sábado, 27 de setembro de 2014

O COMUNISMO, ESSE INSEPULTO


Um leitor recomendou-me comentar o artigo de Leonardo Boff publicado no JB de 25 de agosto com o título de "O socialismo não foi ao limbo". É o que faço aqui.

 O artigo de Boff, resenhado, fica assim:

1) caiu o Muro de Berlim, muro do socialismo existente, que se reconhece violador de direitos humanos, autoritário, etc; 2) caiu, também, o muro de Wall Street e se deslegitimaram o neoliberalismo e o capitalismo; 3) o capitalismo centralizaria uma riqueza imensa em 737 grupos econômico-financeiros enquanto 85 pessoas acumulariam recursos equivalentes aos ganhos de 3,5 bilhões de pobres; 4) é necessário recuperar a experiência das reduções jesuítas e o comunismo da república comunista cristã dos guaranis; 5) o socialismo é tudo de bom; 6) o capitalismo é tudo de ruim e seus efeitos na sociedade são terríveis; 7) a única saída é acabar com a propriedade privada e instituir a propriedade social dos meios de produção, acautelando-se para que os indivíduos adiram a esse projeto de modo consciente e queiram viver as novas relações.

***

Quero ater-me, aqui, às acusações que Leonardo Boff faz às economias livres. É como se do exílio do povo hebreu no Egito às investidas do Estado Islâmico, raros fossem os males da humanidade não derivados do neoliberalismo e do capitalismo. Ora, se a história andasse como ele a descreve, viveríamos sob inimaginável convulsão social, na guerra de todos contra todos (o armagedon que ele prenuncia), com uma queda de Bastilha por semana.

Diferentemente do que acontece com os socialismos e com o comunismo, as liberdades econômicas não tiveram um fundador, não tiveram um Marx na potência -1 para concebê-las. Ninguém apareceu na humanidade para excitar, na mente da plebe, legítimos anseios de realização pessoal por meios próprios. Ninguém preconizou: "Monta tua empresa, cria teu negócio, põe tua criatividade em ação, persegue teus ideais!". Tais bens da civilização foram conquistas dos indivíduos, no mundo dos fatos, na ordem da natureza, e têm sido o cada vez mais eficiente motor do progresso econômico e social.

Enquanto lê "O socialismo não foi ao limbo", o leitor vai sendo induzido a crer que a miséria de tantos, no mundo de hoje, é produto ou subproduto inevitável da economia de empresa. Portanto, os miseráveis da África e da Ásia eram seres humanos que viviam na abundância, na mesa farta e na prodigalidade dos frutos da natureza até que o famigerado capitalismo aparecesse para desgraçar suas vidas. O fato de que nas regiões do mundo onde se perenizam as situações que Boff descreve não exista uma economia livre, não haja empresas, nem empregos, parece passar ao largo das considerações do ex-frei. Vale o mesmo para a inoperância, nessas regiões, do braço do Estado, que o comunismo apresenta como sempre benevolente.

Cinco realidades vazam para a valeta lateral da pista por onde ele anda com sua análise dos sistemas econômicos. São fatos esféricos: 1) a fome era endêmica na Europa até meados do século passado e foi a economia de mercado que criou, ali, a prosperidade; 2) sempre que os meios de produção viraram propriedade do Estado a fome grassou mesmo entre os que plantavam; 3) enquanto as experiências coletivistas conseguiram, como obra máxima, nivelar a todos na miséria, a China, com o capitalismo mais rude de que se tem notícia, em poucas décadas, resgatou da pobreza extrema mais de 500 milhões de seres humanos (Word Bank, China Overview, apr/2014); 4) não é diferente a situação no Leste da Ásia, inclusive no Vietnã reunificado e comunista, no Camboja do Khmer-Vermelho, no Laos e na Tailândia; 5) quem viaja pelo Leste Europeu sabe quanto as coisas melhoraram por lá desde que as economias daqueles países, infelicitados pelo dogmatismo comunista, se libertaram do tacão soviético.

A história mostra, enfim, que o comunismo é imbatível quando se trata de gerar escassez, miséria e aviltamento da dignidade humana.  Nossa Ibero-América, onde as prescrições políticas e econômicas do Foro de São Paulo ditam regras para muitos países, parece nada aprender das constatações acima. Consequentemente, as coisas andam mal e é preciso botar a culpa em qualquer um que não nos vendedores de ilusões, nas utopias que se requebram como odaliscas, nos delírios do neocomunismo, nos corruptos e nos corruptores. Decreta-se, então, para todos os males, a responsabilidade da economia de empresa, do capitalismo e, sim, claro, dos Estados Unidos.


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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

A COMISSÃO NACIONAL DA MEIA VERDADE E A LEI DA ANISTIA


Na seção “Dos Leitores” de sua edição de 12 de setembro de 2014, o jornal O Globo publica carta de autoria de Rui da Fonseca Elia, cujo teor é o seguinte:

“A lei que criou a Comissão da Verdade visava a buscar o ‘direito à memória e à verdade e promover a reconciliação nacional’ sem caráter jurisdicional e persecutório, observando o princípio da imparcialidade. Apequenou-se numa comissão de revanche. Entre suas ilegalidades contam-se: resolução interna que altera a dita lei, decidindo só apurar os excessos dos agentes do Estado, que combatiam guerrilheiros terroristas; intimar diretamente militares para depor ao arrepio da disposição do Código do Processo Civil, que determina que tal seja feito por ‘por requisição ao comando do corpo em que servir’; pedir punição disciplinar de oficiais reformados que se recusam a obedecer intimações ilegais, ignorando a súmula do STF, que assevera: ‘ Militar reformado não está sujeito à pena disciplinar’. Em vez de verdade e reconciliação, temos mentira e desagregação.”

O autor produziu um ótimo texto – simples, preciso e conciso.

Poderia ter acrescentado outras ilegalidades cometidas pela Comissão Nacional da Meia Verdade, que infringe a lei que a criou a partir da nomeação de comissários comunistas, que não têm a imparcialidade exigida pela lei, a alteração a seu bel-prazer do prazo abrangido pelas investigações, também contrariando a letra da lei, além de muitas outras de conhecimento público.

São tantas as ilegalidades, que os Clubes Militares estão entrando na Justiça requerendo o impedimento da publicação do relatório da CNV, por contrariar frontalmente o diploma legal que a criou.

Recentemente, por ação do Ministério Público, os esquerdistas estão propondo levar a júri popular cinco militares, sob acusação de delitos cometidos quando atuavam em órgãos de repressão à guerrilha e ao terrorismo. A Lei da Anistia, já ratificada em parecer do STF, não vale mais?

Não tenham dúvidas sobre o objetivo final da Comissão da Meia Verdade, ou seja, recomendar a revisão da Lei da Anistia, deixando de atingir os agentes do Estado e protegendo apenas os terroristas e guerrilheiros assassinos e criminosos, já quase beatificados.

Esta revisão também contraria uma série de dispositivos intocáveis do Direito, inclusive o que diz que a lei não pode retroagir para prejudicar ninguém – ou seja, quem já está anistiado não pode ser “desanistiado”.

A este respeito, não esqueçamos mais esta lição do mestre Rui Barbosa:

“A anistia, que é o olvido, a extinção, o cancelamento do passado criminal, não se retrata. Concedida, é irretirável, como é irrenunciável. Quem a recebeu, não a pode enjeitar, como quem a liberalizou, não a pode subtrair. É definitiva, perpétua, irreformável. Passou da esfera dos fatos alteráveis pelo arbítrio humano para a dos resultados soberanos e imutáveis, que ultimam uma série de relações liquidadas, e abrem uma cadeia de relações novas. De todos os direitos adquiridos este seria, por assim dizer, o tipo supremo, a expressão perfeita, a fórmula ideal: seria, por excelência, o direito adquirido. Ninguém concebe que se desanistie amanhã o indivíduo anistiado ontem. Não há poder, que possa reconsiderar a anistia, desde que o poder competente uma vez a fez lei.”

RUI BARBOSA – Obras Completas, JFRJ, V. 24, t. 3, 1897, p. 38


PARA QUEM TEM VERGONHA NA CARA

Por Cícero Novo Fornari  - Coronel do Exército

Brasília, Primavera de 2014.

Documento dirigido apenas aos militares das Forças Armadas e às suas pensionistas, mas é bom que toda a população brasileira tome conhecimento.

“Militar não faz GREVE. Militar faz REVOLUÇÃO.”

PARA QUEM TEM VERGONHA NA CARA

O fim do mês de setembro se aproxima e as eleições também.

Aguardamos com ansiedade a chegada pelos Correios do nosso Comprovante Mensal de Rendimentos (o contracheque) e também a data da Eleição Majoritária, onde poderemos escolher nossos Dirigentes Máximos e Legisladores.

Nós militares não temos patrão. 
O nosso patrão é o BRASIL.

Acontece que para o BRASIL andar direito, necessita de Dirigentes e de Legisladores preparados, inteligentes, honestos e patriotas. Que amem a nossa Pátria como nós militares a amamos e nem exigimos que eles jurem perante a Bandeira, doar a própria vida para bem cumprir as suas missões.

Quando entrei para o Exército, aprovado em concurso público de âmbito nacional, não sabia e nem perguntei quanto ganhava um soldado, um sargento, um tenente, um major ou um general.

Eu confiava que iria ter chefes políticos e militares, e que iria receber o necessário para viver e criar minha família com dignidade e segurança, que não ficaria rico, mas que tinha alguém cuidando de mim. Será que estava certo?

Com economia, muitas restrições e até privações consegui construir uma grande família, ter uma boa casa, um carro e muitos e muitos amigos, isso já aos 83 anos de idade.

Se eu fosse para outra profissão, teria até maiores oportunidades, mas certamente não seria feliz como fui e como sou.

A idade chega, a saúde correspondia aos meus hábitos sadios de vida, mas ninguém é de ferro e acabei ficando com a saúde seriamente abalada.

Tenho dois planos de saúde e mesmo assim os médicos, hospitais e medicamentos acabam nos levando para apertos financeiros, coisa que não existia nem quando eu era Major, com cinco filhos estudando ao mesmo tempo nos cursos primário, secundário e faculdade, tudo em escolas particulares.

Agora volto ao famoso contracheque.

O nosso padrão de vencimentos caiu muito em relação às outras carreiras de Estado.

A propaganda governista diz que está tudo bem.

Que não há inflação.

Há quantos anos a Presidente não empurra um carrinho no supermercado? Não vê uma conta de luz? De água e esgoto? IPTU e IPVA? Não compra um botijão de gás? Encosta o carro no posto de gasolina?

Acorda mulher !!!

A título de ilustração vou revelar um item do meu contracheque que me choca e até me ofende. Há pessoas que se acostumam a apanhar, mas isso é para “mulher de malandro”.

Vamos ver no dicionário o que é “SALÁRIO-FAMÍLIA. - Remuneração adicional, variável em função do número de dependentes, à qual têm direito os trabalhadores de empresas privadas, públicas ou mistas.”

Pois bem. Pasmem Senhoras e Senhores responsáveis por essa “pornocracia administrativa” (Pornocracia= influência das cortesãs no governo).

O valor do salário-família do militar das Forças Armadas Brasileiras é de 16 centavos por mês !!!

Isso resulta na fantástica fortuna de 1,92 Real por ano, que se bem administrada poderá ser colocada na poupança e em 30 anos estará valendo uns 300 Reais, que sua filha querida poderá usar para comprar um capacho novo para usar na porta da sua casa ou um ramo de flores para ornar o túmulo do pai no dia de finados.

Senhores militares. Suas queridas esposas valem para este governo apenas 16 centavos por mês, menos que uma fatia de pão ou uma colherinha de açúcar ou um pedacinho de esparadrapo.

Pelo contracheque o que recebemos como LÍQUIDO, é tão etéreo que se evapora rapidamente e deveria ser chamado de GASOSO e não de LÍQUIDO.

Coitados dos Graduados, nossos Cabos e Sargentos.

Realmente nossos Vencimentos são uma M.E.R...R.E.C.A.

As eleições estão aí.

Votem certo. Eliminem qualquer candidato que seja do PT. Cuidado também com as coligações com partidos comunistas e socialistas.

Dilma, a mãe do PAC, filho de pai ignorado, que pelos comentários maldosos das comadres deve ser irmão do Bebê de Rosemary.

É chegado o momento de mandarmos a Dilma e seus comparsas e cúmplices para as profundezas do inferno, lugar de onde nunca deveriam ter saído.

Meus amigos:

“Ou ficar a Pátria livre, ou fazer tudo para que os comunistas morram defendendo o seu ideal ultrapassado e a sua boquinha no governo corrupto que infesta o nosso Brasil.”

- SELVA!

- BRASIL!




sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Depois da eleição, Lula terá tempo para baixar na Síria e sossegar os companheiros degoladores com meia dúzia de conversas


No fim de 2008, depois de dar por inaugurado o Brasil Maravilha, o primeiro ex-operário promovido a presidente da República cismou que a ONU merecia um secretário-geral que, além de monoglota, nunca lera um livro nem sabia escrever. Nos dois anos seguintes, até que a ficha caísse, Lula caprichou no duplo papel: Conselheiro do Mundo e Solucionador de Conflitos Insolúveis.

O consultor planetário, por exemplo, tentou convencer o governo americano de que, vistos de perto, os aiatolás atômicos do Irã eram gente fina, que recorria a peraltices nucleares só para chamar a atenção dos adultos. O especialista em crises sem remédio abandonou de novo o local do emprego para baixar no Oriente Médio e ensinar que ódios seculares podem ser liquidados com uma semana de prosa & lábia.

Voto revoga prontuário, reiterou a campanha internacional. Lula bajulou genocidas africanos, perdoou dívidas bilionárias de tiranos caloteiros, ajoelhou-se no altar de Hugo Chávez, celebrou missas negras em companhia de assassinos psicopatas, rebaixou-se a amigo e irmão de abjeções como Muammar Khadafi, debochou dos presos políticos cubanos; fez o diabo. Mas a candidatura a comandante da ONU fez tanto sucesso quanto a ideia de instalar no governo paulista um poste disfarçado de Alexandre Padilha.

O padrinho pode ter sua segunda chance caso ajude a afilhada a provar que só a troca dos ataques aéreos por conversas civilizadas conseguirá encerrar o show de selvageria protagonizado pelo Estado Islâmico. Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, não há no mundo alguém tão preparado quanto Lula para missões do gênero. A partir de novembro, ex-presidente estará liberado para sossegar os companheiros degoladores com meia dúzia de conversas.


Perdida a eleição, Lula não terá nada a perder além da cabeça.

Campanhas sórdidas de ativistas petistas nas redes sociais com acusações falsas contra Ana Amélia


Marina, traíra, Marina



Marina pode até tentar enganar, mas sabemos que por dentro, ela ainda é vermelha!

A Extraordinária política externa que Brasil e Argentina querem fundar !!!


Oval Nacional - Pimentel não é o Palmeiras, fotos pra inglês ver, ex-menudo vai pra cadeia


OS POSTES

Por Maria Lucia Victor Barbosa


No meu primeiro livro, O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem, editado por Jorge Zahar, escrevi:

“É necessário que o candidato em seus discursos aborde problemas cotidianos e use uma retórica exaltada, eivada de ideologia cabocla de justiça social, pois é necessário ressaltar a diferença entre ricos e pobres e clamar por vingança contra os que no momento ou no passado não conseguiram satisfazer as aspirações populares”.

Focando na figura de Lula da Silva compreende-se que foi graças a tais artimanhas que ele, na quarta tentativa, chegou lá. De um lado agradou a maioria composta pela pobreza. De outro, convenceu aos que depois chamou de “zelite”, que não ia mexer no mercado ou desagradar banqueiros, empreiteiros, grandes empresários. Aquela linguagem revolucionária de esquerda era só de brincadeirinha.

No poder Lula deu migalhas aos pobres e agiu como “coronel”, daqueles do “voto de cabresto”. Aos ricos proporcionou lucros inimagináveis e eles, agradecidos, sustentaram suas campanhas e a de seus companheiros. A classe média, onde entre outras categorias se inserem artistas, intelectuais, universitários, profissionais liberais que costumam ostentar ser de esquerda, Lula provocou aquele embasbacar pueril que faz a alegria dos demagogos.

Lula fez da presidência da República seu palanque de politicagem no qual achincalhou a língua pátria e se deliciou ao utilizar pesada retórica onde não faltaram palavrões, impropriedades e estultices. Louvado pela obra de ficção descrita pelo marketing como o Brasil transformado em paraíso reinou absoluto sem nenhuma oposição, quer partidária, quer institucional.

O saldo do seu longo período é a herança maldita que se sente no caos econômico, na corrupção presente em escândalos que permearam seus oito anos de governo, mais os quase quatro de Rousseff em que ele foi o presidente de fato.

O último e mais estrepitoso escândalo está sendo escancarado pelo detento, Paulo Roberto da Costa, ex-diretor da Petrobrás, o companheiro Paulinho. Na tentativa de diminuir sua pena, Paulo Roberto está mostrando que se roubou não em milhões, mas em bilhões e dá nome aos poderosos que se locupletaram, sobretudo, aos companheiros do PT e aos amigões do PMDB e do PP. Lula e Rousseff durante anos não viram nada, não souberam de nada e se alguma coisa houve a culpa foi dos Estados Unidos, de Fernando Henrique e da crise internacional.

Mantém ainda Lula o mesmo poder? Seu primeiro poste, a criatura Rousseff, é um retumbante fracasso e tem conduzido o Brasil à bancarrota. Seu segundo poste, Fernando Haddad, eleito por Lula prefeito de São Paulo, tem uma das piores avaliações entre os prefeitos de todo o país. O terceiro poste, o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, amarga o último lugar na campanha ao governo de São Paulo.

  O teste das urnas, que inclui outros candidatos do PT Brasil afora mostrará se Lula continua poderoso ou não. Para alegria dos petistas pesquisas do momento estão dando esperança ao PT, que estava sentindo medo. O chamado escândalo do pretrolão que fez empalidecer o mensalão não sensibilizou o povo. Inflação acelerada junto com inadimplência, indústria afundando, piora no emprego, o Brasil entrando em recessão, nada disto é notado pelos eleitores que continuam otimistas.

Se os brasileiros não ligam mais para seu bolso, que como dizem é a parte mais sensível do corpo, seria difícil imaginar a maioria assistindo ou entendendo a recente entrevista concedida por Rousseff ao Bom Dia Brasil. Naquela ocasião a governanta esbanjou prepotência, cinismo e total ignorância de dados do seu próprio governo e do panorama internacional.

A última da governanta se deu na ONU, dia 23, antes de seu discurso de autoelogio feito na abertura do evento. Não se sabe se por inspiração de Lula da Silva, que sempre defendeu a pior escória mundial ou se por instrução do chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, Rousseff se posicionou contra os Estados Unidos e aliados, e a favor do Estado Islâmico. Uma aberração diplomática capaz de matar de vergonha os brasileiros que têm informações e senso das medidas.

De fato, com bem disse uma autoridade israelense, somos um anão diplomático. Afinal, apoiamos terroristas fanáticos cujas ações contra os que consideram infiéis são a degola, a crucificação, o enforcamento, o estrupo, a flagelação e o apedrejamento de mulheres. A governanta certamente ignora que pelas leis do IE é uma infiel e, que por isso, merece perder literalmente a cabeça ou no mínimo ser obrigada a usar burca.

Diante de tantos descalabros e ao ver o poste Rousseff subindo nas pesquisas, a pergunta a se fazer não é mais que país é esse, mas que povo é esse, que não se envergonha da incompetência e da corrupção internas e da repulsiva política externa. A resposta estará contida no teste de poder de Lula quando as urnas mostrarem os resultados.


Fonte: Alerta Total

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Maria Lucia é socióloga. mlucia@sercomtel.com.br Site: www.maluvibar.blogspot.com.br

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Dilma Roussef tirou a máscara em Nova Iorque


Quanto mais Dilma sobe nas pesquisas mais bobagens ela fala



Hoje no "Aqui entre Nós", o convidado é o colunista de VEJA, José Roberto Guzzo. Ele analisa o comportamento de parte do eleitorado brasileiro com a onda de bobagens ditas e repetidas por Dilma Rousseff. Recentemente, Dilma disse que é preciso ter “compromisso com aqueles que desviam dinheiro público”. Bem, compromisso é compromisso.

Lula tem um ritmo perfeito para sumir e reaparecer


Dilma bola murcha e Marina bola cheia no Bom Dia Brasil


Oval Nacional - Dilma ou Marina, Pimentel sumido e Médica cubana foge


Delações premiadas: dobra o medo na campanha do PT



O Giro de reportagem de VEJA desta quinta-feira traz as manobras de campanha de Marina, Dilma e Aécio na reta final da disputa eleitoral. Lauro Jardim, no "Seu Voto no Radar", fala do medo que assombra os petistas com as delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef.

Não chores por mim, Marininha




Uma homenagem do Molusco a candidata da 'Nova Política'.

TOTALITARISMO JUDICIAL



A democracia e o Estado de Direito balançam quando as evidências de totalitarismo judicial avançam.

Entrevista com o candidato à Presidência Aécio Neves








Lobby da pedofilia: está bem na sua porta

Por Thiago Cortês

Quem antes dizia que a agenda cultural da esquerda leva, inevitavelmente, à defesa de abominações como a zoofilia, necrofilia e a pedofilia, era considerado louco.

Isso só poderia ser paranóia de gente muito careta, certo? Errado!

Infelizmente, os piores temores são sempre passíveis de encontrar a realidade quando se trata de lobbys organizados da esquerda e sua fúria contra a família tradicional…

Em artigo intitulado “Pedofilofobia”, publicado na Folha de S. Paulo, no último dia 21, o filósofo Hélio Schwartsman questionou a decisão da Justiça que mandou recolher todos os exemplares da revista Vogue Kids.

A revista trazia fotos de adolescentes em poses sensuais. Schwartsman argumenta que a decisão judicial é “uma forma de censura”.

"A determinação judicial não constitui uma forma de censura? Ainda que se admita que as imagens sejam sensuais, isso configura um caso em que o Estado deveria ser acionado para passar por cima da autonomia das jovens modelos e de seus pais que autorizaram a participação na campanha?" 

De saída, o que mais impressiona é o filósofo questionar se adolescentes em fotos sensuais realmenteconfigura um caso que merece intervenção.

Mas ele se supera no parágrafo seguinte:

"Penso que a liminar viola o princípio da liberdade de expressão e que, mesmo que julguemos que a exposição das meninas em cenas insinuantes seja algo a evitar, o tipo de prejuízo psicológico com o qual estaríamos lidando aqui só é magnificado pela judicialização do caso".

Quais prejuízos psicológicos podem sofrer meninas impedidas de serem exploradas em fotos sensuais para fins comerciais?

Schwartsman revela aqui sua boçal ética utilitarista: se uma menina, recém-saída da infância, se sentir bem em ter seu corpo exposto de forma sensual, então, tudo bem.

Em seguida, de forma surpreendente, o filósofo reclama: “Por que, então, tanta gente apoia as investidas de promotores contra tudo o que aproxime crianças de sexo?”.

A resposta dele é que somos histéricos e temos sensibilidades “superaguçadas”:

Será que para Hélio Schwartsman os que se preocupam com a proteção da integridade física e moral de crianças e adolescentes são todos tirânicos ?

Os que se e se inflamam diante de casos de abuso sexual de menores são histéricos?

Julio Severo já havia desmascarado o utilitarismo do filósofo quando o mesmo defendeu o aborto (com base em dados suspeitos, como de hábito no Brasil).

Schwartsman não fez uma defesa da pedofilia. Mas abriu um precedente perigoso. Foi o primeiro articulista, em um jornal de prestígio, a instrumentalizar o discurso em defesa da liberdade para relativizar a preocupação da sociedade em combater a pedofilia.

Lobby da pedofilia ganha força na Europa e nos EUA

Se o filósofo brasileiro não defendeu a pedofilia, outros intelectuais (estrangeiros) já o fizeram de forma bastante clara. Gente que influencia a (mimética) intelectualidade tupiniquim.

O biólogo e ateu militante Richard Dawkins declarou, no ano passado, que a “leve pedofilia” não é algo tão condenável assim. Ele usou como exemplo seu próprio caso na infância, quando um professor teria o colocado no colo e depois metido as mãos dentro de seu short.

Segundo o biólogo, o professor teria feito isso com vários alunos, mas não acha que nenhum deles sofreu algum tipo de dano permanente.Tampouco acha que pode julgá-lo com base nos critérios e valores de hoje, já que isso ocorreu há décadas atrás.

Quer dizer, não importa se as vítimas de pedofilia sofrem até hoje. Não podemos julgar os pedófilos do passado com os “padrões da nossa época”.

Em 2012 o The Guardian (publicação inglesa de esquerda) trouxe um artigo de Jon Henley, intitulado “Pedofilia: trazendo os desejos da escuridão para a luz”. No famigerado artigo, o autor diz com todas as letras:

"Mas há uma convicção crescente, nomeadamente no Canadá, de que a pedofilia deveria ser classificada como uma orientação sexual diferente, como a heterossexualidade ou homossexualidade."

Mesmo os leitores do Guardian, gente de esquerda, ultrajados, se manifestaram em cartas contra o artigo. Mas o jornal jamais se desculpou.

Não são apenas opiniões dispersas, aqui e ali, de forma desconexa.

A Associação de Psicologia Americana (APA), em recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, classificou a pedofilia como “orientação ou preferência sexual” em vez de desordem.

Conservadores denunciaram que a APA está “sob pressão dos ativistas da pedofilia”, e por isso, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma “orientação”. O vizinho que quer transar com a filha do vizinho é só um cara diferente.

Sim, agora progressistas de todo o mundo querem que a pedofilia seja considerada penas uma “orientação sexual diferente”. O pedófilo é apenas um “cara extravagante”.

“O escritor Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal, já havia denunciado a estratégia, em passo-a-passo” dos defensores da pedofilia pode ser resumida assim:

1 - Criar um eufemismo ou um novo nome para a pedofilia, abandonando o termo desgastado. Estão tentando emplacar algo como “amor intergeracional”.

2 - Tirar toda a responsabilidade individual do pedófilo: “ah, ele não tem culpa de se sentir atraído por crianças.”

3 - Fabricar estudos embusteiros e falsos para convencer a comunidade acadêmica e os formadores de opinião que é algo relativamente comum, que há farto material comprovando que a pedofilia é uma característica humana e que só é condenada pelo moralismo irracional burguês e cristão.

4 - A imprensa começa a abordar o assunto “sem preconceitos”, entrevistando os defensores do assunto na academia apenas para “abrir a discussão”.

5 - Filmes e novelas começam também a abordar o assunto “sem moralismos” e “humanizando” os pedófilos.

6 - O movimento ganha as ruas e é considerado uma forma de resistência contra a discriminação.


Alexandre Borges e Olavo de Carvalho foram os primeiros a alertar os brasileiros sobre a próxima etapa da campanha da esquerda pela destruição da família.

Olavo foi ridicularizado ou pouca atenção se deu ao resumo de Borges. Mas eis que estamos às portas de uma nova era de lobbys organizados. A primeira foi a dos movimentos LGBT.

Tudo isso ocorre primeiro na academia, depois na imprensa, até se torna lobby político.

Enquanto isso, os cristãos dão apoio a grupos políticos de esquerda que são receptores de todo esse tipo de demanda oriunda de lobbys organizados.

Muito se falou contra o preconceito aos que têm “preferências sexuais diferentes”. Esse discurso abre as portas para legitimização de todas as práticas sexuais.

O lobby da pedofilia é a próxima etapa.

A preferência por partidos de esquerda dentro das igrejas custará muito caro para as famílias brasileiras. Todos os que contribuem com o fortalecimento de grupos políticos alinhados aos lobbys do sexo alternativos são responsáveis pelo que virá a seguir.
  
Publicado no Gospel Prime.




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Thiago Cortês é graduado em sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP). Há mais de dez anos trabalha como jornalista e, atualmente, presta serviços de consultoria política.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O médico Milton Pires não está sozinho na sua cruzada


Pimentel, o Mentiroso




Se durante a campanha, Pimentel já está contando um monte de lorotas, imaginem caso seja eleito!


É isso que Minas Gerais quer?

FALE POR SI, PRESIDENTE. NÃO NOS EXPONHA AO RIDÍCULO.


Leio no site de O Globo de hoje, 23 de setembro de 2014:

NOVA YORK — A presidente Dilma Rousseff condenou os ataques aéreos na Síria pela coalizão liderada pelos Estados Unidos, iniciados na noite de segunda-feira para desmantelar a organização terrorista Estado Islâmico (EI) e combater células da rede al-Qaeda. Para Dilma, o Brasil repudia agressões militares, porque elas podem colher resultados imediatos, mas trazem consequências deletérias para países e regiões no médio e longo prazos. A presidente citou Iraque, Líbia e Faixa de Gaza como exemplos recentes da falta de eficácia deste tipo de política.

O Globo transcreve a fala presidencial: — Lamento enormemente isso (ataques aéreos na Síria contra o EI). O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência. Perda de vidas humanas dos dois lados, agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas depois causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza.

***

Se a presidente dissesse isso conversando com seus próprios botões, durante um chá da tarde com a família em Porto Alegre, já seria um disparate. Afirmá-lo perante a comunidade internacional reunida em Nova Iorque, durante um evento de grande repercussão como a Cúpula de Mudança Climática da ONU, é um caso de internação. Mais grave ainda se torna o quadro clínico quando se sabe que a presidente não esboçou o menor muxoxo, nem fez tisc, tisc, tisc perante o genocídio que o Estado Islâmico vem praticando nas regiões ocupadas. Nossa lamentável presidente não lamentou a degola de qualquer dos jornalistas executados friamente pela jihad em curso. Nossa credibilíssima presidente, que diz crer na diplomacia contra esse tipo de terrorismo religioso, está envergonhando o Itamaraty. Ela dá continuidade, aliás, às posições políticas que vêm dos dois governos de Lula, quando as relações internacionais do Brasil foram conduzidas como se o país fosse um diretório de estudantes controlado pela esquerda .

É preciso fazer saber ao mundo que, especialmente em questões internacionais, nosso governo representa o que há de mais retrógrado no seu partido. E não o Brasil. Tais não são as opiniões da nação brasileira. Fale por si e pelo PT, presidente. Não nos exponha ao ridículo dessa maneira.


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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Oval Nacional - Dilma bolada, mensaleiro volta pra casa e mulher coloca 3° seio


Pedrinhas é uma vanguarda


Três vivas aos escoceses


Essa Eleição - Clara "Falcão"


DELUBIO À SOLTA


terça-feira, 23 de setembro de 2014

40 Razões para NÃO votar em Marina Silva

40 motivos
  1. É e sempre foi socialista
  2. Foi criada no PT
  3. Antes de se filiar ao PT Marina era integrante do PRC (Partido Revolucionário Comunista), uma uma organização política clandestina, de orientação marxista, mais extremista do que o PT
  4. Foi fundadora da CUT no Acre
  5. Foi ministra de Lula e conivente com diversos desmandos do PT
  6. Marina fala muito sobre ética, mas estava no PT durante o Mensalão (2005 e 2006) e permaneceu no PT mesmo após o estouro do escândalo na mídia.
  7. Só saiu do PT em 2009, por interesses próprios, i.e., para concorrer à presidência pelo PV em 2010
  8. Seu partido, o PSB, cuja sigla significa Partido Socialista Brasileiro, é de extrema esquerda
  9. O PSB é membro ativo do FORO DE SÃO PAULO, a maior desgraça presente na América Latina, depois do regime cubano, e que deseja transformar essa América num “paraíso” socialista.
  10. O PSB historicamente foi aliado do PT, desde a década de 1980 e só “deixou” a base aliada do governo Dilma em setembro de 2013. Dando indícios de “estratégia das tesouras” com o PT para tentar diminuir os votos do PSDB
  11. O PSB também tem condenados no Mensalão. O Deputado Romeu Queiroz (PSB – MG) é um exemplo disso.
  12. Se diz cristã, mas quer convocar um plebiscito para discutir o ABORTO
  13. Se diz cristã, mas quer convocar um plebiscito para discutir a legalização da maconha
  14. Marina posa de ecologista, mas não passa de uma ECOTERRORISTA, um dos habitats naturais das viúvas do Comunismo Clássico falido, que não passa de ideologia marxista travestida de “Defesa do Meio Ambiente”
  15. Marina apoia ONGs ecoterroristas como o Greenpeace que incute pânico nos leigos, com profecias catastróficas, apenas para forçar mais concentração de poder e recursos nas mãos do Estado e destruir o estilo de vida vigente, ou seja, o sistema capitalista
  16. Seu marido, Fábio Vaz de Lima, continuou como secretário da SEDENS do Acre (Estado há 16 anos nas mãos do PT) mesmo após o início da campanha eleitoral e ele só pediu exoneração do cargo em 19/08/2014
  17. Não conseguiu gente suficiente para criar o “seu” partido e agora quer administrar o Brasil?
  18. Se diz defensora dos mais pobres, mas sua campanha é coordenada por uma das herdeiras do Banco Itaú, maior banco privado do país, e com uma dívida em impostos federais da ordem de 18 BILHÕES DE REAIS
  19. O eleitores típicos de Marina Silva são, em sua maioria, o jovens idealistas ou o membros da elite que flerta com a esquerda “festiva” também conhecida como esquerda “caviar”
  20. Marina Silva é a personificação da esquerda “caviar”. Prega vida simples e sustentável aos outros, mas costuma voar em luxuosos (e poluentes) jatinhos de milhões de dólares.
  21. Enquanto ministra de Lula atravancou o desenvolvimento do agronegócio
  22. Seu marido está envolvido no caso Usimar, que envolve 40 pessoas em suposto desvio de R$ 44,2 milhões da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia para a construção, em São Luís, no Maranhão, de uma fábrica de autopeças que nunca saiu do papel.
  23. Marina posa de super ambientalista, mas seu marido (de novo!) está sendo investigado sobre envolvimento em um desvio milionário de madeira clandestina
  24. Se diz cristã evangélica, mas é adepta da Teologia da Libertação, que de Evangelho não tem nada. Não passa de um sincretismo tosco entre bíblia e marxismo
  25. É pupila de Leonardo Boff, um dos expoentes da Teologia da Libertação, que dentre tantos disparates (além de tentar conciliar Cristianismo e Marxismo, acusa Israel de usar “métodos nazistas contra os palestinos”)
  26. O vice de Marina, Beto Albuquerque (PSB), que também se diz cristão é a favor do casamento gay
  27. Marina se diz ambientalista, mas seu vice, Beto Albuquerque, teve as duas últimas campanhas financiada por dois gigantes do agronegócio (Celulose Rio-grandense e a Klabin). No Congresso, ele defendeu leis que atendiam a interesses do segmento, a que Marina e outros ambientalistas tanto criticam
  28. Marina se diz a favor do desarmamento, mas seu vice, Beto Albuquerque, teve campanha financiada pela Taurus (uma das maiores fabricantes de armas do Brasil)
  29. Marina Silva defendeu o MARCO CIVIL DA INTERNET, que trouxe a censura à rede
  30. Marina Silva é a favor do Decreto 8.243, o decreto bolivariano que Dilma e o PT querem fazer vigorar a todo custo e aparelhar ainda mais o Estado com pelegos do MST, MTST, CUT, Movimento Passe Livre e afins
  31. Marina Silva apoia os bandidos do MST, que na base da violência tem como único objetivo abolir a propriedade privada rural, chamando isso de “reforma agrária”
  32. O MST apoia a campanha de Marina Silva
  33. Marina Silva é amada pelos ecobobos globalistas, que pregam que a “Velha Ordem Mundial” de soberania das nações é um modelo ultrapassado que deve ser substituído por um governo global, acima das nações
  34. O “desenvolvimento sustentável” que Marina defende se trata, grosso modo, de aplicar leis supranacionais cujo conteúdo é ditado por aquilo que a ONU pensa ser melhor para o mundo. O que não passa na realidade de afrontas à soberania nacional
  35. Marina Silva, sempre apoiou o governo de Tião Viana (PT – Acre), o mesmo envolvido em inúmeros escândalos e, mais recentemente, na “desova” em São Paulo dos refugiados haitianos que estavam no Acre
  36. Coordenador do programa de governo de Marina e do PSB, Mauricio Rands, era parte da base aliada durante o escândalo do Mensalão. Aliás, ele foi testemunha de José Dirceu no processo do Mensalão
  37. Marina Silva vende uma imagem de “novidade”, de “uma novo forma de fazer política” mas seu histórico mostra o oposto. Diante de todos os escândalos do PT, com os quais ela foi no mínimo conivente, Marina representa a mais lastimável e velha política brasileira
  38. Marina Silva defende o PT contra toda e qualquer acusação de ligação com as FARC, mesmo diante da confirmação de Raúl Reyes (um dos líderes das Farc) que tinha ligações com Lula
  39. O avião que transportava Eduardo Campos no fatídico acidente, no qual Marina viajou diversas vezes em campanha, até agora “não tem dono”
  40. Na criação de seu partido REDE SUSTENTABILIDADE, Marina falou muito sobre ética e combate à corrupção, como o PT de antigamente, mas tem entre seus membros políticos envolvidos no escândalo do bicheiro Carlos Cachoeira. Dois exemplos disso são Elias Vaz de Andrade e Martiniano Pereira Gonçalves Neto, ambos de Goiás


Fonte: 40 Razões

'A campanha do PT é intelectualmente vigarista'



No "Aqui entre nós" desta segunda-feira, Reinaldo Azevedo diz que o discurso de Dilma Rousseff é uma grande confusão de ideias e que considera a campanha do PT intelectualmente vigarista.

POR ONDE ANDA JOAQUIM BARBOSA QUANDO PRECISAMOS TANTO DELE?


Entrevista de Dilma à TV é expressão do fim de uma era


Dilmalcriada


Escândalo de desvio de dinheiro público na BA tem desdobramentos


"Dilma é um equívoco na história brasileira”



Walter Feldman, coordenador e homem-forte da campanha de Marina Silva, engrossou o discurso e já avisou que a candidata vai reagir com firmeza contra a campanha do medo implantada pelo PT. Em entrevista a TVEJA, ele disse que João Santana é o candidato real e que Dilma é um equívoco na história brasileira. O coordenador disse ainda, no "Direto ao Ponto" com Joice Hasselmann, que o PT cometeu um crime histórico contra a Petrobras.

Escândalo surge contra o PT da Bahia entenda


Oval Nacional - Recall na Fiat, trens do Rio e Justiça de olho em Pimentel


Governo apela à Contabilidade Criativa


O PT E A IMPRENSA - DE PEDRA A VIDRAÇA


Entre 1980 e 2002, o Partido dos Trabalhadores foi uma ininterrupta saraivada de pedras contra as vidraças do poder. Pedra dura sem ternura, nem meias palavras. O partido adotou a denúncia como elemento central de suas estratégias, dividindo-se entre as tribunas dos parlamentos e os balcões do Ministério Público e do Poder Judiciário. Era carga cerrada, que ganhava eficiência e eficácia com produção de cartilhas e com a rápida propagação das mensagens e orientações até o mais solitário vereador ou militante, no mais remoto dos municípios. Onde houvesse um meio de comunicação e alguém para ser municiado, ali chegava a informação ou a versão mais conveniente para o ataque, em dimensões nacionais, aos adversários da hora. Foram mais de duas década disso.

Os alvos não eram apenas os ocupantes do Palácio do Planalto. Eram, também, as vidraças de todo espaço de poder cobiçado pelo partido. E o partido cobiçava todos os espaços de poder. A articulação com movimentos sociais e sindicatos permitia-lhe dar um jeito de mobilização popular às manifestações estrategicamente promovidas contra seus adversários em todo o país. Como era de se esperar, o partido tornou-se o queridinho da mídia porque, na área política, ninguém conseguia ser mais ativo. O PT não era apenas fonte. Era protagonista e fonte torrencial de informações maliciosas, que geravam repercussão.

Eram cotidianos, nos parlamentos, os discursos de senadores, deputados e vereadores petistas brandindo como tacapes, jornais e revistas que reproduziam suas denúncias e acusações. Não passava pela cabeça do PT a ideia de que o jornalismo, em especial o jornalismo investigativo, pudesse se tornar um incômodo. Não! Era uma parceria que dava bons resultados. O PT atacava e a imprensa multiplicava os efeitos do ataque. A imprensa investigava e o partido repercutia. Os órgãos oficiais investigavam e vazavam para o partido e para a imprensa. E a vida sorria para todos.

No entanto, poucos meses após haver o PT chegado ao poder, os mesmos veículos que antes eram fidedignos e parceiros passaram a ser vistos como manipuladores e inimigos. Acumulam-se, desde então, as tentativas de lançar controle sobre os meios de comunicação. Mais recentemente, tal proposta recebeu o nome de "marco regulatório" da mídia. Agora, foi a vez da presidente Dilma, numa de suas cotidianas crises de nonsense, proclamar, referindo-se às denúncias sobre a Petrobras: "Não é papel da imprensa investigar!". Segundo ela, a tarefa pertence à Polícia Federal.

A frase atropela rudimentares liberdades propiciadas pela democracia, essenciais à subsistência desse regime. Tem potencial para destruir as pontes sobre as quais o partido de quem a proferiu palmilhou os caminhos do poder. E ergue nuvens negras sobre o futuro do país em suas mãos.


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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

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