Por Exilado TV
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Aqui entre Nós, na TVEJA: Carlos Graieb, Augusto Nunes e Ricardo Setti analisam, ao lado de Joice Hasselmann, a pesquisa do Ibope e o debate promovido pela Band
O Aqui Entre Nós, transmitido ao vivo pela TVEJA, analisou a
pesquisa do Ibope divulgada nesta terça-feira, o debate entre os candidatos à
Presidência promovido pela Band e a entrevista de Marina Silva ao Jornal
Nacional, transmitida nesta quarta-feira pela TV Globo.
Participaram do programa
apresentado por Joice Hasselmann o editor-executivo do site de VEJA, Carlos
Graieb, e os colunistas Ricardo Setti e Augusto Nunes.
Avenida Castelo Branco ou da Legalidade?
Por Percival Puggina
Os dois edis implicam
com o nome da avenida. Ela lembra um marechal do Exército Brasileiro, chefe de
operações da FEB durante a 2ª Guerra Mundial e o primeiro dos governantes
militares brasileiros entre 1964 e 1985. Alegam que o marechal participou de um
golpe e que, embarcado nesse golpe, chegou à presidência. Ora, quantas cidades
e logradouros públicos homenageiam o Marechal Deodoro? Também ele, no seio de
um golpe contra a monarquia constitucional, chegou inconstitucionalmente à
presidência. O marechal Floriano, destinatário de iguais homenagens póstumas,
participou dos mesmos eventos cívico-militares. Como vice-presidente, assumiu o
poder na renúncia de Deodoro, exercendo o governo como ditador de fato e
prorrogando o próprio mandato para muito além do tempo constitucional previsto
para si. Nada diferente a assunção de Vargas em 1930, no bojo de uma revolução,
e sua longa ditadura até 1945.
No Rio Grande do Sul,
com Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros, tivemos três décadas de governos
estaduais sob constituição não democrática e eleições fraudadas. E não há
cidade gaúcha sem rua ou praça que os reverencie.
Castelo Branco foi eleito presidente, em sessão conjunta do
Congresso Nacional, recebendo 361 votos de um total de 388, numa eleição em que
os congressistas poderiam escolher o candidato que bem quisessem (inclusive
houve votos para Juarez Távora e Eurico Gaspar Dutra). Entre os eleitores de
Castelo Branco alinharam-se ilustres brasileiros, como JK, Ulysses Guimarães,
Plínio de Arruda Sampaio (ex-PT e depois PSOL, recentemente falecido), Tancredo
Neves e Franco Montoro.
É um caso de lanterna na popa, segundo a consistente imagem
concebida pelo saudoso Roberto Campos.
O velho Marx
Por Alessandro Barreta Garcia
Marx ficou famoso por retratar o proletário e suas condições
de trabalho, contudo, Marx nunca viu ou conversou com um proletário
pessoalmente. Marx nunca pisou em uma fábrica, nunca esteve em um local de
manufatura, nunca presenciou um trabalho industrial. Marx é uma fraude.
Ademais, estar entre proletários não era uma ideia atraente para o velho Marx.
Por ironia, Marx preferia a classe média, seria odiado pela Marilena Chauí.
Além de utilizar fontes desatualizadas, mutiladas,
adulteradas e deturpadas de Engels, o velho Marx foi mesmo um brilhante
falsificador. Alterou declarações de Gladstone e Adam Smith, sendo que a
totalidade do capitulo 8 do Capital é uma falsificação do começo ao fim. O
velho Marx é uma praga, uma epidemia no cérebro dos idiotas úteis.
Marx, além de falsificador era um homem extremamente
violento, sua personalidade forte lhe proporcionou toda sua raiva contra o
burguês, muito embora o próprio Marx também fosse um. Marx brigava com todos os
seus amigos, além é claro, de dominá-los friamente. Marx se inclinava ao
terrorismo e a violência, tese indiscutível em sua “obra”. Além de violento,
Marx tinha uma inabilidade surpreendente para lidar com dinheiro, essa
característica lhe atribuía aversão aos credores. Marx era um explorador, sua
empregada nunca recebeu um centavo em salários. Além de não pagar sua
empregada, Marx traiu sua esposa com sua serva dos afazeres domésticos, não
contente, Marx nunca reconhecer seu filho com esta. Marx explorou sua família,
e principalmente seu melhor amigo Engels. Marx praticamente nunca trabalhou, a
não ser, esporadicamente como “jornalista”. Para finalizar, Marx era um
racista, chamava seu genro, Paul Lafargue, de “Negrinho” e “Gorila”. Marx
sempre tratou mal todos aqueles que se candidatavam a companheiros de suas
filhas. Por fim, Marx é uma das grandes enfermidades da sociedade, ele é um
demônio a ser exorcizado.
__________________
Bibliografia Consultada
- JOHNSON, P. Os intelectuais. Tradução de: André Luiz Barros da Silva, – Rio de Janeiro: Imago Ed, 1990.
- REALE, G, e ANTISERI, D. História da filosofia, 5: do romantismo ao empiriocriticismo. São Paulo: Paulus, 2005.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
GEN MARCO FELÍCIO - "ALERTA A NAÇÃO - Eles que venham, por aqui não passarão!!!" - Candidato à Deputado Federal/MG - 2560 - DEM
"Enquanto vivermos a atual situação de afastamento das
Forças Armadas da Política, abre-se para a Reserva um novo papel de cunho
político, no chamado regime democrático: o de opinar livremente sobre assuntos
políticos e o da representação política, através de bancada de deputados,
defendendo os interesses da classe e da Instituição militar e parceira valiosa
das chefias militares para aprovação de projetos de interesse das Forças.
Até quando os militares da Reserva, se manterão
marginalizados?"
General Marco Antonio Felício da Silva
ALERTA À NACÃO
"ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens
cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu
juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que
representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos
fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto
publicado no site do Clube Militar (leia aqui), a partir do dia 16 de fevereiro
próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação
nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer
tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a
quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social,
tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta,
determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos
relevantes da História Pátria.
A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato
histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida
por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares
que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de
ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da
República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para
citar alguns.
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e
vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos,
envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos
militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes
orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a
altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o
País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da
mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da
FGV-SP).
O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos
valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os
interesses maiores da Pátria.
Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto
supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato
inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o
beneplácito, inaceitável, do atual governo.
28/02/2012
PAULO EDUARDO MARTINS vence o PT na Justiça Eleitoral
Paulo Eduardo Martins, jornalista, ferrenho crítico do governo petista e candidato à Deputado Federal pelo Paraná venceu na Justiça Eleitoral as duas ações que o PT havia movido contra ele e sua campanha às Eleições 2014.
Em um novo vídeo o Candidato continua em sua campanha: "O PT deve ir para o lixo da História..."
Em seu primeiro vídeo de campanha o jornalista falava acerca da luta contra as mazelas petistas:
“Corrupção generalizada, mensalão, Petrobras saqueada. Enquanto os brasileiros agonizam, mandam o nosso dinheiro pra Cuba, pra ditadores, pra companheirada, falam até em controlar a mídia. Não podemos permitir que eles transformem o nosso país numa Venezuela. Precisamos parar o PT, me ajude a enfrentar essa gente …”
Tendo sido a causa das ações impetradas pelo PT junto à Justiça Eleitoral.
Vou votar em você, Aécio
Por Enio Mainardi
Aécio, meu velho, vou votar
Deve
ser uma estratégia de campanha você contrastar tua figura
"presidenciável" com o daquela senhora odiável e desprezível que
parece sempre estar tão mentalmente desorganizada, tão alienada do mundo.
Mas ela tem a caneta na mão e assina papéis que compram
Pasadena, que importa médicos fajutos, que prefere investir em Cuba, Venezuela
ao invés de nosso tão desesperadamente carente Brasil. E que sorrateiramente
sancionou esse maldito Decreto 8243 que vai criar os Sovietes, que significa a
liquidação do nosso (ainda) regime democrático.
Vou votar em você Aécio. Pode
ser que você esteja mineiramente quieto e se fingindo de morto enquanto vai
costurando acordos políticos que, no fim, vão virar o veneno que fará o PT
entrar em coma e morrer. Pode ser. Mas reconheça que muitos do que votarão em
você o farão principalmente para se opor ao PT.
Esquecendo, por um momento, dos
votos dos "bolsas", somos nós que faremos a diferença. E nós queremos
botar fé que você seja o cavaleiro de armadura reluzente, que com a sua espada
Durindana vai estraçalhar as hostes inimigas. Nós queremos que você seja o
nosso Campeão.
Sei que não é novidade o que estou aqui dizendo, e que é
inocente quem põe sua vida na mão dos outros, confiando inteiramente no Líder sob
o qual faremos a guerra. Mas que outra possibilidade temos, além de você?
Aécio, fala! são tantos os temas que estão sendo discutidos por tantos,
inclusive aqui no Face. Mas você não fala e nós ficamos conjecturando o que te
faz tão convencional, tão discreto. Você é neto do Tancredo, que era cheio de
manhas, espertezas, tão bom jogador de poker que foi. Talvez seja assim mesmo
que se deve jogar numa eleição como esta, você deve saber - temos que confiar
em teu critério. Mas estamos ressabiados.
Queremos colocar pólvora e bolas de
aço em nossas espingardas, sair das trincheiras e correr contra o inimigo que
nos amedronta, e que nos empurra para a defensiva. Precisamos de tua voz e
entusiasmo, Aécio. O tempo está correndo contra nós.
Desculpe falar tanto em nós,
nós. Seria mais apropriado dizer que, talvez, esta opinião seja só minha.
Fonte: A Verdade Sufocada
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