Por Políbio Braga
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Mistura explosiva: avanço do Petrolão e economia desgovernada
Por Veja.com
A nova fase da Operação Lava Jato, que levou figurões para a
cadeia, antecipa a sensação de que o novo governo Dilma, que nem começou, já
está no fim. A crise política se mistura ao desgoverno na economia e cria uma
situação quase que insustentável.
Ronaldo Caiado: A verdade sobre convênio VENEZUELA-MST
Por Percival Puggina
Íntegra
do discurso do deputado Ronaldo Caiado sobre um tema que envolve, pelo silêncio
do governo brasileiro, crime de responsabilidade (se não for de alta traição).
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Governo Dilma é o mais corrupto e desastroso da história
Por Veja.com
O governo Dilma é único na história deste país. É recordista
em corrupção, escândalos, trapalhadas e desastres econômicos. E de quebra é
mais corrupto que o de Lula. A avaliação é do colunista de VEJA, Marco Antônio
Villa, no Aqui entre Nós, com Joice Hasselmann.
PT defende a "PÁTRIA GRANDE". O nome disso é TRAIÇÃO!
Por Percival Puggina
"Pátria
Grande" é um projeto geopolítico do Foro de São Paulo, que faz sumir o
Brasil como Estado soberano dentro da mixórdia bolivariana de Cuba, Venezuela e
satélites.
O governo não quer que a oposição se oponha
Por Augusto Nunes - Veja
Dilma já confessou que em ano eleitoral faz o diabo. Agora o
PT quer proibir a oposição de usar a tribuna do congresso para se opor ao
governo.
"Governo em clima de fim de feira"
Já são quinze as cartas de ministros colocando o cargo à
disposição para a presidente Dilma Rousseff. Para o colunista de VEJA, o clima
palaciano vai de mal a pior. Gilberto Carvalho, da Secretaria da Presidência,
batizou de "ato de gentileza". Mas o número de ministros dispostos a
entregar o cargo dá uma pista de que alguma coisa saiu errada nos planos da
reforma ministerial.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
A irresponsabilidade fiscal de Dilma Rousseff
Por Nivaldo Cordeiro
Ao apresentar projeto de lei modificativo da Lei
Orçamentária em vigor, Dilma Rousseff explicitou seu projeto para o segundo
mandato, que é desenvolvimentista. Poderá custar caro ao país. Ela agora é
maquinista da crise econômica e o comboio está fora de controle. Fora da
austeridade fiscal não há salvação.
Sobre Petrolão: "Vem aí um maremoto", diz ministro que presidiu julgamento do mensalão
Por Veja.com
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro
Carlos Ayres Britto, diz que não acredita no aparelhamento da mais alta Corte
do país mesmo com a indicação de Dilma de mais cinco nomes para o órgão.
Segundo ele, Petrolão será uma "avalanche que atrairá os olhos do
mundo".
"Para a imprensa, liberdade plena. Censura é
inconstitucional", diz ex-presidente do STF
Ayres Britto, em entrevista a TVEJA, disse que para o PT
conseguir censurar a imprensa brasileira seria preciso "fazer outra
Constituição". "A liberdade de expressão em verdade é a maior expressão
da liberdade", afirma o ministro e poeta.
"Não pode haver camisa de força para a cidadania",
diz Ayres Britto
Ministro do STF afirma que decreto 8243, que cria os
Conselhos Populares, mesmo que aprovado não teria efeito prático porque fere a
Constituição. O texto reprovado na Câmara, ainda passará pelo Senado.
A Groenlândia aquece há 19.000 anos e sem culpa do homem
Por Luis Dufaur
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Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para
inspeção visual. Foto de Christian Morel
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Era para o aquecimentismo se perguntar se ainda vale a pena
seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science
veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar.
Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até
agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há
19.000 anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”.
Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização,
as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização
atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da
Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um
astro morto.
Segundo o mesmo estudo, há 20.000 anos o mundo ainda estava
no auge da última idade glacial e vastas camadas de gelo cobriam a América do
Norte e o norte da Europa. A média das temperaturas era quatro graus
centígrados inferior à da idade pré-industrial.
Modificações ocorridas há 19.000 anos na órbita terrestre
aumentaram a energia solar recebida pela Groenlândia, pois o sol é o imenso
determinante do frio e do calor.
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Grupo de cientistas trabalhando no gelo da Groenlândia.
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O benéfico aquecimento favoreceu a liberação de fortes doses
de dióxido de carbono (o injustamente famigerado CO2), que ao se espalhar na
atmosfera favoreceu a multiplicação dos vegetais, alimento natural dos animais
e, por sua vez, fonte de matérias primas para os homens. Esses puderam então
desenvolver a civilização num clima mais ameno.
O reaquecimento da Terra e o aumento do CO2 tornaram o
planeta muito mais habitável, belo e aconchegante. E esses aumentos não
aconteceram por causa das indústrias, dos carros e de outros engenhos humanos.
Pelo contrário, foram inteiramente independentes do homem,
como também a era glacial prévia em nada resultou da atividade humana.
A hipótese desproporcionada de o homem estar determinando e
até estragando o clima da Terra não tem base na realidade.
É uma suposição forjada que só se entende bem se se focaliza
a ideologia de fundo panteísta religioso que anima a revolução verde afim com
certas doutrinas que falam de um comunismo utópico vivendo na mata num regime
de tribo primitiva.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
LUIZ CARLOS PRESTES - A incorrigível história de um Memorial. E fascista é a mãe!
Por Percival Puggina
Na véspera do dia em
que se celebravam os 25 anos da queda do Muro de Berlim, um grupo de cidadãos
marchou pela Avenida Borges de Medeiros,
O Memorial é um projeto do arquiteto Oscar Niemayer, o
milionário mais festejado pelos marxistas-leninistas. Sua construção e
instalação foi proposta à cidade de Porto Alegre em 1998 pelo petista Raul
Pont, então prefeito da Capital, em projeto que enviou ao legislativo
municipal, obtendo inimaginável aprovação pelo voto majoritário dos edis.
As coisas teriam terminado por aí. O prefeito teria atendido
seus amigos da foice e do martelo e destinado o terreno para o projeto. A
Câmara teria feito mais uma de suas tradicionais trapalhadas. O terreno viraria
estacionamento ou depósito de lixo. E assim foi, de fato, por muito tempo. Até
quê? Até que a Federação Gaúcha de Futebol, interessada em construir seu
edifício-sede, estendeu olhar cobiçoso para aquele privilegiadíssimo local.
Pintou negócio. De onde menos se poderia imaginar, apareceu
dinheiro para que se completasse a ofensa ao caráter democrático do povo de
Porto Alegre. Assim: a) o terreno seria dividido ao meio; b) a Federação
ficaria com uma das metades do que não lhe pertencia; e c) em retribuição,
entregaria à cidade, pronta e acabada, a fatídica obra. "Não, muito
obrigado!", diríamos, por certo, eu e o leitor destas linhas. Afinal, não
faltam obras mais urgentes e necessárias à nossa população. Mas nossa Câmara,
liderada pelo empenho dos vereadores da bancada do futebol disse o contrário. E
nos brindou com essa histórica ridicularia.
Nem virando a cidade pelo avesso se congregariam em Porto Alegre ,
felizmente, adeptos do comunismo em número suficiente para reunir os meios
necessários à construção do Memorial. No balcão das negociações da FGF com a
bancada do futebol, ele saiu de graça. Bem como costumam ser as coisas
comunistas - tudo, sempre, com o dinheiro dos outros. Então, sob o egrégio
patrocínio dos pagantes de ingresso para jogos de futebol e dos cidadãos de
Porto Alegre, o comunismo, varrido a grito do Leste Europeu, ganhará um
vexatório memorial em
Porto Alegre. Será nossa homenagem a um mau brasileiro,
traidor de sua pátria, agente soviético no Brasil, responsável direto e
indireto pela morte de muitos brasileiros.
Tais mortes deveriam estar elencadas no prontuário de
Prestes! Sua Coluna, tão famosa quanto inútil, foi um delírio do líder que lhe
deu o nome. Arregimentados morriam de doenças e de fraqueza. Enquanto se
deslocou pelos famosos 25 mil km, fugindo dos combates contra as forças
oficiais, deixou um rastro de torpezas e destruição (1). Após sua conversão à
foice e ao martelo, aliou-se ao profissionalismo assassino do Partido Comunista
da URSS e, nessa condição associou-se aos autores de repetidos genocídios.
Também caem na sua conta os mortos da Intentona Comunista de 1935.
Lamentável, também, foi o tom das matérias que divulgaram o
gesto democrático, cívico e ordeiro da pequena marcha pela avenida Borges de
Medeiros até as obras do Memorial no dia 8. Habitualmente, o esquerdismo
descerebrado que se alojou nas redações de certos veículos procura
desqualificar como fascista todo e qualquer repúdio ao comunismo. Foi o que,
ora explícita, ora veladamente, fizeram neste caso. Tais notas são redigidas
como se ser anticomunista fosse fascismo e não fosse uma imposição moral
incidente sobre todo cidadão que conheça História! Aliás, essa mesma História
ensina que, ao longo do século passado, os comunistas, sem qualquer
constrangimento, eliminaram dezenas de milhões de seus próprios conterrâneos
civis, sob idêntica alegação! Eram ditos fascistas e destinados às fossas
coletivas todos que se opunham à malignidade do totalitarismo vermelho, que se
auto condenou com o famigerado Muro, cujo fim foi celebrado, no domingo
passado, para irritação de certos redatores.
_____________
Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de
Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org,
colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de
Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões,
integrante do grupo Pensar+.
(1) NARLOCH, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da
História do Brasil . Editora Leya, 2009.
A queda do Muro de Berlim
Por Nivaldo Cordeiro
Há 25 anos o mundo viu o Muro de Berlim ruir e, logo na
sequência, a fragmentação da ex-URSS. Por que os cientistas políticos não
previram esse momento? O fato é que a sociedade aberta venceu, sem um tiro, o
reino da escravidão comunista. Que as novas gerações estudem esse grande
momento histórico.
STF: chapeuzinho vermelho não pode nomear um dos 3 porquinhos
Por Veja.com
O ministro da Justiça, um dos três porquinhos de Dilma, não
tem qualificação nem bibliografia para assumir uma cadeira no STF. A avaliação
é do colunista de VEJA Reinaldo Azevedo. No "Aqui entre Nós" com
Joice Hasselmann, ele falou ainda sobre as investigações americanas do Petrolão
e a crise hídrica em São
Paulo.
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