é lícito também emprestar a nossa esperança ao mínimo de
bom senso necessário aos brasileiros para enxergar o mal que nos ameaça.
Mesmo trafegando nos limites do que pode ser uma ilusão
quixotesca, não nos podemos permite duvidar da capacidade da democracia que
conquistamos – e que ainda imaginamos ter. Devemos esforçar-nos ao máximo para
dar a ela a oportunidade para provar a sua existência e a sua garantia de uma vida com liberdade para
desfrutar das oportunidades de evolução pessoal e coletiva que só ela nos pode
oferecer.
Será triste ver, mais uma vez, a verdade, a lógica e a razão
serem superadas por mentiras, vantagens efêmeras e promessas voláteis, mas,
independente da decepção, devemos continuar a perseguir, por todos os meios, o
futuro que desejamos ao Brasil e que merecem os brasileiros honestos e amantes
da Pátria livre, rica e acolhedora que Deus houve por bem nos reservar!
Temos que confiar em nós mesmos e naqueles que, como nós,
comungam deste amor!
A vitória será nossa, aconteça o que acontecer, porque, para
nós – ontem, hoje e sempre – o Brasil está acima de tudo!
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
A COMISSÃO DA REVANCHE E DA ILEGALIDADE
Por Gen Marco Antonio Felício da Silva
“A Instituição será
maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não
pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
O Sr. Pedro Dallari, de fala mansa e bem posto, adjetivando
o manifesto dos generais de “equivocado”, parece tratar-se de um inocente útil,
manipulado pelos demais integrantes da denominada, erroneamente, “Comissão da
Verdade” (CV), pois, é a comissão da revanche e da ilegalidade.
Assim, leva a que se pense que não tenha lido o texto da lei
que criou a referida comissão ou, se o leu, não o entendeu, agindo influenciado
por outros, com outros desígnios ideológicos não confessáveis, o que, para mim,
dada a sua idade e formação, não seria crível.
Se o leu e o entendeu, o que acredito, deve saber avaliar o
lixo ideológico e revanchista, sem qualquer compromisso com a dita
reconciliação, produzido por tal comissão, que não tem como farol a lei criada,
mas a Lei modificada a bel prazer de seus integrantes.
Na opinião de Pedro Dallari, “esses generais ajudariam muito
as Forças Armadas se as colocassem em sintonia com a atualidade da sociedade
brasileira, que clama por mais transparência, por mais clareza”. Atabalhoada afirmação, pois, nenhuma
Instituição tem se mostrado, de acordo com pesquisas de opinião, tão confiável
à Nação como as Forças Armadas. O que a maior parte esclarecida da sociedade já
não suporta é o atual governo, cuja transparência e clareza são prenhes de
corrupção e de mentiras. Governo este, por acaso, o criador da desvirtuada comissão
e que tem no Sr. Pedro Dallari um fiel funcionário.
Desvirtuada, enfatizo, pois, a maioria dos integrantes da
“Comissão”, pela atuação no passado e pela postura presente, não se adequam à
Lei que a criou. Não satisfazem o seu artigo 2o, aquele que estabelece as
credenciais básicas para os seus componentes, entre elas a isenção política.
Participaram da subversão comunista nos anos 60 e 70, que pretendia implantar
uma ditadura do proletariado, contrária aos direitos Humanos e à Democracia. A
agravar, nenhum deles, ao que se saiba, é capacitado para realizar pesquisa
histórica com metodologia científica “a fim de efetivar o direito à memória e à
verdade histórica..” como determina a Lei. Ao contrário, criam uma nova estória
mentirosa.
A violação da Lei torna-se, ainda, nítida quando o Sr.
Gilson Dipp e o Sr. José Carlos Dias, ao assumirem os respectivos cargos,
afirmaram, publicamente (O Globo), que caberia à “CV” ouvir e investigar os
dois lados, agentes do Estado e subversivos, que cometeram supostamente os
crimes capitulados na lei que a criou. Entretanto, acovardados, logo após, no
dia 12 de Junho de 2012 (O Globo, pg 11), o Sr. Gilson Dipp afirmou que “o
caráter da Comissão da Verdade será o de apurar os crimes cometidos pelo Estado
e não os dois lados do conflito, durante o regime militar.
Ora! A Lei se refere apenas às graves violações dos direitos
humanos, sem particularizar os agentes do Estado como os únicos passíveis de
investigação. Afirma a lei:
“ Art. 1o Fica
criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão
Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves
violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8o do Ato
das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à
memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.”
O tema já havia provocado a discórdia entre o então Ministro
da Defesa, Nelson Jobim, e o ex-ministro Paulo Vannuchi (SECDH), ficando
acordado, com o apoio dos atuais comandantes militares, segundo os jornais da
época, a apuração de violações de ambos os lados.
A sublinhar, mais da metade dos crimes cometidos pelos então
subversivos comunistas não têm autoria definida, sendo que a lista respectiva,
não considerada pelos investigadores da malsinada comissão, uma aberração e
afronta à verdade buscada, foi encaminhada à “CV” para a devida apuração. São
atos de terrorismo como atentados à bomba, sequestros, justiçamentos, assaltos
a estabelecimentos comerciais e assassinatos de militares, de policiais e de
civis.
A ilegalidade da Comissão se torna, ainda, maior quando os
seus integrantes “legalizaram” a decisão
de realizar investigações somente dos agentes do Estado por meio de uma medida
“administrativa”, publicada sob a forma de “Resolução”, no Diário Oficial da
União. Passaram a considerar que todos opositores, ao então regime, já haviam
sido punidos pelo próprio Estado, o que, como já vimos, é outra deslavada
mentira.
Não podemos esquecer que membros da dita Comissão
incentivaram (e elogiaram) a organização comunista internacional, “Levante da
Juventude”, a realizar os famigerados “escrachos”, ferindo a Constituição e
restringidos direitos invioláveis de pretensos acusados, a maioria de militares
idosos já reformados. É esse o respeito que dizem ter às leis do País.
Finalmente, para o Sr. Pedro Dalari, repito o que escrevi ao
final de artigo publicado no dia 26 deste, antecedendo ao manifesto dos
generais e intitulado “Desculpas? Jamais!!!!” :
“Desculpas, revogação da Lei da Anistia, punições para
velhos combatentes, institucionalização da tortura? Jamais!!!!!”
VOTE PARA DEPUTADO FEDERAL/MG GENERAL MARCO FELICIO 2560
Fonte: A Verdade Sufocada
STF suspende ação contra militares acusados de matar Rubens
Por Globo on-line - G1
O ministro Teori
Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira
suspender a ação penal que tramitava na Justiça Federal do Rio de Janeiro
contra cinco militares reformados acusados pelo homicídio e ocultação de
cadáver do ex-deputado Rubens Paiva. A decisão liminar (provisória) atende a um
pedido protocolado na última quinta (25) pela defesa dos militares.
Paiva foi morto em janeiro de 1971 nas dependências do
Destacamento de Operações de Informações (DOI) do I Exército, na Tijuca, Rio de
Janeiro. Além de homicídio doloso e ocultação de cadáver, José Antonio Nogueira
Belham, Rubens Paim Sampaio, Jurandyr Ochsendorf e Souza, Jacy Ochsendorf e
Souza e Raymundo Ronaldo Campos respondem pelos crimes de associação criminosa
armada e fraude processual.
Com a suspensão da ação penal, serão cancelados depoimentos
de testemunhas marcados para ocorrer nas próximas semanas. Na decisão, Zavascki
também solicitou informações sobre o caso à 4ª Vara Federal Criminal da Seção
Judiciária do Rio de Janeiro e determinou o posterior envio dos autos à
Procuradoria-Geral da República para que seja elaborado um parecer. O mérito do
pedido dos militares deverá ser avaliado em definitivo pelo plenário do
Supremo.
Enquanto não houver decisão, os acusados não poderão ser
condenados, e o processo ficará paralisado.
Procurada pelo G1, a Comissão Nacional da Verdade informou
que não comenta decisões judiciais relativas a processos relacionados ao regime
militar.
Ao pedir a liminar ao STF, a defesa argumentou que a decisão
da Justiça de acolher denúncia do Ministério Público Federal e abrir a ação
viola decisão do Supremo que considerou válida a Lei da Anistia.
Fonte: A Verdade Sufocada
RJU E ALGUMAS VERDADES
Por Abel Lima Rivero
Engana-se quem pensa que o REGIME JURÍDICO ÚNICO visa ao
benefício do servidor. Muito pelo
contrário, ele impõe obrigações a este e se enquadra nas normas que a
administração pública direta e indireta de qualquer dos poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios têm, conforme o Artigo 37 da
Constituição Federal, porque deverão obedecer aos princípios da LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE e EFICIÊNCIA.
Desde a instituição do primeiro Estatuto dos Funcionários
Públicos Civis da União, em 1939 durante a ditadura Vargas, marco da introdução
do regime estatutário na Administração Pública brasileira, observa-se a
preocupação com o tratamento dispensado aos servidores públicos. Vale lembrar que até então, desde o
descobrimento, ser servidor público dependia de uma série de fatores alheios a
qualquer sinal de mérito, valia o compadrio, ser filho de alguém, a amizade,
uma troca de favores e nunca o interesse do Estado. Uma situação inadmissível
principalmente numa república na qual a "res publica" deve ser o
norte de todo administrador. Muito
embora esse comportamento ofenda a suposta independência administrativa de
muitos que ainda acham no compadrio o melhor método de administrar o bem
público.
Segundo Dussault (1992, p.13): As organizações de serviços
públicos dependem em maior grau do que as demais do ambiente sociopolítico: seu
quadro de funcionamento é regulado externamente à organização. As organizações
públicas podem ter autonomia na direção dos seus negócios, mas, inicialmente,
seu mandato vem do governo, seus objetivos são fixados por uma autoridade
externa.
Fica claro, pelo exposto, que as organizações públicas são
mais vulneráveis à interferência do poder político apesar de governadas pelo
poder público, porque o detentor do poder público, mesmo que transitoriamente,
é o poder político. E, em meio a tempestade de pressões e favores impostos pelo
poder político, ressalte-se que as organizações de serviços públicos possuem
como missão a prestação e o gerenciamento de serviços à sociedade.
A adoção do regime estatutário como regra, passou, em pouco
tempo, a ser visto como um dificultador pelo próprio Estado, em face dos seu
rigores dentre os quais incluem-se a admissão de servidores apenas em virtude
de aprovação em concurso público, a fixação do número de cargos e o valor dos
vencimentos em lei, obrigando a apreciação do Legislativo com relação a
qualquer medida nessa área.
Em verdade, o grande beneficiário da adoção do REGIME JURÍDICO ÚNICO como forma de
recrutamento do servidor público é a Sociedade. Ela fica protegida porque o
único compromisso do servidor é servir à Sociedade. Não tem que se prender a favores
ou a compadrio. O que vale é a meritocracia. E ainda pode desempenhar suas
obrigações com o profissionalismo que se exige sem o temor de uma demissão
imotivada.
BASE DE CONSULTA:
- ESTADO E SERVIDORES PÚBLICOS NO BRASIL: uma análise histórica e crítica de Alaôr Messias Marques Júnior, e
- A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO SERVIÇO PÚBLICO E A NECESSIDADE DA TRANSFORMAÇÃO DO SERVIDOR PÚBLICO de Selma Chorro de Souza (IF-SC) e Mônica Seixas de Oliveira Mello (SEA/SC).
Sou agente de fiscalização do CRECISP - 2ª REGIÃO.
Por nossos Direitos! Para ser sua voz no Congresso Nacional!
Por você e por São Paulo!
CONTO COM SEU VOTO E SEU APOIO:
O caminho para transformação
Por Veja.com
No "Direto ao Ponto" desta semana, Joice
Hasselmann recebe no estúdio da TVEJA o cientista político Luiz Felipe d'Avila,
que faz um perfil dos três candidatos a presidência e diz que interromper
políticas públicas é pior que a corrupção. Os dois debatem o ranking de gestão
dos estados brasileiros, elaborado pela "The Economist".
Excelente!!! - O ÁLBUM DA CORRUPÇÃO
Chegou o Álbum da Corrupção. Use a hashtag #abreumpacotinho
para escolher o próximo a participar!
LIBERDADE DE IMPRENSA
Por Percival Puggina
Comentário que fiz no programa Atividade, da TV Urbana,
sobre as relações entre a
boa imprensa e os Poderes Públicos: Imprensa livre, investigativa, incômoda aos
governos faz bem
à democracia.
O engodo do "Mais Médicos" e os falsos médicos cubanos.
Por Benone Augusto de Paiva
(via e-mail)

É inacreditável! A Polícia Federal descobriu grande
quantidade de diplomas falsos entre médicos cubanos do Mais Médicos, programa
eleitoreiro do PT na tentativa de eleger o Alexandre Padilha a governador do
Estado de São Paulo. O Alexandre Padilha é aquele que comprou Viagra
superfaturado no Ministério da Saúde com o dinheiro do SUSto. Esses falsos médicos
descobertos são acusados de não terem cursado Medicina alguma, inscritos nesse
programa que veio para fazer politicagem para o PT e não para atender a saúde
pública dos brasileiros que continuam sofrendo para ter um atendimento médico e
hospitalar por falta de recursos à saúde pública, que, em vez de ter aumentado
a quantidade de leitos hospitalares nos mandatos petistas, foram diminuídos
20.000 aproximadamente em todo o Brasil. Foram expedidos 41 mandados de busca e
apreensão pela 7ª Vara Criminal da Justiça Federal do Mato Grosso. Esses
mandados estão sendo cumpridos em 14 Estados: Mato Grosso, Acre, Alagoas,
Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Paraíba,
Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Sul e São Paulo. E a responsabilidade
governamental pelo atendimento à saúde pública do povo brasileiro, como é que
fica? Queira ou não, o governo petista é responsável pelo risco em que está
sendo colocada a saúde dos brasileiros nas mãos de inabilitados profissionais
da saúde.
Fonte: A Direita Brasileira em Ação
Frases que fizeram a História I
Por Carlos I. S. Azambuja
- "Democracia é bom, mas tem hora" (Lula,
referindo-se à expulsão de Paulo de Tarso Venceslau, do PT, por ter denunciado
corrupção no partido, revista Isto É, 25 de março de 1998).
- "É só pegar os panfletos e as entrevistas dos líderes
dos partidos para perceber que eles estão de esquerda para enterrados. São como
cadáveres insepultos vagando por aí. A maioria dos grupos que se dizem de
esquerda são igrejinhas, seitas, um bando de loucos e dogmáticos" (Herbert
José de Souza, Betinho, setembro de 1995).
- "Não sou do PT e quero distância desses loucos que se
limitam a usar a retórica de esquerda sem ter propostas concretas. Defendo a
economia de mercado e creio que a estabilidade da economia é um valor popular
definitivo. Acho que o socialismo não é mais possível" (Ciro Gomes, Rádio
CBN, 25 de agosto de 1997).
- "Não sou e nem nunca fui socialista. Como posso ser a
favor de um regime no qual quem produzir oito garrafas de cerveja ganhará o
mesmo que quem produz dez?" (Lula, revista VEJA, 13 de agosto de 1997).
- "A política é o último refúgio do salafrário e a
primeira vocação do esperto" (Guillermo Cabrera Infante, escritor cubano
exilado, 19 de abril de 1980).
- "Matar o elefante é fácil. Difícil é remover o
cadáver" (Gorbachev).
- "O revolucionário deve ser uma fria e seletiva
máquina de matar" (Che Guevara, citado por Jorge Castañeda, jornal La
Época, do Chile, 31 de janeiro de 1997).
- "A esquerda não é compatível com quem toma banho
todos os dias. A melhor propaganda anticomunista é deixar os comunistas
falarem" (Paulo Francis, citado em O Estado de São Paulo de 5 de fevereiro
de 1997).
- "Enquanto qualquer outra organização governamental
deve ser transparentemente aberta e franca, com todos sabendo qual é exatamente
sua função, com um Serviço de Inteligência dá-se justamente o oposto. O Serviço
deve ser opaco e confuso quando visto do exterior, embora todos devam conhecer
aquilo que dele se espera" (O Serviço Secreto, Reinhard Gehlen, Editora
Artenova, 1972, página 228).
- "Informações sigilosas sobre assuntos políticos e,
até certo ponto, sobre assuntos militares, são, em grande parte, uma questão de
previsão. O fato de que alguns acontecimentos poderão ocorrer não significa que
necessariamente irão ocorrer" (O Serviço Secreto, Reinhard Gehlen, Editora
Artenova, 1972, páginas 226 e 227).
- "O Serviço de Informações é o apanágio dos nobres. Se
confiado a outros, desmorona" (Cel Walter Nicolai, chefe do Serviço de
Informações da Alemanha durante a I Guerra Mundial).
- "Se olhares à frente um ano, semeia trigo e irás
receber nesse ano; se olhares 10 anos, planta um pomar e terás frutos o ano
inteiro. Mas, se fores inteligente, instrui o povo" (Provérbio chinês, de
2 mil anos).
- "Sou um sonhador, que pretende conciliar o
inconciliável: a política e a moral" (Vaclav Ravel, que foi presidente da
República Checa).
- "Um apaziguador é aquele que alimenta um crocodilo na
esperança de ser comido por último" (Winston Churchil).
- "Em um sistema econômico de mercado em que tudo pode
ser potencialmente transformado em mercadoria, também o voto está sujeito a
esse risco" (Norberto Bobbio, cientista social italiano, em entrevista a
revista Isto É de 6 de dezembro de 1989).
- "A esquerda conserva o hábito de não acatar as críticas,
mas de atacar os críticos" (Apparício Torelly, Barão de Itararé,
1895-1971).
- "O mal de certos políticos não é a falta de
persistência. É a persistência na falta" (Apparicio Torelly, Barão de
Itararé, 1895-1971).
- "A tendência dominante no Brasil é o
abstracionismo" (Pietro Maria Bardi, em abril de 1990, quando diretor do
Museu de Arte de São Paulo).
- "A complacência de hoje se paga com as angústias de
amanhã. E se ela persiste, com o sangue de depois de amanhã" (Suzanne
Labin, livro Em Cima da Hora).
- "Lutar e vencer em todas as guerras não é a glória
suprema. A glória suprema consiste em quebrar as resistências do inimigo sem
lutar" (Sun Tzu, A Arte da Guerra, ano 500 AC).
- "O dinheiro é uma coisa esquisita: quem tem diz que
não tem e quem não tem diz que tem" (Woody Allen, cineasta
norte-americano).
- "A verdade é revolucionária" (Leon Trotsky)
- "A CUT é o braço do neoliberalismo, porque concentra
suas greves no serviço público, para debilitar o Estado" (Leonel Brizola,
22 de junho de 1994, em Porto Alegre/RS).
- "Como meu adversário tem 9 minutos no programa
eleitoral e eu apenas 3, ele pode mentir 3 vezes mais" (candidato Lula,
JB, 15 de setembro de 1994).
- "Se eleito, vou botar na cadeia todos os donos de
Institutos de Pesquisas e das emissoras de TV, por manipulação das informações
sobre as eleições. Se o povo me eleger, não me chamo mais Brizola se não botar
essa gente na cadeia" (Leonel Brizola, 18 de setembro de 1994, no Circo
Voador, Rio).
- "Meu governo é neo-social" (Fernando Henrique
Cardoso, ESP de 25 de agosto de 1995).
- "Eu nunca fui neoliberal" (Fernando Henrique
Cardoso, revista Esquerda 21, nº 2, janeiro-fevereiro de 1996).
- "Enquanto houver desigualdade e injustiça, esse
conceito - conceito de esquerda - vai continuar cabendo. Eu sou contra a
desigualdade, contra a injustiça, portanto, considero-me de esquerda"
(Fernando Henrique Cardoso, revista Esquerda 21, nº 2, janeiro-fevereiro de
1996).
- "Sou um homem de esquerda (...). A esquerda está
disposta a arriscar a Ordem em nome da Justiça. Já a direita coloca a Ordem
acima da Justiça (...). E como prefiro arriscar a Ordem em nome da Justiça,
considero-me uma pessoa de esquerda" (Luiz Carlos Bresser Pereira, revista
Esquerda 21, nº 2, janeiro-fevereiro de 1996).
- "É justo a administração querer ficar livre dos maus
funcionários, mas é preciso também mecanismos para livrar a sociedade dos maus
governos" (José Genoino, revista Esquerda 21, nº 2, janeiro-fevereiro de
1996).
- "Para ser de esquerda não é preciso ser burro"
(Fernando Henrique Cardoso, julho de 1995).
- "A elite que não luta por seus interesses históricos
não é digna deles e perde legitimidade frente à população. O empresariado
brasileiro, auto-centrado em seus pequenos mundos, esquece que vive numa Nação
e se recusa a defendê-la. Essa covardia, que renega o papel social e político
de uma elite, no sentido clássico de liderança histórica, por sua vez, não
anima o único grupo que pode barrar o adversário das trevas, as Forças Armadas,
que, sem o estímulo da liderança civil, nada farão" (André Araujo,
presidente do Centro de Estudos da Livre Empresa, livro Os Marxistas no Poder -
A Esquerda chega ao Planalto, São Paulo, 1995)
- "Esquerda sou eu, que me alinho a um pensamento de
mudança e de reforma. Eles são neoliberais. Eu sou um combatente contra o
neoliberalismo prático" (Fernando Henrique Cardoso, revista Veja, 10 de
setembro de 1997).
- "Ainda me identifico com uma velha tradição
comunista, que é a lógica da revolução" (Roberto Freire, O Globo, 24 de
maio de 1996).
- "Sou a favor da idéia socialista. Mas uma vez disse a
meu pai: "se isso é socialismo, eu sou contra o socialismo" (Yuri
Ribeiro Prestes, historiador; filho de Luiz Carlos Prestes; viveu na Rússia de
1970 a 1994; jornal Folha de São Paulo de 2 de novembro de 1997).
- "O Supremo já está falido. Nós é que não estamos
dizendo ao Brasil que isso aconteceu" (José Carlos Moreira Alves, quando
Ministro do Supremo Tribunal Federal, jornal Folha de São Paulo de 11 de
dezembro de 1997).
- "Ao contrário do que os brasileiros pensam, a
Amazônia não é deles, mas de todos" (Al Gore, quando vice-presidente dos
EUA).
- "O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa
sobre a Amazônia" (François Mitterrand, 1989).
- "Até Sergio Motta, lá do inferno, deve apoiar os
saques" (João Pedro Stédile, logo após ter sido absolvido, no Rio, do
processo por incentivar atos criminosos, como a invasão de supermercados; O
Globo, 6 de maio de 1998).
- "O presidente FHC não tem autoridade moral para
criticar os que fazem saques no Nordeste, pois é um saqueador profissional
(...) FHC é mentiroso e demagogo" (Lula, em Fortaleza/CE; O Globo, 6 de
maio de 1998).
- "A dialética comunista significa o negativo, o antigo
e o novo, a negação da negação, a identidade dos contrários e a contradição dos
idênticos. A inesgotável e miraculosa capacidade da história de ultrapassar-se
negando sua positividade e afirmando sua negatividade. Isso não é
sublime?" (Jorge Semprun, ex-prisioneiro no campo de concentração nazista
de Buchenwald, ex-membro do Comitê Central do Partido Comunista Espanhol
expulso em 1964 por ter resolvido começar a pensar com sua própria cabeça, livro
A Montanha Branca).
- "Não é, de fato, somente quando um comunista se torna
agente do inimigo de classe que seus camaradas decidem expulsá-lo ou até mesmo
executá-lo. É também quando ele se torna agente de si mesmo, ator e não mais
somente instrumento da razão-do-partido, do espírito-do-partido. É quando ele
decide tornar-se o indivíduo singular, um ser bastante louco, bastante
irresponsável por querer marcar a história do movimento comunista com sua
iniciativa pessoal. Mas ele só marcará essa história com o exemplo de sua
punição exemplar, com a iniciativa da aceitação, abjeta e ao mesmo tempo
gloriosa, dessa punição, em benefício da honra histórica da revolução"
(Jorge Semprun, livro A Montanha Branca).
- "Não tomei Viagra, mas estou com um tesão da porra. Vamos
fazer campanha para ganhar" (candidato Lula, 28 de maio de 1998, em
Petrolina/PE, O Globo, 29 de maio de 1998).
- "Com uma canetada só, vou resolver o problema da
reforma agrária no Brasil" (candidato Lula, Folha de São Paulo, 2 de junho
de 1998).
- "Ele é um otário, um boca mole que não tem pulso para
conduzir esta Nação" (Brizola, sobre FHC, em janeiro de 1997).
- "O Lula já tem até um visual de direita: fuma
charuto, está gordo e não trabalha. Está se aproximando rapidamente de uma
prática pessoal de direita" (Brizola, abril de 1994).
- "Não seria fascinante fazer essa elite engolir o
Lula, esse sapo barbudo?" (Brizola, em novembro de 1989).
- "O Lula não é confiável. Eu apalpo, apalpo e sinto
que ou há um mioma ou há dentes de jacaré" (Brizola, em fevereiro de
1989).
- "Sobre o Lula, não se pode dizer in vino veritas. O
mais apropriado é dizerin cachaça veritas" (Brizola, em dezembro de 1985).
- Louis Aragon, poeta oficial do Partido Comunista Francês,
simplesmente constatou: "Perdi meu tempo", ao verificar o
desmoronamento do socialismo real.
- José Dirceu, em um seminário do partido, realizado dias 15
e 16 de abril de 1989, às vésperas da eleição presidencial, já vislumbrando uma
provável vitória de Lula, candidato do PT, e recordando-se do treinamento
militar que recebeu em Cuba, com o nome de "Cmt Daniel", disse:
"Em vez de comandar uma coluna guerrilheira, o grande sonho de minha vida,
vou ter que comandar uma coluna de carros oficiais em Brasília".
Anteriormente, em setembro de 1988, afirmou: "Nunca fui
foquista. Participei da luta armada, apoiei, achava que era necessária, mas na
verdade nunca acreditei nela como forma de luta" (página 110 do livro
Abaixo a Ditadura, escrito por ele e por Vladimir Palmeira).
E depois, em 27 de dezembro de 1998, ao Jornal do Brasil:
"O treinamento militar em Havana era um teatrinho, um vestibular para o
cemitério". (José Dirceu).
- "Populismo é a arte de distribuir as riquezas antes
de produzi-las" (senador Roberto Campos, no discurso de despedida do Senado,
em janeiro de 1999).
- "Um regime revolucionário tem que se desembaraçar de
um certo número de indivíduos que o ameaçam, e não vejo outro meio de fazer
isso senão a morte. Da prisão, sempre se pode sair. Os revolucionários de 1793
provavelmente não mataram o bastante". (Jean-Paul Sartre).
- "Cuando teniamos todas las respostas, se cambiaram
las preguntas" (frase pintada em um muro em Quito/Equador, logo após o
desmantelamento do socialismo real).
- "Ele (Celso Daniel) se encontrará com Marighela,
Guevara, Paulo Freire, Henfil, Betinho, Chico Mendes, Toninho e os sem
terra" (Declaração de Lula sobre a morte do prefeito Celso Daniel, jornal
Correio do Povo, Porto Alegre, 16 de janeiro de 2002, página 2).
- Frei Beto, no II Fórum Social Mundial usou da palavra e,
lá pelas tantas, disse que "a sociedade do futuro mais livre, mais
igualitária e mais solidária se define em uma só palavra: socialismo”. Pediu
uma salva de palmas para Karl Marx e disse que “o homem novo deve ser filho do
casamento de Ernesto Che Guevara e Santa Teresa de Jesus".
Fonte: Alerta Total
_________________
Carlos I. S. Azambuja é Historiador.
A garantia da democracia
Irresponsáveis e egoístas, ignoram na sua soberba de poder
que o atual estágio de nossa evolução democrática tem um ponto de partida, a
inauguração do atual regime em 1985, a única República que não se instalou no
Brasil por um golpe de estado, historicamente ancorada, gostem ou não, na Lei
da Anistia de 1979. Sem refletir sobre o significado e consequências de sua
atitude, esquecem lições como as deixadas nas palavras de um dos grandes
pensadores do século 20, Norberto Bobbio: “uma sociedade democrática, pode
suportar a violência criminal: embora dentro de certos limites [...]. Não pode
suportar a violência política”.
É essa violência política que o governo brasileiro
desconsidera deliberadamente no curso ilegal que promove nos trabalhos da
Comissão Nacional da Verdade, ao omitir a violência doutrinária que o marxismo
instilou no pensamento brasileiro desde os anos 50 e a violência real que o
terrorismo causou nos anos 60 e 70, não só contra pessoas constitucionalmente
incumbidas da manutenção da Lei e da Ordem, mas contra cidadãos comuns, alheios
ou avessos aos projetos revolucionários de tomada do poder pela força.
Obter ilegalmente armas letais; conspirar contra a ordem
pública; praticar crimes contra a segurança pública; sequestrar, assassinar e
mutilar pessoas; aterrorizar a sociedade mediante atentados causadores de
mortes, ferimentos e destruição e, principalmente, pretender fazer da população
civil o alvo de represálias do governo, conforme preconizou o teórico da
guerrilha urbana Carlos Marighela, são crimes de violência política, certamente
mais graves do que a violência criminal que a sociedade deve enfrentar.
Na verdade, a tentativa deliberada de se fazerem apagar tais
crimes mediante a criminalização generalizada dos atos de antagonistas, passando
por cima do esquecimento que beneficiou ambos, deveria se constituir em ilícito
contra a sociedade, como aconteceu há pouco tempo na Espanha.
Apagar os próprios crimes pela criminalização discricionária
de outrem é, pelo arbítrio, agravar a incapacidade de uma sociedade se
relacionar com as violações das normas, a anomia, origem desse risco bastante
real à democracia apontado por Ralf Dahrendorf, que é a tirania, em qualquer de
suas formas.
Afinal, a democracia, mais do que convergência em normas nas
quais fruímos a convivência pacífica, é a observância do processo, de cujo
desrespeito Bobbio extraiu a advertência que deve nos assombrar
permanentemente: “se é que no futuro ainda existirão governos democráticos,
algo que não podemos saber com certeza”.
Ao contrário do que se toma hoje do noticiário nacional, o
respeito pela letra e espírito da Anistia diz muito pouco quanto aos seus
efeitos imediatos, materializados na responsabilização de uns e na absolvição
de outros à revelia da Lei.
Por inúmeras razões que deveriam ser conhecidas e discutidas
pela sociedade brasileira, ela diz respeito a todos nós e ao futuro de nossa
democracia.
Depois do debate, PT lança novo pacote de maldades contra Marina
Por Veja.com
Dilma Rousseff e seus aliados vão reforçar os ataques à
candidata do PSB, Marina Silva, na reta final das eleições. Serão quatro dias
para terminar o plano de desconstrução, que tem dado certo. Marina não consegue
se defender, está visivelmente abalada e ontem foi mal no debate.
Um gás para Amorinha
Por Ronaldo Fontes
O ministro da defesa do Brasil, disse claramente na última
semana em reunião em Santos, que o Brasil deve preocupar-se com as fronteiras
da América Latina e que as
Adesgs(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) assim como a
própria Escola Superior de Guerra deverão mudar seus conceitos de defesa e soberania
em benefício da América do Sul.
O que isto representa?
Representa, que o ministro, assim como o governo, está trilhando o caminho da traição contra o país
e contra o povo. O globalismo, que teve início na segunda década do século XX,
nada mais é que a forma moderna do colonialismo, onde os países desenvolvidos
extraem bens e recursos primários dos
menos desenvolvidos porém ricos em matérias-primas.
Para esse fim utilizam atualmente duas estratégias: a
filosofia Gramscista e a tática Fabianista, ambas com características de não
violência para tomar o poder
Fazem crer a população que nosso grande inimigo é os estados
Unidos da América do Norte, quando em realidade é nosso grande parceiro.
Os EUA poderão um dia tornar-se uma ameaça? Claro que sim,
porém não é da forma com que estão projetando nossa defesa que conseguirão
isso.
Conceitualmente, a Defesa Nacional é um conjunto de atitudes
, medidas e ações de Estado, para defesa do território , da soberania e dos
interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais e
manifestas.
Para isto, as Forças Armadas dever possuir condições de
dissuasão a QUALQUER TIPO DE AGRESSÃO.
O ministro referiu-se em seu discurso, me parece que sem
conhecimento de causa e assim contemplo meus pensamentos evitando uma análise
mais cruel de sua figura, a um capítulo da defesa Nacional denominado SEGURANÇA
E DEFESA COLETIVAS.
Segurança coletiva é proporcionada por ações de um Sistema
de Defesa integrado por diferentes nações e deve possuir três condições
básicas:
- Os membros devem ter condições de reunião a qualquer momento força suficiente para enfrentar com vantagem o agressor.
- Devem ter as mesmas concepções de defesa
- Devem colocar interesses regionais conflitantes abaixo do interesse coletivo, para colocar em prática as medidas de defesa comuns.
Não é isso que esses governos fazem. São lacaios do Foro de
São Paulo e do Diálogo Interamericano que lhes dão as ordens a ser cumpridas.
São planos de governo e não de Estado, porque são ideológicos e não visam o Bem
Comum da Nação Brasileira.
Deveriam estar preocupados com as condições de nossa defesa,
através de consecução de políticas de Estado que premiem nossas Forças Armadas
com recursos materiais , humanos e valorizando nossos soldados.
Ao contrário , tudo fazem para desacreditar nossas Forças
Armadas e reduzir sua capacidade de defesa da nação.
O Amorinha é doce ao foro de são Paulo e ácido aos
brasileiros.
Fonte: Alerta Total
_____________
Ronaldo Fontes é Médico e presidente do Instituto Foro do
Brasil.
Jornalista publica texto após visitar Cuba: 'Favela totalitária, em que todos nascem condenados à prisão perpétua'.
Por Lígia Ferreira - Folha Política
![]() |
Imagem: Gabriela di Bella/JC
|
O jornalista Juremir Machado da Silva, do Correio do Povo,
republicou, nesta semana, artigo escrito após a visita a Cuba, gerando polêmica
nas redes sociais. Para Silva, Cuba é um regime totalitário, uma "enorme
favela em meio ao paraíso caribenho", uma grande prisão, em que
"todos nascem condenados à prisão perpétua". Leia abaixo:
Na crônica da semana passada, tentei, pela milésima vez,
aderir ao comunismo. Usei todos os chavões que conhecia para justificar o
projeto cubano. Não deu certo. Depois de 11 dias na ilha de Fidel Castro,
entreguei de novos os pontos.
O problema do socialismo é sempre o real. Está certo que as
utopias são virtuais, o não-lugar, mas tanto problema com a realidade
inviabiliza qualquer adesão. Volto chocado: Cuba é uma favela no paraíso
caribenho.
Não fiquei trancando no mundo cinco estrelas do hotel Habana
Libre. Fui para a rua. Vi, ouvi e me estarreci. Em 42 anos, Fidel construiu o
inferno ao alcance de todos. Em Cuba, até os médicos são miseráveis. Ninguém
pode queixar-se de discriminação. É ainda pior. Os cubanos gostam de uma
fórmula cristalina: ‘Cuba tem 11 milhões de habitantes e 5 milhões de
policiais’. Um policial pode ganhar até quatro vezes mais do que um médico,
cujo salário anda em torno de 15 dólares mensais. José, professor de História,
e Marcela, sua companheira, moram num cortiço, no Centro de Havana, com mais
dez pessoas (em outros chega a 30). Não há mais água encanada. Calorosos e
necessitados de tudo, querem ser ouvidos. José tem o dom da síntese: ‘Cuba é
uma prisão, um cárcere especial. Aqui já se nasce prisioneiro. E a pena é
perpétua. Não podemos viajar e somos vigiados em permanência. Tenho uma vida
tripla: nas aulas, minto para os alunos. Faço a apologia da revolução. Fora,
sei que vivo um pesadelo. Alívio é arranjar dólares com turistas’. José e
Marcela, Ariel e Julia, Paco e Adelaida, entre tantos com quem falamos,pedem
tudo: sabão, roupas, livros, dinheiro, papel higiênico, absorventes. Como não
podem entrar sozinhos nos hotéis de luxo que dominam Havana, quando convidados
por turistas, não perdem tempo: enchem os bolsos de envelopes de açúcar. O
sistema de livreta, pelo qual os cubanos recebem do governo uma espécie de
cesta básica, garante comida para uma semana. Depois, cada um que se vire.
Carne é um produto impensável.
José e Marcela, ainda assim, quiseram mostrar a casa e
servir um almoço de domingo: arroz, feijão e alguns pedaços de fígado de boi.
Uma festa. Culpa do embargo norte-americano? Resultado da queda do Leste
Europeu? José não vacila: ‘Para quem tem dólares não há embargo. A crise do
Leste trouxe um agravamento da situação econômica. Mas, se Cuba é uma ditadura,
isso nada tem a ver com o bloqueio’. Cuba tem quatro classes sociais: os altos
funcionários do Estado, confortavelmente instalados em Miramar; os militares e
os policiais; os empregados de hotel (que recebem gorjetas em dólar); e o povo.
‘Para ter um emprego num hotel é preciso ser filho de papai, ser protegido de
um grande, ter influência’, explica Ricardo, engenheiro que virou mecânico e gostaria
de ser mensageiro nos hotéis luxuosos de redes internacionais.
Certa noite, numa roda de novos amigos, brinco que,quando
visito um país problemático, o regime cai logo depois da minha saída. Respondem
em uníssono:
Vamos te expulsar daqui agora mesmo’. Pergunto por que não
se rebelam, não protestam, não matam Fidel? Explicam que foram educados para o
medo, vivem num Estado totalitário, não têm um líder de oposição e não saberiam
atacar com pedras, à moda palestina. Prometem, no embalo das piadas, substituir
todas as fotos de Che Guevara espalhadas pela ilha por uma minha se eu
assassinar Fidel para eles.
Quero explicações, definições, mais luz. Resumem: ‘Cuba é
uma ditadura’. Peço demonstrações: ‘Aqui não existem eleições. A democracia
participativa, direta, popular, é um fachada para a manipulação. Não temos
campanhas eleitorais, só temos um partido, um jornal, dois canais de televisão,
de propaganda, e, se fizéssemos um discurso em praça pública para criticar o
governo, seríamos presos na hora’.
Ricardo Alarcón aparece na televisão para dizer que o
sistema eleitoral de Cuba é o mais democrático do mundo. Os telespectadores
riem: ‘É o braço direito da ditadura. O partido indica o candidato a delegado
de um distrito; cabe aos moradores do lugar confirmá-lo; a partir daí, o povo
não interfere em mais nada. Os delegados confirmam os deputados; estes, o
Conselho de Estado; que consagra Fidel’.Mas e a educação e a saúde para todos?
Ariel explica: ‘Temos alfabetização e profissionalização para todos, não educação.
Somos formados para ler a versão oficial, não para a liberdade.
A educação só existe para a consciência crítica, à qual não
temos direito. O sistema de saúde é bom e garante que vivamos mais tempo para a
submissão’.José mostra-me as prostitutas, dá os preços e diz que ninguém as
condena:’Estão ajudando as famílias a sobreviver’. Por uma de 15 anos,
estudante e bonita, 80 dólares. Quatro velhas negras olham uma televisão em
preto e branco, cuja imagem não se fixa. Tentam ver ‘Força de um Desejo’. Uma delas
justifica: ‘Só temos a macumba (santería) e as novelas como alento. Fidel já
nos tirou tudo.Tomara que nos deixe as novelas brasileiras’. Antes da
partida,José exige que eu me comprometa a ter coragem de, ao chegar ao Brasil,
contar a verdade que me ensinaram: em Cuba só há ‘rumvoltados’.
Fonte: A Direita Brasileira em Ação
Debate sem nocaute favorece Dilma
Por Veja.com
O debate de ontem da Rede Record foi sem xeque-mate. Os
escândalos envolvendo a Petrobras dominaram a discussão mas nem Marina Silva,
nem Aécio Neves conseguiram nocautear a presidente-candidata, Dilma Rousseff
que acabou ganhando o debate.
Assinar:
Postagens (Atom)


