A polícia do Distrito Federal investiga o caso de Igor
Rousseff que recebeu 120 mil reais por serviços de consultoria que nunca
prestou.
domingo, 3 de maio de 2015
REFORMA POLÍTICA DA CNBB? NÃO ASSINE!
Por Percival Puggina
Um grupo de 112
entidades uniu-se em torno de um projeto de reforma política para o país.
Seguindo a velha cartilha da mobilização, iniciaram coleta de assinaturas, em
busca do mínimo constitucionalmente exigido para os projetos de iniciativa
popular - 1,5 milhão de adesões. O projeto foi amplamente divulgado em outubro
de 2014 pelo movimento Eleições Limpas (www.eleicoeslimpas.com.br) e hoje é
acionado por uma certa Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições
Limpas (procure no Google por esse nome e clique em "Quem somos").
Examine a lista e depois me responda: qual o partido ou
tendência ideológica que lhe vem à mente quando lê MST, CUT, Via Campesina,
CONTAG, UNE, FENAJ? Em meio a uma batelada de ONGs que vivem às nossas custas,
com acesso franqueado a verbas públicas, também integram a tal Coalizão: o MMC
(Movimento das Mulheres Camponesas, aquelas que destruíram os laboratórios da
Aracruz em 2006 e atacaram recentemente, em Itapetininga, um laboratório da
Suzano Papel e Celulose), a UBM (entidade de mulheres pró-aborto), a RFS (Rede
Feminista de Saúde, pró-aborto), a REBRIP (rede de ONGs e movimentos sociais
com propostas "alternativas"), a Liga Brasileira de Lésbicas, o
Movimento Evangélico Progressista, a Articulação Mulheres Brasileiras
(pró-aborto e contra os direitos dos nascituros). Que interesses em comum podem
ter com a CNBB?
Qualquer pessoa minimamente informada percebe que "tem
PT nesse negócio". E tem. A proposta é um espelho das questões centrais do
projeto petista de reforma política: voto em lista (acrescentando um segundo
turno com voto nominal); financiamento exclusivamente público, ou seja,
custeado pelos pagadores de impostos; um reforço aos instrumentos de democracia
direta (bebendo água no Decreto Nº 8243, aquele dos sovietes). Agora, uma
diferença. Enquanto a proposta petista falava em igual número de candidaturas
masculinas e femininas aos cargos legislativos, a proposta da CNBB é mais
moderninha e fala em igualdade de "gênero". Pode? Pode. É a CNBB.
Enfim, a concepção do projeto é tão petista que o site do PT, em 26 de
fevereiro, comemorou o manifesto da CNBB, conforme pode ser lido em
(http://www.pt.org.br/cnbb-e-oab-lancam-manifesto-em-apoio-a-reforma-politica/).
Os católicos já foram solicitados pela CNBB, em 2002, a
assinar por um calote da dívida externa (chamado de "auditoria") que
absolutamente não era necessário; convidados a assinar por um plebiscito e uma
nova constituinte que a ninguém interessou; convencidos de que a salvação moral
da política viria da lei da ficha limpa (uma lei boa, aliás) que precedeu a
maior ladroagem da história. Agora estão escaldados, e as assinaturas pela
Reforma Política patinam, distantes do 1,5 milhão de adesões. Por isso, surgiu
um formulário suprimindo do cabeçalho os nomes das entidades que revelam a
vinculação da iniciativa aos já desacreditados interesses petistas.
Desculpem-me, mas isso não se faz. Parece coisa de, digamos assim, petistas.
__________________
Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor,
titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais
e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da
utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+ e membro da Academia
Rio-Grandense de Letras.
Renan Calheiros pode vetar Fachin
Por Nivaldo Cordeiro
A coluna de hoje de Eliane Cantanhede se debruça sobre as
atitudes oposicionistas do presidente do Senado, Renan Calheiros. É o espelho
da fraqueza crescente de Dilma Rousseff no Parlamento. O pano de fundo desse
elevação do conflito legal é a possível recusa do Senado para aprovar a
indicação de Dilma Rousseff ao STF, o advogado Luiz Fachin.
ATITUDES DIGNAS
Por Emerson Rogério de Oliveira - Jornal O SUL
Relembro um fato inédito que chamou a atenção dos presentes
à cerimônia de entrega de medalhas, realizada no dia 25 de Agosto de 2005, por
ocasião das comemorações do Dia do Soldado, em Brasília. Com a presença de
Ministros de Estado, Comandantes das Forças Armadas, convidados e familiares,
foi entregue a Medalha do Pacificador. Depois do dispositivo pronto, um senhor
idoso, apoiado em uma bengala, vestindo roupas escuras e gravata preta,
portando em seu peito a Medalha do Pacificador, atravessou toda a frente do
dispositivo até o local onde estava a autêntica espada do Duque de Caxias. Com
lágrimas nos olhos, retirou a medalha do peito, elevou ao alto, à frente, à
esquerda e à direita. Depois de beijá-la, colocou-a no seu antigo estojo e a
depositou aos pés da coluna onde estava a espada de Caxias. Voltou, passou
silenciosamente pela frente do dispositivo, indo sentar-se na arquibancada de
cimento, diante do palanque.
Perguntado por que devolveu a medalha, respondeu que ela havia
sido desonrada e desprezada, em flagrante desrespeito à figura do insigne patrono do Exército, o Duque de Caxias, por já ter sido
distribuída a pessoas que não mereciam tal honra. Disse mais, que, se a recebeu
num ato solene, seria justo devolvê-la também num ato solene.
Esse senhor idoso é o coronel de Infantaria
Reformado/Inválido Cícero Novo Fornari. Na época tinha 74 anos, desses, 43 de
serviços prestados ao Exército e à Pátria.
A imprensa divulgou o fato em poucas linhas, mas eu o
destaquei pela sua atitude digna e corajosa em meu livro Trincheiras Abertas,
que lhe chegou às mãos por um amigo. Em dia recente, ligou-me de Brasília, onde
mora, para agradecer-me e perguntar-me se eu tomara conhecimento do que lhe
aconteceu depois daquele fato. Respondido que não, contou-me que, durante um
passeio com a esposa pelas ruas de Brasília, resolveu entrar em uma loja de
antiguidades – uma mistura de velhos objetos com brechó. Apoiado pela bengala
visitava prateleiras e balcões, olhando as mais variadas quinquilharias e
artigos ali expostos, parando em frente a uma redoma de vidro onde estavam
diversas medalhas militares, cuidadosamente alinhadas num feltro verde. Atento,
o dono da loja aproximou-se, cumprimentou-o e passou a discorrer sobre o
histórico das medalhas, as suas origens, quem as mereciam..., e, por fim,
perguntou se ele desejava comprar uma. Apesar de não ter obtido resposta, sabia
que iria negociar com aquele homem calado, pois já vira aquele brilho nos olhos
de muitos clientes. Abriu a tampa da redoma e continuou com a explicação,
mostrando-lhe a medalha da Primeira Guerra Mundial, da Segunda, do Serviço
Amazônico...
Tentava
cativar aquele cliente que parecia paralisado, que ainda não abrira a boca, mas
também não tirara o brilho dos olhos, e, então, o vendedor apontou o dedo para
uma Medalha do Pacificador e perguntou se ele lembrava do caso daquele coronel
do Exército que devolveu a sua Medalha do Pacificador numa cerimônia em
Brasília, depositando-a junto à espada de Caxias, sob o olhar e o silêncio dos
presentes.
O coronel levou um
choque. Ergueu a cabeça para aquele homem gentil e educado, que evocava
lembranças de um fato da sua vida.
Valeu-se da bengala para melhor firmar as pernas trêmulas das muitas
jornadas, e contendo a emoção falou pela primeira vez desde que entrara naquela
loja: "Não me lembro, mas deve ter sido um velho "gagá", meio
maluco, pra fazer isso!"
Surpreso, o dono da loja retrucou-lhe com veemência, dizendo
que ele estava enganado, pois o coronel era um homem honrado e tomou uma
atitude digna naquele dia, uma vez que essa medalha passou a ser concedida a
pessoas que não preenchiam os requisitos para tal, perdendo, assim, o seu
valor.
O coronel sorriu, mostrou-lhe a identidade, e disse-lhe:
"Pois saiba o senhor que esse coronel está à sua frente. Fui eu quem
devolveu a medalha".
O coitado do homem ficou pasmo, olhou para a identidade,
olhou para o coronel e, num gesto largo e espontâneo, abraçou-o. Imediatamente
pegou a medalha, empertigou-se, esboçou um gesto solene e prendeu-a no peito do
coronel, dizendo-lhe: "Ela é sua! Estou devolvendo-a para o lugar de onde
nunca deveria ter saído".
A surpresa agora era
do velho e experiente militar. Quis impedir-lhe o gesto, mas não conseguiu.
Tentou pagar-lhe o valor da medalha, também não conseguiu... E o vendedor, com
um sorriso largo, disse-lhe: "Coronel, o senhor mereceu essa medalha pelo
seu trabalho e dedicação à Pátria. Estou feliz por devolvê-la".
Os dois velhos emocionados se abraçaram. O coronel
agradeceu-lhe, juntou-se à mulher e, com passos lentos, auxiliados pela
bengala, retirou-se da loja, levando a sua Medalha do Pacificador no peito.
Certamente também levava os olhos marejados.
Atrás dele, um homem feliz pelo resgate que fizera naquela
tarde observava-o partir, tendo a certeza de que aquele foi o seu melhor
negócio do dia.
Gesto isolado, sem pompa e sem testemunhas. Mas nobre e
grandioso, porque esculpido na dignidade das suas atitudes, provando que os
valores morais são cultuados por homens, não por sombras.
Nem tudo está perdido.
Fonte: A Verdade Sufocada
______________________
Emerson Rogério de Oliveira é Militar Reformado e Escritor
Triângulo perigoso envolve Toffoli, ministro do STJ e empreiteiro
Por Veja.com
O ministro Dias Toffoli, do STF, nunca vem escoltado por
boas notícias. A capa de VEJA desta semana estampa uma preocupante proximidade
entre o ministro e o empreiteiro Leo Pinheiro da OAS, segundo relatório da
Polícia Federal. "Quando os escândalos de corrupção se aproximam da cúpula
do PT, o Supremo Tribunal Federal parece não estar interessado em apurar o
caso", diz o colunista de VEJA Augusto Nunes.
Investigação do MP contra Lula torna inquestionável CPI do BNDES, afirmam líderes oposicionistas
Por Ucho.info
Reportagem da revista Época mostrou que o MP tem documentos
e depoimentos com indícios de que Lula teria atuado para favorecer empréstimos
do BNDES para a construtora Odebrecht realizar obras em países como Gana, Cuba,
Republica Dominicana e Angola.
Para o líder do Democratas no Senado Federal, a suspeita
contra o ex-metalúrgico revela um padrão de atuação do BNDES no governo do PT
que privilegia o calendário eleitoral desses países, a reorientação das obras
para empreiteiras que sustentem os “mimos” de Lula e caixa 2 de campanha no
Brasil. Esse cenário no mínimo criminoso caracteriza mais um grande esquema de
corrupção praticado pelo PT. “Todas essas denúncias só serão esclarecidas com a
CPI do BNDES, atesta.
“Essas informações que estão vindo a tona só confirmam os
depoimentos dos delatores do processo da operação Lava Jato. É um enorme
esquema de corrupção que envolve a Petrobras, BNDES com tentáculos em
empreiteiras e frigoríficos. No dia da audiência pública com o presidente do
BNDES (Luciano Coutinho) já havíamos denunciado a coincidência das viagens de
Lula com a liberação de recursos e aprovação de obras nesses países. Mostrei
que 57% dos financiamentos do BNDES para exportação de serviços de, 2007 a
2014, foram para Cuba, Angola, Argentina, Venezuela e República Dominicana”,
disse Caiado ao mencionar audiência pública com Coutinho na Comissão de
Assuntos Econômicos do Senado, realizado em 14 de abril.
“Faltam apenas poucas assinaturas para protocolarmos a CPI.
Precisamos priorizar informações que comprovem a ingerência política no banco
público que mudou seu perfil e age conforme estratégia do Foro de São Paulo. É
possível visualizarmos como padrão a forma atuação do BNDES: a coincidência com
o calendário eleitoral desses países; a reorientação das obras para alimentar
caixa 2 de campanha no Brasil bem como atender aos ‘mimos’ de Lula e a
caracterização de mais um grande esquema de corrupção praticado pelo PT”, concluiu.
PPS também protesta
Líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR),
considerou de “extrema gravidade” a investigação aberta pelo MP para investigar
Luiz Inácio da Silva, o agora bem sucedido lobista de empreiteira. Lula é
acusado de ajudar a Odebrecht em contratos de ao menos US$ 4,1 bilhões em
projetos financiados pelo banco estatal em vários países durante o seu governo
e o de Dilma.
“A CPI do BNDES precisa começar a funcionar o mais breve
possível para contribuir com as investigações do Ministério Público, e a
Justiça apurar e julgar com celeridade essa denúncia de extrema gravidade
contra um ex-presidente da República, que atua sem limites para atender a
demanda da custosa máquina petista por meio do tráfico de influência”, afirmou
Bueno, autor do pedido de criação da CPI.
“Não há como não investigar a fundo o tráfico de influência
exercido por Lula porque os casos envolvendo integrantes do governo do PT já
têm extenso repertório de escândalos, no qual figuram Rosemary Noronha e
Erenice Guerra. A existência de um padrão no modus operandi do PT, que
triangula o dinheiro da propina em paraísos fiscais, reforça ainda mais a
instalação da CPI pelo fato de Lula operar em benefício da Odebrecht na América
Latina e na África”, defende o líder do PPS.
Rubens Bueno disse que protocolará, na próxima semana, duas
PFCs (Proposta de Fiscalização e Controle) na Comissão de Fiscalização
Financeira e Controle da Câmara para o TCU (Tribunal de Contas da União)
auditar o contrato do BNDES com o governo da República Dominicana para a
construção de usinas termelétricas, no valor de 2 bilhões de dólares; e com o
governo de Gana, para a construção de um corredor rodoviário, estimado em 290
milhões de dólares.
“O caráter sigiloso dos contratos não pode impedir que o Congresso
Nacional atue para exercer seu dever constitucional de fiscalizar os atos do
Executivo”, afirmou o parlamentar, que também ingressou com outra PFC para
passar um pente fino na atuação do BNDES no financiamento do Porto de Mariel,
em Cuba.
“A imediata instalação da CPI do BNDES se mostra mais do que
necessária para abrirmos a caixa preta do banco e conhecermos a exata dimensão
do buraco negro do dinheiro público aberto pela gestão petista”, diz Bueno.
sábado, 2 de maio de 2015
Militares do Exército Brasileiro na Rua. Susto para alguns e esperança para outros.
Nunca se falou tanto em intervenção militar no país. A ânsia
da esquerda em reescrever a história acabou surtindo efeito contrário. A
sociedade buscou se informar e cada vez maior número de pessoas declara
acreditar que os militares agiram corretamente em 1964.
A Comissão Nacional da Verdade caiu totalmente em
descrédito, a ponto do relatório, que levou anos para ser concluído, ter caído
no ostracismo em apenas alguns meses por conta das várias falhas e unilateralismo
na condução das pesquisas.
| “quem jura defender a pátria com sua própria vida não pode ter medo de se posicionar“ |
Está marcada para primeiro de maio, no Rio de Janeiro, mais
uma manifestação pedindo intervenção militar (Veja aqui). Os organizadores
protocolaram um documento no Comando Militar do Leste e Polícia Militar
informando sobre o evento.
Ontem, em pleno domingo, alguns militares tiveram que
atravessar parte da cidade de Santos – SP. A população, aparentemente
assustada, parou pra tirar fotografias e postar nas redes sociais. O Globo logo
publicou nota informando que não passava de um deslocamento de rotina. Os
militares estavam se deslocando para a Base do Guarujá, onde agora realizam
treinamento.
$talinácio responderá por tráfico de influência no BNDES em favor de obras da Odebrecht no exterior?
A nazicomonopetralhada, sempre radical e fanática em suas
avaliações, faz a seguinte análise sobre o gravíssimo momento político: "A
imprensa golpista resolveu perder a vergonha e definitivamente partiu para dar
eco a denúncias contra a cúpula dirigente do PT, tendo como principal objetivo
atingir o símbolo máximo do partido, Luiz Inácio Lula da Silva. Destruir o mito
Lula é a principal missão dos golpistas, em conluio com um segmento do
Ministério Público e da oposição".
Membro do Núcleo de Combate a Corrupção da Procuradoria da
República no Distrito Federal, a procuradora federal Mirela Aguiar abriu um
procedimento preliminar para investigar suposto envolvimento do ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva em tráfico de influência no BNDES (Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social). A ideia é apurar se o ex-presidente atuou
de forma indevida para induzir o BNDES a financiar obras da Odebrecht no
exterior. Justamente aqueles empreendimentos cujas informações são
classificadas, absurdamente, de "secretas". A partir desta
"Notícia de fato", a procuradora tem 30 dias para pedir ou não
abertura de inquérito contra o companheiro $talinácio - candidato a
enquadramento no artigo 332 do Código Penal.
Se isto dará em alguma coisa ou não, são outros quinhentos.
A blindagem de Lula continua inexpugnável, até agora. Sempre paira a ameaça de
que seu santo nome seja vomitado nas "delações" premiadas da Lava
Jato. Lula escapou milagrosamente do Mensalão, Sequer foi citado no Rosegate -
caso abafadíssimo que envolve sua amiga Rosemary Noronha. Por isso, a dúvida é
se sobreviverá a uma nova onda de denúncias, já que não tem sequer foro
privilegiado para julgamento no Supremo Tribunal Federal. Este é o cagaço real
do $talinácio e da companheirada diante dos terremotos de denúncias.

A pergunta fatal, no entanto, continua no ar: será que o MPF
terá poderes de fato para mexer com ele? E se for denunciado, como o geralmente
lerdo e covarde judiciário vai se posicionar? Não há respostas para tanta
dúvida. O fato concreto, até agora, é que Lula está "malhando" e se
preparando para surgir das cinzas do PT em 2018... O resto é puta torcida e
especulação.
Um direito do cidadão
Em nome da legítima defesa, a arma de fogo é um direito de todo cidadão. Quanto mais se restringe sua venda legal, mais aumenta a quantidade e a forma cruel dos crimes.
No mesmo sentido, o número de policiais mortos foge à
estatística comparativa com qualquer outro país. A legislação lhes nega a
retaguarda jurídica para bem desenvolver seu trabalho, pois não faltam
propostas para desarmá-los fora de serviço ou na inatividade.
A política de direitos humanos, ao vender uma perfeição
hipotética, na prática anestesia a população, inibindo-a de reagir a injustas
agressões. Uma verdadeira lavagem cerebral faz o povo aderir à "cultura da
paz", como se a violência pudesse regredir com passeatas ou cruzes
fincadas na Praia de Copacabana.
Os casos de execução seguidos de furtos se apresentam como
uma nova realidade em nosso dia-a-dia. A certeza de encontrar uma vítima
desarmada e a despreocupação de uma pena branda, que não será cumprida em sua
totalidade, estimula o crescimento desse lucrativo "negócio".
O atual Estatuto do Desarmamento, ao exigir "comprovada
necessidade" para aquisição de arma, na verdade, pela sua
discricionariedade, veta ao cidadão a sua posse.
Uma nova lei se torna imperiosa no sentido de facilitar,
àqueles que desejem, a aquisição de arma de fogo para defesa própria, de seus
familiares e patrimônio. A população, rural ou urbana, não pode continuar
convivendo com o fantasma da insegurança, já que o poder público não é
onipresente.
Por ocasião do referendo, em 2005, o governo demonstrou a
farsa do desarmamento quando o relator do Estatuto — deputado Luiz Eduardo
Greenhalgh — se apresentou como advogado do líder do MST, José Rainha, detido
em flagrante portando uma escopeta ilegal. Na prática, ficou caracterizado que
o desarmamento somente seria aplicado aos outros, e não àqueles que levam o
terror ao campo, bem como aos criminosos urbanos que continuam com armamento e
poder de fogo muito superiores ao das nossas polícias.
Em operações mal planejadas ou midiáticas, como a
"tomada" do Complexo do Alemão, assistimos a centenas de marginais,
fortemente armados, evadirem-se sem serem incomodados, para praticar seus
crimes em outras regiões, junto ao nosso povo completamente desarmado pelo
malfadado Estatuto.
A atual composição da Comissão de Segurança Pública da
Câmara, majoritariamente composta por agentes da segurança pública e com
conhecimento de causa, traz a esperança de mudanças profundas na legislação que
dispõe sobre a aquisição e porte de armas, contribuindo para garantir melhores
condições de defesa do cidadão.
Apesar das críticas e da pecha "bancada da bala",
entendemos que se exauriu a política de que o crime pode ser combatido com
medidas que não sejam capazes de levar o medo ao agressor.
Gestão Haddad negociou com chefes do narcotráfico da Cracolândia
Vamos à história. Agentes do prefeito negociaram, sob a sua
orientação, a ação que seria empreendida pela Prefeitura para desmontar a tal
“favelinha” na Cracolândia. Tudo foi meticulosamente combinado com marginais,
que não eram, atenção!, usuários de drogas, mas traficantes. Na hora h, os
interlocutores de Haddad deram no pé, sumiram, e os dependentes armaram a
reação. Aí foi preciso chamar a Polícia Militar.
Haddad, claro!, não admite que o acordo se deu com
traficantes. Assume um “compromisso” com dependentes, como se esses pobres
desgraçados estivessem em condições de fazer e de cumprir alguma forma de
acordo. Diz ele: “Alexandre [de Moraes, secretário estadual da Segurança
Pública] foi avisado por mim da operação. Falei com ele que não precisaria de
apoio da PM porque havia firmado compromisso. Quando o acordo foi rompido,
liguei para ele e disse que poderia haver incidente”.
Eis aí uma clara confissão.
E que se note: ainda que a conversação tivesse ocorrido com
viciados, já seria imprópria. Eles não podem ser considerados interlocutores da
administração para temas que dizem respeito à cidade como um todo. De resto,
não custa lembrar: o consumo de drogas ilícitas continua a ser crime. E uma
Prefeitura não negocia com criminosos, pouca importa a sua periculosidade.
Quando se trata de narcotraficantes, não mesmo!
Uma das pessoas envolvidas na operação revela à Folha que a
conversa se deu foi com traficantes: “Não era como zumbis”. “Zumbi” é o termo
habitualmente empregado para designar os viciados em crack. De tal sorte estão
debilitados e sem condições de responder por si que são tidos como
“mortos-vivos”.
Impeachment
O senhor Fernando Haddad tem de ser alvo de um processo de impeachment. E já.
Aliás, se os petistas tiverem um mínimo de juízo, não moverão uma palha para
salvar o mandato deste celerado. Se eu fosse do partido, aplaudiria o
impedimento de um sujeito que, obviamente, depõe contra uma legenda cuja
reputação já está no lixo. Ser tida como um covil de ladrões parece ser ruim o
bastante, não é mesmo?
Existe lei para pôr Haddad na rua? É claro que sim! Trata-se
do Decreto-Lei 201, de 1967, que foi recepcionado
pela Constituição de 1988.
Vejam o que define o Inciso X do Artigo 4º da Lei:
Art. 4º São infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais
sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação
do mandato:
X – Proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo.
Negociar com traficantes é incompatível com a dignidade e o
decoro do cargo.
O Artigo 5º da mesma lei define a forma do processo,
destacando que a denúncia pode ser feita por qualquer cidadão — e, claro!, por
vereadores.
Fim de papo
Acabou! Acho que, desta feita, este senhor passou dos limites. Uma coisa é
comportar-se como um ser idiossincrático, monomaníaco, autocentrado. Outra,
muito distinta, é quebrar o decoro de forma determinada, clara, consciente, e
transformar traficantes em interlocutores da administração.
A Prefeitura se torna, nesse caso, cúmplice de bandidos.
Espero que a oposição ao prefeito na Câmara não esgote a sua ação na simples
crítica em plenário aos desastres perpetrados por este senhor.
De resto, cumpre indagar o que fará o Ministério Público. Já
temos a confissão do prefeito. Ele assume ter negociado com o que diz ser
“dependentes” a intervenção da Prefeitura na Cracolândia. Ora, suponho que seus
agentes tenham ao menos anotado os nomes dos interlocutores. Quem são?
Chega! Não dá mais! A cidade pode esperar as eleições para
mandar para casa um autocrata dos pedais. Mas não pode esperar até 2016 para
pôr na rua quem negocia os destinos de São Paulo com marginais.
Impeachment já!
PS: Os petistas chamariam também essa ação de golpe?
Golpista das instituições não é quem negocia com traficantes?
CONHECENDO O INIMIGO
Abaixo o link correspondente.
Gen Gilberto Rodrigues Pimentel
Presidente do Clube Militar
CONHECENDO O INIMIGO
“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa
temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o
inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não
conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.” Sun Tzu (594
a.C.-496 a.C.) in A Arte da Guerra.
Talvez o
prezado leitor julgue forte o termo inimigo. Não devemos temer as palavras.
Mas se um
grupo político desesperado e radical, assessorado por instrutores guerrilheiros
estrangeiros e nacionais, possuidor de armamento letal e disposto a usá-lo,
ocupando posições que lhe permitem paralisar, a qualquer momento, o tráfego nas
principais rodovias do país e incursionar na área urbana, invadindo prédios
públicos e privados – como, aliás, já fez várias vezes em treinamentos isolados
– é chamado por um ex-presidente boquirroto e sem compostura de “exército”, que
ameaça empregar nas ruas para forçar a adoção de suas ideias, é bom conhecê-lo.
Mesmo que o chamemos por um eufemismo, como adversários, forças adversas ou
expressão equivalente.
Não tenha dúvida: para eles, somos o inimigo, e eles não têm
nenhum escrúpulo em empregar o termo. E como tal nos tratarão.
Mas o que deve nos preocupar não é tanto o “exército”
inimigo, mas seus mentores e as forças que o mantêm, doutrinam e sustentam, os
partidos comunistas ou filocomunistas capitaneados pelo nefasto e desonesto PT.
E que o empregará, o que se torna mais possível quanto mais desesperadora for
sua situação.
Acossado por denúncias diárias de corrupção, lavagem de
dinheiro, evasão de divisas etc, responsabilizados pela derrocada da Petrobras,
acusados de estelionato eleitoral, cúmplices de todas as maracutaias e
falcatruas que envergonham o Brasil, o desespero pode levá-los a atitudes
extremas, pois sentem o poder escapar entre seus dedos.
Atônito com o clamor popular contrário que sobe das ruas,
apenas quatro meses depois de assumir mais um mandato no executivo federal, o
PT organiza seu 5º Congresso Nacional.
Dentre as sugestões
recebidas das diversas correntes de opinião que compõem o partido, cada vez
mais uma frente de ideias inconciliáveis, chama atenção a tendência “Chapa
Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!”. Apesar de rolar pela internet,
vertendo ódio e radicalismo revolucionário extremos, as sugestões deste grupo
não constam da página oficial do PT.
As delirantes propostas atribuem o fracasso administrativo e
gerencial dos mais de doze anos do partido no poder a uma suposta inclinação à
direita, o que só ocorreu no atual mandato, por absoluta necessidade de a
presidente evitar o caos total na economia do país.
Culpando o capitalismo pelas desgraças que produziram,
propõem uma retomada das propostas originais do partido na busca do socialismo,
como se tivessem feito outra coisa que não fosse procurar implantá-las no
Brasil e apoiá-las nos países vizinhos.
A implementação do sugerido no documento só pode ser feito
por meio de um golpe de estado, com o fechamento do Congresso.
Não pretendemos aqui analisar todo o documento, que pode ser
encontrado na Internet. É leitura longa e desagradável, mas importante para que
se saiba quem são os verdadeiros “golpistas”.
Dizer que se trata de proposta de grupo radical não
convence, pois grande parte do núcleo duro do PT assim pensa, inclusive Lula,
segundo declarações do próprio no Fórum de São Paulo – aquele que não existia.
É imprescindível que a sociedade e sua vigilante imprensa
não ignorem a realidade, mesmo com o fim do socialismo no Brasil, confirmando
as palavras de M. Thatcher: “o socialismo só dura enquanto dura o dinheiro dos
outros”.
Com o tesouro quebrado, as principais empresas demolidas, o
desemprego e a inflação disparando, não há como pretender aplicar agora ideias
socialistas em nosso país, pois não há dinheiro dos outros (dinheiro público)
para dissipar.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
PF descobre laços impróprios entre Toffoli e empreiteiro do petrolão
Por Revista VEJA
Investigação mostra que o ministro do STF e Léo Pinheiro,
envolvido no petrolão e recém-libertado da cadeia, têm preocupante proximidade.
O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, também está no rol de amigões do
ex-presidente da OAS
No dia 13 de novembro do ano passado, o engenheiro Léo
Pinheiro, sócio e presidente da empreiteira OAS, não imaginava que sua rotina
estaria prestes a sofrer uma reviravolta em algumas horas. Era noite de quinta-feira.
Trocando mensagens com um amigo, ele parecia tranquilo e informava: "Estou
indo para a África na segunda". Depois, perguntou: "Você vai ao
aniversário do ministro Toffoli no domingo?". O amigo respondeu que ainda
não sabia se compareceria à festa. Marcaram um encontro para o sábado no Rio de
Janeiro e outro para segunda-feira, 17, em São Paulo. Léo Pinheiro acabou não
indo à África, ao Rio, a São Paulo nem ao aniversário do ministro. A Polícia
Federal prendeu o engenheiro horas depois da troca de mensagens. Seis meses se
passaram e esse diálogo, aparentemente sem relevância, ganhou outra dimensão.
Léo Pinheiro foi solto na última semana no fim de um julgamento dividido, em
que o voto do ministro Toffoli foi decisivo para sua libertação. Toffoli votou
com o relator, ministro Teori Zavascki, para conceder habeas corpus ao
empreiteiro Ricardo Pessoa, da OAS - decisão logo estendida aos demais presos
da Lava-Jato. Se Toffoli tivesse votado contra a concessão do habeas corpus,
Pessoa e Léo Pinheiro teriam sido mantidos atrás das grades.
Léo Pinheiro, ponta de lança do esquema de corrupção da
Petrobras, acusado de desviar bilhões de reais e de subornar algumas dezenas de
políticos, deve sua soltura à inadequada e estranha proximidade com o ministro
Toffoli? É tão difícil afirmar que sim quanto que não. Para que os empreiteiros
continuassem presos bastaria que um dos outros ministros que votaram a favor
do habeas corpus, Gilmar Mendes e Teori Zavascki, tivesse discordado do
relator. A questão é que, até onde se sabe, nem Gilmar Mendes nem Teori
Zavascki têm relações com empreiteiros. Como mostra o relatório da Polícia
Federal, Toffoli é próximo de Léo Pinheiro, da OAS. Ambos são amigos diletos do
ex-presidente Lula, em cujo governo Toffoli, ex-advogado do PT, foi nomeado
para o STF.
O ministro Benedito Gonçalves, do STJ: processo decidido em
favor da empreiteira do amigo, lobby para chegar ao Supremo
e favores, muitos
favores (Lula Marques/Folhapress)
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VEJA teve acesso a um relatório produzido pelos
investigadores da Operação Lava-Jato a partir das mensagens encontradas nos
telefones apreendidos com Léo Pinheiro. O documento mostra que o empreiteiro
frequentava as altas esferas de poder da capital. O interlocutor que aparece
marcando encontros com ele no Rio e em São Paulo e a ida à festa de aniversário
de Toffoli é o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça
(STJ). Vale lembrar que Benedito chegou a ser o nome preferido do governo para
assumir uma vaga no STF. "As mensagens demonstram uma proximidade entre
Léo Pinheiro e Benedito Gonçalves, bem como a proximidade destes com o ministro
Toffoli", conclui o relatório da Polícia Federal.
A "ZELITE" DO LULA E A QUE O BRASIL PRECISA
Por Percival Puggina
Certamente a elite que o Lula detesta e
"criminaliza" é a elite que ele conhece, da qual ele e os seus fazem
parte. Esta convocação vai para a outra parte da elite. Aquela de que todo país
necessita.
Snipers da Justiça
Aos militares não falta competência administrativa,
honestidade, seriedade e comprometimento para colocar o Brasil novamente no que
chamamos de “o caminho do dever”!
Não sou jurista, nem tenho como afirmar ou negar a
existência de legitimidade ou amparo legal para uma iniciativa das FFAA no
sentido de intervir e de assumir o controle da República, que, neste caso,
seria um dever, uma obrigação, e não uma iniciativa.
Por outro lado, nenhum golpe de estado que pretenda o
sucesso pode ser executado sem apoio militar. Em 64, Jango tinha um
“dispositivo militar” e acreditava que ele era superior ou que se imporia aos
segmentos das FFAA que se opusessem ao golpe. Errou redondamente e, como
sabemos, recebeu um contragolpe às vésperas do seu.
Na verdade, estou convencido de que não seria um golpe “do”
Jango, mas um golpe “no” Jango! Ele seria derrubado pelos comunistas e
executado junto com todas as lideranças de oposição, como foi em Cuba.
Hoje, o “dispositivo militar” com que os golpistas contam é
o do “exército do stédile”, ou seja, nenhum! Se resolverem agir pela força
serão derrotados e depostos com o mesmo argumento!
Eles sabem disso. O Gen Villas Bôas deixou isto muito claro
em sua mensagem no último dia 16 de abril, comemoração antecipada do Dia do
Exército, quando disse que a transformação em curso visa a uma Força Terrestre
moderna para o Exército de Sempre, comprometido, antes de tudo, com
o Brasil e com os valores da nacionalidade!
Como soldado e como brasileiro não temo a hipótese de golpe
pela via revolucionária armada, nem mesmo com apoio de aliados cubanos,
venezuelanos, bolivianos, haitianos, ou equatorianos!
Todos são NADA diante das FFAA do Brasil!
Julgo, portanto, que as armas desta luta não são, AINDA, as
de fogo. Estas só serão empregadas “SE” eles ousarem substituir o engodo, a
manobra política e a mentira pelo emprego da força.
Usando um termo da Marinha do Brasil, “a manobra não está
com as FFAA”, mas com os cidadãos comuns, como nós, particularmente com os que
conhecem e sabem operar o Direito.
O jovem Juiz Sérgio Moro nos tem demonstrado que há meios e
recursos para emparedá-los de forma que não lhes reste outras saídas que a
cadeia, o abandono da luta ou o emprego das suas “forças”, caso em que “a
manobra” será, então, assumida pelas FFAA.
Tenho estado em contato direto e acompanhando o trabalho de
um grupo de operadores do direito, reunidos no “FORO DE BRASÍLIA” (http://www.forobsb.com/). São brasileiros
cujos currículos e atitudes os qualificam como “snipers da justiça”.
Este grupo tem atuado ofensivamente no Congresso
Nacional e nas vias de acesso do sistema judiciário para criar obstáculos
legítimos e consistentes ao macabro projeto de poder do PT, agora conhecido de
todos, depois da publicação das “teses” do partido.
Se há, ainda, brasileiros que acreditam no PT, estes podem
ser qualificados, sem receio de estarmos cometendo injustiças, como ignorantes,
desinformados ou desonestos.
Concluindo, não é hora de intervenção militar, mesmo que
a argumentação jurídica que a pretende sustentar conquistasse a unanimidade.
Sugiro que conheçam o FORO DE BRASÍLIA e que se incorporem a
esses combatentes da primeira linha que, no momento, além de irem para a
rua, atuam, como já disse, comosnipers da justiça, atirando e
atingindo, com fogos ajustados e precisos, as vulnerabilidades e as
contradições do inimigo.
É o que penso.
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