quinta-feira, 5 de junho de 2014

Utopia esquerdista leva metroviários de SP a decidirem pela paralisação da maior cidade brasileira


metrosp_06Pau mandado – Sob a lufada do comunismo criminoso que sopra na América Latina, leis e decisões judiciais parecem inexistir. Assim agem os bandoleiros que se agarram às teorias esdrúxulas e obtusas do comunismo planetário. A maior vitrine, mas ainda não a principal, dessa avalanche utópica é o Brasil, que ainda é, pelo menos em tese, uma democracia.

Na noite de quarta-feira (4), o presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres, decidiu que o metrô paulistano não funcionará por temo indeterminado, a partir desta quinta-feira, prejudicando milhões de pessoas que dependem do transporte público para se movimentar na maior cidade brasileira. A esse sindicalista radical pouco importa o direito constitucional de ir e vir do cidadão, assim como nada vale a decisão da Justiça, que determinou que nos horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 19h) toda a frota do metrô esteja em funcionamento, enquanto no restante do dia pelo menos 70% dos trens devem estar circulando. A multa diária pelo descumprimento da decisão judicial está fixada em R$ 100 mil, montante que jamais será pago.

Altino de Melo Prazeres é filiado ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, o extremista PSTU, o que por si só explica a sua decisão arbitrária. As legendas mais à esquerda do Partido dos Trabalhadores funcionam como satélites na órbita do projeto totalitarista que está em marcha desde a chegada de Lula ao Palácio do Planalto. Apesar de discordarem de algumas decisões mornas dos petistas, esses partidos adeptos do radicalismo gauche agem não apenas para disseminar a ideologia burra do comunismo, mas, sim, para barganhar cargos com companheiros de esquerda que se instalam no poder.

Como três dúzias de partidos, o Brasil assistiu ao longo dos anos a transformação das legendas em centros de proxenetismo político. Até porque, não há no universo tantas correntes ideológicas que justifiquem a criação de um número absurdo de partidos políticos. Isso explica de forma clara a existência dos chamados partidos de aluguel, que sobrevivem do fundo partidário e da venda de apoio e de míseros segundos de televisão às legendas maiores e de expressão nacional.

Quando começaram a sinalizar com a possibilidade de paralisação, os metroviários apresentaram à direção do Metrô um pleito de reajuste salarial superior a 30%. Constatado o absurdo, o presidente do sindicato da categoria decidiu reduzir a pedida para 16,5%, número menor, porém utópico diante da realidade econômica do País. A Companhia do Metropolitano ofereceu aumento salarial de 7,8%, além do reajuste do valor do vale-alimentação e do vale-refeição. Ao todo, inclusa a majoração dos benefícios, a proposta do Metrô chegou a 13,3%.

Pressionada e tentando evitar a instalação do caos na capital paulista e adjacências, o Metrô melhorou a proposta no limite da própria capacidade financeira e ofereceu reajuste salarial de 8,7%. Altino Prazeres, que representou os trabalhadores durante as negociações, não aceitou e disse que o aumento deveria ser de pelo menos dois dígitos. Ou seja, a greve seria evitada se o aumento fosse de 10%, índice reajuste concedido aos motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo. Acontece que a proposta do Metrô é superior à inflação acumulada desde o último reajuste: 5,8%.

Depois de uma reunião sem acordo, entre metroviários e representantes do Metrô, realizada na manhã de quarta-feira no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), Altino Prazeres tentou justificar a intransigência da categoria e disse que os preços dos alimentos dispararam e que a inflação está muito acima do reajuste pleiteado. Ora, o controle da inflação não é de responsabilidade do governo de São Paulo, mas dos incompetentes que se instalaram no Palácio do Planalto e que a cada semana surgem com uma novidade para enganar a opinião pública acerca da economia nacional, cada vez mais cambaleante.

Quem conhece os bastidores da política sabe como funcionam a decretação e a suspensão de uma greve de trabalhadores. Esse movimento misterioso explica, na maioria das vezes, vale muito e obrigatoriamente passa pela vala dos interesses eleitorais de algumas legendas. O PT, que apesar de sua existência direitista lidera a esquerda verde-loura, se faz de indignado com a paralisação do Metrô, mas nos bastidores está a esfregar as mãos, pois os companheiros de comunismo cumpriram o combinado.


O objetivo maior da paralisação, que desde o inicio das negociações já estava decidida, não é o aumento salarial da categoria, mas a criação de um caos que consiga de alguma forma atrapalhar o projeto de reeleição do governador Geraldo Alckmin, que não concordou com a proposta dos metroviários de trocar a greve pela liberação das catracas. Em outras palavras, os metroviários não estão preocupados com o reajuste dos salários, assim como não souberam definir um percentual justo de aumento. Querem apenas ajudar na instalação do caos, porque mais adiante algum esquerdista que se instalar no poder dará a compensação necessária.

É sobrenatural: Antigo documento do Vaticano revela que o Papa Francisco será o último papa



Programa de Sid Roth, que é exibido semanalmente na TV WND, faz entrevista com dois pesquisadores que revelam antigo documento do Vaticano contendo profecia de São Malaquias revelando que o Papa Francisco seria o último papa




Projeto L.U.C.I.F.E.R. - Large binocular telescope near-infrared Utility with Camera Integral Field unit for Extragalactic Research (grande telescópio binocular infravermelho utilitário com câmera de unidade de campo integral para pesquisa extragaláctica).

Tom Horn e Cris Putnam desvendaram uma profecia de 900 anos enterrada na biblioteca do Vaticano. Ela descreve uma série de 112 Papas. Agora, o 112 º Papa foi eleito. Será que a profecia a respeito dele se tornará realidade? Ele é o último Papa?

Nessa entrevista, eles falam sobre acontecimentos e surgimentos de alienígenas, e o mais surpreendente: o envolvimento do Vaticano e o seu interesse em pesquisas nessa área, com telescópios próprios, mais potentes até do que o Hubble, localizado nos EUA - Arizona, e um sinistro nome dado a uma câmera do telescópio, chamada "Projeto L.U.C.I.F.E.R.".

Um enganoso plano de surgimento alienígena está sendo preparado para enganar as massas. O que virá pela frente... Só o tempo (e a Bíblia já disse), dirá!

O fim dos tempos se aproxima!

VOTO NULO - Entendeu ou quer que desenhe ?

Aliança PMDB-PT está por um fio.


Michel Temer pode perder o posto de vice.
Interessados em implodir a estratégica união do PMDB com Dilma Rousseff, os presidenciáveis oposicionistas Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB) iniciaram nas últimas semanas uma silenciosa ofensiva para levar o partido a derrotar a aliança com a presidente da República. Em 10 de junho, a maior legenda da coalizão governista vai decidir se aprova a permanência na chapa pela reeleição da petista e a continuidade de Michel Temer na vice.

Nos bastidores, adversários de Dilma passaram a estimular traições e aprofundar dissidências no território peemedebista. Mais do que conquistar aprovação às suas próprias candidaturas, Campos e Aécio querem minar um casamento político, vital à hegemonia de Dilma no tempo de TV da propaganda eleitoral.

Segundo a Folha apurou, Aécio atacou dois dos três Estados com maior peso na convenção, Rio e Minas, obtendo promessa de levar a maioria dos votos contra a aliança com Dilma no dia 10. Campos investiu sobre o Ceará e buscou alimentar rachas em redutos onde a convivência entre PT e PMDB já é problemática, aproveitando-se dessa fragilidade.

Em boa parte das apostas sobre o resultado da votação, Dilma é apontada como vitoriosa, apesar dos altos riscos de traição --o voto é secreto e o PMDB é conhecido por seu alto grau de infidelidade. Mesmo com a insatisfação geral no PMDB em relação ao tratamento dado pela presidente da República nos últimos anos, Michel Temer ainda é tratado como garantia de manutenção da aliança.

Presidente da sigla por muitos anos, sua influência caiu desde que assumiu a cadeira de vice no Planalto, mas não a ponto de uma derrota ser dada como certa. Por outro lado, ninguém é capaz de descartar com absoluta certeza a hipótese de um revés, nem mesmo no governo.

REVÉS

Eduardo Campos conversou longamente com o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), pré-candidato ao goverdo Ceará e incomodado com a falta de apoio de Dilma Rousseff à sua campanha. No Estado, a presidente está com os irmãos Gomes, Cid e Ciro, ambos oponentes de Eunício.

No diálogo, o presidenciável fez uma análise pessimista sobre a situação da economia e se declarou convicto de que irá para um eventual segundo turno. Para contar com os votos dos rebeldes cearenses no encontro do PMDB, pediu apenas o chamado "palanque aberto". Ou seja: Eunício poderia receber para eventos eleitorais tanto Aécio quanto Campos. O movimento, porém, não foi combinado entre os dois oposicionistas, embora a operação para atrair dissidentes sirva a ambos.

'VELHA POLÍTICA'

Em suas falas públicas, Campos tem se apresentado como um crítico da "velha política", citando nominalmente caciques do PMDB como expoentes do fisiologismo. Ele chegou a prometer mandar o senador José Sarney (PMDB-AP) "para casa". Não há relatos de que Campos tenha procurado nenhum daqueles que tem criticado.

Nesta quarta (4), em Porto Alegre (RS), onde apoiará o peemedebista José Ivo Sartori na disputa para o governo, Campos elogiou o passado do PMDB ao justificar o acordo com o partido em palanques regionais. Disse que o apoio ao PSB de figuras como Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) estimula os peemedebistas a "reencontrarem" a sua linha histórica.

"A unidade do PMDB daqui está animando o PMDB autêntico do Brasil afora. O PMDB do Rio Grande do Sul e o de Pernambuco sempre foram referência", disse. Ele citou ainda Mato Grosso do Sul, onde vai se aliar ao peemedebista Nelson Trad.

Já Aécio Neves está se movimentando no Estado com maior números de votos da convenção, o Rio de Janeiro. A operação surtiu efeito. Nesta quinta-feira (5), o PMDB realiza encontro para defender a chapa "Aezão", uma combinação do nome do tucano com o do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Apesar de declararem apoio a Dilma, Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) não tentaram evitar o encontro. A rebelião começou após o PT decidir lançar a candidatura do senador do partido Lindbergh Farias. (Folha de São Paulo)

Os crimes do Comunismo

Por Carlos I. S. Azambuja

O comunismo foi, inegavelmente, um dos fenômenos mais importante do Século XX. Antecedeu o fascismo e o nazismo, sobreviveu a ambos e atingiu todos os continentes.

Seus crimes, em todo o mundo, não foram ainda submetidos a uma avaliação legítima, tanto do ponto de vista histórico como do ponto de vista moral. E, talvez, nunca sejam. Alguns poderão refutar, alegando que a maioria dos crimes respondia a uma “legalidade”, ela própria sustentada por instituições pertencentes aos regimes vigentes. Mas não ocorreu o mesmo com o nazismo, que foi julgado em Nurenberg?

Os testemunhos abundantes, confirmados pela abertura dos arquivos do partido e da KGB após o fim da União Soviética, demonstram que o terror foi uma das dimensões fundamentais do comunismo. Em seu nome foram cometidos inúmeros crimes contra o espírito, contra a cultura universal, contra as culturas nacionais e sobretudo contra a vida.

Stalin ordenou a demolição de centenas de igrejas na Rússia; Nicolau Ceaucescu destruiu o coração histórico de Bucareste para construir edifícios e traçar perspectivas megalomaníacas; Pol Pot desmontou, pedra por pedra, a Catedral de Phnom Penh,  abandonou à selva os templos de Angkor e, durante a chamada revolução cultural maoísta, tesouros inestimáveis foram destruídos pelos Guardas Vermelhos.

Em um primeiro balanço foram estabelecidos os seguintes números: URSS, 20 milhões de mortos; China, 65 milhões; Vietnã, 1 milhão; Coréia do Norte, 2 milhões; Camboja, 2 milhões; Leste-Europeu, 1 milhão; América Latina, 250 mil; África, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão. O total aproxima-se dos 100 milhões de mortos, contra 25 milhões de mortos pelo nazismo. Ou seja, os regimes comunistas foram os mais criminosos do Século.

Stalin ordenou ou autorizou inúmeros crimes, sendo o mais espetacular a execução da quase totalidade dos oficiais poloneses aprisionados em 1939, durante a II Guerra Mundial, dos quais os 4.500 oficiais mortos na Floresta de Katyn foi apenas um episódio. Entretanto, outros crimes passaram despercebidos pela opinião pública mundial, como o assassinato, nosGulags, de centenas de milhares de cidadãos russos, bem como de alemães aprisionados entre 1943 e 1945.

Essa foi uma decisão dos bolcheviques, tão logo tomaram o Poder, em outubro de 1917: a eliminação legal de toda e qualquer oposição e resistência ao novo regime.

Logo após a Revolução Bolchevique, centenas de milhares de pessoas engajaram-se, em todo mundo, nas fileiras da Internacional Comunista, definida por Stalin como “o estado-maior político e ideológico do movimento revolucionário do proletariado, destinado a preservar o marxismo revolucionário das deformações oportunistas de direita e de esquerda”. Nos anos 50/70, outras centenas de milhares de homens e mulheres veneraram o kamarada Mao, o Grande Timoneiro da revolução chinesa, e cantaram em prosa e verso os grandes méritos do Grande Salto Adiante e da Revolução Cultural que mandou milhões de chineses para os cemitérios.

No mundo ocidental, muitas pessoas (já naquela época...) alegaram que não sabiam. Todavia, com freqüência, essa ignorância era, tão somente, resultado de uma cegueira provocada pela crença militante. Desde os anos 40, muitos fatos eram conhecidos e incontestáveis. Ora, se um grande número dessas pessoas abandonou hoje seus ídolos de ontem, a grande maioria foi com silêncio e discrição. Mas não deixa de ser um profundo amoralismo abandonar um engajamento político público no maior dos segredos, sem dele tirar nenhum a lição.

A ideologia comunista propõe a imagem de uma sociedade melhor e nos incita a desejá-la e lutar por ela. Além do mais, ela priva os indivíduos de suas responsabilidades, pois são sempre eles, os Secretários-Gerais quem decidem por nós.

A atração desse sistema totalitário, experimentada inconscientemente por muitos, provém de um certo medo da liberdade e da responsabilidade, o que pode explicar a relativa popularidade dos regimes autoritários em todos os tempos.

Recorde-se que o sistema político arcaico dos Czares que a Revolução Bolchevique varreu do mapa, no período de 1825 a 1917 condenou à morte por suas opiniões políticas, 3.932 pessoas, número ultrapassado pelos bolcheviques já em março de 1919, com menos de dois anos de exercício do Poder total.

Diante disso, pergunta-se: por que os crimes comunistas têm uma tão pequena repercussão na opinião pública? E, sobretudo, por que um silêncio acadêmico sobre a catástrofe comunista – e até mesmo sua negação – que atingiu, por cerca de 80 anos, um terço da humanidade, nos quatro continentes? Por que a incapacidade dos políticos e historiadores de situar no centro da análise da doutrina comunista um fator tão essencial quanto o crime, o crime em massa, o crime sistemático, o crime contra a humanidade ou, simplesmente, os crimes comunistas? Não seria essa uma recusa deliberada de saber, de um medo de compreender?

Cupidez, apatia, vaidade, fascinação pela força e pela violência, paixão revolucionária? Qualquer que seja a motivação, os líderes das ditaduras comunistas sempre encontram os bajuladores de que tanto necessitam. E continuam a encontrar. Fidel Castro, por exemplo, não é aplaudido quando diz que está “construindo o socialismo” e quando vocifera, ao final de seus discursos “socialismo ou morte”? Também como quando é fotografado em eventos internacionais ao lado de outros governantes?

O kamarada Hugo Chávez não era aplaudido quando se referia à tal revolução bolivariana e a um socialismo à la Simón Bolívar?

Finalmente, cabe lamentar que à ignorância – desejada ou não – da dimensão criminosa do comunismo tenha se juntado, quase sempre, a indiferença da maioria de nossos contemporâneos para com seus irmãos humanos.


Fonte: Alerta Total


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Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Bom Negócio DILMA 2014
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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Indignação - Ruy Barbosa




SINTO VERGONHA DE MIM
(Autor: Ruy Barbosa)

Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!

De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto.

Decreto presidencial é uma afronta ao Poder Legislativo


A farsa dos movimentos sociais

Carta do Leitor - Revista Veja - 04/06/14

Une os governos de Lula e Dilma Rousseff o apoio ao que seus ideólogos chamam de "movimentos sociais", que nada mais são do que grupos organizados para servir de massa de manobra aos interesses políticos radicais. O encarregado de organizar e manter vivos esses grupos é Gilberto Carvalho, que, de sua sala no Palácio do Planalto, atua como um ministro para o caos social. Essa pasta, de uma forma ou de outra, existe em todos os governos populistas da América Latina e se ocupa da cínica estratégia de formar ou adotar grupos com interesses que não podem ser contemplados dentro da ordem institucional, pois implicam o desrespeito às leis e aos direitos constitucionais.

 Ora são movimentos de índios que reivindicam reservas em áreas de agronegócio altamente produtivas e até cidades inteiras em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, ora são pessoas brancas como a neve que se declaram descendentes de escravos africanos e querem ocupar à força propriedades alheias sob o argumento improvável de que seus antepassados viveram ali. A estratégia de incitar esses grupos à baderna e, depois, se vender à sociedade como sendo os únicos capazes de conter as revoltas é a adaptação moderna do velho truque cartorial de criar dificuldades para vender facilidades.

Brasília assistiu, na semana passada, a uma dessas operações. Alguns índios decidiram impedir que as pessoas pudessem ver a taça da Copa do Mundo, exposta no Estádio Mané Garrincha. A polícia tentou reprimir o ato, e um dos silvícolas feriu um policial com uma flechada. Atenção! Isso ocorreu no século XXI, em Brasília, a cidade criada para, como disse o presidente Juscelino Kubitschek no discurso de inauguração da capital, há 54 anos, demonstrar nossa "pujante vontade de progresso (...), o alto grau de nossa civilização (...) e nosso irresistível destino de criação e de força construtiva". Pobre JK. Mostra uma reportagem desta edição que progresso, civilização e força construtiva passam longe de Brasília. As ruas e avenidas da capital e de muitas grandes cidades brasileiras são território dos baderneiros.

Há três meses, o MST, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, mandou seus militantes profissionais atacar o Planalto. Gilberto Carvalho foi até a rua, onde, depois de uma rápida conversa, se combinou que Dilma receberia os manifestantes. "O MST contesta o governo, e isso é da democracia", explicou Carvalho, o pacificador, que com um dedo de prosa dissolveu o cerco feroz.

O MST é um movimento arcaico, com uma pauta de reforma agrária do século passado em um Brasil com quase 90% de urbanização e 80% da produção dos alimentos consumidos pelos brasileiros vinda da agricultura familiar. Por obsoleto, já deveria ter desaparecido. Mas Carvalho não permite que isso ocorra. O MST faz parte do exército de reserva e precisa estar pronto se convocado. Foi o que se deu na semana passada, quando João Pedro Stedile, um dos fundadores do movimento, obediente ao chamado do momento, atirou: "Só espero que não ganhe o Aécio Neves, porque aí seria uma guerra". É impossível não indagar: contra quem seria essa guerra? A resposta é óbvia: contra a vontade popular e contra a democracia.



PMDB ameaça romper com Dilma.

Eduardo Cunha lidera a rebelião, o que não quer dizer que, amanhã, de acordo com o preço, mude de ideia.
Mais da metade da bancada do PMDB na Câmara se reuniu hoje à tarde em Brasília para discutir a manutenção da coligação com o PT na eleição presidencial. Dos 73 deputados federais do partido, 37 participaram do encontro. Dos 37 presentes, só três defenderam que o vice-presidente Michel Temer seja mantido na chapa encabeçada pela presidente Dilma Rousseff (PT). Os outros 34 se manifestaram pelo rompimento com o PT - inclusive o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e o vice-líder Danilo Forte (CE). A convenção nacional do PMDB, que decidirá o rumo que o partido tomará, acontecerá na semana que vem. (Da coluna do Felipe Patury, na Época)


Observação: no Senado, no entanto, o apoio é praticamente maciço, tirando Jarbas Vasconcelos e Pedro Simon.

Lula é mais bem avaliado que Barbosa em pesquisa que mostra queda de confiança nas Forças Armadas

 
Embora com amostragem pequena para o tamanho do Brasil (1.003 entrevistados acima de 18 anos de idade), o rigor científico de uma pesquisa do Pew Research Center dos EUA demonstrou como é violenta a manipulação imagética de propaganda política no Brasil. Apesar do tsunami de escândalos contra o PT, os petistas e o governo, o mito Luiz Inácio Lula da Silva consegue uma avaliação favorável de 66%. O Apedeuta conseguiu a façanha de ser o mais bem avaliado político do Brasil.

Só os longos anos de propaganda, construindo a imagem de um estadista popular, nos moldes adotados pelos construtores da imagem de Getúlio Vargas, nos tempos do Estado Novo (1937-1945), consegue justificar que Lula tenha superado até o futuro ex-presidente do Supremo Tribunal Federal. Joaquim Barbosa, que se aposenta, tem 60% de aprovação favorável. Curiosamente, para alegria máxima de Lula, o pior avaliado de todos é seu amigo-inimigo, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. FHC é reprovado por 67% dos pesquisados pela Pew. Lula só fica escaldado porque, em 2010, tinha 84% de aprovação, conforme pesquisa idêntica.

Um outro dado assustador da pesquisa é contra as Forças Armadas – que costumam ser bem avaliadas na maioria das enquetes. No levantamento de 2010, as instituições militares tinham 66% de aprovação. Agora, o percentual desabou para 49%. A mídia – sempre atacada pela propaganda ideológica petista, a exemplo da guerra assimétrica contra os militares – também teve desprestígio. Caiu de 81% de avaliação positiva em 2010 para 69% na pesquisa feita entre os dias 3 e 10 de abril deste ano. Só os líderes religiosos continuaram com o o mesmo prestígio de quatro anos atrás, quando tinham 67% e agora subiram um pouquinho para 69%.

Uma informação da pesquisa Pew – presente em outros levantamentos parecidos – confirma o maior problema dos marketeiros do governo na campanha reeleitoral. O pessimismo do brasileiro aumentou muito. Nada menos que 85% dos entrevistados estão preocupados com a carestia – o fenômeno da alta de preços, equivocadamente confundido com a “inflação” (que tem mais a ver com a desvalorização da moeda). Nada menos que 72% estão insatisfeitos com a situação atual do Pais. O percentual coincide com outras pesquisas, que oscilam entre 65% e 75% de vontade manifesta em troca de cadeiras no governo federal.

Nada menos que 67% dos entrevistados consideram a situação econômica ruim. O dado é impactante contra a aventura reeleitoral de Dilma Rousseff. Os brasileiros parecem divididos sobre a Presidenta: 52% acham a influência de sua gestão negativa para o Brasil. Enquanto 48% a consideram positiva. Na pesquisa Pew de um ano atrás, 55% estavam insatisfeitos com os rumos do País e do governo. O índice era pouco maior que os 50% registrados em 2010, último ano do governo Lula e início da série histórica da pesquisa do prestigiado instituto norte-americano. Apesar do pessimismo, 63% acreditam que as condições vão melhorar nos próximos 12 meses.

Pessoalmente, Dilma é vista de forma mais favorável (51%) do que seus dois principais adversários nas eleições deste ano. Dos entrevistados, 27% veem Aécio Neves (PSDB) favoravelmente, contra 53% negativamente. Já Eduardo Campos, do PSB, 24% têm visão favorável e 47%, desfavorável. Um em cada cinco entrevistados não tem opinião formada sobre Aécio e um a cada quatro, sobre Campos. Marina Silva, companheira de chapa do socialista, tem avaliação favorável igual à de Dilma (51%), mas recebe menos notas negativas (37%, contra 49% da presidente).

Pesquisas não são verdades absolutas. Mas indicam tendências. O risco de o PT perder é alto. Mas, mesmo perdendo, o mito Lula ainda continua com a imagem preservada. A máquina de propaganda petralha ri à toa...

Furico ou Fuleco?

 

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Torcida contra ou a favor?


Técnicos da LATAM ameaçam parar às vésperas da Copa; voos podem atrasar ou ser cancelados


latam_02Braços cruzados – Trabalhadores da LATAM Airlines – fusão da LAN Chile e a brasileira TAM – prometem atrasar ou cancelar voos antes da Copa do Mundo no Brasil, em apoio à greve que deve ser deflagrada por funcionários da empresa no Peru.

O presidente do sindicato de manutenção da LAN Chile, Dario Castillo, afirmou na quarta-feira (4) que entrou em acordo com colegas em outros países onde a companhia aérea atua para distribuir panfletos de alerta aos passageiros acerca de atrasos e cancelamentos que ocorrerão a partir do início da greve.

“Acabaram de chegar os folhetos de Buenos Aires para começar a distribuir no aeroporto (de Santiago). Isso se repetirá em outros aeroportos da região em apoio à situação dos trabalhadores de manutenção no Peru”, disse o sindicalista.

Além de Chile e Brasil, a LATAM Airlines mantém unidades operacionais na Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai e Peru.

De acordo com Dario Castillo, os técnicos aeronáuticos da LAN Peru pedem melhorias salariais após uma década sem qualquer tipo de reajuste. Em Santiago, no Chile, onde funciona a sede da empresa, nenhum dirigente quis comentar a ameaça dos trabalhadores.

Os transtornos com atrasos e cancelamentos coincidiriam com o momento de maior tráfego aéreo na região por causa da Copa do Mundo da FIFA, cuja abertura acontecerá no próximo dia 12 de junho, na Arena Corinthians, em São Paulo.


De olho no mundial de futebol, a LATAM se preparou com aproximadamente mil voos, número que pode ser reduzido por conta da anunciada paralisação dos trabalhadores.

Os pobres como mascotes da elite entediada


Sartre, baba-ovo de tiranos assassinos
Lendo a breve entrevista do documentarista e jornalista francês Christian Siquier no GLOBO, o trecho final chamou minha atenção. Diz ele:

O que, no Brasil, interessa aos estrangeiros?

Até pouco tempo atrás, ninguém queria matar a boa imagem do Brasil e de Lula. Ofereci reportagens sobre o mensalão. Ninguém queria saber. É igual a Cuba no início: a França não criticava Fidel Castro, depois mudou. Você tem que ter um mito, uma esperança, e o Brasil representava isso.

A confissão é muito interessante, pois vem de um francês que vive aqui desde 1994. Retrata muito bem a postura da elite parisiense em particular, e de boa parte das nossas elites também. Esse foi o tema central do meu livro Esquerda Caviar, em que tento dissecar esse fenômeno estranho, porém comum: as elites que vivem no conforto capitalista, mas adoram adorar regimes socialistas autoritários à distância. Escrevi:

Não podemos excluir ainda o puro tédio como imã para a esquerda caviar. Vivendo vidas seguras e confortáveis, fúteis e vazias, a fina flor da esquerda abraça ideias revolucionárias ou exóticas apenas para afastar de si a angústia de suas existências. A sociedade da abundância ajuda a parir os radicais chiques. São os “senhorzinhos satisfeitos” de que falava Ortega y Gasset.

Normalmente incapazes de se enquadrar ao sistema, por considerarem aquelas pessoas de classe média “felizes” com suas distrações burguesas, tais como novelas e futebol, um bando de alienados, esses membros da elite entediada partem para aventuras mais radicais. Eles precisam “cair fora” (drop out) da sociedade, buscar alternativas que ofereçam um novo sentido a suas vidas.

Desde Rousseau existe essa busca por uma fuga romântica. O “bom selvagem” precisa existir, mesmo que tenhamos de fechar os olhos para a realidade. Somente assim vamos manter a chama da esperança com um mundo ideal acesa. Os pobres latino-americanos, os indígenas, os africanos, todos serão cobaias de nossos experimentos sociais em prol do “mundo melhor”, enquanto continuamos no conforto capitalista. Em outro trecho, expliquei:

Dessa forma, a esquerda caviar, vivendo no conforto ocidental, prega as maravilhas da vida selvagem na África, ou os encantos do islã, ou ainda a ligação com a natureza dos índios. Claro, o que deseja é transformar tais bolsões do atraso em mascotes, não percebendo a arrogância em se tratar culturas menos avançadas como animais de estimação. Mas vale tudo para condenar o próprio Ocidente e idealizar o “bom selvagem”.

Os “zoológicos” humanos são defendidos pela esquerda caviar em nome da justiça e da diversidade. Ao condenar índios ao confinamento indígena, a esquerda caviar os impede de conhecer inúmeras inovações que poderiam melhorar absurdamente suas vidas. Os índios já desfrutam de quase 13% do território nacional, mas a esquerda caviar não acha isso suficiente para aliviar seu sentimento de culpa. É preciso mais!

Os franceses arrogantes da elite parisiense sempre gostaram de parir ideologias e utopias do conforto de seus escritórios, cujas cobaias estariam bem longe. Sartre visitou Fidel Castro para ver in loco as “maravilhas” do socialismo, e depois retornou para Paris. Deu aula para Pol-Pot também, o genocida do Khmer Vermelho que exterminou um terço do povo no Camboja.

As celebridades de Hollywood adoram Che e Fidel, mas continuam vivendo em Los Angeles, enquanto o povo cubano “paga o pato” da miséria e escravidão inexoráveis no socialismo. Os nossos atores globais adoram Cuba, os black blocs, o MST, o movimento indígena, as favelas, todas as “minorias” que servem como mascotes para seu tédio, sua alienação, sua culpa, mas não abrem mão daquilo que só o consumismo burguês no regime capitalista tem a oferecer: milionários cachês de publicidade.

No livro, dei a seguinte sugestão a esses membros da elite entediada, que endosso aqui para finalizar:

Muito sangue inocente seria poupado se esses intelectuais canalizassem sua frustração com a realidade de sua sociedade imperfeita para outras esferas além da política. Como alertou Michael Oakeshott em seu ensaio Ser conservador, “a união entre sonhos e governo gera tirania”. Esses sonhadores políticos deveriam anotar as palavras do escritor Mario Vargas Llosa e colocá-las no espelho do banheiro, para lembrar do alerta diariamente:

Devemos buscar a perfeição na criação, na vocação, no amor, no prazer. Mas tudo isso no campo individual. No coletivo, não devemos tentar trazer a felicidade para toda a sociedade. O paraíso não é igual para todos.

Informação vazada


Às Forças Armadas Brasileiras

Por Aileda de Mattos Oliveira

São os senhores, os militares, atores de primeira grandeza na manutenção do estado de governabilidade do País. São os que estão, realmente, afetiva e efetivamente ligados ao Território, como solo sagrado da Nação, preservando nele, a unidade da língua, como fator de identidade nacional.

Por essa óbvia razão, são alvos daqueles que escolheram o caminho do escracho, demolição moral e material de alguém ou de instituição, em troca de alguns trocados pagos por alguma figura de proa do governo. Inúteis, vândalos, bonecos manobrados pelos ventríloquos do poder, tão ordinários quanto eles.

Cada uma das Forças já deixou a sua marca vitoriosa em várias épocas da História do Brasil. Hoje, surgem aos olhos da parte ordeira da população, como instituições de grande respeitabilidade, às quais, constitucionalmente, cabem manter a soberania da Nação contra os mercenários que agem, não sorrateiramente, pois giram, com desenvoltura, à nossa volta, ignoram a Constituição, e fazem do País uma casa de pasto de militantes de várias origens latinas.

Apesar de o Ministério da Defesa não ter voz militar, pois está entregue a um incapaz ministro civil e aos alienados e cúmplices ‘Comandantes’ das Forças, seguem os senhores, militares, silenciosos, cumprindo as suas atribuições, como se estivessem num País em que todos os setores de atividade funcionassem a pleno vapor, em acelerado processo de desenvolvimento.

Esse é o nosso estranhamento.

Seguem, como se o governo estivesse pondo em prática elaborado planejamento de ataque aos problemas nacionais; aplicando os recursos da fabulosa arrecadação na solução dos modais de transporte, diminuindo as distâncias entre as regiões brasileiras; investindo na área de medicina nuclear; de transplantes de órgãos; pondo em funcionamento os hospitais públicos com moderna aparelhagem, e médicos bem-remunerados.

Como se o interesse na Educação fosse tanto, que houvesse investimentos na atualização dos professores para qualificar o ensino e proporcionar às novas gerações oportunidades no mercado de trabalho, cada vez mais exigente de inteligência e liderança. Como se os professores dos Ensinos Fundamental e Médio fossem reconhecidos como os primeiros condutores de todas as demais profissões, e recompensados condignamente.

Seguem, como se nas próprias Forças Armadas estivessem sendo aplicadas as verbas necessárias à sua modernização; em material humano; em aquisição de instrumentos; de equipamentos indispensáveis ao adestramento de cada uma e ao cumprimento de suas funções na defesa das fronteiras; do espaço aéreo; das milhas marítimas.

Pelo visto, senhores militares, as Forças Armadas nada têm a se queixar, como se os vencimentos recebidos fossem proporcionais à alta qualificação profissional adquirida, há muito reconhecida pelas congêneres estrangeiras; como se os contingentes satisfizessem as exigências de defesa desta terra, tão decantada no seu pacifismo.

Mas, para os civis que se ombreiam com os militares, a impressão que transmitem, senhores, é de que estão sob os efeitos de um demorado Toque de Silêncio.

Esses civis, seus admiradores, menos disciplinados e mais ansiosos por resultados, aguardam que alguém inicie o Toque de Alvorada e que este seja vibrante, sem tempo determinado para os seus últimos acordes, porque o Brasil que as Forças Armadas estão enxergando, não é o Brasil real que estamos vivendo, atentos, com cronômetro nas mãos, aguardando, angustiados, o tempo da vagabundagem petista terminar.

Se houver resistência na passagem da faixa, poderemos contar com os senhores das Forças Armadas, ou já estão como a outra parte do povo, anestesiados?

Como foi dito no início, os militares são protagonistas de primeira grandeza, são as estrelas-alfa das constelações de profissionais que ainda resistem à doença infecta que inocularam no País: a corrupção.

Portanto, nós, civis, amigos dos senhores militares, aguardamos que o “Braço Forte, Mão Amiga”, seja literalmente cumprido, porém, antes que o Brasil se torne o centro do comunismo andino e caribenho; que o capacete com mira dos caçadores enquadre bem o centro incitador da anarquia; que o Adsumus* não permaneça no latim, compareça, em bom português, com todo o aparato no momento certo, porque estaremos juntos, onde ocorrer o renascimento do Brasil.

Podem acreditar!

*“Estamos juntos!”


Fonte: Alerta Total

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Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa e membro da Academia Brasileira de Defesa.

Até a CNBB faz duras críticas à Copa.

Folheto distribuído pela CNBB
A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) está distribuindo panfletos com críticas à Copa do Mundo. Disponíveis em português, inglês e espanhol, os fôlderes são distribuídos em paróquias e outros pontos de todo o Brasil. O material também está no site da instituição.

Organizado pela Pastoral do Turismo da CNBB especialmente para a Copa, o panfleto lista oito itens com "cartão vermelho" no Mundial. Da remoção de famílias e comunidades ao desrespeito à legislação trabalhista, a conferência não poupa críticas ao que considera como pontos negativos relacionados à competição.

Entre elas, a "apropriação do esporte por entidades privadas e grandes corporações, a quem os governos vêm delegando responsabilidades públicas" e "a inversão de prioridades para com o dinheiro público que deveria servir, prioritariamente, para a saúde, educação, saneamento básico, transporte e segurança".

"O material foi elaborado exatamente para marcar presença no evento para mostrar aquilo que nós condenamos. Desde os gastos absurdos às pessoas que tiveram de deixar suas casas", explica dom Anuar Battisti, da Pastoral do Turismo da CNBB.

Segundo ele, os panfletos serão distribuídos em todas as cidades-sede da Copa, não apenas nas igrejas. Aeroportos, hotéis, restaurantes e outros pontos também já começaram a recebe-los.

Além das críticas, o material também quer ressaltar o que pode ser positivo na Copa. Ele lista o que seria o "gol da vitória", uma série de situações que, se cumpridas, serão muito positivas para o país. Entre elas o fim da exploração sexual e do trabalho escravo, a não criminalização manifestações públicas dos movimentos sociais e o respeito aos torcedores.

Os bispos também destacam a situação dos moradores de rua. "Que as populações dos bairros populares e pessoas em situação de rua tenham garantida a permanência em suas localidades e a segurança para a sua vida, bem como de todos os brasileiros e turistas", diz o panfleto. A CNBB encerra o documento afirmando que a igreja está disponível para torcedores, jogadores e populações vulneráveis.


A pastoral do turismo tem organizado missas em outros idiomas, além de atividades turísticas e visitas aos principais tempos (inclusive não católicos) das cidades que receberão jogos da Copa. "Nós condenamos os erros, mas queremos que a Copa seja de paz e aconteça de uma maneira especial", disse dom Anuar Battisti. (Folha Poder)

Brasileiros não podem se apequenar diante do presidente da Câmara, que aderiu aos “conselhos sociais”


henrique_alves_07Jogo sujo – A parcela de bem da população brasileira não pode manter-se calada diante da bizarra atitude do presidente da Câmara dos Deputados, o peemedebista Henrique Eduardo Alves (RN), que por conta de interesses particulares e da pressão palaciana decidiu não emprestar regime de urgência à votação do decreto legislativo que anula o Decreto nº 8.243, editado pela bolivariana Dilma Rousseff.

O tal decreto presidencial concede à petista Dilma o direito de submeter a administração federal aos chamados conselhos sociais, que serão compostos por integrantes dos movimentos sociais, todos controlados de maneira mafiosa pelo Partido dos Trabalhadores. Ou seja, a crescente ameaça de uma derrota nas urnas de outubro próximo levou a comunista Dilma Vana Rousseff a acelerar o processo de cubanização do Brasil, como se no País inexistissem leis que fixam as balizas da democracia.

Alegando não querer criar um clima de indisposição com o governo federal, no momento, Henrique Eduardo Alves resolveu externar sua essência coronelista e subserviente, sempre escondida debaixo da imagem conciliadora que exibe à opinião pública. Questionado sobre o fato de não incluir na pauta de votação o projeto de decreto legislativo, cujo regime de urgência foi requerido por uma dezena de partidos políticos, Alves disparou: “Não, não está pautado. Não vou pautar agora”. Perguntado sobre o motivo da decisão que fere de morte a democracia, o presidente da Câmara foi direto: “Porque eu não quero”. O peemedebista potiguar não tem o que querer, pois seu mandato eletivo é fruto da representatividade explicitada na Constituição Federal.

Em relação à criação dos conselhos sociais, a Carta Magna brasileira estabelece em seu artigo 1º, parágrafo único, que “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.” Por questões bolivarianas, Dilma se valeu apenas desse artigo para extirpar o ar golpista do Decreto nº 8.243, mas fechou os olhos para o artigo 14º da mesma Constituição, que explicita a forma como se dá a tal representatividade popular. Eis o que estabelece o artigo 14º da Carta Magna: “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular.

Henrique Eduardo Alves faz parte de uma casta de políticos que não se importa com a manutenção da democracia, desde que sua hegemonia política, feudos e benesses sejam mantidos a qualquer custo. Por isso sua subserviência encontra guarida em postura ignara e antidemocrática. A explicação para essa decisão utópica e covarde tem pelo menos uma explicação. No acordo que o PMDB fez com a presidente da República, logo após ameaçá-la com a possibilidade de abandono político em ano de eleições, ficou acertado que o PT não lançaria candidatos aos governos de pelo menos meia dúzia de estados. Dentre eles o Rio Grande do Norte, onde Laves é candidato ao Executivo potiguar.


A não derrubada do malfadado decreto presidencial permite concluir que, nessa lufada de bolivarianismo explícito, o Congresso Nacional perde a sua razão de ser e de existir, até porque os que ao parlamento ascendem por meio do voto não passarão de meras marionetes de um governo ditatorial, que sob a falsa fantasia da democracia age nos bastidores para implantar o totalitarismo esquerdista. A atitude de Dilma Rousseff de editar o tal decreto a transforma na versão de saias do finado Hugo Chávez, que como excrescência do golpismo latino-america adorava governar a Venezuela fazendo uso desse instrumento jurídico nada democrático.

Thiago Lacerda coloca Paulo Betti em seu devido lugar


Thiago-Lacerda-foto-Uran-Rodrigues-
Fenômeno antigo: todo artista defender a esquerda, o PT, o governo. Fenômeno novo: cada vez mais artista rejeitar a patrulha vermelha do pensamento único. Foi o caso de Thiago Lacerda, que além de bom ator, é discreto em relação às suas posições ideológicas (ou seja, não é um engajado militante como Wagner Moura e companhia).

O ator rebateu indiretamente uma publicação de Paulo Betti, notório petista, que havia marcado o nome de alguns colegas de profissão que estiveram presentes em jantar na casa de Luciano Huck para Aécio Neves. Thiago Lacerda desabafou com vontade:

Um Colega de Profissão fez uma Lista de nomes de Colegas de profissão q se reuniram na casa de colegas de profissão para “apoiar” um determinado candidato de oposição.

Me soou bastante irônico.
Haja visto q o tal dono da Página é declaradamente situação. E tbm pelo Tom usado.

Me senti bastante ofendido!
Aliás, como me sinto nos tempos de hoje!!

Esse soldados da Situação… Patrulheiros Vermelhos… Gente Xiita, completamente Cega e com um discurso enraizado na segunda metade do século Passado, onde só existe Companheiro e Inimigo, onde só existe o mundo contra nós, onde só existe certo e errado, verdade absoluta e mentira… sem nenhuma vergonha de mascarar o óbvio, cujo principal objetivo é propagandear a mesmice canalha q assalta o Pais, (Quadrilha Sim!!!!) ao invés de colocar o dedo na própria ferida e alinhar o discurso feito há mais de 25 anos na oposição e lutar contra a safadeza histórica de Brasília de forma limpa e Corajosa!!!

(E aqui Faço uma ressalva pois parte disso é fruto de uma luta asfixiante contra a manipulação da mídia criminosa q insiste em não ser isenta! Mídia manipuladora q muitas vezes máscara fatos de acordo com seus interesses escusos e transforma o Povo em Massa de manobra!!! )

Caro Colega,
Tem algum problema em se fazer escolhas? Qnd se fizer uma reunião de apoio ao Eduardo e a Dilma vai ter listinha irônica?

Meu Candidato não é o referido “apoiado” (ainda… Sei lá!…)
Não Importa!!!
O q me constrange é a impossibilidade de escolhas democráticas sem q isso soe irônico!!!

O referido colega, pela idade q tem e experiência e Inteligencia, deveria louvar a capacidade e a necessidade de se pensar diferente, incentivando não a se pensar da mesma forma fazendo escolhas iguais as suas próprias e sim na capacidade maravilhosa que cada indivíduo tem de fazer escolhas conscientes e politizadas de seus candidatos!!!!

Não me interessa dizer em quem eu votarei!!!!

Me interessa dizer q cada um precisa ser capaz de fazer suas próprias escolhas!!!!! E que se tiver oportunidade de um encontro com quem quer q seja para elucidar suas dúvidas ou confirmar certezas q seja feito e nesse momento as pessoas não terão minha crítica e sim minha admiração e meu Respeito!!!

Fica a dica caro Colega…

Aplausos para Lacerda, que vem defender publicamente o direito mais básico que temos: o de livre opinião. A patrulha dos artistas engajados não gosta muito disso. “Sair do armário” nesse meio é ato corajoso não para homossexuais (isso é moleza), mas para quem ousa remar contra a maré vermelha, criticar o governo petista, desafiar o discurso único politicamente correto.

Sei de artistas que concordam com muita coisa que escrevo aqui, mas não podem se manifestar nesse sentido, pois a reação da patota seria imediata. Haveria até risco de retaliação, de problema no emprego, de ostracismo. Regina Duarte sofreu isso após declarar que tinha medo do PT, e ela estava coberta de razão!!!

Enquanto isso, o ator do lixão pode declarar amor ao bandido preso José Dirceu, pode cuspir no capitalismo e na “mídia burguesa” que lhe garante seu (parrudo) sustento, que não tem problema algum. Ele pode acumular cada vez mais dinheiro atuando na Globo, e logo depois se juntar ao que há de mais retrógrado na esquerda raivosa que culpa a mesma Globo por todos os males do país, e tudo bem.

Mas os ventos estão mudando. É Paulo Betti quem deveria ter vergonha de fazer o que fez, de tentar intimidar colegas só porque foram a um jantar com Aécio Neves. Por acaso o PT detém o monopólio da ética? Alguém ainda quer sustentar esse absurdo? Está mais para monopólio da canalhice extrema, isso sim.


Parabéns, Thiago Lacerda! Saiba que não está sozinho nessa batalha pela liberdade básica de pensar por conta própria e se manifestar sem patrulha. Espero que com sua atitude cada vez mais artista tenha a coragem e a ousadia de lutar contra essa ditadura velada predominante no meio artístico brasileiro.

Marcação frouxa


HENRIQUE EDUARDO ALVES, O NEO-CAPACHO BOLIVARIANO, IMPEDE VOTAÇÃO DE DECRETO LEGISLATIVO QUE ANULA DECRETO GOLPISTA DA DILMA.


Nesta semana, dez partidos que representam quase a metade da Câmara dos Deputados se uniram numa frente para tentar barrar o decreto bolivariano assinado pela presidente Dilma Rousseff, destinado a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”. A frente suprapartidária – com legendas governistas e de oposição – apresentou uma proposta para votar, em regime de urgência, um decreto legislativo anulando os efeitos do texto presidencial. Porém, a votação depende da vontade de uma figura central no Congresso, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que hoje deu sinais claros de suas pretensões. Questionado sobre a votação da proposta, o peemedebista respondeu rispidamente: "Não, não está pautado. Não vou pautar agora”. Por quê? “Porque eu não quero”, concluiu, seguindo em ritmo galopante para o seu gabinete, sem mais palavras.

Segundo deputados que se mobilizam contra o Decreto 8.243/2014 de Dilma, a resistência de Alves tem uma explicação: na próxima segunda-feira, ele cumprirá agenda ao lado da presidente em seu Estado. Alves é candidato ao governo nas eleições de outubro e trabalha para ter Dilma em seu palanque. Na segunda-feira, Dilma visitará o aeroporto potiguar de São Gonçalo do Amarante, que entrou em operação no último sábado sem alfândega regulamentada – o que impede a operação de voos internacionais.

"Ele não quer comprar o desgaste com o Planalto", disse o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).

Dez legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PR, PRB, PV, PSD, PSB e Pros – insistem em tentar suspender o texto presidencial. Para que isso ocorra, é preciso aprovar um decreto legislativo que anule os efeitos do decreto de Dilma. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 238 dos 513 deputados – são necessários 257 votos para aprovar um decreto legislativo. No Senado, os partidos de oposição também tentam suspender o texto presidencial, mas o governo tem ampla maioria dos votos.


"Nós temos de continuar pressionando. Não dá para a presidente, ao arrepio da Constituição, institucionalizar conselhos sem nenhum respaldo legal ou legitimidade política. O que ela quer é criar o conselho da patota do PT", afirmou Mendonça Filho. Do site da revista Veja