domingo, 23 de agosto de 2015

“A PRAÇA PÚBLICA É MAIOR QUE AS URNAS”

Por Maria Lucia Victor Barbosa

“A PRAÇA PÚBLICA É MAIOR QUE AS URNAS” - Ulysses Guimarães


Na atualidade a palavra impeachment tornou-se o veredito das multidões que encheram as ruas do Brasil no histórico dia 16 de agosto. Foi o maior julgamento popular de um presidente da República, no caso, da presidente Dilma Rousseff.



O movimento, como os dois anteriores foi espontâneo, consciente, apartidário, ordeiro, pacífico, com objetivo claro e definido: Fora Dilma. Fora Lula. Fora PT. Grandes faixas com a palavra impeachment exibiram a tônica do “plebiscito”, pedindo a saída da governante que quebrou o País e jogou a conta nas costas do povo depois de tê-lo enganado nas eleições com mentiras.

Emblematicamente, em Brasília, o gigantesco balão com a cara de Lula da Silva, vestido de presidiário e com o número dos Irmãos Metralha no peito, indicava que o presidente de fato já não passa de um Pixuleco das falcatruas.

Neste cenário soou falso o discurso do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, que do alto do seu pomposo e inútil cargo acusou o povo de intolerante e pediu otimismo. O ministro esqueceu que as pessoas costumam ir aos supermercados onde a realidade da inflação e da queda de renda é inequívoca.

Edinho Silva também mandou recado para a oposição, que nunca existiu, declarando numa linguagem lulesca: “Só esperamos que, quando os interesses são do País, que, em vez de ficarmos cultivando questões partidárias, a gente possa enxergar aquilo que é do interesse nacional”.

Portanto, o ministro pede aos outros o que nunca foi feito por seu partido, o PT e, ao mesmo tempo, não tem noção de um fato básico: Não tem governo que resiste quando a economia vai mal. 

Tampouco, Edinho Silva leu “O Príncipe”, de Nicolau Maquiavel, onde está escrito: “Os homens esquecem mais facilmente a morte do pai do que a perda do patrimônio”. Mas ler, ainda mais “O Príncipe”, seria pedir demais ao ministro.

Sobre a oposição, que na linguagem petista significa PSDB, o PT pode ficar sossegado. O ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso, sempre foi o maior defensor de Lula e do PT, no que foi seguido por seus correligionários. Aguentou oito anos ouvindo “Fora FHC” e, depois de ter entregado ao recém-eleito presidente Lula um governo sem inflação, seus melhores quadros e políticas sociais que o PT imitou, ouviu por mais 12 anos indo para 13 que sua herança era maldita. E tem mais: em agosto de 1999, Lula da Silva disse: “Renúncia é um gesto de grandeza e FHC não tem essa grandeza”. O pedido de renúncia depois pareceu pouco e o PT passou também a encampar uma campanha pelo impeachment de Fernando Henrique Cardoso. Naquela ocasião não era golpe.

Agora foi dito que FHC unificou o PSDB em torno do pedido de renúncia da Presidente. Um mimo dado a Rousseff, que jamais irá renunciar. E assim, entre impeachment, novas eleições ou cassação de Rousseff, o PSDB aceitou, por enquanto, que pedir a impossível renúncia da presidente é melhor. E se Eduardo Cunha, a única oposição real pedir o impeachment, os tucanos aprovam. Pelo menos é o que é dito agora. Se bem que os tucanos já estão com a bandeja pronta para entregar a cabeça de Cunha depois que o Procurador-geral, Rodrigo Janot, o denunciou.

Enquanto isso, a classe dirigente petista conta com Renan Calheiros para salvar a pele da presidente e, é claro, a sua própria, no tapetão institucional. Também aumentam as performances da presidente diante de públicos selecionados que a aplaudem. E não poderia faltar um contra-ataque dos ditos movimentos sociais sustentados pelo governo e que foram realizados dia 20 deste a favor de Rousseff e, paradoxalmente, contra o ajuste fiscal e a Agenda Brasil.

Os “exércitos” de Stédile, Boulos e da CUT, com exceção de São Paulo onde houve mais gente, nas demais capitais não passaram de grupelhos do pixuleco. Mesmo porque, os manifestantes chapa-branca fazem parte dos 8% que apoiam Rousseff contra os 70,1% da população, uma quantidade descomunal de coxinhas, de conservadores da classe média de direita e, como disse Lula da Silva, de nazistas.

O PT, que também participou do impeachment do ex-presidente Collor, hoje chama de golpistas os que querem se ver livre do pior governo presidencial de nossa história. Isso lembra uma entrevista de Ulysses Guimarães antes da queda de Collor.

Disse o deputado, que a praça pública era maior que as ruas e que Collor não era mais presidente. Teria este se tornado um fantasma, mas um fantasma que provocava inflação, desemprego, queda da bolsa e que devia ser exorcizado. O cidadão havia votado em Collor, mas acordara e estava nas ruas. Na Câmara, se não votassem o impeachment seriam considerados cúmplices.

Agora não temos governo, mas um fantasma que provoca um cortejo de desgraças para o País. Os cidadãos acordaram. É hora do Congresso relembrar que a praça pública é maior que as urnas. Caso contrário, os parlamentares serão cúmplices.



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Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

www.maluvibar.blogspot.com.br

DROGAS - O STF VAI FAZER OUTRA DAS SUAS...



Com Gilmar Mendes votando como votou, demos mais um passo na direção da liberação total das drogas.

Gilmar Mendes encomenda a bala de prata para destruir DILMA

Por Carlos Newton

GILMAR MENDES ENCOMENDA A BALA DE PRATA PARA DESTRUIR DILMAA notícia não teve a repercussão que merecia. Foi da maior gravidade a decisão do ministro Gilmar Mendes, que na condição de vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, solicitou à área técnica do um levantamento formal das doações feitas ao PT por sete das empreiteiras investigadas no esquema de corrupção da Petrobras.

O ministro pediu informações sobre doações das construtoras OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Corrêa, Engevix e Odebrecht, que são alvos da Lava Jato. E a análise será feita nos repasses realizados pelas empreiteiras entre 2010 e 2014. Ou seja, vai se concentrar justamente na época do governo da presidente Dilma Rousseff, que alega ser honesta e não ter nada a ver com os malfeitos cometidos na gestão de seu antecessor, Lula da Silva.

O cruzamento de dados foi solicitado por Mendes no processo de prestação de contas da campanha do PT nas eleiçõespresidenciais de 2014. O balanço das contas da petista já foi aprovado pelo TSE com ressalvas, mas Mendes determinou que o material ficasse disponível por um ano para avaliação de eventuais irregularidades.

DINHEIRO DA PROPINA

No despacho, o ministro justificou a demanda “tendo em vista fatos amplamente noticiados pelos meios de comunicação de que doações ao Partido dos Trabalhadores (PT) foram realizadas com dinheiro de propina, supostamente oriundo de sobrepreços praticados em contrato com a administração pública”.

O resultado da pesquisa do TSE poderá ter efeito devastador, se confirmar as informações já transmitidas à força-tarefa da Lava Jato por réus que fizeram delação premiada e confirmaram doações ilegais à campanha do PT, especialmente o empresário Ricardo Pessoa, coordenador do cartel, que já fez a denúncia, mas ainda será ouvida a respeito pela Justiça Eleitoral para descer a detalhes.

Este cruzamento de informações pode ser a bala de prata que está faltando para liquidar com o governo que está vampirizando o povo brasileiro.

SINDICATO DE LADRÕES

Em julho, pesquisa feita pela Folha de S.Paulo mostrou que empresas investigadas no esquema doaram ao caixa do PT R$ 26,9 milhões – 48% dos repasses recebidos pela sigla– em 2014. Nas eleições de 2014, as empreiteiras envolvidas na sétima na Operação Lava Jato repassaram R$ 72,5 milhões às campanhas presidenciais de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) –sendo R$ 53,3 milhões para a petista e R$ 19,2 milhões para o tucano, vejam só como as empresas envolvidas na corrupção demonstraram enorme preferência ao PT, ao invés de apoiar o partido que ideologicamente as representam.

Parece estranho, muito estranho, mesmo. Justamente por isso, o ministro Gilmar Mendes afirmou que é preciso esclarecer se recursos desviados da Petrobras alimentaram doações para a campanha de Dilma, porque que o TSE “não pode permitir que o país se transforme num sindicato de ladrões”.



sábado, 22 de agosto de 2015

Paródia: Eu Voltei...Prá Cadeia!


Dirceu tentou criar auxílio funerário no Bolsa Família; intermediação era feita por consultoria


jose_dirceu_42Pá de cal – A Polícia Federal trabalha para descobrir qual a relação dos negócios de consultoria de José Dirceu com a tentativa de fechar contrato de auxílio funerário com inscritos no Programa Bolsa Família, principal vitrine social dos governos petistas. O ex-ministro do governo Lula está preso desde o dia 3 de agosto, alvo da décima sétima fase da Operação Lava-Jato.

Nas buscas que realizou no início deste mês, durante a Operação Pixuleco, em endereços de Luiz Eduardo Oliveira e Silva – irmão e sócio do ex-ministro na JD Assessoria e Consultoria -, a PF encontrou contratos relacionados a suposto convênio firmado entre o Ministério do Desenvolvimento Social com a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT – criada em 2007. O negócio envolveria ainda a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi).

A empresa de seguros e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) informaram que o convênio para fornecer e administrar o benefício de Assistência Funeral para todos os inscritos no programa Bolsa Família não chegou a ser fechado.

Entretanto, entre os documentos recolhidos durante ação de busca e apreensão consta um que seria o elo entre Dirceu e a suposta tentativa de convênio com o Ministério de Desenvolvimento Social. É uma empresa de consultoria de Campinas (SP), a Manzolli Consultoria Comercial e Negócios, que tem como um dos sócios, Luiz Carlos Rocha Gaspar, amigo do petista.

A Manzolli tem um contrato redigido para prestar serviços referentes ao suposto convênio pelo valor mensal de R$ 240 mil. No mesmo material apreendido, existe um contrato da JD Assessoria com a consultoria ligada a Gaspar, pelo valor mensal de R$ 52 mil. O contrato da consultoria é com a Fenaprevi, prevendo parcelas mensais de R$ 240 mil, a partir do primeiro pagamento efetuado pelo Ministério de Desenvolvimento Social, que é responsável pelo Bolsa Família.

A Fenaprevi e a Manzolli registram no contrato que a Seguradora Líder-DPVAT fechou convênio com a Fenapravi para “prestação de serviços de avaliação e análise do desenvolvimento e operacionalização do benefício de Auxílio Funeral para todos os inscritos no Programa Bolsa Família”.

A PF apura quais contatos e relações tiveram Dirceu, seu irmão e o amigo Gaspar na tentativa de criar um auxílio funerário no Bolsa Família. Considerado um benefício eventual assegurado pela Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), desde 2011, a concessão e os valores dessa vantagem são definidos por Estados e municípios.

No caso do auxílio funeral, a Loas prevê cobertura para despesas de urna funerária, velório e sepultamento, necessidades urgentes da família pela morte de um de seus provedores.

Uma cópia de e-mail que o irmão de Dirceu guardava, com a cópia da minuta do contrato foi o ponto de partida da descoberta. Nos autos de arrecadação da Operação Pixuleco, a mensagem de e-mail, do dia 11 de março de 2012, foi registrada. A remetente é Eliane Aparecida Manzolli de Aparecida e destinatário “Gaspar”, cujo endereço de e-mail começa com “lcrgaspar@”. “Assunto ‘Resumo executivo para reunião com a ministra do MDS’”, registra a apreensão.

Anexo à mensagem estava o contrato de prestação de serviços entre a Fenaprevi e a Manzolli, em quatro páginas.

Quem ocupa o cargo desde 2011 é a ministra Teresa Campello, mulher do ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira – que teve o nome apontado como beneficiário de propina, na Lava Jato.

De acordo com o contrato em poder do irmão de Dirceu, o objetivo do serviço era “colaborar para o seu pleno sucesso, principalmente devido ao seu caráter social, na busca permanente pela melhor relação custo benefício, no aprimoramento sempre constante da qualidade e na maximização dos serviços”.

A Manzolli, que era a contratada, teria as condições técnicas e profissionais para auxiliar a Fenaprevi, contratante, “para que ela possa cumprir, da melhor forma, o que foi acordado no objeto de seu contrato com a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S.A.”.

Gaspar é amigo de Dirceu desde a época de militância durante o regime militar. O irmão de Dirceu guardava também o contrato da JD com a Manzolli, assinado em 2011. O contrato tem a assinatura de Luiz Rocha Gaspar como testemunha.


O termo previa pagamento de R$ 52 mil mensais por um ano. Para o Ministério Público Federal, a Manzolli era a consultoria da consultoria.

A denúncia contra Eduardo Cunha



A peça de denúncia apresentada por Rodrigo Janot, o procurador Geral da República, contra Eduardo Cunha, o presidente da Câmara de Deputados, carece de substância, pois não apresenta provas materiais e se sustenta unicamente em depoimentos suspeitos.

Dilma nos EUA: calote, pressão da Rádio Vox e a grana na mão de Eduardo Marciano

Por Rádio Vox 

d1Ouça na íntegra a entrevista com o empresário que quase toma um calote de 100 mil dólares dos picaretas do governo do PT.

Da denúncia da misteriosa viagem e seus objetivos escusos, ao pagamento a Eduardo Marciano, a Rádio Vox expôs o problema a todos e ainda contribuiu para a solução do problema do empresário.

- Primeiramente, o furo: em junho, a Rádio Vox perguntava: "Qual o propósito da misteriosa visita de Dilma Rousseff à Califórnia?"

- Em seguida: o encontro é desmascarado. Dilma se reúne com o fundador da organização globalista Diálogo Interamericano, George Shultz, e Condoleeza Rice, ex-secretaria de Estado dos EUA, e Eric Schmidt, chefão da Google. Em pauta, a situação política brasileira e estratégias para o controle da internet.

- O "Limusinão": Calote! A gigantesca comitiva de Dilma Rousseff na Califórnia, da qual participavam 85 jornalistas, chega ao valor de 100 mil dólares apenas em serviços de transporte, incluindo limusines, duas apenas para atender aos caprichos da Paula Rousseff. Nada foi pago. 

Comentário de Olavo de Carvalho: A denúncia da Radio Vox repercutiu na mídia internacional. No jornalismo brasileiro, nem uma palavra: http://ireport.cnn.com/docs/DOC-1264178

- A Rádio Vox e Eduardo Marciano, proprietário da NS HighFly Limousines, ligam, ao vivo, para o Itamaraty e para a Presidência da República, para cobrar. Conseguiram contactar o gabinete do verdadeiro manda-chuva das Relações Exteriores do Brasil e do Foro de São Paulo, o trotskista Marco Aurélio Garcia, o "MAG".

- Uma hora depois do programa ao vivo da Rádio Vox, o Itamaraty salda a dívida com o empresário brasileiro Eduardo Marciano.

No desemprego, a velocidade da piora assusta



No final do ano, estima-se agora que haverá um milhão de empregos formais a menos. Isto é, serão perdidos um milhão de empregos com carteira assinada. Nos últimos 12 meses, contados até julho, já se foram 780 mil empregos.

Foi o que a gente soube hoje, pelos dados do cadastro de empregos do Ministério do Trabalho. Para se ter uma ideia do desastre, no ano ótimo de 2010, quando o país cresceu 7,5%, foram criados pouco mais de um milhão de empregos. Aquele ano ótimo será perdido inteirinho nesse ano horrível de 2015.

Os dados ruins não são apenas o do registro de empregos. Ontem, a gente soube que a taxa de desemprego subiu para 7,5% em julho, nas grandes metrópoles do país. No ano passado, era de 4,9%. Em um ano, aumentou em 56% o número de pessoas desempregadas.

Esse ritmo de perda de empregos formais e de aumento do número de pessoas desempregadas não se via assim faz muito, muito tempo. Desde o século passado. Não se via gente perdendo trabalho ou gente passando a procurar trabalho assim desde o ano ruim de 1999, de desvalorização do real, da grande crise do segundo governo de Fernando Henrique Cardoso. Antes disso, apenas se viu piora tão rápida no período final da crise de Collor, pouco antes de o presidente ser deposto legalmente, pelo impeachment.

Sim, a situação não é tão horrível como naqueles tempos. Havia mais e melhores empregos agora. O país é menos pobre. Menos desigual. Sim, o país tinha melhorado. Mas a velocidade da piora é que assusta. Para piorar, ainda não está sendo feito nada de fundamental para dar um basta nisso. O desemprego deve aumentar pelo menos até metade do ano que vem.
Infelizmente, não há boas notícias no horizonte.

Para terminar, uma notícia sobre a novela do pagamento da antecipação do 13º de aposentados e pensionistas, em geral depositado no final de agosto e no começo de setembro. Na pindaíba, o governo ainda decide como antecipar o abono. Hoje, parece, apenas parece, que a solução seria pagar uma parte no final de setembro, outra no final de outubro.
Boa noite, se possível.

Justiça rejeita denúncia contra crime da Ditadura

Por Fausto Macedo

Manoel Fiel Filho, metalúrgico, foi assassinado nas dependências do antigo DOI-CODI do II Exército em janeiro de 1976; juiz federal reconheceu a extinção da punibilidade por causa da Lei da Anistia

A Justiça Federal rejeitou denúncia do Ministério Público Federal contra sete agentes da repressão militar acusados pelo assassinato do metalúrgico Manoel Fiel Filho, em janeiro de 1976, nas dependências do DOI-CODI, núcleo da ditadura montado nas dependências do antigo II Exército, em São Paulo. Os agentes também eram acusados de ocultação de informações sobre o crime cometido no governo do general Ernesto Geisel.

VEJA A DECISÃO DA JUSTIÇA

A decisão é do juiz federal Alessandro Diaferia, da 1.ª Vara Federal Criminal em São Paulo. O juiz reconheceu a extinção da punibilidade do crime em decorrência da Lei da Anistia. As informações foram divulgadas pelo Núcleo de Comunicação Social da Justiça Federal de 1.º grau de São Paulo. (Processo n.º: 0007502-27.2015.403.6181).

A decisão aplicou o entendimento do Supremo Tribunal Federal que julgou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF n. 153, e reputou que os efeitos da anistia concedida pela Lei 6.683/79 não foram afastados pela Constituição Federal de 1988, alcançando, portanto, os crimes políticos ou conexos com estes.

A Lei 6.683/79 estabelece que os crimes políticos ou relacionados a estes, praticados tanto por civis quanto por militares, entre 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979 foram anistiados.

“Como é sabido e consabido, a decisão proferida pelo Colendo Supremo Tribunal Federal em Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental possui eficácia contra todos e efeito vinculante relativamente aos demais órgãos do Poder Público, no que evidentemente se enquadram o Poder Judiciário, o Ministério Público e os demais atores do sistema de distribuição de Justiça vigente no Brasil”, afirmou o juiz.

O assassinato de Manoel Fiel Filho é um dos capítulos mais emblemáticos do regime de exceção (1964/1985). Ele foi morto nas dependências do Destacamento de Operações e Informações- – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) do antigo II Exército, menos de três meses depois do assassinato do jornalista Vladimir Herzog, ocorrido em outubro de 1975 no mesmo reduto da repressão.

De acordo com o Ministério Público Federal, Manoel Fiel Filho foi morto ‘por motivo torpe, na sede do Destacamento de Operações de Informações do II Exército (DOI), com emprego de tortura, consistente na inflição intencional de sofrimentos físicos e mentais agudos e por meio de recurso que impossibilitou a defesa da vítima’.

Segundo a denúncia, após o crime, declarações falsas teriam sido inseridas em documentos públicos a fim de assegurar a ocultação e a impunidade do crime. Segundo a Procuradoria da República, as condutas que resultaram na morte do metalúrgico não podem ser anistiadas nem declaradas prescritas, pois teriam sido cometidas em contexto de ataque sistemático e generalizado à população civil, qualificando-se como crime contra a humanidade.

A Procuradoria alega reiterada jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos em casos similares do mesmo período que exclui a validade de interpretações que assegurem a impunidade de tais violações.

Esses argumentos não foram acolhidos para afastar a extinção de punibilidade. “Não se pode dizer que a repressão a opositores do regime de exceção, por mais dura que tenha sido, tenha se estendido à grande massa da população brasileira. O argumento peca pelo caráter hiperbólico.”

Quanto às questões de imprescrição e não aplicação de anistia, por influência do Direito Internacional na ordem jurídica interna, tendo como argumento que se trata de crime de lesa-humanidade, a decisão afirmou que descabe cogitar a aplicação retroativa das disposições e diretivas de direito internacional que pretendam invalidar, direta ou indiretamente, a aplicação da anistia, sob pena de conflito com a decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF 153 e com princípios e regras de direito que prestigiam a segurança jurídica, como, por exemplo, a irretroatividade da lei penal mais gravosa e outros.

“É certo, pois, que o direito, internacional ou interno, deve sempre operar em prol da segurança jurídica, que confere estabilidade e clareza de regras às relações jurídicas, sociais e internacionais”, aponta o juiz Alessandro Diaferia.

A Convenção Americana sobre Direitos Humanos, ‘Pacto de San José da Costa Rica’, alegada pelo MPF, foi assinada em 1969, entrou em vigor no ano de 1978, e a adesão pelo Brasil somente se deu em 1992, anos após o fato descrito na denúncia.


Para o juiz, tais normas devem prevalecer caso venha a ser instaurado no país um novo regime de exceção, civil ou militar. “Não se nega a relevância das disposições e diretivas do direito internacional, invocadas pelo órgão ministerial; de fato a partir de sua inserção no sistema jurídico interno, devem ser obedecidas, mas direcionadas às situações que ocorreram após esse marco; ou seja: destina-se a salvaguardar o futuro com base naquilo que se verificou no passado e que se quer evitar”, afirma a decisão.


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Povo vaia marcha do PT no Rio - 20 de agosto 2015


DROGAS - Um PROBLEMA NOSSO !!!


O fiasco das manifestações de apoio aos corruptos



Vamos Tomar um Drink ?


Lava Jato deixa Congresso com jeito de delegacia


Desemprego dá mais um salto. Maior taxa desde 2009



O desemprego dá mais um salto, o levantamento do IBGE apontou um avanço da taxa mensal de 6,9% em junho para 7,5% em julho. É a maior taxa para o mês desde 2009 quando a taxa bateu nos 8%. O rumo parece ser esse mesmo, na verdade esse avanço é apenas a constatação de uma previsão que já vinha rodando há bastante tempo. A expectativa é realmente de aumento de desemprego.

Polônia especula sobre tesouro da Segunda Guerra



Um mistério vem intrigando a Polônia há 70 anos. É a lenda de um trem da Alemanha nazista, que desapareceu quando carregava um tesouro de verdade. Seriam 300 toneladas de ouro e de joias. 

Foi em 1945, no finzinho da Segunda Guerra, e a versão é a seguinte. O Exército russo já tinha penetrado em boa parte da Polônia, e os alemães estavam batendo em retirada. Eles então tentaram levar para Berlim esse carregamento precioso, que tinha sido confiscado dessa vasta região da Europa. Vira e mexe, corria o boato de que o tesouro foi encontrado. Mas nada era confirmado. Eis que, há alguns dias, um escritório de advocacia foi procurado por dois aventureiros. Eles pediram que os advogados intermediassem uma proposta para as autoridades. Mostrariam o local em que localizaram o trem, enterrado dentro de um túnel desativado, mas pediam em troca a recompensa de 10 por cento do tesouro. 

A identidade dos aventureiros, se eles realmente existem, é mantida em segredo. E ninguém sabe se o governo de Varsóvia está negociando com eles. Mas estamos em tempos de internet. Os sites e as redes sociais da Polônia entraram em ebulição com a história. O desaparecimento do trem até que poderia fazer sentido. Teria acontecido perto da cidade de Wroclaw, que fica na antiga Silésia, um território polonês que pertenceu no passado a Alemanha. O prefeito da cidade disse à BBC que não acredita nessa história. Mas, por via das dúvidas, há uma operação de varredura da área em que o trem sumiu. Participam da operação militares, a polícia e até uma brigada do corpo de bombeiros. 

E pode ser que tudo não passe coisa inventada por dois aventureiros malucos. Mas essa história mexe com o imaginário das pessoas. Desde o século 18, circulam lendas fantásticas sobre tesouros encontrados por piratas, sempre em alguma ilha perdida nos sete mares. Mas e se dessa vez for verdade? Imaginem, um belo de um tesouro, em terra firme, enterrado bem no meio da Europa Central? É assim que o mundo gira.

Janot e a DENÚNCIA contra Cunha


Denunciado, Eduardo Cunha continuará mandando na câmara dos deputados


Nada de arma para manter ou tirar poder de Dilma


O Movimento Pró-Corrupção vai às ruas


Nesta quinta-feira, 20 de agosto, o País do Carnaval vai surpreender o mundo com outra brasileirice assombrosa: uma manifestação de rua a favor da corrupção e da incompetência. Oficialmente, o ato organizado pelo PT, pela CUT, pelo MST e por outras entidades sustentadas por mesadas federais vai “defender a democracia do golpe tramado pela oposição”. Conversa de 171, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA.

Só cretinos fundamentais e portadores de miopia cafajeste conseguem enxergar golpistas nas multidões de democratas que clamam pelo fim do governo que faz o que pode para liquidar o Brasil. O que a seita lulopetista quer é libertar os josés dirceus, prender juízes como Sérgio Moro, revogar a independência do Ministério Público, eternizar-se no poder e prolongar por tempo indeterminado a crise que Lula pariu e Dilma amamenta; fora o resto.

Se os moradores dos locais incluídos no mapa do cinismo gritarem em coro “olha o camburão!”, a passeata dos fora da lei vai acabar sem ter começado. Como o segundo mandato da presidente que não diz coisa com coisa.

Manifestações pró-Dilma ocorrem em todo o País



Manifestantes fazem atos em vários estados em defesa da presidente Dilma e contra a proposta de impeachment. Aqui em São Paulo, vários grupos começaram a se reunir às cinco da tarde no Largo da Batata.

Grupos SUPRAPartidários em favor do Impeachment


Já não há santuários onde as pessoas se sintam seguras



Jornalista Alexandre Garcia comenta sobre a violência dos postos de saúde em Porto Alegre.

Cunha sim; Renan não. - Entenda a miopia seletiva de Janot



Antes: Renan odiava Dilma que odiava Eduardo Cunha que odiava Janot que não odiava ninguém. Agora: Dilma ama Renan que ama Janot que odeia Cunha que não ama ninguém. Entenda porque o presidente do Senado será poupado e Cunha frito com Joice Hasselmann.

A atuação do FORO de São Paulo e das FARC no Brasil



Palestra proferida por Graça Salgueiro no Círculo Militar de Belo Horizonte.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O senador sabujo descobriu no saguão do aeroporto que tem tudo para ganhar o campeonato regional de impopularidade



Em companhia de Edinho Silva, ministro da Comunicação Social, e José Guimarães, líder do governo na Câmara dos Deputados, o senador José Pimentel compôs a trinca escalada por Dilma Rousseff para revelar a opinião do Planalto sobre as manifestações de domingo. No meio da conversa fiada, Pimentel garantiu espaço nos jornais do dia seguinte com o falatório em dilmês erudito abaixo reproduzido:

“Este espírito de intolerância é manipulado em parte pela oposição, que semeia o ódio, um antídoto da democracia, forjada e construída nas lutas pelas Diretas Já e contra o regime militar. Essa intolerância não é saudável, ela interdita o diálogo, o contraditório e o valor fundamental que tem de estar sempre na democracia: a divergência. Agora, ainda bem que quem faz isso é uma minoria”.

O que deu na cabeça do companheiro Pimentel? Como conseguiu enxergar olhares homicidas e facas nos dentes em manifestações exemplarmente pacíficas? O que o induziu a confundir democratas indignados com nostálgicos de ditaduras? As respostas estão no vídeo. O embarque no besteirol não resultou do que o senador viu no domingo nas ruas do Brasil. Foi provocado pelo vexame que protagonizou na quinta-feira passada no saguão do aeroporto de Fortaleza.

Os manifestantes que o recepcionaram na área de desembarque apenas mostraram o que acham os brasileiros decentes de um parlamentar que acumula as funções de capacho do partido que virou bando e sabujo do governo que acabou sem ter começado. Não é ódio o que se vê no vídeo. É só a espécie de desprezo despertada por gente que, antes mesmo de morrer, jaz num asterisco da História Nacional da Infâmia.

Propaganda PICARETA do PT


Clubes Militar, Naval e da Aeronáutica representam na Procuradoria da República contra presidente da CUT


Os militares (pelo menos os na reserva) cumprem o seu dever de cidadãos, em defesa da Pátria, da Paz e da Ordem Social. Os Clubes Naval, Militar e de Aeronáutica apresentaram ao Ministério Público Federal, em Brasília, pedido de ação criminal contra Vagner Freitas de Moraes, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A queixa recebeu o protocolo nº 12831/2015, de 19/08/2015.


O motivo é a bravata cometida pelo líder sindical, no último dia 13 de agosto, em pleno Salão Nobre do Palácio do Planalto, quando ameaçou sair à rua, com armas, para defender a Presidenta Dilma de alguma espécie de golpe ou atentado. A atitude infantil e criminosa de Vagner já tinha sido repudiada pela Ordem dos Advogados do Brasil (mesmo que a contragosto, já que a OAB anda demais alinhada com atos do desgovernismo nazicomunopetralha.

Os três Clubes Militares solicitaram à PRR da 1ª região (Brasília-DF) que Vagner Freitas seja enquadrado nos crimes previstos nos artigos 18, 22 e 23 da lei nº 7.170/83. Os militares ficaram indignados com o discurso do dirigente máximo da CUT, que afrontou, claramente, a Ordem Pública. Vagner praguejou: “Iremos para a rua entricheirados, de arma na mão, se tentarem derrubar a Presidente Dilma” e “qualquer tentativa de atentado à democracia ou à senhora ou ao Presidente Lula, nós seremos o exército que vai enfrentar essa burguesia na rua”.    


Em nota conjunta, os três Clubes Militares advertem: "Coerentes com suas tradições, estaremos atentos ao andamento do processo". A reação contundente aos militares, buscando a via judicial contra a barbárie verbal cometida pelo dirigente da CUT acontece, exatamente, na véspera das manifestações nacionais convocadas para esta quinta-feira pelo PT, em várias cidades, em defesa do mandato da Presidenta Dilma Rousseff, impopular e desgastadíssima pelas manifestações populares de domingo passado.

A confusão institucional ficará mais grave se for confirmada a informação de que a Procuradoria Geral da República oferecerá denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Por um País melhor




Falta o chefão

LULAINFLADO: 13 MIL por minuto


Tamanho do petrolão causa espanto no STF


LULA: Pobre que Defende POBRE ???


Renúncia não será humilhação


A economia brasileira está mesmo em recessão




A economia brasileira está mesmo em recessão, a sinalização veio do IBC-BR, que é uma prévia do PIB, calculada pelo Banco Central. O IBC-BR apontou uma retração da economia brasileira de 1,89% no segundo trimestre, acumulando no semestre uma queda, uma contração do PIB, que é o produto interno bruto de 2,49%.

Caiado é aplaudido no mesmo restaurante em que Alexandre Padilha foi vaiado


PSDB começou a conversar com PMDB


Diga não ao aumento de impostos do governo Sartori


Ciclovias ou ciclomortes ?




E aí prefeito, você vai se pronunciar sobre as mortes na ciclovia? Dois trágicos acidentes que acabaram em morte, ocorridos nesse final de semana em ciclovias, reforçam o perigo desta iniciativa sem planejamento, além do fato dos custos absurdos sem explicação.

O fundo do poço ainda é mais embaixo



A inflação, na média, deve começar a diminuir lá por novembro, dezembro. A crise vai acabar fazendo com que alguns produtos fiquem sobrando, por falta de quem compre. E os brasileiros não estão dispostos a comprar.

Em relação a agosto do ano passado, caiu 32% a intenção de compra das famílias, na pesquisa da Confederação Nacional do Comércio. A intenção de compra para os próximos seis meses caiu ainda mais, 46%.

Um pessimismo brutal das pessoas.

Segundo o pessoal da confederação do comércio, "o ano ruim do consumo no Brasil ainda não tem perspectiva de melhora".

Isso é sinal de que, pelo menos na vida do dia a dia, o fundo do poço ainda é mais embaixo.

Como resultado, alguns preços estão caindo. Desde agosto do ano passado, o preço dos aluguéis novos sobe menos que a inflação, Em julho, os alugueis novos baixaram 9% em relação a julho de 2014, se a gente mede a inflação pelo IGPM, o índice habitual de reajuste de contratos. Se a gente mede a inflação pelo IPCA, a baixa foi de mais de 11%.

É uma baita recessão imobiliária. Bom pra quem vai alugar ou renegociar um imóvel. Mas é perda de renda pra quem vive disso e sinal de crise feia no mercado imobiliário em geral. Os imóveis estão encalhados, tanto residenciais como comerciais, para venda ou para aluguel. Por isso, muita grande empresa do ramo está renegociando dívidas e fazendo cortes de pessoal.

A pindaíba afeta o dia a dia em especial no que depende do governo, que corta investimentos e atrasa pagamentos para empresas. Por exemplo, o governo Dilma ainda não sabe muito bem como vai fazer para pagar a antecipação de metade do 13º de aposentados e pensionistas, adiantamento que vinha fazendo desde 2006. Parece, apenas parece, que o governo deve voltar atrás e pagar. Mas ainda não sabe para quando. Pode ser para setembro. Pode pagar parte em setembro e outubro. Falta dinheiro, mesmo para pagar uma despesa inevitável até o final do ano, falta dinheiro para evitar mesmo um atraso que vai pegar muito, muito mal no restinho da popularidade da presidente.

MANTEGUISMO em plena ERA Levy


Não existe beco sem saída para um país


O pelego do pixuleco


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

VERDADE - Não adianta se esconder


Este governo precisa não mais do que um sopro para se dissolver


PSDB pedindo impeachment de Dilma



As principais lideranças do PSDB, com exceção de Geraldo Alckmin, manifestaram-se favoráveis ao prosseguimento dos pedidos de impeachment de Dilma Rousseff que tramitam no Congresso Nacional, inclusive o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. É esse um fato novo relevante, que pode selar o destino da presidente e do seu partido, o PT.

Dilma Rousseff dá mega calote em empresa americana de transportes




Segundo um site da CNN, a presidente Dilma Rousseff teria dado um mega calote a uma empresa americana de transportes VIP, que foi usada quando da sua ida aos Estados Unidos, em julho desse ano. Foram diversos carros, ônibus, caminhão baú usados por ela, imprensa, filha e comitiva.

Dilma recebe ultimato: renuncia ou será saída!


As ruas deram o recado: Mudança, já! O desgoverno fingiu que não é com ele. Lula ficou pt da vida porque o boneco presidiário 13-171 virou meme e ganhou fama mundial, acabando com a dele. Os radicalóides agendam, para o dia 20, atos em defesa do indefensável. Dilma recebe ultimatos. FHC mandou ela renunciar. Tucanos já se articulam com Michel Temer para o impeachment que, se acontecer, nada vai mudar em termos estruturais. Pior, deixará a coisa do mesmo jeito, ou pior ainda.


O cenário brasileiro nunca esteve tão instável, política, econômica e moralmente. O impasse institucional caminha, velozmente, para uma ruptura. O desgoverno, seus aliados e a "oposição" de mentirinha já constataram que o pirão desandou, e tenta uma negociação na base do velho conchavo de bastidor. A banda revolucionária de esquerda teve a mesma percepção, mas prefere a solução na base da radicalização do discurso e da porrada explícita, para tentar implantar, de vez, o bolivarianismo do Foro de São Paulo. Não vai dar certo. O povo já avisou que repudia...

Dilma começa a enxergar uma saída doida. Enquanto é tempo, seria bom romper com o PT (que nunca foi o partido dela, uma brizolista histórica) e manda a base aliada para o inferno. O problema é que não tem coragem nem competência para tanto. O previsível é que Dilma não deve cair sem reagir. Não combina com a personalidade dela. A não ser que surja (ou seja providencialmente inventado) algum problema de saúde. Neste caso, o Sírio e Libanês faria o serviço, direitinho, para o Michel Temer Lulia (que é da banda dos "brimos").

A solução temer, no entanto, é temerária. Não é consenso nem na base aliada. Também encontraria a mesma resistência popular. Curiosamente, apesar dessa rejeição, a ideia do vice assumir vem sendo encarada, seriamente, pelos banqueiros que lideram o segmento empresarial que joga sempre a favor do regime da Nova República. Também divididos, os tucanos oportunistas também acham que trocar Dilma por Temer seria uma boa para eles. José Serra já sonha até com o Ministério da Fazenda - lugar que o Levy adoraria largar para retornar, quando a quarentena permitir, ao seu lugar guardadinho na divina Cidade de Deus (do Dinheiro, claro, onde fica a sede do Bradesco).

Dilma está mais que insustentável. Só um milagre (que ninguém sabe qual) segura seu mandato. Lula vive sua pior crise existencial. A condenação da banda de Cerveró, na Lava Jato, foi interpretada como um recado final para ele. A operação policial-judicial vai se aproximar de seus aliados. Antonio Pallocci está de prontidão. José Dirceu continua pt da vida, amargando a cadeia. Enquanto isso, todos ficam reféns políticos de Renan Calheiros e Eduardo Cunha - que teatralizam, muito bem, uma suposta divergência que não existe entre eles.

A economia segue instável e com sinais de piora de crise no curto e médio prazos. Governos são derrubados sempre que o bolso e a subsistência do povo são afetados. Este é o grande medo da petelândia - que aposta na radicalização de quinta-feira que vem como um começo de reação a favor da Dilma. No quadro conjuntural presente, é quase certo que o feitiço vire contra os feiticeiros, ferindo, mortalmente, a bruxa e o verdadeiro chefão de todos.

O PTitanic afunda ao som de um funk composto pelo companheiro Cramulhão... se Dilma ficar, uma coisa é certa: Lula será o grande rifado... Te cuida, $talinácio...

Virou meme
Invasão
Nova tradução da sigla

Desdobramentos do Acordão


Com acordão, Dilma não está nem aí pro povão


O Brasil ganha ou perde saindo do Mercosul ?



Nesta edição do 'Mundo Livre' os jornalistas de VEJA Diogo Schelp e Duda Teixeira discutem as possibilidades de fazer negócios bilaterais sem a participação de Argentina, Venezuela, Paraguai e Uruguai. Quem explica é o economista Roberto Giannetti da Fonseca.

O mercado internacional ainda pode dar muita dor de cabeça para o Brasil



O mercado internacional ainda pode dar muita dor de cabeça para o Brasil. Nós tivemos de novo uma queda muito acentuada da bolsa chinesa que mostra a fragilidade do mercado local de lá mesmo com todas as intervenções do governo.

Agenda Brasil


Inteligentíssimo, Lula optou pelo papel de bobo


Janot, estou de olho em você


Na agenda de assessor de DIRCEU, PF acha: ‘PALOCCI’, ‘DUQUE’, ‘LULA’, ‘DILMA’

Bob Marques não faz nenhuma anotação complementar aos nomes escritos em sua agenda
Preso na Pixuleco, assessor de Dirceu fez anotações na agenda

A Polícia Federal encontrou na casa de Roberto Marques, o Bob, braço-direito do ex-ministro José Dirceu, uma agenda com suas anotações pessoais, incluindo os nomes “Palocci”, “Duque”, “Lula” e “Dilma” – grafados sob a sigla “JC”. Bob foi preso no dia 3 de agosto. No último dia 12, a Justiça Federal soltou o ex-assessor de Dirceu.

A agenda de bolso de Bob foi apreendida no dia 3, em São Paulo, na deflagração da Pixuleco, a 17ª fase da Lava Jato. Intriga os investigadores anotações lançadas por Bob como ‘busca e apreensão’ entre os nomes do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ou, ainda, ‘se não for para ganhar dinheiro, fecha agora’.

Bob não faz nenhuma anotação complementar aos nomes escritos em sua agenda. Ao lado dos nomes do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda/Governo Dilma), de Renato Duque, Lula e da presidente Dilma não há observação que explique o motivo da menção a eles.

A PF juntou a caderneta preta do ex-assessor aos autos do inquérito que mira o ex-ministro sob suspeita de propinas de empreiteiras. Os federais ainda não fizeram relatório de análise do documento.

No inquérito também são investigados, além de Bob e Dirceu, o irmão do ex-ministro Luiz Eduardo Oliveira e Silva, seu ex-sócio Julio Cesar dos Santos e o lobista Fernando de Moura, ligado ao PT.
Bob era funcionário efetivo da Assembleia Legislativa de São Paulo desde 1986. A partir de 2003, ele assumiu cargo na 1ª Secretaria da Casa. Ao mandar soltar o ex-assessor de Dirceu, o juiz Sérgio Moro impôs a ele restrições, entre as quais, afastamento imediato do Palácio 9 de Julho, sede do Legislativo paulista.

A reportagem tentou contato com a defesa de Bob Marques, mas não obteve retorno. (AE)

Não existe base jurídica para o IMPEACHMENT ?


Protestos chegaram a uma pauta única



O senador Ronaldo Caiado fez um discurso no plenário do Senado relatando o que viu nos protestos de domingo e a diferença que sentiu em relação ao 15 de março.

Ministro da Justiça não tem moral para cobrar investigação sobre vazamento de informações de Lula


jose_eduardo_40Dois pesos – Nesta terça-feira (18), o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, anunciou que pedirá à Polícia Federal a abertura de investigação para apurar o vazamento de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre a movimentação do caixa da empresa LILS, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A investigação terá como foco a violação do sigilo legal dos dados do ex-presidente.

Órgão de inteligência financeira do Ministério da Fazenda, o Coaf produziu um relatório que foi divulgado na mais recente edição da revista Veja, que também publicou a lista de clientes do petista e indicou que o faturamento da sua empresa que leva a as iniciais de seu nome chegou a R$ 27 milhões em 4 anos.

Ainda de acordo com a reportagem, do total, R$ 9,8 milhões teriam sido de empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato. A “L.I.L.S.” é a empresa que o ex-presidente usa para receber recursos de palestras, uma das atividades às quais se dedicou após deixar o Palácio do Planalto. Cardozo já tinha solicitado à PF para investigar também um suposto ataque à sede do Instituto Lula na semana retrasada.

O Coaf elaborou três relatórios que apontam movimentação atípica da empresa do petista e que foram remetidos para Ministério Público no Distrito Federal, Rio de Janeiro e Paraná.

Em junho, o juiz federal Sérgio Fernando Moro, responsável na primeira instância do Judiciário pelos processos decorrentes da Operação Lava-Jato, afirmou em despacho que o ex-presidente não estava sendo investigado, porém, conforme investigadores ouvidos pelo Estado, isso não significa que movimentações de sua empresa não tenham sido alvo de apurações.

A Polícia Federal gravou conversa entre Alexandrino de Salles Ramos Alencar, executivo da Odebrecht, e Lula, em junho, apenas quatro dias antes de o empresário ser preso.

Conforme relatório da PF, no diálogo, o ex-presidente afirma estar preocupado com “assuntos BNDES”. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é alvo de uma CPI que visa investigar a política de financiamentos a grandes empresas nos governos petistas.

O Instituto Lula se pronunciou sobre o vazamento: “Todas as palestras e atividades do ex-presidente foram legais com os impostos devidamente recolhidos”.

Face lenhosa

As leis vigentes no País devem ser cumpridas de forma implacável e sem qualquer privilégio a quem quer que seja, mas o governo do PT não tem moral para cobrar a abertura de investigação para apurar quebra de sigilo fiscal. Para quem não se recorda, Antonio Palocci Filho, ministro da Fazenda no governo Lula, ordenou a quebra do sigilo bancário de Francenildo Costa, o caseiro Nildo, que denunciou o esquema de corrupção que reinava em uma casa do Lago Sul, em Brasília, onde funcionava a chamada “República de Ribeirão Preto”.

Então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff autorizou o vazamento dos gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e da ex-primeira-dama Ruth Cardoso. A decisão, que fere a legislação brasileira, serviu para estocar o PSDB, que à época fazia pressão sobre o Palácio do Planalto no vácuo do Mensalão do PT.


Mais recentemente, na eleição presidencial de 2010, o PT quebrou o sigilo fiscal de José Serra e da filha e do genro do tucano, que na ocasião concorria ao Palácio do Planalto pelo PSDB. Naquele ano, José Eduardo Cardozo, atual ministro da Justiça, era um dos coordenadores da campanha de Dilma, ao lado de Antonio Palocci e José Eduardo Dutra. O trio ficou conhecido como “Três Porquinhos”. (Danielle Cabral Távora com Ucho Haddad)