domingo, 27 de abril de 2014

Agora o rombo é na Petros, fundo de pensão controlado por sindicalistas ligados ao PT


Rindo da destruição do Brasil?
Reinaldo Azevedo disse certa vez que é uma enxadada, uma minhoca. Um leitor corrigiu: no caso do PT, tem sido uma enxadada, uma jibóia. A cada dia, com um pouco de pesquisa dos jornalistas, emerge do pântano um monstro gigantesco criado pelos petistas. O mais novo é um rombo de R$ 500 milhões no fundo de pensão Petros, dos funcionários da Petrobras, por decisões políticas tomadas na era Lula, como mostra reportagem do GLOBO:

Enquanto a ingerência política mergulha a Petrobras numa das maiores crises de sua História, o fundo de pensão dos funcionários da estatal, a Fundação Petros, vive dias turbulentos pelos mesmos motivos. Pela primeira vez em dez anos, as contas da entidade foram rejeitadas por unanimidade por seu conselho fiscal. Nem mesmo os dois conselheiros indicados pela Petrobras no colegiado de quatro cadeiras recomendaram a aprovação das demonstrações financeiras de 2013, que apontaram um déficit operacional de R$ 2,8 bilhões no principal plano de benefícios dos funcionários da estatal e um rombo que pode chegar a R$ 500 milhões com despesas de administração de planos de outras categorias. Mesmo assim, as contas foram aprovadas no órgão superior da entidade, o conselho deliberativo, abrindo uma crise interna no fundo.

Um grupo de conselheiros eleitos descontentes resolveu recorrer à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão que fiscaliza fundos de pensão, para denunciar a direção da Petros, controlada por sindicalistas ligados ao PT desde 2003. Os resultados dos investimentos da fundação têm recebido pareceres contrários do conselho fiscal há dez anos, mas apenas com o voto dos conselheiros eleitos pelos funcionários. No entanto, as contas sempre foram aprovadas pelo conselho deliberativo, órgão superior, no qual a Petrobras, patrocinadora do fundo, indica o presidente, tendo direito a voto de desempate. A estatal, no entanto, nem tem precisado usar esse recurso.

Para quem trabalhou tantos anos no mercado financeiro como eu, escândalos envolvendo fundos de pensão não chegam a ser exatamente uma surpresa. O que o PT sempre consegue surpreender é em relação à magnitude das coisas, e à forma escancarara com que faz suas estripulias.

Quando se trata de sindicatos e fundos de pensão, então, pode-se falar até mesmo em uma simbiose completa com o PT, a ponto de não ser exagero algum chamar o Brasil atual de uma “república sindical“. O aparelhamento foi total. Nada ficou livre das garras dos petistas e seus apaniguados. Agências reguladoras, sindicatos, estatais, fundos de pensão, ministérios, STF…

Para adicionar insulto à injúria, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Antonio Levanhagem, defendeu recentemente a volta da contribuição sindical para todos os trabalhadores, independentemente se querem ou não colaborar com os sindicatos. Essa coisa de contribuição voluntária e filiação livre não está com nada. Os sindicatos devem arrecadar mesmo sem o trabalhador querer sua representação.

Com o toque de Midas às avessas, o PT estraga tudo aquilo que toca. O prejuízo milionário no fundo de pensão da Petrobras é apenas mais um caso que vem à tona, e muitos outros devem permanecer ocultos por aí. Basta pensar que, sob sua gestão, a Petrobras faz saques de US$ 10 milhões só com aprovação verbal, algo que nem mesmo uma quitanda faria. É um assombro!

Muitos podem achar que é uso de linguagem exagerada em ano eleitoral, mas é minha mais profunda convicção como cidadão brasileiro: o país não agüenta mais 4 anos de PT. O custo, que já é enorme, ficará insuportável, e o retrocesso será capaz de causar uma convulsão social no dia em que o paiol explodir. Ou o Brasil acaba com o PT nas urnas, ou o PT acaba com o Brasil…

Uma nova chance para não errar!

Por Gen Bda Paulo Chagas

Caros Amigos
 
Infelizmente Dilma está no poder! Parabéns aos que nela votaram e que por seu intermédio se locupletaram e ajudaram a quebrar o Brasil!

Chamei sua vitória nas últimas eleições de “Vitória de Pirro”, obtida a alto preço e que trouxe consigo prejuízos que estão custando e que ainda custarão muito caro a todos nós!

Naquela eleição, 45% dos brasileiros, massificados, enganados, comprados, contaminados, coniventes ou comprometidos, elegeram o programa do corruPTo para conduzir os destinos do Brasil. 21% lavaram as mãos, omitiram-se ou desistiram do Brasil. 34% apostaram no outro projeto ou, como eu, empenharam-se para que o pior fosse evitado.

Eu estava certo quando disse que perdemos todos!

Nós, os derrotados nas urnas, combatemos o bom combate, chegamos ao final da corrida e não perdemos a fé. Perdemos aquela batalha, mas não a guerra, porque a Democracia, como entendemos que deve ser, ainda está de pé e o povo desta terra, livre e alegre por natureza, não sabe viver sem a LIBERDADE que um dia abriu suas asas sobre nós!

O programa de governo escrito, assinado, não lido, mas divulgado e enaltecido, ameaçadora e arrogantemente por José Dirceu, o mafioso de muitas caras e nenhum caráter, temporariamente detido na Papuda, contemplava como fundamento e alicerce a morte da liberdade e pressupunha a inesgotabilidade dos recursos do que e de quem produz e paga impostos!

Muitos dos que deram seu voto, inocentemente, às conveniências da circunstância, acreditando no efêmero agrado da demagogia ou inebriados por vantagens voláteis, agora conseguem enxergar a falsidade, a hipocrisia e a truculência escondidas por trás do sorriso enigmático da nossa “Prima Donna”!

Foi, de fato, uma conquista da Democracia inventada pelos constituintes de 1988, manipulada pelo instrumento criado para torna-la vulnerável: a liberdade de ser contra tudo, inclusive contra ela própria!

Esta estratégia destrutiva, vitoriosa na decadente Venezuela e em outras não menos decadentes repúblicas latino americanas, foi traçada no agora conhecido Foro de São Paulo, cujo poder satânico não podemos mais ignorar. Estamos a sentir na carne, mais cedo do que pensavam os mais pessimistas, as consequências daquela imprudência eleitoral.

Tudo que aí está é contra a natureza do povo, que já está abrindo os olhos para a realidade e que reagirá, democraticamente e em paz, ordeira e legalmente, espero, em defesa de seus valores, hoje deturpados e ameaçados pelos estrategistas do mal, lobos em pele de carneiro, hipócritas travestidos de democratas!

Que Deus proteja a todos nós! Rogo-Lhe para que ilumine o gentil povo dessa terra e a mente dos incautos que, há quase quatro anos, colocaram nosso destino nas mãos incompetentes, totalitárias e liberticidas de Dilma Rousseff.

Que Ele nos perdoe se errarmos de novo!



Petistas abrem rombo de R$ 500 milhões no fundo de pensão da Petrobras.


Enquanto a ingerência política mergulha a Petrobras numa das maiores crises de sua História, o fundo de pensão dos funcionários da estatal, a Fundação Petros, vive dias turbulentos pelos mesmos motivos. Pela primeira vez em dez anos, as contas da entidade foram rejeitadas por unanimidade por seu conselho fiscal. Nem mesmo os dois conselheiros indicados pela Petrobras no colegiado de quatro cadeiras recomendaram a aprovação das demonstrações financeiras de 2013, que apontaram um déficit operacional de R$ 2,8 bilhões no principal plano de benefícios dos funcionários da estatal e um rombo que pode chegar a R$ 500 milhões com despesas de administração de planos de outras categorias. Mesmo assim, as contas foram aprovadas no órgão superior da entidade, o conselho deliberativo, abrindo uma crise interna no fundo.

Um grupo de conselheiros eleitos descontentes resolveu recorrer à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão que fiscaliza fundos de pensão, para denunciar a direção da Petros, controlada por sindicalistas ligados ao PT desde 2003. Os resultados dos investimentos da fundação têm recebido pareceres contrários do conselho fiscal há dez anos, mas apenas com o voto dos conselheiros eleitos pelos funcionários. No entanto, as contas sempre foram aprovadas pelo conselho deliberativo, órgão superior, no qual a Petrobras, patrocinadora do fundo, indica o presidente, tendo direito a voto de desempate. A estatal, no entanto, nem tem precisado usar esse recurso.

O conselho deliberativo tem seis integrantes, três eleitos pelos funcionários e três indicados pela Petrobras. Um dos eleitos pelos empregados, Paulo Cezar Chamadoiro Martin, passou a votar com os conselheiros da Petrobras, aprovando decisões por maioria simples. Foi o que aconteceu no último dia 31 de março, quando o conselho deliberativo ignorou o parecer unânime do conselho fiscal e aprovou as contas da Petros sem sequer mencioná-lo. Martin é dirigente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço sindical do PT. Sindicalistas ocupam cargos de confiança na Petrobras, que tem obtido apoio da FUP na Petros.

Os conselheiros vencidos, um suplente e dois conselheiros fiscais também eleitos pelos funcionários foram a Brasília entregar à Previc duas denúncias e duas consultas pedindo maior rigor na fiscalização das contas do fundo.

Nos documentos, obtidos pelo GLOBO, eles apontam que o principal motivo da reprovação das contas da Petros pelo conselho fiscal foi o fato de a maioria dos quase 40 planos de outras categorias que passaram a ser geridos pela fundação durante o governo Lula ser deficitária: não geram recursos suficientes para pagar os custos de administração. Esses custos estão saindo do mesmo fundo de administração dos dois planos originais da Petros, que terão de pagar a aposentadoria de 75 mil funcionários da Petrobras e suas subsidiárias. O cálculo dos conselheiros, baseado em dados que atribuem à própria Petros, é que, em cinco anos, os dois planos perderam pelo menos R$ 200 milhões. Esse montante, alegam, pode chegar a R$ 500 milhões, se for corrigido. (O Globo)

Adriana Vandoni e sua opinião sobre o aborto


A Cartilha de Antonio Gramsci

Por Manoel Soriano Neto*

Intelectual italiano e um dos fundadores do Partido Comunista Italiano (PCI) em 1921, percebeu que a implantação do comunismo nos países do Ocidente não deveria seguir o modelo russo (LENIN) do uso da violência para conquistar ou tomar o Estado, mas, sim, ao contrário, primeiro conquistar o Estado e depois, então, a aplicação da violência para finalizar o processo.

Nessa concepção, destaca-se o valor atribuído ao seu entendimento de Sociedade Civil como sendo o espaço social onde deve ocorrer a luta pela hegemonia, para que a classe subalterna passe a ser a Classe Dirigente.
Um grupo social da classe dirigente, assumindo o controle da Sociedade Política (Estado), permite que o partido da Classe Dirigente seja posicionado acima do Estado.

A manobra simples, lenta e gradual utiliza-se dos instrumentos legais e políticos da democracia para, de forma pacífica e sorrateira, minar e enfraquecer as principais trincheiras democráticas: Executivo, Legislativo, Judiciário, Forças Armadas, Religião e Família. Usando a propaganda subliminar, o populismo e a demagogia, as consciências são entorpecidas e é criada a sociedade massificada para a luta pela hegemonia.

O envolvimento estratégico também é simples e eficaz, conduzindo o processo em três fases:

- na primeira, organiza o Partido das Classes Subalternas e luta pela ampliação das franquias democráticas para facilitar a ação política, explorando as deficiências e vulnerabilidades do governo;
- na segunda, luta pela hegemonia das classes subalternas, criando as condições para a tomada do poder;
- na terceira fase, toma o poder, impondo novos valores e princípios através de uma nova ordem.

O «socialismo pacífico» é a etapa intermediária para o «socialismo marxista», o marxismo-leninismo, o comunismo...

Preso em 1926, escreveu na prisão «Cadernos do Cárcere» contendo o seu pensamento sobre a tomada do poder de forma pacífica. Foi libertado pouco antes de morrer em 1937.

O gramscismo contagiou países da Europa e, hoje, está transbordando na América do Sul.


A PENETRAÇÃO GRAMSCISTA NO BRASIL

 FINALIDADE

Criar as melhores condições para transformar o Brasil em uma República Socialista sob a inspiração de Antônio Gramsci.

OBJETIVOS

1. Obter a hegemonia na sociedade civil.
2. Obter a hegemonia na sociedade política ( Estado)
3. Estabelecer o domínio do intelectual coletivo (partido classe).
4. Silenciar os intelectuais independentes.

MÉTODO

Realizar a transformação intelectual e moral da sociedade pelo abandono de suas tradições, usos e costumes, mudando valores culturais de forma progressiva e contínua, introduzindo novos conceitos que, absorvidos pelas pessoas, criam o «senso comum modificado», gerando uma consciência homogênea construída com sutileza e sem aparente conteúdo ideológico, buscando a identificação com os anseios e necessidades não atendidas pelo poder público.

Assim é estabelecido o desejo de mudança em direção a um mundo novo, com a sociedade controlada através dos mecanismos de uma «democracia popular», onde os pensadores livres, temendo o rótulo de retrógrados ou alienados, se submetem a uma prisão sem grades calando a voz de divergência existente dentro de si e se deixam, assim, vencer pelo «senso comum modificado». Este prossegue intoxicando a sociedade, sob a égide do Estado, usado para reduzir e suprimir a capacidade de reação individual e coletiva.

Nesse momento, está construída a base para a «tomada do poder» e consequente implantação do Estado Socialista.

AÇÕES QUE ENFRAQUECEM TRINCHEIRAS DA DEMOCRACIA

I. PARTIDOS POLÍTICOS

• Estimular o número elevado de partidos para enfraquecer a oposição e facilitar a tática de «aliança», favorecendo o «partido classe».
• Manter a regionalização dos partidos; o controle por caciques ou oligarquias regionais afeta a unidade nacional, favorecendo o enfraquecimento dos partidos políticos de oposição e favorecendo o «partido classe», que possui «unidade de comando».
• Admitir a pluralidade de esquerda para ser bem explorada pelo «partido classe» por tempo determinado.
• Esvaziar as poucas lideranças da oposição através de patrulhamento e ataque (dossiê) direto ou indireto (parentes).
• Criar fatos novos para o esquecimento das mazelas de militantes do «partido classe» e aliados.
• Afastar ou mudar de cargo o militante com erro focado pela mídia de oposição, para a sua proteção e do «partido classe».
• Usar a «mídia da situação» para silenciar as mazelas dos militantes do «partido classe».
• Infiltrar militantes nos outros partidos para obter o seu controle e esvaziar os líderes de oposição, os neutros e os que não são adeptos do «partido classe».

II. EXECUTIVO

• Criar aparelhos governamentais de coerção.
• Distribuir cargos em órgãos e empresas públicas para militantes do partido-classe e seus aliados, em todos os níveis da administração (federal, estadual e municipal), (aparelhar o Estado).
• Criar uma estrutura policial que possa ser transformada em Guarda Nacional ou Guarda Pessoal ou em Polícia Política (Polícia Federal, Força Nacional) para emprego imediato, quando chegar o momento oportuno.
• Ampliar o «curral eleitoral» usando o assistencialismo como fim e não como meio, mantendo o benefício por tempo indeterminado.
• Manter o «curral eleitoral» através de um sistema de ensino, controlando o baixo nível de aprendizagem e desenvolvimento da inteligência.
• Silenciar a imprensa através de emprego da verba pública destinada à propaganda, mantendo a população sem informação correta.
• Neutralizar políticos de oposição e aliados através de distribuição de dinheiro, cargo público ou qualquer outro tipo de benefício pessoal ou familiar.
• Criar ou fortalecer um organismo sul americano para diminuir a importância da OEA (EUA).
• Participar de um bloco sul americano de repúblicas socialistas democráticas.
• Facilitar a penetração cultural e a projeção dos intelectuais orgânicos.
• Denegrir heróis nacionais.
• Enaltecer militantes da ideologia marxista.
• Desmerecer fatos e vultos marcantes da História Nacional.
• Impedir a tomada da Consciência Nacional.
• Entorpecer a Vontade Nacional.
• Eliminar valores do processo histórico-cultural nacional.
• Mudar usos e costumes.
• Enfraquecer o moral nacional.
• Mudar traços da identidade nacional.
• Mudar valores e princípios ético-morais.
• Enfraquecer a família.
• Enfraquecer a coesão-nacional.
• Lançar a discórdia no seio da população.
• Desviar o foco dos debates em torno de questões relevantes em áreas estratégicas (saúde, educação, segurança, defesa, etc), isentando o Governo de responsabilidade pelas deficiências e vulnerabilidades.
• Estabelecer um poder paralelo ao do Estado (Conselho de Política Externa, Comissão de Direitos Humanos, etc).
• Alimentar as ONGs com o dinheiro público e estimular outras para atuarem na sociedade civil, apoiando direta ou indiretamente a luta pela sua hegemonia.

III. LEGISLATIVO

• Eleger militantes do Partido-Classe.
• Unir temporariamente os partidos de mesma ideologia.
• Fazer alianças com partidos de ideologia oposta.
• Desmoralizar o Legislativo, mantendo privilégios, barganhas e a falta de espírito público.
• Criar leis para dar o respaldo às mudanças de usos, costumes e valores da nacionalidade brasileira.
• Obter o controle do Legislativo para conquistar o domínio da sociedade política (Estado), através do Partido-Classe.
• Enfraquecer o Legislativo como fiscal do Executivo.
• Submeter o Estado ao controle do Partido-Classe.

IV. JUDICIÁRIO

• Retardar ou impedir a modernização da estrutura do judiciário.
• Retardar ou impedir o aperfeiçoamento do funcionamento do judiciário.
• Estimular o corporativismo extremado na magistratura.
• Manter o magistrado afastado do povo e das suas necessidades.
• Difundir na sociedade civil as ideias de parcialidade, ineficiência e improbidade do judiciário.
• Desacreditar o judiciário perante as classes subalternas, explorando a lentidão funcional e a corrupção e privilégios dos magistrados como funcionários públicos.
• Aparelhar o judiciário.

V. ESCOLA

• Usar as universidades como refúgio ideológico.
• Buscar a hegemonia nos meios intelectuais.
• Construir nova massa de manobra, usando as universidades, a mídia e as editoras.
• Criar a geração revolucionária nas escolas do ensino médio.
• Usar professores da nova massa de manobra no ensino básico (fundamental e médio).
• Fortalecer o controle do sistema de ensino que não ensina a pensar, através do MEC.
• Apagar a memória do povo reescrevendo a história do Brasil para fatos e vultos nacionais relevantes.
• Mudar valores e princípios ético-morais (professores homossexuais no ensino médio e fundamental, alterando a estrutura familiar).
• Enfraquecer a vontade nacional.
• Transformar a consciência nacional em consciência do partido político.
• Controlar escolas e universidades particulares através de sindicatos e com uma reforma universitária.

VI. FORÇAS ARMADAS

• Enfraquecer a união dos militares, afastando os militares da ativa dos militares inativos.
• Enfraquecer o «espírito de corpo», separando os oficiais generais da tropa.
• Introduzir, a curto prazo, o uso de drogas entre os militares.
• Disseminar, a médio prazo, o homossexualismo entre os militares.
• Preparar, a longo prazo, as gerações de chefes militares que servirão ao governo, e não à pátria, modificando a grade curricular das escolas de formação.
• Enfraquecer a credibilidade e a confiança da população nas forças armadas.
• Desestimular profissionalmente os militares que servem à pátria e não ao governo.
• Criar o ambiente em que os oficiais terão apenas a visão da expressão militar e não de todo o poder nacional.
• Enfraquecer o «espírito combativo», de fundamental importância no confronto bélico.
  
CONSIDERAÇÕES FINAIS

O pensamento de Gramsci está sendo aplicado de forma dissimulada e protegida pelas franquias da democracia, tornando difícil a sua identificação.

Conhecendo o pensamento de Gramsci, as técnicas para a sua aplicação e com uma análise paciente e detalhada da conjuntura nacional, chega a ser surpreendente a infiltração do marxismo–gramscismo na sociedade brasileira.

Encontrando Gramsci, a decisão sobre o que e como fazer é do descobridor.

Já é hora de deixarem de lutar por ideologias importadas, inadequadas às características do brasileiro, que atendem a interesses estrangeiros ao dificultarem o progresso do nosso país.




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*Historiador Militar Membro da AHIMTB - msorianoneto@hotmail.com

Quem quer matar Paulo Costa, Pizzolato, Vargas...?

 
Alguém já ouviu falar na “República de Londrina”? Quem conhece a política paranaense a fundo garante que é o grupo de lá quem domina os negócios mais lucrativos no desgoverno federal do PT. Eles dividem a hegemonia com os paulistas: o presidentro Lula, os reeducandos José Dirceu e José Genoíno, e os bem educados Antônio Palocci Filho, Aloísio Mercadante e Guido Mantega. A Presidenta Dilma Rousseff – que posa de gerentona – é uma mera marionete de todos eles. Por isso, perderá a reeleição com o afundamento do PTitanic no oceano de lama.

Têm origem política em Londrina: Gilberto Carvalho, Paulo Bernardo, Gleise Hoffman, Miriam Belchior, André Vargas (agora em desgraça) e o falecido deputado federal, salvo pela morte da condenação no Mensalão, José Janene. Pelo menos os dois últimos, vivos ou mortos politicamente, sempre tiveram relações de grana com o doleiro Alberto Yousseff, também de Londrina, poderosíssimo porque sua família opera para o grande capital da comunidade judaica e libanesa no Brasil. Youssef é sócio de Paulo Roberto Costa – ex-diretor da Petrobras que agora se diz jurado de morte.

O empresário Hermes Magnus, dono da empresa Dunel Ltda, que foi sócio do falecido deputado mensaleiro José Janene, revelou à revista IstoÉ o impressionante esquema de corrupção operado por Alberto Youssef, com ramificações nos Correios, que dá uma dimensão de como agia a facção criminosa da República de Londrina. Assustadora é sua versão sobre o poder do esquema: “Janene batia no peito para dizer que só ele e o Zé Dirceu poderiam derrubar o Lula. Mas que o mensalão é da política, sempre existiu. O Janene distribuía dinheiro para políticos em sua Mansão. Dava churrasco todo sábado. Vi lá o deputado André Vargas, o ex-prefeito Barbosa Neto, a quem deu R$ 150 mil. O deputado João Pizolatti, PP, estava sempre lá”.

A Operação Lava Jato ameaça passar o rodo na cúpula da República Sindicalista do Brazil, começando pela animada turma de Londrina. Por isso, está aberta a temporada de traições e riscos concretos de mortes para aqueles que são arquivos-vivos de um esquema de corrupção nunca antes visto na história deste Brasil. O primeiro a dar um sinal concreto de que a coisa beira a fatalidade é Paulo Roberto Costa – que já é réu pelas maquiagens para lavar dinheiro desviado de contratos da Petrobras. O problema é que ele não falou a verdade no bilhete ao advogado, no qual relata ter sido ameaçado por um agente federal, na carceragem provisória da Superintendência da PF, em Curitiba.

A versão não contada – que vazou ontem à tarde, é que Paulo Roberto recebeu um recado de dois outros presos provisórios, na ida para o banho de sol. A dupla advertiu Paulo que “dois caras viriam presos de Brasília para fazê-lo”. Na linguagem das cadeias, fazer alguém significa “assassinar”. Mesmo não acreditando na versão de Costa sobre a ameaça vinda de um policial federal, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, já determinou que ele seja transferido para uma ala de presos especiais do Presídio Estadual de Paraquara II, na região metropolitana de Curitiba. Preso desde março, por tentativa de destruição de provas, Paulo tende a passar um bom tempo hospedado na cadeia. A PF abriu um procedimento administrativo e um inquérito para apurar o que de fato aconteceu com Costa em suas dependências.

 

Outro cabra ameaçado de morte é o principal arquivo-vivo da transferência de grana roubada e lavada no esquema do Mensalão. Como o Alerta Total já tinha antecipado (vide a nota “Vade retro”, na edição de 6 de fevereiro), a Itália vai devolver ao Brasil o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro na Ação Penal 470. Contra Pizzolato pesa o fato de, mesmo tendo dupla cidadania tupiniquim-italiana, ter fugido daqui usando o passaporte falsificado em nome do irmão Celso Pizzolato, morto em 1978.

O Procurador do Ministério Público italiano, Alberto Candi, já se manifestou à Corte de Apelação de Bolonha pela extradição daquele que promete ser um dos mais incômodos personagens para a petralhada em plena véspera da reeleição perdida. Entregar Pizzolato (ainda preso por falsidade ideológica e documental) será o troco dos italianos pelos petistas terem dado asilo ao ex-terrorista e ativista de esquerda Césare Battisti... O pior é que a Itália deve mandar junto todas as provas de transferências bancárias feitas na França, na Suíça e na própria Itália. Pizzolato teria usado nomes de italianos e marroquinos como “laranjas” para enviar dinheiro ao Brasil.

Antes que se desfaça a dúvida se Pizzolato realmente corre risco de vida ao voltar ao Brasil (como alegam seus defensores), complica-se a situação de outro personagem candidato a fazer companhia a Celso Daniel (prefeito de Santo André sequestrado, torturado, seviciado e assassinado em 2002 – um cadáver politicamente insepulto de um crime nunca esclarecido de verdade que apavora a cúpula petista). O candidato a arquivo-morto chama-se André Vargas que se desfiliou ao PT semana passada, muito PT da vida por ter sido abandonado pelo comando partidário. A mágoa maior de André é com ninguém menos que Luiz Inácio Lula da Silva – a quem atribui ter sido o autor de seu “justiçamento partidário”.

André só continua deputado federal, até quando der, para não ser imediatamente preso. Só a parte do processo da Operação Lava Jato que liga seu nome ao doleiro Youssef já tem 60 mil páginas. Seu caso deve superar o volume do gigantesco processo do Mensalão, já que a Polícia Federal ainda precisa transcrever o teor de 27 HDs apreendidos na Lava Jato. Mas o que mais apavora a petralhada é o teor nos dois computadores apreendidos na sede da Petrobras. Lá podem estar as memórias de negócios de Paulo Costa com o doleiro Youssef, na triangulação com André Vargas, e outros personagens ainda menos votados, mas que logo devem aparecer nas páginas policiais.

 

Para descontrair de tanta sacanagem, as intercepções telefônicas legais das Operações Miqueias (que apura fraudes em fundos de previdência municipais) e da Lava Jato já servem até de inspiração para um filme do gênero comédia romântica. A coluna de Felipe Patury, na revista Época, revela que, em 28 de fevereiro, às 8h 33min, o doleiro Yousseff e o deputado federal baiano Luiz Argôlo (Solidariedade) mantiveram um papo pra lá de carinhoso. Argôlo soltou: “Você sabe que eu tenho um carinho por você e é muito especial”. Como Youssef respondeu “e eu idem”, o parlamentar abriu o coração: “Queria ter falado isto ontem. Acabei não falando. Te amo”. Youssef retribuiu: “Eu amo você também! Muitooooooooooo”.

Não se sabe se, nesse caso, dá para provar a tese de que o amor verdadeiro seja um contraegoísmo... Mas o deputado federal baiano merecia ganhar de presente um CD com o sambinha do Jards Macalé com a antológica música com letra de uma palavra só: “Coração”. De novo Luiz Argôlo, agora em uma das 400 trocas de mensagens do doleiro Faued Traboulsi. O papo amoroso foi na saída do aeroporto de Brasília, onde o parlamentar era aguardado pelo homem das verdinhas para a carona em uma BMW X6 branquinha. Segundo relato da coluna de Ricardo Boechat, na revista IstoÉ, Faued comemora: “Estamos bem, hein!”. E Argôlo complementa: “A gente vai dominar este País!”

“Tá tudo dominado” – como se diz na gíria da marginalidade... Infelizmente, o domínio não se dá através do amor verdadeiro... Mas através de uma evidente paixão pela corrupção, mexendo com o instinto basicamente macabro do ser humano na sociedade capitalista, sempre correndo atrás de dinheiro, sexo e poder... O caso concreto, no estágio atual dos escândalos da Lava Jato, Porto Seguro e operações afins, é que existe alto risco de morte de muitos envolvidos cuja memória representem risco para a cúpula da organização criminosa. Infelizmente, muita gente pode morrer. Mas não vai morrer de amor... Com certeza...

Coração, ai Coração...


Reprodução do show do Jards Macalé, em 2009, no Hotel Pequena Suécia, em Penedo. Muito divertido, no YouTube do Paulo Vieira Ramos de Assis.

Segredinho milionário da Presidenta


Será que o coração da Presidenta Dilma Rousseffa aguenta vir a público para explicar e justificar que 98,5% das despesas de seu gabinete sejam protegidas pela rubrica “Secreta”, em nome da segurança nacional?

Bem que a oposição podia aproveitar para perguntar a Dilma como ela gastou, só este ano, secretamente, R$ 1.013.459,93 do total de R$ 1.027.432,09 torrados até agora pela Presidência da República.

Mais de um milhão de reais consumidos sigilosamente, via cartão corporativo da Presidência da República, é segredo caro demais até para justificar as despesas especiais do Agente 171 da República Sindicalista do Brazil... 

Passadilma

Terça-feira têm mais cabras marcados para se ferrarem.

A Comissão de Ética da Presidência da República tende a pedir a abertura de processo contra o ex-diretor internacional da Petrobras e financeiro da BR Distribuidora, Nestor Cerveró – autor do dossiê incompleto que teria induzido Dilma, então “presidente” do Conselho de Administração da Petrobras a aprovar o péssimo negócio de compra da sucata da refinaria Pasadena, no Texas (EUA).

A mesma comissão também deve detonar Paulo Roberto Costa – certamente recomendando que o réu da Lava Jato nunca mais possa fazer parte do serviço público federal...

Golpe de Verdade do Crime Organizado

Releia o artigo de Antônio Ribas Paiva: Roleta Viciada é Golpe de Estado

PT em transe

Por falar em morte, quem já morreu foi a candidatura do Alexandre Padilha...

Literalmente, a pretensão dele foi lavada a jato...

Por isso, a oposição já recomenda: "Vai pra casa, Padilha"...


Negócio da China: Labogen, comandado por indicado do Padilha, lavou U$ 113 milhões.

 
O laboratório Labogen, controlado pelo doleiro Alberto Youssef, lavou US$ 113,38 milhões, entre janeiro de 2009 e dezembro de 2013. O poderio do esquema foi descoberto com a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa no âmbito da Lava Jato – operação deflagrada pela Polícia Federal em 17 de março, que derrubou organização criminosa liderada por Youssef e seu aliado principal, Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás.

O sofisticado esquema do “laboratório lavanderia” desprezou o surrado modelo dólar cabo – transferência virtual de valores para paraísos fiscais – e deu lugar ao uso de contratos de câmbio para importações fictícias de medicamentos. O dinheiro foi parar na China.

A Lava Jato descobriu que o laboratório firmou 1.945 contratos de câmbio em nome de duas coligadas, a Labogen Química Fina e Biotecnologia e a Indústria e Comércio de Medicamentos Labogen. A primeira realizou 1.294 operações, que somaram US$ 75,31 milhões. A outra efetuou 651 “transações de papel”, ao valor global de US$ 38,07 milhões.

A lavanderia pode ter ocultado dinheiro sujo em volume ainda maior, alcançando a cifra máxima de US$ 184,44 milhões em quatro anos. A Procuradoria da República descobriu que as contas de outras três empresas foram utilizadas para movimentar recursos que o laboratório do doleiro amealhou por meio de contratos superfaturados em órgãos públicos.

Essas três empresas – Hmar Consultoria em Informática, GFD Investimentos e Piroquímica Comercial (fabricante de produtos farmacêuticos) – fecharam naquele período 991 contratos de câmbio para remessa de mais US$ 71,06 milhões para a China.

Beneficiários. A PF e a Procuradoria da República querem identificar os beneficiários reais do dinheiro ilícito aportado em contas de doleiros de Hong Kong e Taiwan, praças escolhidas pelo laboratório para avançar o ciclo da lavagem.

O laboratório é o foco central da Lava Jato porque liga o doleiro ao ex-diretor da Petrobrás – ambos presos em março – e ao deputado paranaense André Vargas, que anunciou anteontem sua desfiliação do PT após pressão dos próprios colegas de partido.

O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, é citado na Lava Jato. Usando o laboratório como carro-chefe, o doleiro tentou obter contrato milionário no Ministério da Saúde, amparado em um programa de parceria da pasta.

No grampo da PF, Vargas – que só pode ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal por ser deputado – disse que Padilha indicou o executivo Marcus Moura para atuar no Labogen. O ex-ministro nega relações com o doleiro e rechaça a versão de que recomendou um profissional para o laboratório. O ministério diz que não celebrou contrato com o Labogen.

Para a PF, “pode-se estar diante de mais uma ferramenta para sangria dos cofres públicos, uma vez que os relatórios de inteligência financeira indicam claramente a atuação da empresa Labogen para objetivos bem distintos de seu objeto social”.

A Procuradoria imputa a Youssef e a Costa lavagem de dinheiro ilícito arrecadado a partir de corrupção e peculato. O ex-diretor da estatal teria recebido R$ 7,95 milhões em propinas no âmbito das obras supostamente superfaturadas da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Controle. A “lavanderia” entrou em operação quando Youssef assumiu o controle do laboratório – oficialmente sob direção do administrador Leonardo Meirelles, “operador e testa de ferro” do doleiro, segundo a PF. A produção da “lavanderia” impressionou os investigadores. Os contratos de câmbio se sucederam em ritmo frenético, quase sempre em valores relativamente baixos, em média de até US$ 100 mil cada um, justamente para evitar cair no radar dos órgãos fiscalizadores.

“A organização criminosa agia estruturalmente ordenada, caracterizada pela divisão formal de tarefas e com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem indevida derivada dos crimes de peculato, corrupção ativa e corrupção passiva e lavagem de dinheiro em detrimento da Petrobrás, entre 2009 até 2014”, sustenta a Procuradoria. (Estadão)

POR INTOLERÁVEL QUE PAREÇA

Há bem poucos dias, o IPEA e o IBGE qualificaram-se para a linha de tiro da oposição. As duas instituições encarregadas de fornecer números aos analistas nacionais e às políticas dos setores público e privado foram acusadas de sujeição às conveniências eleitorais do governo e de seu partido. Quando isso ocorre em qualquer instituição permanente do Estado ou da administração pública, tem-se um verdadeiro sequestro, com severo dano ao interesse nacional. Aliás, reiteradamente, as redes sociais estampam imagens de policiais federais também manifestando contrariedade com a intrusão do partido do governo nas atividades da corporação. Embora as denúncias envolvendo a Petrobras sejam, agora, a face mais visível do fenômeno que descrevo, tais fatos se reproduzem e multiplicam na imensa estrutura dos poderes públicos. É para proporcionar isso que o Estado não pára de crescer. E de encarecer. É por isso que os partidos se multiplicam como coelhos e o tamanho do Estado avança na mesma cadência. Cada peça dessa imensa máquina, pequena ou grande, responde a algum partido em primeiríssimo lugar. O bem nacional vem depois. Ou, simplesmente não vem.

Recordo os meses que antecederam à eleição de 2010. Cumpriu-se um cronograma de notícias oficiais, boas para o governo, divulgadas nos momentos propícios, e propagadas pela mídia sem a devida análise crítica. Tudo para nos convencer de que o Brasil era uma ilha de prosperidade e que nosso PIB cresceria segundo aqueles números sempre superiores a 4%. Números que o ministro Mantega traz na cabeça, todo Ano Novo, quando acorda do revellion. E passa o ano inteiro corrigindo para baixo.

Por incrível que pareça, não entra no campo das análises políticas o motivo pelo qual se estabelece no Brasil esse assalto partidário a tudo que é público. Atribui-se ao velho patrimonialismo algo que tem causa institucional. Para bem entendermos o que acontece é preciso distinguir o que é Estado, o que é governo e o que é administração pública. Estado é um ente político de existência permanente, geograficamente delimitado, com poder soberano em relação a um povo que ali habita, zelando pelo bem comum num sentido amplo. O governo desempenha apenas uma das várias funções do Estado; cabe-lhe cumprir as leis e definir políticas, programas e ações para atender o bem comum nas circunstâncias dadas e por um período de tempo limitado. A administração, por seu turno, é o aparelho funcional através do qual tais políticas, programas e ações são executadas, atendendo de modo continuado os sucessivos governos.

Nas democracias, como se pode presumir, o Estado, por ser de todos, não deve ter partido. A administração, por servir a todos, tampouco. Assim sendo, o governo e só o governo pode ser provido pelos partidos com seus partidários. Por isso mesmo ele é escolhido numa eleição entre as legendas e tem prazo de validade limitado. Deveria saltar dos enunciados acima o absurdo em que incorre nosso modelo institucional quando, além do governo, atribui a uma única pessoa e a seu partido também Estado e o aparelho da administração pública.

É a raposa cuidando do galinheiro. É a festa do poder. É também por isso que quando a luz se acende sobre a festa de ontem, o salão está repleto de sinais da orgia. E como só ao povo, pagador da conta, interessa moralizar as instituições, nada muda para que tudo fique como está. Assim prossegue nossa democracia, por intolerável que pareça.



ZERO HORA, 27 de abril de 2013

Cel Malhães morreu de causas naturais.
RJ: coronel morreu de causas naturais, diz documento oficial

Paula Bianchi - Portal Terra - Direto de Nova Iguaçu

Guia de Sepultamento traz isquemia de miocárdio e edema pulmonar como motivos que levaram ao óbito do militar da reserva; polícia investiga se morte teve violência

Isquemia de miocárdio e edema pulmonar levaram ao óbito do militar da reserva, segundo Guia de Sepultamento O coronel reformado do Exército Paulo Malhães morreu de causas naturais, vítima de edema pulmonar, isquemia de miocárdio e miocardiopatia hipertrófica, conforme a Guia de Sepultamento do militar entregue neste sábado em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.

 O documento, necessário para que o enterro seja realizado, foi obtido pelo Terra no cemitério municipal de Nova Iguaçu com uma fonte que não quis se identificar.O documento contraria algumas linhas de investigação da polícia, que apura se houve violência na morte do militar, e avaliação da Comissão da Verdade do Rio, que classificou o óbito como "queima de arquivo". O coronel admitiu ter participado de torturas e desaparecimentos durante a ditadura e foi encontrado morto dentro da sua residência em Nova Iguaçu.




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Observação do site www.averdadesufocada.com : E agora, Dalaris , Damous, Marias do Rosario, Natalinis e outros prejulgadores e donos da verdade que andaram dizendo que possivelmente teria sido uma queima de arquivo?  Será que vão conseguir mudar mais esse laudo e o atestado de óbito do Cel Malhães, como estão fazendo na Comissão da Verdade, com laudos, atestados de óbitos de casos de mais de 40 anos?

Aterro Sanitário

Por Humberto de Luna Freire Filho*
 
A que ponto chegamos! o governo mudou de estratégia após a decisão da ministra Rosa Weber do Supremo Tribunal Federal (STF) acatando pedido da oposição por uma CPI exclusiva da Petrobras. Já aceita a instalação da CPI exclusiva. Porém o Congresso Nacional, hoje transformado em aterro sanitário, através de uma das Casa comandada por um subserviente senador, pau mandado do poder Executivo, deverá recorrer da decisão da ministra do supremo. Isso reforça o medo que os dois podres poderes têm da verdade.

A roubalheira foi grande a ponto de destruírem a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo. Li certa vez comentário de um grande empresário americano que dizia: uma petroleira bem administrada é o melhor negócio do mundo e o segundo melhor negocio do mundo ainda seria uma petroleira mal administrada. Ele esqueceu de dizer o que seria uma petroleira descaradamente roubada.

Não precisa muito esforço para que a população brasileira veja por quem está sendo governada. A nível federal um bando de ladrões e incompetentes há 11 anos destrói o país e é formado pelos dois maiores partidos do Brasil. O Partido dos Trabalhadores (PT) que dá as sujas ordens em conluio com o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

O maior e mais bem estruturado, mas nunca quis estar na presidência. Fica satisfeito em comandar a roubalheira dos porões dos ministérios onde circula mais dinheiro, são os verdadeiros gigolôs da República, não querem dar cara para Bater. O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o terceiro partido, e que se diz oposição, governa o mais rico estado da federação há 20 anos.

Ontem resolveu vir à televisão para ameaçar o cidadão com multa em caso de não economizar água, em vista da grave crise que se avizinha com a crescente carência nos reservatórios que abastecem a maior cidade do país, crise essa, em parte pela falta de investimentos e pela má administração, que há muito vem desempenhando no estado.

A bandidagem faz a festa, o cidadão paga a conta e ainda é ameaçado. Quando o Brasil vai ser um país sério? Quando vamos ter estadistas e não ladrões tomando conta do cofre?


Fonte: Alerta Total


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* Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Petrobras engana o país em campanha de propaganda. Existe Conar para quê?



Acima, o comercial que a Petrobras está veiculando para manipular a opinião pública, afirmando que é uma empresa eficiente. Além do dinheiro que o Brasil está perdendo com a corrupção dentro da estatal, agora também paga propaganda enganosa. Vejam o gráfico abaixo, que é mostrado aos 13 segundos do filme. Comentamos abaixo dele.



Observem que em 2002 a Petrobras refinou 1.641.000 barris de petróleo. Em 2013, alcançou a produção de 2.124.000 barris. O crescimento é de 29,4% em 11 anos. Uma média ridícula de 2,37% ao ano. No entanto, observem a escala do gráfico. Quem olha 2002 e compara com 2013 pensa que o crescimento foi estrondoso. Observem, também, o tamanho dos números. Eles vão aumentando, para iludir o telespectador a respeito do crescimento. Um truque sujo, próprio de uma empresa corrupta, suspeita nas suas ações, investigada por uma série de maracutaias que não param de surgir. Vejam, abaixo, o que seria um gráfico real.

Esta é a escala correta. Este é o gráfico que mostra o crescimento real do 
refino de petróleo desenvolvido pela Petrobras. O que está no filme é 
propaganda enganosa e mentirosa.
O Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar), tendo em vista que o assunto é de interesse nacional e que a empresa passará a enfrentar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) deveria, por contra própria, acionar a estatal e tirar o filme do ar. Por má fé. Por mascarar os números. Por enganar o contribuinte. Se o Conar não o fizer, a Oposição que o faça. São nestas pequenas safadezas que o governo Dilma e a administração petista mostram a sua índole. O Brasil não aguenta mais tanta mentira. O Brasil não aguenta mais os Joãos Santanas. Chega de maquiagem e marquetagem.

BOM NEGÓCIO - DILMA

Contragolpe Militar 64


Palestra sobre o contra golpe militar de 31 de Março de 1964, proferida pelo Historiador, Professor Wander Pugliesi. Essa elucidativa palestra foi proferida para a Rádio Nereu Ramos de Blumenau, SC, no programa Jornal da Nereu, em 31 de Março de 2014, data histórica comemorativa ao Jubileu de Ouro do Contra Golpe Militar que livrou o Brasil do comunismo russo/cubano, que nos ameaçava à época, e, continua nos ameaçando, nos dias atuais.

Com medo da vaia, Dilma cancela ida à Agrishow. Aécio confirmado.


A presidente Dilma Rousseff cancelou neste sábado a visita que faria na próxima segunda-feira (28) a 21ª edição do Agrishow, maior feira de tecnologia do agronegócio brasileiro. Dilma havia confirmado presença na abertura da feira, que acontece em Ribeirão Preto (SP), ao presidente da Agrishow, Maurilio Biagi Filho, durante reunião na semana passada do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, organizado pelo governo federal para ouvir empresários. A presidente decidiu enviar o ministro da Agricultura, Neri Geller, como representante do Palácio do Planalto.

Com o cancelamento, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) será o principal convidado do Agrishow. O evento acontece na região onde estão as principais usinas do setor sucroalcooleiro do País. Os usineiros ameaçam retirar apoio à reeleição de Dilma por discordar da política de incentivo à gasolina e por não terem conseguido ainda sensibilizar o governo na campanha pela ampliação da proporção, de 25% para 27,5%, da mistura de etanol à fórmula da gasolina. Biaggi chegou a ser cogitado para ser vice na chapa petista ao governo paulista, que deve ser encabeçada por Alexandre Padilha, mas declinou do convite. (Estadão)