domingo, 3 de maio de 2015

O irmão esperto de Dilma



A polícia do Distrito Federal investiga o caso de Igor Rousseff que recebeu 120 mil reais por serviços de consultoria que nunca prestou.

REFORMA POLÍTICA DA CNBB? NÃO ASSINE!


Sou leigo católico. Não faz parte de meus deveres de batizado seguir a orientação da CNBB para uma reforma política no Brasil. Reforma política é tema político e quem entra na pauta vai, necessariamente, para o contraditório. Ao se comprometer tanto com o assunto, a CNBB se envolve em algo que não lhe diz respeito e onde, mesmo entre juristas e cientistas políticos, as opiniões divergem. Como leigo, sou membro do Corpo Místico de Cristo (que é a própria Igreja, cuja unidade defendo e integro), mas quando a Conferência envereda no campo político, é ela que desliza para o espaço das opiniões e para os conflitos inerentes a essa atividade, desligando-se do que deve ser unitário. Nem fica bem invocar a unidade para eximir-se do contraditório, ou para fazer um tipo de crítica que tenta desqualificar a crítica.

Um grupo de 112 entidades uniu-se em torno de um projeto de reforma política para o país. Seguindo a velha cartilha da mobilização, iniciaram coleta de assinaturas, em busca do mínimo constitucionalmente exigido para os projetos de iniciativa popular - 1,5 milhão de adesões. O projeto foi amplamente divulgado em outubro de 2014 pelo movimento Eleições Limpas (www.eleicoeslimpas.com.br) e hoje é acionado por uma certa Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas (procure no Google por esse nome e clique em "Quem somos").

Examine a lista e depois me responda: qual o partido ou tendência ideológica que lhe vem à mente quando lê MST, CUT, Via Campesina, CONTAG, UNE, FENAJ? Em meio a uma batelada de ONGs que vivem às nossas custas, com acesso franqueado a verbas públicas, também integram a tal Coalizão: o MMC (Movimento das Mulheres Camponesas, aquelas que destruíram os laboratórios da Aracruz em 2006 e atacaram recentemente, em Itapetininga, um laboratório da Suzano Papel e Celulose), a UBM (entidade de mulheres pró-aborto), a RFS (Rede Feminista de Saúde, pró-aborto), a REBRIP (rede de ONGs e movimentos sociais com propostas "alternativas"), a Liga Brasileira de Lésbicas, o Movimento Evangélico Progressista, a Articulação Mulheres Brasileiras (pró-aborto e contra os direitos dos nascituros). Que interesses em comum podem ter com a CNBB?

Qualquer pessoa minimamente informada percebe que "tem PT nesse negócio". E tem. A proposta é um espelho das questões centrais do projeto petista de reforma política: voto em lista (acrescentando um segundo turno com voto nominal); financiamento exclusivamente público, ou seja, custeado pelos pagadores de impostos; um reforço aos instrumentos de democracia direta (bebendo água no Decreto Nº 8243, aquele dos sovietes). Agora, uma diferença. Enquanto a proposta petista falava em igual número de candidaturas masculinas e femininas aos cargos legislativos, a proposta da CNBB é mais moderninha e fala em igualdade de "gênero". Pode? Pode. É a CNBB. Enfim, a concepção do projeto é tão petista que o site do PT, em 26 de fevereiro, comemorou o manifesto da CNBB, conforme pode ser lido em (http://www.pt.org.br/cnbb-e-oab-lancam-manifesto-em-apoio-a-reforma-politica/).

Os católicos já foram solicitados pela CNBB, em 2002, a assinar por um calote da dívida externa (chamado de "auditoria") que absolutamente não era necessário; convidados a assinar por um plebiscito e uma nova constituinte que a ninguém interessou; convencidos de que a salvação moral da política viria da lei da ficha limpa (uma lei boa, aliás) que precedeu a maior ladroagem da história. Agora estão escaldados, e as assinaturas pela Reforma Política patinam, distantes do 1,5 milhão de adesões. Por isso, surgiu um formulário suprimindo do cabeçalho os nomes das entidades que revelam a vinculação da iniciativa aos já desacreditados interesses petistas. Desculpem-me, mas isso não se faz. Parece coisa de, digamos assim, petistas.



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Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+ e membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Renan Calheiros pode vetar Fachin



A coluna de hoje de Eliane Cantanhede se debruça sobre as atitudes oposicionistas do presidente do Senado, Renan Calheiros. É o espelho da fraqueza crescente de Dilma Rousseff no Parlamento. O pano de fundo desse elevação do conflito legal é a possível recusa do Senado para aprovar a indicação de Dilma Rousseff ao STF, o advogado Luiz Fachin.

ATITUDES DIGNAS

Por Emerson Rogério de Oliveira - Jornal O SUL

Relembro um fato inédito que chamou a atenção dos presentes à cerimônia de entrega de medalhas, realizada no dia 25 de Agosto de 2005, por ocasião das comemorações do Dia do Soldado, em Brasília. Com a presença de Ministros de Estado, Comandantes das Forças Armadas, convidados e familiares, foi entregue a Medalha do Pacificador. Depois do dispositivo pronto, um senhor idoso, apoiado em uma bengala, vestindo roupas escuras e gravata preta, portando em seu peito a Medalha do Pacificador, atravessou toda a frente do dispositivo até o local onde estava a autêntica espada do Duque de Caxias. Com lágrimas nos olhos, retirou a medalha do peito, elevou ao alto, à frente, à esquerda e à direita. Depois de beijá-la, colocou-a no seu antigo estojo e a depositou aos pés da coluna onde estava a espada de Caxias. Voltou, passou silenciosamente pela frente do dispositivo, indo sentar-se na arquibancada de cimento, diante do palanque.

Perguntado por que devolveu a medalha, respondeu que ela havia sido desonrada e desprezada, em flagrante desrespeito à figura do  insigne patrono do  Exército, o Duque de Caxias, por já ter sido distribuída a pessoas que não mereciam tal honra. Disse mais, que, se a recebeu num ato solene, seria justo devolvê-la também num ato solene.
Esse senhor idoso é o coronel de Infantaria Reformado/Inválido Cícero Novo Fornari. Na época tinha 74 anos, desses, 43 de serviços prestados ao Exército e à Pátria.

A imprensa divulgou o fato em poucas linhas, mas eu o destaquei pela sua atitude digna e corajosa em meu livro Trincheiras Abertas, que lhe chegou às mãos por um amigo. Em dia recente, ligou-me de Brasília, onde mora, para agradecer-me e perguntar-me se eu tomara conhecimento do que lhe aconteceu depois daquele fato. Respondido que não, contou-me que, durante um passeio com a esposa pelas ruas de Brasília, resolveu entrar em uma loja de antiguidades – uma mistura de velhos objetos com brechó. Apoiado pela bengala visitava prateleiras e balcões, olhando as mais variadas quinquilharias e artigos ali expostos, parando em frente a uma redoma de vidro onde estavam diversas medalhas militares, cuidadosamente alinhadas num feltro verde. Atento, o dono da loja aproximou-se, cumprimentou-o e passou a discorrer sobre o histórico das medalhas, as suas origens, quem as mereciam..., e, por fim, perguntou se ele desejava comprar uma. Apesar de não ter obtido resposta, sabia que iria negociar com aquele homem calado, pois já vira aquele brilho nos olhos de muitos clientes. Abriu a tampa da redoma e continuou com a explicação, mostrando-lhe a medalha da Primeira Guerra Mundial, da Segunda, do Serviço Amazônico...

Tentava cativar aquele cliente que parecia paralisado, que ainda não abrira a boca, mas também não tirara o brilho dos olhos, e, então, o vendedor apontou o dedo para uma Medalha do Pacificador e perguntou se ele lembrava do caso daquele coronel do Exército que devolveu a sua Medalha do Pacificador numa cerimônia em Brasília, depositando-a junto à espada de Caxias, sob o olhar e o silêncio dos presentes.

 O coronel levou um choque. Ergueu a cabeça para aquele homem gentil e educado, que evocava lembranças de um fato da sua vida.  Valeu-se da bengala para melhor firmar as pernas trêmulas das muitas jornadas, e contendo a emoção falou pela primeira vez desde que entrara naquela loja: "Não me lembro, mas deve ter sido um velho "gagá", meio maluco, pra fazer isso!"

Surpreso, o dono da loja retrucou-lhe com veemência, dizendo que ele estava enganado, pois o coronel era um homem honrado e tomou uma atitude digna naquele dia, uma vez que essa medalha passou a ser concedida a pessoas que não preenchiam os requisitos para tal, perdendo, assim, o seu valor.

O coronel sorriu, mostrou-lhe a identidade, e disse-lhe: "Pois saiba o senhor que esse coronel está à sua frente. Fui eu quem devolveu a medalha".

O coitado do homem ficou pasmo, olhou para a identidade, olhou para o coronel e, num gesto largo e espontâneo, abraçou-o. Imediatamente pegou a medalha, empertigou-se, esboçou um gesto solene e prendeu-a no peito do coronel, dizendo-lhe: "Ela é sua! Estou devolvendo-a para o lugar de onde nunca deveria ter saído".

 A surpresa agora era do velho e experiente militar. Quis impedir-lhe o gesto, mas não conseguiu. Tentou pagar-lhe o valor da medalha, também não conseguiu... E o vendedor, com um sorriso largo, disse-lhe: "Coronel, o senhor mereceu essa medalha pelo seu trabalho e dedicação à Pátria. Estou feliz por devolvê-la".

Os dois velhos emocionados se abraçaram. O coronel agradeceu-lhe, juntou-se à mulher e, com passos lentos, auxiliados pela bengala, retirou-se da loja, levando a sua Medalha do Pacificador no peito. Certamente também levava os olhos marejados.

Atrás dele, um homem feliz pelo resgate que fizera naquela tarde observava-o partir, tendo a certeza de que aquele foi o seu melhor negócio do dia.

Gesto isolado, sem pompa e sem testemunhas. Mas nobre e grandioso, porque esculpido na dignidade das suas atitudes, provando que os valores morais são cultuados por homens, não por sombras.

Nem tudo está perdido.




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Emerson Rogério de Oliveira é Militar Reformado e Escritor

Triângulo perigoso envolve Toffoli, ministro do STJ e empreiteiro



O ministro Dias Toffoli, do STF, nunca vem escoltado por boas notícias. A capa de VEJA desta semana estampa uma preocupante proximidade entre o ministro e o empreiteiro Leo Pinheiro da OAS, segundo relatório da Polícia Federal. "Quando os escândalos de corrupção se aproximam da cúpula do PT, o Supremo Tribunal Federal parece não estar interessado em apurar o caso", diz o colunista de VEJA Augusto Nunes.

Investigação do MP contra Lula torna inquestionável CPI do BNDES, afirmam líderes oposicionistas


lula_380Nocaute político – O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) declarou nesta sexta-feira (1) que a investigação do Ministério Público contra o ex-presidente Luiz Inácio da Silva por tráfico de influência no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é mais uma prova de todas as denúncias de corrupção que a oposição vem fazendo em relação ao banco estatal de fomento.

Reportagem da revista Época mostrou que o MP tem documentos e depoimentos com indícios de que Lula teria atuado para favorecer empréstimos do BNDES para a construtora Odebrecht realizar obras em países como Gana, Cuba, Republica Dominicana e Angola.

Para o líder do Democratas no Senado Federal, a suspeita contra o ex-metalúrgico revela um padrão de atuação do BNDES no governo do PT que privilegia o calendário eleitoral desses países, a reorientação das obras para empreiteiras que sustentem os “mimos” de Lula e caixa 2 de campanha no Brasil. Esse cenário no mínimo criminoso caracteriza mais um grande esquema de corrupção praticado pelo PT. “Todas essas denúncias só serão esclarecidas com a CPI do BNDES, atesta.

“Essas informações que estão vindo a tona só confirmam os depoimentos dos delatores do processo da operação Lava Jato. É um enorme esquema de corrupção que envolve a Petrobras, BNDES com tentáculos em empreiteiras e frigoríficos. No dia da audiência pública com o presidente do BNDES (Luciano Coutinho) já havíamos denunciado a coincidência das viagens de Lula com a liberação de recursos e aprovação de obras nesses países. Mostrei que 57% dos financiamentos do BNDES para exportação de serviços de, 2007 a 2014, foram para Cuba, Angola, Argentina, Venezuela e República Dominicana”, disse Caiado ao mencionar audiência pública com Coutinho na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, realizado em 14 de abril.

“Faltam apenas poucas assinaturas para protocolarmos a CPI. Precisamos priorizar informações que comprovem a ingerência política no banco público que mudou seu perfil e age conforme estratégia do Foro de São Paulo. É possível visualizarmos como padrão a forma atuação do BNDES: a coincidência com o calendário eleitoral desses países; a reorientação das obras para alimentar caixa 2 de campanha no Brasil bem como atender aos ‘mimos’ de Lula e a caracterização de mais um grande esquema de corrupção praticado pelo PT”, concluiu.

PPS também protesta

Líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR), considerou de “extrema gravidade” a investigação aberta pelo MP para investigar Luiz Inácio da Silva, o agora bem sucedido lobista de empreiteira. Lula é acusado de ajudar a Odebrecht em contratos de ao menos US$ 4,1 bilhões em projetos financiados pelo banco estatal em vários países durante o seu governo e o de Dilma.

“A CPI do BNDES precisa começar a funcionar o mais breve possível para contribuir com as investigações do Ministério Público, e a Justiça apurar e julgar com celeridade essa denúncia de extrema gravidade contra um ex-presidente da República, que atua sem limites para atender a demanda da custosa máquina petista por meio do tráfico de influência”, afirmou Bueno, autor do pedido de criação da CPI.

“Não há como não investigar a fundo o tráfico de influência exercido por Lula porque os casos envolvendo integrantes do governo do PT já têm extenso repertório de escândalos, no qual figuram Rosemary Noronha e Erenice Guerra. A existência de um padrão no modus operandi do PT, que triangula o dinheiro da propina em paraísos fiscais, reforça ainda mais a instalação da CPI pelo fato de Lula operar em benefício da Odebrecht na América Latina e na África”, defende o líder do PPS.

Rubens Bueno disse que protocolará, na próxima semana, duas PFCs (Proposta de Fiscalização e Controle) na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara para o TCU (Tribunal de Contas da União) auditar o contrato do BNDES com o governo da República Dominicana para a construção de usinas termelétricas, no valor de 2 bilhões de dólares; e com o governo de Gana, para a construção de um corredor rodoviário, estimado em 290 milhões de dólares.

“O caráter sigiloso dos contratos não pode impedir que o Congresso Nacional atue para exercer seu dever constitucional de fiscalizar os atos do Executivo”, afirmou o parlamentar, que também ingressou com outra PFC para passar um pente fino na atuação do BNDES no financiamento do Porto de Mariel, em Cuba.

“A imediata instalação da CPI do BNDES se mostra mais do que necessária para abrirmos a caixa preta do banco e conhecermos a exata dimensão do buraco negro do dinheiro público aberto pela gestão petista”, diz Bueno.

sábado, 2 de maio de 2015

Lula é investigado pelo MPF por tráfico de influência internacional


Militares do Exército Brasileiro na Rua. Susto para alguns e esperança para outros.

Militares do exército na rua em 26 de abril 
Nunca se falou tanto em intervenção militar no país. A ânsia da esquerda em reescrever a história acabou surtindo efeito contrário. A sociedade buscou se informar e cada vez maior número de pessoas declara acreditar que os militares agiram corretamente em 1964.

A Comissão Nacional da Verdade caiu totalmente em descrédito, a ponto do relatório, que levou anos para ser concluído, ter caído no ostracismo em apenas alguns meses por conta das várias falhas e unilateralismo na condução das pesquisas.

evento central do brasil 31 de março 2015
“quem jura defender a pátria com sua própria vida
não pode ter medo de se posicionar“
Um grande número de pessoas tem ido às ruas pedir aos militares que tomem partido e intervenham na política. A maioria dos militares se mantém calada e os clubes e entidades que congregam praças e oficiais da reserva oficialmente dizem que o país se mantém dentro da ordem institucional. Contudo, em alguns eventos com a presença de militares percebe-se mensagens sutis indicando que ha muitos que acreditam que ha necessidade de um posicionamento mais firme, como pode-se atestar observando a imagem abaixo, registrada pela Revista Sociedade Militar em manifestação ocorrida no final de março, no Rio de Janeiro.

Está marcada para primeiro de maio, no Rio de Janeiro, mais uma manifestação pedindo intervenção militar (Veja aqui). Os organizadores protocolaram um documento no Comando Militar do Leste e Polícia Militar informando sobre o evento.

Ontem, em pleno domingo, alguns militares tiveram que atravessar parte da cidade de Santos – SP. A população, aparentemente assustada, parou pra tirar fotografias e postar nas redes sociais. O Globo logo publicou nota informando que não passava de um deslocamento de rotina. Os militares estavam se deslocando para a Base do Guarujá, onde agora realizam treinamento.

$talinácio responderá por tráfico de influência no BNDES em favor de obras da Odebrecht no exterior?

 
A nazicomonopetralhada, sempre radical e fanática em suas avaliações, faz a seguinte análise sobre o gravíssimo momento político: "A imprensa golpista resolveu perder a vergonha e definitivamente partiu para dar eco a denúncias contra a cúpula dirigente do PT, tendo como principal objetivo atingir o símbolo máximo do partido, Luiz Inácio Lula da Silva. Destruir o mito Lula é a principal missão dos golpistas, em conluio com um segmento do Ministério Público e da oposição".

Membro do Núcleo de Combate a Corrupção da Procuradoria da República no Distrito Federal, a procuradora federal Mirela Aguiar abriu um procedimento preliminar para investigar suposto envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em tráfico de influência no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A ideia é apurar se o ex-presidente atuou de forma indevida para induzir o BNDES a financiar obras da Odebrecht no exterior. Justamente aqueles empreendimentos cujas informações são classificadas, absurdamente, de "secretas". A partir desta "Notícia de fato", a procuradora tem 30 dias para pedir ou não abertura de inquérito contra o companheiro $talinácio - candidato a enquadramento no artigo 332 do Código Penal.

Se isto dará em alguma coisa ou não, são outros quinhentos. A blindagem de Lula continua inexpugnável, até agora. Sempre paira a ameaça de que seu santo nome seja vomitado nas "delações" premiadas da Lava Jato. Lula escapou milagrosamente do Mensalão, Sequer foi citado no Rosegate - caso abafadíssimo que envolve sua amiga Rosemary Noronha. Por isso, a dúvida é se sobreviverá a uma nova onda de denúncias, já que não tem sequer foro privilegiado para julgamento no Supremo Tribunal Federal. Este é o cagaço real do $talinácio e da companheirada diante dos terremotos de denúncias.
A pergunta fatal, no entanto, continua no ar: será que o MPF terá poderes de fato para mexer com ele? E se for denunciado, como o geralmente lerdo e covarde judiciário vai se posicionar? Não há respostas para tanta dúvida. O fato concreto, até agora, é que Lula está "malhando" e se preparando para surgir das cinzas do PT em 2018... O resto é puta torcida e especulação.

Um direito do cidadão




Em nome da legítima defesa, a arma de fogo é um direito de todo cidadão. Quanto mais se restringe sua venda legal, mais aumenta a quantidade e a forma cruel dos crimes.

No mesmo sentido, o número de policiais mortos foge à estatística comparativa com qualquer outro país. A legislação lhes nega a retaguarda jurídica para bem desenvolver seu trabalho, pois não faltam propostas para desarmá-los fora de serviço ou na inatividade.

A política de direitos humanos, ao vender uma perfeição hipotética, na prática anestesia a população, inibindo-a de reagir a injustas agressões. Uma verdadeira lavagem cerebral faz o povo aderir à "cultura da paz", como se a violência pudesse regredir com passeatas ou cruzes fincadas na Praia de Copacabana.

Os casos de execução seguidos de furtos se apresentam como uma nova realidade em nosso dia-a-dia. A certeza de encontrar uma vítima desarmada e a despreocupação de uma pena branda, que não será cumprida em sua totalidade, estimula o crescimento desse lucrativo "negócio".

O atual Estatuto do Desarmamento, ao exigir "comprovada necessidade" para aquisição de arma, na verdade, pela sua discricionariedade, veta ao cidadão a sua posse.

Uma nova lei se torna imperiosa no sentido de facilitar, àqueles que desejem, a aquisição de arma de fogo para defesa própria, de seus familiares e patrimônio. A população, rural ou urbana, não pode continuar convivendo com o fantasma da insegurança, já que o poder público não é onipresente.

Por ocasião do referendo, em 2005, o governo demonstrou a farsa do desarmamento quando o relator do Estatuto — deputado Luiz Eduardo Greenhalgh — se apresentou como advogado do líder do MST, José Rainha, detido em flagrante portando uma escopeta ilegal. Na prática, ficou caracterizado que o desarmamento somente seria aplicado aos outros, e não àqueles que levam o terror ao campo, bem como aos criminosos urbanos que continuam com armamento e poder de fogo muito superiores ao das nossas polícias.

Em operações mal planejadas ou midiáticas, como a "tomada" do Complexo do Alemão, assistimos a centenas de marginais, fortemente armados, evadirem-se sem serem incomodados, para praticar seus crimes em outras regiões, junto ao nosso povo completamente desarmado pelo malfadado Estatuto.

A atual composição da Comissão de Segurança Pública da Câmara, majoritariamente composta por agentes da segurança pública e com conhecimento de causa, traz a esperança de mudanças profundas na legislação que dispõe sobre a aquisição e porte de armas, contribuindo para garantir melhores condições de defesa do cidadão.


Apesar das críticas e da pecha "bancada da bala", entendemos que se exauriu a política de que o crime pode ser combatido com medidas que não sejam capazes de levar o medo ao agressor.

Gestão Haddad negociou com chefes do narcotráfico da Cracolândia




O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, negociou com chefes do narcotráfico da Cracolândia, informa a Folha, a intervenção da Prefeitura na região, que acabou resultando, depois, em confronto entre viciados e forças de segurança: Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Civil Metropolitana. Ou por outra: o prefeito Fernando Haddad escolheu bandidos como seus interlocutores. Ou por outra: o prefeito Fernando Haddad tem de ser política e criminalmente responsabilizado por dividir com traficantes os destinos da maior cidade do país. Ou por outra ainda: o prefeito Fernando Haddad não pode continuar à frente da capital do Estado.

Vamos à história. Agentes do prefeito negociaram, sob a sua orientação, a ação que seria empreendida pela Prefeitura para desmontar a tal “favelinha” na Cracolândia. Tudo foi meticulosamente combinado com marginais, que não eram, atenção!, usuários de drogas, mas traficantes. Na hora h, os interlocutores de Haddad deram no pé, sumiram, e os dependentes armaram a reação. Aí foi preciso chamar a Polícia Militar.

Haddad, claro!, não admite que o acordo se deu com traficantes. Assume um “compromisso” com dependentes, como se esses pobres desgraçados estivessem em condições de fazer e de cumprir alguma forma de acordo. Diz ele: “Alexandre [de Moraes, secretário estadual da Segurança Pública] foi avisado por mim da operação. Falei com ele que não precisaria de apoio da PM porque havia firmado compromisso. Quando o acordo foi rompido, liguei para ele e disse que poderia haver incidente”.

Eis aí uma clara confissão.

E que se note: ainda que a conversação tivesse ocorrido com viciados, já seria imprópria. Eles não podem ser considerados interlocutores da administração para temas que dizem respeito à cidade como um todo. De resto, não custa lembrar: o consumo de drogas ilícitas continua a ser crime. E uma Prefeitura não negocia com criminosos, pouca importa a sua periculosidade. Quando se trata de narcotraficantes, não mesmo!

Uma das pessoas envolvidas na operação revela à Folha que a conversa se deu foi com traficantes: “Não era como zumbis”. “Zumbi” é o termo habitualmente empregado para designar os viciados em crack. De tal sorte estão debilitados e sem condições de responder por si que são tidos como “mortos-vivos”.

Impeachment

O senhor Fernando Haddad tem de ser alvo de um processo de impeachment. E já. Aliás, se os petistas tiverem um mínimo de juízo, não moverão uma palha para salvar o mandato deste celerado. Se eu fosse do partido, aplaudiria o impedimento de um sujeito que, obviamente, depõe contra uma legenda cuja reputação já está no lixo. Ser tida como um covil de ladrões parece ser ruim o bastante, não é mesmo?

Existe lei para pôr Haddad na rua? É claro que sim! Trata-se do Decreto-Lei 201, de 1967, que foi recepcionado pela Constituição de 1988.

Vejam o que define o Inciso X do Artigo 4º da Lei:

Art. 4º São infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato:
X – Proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo.

Negociar com traficantes é incompatível com a dignidade e o decoro do cargo.

O Artigo 5º da mesma lei define a forma do processo, destacando que a denúncia pode ser feita por qualquer cidadão — e, claro!, por vereadores.


Fim de papo

Acabou! Acho que, desta feita, este senhor passou dos limites. Uma coisa é comportar-se como um ser idiossincrático, monomaníaco, autocentrado. Outra, muito distinta, é quebrar o decoro de forma determinada, clara, consciente, e transformar traficantes em interlocutores da administração.

A Prefeitura se torna, nesse caso, cúmplice de bandidos. Espero que a oposição ao prefeito na Câmara não esgote a sua ação na simples crítica em plenário aos desastres perpetrados por este senhor.

De resto, cumpre indagar o que fará o Ministério Público. Já temos a confissão do prefeito. Ele assume ter negociado com o que diz ser “dependentes” a intervenção da Prefeitura na Cracolândia. Ora, suponho que seus agentes tenham ao menos anotado os nomes dos interlocutores. Quem são?

Chega! Não dá mais! A cidade pode esperar as eleições para mandar para casa um autocrata dos pedais. Mas não pode esperar até 2016 para pôr na rua quem negocia os destinos de São Paulo com marginais.

Impeachment já!

PS: Os petistas chamariam também essa ação de golpe? Golpista das instituições não é quem negocia com traficantes?


CONHECENDO O INIMIGO


Nosso Editor de Opinião comenta aspectos do Caderno de Teses do Partido dos Trabalhadores, preparado para o 5º Congresso a se realizar na capital baiana em junho próximo, em especial as expostas pela tendência “Chapa Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!”. Como bem diz nosso articulista, a leitura é longa e desagradável, mas essencial para que compreendamos  quem prega o golpe neste país. E não se alegue que a “tendência em questão caracteriza-se pelo seu radicalismo revolucionário  e pregação do ódio na sociedade” pois as ideias que defende são muito semelhantes as tratadas no Forum de São Paulo.

Abaixo o link correspondente. 
        

                                                          Gen Gilberto Rodrigues Pimentel
Presidente do Clube Militar

CONHECENDO O INIMIGO

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.” Sun Tzu (594 a.C.-496 a.C.) in A Arte da Guerra.

Talvez o prezado leitor julgue forte o termo inimigo. Não devemos temer as palavras.

Mas se um grupo político desesperado e radical, assessorado por instrutores guerrilheiros estrangeiros e nacionais, possuidor de armamento letal e disposto a usá-lo, ocupando posições que lhe permitem paralisar, a qualquer momento, o tráfego nas principais rodovias do país e incursionar na área urbana, invadindo prédios públicos e privados – como, aliás, já fez várias vezes em treinamentos isolados – é chamado por um ex-presidente boquirroto e sem compostura de “exército”, que ameaça empregar nas ruas para forçar a adoção de suas ideias, é bom conhecê-lo. Mesmo que o chamemos por um eufemismo, como adversários, forças adversas ou expressão equivalente.

Não tenha dúvida: para eles, somos o inimigo, e eles não têm nenhum escrúpulo em empregar o termo. E como tal nos tratarão.

Mas o que deve nos preocupar não é tanto o “exército” inimigo, mas seus mentores e as forças que o mantêm, doutrinam e sustentam, os partidos comunistas ou filocomunistas capitaneados pelo nefasto e desonesto PT. E que o empregará, o que se torna mais possível quanto mais desesperadora for sua situação.

Acossado por denúncias diárias de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas etc, responsabilizados pela derrocada da Petrobras, acusados de estelionato eleitoral, cúmplices de todas as maracutaias e falcatruas que envergonham o Brasil, o desespero pode levá-los a atitudes extremas, pois sentem o poder escapar entre seus dedos.

Atônito com o clamor popular contrário que sobe das ruas, apenas quatro meses depois de assumir mais um mandato no executivo federal, o PT organiza seu 5º Congresso Nacional.

 Dentre as sugestões recebidas das diversas correntes de opinião que compõem o partido, cada vez mais uma frente de ideias inconciliáveis, chama atenção a tendência “Chapa Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!”. Apesar de rolar pela internet, vertendo ódio e radicalismo revolucionário extremos, as sugestões deste grupo não constam da página oficial do PT.

As delirantes propostas atribuem o fracasso administrativo e gerencial dos mais de doze anos do partido no poder a uma suposta inclinação à direita, o que só ocorreu no atual mandato, por absoluta necessidade de a presidente evitar o caos total na economia do país.

Culpando o capitalismo pelas desgraças que produziram, propõem uma retomada das propostas originais do partido na busca do socialismo, como se tivessem feito outra coisa que não fosse procurar implantá-las no Brasil e apoiá-las nos países vizinhos.

A implementação do sugerido no documento só pode ser feito por meio de um golpe de estado, com o fechamento do Congresso.

Não pretendemos aqui analisar todo o documento, que pode ser encontrado na Internet. É leitura longa e desagradável, mas importante para que se saiba quem são os verdadeiros “golpistas”.

Dizer que se trata de proposta de grupo radical não convence, pois grande parte do núcleo duro do PT assim pensa, inclusive Lula, segundo declarações do próprio no Fórum de São Paulo – aquele que não existia.

É imprescindível que a sociedade e sua vigilante imprensa não ignorem a realidade, mesmo com o fim do socialismo no Brasil, confirmando as palavras de M. Thatcher: “o socialismo só dura enquanto dura o dinheiro dos outros”.

Com o tesouro quebrado, as principais empresas demolidas, o desemprego e a inflação disparando, não há como pretender aplicar agora ideias socialistas em nosso país, pois não há dinheiro dos outros (dinheiro público) para dissipar.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

SENSACIONAL! Estudante desmascara palestrantes petistas na PUC de Goiás


PF descobre laços impróprios entre Toffoli e empreiteiro do petrolão


O ministro Toffoli e o empreiteiro Léo Pinheiro: festas de aniversário, presentes e visitas para tratar de assuntos de interesse da OAS, uma das principais construtoras envolvidas no escândalo da Petrobras
O ministro Toffoli e o empreiteiro Léo Pinheiro: festas de aniversário, 
presentes e visitas para tratar de assuntos de interesse da OAS, 
uma das principais construtoras envolvidas no escândalo da 
Petrobras (Beto Barata / Folhapress/Estadão Conteúdo)
Investigação mostra que o ministro do STF e Léo Pinheiro, envolvido no petrolão e recém-libertado da cadeia, têm preocupante proximidade. O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, também está no rol de amigões do ex-presidente da OAS

No dia 13 de novembro do ano passado, o engenheiro Léo Pinheiro, sócio e presidente da empreiteira OAS, não imaginava que sua rotina estaria prestes a sofrer uma reviravolta em algumas horas. Era noite de quinta-feira. Trocando mensagens com um amigo, ele parecia tranquilo e informava: "Estou indo para a África na segunda". Depois, perguntou: "Você vai ao aniversário do ministro Toffoli no domingo?". O amigo respondeu que ainda não sabia se compareceria à festa. Marcaram um encontro para o sábado no Rio de Janeiro e outro para segunda-fei­ra, 17, em São Paulo. Léo Pinheiro acabou não indo à África, ao Rio, a São Paulo nem ao aniversário do ministro. A Polícia Federal prendeu o engenheiro horas depois da troca de mensagens. Seis meses se passaram e esse diálogo, aparentemente sem relevância, ganhou outra dimensão. Léo Pinheiro foi solto na última semana no fim de um julgamento dividido, em que o voto do ministro Toffoli foi decisivo para sua libertação. Toffoli votou com o relator, ministro Teori Zavascki, para conceder habeas corpus ao empreiteiro Ricardo Pessoa, da OAS - decisão logo estendida aos demais presos da Lava-Jato. Se Toffoli tivesse votado contra a concessão do habeas corpus, Pessoa e Léo Pinheiro teriam sido mantidos atrás das grades.

Léo Pinheiro, ponta de lança do esquema de corrupção da Petrobras, acusado de desviar bilhões de reais e de subornar algumas dezenas de políticos, deve sua soltura à inadequada e estranha proximidade com o ministro Toffoli? É tão difícil afirmar que sim quanto que não. Para que os empreiteiros con­ti­nuas­sem presos bastaria que um dos outros ministros que votaram a favor do habeas corpus, Gilmar Mendes e Teori Zavascki, tivesse discordado do relator. A questão é que, até onde se sabe, nem Gilmar Mendes nem Teori Zavascki têm relações com empreiteiros. Como mostra o relatório da Polícia Federal, Toffoli é próximo de Léo Pinheiro, da OAS. Ambos são amigos diletos do ex-presidente Lula, em cujo governo Toffoli, ex-advogado do PT, foi nomeado para o STF.

O ministro Benedito Gonçalves, do STJ: processo decidido em favor da empreiteira do amigo, lobby para chegar ao Supremo e favores, muitos favores
O ministro Benedito Gonçalves, do STJ: processo decidido em 
favor da empreiteira do amigo, lobby para chegar ao Supremo 
e favores, muitos favores (Lula Marques/Folhapress)
VEJA teve acesso a um relatório produzido pelos investigadores da Operação Lava-Jato a partir das mensagens encontradas nos telefones apreen­di­dos com Léo Pinheiro. O documento mostra que o empreiteiro frequentava as altas esferas de poder da capital. O interlocutor que aparece marcando encontros com ele no Rio e em São Paulo e a ida à festa de aniversário de Toffoli é o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vale lembrar que Benedito chegou a ser o nome preferido do governo para assumir uma vaga no STF. "As mensagens demonstram uma proximidade entre Léo Pinheiro e Benedito Gonçalves, bem como a proximidade destes com o ministro Toffoli", conclui o relatório da Polícia Federal.

A "ZELITE" DO LULA E A QUE O BRASIL PRECISA



Certamente a elite que o Lula detesta e "criminaliza" é a elite que ele conhece, da qual ele e os seus fazem parte. Esta convocação vai para a outra parte da elite. Aquela de que todo país necessita.

Professores mascarados de blackblock enfrentam a PM do Paraná


Snipers da Justiça


Caros amigos

Aos militares não falta competência administrativa, honestidade, seriedade e comprometimento para colocar o Brasil novamente no que chamamos de “o caminho do dever”!

Não sou jurista, nem tenho como afirmar ou negar a existência de legitimidade ou amparo legal para uma iniciativa das FFAA no sentido de intervir e de assumir o controle da República, que, neste caso, seria um dever, uma obrigação, e não uma iniciativa.

Por outro lado, nenhum golpe de estado que pretenda o sucesso pode ser executado sem apoio militar. Em 64, Jango tinha um “dispositivo militar” e acreditava que ele era superior ou que se imporia aos segmentos das FFAA que se opusessem ao golpe. Errou redondamente e, como sabemos, recebeu um contragolpe às vésperas do seu.

Na verdade, estou convencido de que não seria um golpe “do” Jango, mas um golpe “no” Jango! Ele seria derrubado pelos comunistas e executado junto com todas as lideranças de oposição, como foi em Cuba.

Hoje, o “dispositivo militar” com que os golpistas contam é o do “exército do stédile”, ou seja, nenhum! Se resolverem agir pela força serão derrotados e depostos com o mesmo argumento!

Eles sabem disso. O Gen Villas Bôas deixou isto muito claro em sua mensagem no último dia 16 de abril, comemoração antecipada do Dia do Exército, quando disse que a transformação em curso visa a uma Força Terrestre moderna para o Exército de Sempre, comprometido, antes de tudo, com o Brasil e com os valores da nacionalidade!

Como soldado e como brasileiro não temo a hipótese de golpe pela via revolucionária armada, nem mesmo com apoio de aliados cubanos, venezuelanos, bolivianos, haitianos, ou equatorianos!

Todos são NADA diante das FFAA do Brasil!

Julgo, portanto, que as armas desta luta não são, AINDA, as de fogo. Estas só serão empregadas “SE” eles ousarem substituir o engodo, a manobra política e a mentira pelo emprego da força.

Usando um termo da Marinha do Brasil, “a manobra não está com as FFAA”, mas com os cidadãos comuns, como nós, particularmente com os que conhecem e sabem operar o Direito.

O jovem Juiz Sérgio Moro nos tem demonstrado que há meios e recursos para emparedá-los de forma que não lhes reste outras saídas que a cadeia, o abandono da luta ou o emprego das suas “forças”, caso em que “a manobra” será, então, assumida pelas FFAA.

Tenho estado em contato direto e acompanhando o trabalho de um grupo de operadores do direito, reunidos no “FORO DE BRASÍLIA” (http://www.forobsb.com/). São brasileiros cujos currículos e atitudes os qualificam como “snipers da justiça”.

Este grupo tem atuado ofensivamente no Congresso Nacional e nas vias de acesso do sistema judiciário para criar obstáculos legítimos e consistentes ao macabro projeto de poder do PT, agora conhecido de todos, depois da publicação das “teses” do partido.

Se há, ainda, brasileiros que acreditam no PT, estes podem ser qualificados, sem receio de estarmos cometendo injustiças, como ignorantes, desinformados ou desonestos.

Concluindo, não é hora de intervenção militar, mesmo que a argumentação jurídica que a pretende sustentar conquistasse a unanimidade.

Sugiro que conheçam o FORO DE BRASÍLIA e que se incorporem a esses combatentes da primeira linha  que, no momento, além de irem para a rua, atuam, como já disse, comosnipers da justiça, atirando e atingindo, com fogos ajustados e precisos, as vulnerabilidades e as contradições do inimigo.


É o que penso.