quinta-feira, 9 de abril de 2015
O que aconteceria se um homossexual fosse humilhado em voo da TAM?
Por Jair Bolsonaro
Ao embarcar hoje no voo da TAM JJ 3024 (10H19), que partia do
Aeroporto Santos Dumont para Brasília, pedi licença ao Deputado Jean Wyllys
(PSOL/RJ), que estava sentado na poltrona 12C, para ocupar o assento 12B, ao
seu lado e que me era destinado.
Surpreendentemente, em clara demonstração de intolerância,
preconceito, discriminação e heterofobia o Deputado Jean Wyllys levantou-se e
acomodou-se em outro assento.
Se fosse eu quem tivesse praticado tal atitude, pelo PLC
122/2006 (Senado), que criminaliza a homofobia, estaria sujeito à pena de 1 a 3
anos de reclusão, além da perda do mandato e o fato seria noticiado pela
maioria dos telejornais.
DIREITOS IGUAIS SEMPRE !
Assista ao vídeo de 55 segundos:
Lei proposta por Jean Wyllys diz que CAFETÃO só pode ficar com 50% do cachê da prostituta. Mais do que isso é exploração!
No escopo do projeto, chamado de LEI GABRIELA LEITE, que
teoricamente é para “redução dos riscos danosos”, paradoxalmente, ao mesmo tempo que diz que
exploração sexual é proibida, o deputado deixa bem claro no texto que a “casa
de prostituição” não pode se “apropriar” de valor maior que 50% do recebido
pelo serviço. Isso, na prática, da ao proprietário do estabelecimento até
cinquenta por cento do valor do “sexo”.
Art. 2º – É vedada a prática de exploração sexual.
Obviamente, mesmo com a regulamentação da “profissão”,
pretensão do deputado, a lei nunca poderia ser completa.
Alguns itens da “lei”: São espécies de exploração sexual… :
I- apropriação total ou maior que 50% do rendimento de prestação de serviço
sexual por terceiro; II- o não pagamento pelo serviço sexual contratado; III-
forçar alguém a praticar prostituição mediante grave ameaça ou violência.
- Quem paga a camisinha?
- Quantos orgasmos o cliente pode ter? Como provar que uma
cliente conseguiu um orgasmo?
- Se o cliente não conseguiu uma ereção o serviço vai ser
pago?
- Será considerado homofobia se o cliente descobrir que o
“funcionário” é um homossexual e se negar a receber o “serviço”?
- Nas ruas os “trabalhadores” teriam que portar placas
dizendo: Sou mulher, sou homem, sou homossexual, sou etc. Para evitar confusão?
- As/os “trabalhadores” terão que apresentar atestado de
saúde?
- Algum técnico de segurança no trabalho poderá fiscalizar o
serviço?
- A “profissional” pode se negar a atender um cliente com
trajes humildes, negro, branco, homossexual, do mesmo sexo, cadeirante ou
idoso?
- Idosos poderão “entrar na frente” nos estabelecimentos e
terão direito a preliminares mais demoradas?
- Obrigatoriamente deverão existir quartos no andar térreo
para seguir as normas de acessibilidade para idosos e deficientes?
- Se o cliente possuir alguma anomalia, como órgãos genitais
com dimensões exageradas, ou diminutas, o profissional pode se negar a prestar
o “serviço”?
- O profissional pode se negar a usar “aparelhinhos” ou
“acessórios” trazidos pelo cliente, como correntes, coleiras, porretes e
algemas?
- Se o cliente não se sentir satisfeito, onde poderá
reclamar, já que não pagar significa exploração sexual?
- haverá seguro para os clientes, como prevenção em casos
DST?
- O “serviço” consiste no que, sexo anal, oral ou
convencional? Haverá um contrato de prestação de serviço, tabelas de acordo com
a “modalidade”? Como serão resolvidas as questões que surgirão?
- Será criada uma delegacia do TRABALHO do SEXO?
Como vemos (pedimos desculpas por sermos tão explícitos) o
deputado é confuso e incompleto na sua tentativa de legalizar o legalizável e
isso acabará por criar situações não solucionáveis.
Mas, o político vai mais longe e ainda que acima diga que um
“terceiro” pode se beneficiar de até 49.99% do valor pago à prostituta, apenas
algumas frases depois diz que:
O profissional do sexo é o único que pode se beneficiar dos
rendimentos do seu trabalho. Consequentemente, o serviço sexual poderá ser
prestado apenas de forma autônoma ou cooperada, ou seja, formas em que os
próprios profissionais auferem o lucro da atividade.
O ilustre e inteligente deputado também coloca outro
paragrafo, que aos ouvidos mais atentos e vividos soa até como piada.
Parágrafo único. A casa de prostituição é permitida desde
que nela não se exerce qualquer tipo de exploração sexual.
O projeto também prevê uma espécie de recompensa para as
pessoas que vivem do sexo. Enquanto todos os trabalhadores do país tem que
trabalhar no mínimo 35 anos, a prostituta pode se aposentar mais cedo, com
apenas 25.
Art. 5º. O Profissional do sexo terá direito a aposentadoria
especial de 25 anos, nos termos do artigo 57 da Lei 8.213, de 24 de julho de
1991.
Vejam aí:
O Congresso Nacional Decreta:
Art. 1º –
Considera-se profissional do sexo toda pessoa maior de dezoito anos e
absolutamente capaz que voluntariamente presta serviços sexuais mediante
remuneração.
§ 1º É juridicamente exigível o pagamento pela prestação de
serviços de natureza sexual a quem os contrata.
§ 2º A obrigação de prestação
de serviço sexual é pessoal e intransferível.
Art. 2º – É vedada a prática de
exploração sexual. Parágrafo único: São espécies de exploração sexual, além de
outras estipuladas em legislação específica:
I- apropriação total ou maior que
50% do rendimento de prestação de serviço sexual por terceiro;
II- o não
pagamento pelo serviço sexual contratado;
III- forçar alguém a praticar
prostituição mediante grave ameaça ou violência.
Art. 3º – A/O profissional do
sexo pode prestar serviços:
I – como trabalhador/a autônomo/a;
II –
coletivamente em cooperativa.
Parágrafo único. A casa de prostituição é
permitida desde que nela não se exerce qualquer tipo de exploração sexual…
Templo de Salomão esconde quartel militar do PT
O Pastor Daniel Batista neste vídeo denuncia um quartel
militar do PT escondido dentro do Templo do Salomão da Igreja Universal do
Reino de Deus, 15 andares abaixo de sua estrutura, para promover uma
"Primavera Árabe" no Brasil.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Lula convoca as ruas contra Dilma
"Quem quer deixar a Dilma sangrar sem cair é o
Lula". A avaliação é do colunista de VEJA Reinaldo Azevedo, no 'Aqui entre
Nós', com Joice Hasselmann. O ex-presidente quer a Dilma no poder, mas joga os
movimentos sociais porque agora quer pavimentar sua candidatura para 2018.
ERENICE GUERRA, do PT, investigada por ligação com quadrilha que fraudou a RECEITA FEDERAL em R$ 19 bilhões
Por NAVE MOBILI
Muitos petistas, esfolados pelos escândalos dos desvios da
Petrobras por membros do partido,
nutriam a esperança de que a Operação Zelotes revelasse o envolvimento
ao menos de um filhotinho tucano. Envergonhados por tanta corrupção dentro de
casa, muitos se contentariam com o surgimento de qualquer nome de um dos
partidos da oposição. Poderia ser até mesmo o porteiro, faxineiro ou um
ex-candidato à vaga de Office-boy.
Pelo visto, os poucos simpatizantes do PT que restaram vão
sofrer um pouco mais. O Calvário está apenas começando. Documentos apreendidos
pela Polícia Federal revelam que a chefe da Casa Civil Erenice Guerra, do
PT, mantinha parceria com o advogado
José Ricardo da Silva, apontado com uma dosprincipais membros da quadrilha no
Carf, que causou prejuízo de cerca de R$ 19 bilhões à Receita Federal e ao
povo.
| Erenice Guerra foi conselheira fiscal da Petrobras e é, atualmente, membro do Conselho de Administração da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) e do Conselho fiscal do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). |
O envolvimento de mulher de confiança de Lula e Dilma vai
além. A polícia Federal também apreendeu um contrato firmado entre Erenice e a
subsidiária brasileira da empresa chinesa Huawei, que atua na área de
telecomunicações. No “contrato”, a petista se compromete a prestar “serviços
profissionais relativos à defesa fiscal da contratante no âmbito da
Administração Tributária Federal”.
As evidências de seu envolvimento com a quadrilha no Carf
representa um balde de água fria na esperança de virar o jogo para muitos
simpatizantes do PT. O silêncio de Lula e Dilma sobre o assunto, além das
constantes recusas em falar com a imprensa pode ser um sinal de que vem mais
sujeira do PT por aí.
terça-feira, 7 de abril de 2015
LULA perderia eleição para qualquer adversário - PT SOFRE REJEIÇÃO RECORDE ENTRE ELEITORES EM TODO O PAÍS
Por NAVE MOBILI
O PT tem feito de tudo para evitar a divulgação de alguns
dados sobre as últimas pesquisas feitas para avaliar a extensão dos danos sofridos
pelo partido e seus principais líderes, como Lula e Dilma, após a fantástica
sequência de casos de corrupção envolvendo a legenda.
Apesar das resistências, a revista Época publicou a pesquisa, onde Aécio aparece com 51,5%. Do
total de entrevistados, 11,1% disseram que não votariam . Em outro cenário,
Aécio teria 57,2% dos votos e Dilma, apenas 19,4% , segundo levantamento
exclusivo realizado para ÉPOCA pelo instituto Paraná . A inversão dos resultado
é surpreendente, decorridos apenas cinco meses desde o segundo turno das
eleições de 2014. Lula e Dilma perderiam a eleição para Marina Silva ou,
provavelmente, qualquer outro candidato.
Karl Marx e a Diferença entre comunismo e socialismo
No dia 10 de setembro de 1990, o multimilionário escritor,
economista e socialista Robert Heilbroner publicou um artigo na revista The New
Yorker intitulado "Após o Comunismo".
A URSS já estava em avançado processo de colapso.
Neste artigo, Heilbroner recontou a história de como Ludwig
von Mises, ainda em 1920, havia provado que o socialismo não poderia funcionar
como sistema econômico. Neste artigo,
Heilbroner disse essas três palavras: "Mises estava certo".
Mas aí vem a dúvida: qual a diferença entre comunismo e
socialismo? Mises havia concluído que o
socialismo não poderia funcionar, mas o que realmente entrou em colapso foi um
sistema rotulado comunismo. Há alguma
diferença?
História
Quando Karl Marx e Friedrich Engels começaram a escrever
conjuntamente, no ano de 1843, Marx era a figura dominante. Engels era um melhor escritor, e era ele quem
sustentava Marx financeiramente.
Marx passou toda a sua carreira se opondo àquilo que ele
chamou de "socialismo utópico".
Ele nunca interagiu com nenhum grande economista ou teórico social. Você pode procurar, mas jamais encontrará
qualquer refutação sistemática feita por Marx a Adam Smith, por exemplo. Marx gastou suas energias criticando
verbalmente vários autores de esquerda, cujos escritos praticamente não tiveram
nenhuma influência sobre a Europa em geral.
Dado que ele estava constantemente atacando autores
socialistas, Marx criou uma teoria própria sobre o comunismo. Ele chamou essa sua teoria sobre o comunismo
de "socialismo científico".
Marx argumentou que, inerente ao desenvolvimento da história, há uma
inevitável série de etapas. Isso
significa que ele era um determinista econômico. Ele acreditava que o modo de produção é
fundamental em uma sociedade e que o socialismo seria historicamente inevitável
porque haveria uma inevitável transformação do modo de produção da sociedade.
Todos os aspectos culturais da sociedade, sua filosofia e
sua literatura formariam, segundo Marx, a superestrutura da sociedade. Já a subestrutura — ou seja, seus fundamentos
— seria o modo de produção.
Segundo Marx, sua análise econômica revelava uma inevitável
linearidade dos vários modos de produção.
O comunismo primitivo levou ao feudalismo. O feudalismo levou ao capitalismo. O capitalismo levará a uma bem-sucedida
revolução do proletariado. O
proletariado irá impor o socialismo. E,
do socialismo, surgirá o comunismo.
Esse processo linear fecha o círculo. Tudo começou com o comunismo primitivo, e
tudo levará ao comunismo supremo. Com o
comunismo supremo, toda a evolução histórica estará completa.
Só que Marx nunca explicou por que a evolução das etapas
seria dessa maneira. Ele nunca explicou
por que não haveria outra revolução após a chegada do comunismo supremo, a qual
levaria a um modo de produção maior que o comunismo. Era mais conveniente apenas finalizar esse
processo linear no comunismo.
A União Soviética jamais alegou ter chegado ao estágio
comunista do modo de produção. Ela
sempre se disse socialista. O nome do
país era União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Os líderes supremos da União Soviética jamais
alegaram que a URSS havia alcançado a etapa final do modo de produção. Stalin promoveu o conceito de socialismo em
apenas um país. Ele diferia de Trotsky
nesse quesito. Trotsky queria uma
revolução do proletariado em nível global.
Stalin era mais esperto. Ele
queria o poder e, sendo assim, ele sabia que, antes de tudo, teria de
consolidar o poder em um país.
Logo, Trotsky teve de fugir do país, e Stalin enviou o
agente Ramón Mercader, do Comissariado do Povo para Assuntos Internos, para
matá-lo na Cidade do México. O agente
matou Trotsky com um golpe de picareta em seu crânio. Foi um ato cheio de simbolismo. A picareta havia sido um dos ícones da
história da Rússia.
O socialismo é a propriedade estatal dos meios de
produção. Mas Marx profetizou que o
estado desapareceria sob o comunismo.
Ele nunca explicou como ou por que isso iria acontecer. Sua teoria era bizarra. Ele dizia que, para abolir o estado, era
necessário antes maximizá-lo. A ideia
era que, quando tudo fosse do estado, não haveria mais um estado como entidade
distinta da sociedade; se tudo se tornasse propriedade do estado, então não
haveria mais um estado propriamente dito, pois sociedade e estado teriam virado
a mesma coisa, uma só entidade — e, assim, todos estariam livres do estado.
O raciocínio é totalmente sem sentido. Por essa lógica, se o estado dominar
completamente tudo o que pertence aos indivíduos, dominando inclusive seu corpo
e seus pensamentos, então os indivíduos estarão completamente livres, pois não
mais terão qualquer noção de liberdade — afinal, é exatamente a ausência de
qualquer noção de liberdade que o fará se sentir livre.
Igualmente, Marx nunca mostrou como o sistema de produção
poderia ser organizado nessa etapa suprema do comunismo, na qual não haveria
nem um livre mercado e nem um planejamento centralizado pelo estado. Ele nunca forneceu qualquer detalhe sobre
como seria uma sociedade comunista, exceto em uma breve passagem que foi
publicada em um livro escrito conjuntamente com Engels e com o homem que os
havia apresentado em 1843, Moses Hess. O
livro foi intitulado A Ideologia Alemã (1845).
Só foi publicado em 1932. Hess
jamais ganhou créditos por sua co-autoria, mas parte do manuscrito aparece em
sua coletânea de escritos.
Eis a descrição do comunismo:
Assim que a distribuição do trabalho passa a existir, cada
homem tem um círculo de atividade determinado e exclusivo que lhe é imposto e
do qual não pode sair; será caçador, pescador, pastor ou um crítico, e terá de
continuar a sê-lo se não quiser perder os meios de subsistência.
Na sociedade comunista, porém, onde cada indivíduo pode
aperfeiçoar-se no campo que lhe aprouver, não tendo por isso uma esfera de
atividade exclusiva, é a sociedade que regula a produção geral e me possibilita
fazer hoje uma coisa, amanhã outra, caçar da manhã, pescar à tarde, pastorear à
noite, fazer crítica depois da refeição, e tudo isto a meu bel-prazer, sem por
isso me tornar exclusivamente caçador, pescador ou crítico.
Esta fixação da atividade social, esta petrificação do nosso
próprio trabalho num poder objetivo que nos domina e escapa ao nosso controlo
contrariando a nossa expectativa e destruindo os nossos cálculos, é um dos
fatores principais no desenvolvimento histórico até aos nossos dias.
Não obstante o fato de que há aproximadamente 70 volumes das
obras de Marx e Engels, essa é a passagem mais longa que descreve o
funcionamento de uma sociedade comunista e de como seria a vida sob esse
arranjo.
Conclusão
Socialismo foi o sistema que realmente foi colocado em prática. Comunismo pleno nunca existiu e não passa de
uma utopia cujo funcionamento jamais foi explicitado em trechos maiores do que
um parágrafo.
Sem uma economia monetária — ou seja, sem uma economia em
que os cálculos de lucros e prejuízos são possibilitados pelo dinheiro — é
impossível haver uma ampla divisão do trabalho.
E sem um livre mercado para todos os bens, mais
especificamente para bens de capital, é impossível haver um planejamento
econômico racional.
A propriedade comunal dos meios de produção (por exemplo,
das fábricas) impede a existência de mercados para bens de capital (por
exemplo, máquinas). Se não há
propriedade privada sobre os meios de produção, não há um genuíno mercado entre
eles. Se não há um mercado entre eles, é
impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer
cálculo de preços. E sem esse cálculo de
preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica — o que significa
que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.
Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e
consequentemente não há como direcionar o uso de bens da capital para atender
às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa
possível.
Em contraste, a propriedade privada sobre o capital em
conjunto com a liberdade de trocas resulta na formação de preços (bem como
salários e juros), os quais permitem que o capital seja direcionado para as
aplicações mais urgentes. Ao mesmo
tempo, o julgamento empreendedorial tem de lidar constantemente com as
contínuas mudanças nos desejos dos consumidores.
O arranjo socialista simplesmente impede que esse mecanismo
ocorra. Foi por isso que Mises
argumentou, ainda em 1920, que qualquer passo rumo ao socialismo é um passo rumo
à irracionalidade econômica.
E foi a isso que Heilbroner se referiu quando ele disse que
"Mises estava certo".
_______________
Hans F. Sennholz, 1922-2007, foi o primeiro aluno Ph.D de
Mises nos Estados Unidos. Ele lecionou
economia no Grove City College, de 1956 a 1992, tendo sido contratado assim que
chegou. Após ter se aposentado,
tornou-se presidente da Foundation for Economic Education, 1992-1997. Foi um scholar adjunto do Mises Institute e,
em outubro de 2004, ganhou prêmio Gary G. Schlarbaum por sua defesa vitalícia da
liberdade.
David Gordon, membro sênior do Mises Institute, analisa
livros recém-lançados sobre economia, política, filosofia e direito. É também o
autor de The Essential Rothbard.
Gary North, ex-membro adjunto do Mises Institute, é o autor
de vários livros sobre economia, ética e história.
Leandro Roque, editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
LULA em mais uma estratégia sórdida contra OPERAÇÃO LAVA JATO e manifestantes
Por NAVE MOBILI
Lula jantou anteontem com o prefeito Eduardo Paes e o
governador Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB. O propósito do ex-presidente é o
de interferir na estrutura política carioca em favor de seus interesses. Lula
pediu que um deles abra vaga no secretariado para um deputado federal petista
do Rio, a fim de dar lugar na Câmara ao primeiro-suplente, Wadih Damous
(PT-RJ).
É isso mesmo que você leu. Lula quer que que Pezão convoque
um deputado eleito e lhe dê ou crie uma nova secretaria com o único propósito
de levar mais um deputado petista para Brasilia.
Segundo Lula, Damous, ex-presidente da Ordem dos Advogados
do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), poderá fazer uma sustentação não só
política, mas jurídica e técnica, contra movimentos como o que pede o impeachment
da presidente.
Também poderá questionar os métodos da Operação Lava Jato,
que investiga o esquema de corrupção na Petrobrás.
O ex-presidente ficou encantado quando Damous discursou no
ato em defesa da Petrobras no Rio de Janeiro, aquele em que Lula conclamou o
exército do MST. Na ocasião, ele
defendeu que as delações premiadas são como uma espécie de tortura de presos
políticos, nos moldes da ditadura.
O ex-presidente diz que falta à bancada petista um
parlamentar com o perfil de Damous.
No jantar, do qual participou o ex-governador Sérgio Cabral
(PMDB), ficou acertado que Paes estudará como levar um petista para a
prefeitura. Já o governador Pezão não disse que sim, nem que não.
A MARAVILHOSA SEGURIDADE SOCIAL CUBANA
Por Percival Puggina
A TV cubana está exibindo um comercial (gravado em péssimas
condições de um televisor dos anos 70) sobre a "maravilhosa"
seguridade social cubana. Assista-o aqui:
Rapidamente, os jornalistas independentes saíram a capturar
a realidade como a vêm na miséria social de Havana. Estão postando vídeos, como
este que estou exibindo, e como este outro, que pode ser assistido abaixo:
VOCÊ TEM BRIOS?
Por General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva.
Mas que país é este onde a liderança política faz a festa
usando recursos públicos, com propósitos inconfessáveis, e depois apresenta a
conta ao povo?
O Brasil está falido e os cidadãos e cidadãs terão que arcar
com o prejuízo, pois não há outra solução.
Os ajustes são necessários, entretanto, a Nação quer saber
como essa liderança irresponsável vai pagar? O custo para ela deveria ser o fim
do PT e a responsabilização política de Lula, Dilma, aliados e outros tantos
que levaram ou permitiram que o Brasil fosse à falência econômica, moral e
social. Tudo isso, sem prejuízo da prestação de contas com a justiça, quando
for o caso.
Se você ficar sentado em casa, diante da TV ou do
computador, todos eles ficarão “muito bem, obrigado”, pois permanecerão no
pedestal onde pensam que tudo podem e se julgam inacessíveis. Por isso, se você
tem brios e não admite ser feito de (me perdoe o termo) otário, vá para a rua
dia 12 de abril. Exija a renúncia ou o impeachment de Dilma, o fim do PT, a
aposentadoria política de Lula e deixe claro que desaprova a relatoria do
Ministro Toffolli no julgamento do petrolão no STF.
Fonte: A Verdade Sufocada
Pátria Educadora ou ideologizadora?
Por Sérgio Alves de Oliveira
Sem dúvida o lema escolhido para o quarto mandato
presidencial consecutivo do PT, o
segundo da Sra. Dilma Rousseff, escancara a contradição entre o discurso e a
prática desse partido à frente do Governo, e também, indiretamente, à frente
dos outros Dois Poderes (Legislativo e
Judiciário), pelos excessivos poderes conferidos ao Executivo, que faz o que
“bem-entende”, comprando e nomeando, respectivamente, os
membros desses outros poderes.
Isso decorre do fato dos poderes-de-Estado
não serem “equilibrados, harmônicos e independentes”, conforme ideal preconizado por Montesquieu, no Século
XVII, e previsto na própria Constituição brasileira.
Esses adjetivos estão somente no papel, no respectivo
dispositivo constitucional. Nunca na prática, na realidade. Não há equilíbrio,
harmonia e independência entre os Três
Poderes (Executivo,Legislativo e Judiciário). Prepondera sempre o poder de um
deles: do poder executivo.
Tentarei demonstrar que a política da “pátria educadora” tem
as suas raízes na “política dos coronéis”, velha conhecida da sociologia. O
“coronel” que era, e ainda é, em grande parte, o principal tipo de político em
ação, principalmente nas zonas rurais e interior do Brasil, seduz as suas
“vítimas” (eleitores), prometendo-lhes “mil” coisas, para melhora das suas
vidas. É claro que nunca serão cumpridas.
Em consequência, o único trabalho que terão será o de “votar
nele”. Não precisam nem pensar, raciocinar, trabalhar, olhar, cheirar e ouvir.
O “coronel” fará esses trabalhos por eles. Pensará, raciocinará, trabalhará
,olhará , cheirará e ouvirá por todos os
seus eleitores.
Impressiona observar que o
PT, desde o início, se agarrou com “unhas e dentes” na pedagogia do
Professor Paulo Freire, fazendo da sua pregação uma das suas principais
bandeiras, discursando que estava na política
para defender os “oprimidos”, contra os “opressores”, nos governos e
parlamentos para os quais fossem
eleitos.
Mas porventura o Partido dos Trabalhadores, agora no
Governo, não estaria usando um lema de conteúdo diametralmente oposto ao que
pregava Paulo Freire? O lema “pátria educadora” não seria uma nova versão da
“politica dos coronéis”, onde o povo não sabe nada e a “pátria” -
”coincidentemente” constituída por eles mesmos - sabe tudo? Não seria
recomendável inverter essa situação, passando o povo a educar a pátria e, por via de consequência, seus dirigentes? Afinal
de contas, o estado deve servir o homem,ou
é o contrário?
Impropriedade desse
tipo foi dita pelo Presidente John Kennedy, dos Estados Unidos da América: ”não perguntes o
que a pátria pode fazer por você, porém o que você pode fazer pela pátria”. O
pior é que isso é comemorado como sinal de sabedoria e democracia. Com essas
palavras, Kennedy inverteu o problema finalístico do Estado, ou seja, afirmando
que o homem deve servir ao estado, e não o estado ao homem, como deveria ser.
Essa frase serve como uma luva aos que buscam fazer do homem
um escravo do estado. Acontece muito nos regimes absolutistas, nas tiranias,
oligarquias e OCLOCRACIAS
(falsas democracias), esta última aplicada à pleno vapor no Brasil. Mas
essa postura governamental, aqui na terra tupiniquim, não é nova. É repetitiva.
Desde o início dos seus governos o PT tem como “carro-chefe”
da sua política o programa “bolsa família” (e outras bolsas), que não passa de
uma esmola “oficial” que incentiva seus beneficiários à vagabundagem e a
jamais se libertarem desse grotesco
“assistencialismo”. Que não promove nem liberta ninguém. Essa política de
governo também era combatida radicalmente pelo pedagogo Paulo Freire, que teve,
no caso, suas lições “viradas-ao-avesso”, pelos discípulos oportunistas, logo
que assumiram seus mandatos.
Trocando em miúdos, o lema “pátria educadora” se trata da
aplicação da POLÍTICA DO OPRESSOR, da política dos “coronéis”, jamais a do
OPRIMIDO, como aparece no “discurso enganador”.
A outra versão que poderia ser debatida é no sentido de
desvendar a suspeita de que mediante essa nova política o Governo estaria dando forma à IDEOLOGIZAÇÃO
DE ESQUERDA, que informalmente já está em curso nos currículos escolares,
usando a partir de agora o lema PÁTRIA
EDUCADORA como pretexto e mesmo máscara,
inclusive para os efeitos de “arrancar” verbas públicas para manifesta
propaganda política, tudo ao amparo das leis, que “eles “ mesmos fazem ou
mandam fazer.
Sem dúvida o objetivo do programa “pátria educadora” é
estabelecer a ditadura do pensamento, onde o corpo “docente” (educadores), sob
patrocínio governamental, é treinado
numa só direção político-ideológica, de esquerda, claro, enquanto o “rebanho”
discente (educandos) não fica com qualquer alternativa de ser educado nas
outras opções ideológicas não
previstas no currículo oficial,
optando por uma delas. Portanto não
nenhuma democracia na “pátria educadora”.
Essa é a PEDAGOGIA DA DITADURA DO PENSAMENTO.
Fonte: Alerta Total
____________________
Sérgio Alves de Oliveira é Sociólogo e Advogado.
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