sexta-feira, 17 de abril de 2015

Dilma, desesperada ou autoritária?


Caros amigos

A governanta Dilma Rousseff finalmente indicou o substituto do Ministro Joaquim Barbosa, trata-se de Luiz Edson Fachin.

Recebi, junto com a notícia da indicação, um vídeo que evidencia o critério político da escolha de mais um “companhero” que, se não é filiado ao partido que destruiu física e moralmente o Brasil, é identificado com o seu projeto de poder e, por mais méritos culturais e jurídicos que tenha, nada indica que exercerá o cargo com a isenção que o momento e a situação exigem.

Para um cidadão brasileiro como eu, trata-se, evidentemente, não da nomeação de um Juiz para a Suprema Corte, mas da contratação de mais um advogado para os bandidos do “corruPTo” e do governo. Mais uma tentativa de consagrar e consolidar a impunidade que, em grande medida, é uma das responsáveis pelo caos generalizado que assola o país em todas as áreas da administração pública.

Ao tomar conhecimento da verdade sobre a situação geral do País e da trapaça eleitoral de que foi vítima, a Nação passou a rejeitar a governanta e o projeto de poder do partido que a apóia, cujos integrantes se locupletam, sem nenhum pudor, de recursos públicos e de empresas públicas. Não é por outra razão que compartilham celas na carceragem da Polícia Federal.

A cada dia que passa os brasileiros tomam conhecimento de novos e mais escabrosos casos de crimes contra o erário e a soberania nacionais cuja culpabilidade se aproxima, ameaçadoramente, da pessoa da governanta Dilma Rousseff!

A nomeação de um amigo da causa e, só por isto, de alguma forma, também responsável pelos crimes, para integrar a corte que a julgará, pode ser desespero ou autoritarismo da candidata ao banco dos réus!

Cabe ao Senado Federal analisar a atitude e concluir sobre qual ou quais dos substantivos a definem e responder com a devolução do nome e a mensagem de que tenha vergonha na cara, desista dos meios escusos para livrar-se da culpa, escolha um nome decente e faça delação premiada!

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