A coluna 'VEJA Bem', com Felipe Moura Brasil, reúne uma
série de vídeos curtos que mostram petistas e seus aliados legitimando o
vandalismo e até convocando os militantes a praticá-lo, com a intolerância e o
discurso de ódio de que acusam os adversários.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
O cenário ruim da economia neste final de ano
Chegamos ao penúltimo mês de um ano perdido para o País. Um
ano de retrocesso. A maior recessão em 25 anos. Inflação beirando os dois
dígitos. Indústria com espaço cada vez menor no PIB, assim como a presença
brasileira no mercado global.
O desemprego avança, com mais de um milhão e duzentas mil
vagas formais perdidas em 12 meses. Até conquistas sociais estão ameaçadas,
como a ascensão das classes D e E, tão comemorada pelo governo. Com a inflação
corroendo a renda e desemprego em alta, é inevitável: a pobreza volta a
crescer. Isso num momento em que o governo não tem como reforçar programas
sociais.
Ao contrário, com o imenso rombo das contas públicas, que
pode passar dos 117 bilhões de reais, devem ocorrer cortes até no Bolsa
Família. Os repasses para o Minha Casa Minha já têm atrasado muito. Há quase um
desmonte da economia decorrente de uma gestão populista e irresponsável que
criou imensas distorções.
Distorções difíceis de serem corrigidas ao mesmo tempo...
como o combate à inflação, à recessão e a necessidade de aumentar receitas e
cortar gastos pra reequilibrar as finanças públicas. E em meio a uma crise
política que parece longe de um desfecho.
A grande dúvida hoje, entre os brasileiros, é se teremos ou
não o impeachment da presidente Dilma. Como o governo pode tentar, com mais
firmeza, colocar a economia nos eixos, se a grande preocupação é sobreviver, se
está ainda mais refém do jogo político? Como o empresário pode definir uma
estratégia de enfrentamento da crise sem saber se haverá uma mudança de
governo?
Que venha uma definição, com impeachment ou não, o mais
rápido possível. O País não pode continuar submetido a um conflito de
interesses que pode mergulhar a economia em crise ainda mais profunda. O drama
político tem que ter um desfecho para a economia voltar a ter um horizonte.
Mas será que nossos políticos estão preocupados com isso?
25% de usuários de "crack" abandonam o programa “De Braços Abertos”
Por Jornal da Gazeta
Prefeitura de São Paulo afirma que 25% dos usuários de crack
do programa de braços abertos, que atuavam na varrição de ruas da capital,
deixaram o trabalho.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Lula admitiu dois crimes. Precisa completar a confissão!
Na reunião de cúpula do PT, Lula começou a contar o que sabe
sobre casos de polícia empilhados nas catacumbas do poder. Confessou que o
segundo mandato de Dilma é fruto de um vergonhoso estelionato eleitoral e que o
governo lulopetista é viciado em pedaladas fiscais criminosas. Não deixa de ser
um bom começo.
Falta agora completar a confissão. Lula tem muito a dizer
sobre a lucrativa parceria com gente como Roberto Teixeira, o assassinato dos
prefeitos Celso Daniel e Toninho do PT, o Mensalão, os contratos de aluguel com
partidos governistas, o Petrolão, as tramoias internacionais do camelô de
empreiteira, a chuva de empréstimos do BNDES, as bandalheiras da primeira amiga
Rose Noronha, os donativos de José Carlos Bumlai, o suspeitíssimo
enriquecimento dos filhos etc etc etc.
A lista é portentosa. Mas a Polícia Federal e o Ministério
Público não deixarão escapar nenhuma delinquência. E o Judiciário, sob a
estreita vigilância do Brasil decente, saberá cumprir seu dever.
Lula no COAF
Por Nivaldo Cordeiro
A Folha de São Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/poder/20...)
informou que Lula, Palocci e Erenice Guerra entraram no radar do COAF.
Movimentação milionária e suspeitíssima de dinheiro grosso. É praticamente a
prova do crime de que o Ministérios Público necessitava para enjaular os
meliantes.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
A parceria entre a presidente e jornalistas estatizados confirma: Demonstrações de sabujice explícita requerem mais coragem do que atos de bravura em combate
Sobretudo com câmeras e gravadores por perto, certas
demonstrações de vassalagem exigem mais coragem do que atos de bravura em
combate ─ desses que rendem condecorações capazes de matar a família de orgulho
e matar de inveja a vizinhança. A brasileiríssima tribo dos jornalistas a favor
é imbatível nessa ousada forma de pusilanimidade. Se bajulação temerária fosse
uma modalidade olímpica, os craques da imprensa fariam bonito nos Jogos do Rio.
O vídeo que exibe trechos das entrevistas concedidas por
Dilma Rousseff na Suécia e na Finlândia avisa que a turma está em ótima forma.
Decididos a abater a pauladas quem sugere o atalho do impeachment para encurtar
a passagem pelo Planalto da pior governante da história, os soldados da
desinformação confirmaram que expor publicamente a alma subalterna não é para
qualquer poltrão. Só não teme o espetáculo da sabujice quem tem coração
valente.
No dia 18 de outubro, um domingo, Dilma chegou para a
conversa em Estocolmo compreensivelmente tensa. Acuado pela Operação Lava Jato,
atarantado com a crise econômica ainda em seu começo, abandonado por aliados
que fogem do naufrágio nas urnas, desprovido de programas ou ideias, o poste
que Lula instalou no coração do poder tem um único projeto claramente definido:
manter o emprego.
Vai começar a sessão de tortura, parece murmurar a crispação
do rosto, sublinhada pelas sobrancelhas arqueadas e pelos lábios irrequietos. O
que vai começar é a vassalagem, corrige já na primeira pergunta um
entrevistador estatizado. Ele não aparece na tela. Ouve-se apenas a voz de
apresentador de desfile de escolas no 7 de Setembro formulando a questão
inverossímil: “O caso do Eduardo Cunha repercutiu no mundo inteiro, foi notícia
de jornais do mundo inteiro. Isso não causa um certo constrangimento ao governo
brasileiro, embora seja o Poder Legislativo, como a senhora disse?”
Quer dizer que no resto do planeta não se publicou sequer
uma vírgula sobre a maior roubalheira ocorrida desde o Dia da Criação? Quer
dizer que em todos os países só se fala em Eduardo Cunha? Até Dilma se mostra
espantada com a novidade formidável: o correntista suíço ocupa tanto espaço
no noticiário em língua estrangeira
sobre o Brasil que não sobram míseros cantos de página para tratar do monumental
esquema corrupto que esvaziou os cofres da estatal indefesa.
Com cara de quem achara aquilo bom demais para ser verdade,
a entrevistada explica que a extraordinária notoriedade internacional do
presidente da Câmara não lhe causa constrangimento. “Seria estranho se
causasse… ele não integra o meu governo”. Pausa. Três ou quatro entrevistadores
falam ao mesmo tempo. “Ah, eu lamento que seja um brasileiro, se é isso que
você está perguntando”, prossegue Dilma.
Outro entrevistador endossa os patrióticos receios do
companheiro de profissão e de luta: “A senhora acha ruim para a imagem do
país?” Quer dizer que o que deixa o Brasil mal no retrato não é o assombroso
desempenho no campeonato mundial da corrupção institucionalizada, nem a
vertiginosa ascensão no ranking planetário da incompetência administrativa, mas
sim o parlamentar que engordou contas secretas com negociatas das quais
participou por integrar a base alugada do governo Lula? Haja cinismo.
“Olha, eu não diria…eu… eu acho que se distingue
perfeitamente, no mundo, o país de qualquer um de seus integrantes”, segue em
frente a sopa de letras servida pelo neurônio solitário. “Nenhum país pode ser
julgado por isso ou por aquilo, nem o Brasil, nem a Suécia, nem os Estados
Unidos”, desanda a Mãe do Petrolão antes de encerrar o palavrório: “Eu lamento
que aconteça com um brasileiro, um cidadão brasileiro”. Cunha rebateu de bico
no dia seguinte: “Eu lamento que seja com o governo brasileiro o maior
escândalo de corrupção do mundo”.
Na terça, em Helsinque, Dilma avisou que não iria responder
a Eduardo Cunha antes de responder a Eduardo Cunha. “O meu governo não está
envolvido em nenhum escândalo de corrupção”, delira no fim do vídeo a faxineira
que vive cercada de lixo. “Não é o meu governo que está sendo acusado
atualmente”. Como é que é?, teria berrado um jornalista independente se
comitivas presidenciais reservassem alguma vaga a essa espécie em extinção.
Como pode uma presidente da República tratar a verdade com tamanha selvageria?
Nenhum dos presentes ousou assombrar-se com a desfaçatez da
viajante. Nenhum se atreveu a balbuciar a obviedade evocada por Eduardo Cunha
na quarta-feira: “Eu não sabia que a Petrobras não faz parte do governo”. O
silêncio dos rapazes da imprensa confirmou que ali só havia gente sem medo de
ser servil. Eles jamais perguntam o que os chefões não gostariam de ouvir. O
que deveria ser uma entrevista coletiva sempre é reduzido a um chá de senhoras
que permite a presença de jornalistas domesticados.
Dispostos a tudo para não melindrar o equilibrista que
transformou pedidos de impeachment em instrumentos de sobrevivência política,
os líderes da oposição oficial dispensaram-se de lembrar que, se os envolvidos
no Petrolão interpretassem a si próprios num filme sobre a bandalheira sem
precedentes, Eduardo Cunha apareceria nos créditos bem abaixo da dupla de
astros formada por Lula e Dilma. Seu nome disputaria espaço com a multidão de
coadjuvantes.
Nesse pelotão intermediário se acotovelam um ex-presidente
da República, ministros e ex-ministros de Estado, senadores, deputados
federais, governadores, empreiteiros, ex-diretores da Petrobras, pajés dos
partidos no poder, parentes de Lula, amigos de Lula, agregados de Lula,
doleiros de alta patente, despachantes de propinas milionárias, consultores
especializados em maracutaias, secretárias espertas, amantes gulosas, esposas
ressentidas e, claro, tesoureiros do PT. E José Dirceu, naturalmente.
Os oposicionistas incapazes de opor-se? Esses estarão
espremidos no bloco de figurantes. O Brasil tem a espécie de governo com que
sonha qualquer oposição. A sorte do bando no poder é lidar com partidos de
oposição com os quais todo governo sonha.
A Economia Brasileira não tem mais metas
Denise Campos de Toledo, comentarista da Jovem Pan, critica
a falta de metas econômicas por parte do governo.
domingo, 25 de outubro de 2015
Não podemos desanimar !
O historiador Marco Antonio Villa fala sobre a resiliência
da oposição, que deixa o projeto criminoso de poder administrado em Brasília
tomar fôlego.
Haverá choro e range de dentes
Por Nivaldo Cordeiro
Falo aqui a sequência de Twitters que escrevi hoje. Eu estou
muito preocupado com a gravidade e a aceleração da crise política.
Situação do desemprego está piorando rápido
Ontem, a gente soube que a taxa de desemprego nas maiores
cidades do país foi para 7,6%. O Brasil já teve taxas piores, de 10%, até
meados da década passada. O problema é que a gente está voltando para lá, para
aquele momento em que o país saía da crise dos anos 2001-2003, mas ainda não
criava emprego suficiente.
As previsões para o ano que vem são de desemprego de 9% a
10% na média do ano. Neste 2015, a gente deve fechar com desemprego médio de
7%.
Sim, a coisa está piorando rápido. A renda do trabalho das
famílias na média caiu 5% sobre o ano passado, já descontada a inflação.
Desde o século passado não havia um aumento tão grande de
gente a procura de emprego nas seis maiores metrópoles do país. Em um ano, o
aumento foi de 56%. São mais 670 mil pessoas procurando emprego, sem conseguir.
Antes, o maior aumento registrado de gente desempregada tinha sido de 22%, lá
em 2003.
Isso foi o que a gente soube ontem, pela pesquisa do IBGE.
Como a gente acabou de ver, faz mais de uma década que tanta gente não perdia
emprego com carteira assinada no Brasil, segundo os dados do Ministério do
Trabalho.
Quando o desemprego vai começar a diminuir? Vai demorar mais
que a crise econômica. Em geral, uma economia começa a recuperar o nível de
emprego depois que sai de uma crise, depois que voltam os investimentos e a
necessidade de ampliar a capacidade produtiva, que agora está muito ociosa.
Para que os investimentos voltem é preciso também que as empresas fiquem mais
confiantes no país. Isto depende de o governo colocar as contas em ordem e que
seja capaz de investir um pouco também, que não exista medo de mais impostos e
mais altas loucas do dólar. Enfim, alguma previsibilidade e uma mãozinha dos
investimentos públicos.
Por enquanto, isso está em falta.
Oposição sem vergonha
Por Ricardo Noblat
Noblat comenta a atitude frouxa da oposição diante de
Eduardo Cunha, presidente da Câmara.
sábado, 24 de outubro de 2015
O naufrágio do vice-almirante que tripulava roubalheiras nucleares tirou o sono do comparsa que acabou de assassinar a CPI
No relatório que desmoralizou de vez a infame CPI que fingiu
investigar a Petrobras, o deputado federal Luiz Sérgio (PT-RJ) absolveu os
criminosos, condenou os homens da lei e se declarou indignado com o que
considera “excesso de delações premiadas” ocorridas na Operação Lava Jato. É
compreensível que o relator de araque ande atravessando madrugadas assombrado
por gente que, para escapar de punições mais salgadas, topa contar tudo o que
sabe. É natural que não pare de pensar em Curitiba.
Luiz Sérgio, constata o comentário de 1 minuto para o site
de VEJA, não dorme direito desde julho passado, quando foi preso pela Polícia
Federal o vice-almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva. Nomeado por Lula em
2005, o militar de 76 anos presidiu a Eletronuclear até abril. Nesse período,
sem desativar sua “empresa de consultoria”, reativou as obras da usina de
Angra, refez os contratos com empreiteiras que no momento chapinham no pântano
do Petrolão e embolsou propinas que somam pelo menos R$ 4,5 milhões.
Nesse mesmo espaço de tempo, Othon estreitou as relações
suspeitíssimas que mantém com Luiz Sérgio desde os anos 80. Eles se conheceram
quando o oficial da Marinha especializado em engenharia nuclear servia ao
regime militar e o dirigente sindical rezava no altar do PT. Descobriram que
haviam nascido um para o outro depois que Luiz Sérgio se elegeu prefeito. Os
laços ficaram mais sólidos a cada campanha eleitoral. E viraram amigos de
infância quando o deputado pousou no primeiro escalão do governo Dilma.
No Ministério de Relações Institucionais e no da Pesca, Luiz
Sérgio ficou famoso pelas cenas de sabujice explícita com que costuma
reverenciar os chefes da seita. Esse traço de caráter não parecerá mais
repulsivo que o prontuário depois de incorporadas as anotações que estão
faltando. Se o vice-almirante revelar tudo o que fez junto com o deputado, a
dupla terá tempo de sobra para colocar a conversa em dia no pátio de uma
cadeia.
Copom mantêm taxa básica de juros em 14,25%, mas inflação continua subindo
O Copom, Comitê de Política Monetária, do Banco Central
manteve sem alteração, em 14,25%, a Selic, taxa que serve de referência para os
juros cobrados no Brasil. Apesar da medida, a inflação continua subindo.
Efeito Dilma: Desemprego e inflação nas alturas; BC joga toalha
O momento é desesperador para a economia brasileira. IBGE
mostra que o desemprego é o maior em seis anos. A meta de inflação virou lenda.
O desastre é tão grande que até o Banco Central desistiu. O Congresso espera
clima de comoção para tomar uma atitude. Mais?
Relator da CPI da infâmia está na caixa preta do vice-almirante do Eletrolão
Que motivos teria o deputado Luiz Sérgio, do PT do Rio, para
transformar o relatório da CPI da Petrobras em um tapa na cara de todos os
brasileiros? A resposta pode estar no Eletrolão.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Impeachment: Oposição aposta que Cunha atira antes de cair
O novo pedido de impeachment de Dilma já está nas mãos de
Eduardo Cunha. A oposição acredita que ele vai enrolar alguns meses mas, quando
cair, cairá atirando.
Desemprego em setembro é o maior desde 2009
A estabilidade do desemprego, de agosto para setembro, pode
ser vista como uma notícia positiva. Pelo menos parou de piorar. Mas também não
é motivo para comemoração. Normalmente, setembro ainda é uma fase de melhora do
emprego, porque a indústria está se preparando para o movimento maior de final
de ano.
Agora, não. Houve estabilidade em relação ao mês anterior,
mas com avanço forte do desemprego em relação a setembro do ano passado, quando
a taxa estava em 4,9%. E foi a pior taxa para o mês desde 2009, ano em que o
Brasil sentiu os reflexos mais fortes da crise internacional. Há uma clara
piora do mercado de trabalho. A informalidade voltou a crescer.
O aumento das demissões tem levado muita gente a trabalhar
por conta própria, a se virar como pode. E ainda tem a queda do rendimento
médio, que foi de 4,3% na comparação anual. Setembro contra setembro teve uma
redução de 6% da massa salarial. Isso é péssimo do ponto de vista da economia.
Reforça o ciclo negativo. Menos renda e emprego, derrubam mais o consumo e a
atividade, o que tende a reforçar o desemprego.
No final do ano isso pode não ficar muito perceptível,
porque tem as contratações temporárias, que, aliás, agora em 2015 devem ser bem
menores, com a previsão de vendas mais fracas, mas vão ajudar. E muitos
trabalhadores que perdem o emprego acabam adiando a busca por uma nova vaga
para o começo do ano. Aí é que devemos ter um avanço mais forte do
desemprego... no começo de 2016.
Não dá pra esperar nada muito melhor. Este ano vai fechar
com recessão por volta de 3% e a previsão de retração da economia, no ano que
vem, já é de mais de 1,2%. As perspectivas continuam muito ruins. Desemprego,
inflação alta, juros nas alturas... apesar de o Banco Central ter parado de
aumentar a taxa básica. O dólar deve encarecer os importados, o que também
desestimula o consumo. E ainda tem a crise política, dificultando mais o
planejamento das empresas.
Não temos apenas uma crise na economia a ser administrada.
Há muitos impasses do lado político que barram, inclusive, as estratégias do
governo pra tirar o País da crise. Sendo que o desequilíbrio das contas
públicas pode levar o governo a adotar medidas que, de imediato, só prejudicam
mais o desempenho da economia, como o aumento de impostos, o corte de
investimentos e de repasses para programas sociais. Com um cenário desses, o
desemprego não ter aumentado, de um mês pra outro, pode ser visto mesmo como
uma boa notícia.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
POR QUE OS COLETIVISMOS SÃO TODOS GENOCIDAS ?
Por Percival Puggina
Conheça o erro fundamental que leva os coletivismos a
cometerem as monstruosidades que cometem.
Os coletivismos, comunismo entre eles, são todos genocidas.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Cachês milionários, menu de travesseiros e lobby nas palestras de Lula
O professor Marco Antonio Villa destaca uma reportagem da
Revista Época com um relatório completo das palestras realizadas pelo
ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva. Dentre exigências absurdas e lobby
para empreiteiras, Lula faturou milhões com as apresentações.
ALERTA GERAL: Mauro Iasi, do Comitê Central do PCB, defende a EXECUÇÃO dos CONSERVADORES
Por Percival Puggina
Falou alto, falou claro, convocou os camaradas e arrancou
aplausos de um auditório lotado.
Os coletivismos, comunismo entre eles, são
todos genocidas.
Na quadrilha do Petrolão chefe ganha menos?
O colunista Reinaldo Azevedo e Silvio Navarro comentam a estranha
ordem de valores nas contas dos envolvidos no gigantesco esquema de assalto aos
cofres públicos. E a cadeia volta a assombrar José Dirceu.
Alckmin não comenta vandalismo no prédio da Gazeta
Por Jornal da Gazeta
O vandalismo no prédio da Gazeta!
Foi no final da tarde de sexta-feira, durante manifestação
da CUT contra a empresa Friboi e em apoio á presidente Dilma.
Depois da invasão do prédio, que pôs em risco estudantes e
funcionários, as autoridades tentam explicar por que a PM não agiu.
O secretário justificou o comportamento da polícia militar,
mas fatos não podem ser negados. O que aconteceu na sexta-feira é que alunos da
faculdade Cásper Líbero e de outras escolas, centenas deles menores, correram
risco neste prédio. A PM afirma já há algum tempo que sua filosofia é ser uma
polícia que defende o cidadão. No caso do prédio da fundação Cásper Líbero,
falhou feio
Levy balança, mas não cai
Por Veja.com
A semana termina com a ameaça de demissão do ministro da
Fazenda, Joaquim Levy, cansado do bombardeio do ex-presidente Lula e do PT. No
Congresso, a situação de Eduardo Cunha se complica com a divulgação de
documentos sobre suas contas na Suíça.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Número da sorte da família Lula: 2.000.000
Três bandalheiras reveladas por Fernando Baiano, um dos mais
ativos despachantes do esquema do Petrolão, permitiram ao país descobrir o
número da sorte da Famiglia Lula: 2.000.000. Uma negociata envolvendo a
Odebrecht na África, por exemplo, rendeu US$2.000.000 a Taiguara Rodrigues,
sobrinho de Lula. Lulinha, o primogênito, embolsou R$2.000.000 desviados da
Petrobras pelo bando em que militava Fernando Baiano.
Agora se soube que o pecuarista José Carlos Bumlai, amigão
de Lula, exigiu que R$2.000.000 extraídos do produto dos roubos fossem
destinados a uma nora do ex-presidente. No Brasil lulopetista, como se vê,
sobrenome pode ser o caminho mais curto para o mundo onde só vive gente podre
de rica. O problema é que, com o advento da Operação Lava Jato, esse tipo de
maracutaia tem custado aos espertalhões uma viagem só de ida para Curitiba.
Como informa o vídeo acima, o número da sorte pode dar azar
em outros países. A Justiça de Lisboa, por exemplo, investiga desde janeiro um
suspeitíssimo donativo da Portugal Telecom que irrigou os cofres do PT, graças
aos serviços do superdespachante Lula, com 2 milhões de euros. Mas o que muito
pixuleco para a segunda geração da Famiglia hoje virou dinheiro de troco para o
patriarca.
Entre 2001 e 2014, o camelô de empreiteira lucrou R$ 27
milhões apenas com falatórios patrocinados por empresários que agora chapinham
no pântano do Petrolão. Numa única “palestra”, o palanque ambulante estabeleceu
um recorde mundial: ganhou 11 mil dólares por minuto. A trajetória do
palestrante mais caro do planeta é um desfile de proezas espantosas. É também
um formidável caso de polícia.
Jogatina do poder antecipa manifestações pró-impeachment
Dilma e Eduardo Cunha podem negociar o beijo da morte para
os dois. Enquanto isso, os movimentos que não suportam mais esse jogo podre do
poder já marcam para semana que vem manifestações pedindo o impeachment da
presidente.
Armadilhas que capturaram o BRASIL: A dependência do estado
Por Percival Puggina
Como do sonho do Estado de Bem-Estar Social caímos no
pesadelo do Estado do Mal-Estar Social".
Uma mulher tão gastadeira quanto Dilma
Os colunistas Marcelo Madureira e Joice Hasselmann comentam
as trapalhadas da semana: ministério de segunda não pode mais viajar de
primeira classe, Lula diz que as pedaladas foram para pagar o Bolsa Família,
impeachment de Dilma nem começou e já está paralisado e a fatura da mulher mais
cara do Brasil.
domingo, 18 de outubro de 2015
Levy está sendo fritado pelo PT
O dia inteiro de hoje foi de boataria sobre a saída do
ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Até agora pouco, Levy esteve reunido com a
presidente para tratar das contas do governo neste ano. Mas no Congresso, no
PT, no PMDB e no mercado, desde a manhã se especulava que o ministro faria um
pedido de demissão.
O que está acontecendo? Por que isso importa tanto?
O ministro está sendo fritado pelo PT. Existe uma campanha
quase aberta, em parte estimulada por Lula, contra o ministro. Para resumir, o
PT, mas não apenas, acha que o ministro não sabe falar ou fazer outra coisa a
não ser de "ajuste", de arrumação das contas esburacadas do governo,
e de outros problemas da economia.
Essa arrumação piora, é claro, a situação econômica, que não
seria boa de qualquer jeito, dado o grande estrago feito no primeiro governo de
Dilma Rousseff. Pior, faz com que a popularidade da presidente continue no chão
e ajuda a dar força às campanhas de impeachment da presidente da República.
O desempenho do ministro da Fazenda pode ser criticado. Mas,
por enquanto, ele é o defensor quase solitário da arrumação da casa que o
governo Dilma 1 bagunçou. Sem essa arrumação, que inclui aumento de impostos, a
recessão vai continuar se aprofundando.
O ministro está de fato no limite. O Congresso não aprovada
medidas do pacote de arrumação da casa nem propõe alternativa. O PT faz
campanha contra ele. Parte do governo quer aceitar um déficit nas contas do
governo neste ano e, talvez, no que vem. Levy não concorda.
Nos bastidores, reconhece-se que o ministro foi à presidente
reclamar da sabotagem. Que precisa de apoio. Sem apoio mesmo dentro do governo,
não tem o que fazer lá.
Como o ministro é visto pelo "mercado" como o
último defensor da arrumação da casa, se Levy cair, a casa cai também. A não
ser que se arrume alguém parecido com ele. Por ora, dada a pindaíba do governo,
não há muita alternativa a política econômica que ele defende, mesmo com seus
defeitos. A situação é de emergência.
Os argumentos legais e incontestáveis que consolidam o caminho do impeachment
Uma análise técnica com base na lei escancara os crimes
cometidos pela figura que deveria proteger a constituição. Dilma feriu vários
pontos da legislação. Tudo está descrito no novo pedido de impeachment da
petista que chega terça-feira ao Congresso. Entenda os crimes mais graves
cometidos por ela na rápida análise com os juristas Hélio Bicudo e Adilson
Dallari e a porta voz dos 43 movimentos que assinam o pedido, Carla Zambelli. A
partir de domingo as manifestações serão diárias.
sábado, 17 de outubro de 2015
O PIB cairá 3%
Por Nivaldo Cordeiro
A indefinição da saída da Dilma Rousseff e o possível
indiciamento do ex-presidente Lula nos crimes do petrolão são fatos que estão
prolongando a agonia dos brasileiros. Com Dilma Rousseff no poder não haverá
ajustes e a crise vai se agravar.
Rachel Sheherazade: “O Brasil tem cura”
Prestes a lançar o livro “O Brasil tem cura”, a jornalista e
comentarista da Jovem Pan, Rachel Sheherazade falou do seu livro e destaca
algumas “doenças” graves do país.
Hélio Bicudo: 'O Pedido de impeachment não é engavetável'
Existem evidências que se enquadram no Código Penal e o povo
sabe disso", afirma o jurista e fundador do PT Hélio Bicudo sobre o
impeachment. Ele e a advogada criminalista Janaina Paschoal são os responsáveis
por protocolar na Câmara dos Deputados o mais bem fundamentado processo que vai
receber essa semana também as informações das pedaladas de 2015 e ser
transformado na peça que pode derrubar a presidente Dilma Rousseff.
Armadilhas que capturaram o BRASIL: O SISTEMA DE GOVERNO
Por Percival Puggina
Este é o primeiro vídeo de uma série em que abordarei as
armadilhas que capturam o Brasil e emperram nosso desenvolvimento político,
social e econômico. Comecemos com o maldito presidencialismo.
O ex-presidente Lula, em reunião na CUT, tenta justificar as pedaladas fiscais
Na reunião da CUT, o ex- presidente Lula, em um discurso
muito fraco, mostrando que não é mais o orador do passado e sim um líder
decadente tentou justificar as pedaladas fiscais e comentou o impeachment.
Impeachment: STF afronta independência dos poderes e institui a baderna no rito legal
No dia em que o processo do impeachment começaria a andar na
Câmara uma sequência mais do que estranha de decisões judiciais favoráveis a
Dilma dão fôlego à petista. Uma baderna generalizada que afronta a
independência dos poderes e subjuga o próprio STF.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Os fins não justificam os meios
Por Nivaldo Cordeiro
O ex-presidente Lula onte justificou as pedaladas fiscais de
Dilma Rousseff dizendo que foram para bancar o programa bolsa família e o Minha
Casa, Minha vida. É claro que é um absurdo e uma irresponsabilidade. Quem está
empobrecendo os pobres são as pedaladas fiscais. É mais uma desculpa populista
esfarrapada que não convence ninguém.
Supremo rasga script do impeachment
"A novela da política brasileira tem núcleos muito bem
amarrados e não deve acabar tão cedo", afirma o diretor de redação do site
de VEJA, Carlos Graieb. Em conversa com Augusto Nunes, eles analisam as decisões
do STF, a pressão contra Eduardo Cunha e ainda comentam o último 'hit' de Dilma
Rousseff.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
O pai e a babá do Petrolão vestem a fantasia de caçadores de corruptos para animar a pelegagem no carnaval da CUT
Excitada com os aplausos da plateia amestrada, Dilma
Rousseff resolveu deixar claro na discurseira no congresso da CUT que enxerga
as coisas pelo avesso. “Meu governo e o governo do presidente Lula proporcionou
(sic) o mais enfático combate à corrupção de nossa história”, fantasiou
a torturadora da gramática e da verdade. Mesmo para os padrões da seita
lulopetista, é muito cinismo.
Lula e Dilma são os parteiros e tutores da corrupção
institucionalizada e até recentemente impune. Nunca antes neste país a
bandidagem a serviço dos poderosos chefões roubou tanto e tão descaradamente
quanto nos últimos 13 anos. O PT que, segundo o presidiário José Dirceu, não
roubava nem deixava roubar hoje nem esconde que virou um ajuntamento de
larápios compulsivos.
Três tesoureiros e dois presidentes do partido foram parar
na cadeia. A Operação Lava Jato já provou que gatunos bilionários não são
inimputáveis. A crise econômica erradicou a praga da abulia, e uma imensidão de
iludidos compreendeu que Lula é o pai do mensalão e do petrolão, que Dilma é a
babá do primeiro escândalo e a mãe do segundo. Os indignados redescobriram a
força das ruas. Dois terços da nação exigem o enterro imediato da Era da
Canalhice.
O padrinho e a afilhada parecem ainda acreditar que todos os
brasileiros são idiotas. Pior para os dois. Dilma vai abrir os olhos já
despejada do Planalto. Lula vai acordar quando estiver dormindo em Curitiba.
O ex-presidente Lula, em reunião na CUT, tenta justificar as pedaladas fiscais
Na reunião da CUT, o ex- presidente Lula, em um discurso
muito fraco, mostrando que não é mais o orador do passado e sim um líder
decadente tentou justificar as pedaladas fiscais e comentou o impeachment.
Saiba tudo que ocorreu nessa reunião, com o professor e comentarista político
da Jovem Pan, Marco Antonio Villa.
País assiste bestificado o lamaçal da crise política
Faz quatro meses, as vendas dos hiper e supermercados caem.
Estão mais de 2% menores que no ano passado. Isso até agosto, último número
disponível, que foi divulgado hoje. Se a crise não para nem nas compras do
supermercado, o que dirá do resto do varejo? Queda de mais de 6% em roupas e
têxteis. Queda de 12% em móveis e eletrodomésticos. Ponto Frio e Casas Bahia
estão fechando lojas.
Pelas primeiras estimativas, setembro foi tão ruim quanto
agosto. Quando isso vai parar? Até o fim do ano, as vendas vão continuar a
cair. Janeiro e fevereiro costumam ser meses mais fracos, em qualquer ano.
Logo, a esperança de melhora fica adiada lá pelo Carnaval ou Semana Santa.
Não há motivos de melhora. As vendas caem pelos motivos
conhecidos.
A renda diminuiu, por causa de demissões, reajustes menores
de salário e inflação. O dólar ajudou a encarecer ainda mais as coisas.
Não há crédito, praticamente. Na verdade, o total de
dinheiro emprestado pelos bancos está diminuindo. O valor dos novos empréstimos
não basta para cobrir o valor do que vai sendo pago. As taxas de juros estão
altas. Quem ainda tem algum dinheiro de sobra, pode aplicar a taxa de juros de
mais de 7% ao ano, mais inflação, no Tesouro Direto.
Falta confiança para o consumidor. Todo mundo sabe da crise,
das demissões, da recessão prevista também para o ano que vem. Menos gente vai
se arriscar em financiamento longo e caro.
Enfim, o país inteiro assiste bestificado o lamaçal da crise
política, que dá raiva e medo ao mesmo tempo.
Não há, por enquanto, motivos pra volta da confiança, pois
ainda vai haver mais demissão e a crise política não tem data pra terminar.
Agora, nem mais se sabe quando os juros vão cair.
Sim, infelizmente, a crise deu uma piorada desde julho,
agosto, graças a mais bobagens do governo, com ajuda do Congresso. Até junho, a
gente achava que começava uma recuperaçãozinha na metade do ano que vem. Agora,
está tudo nublado.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Não precisa aprovar relatório do TCU para votar o impeachment, diz líder da oposição
A oposição caminha
para acelerar a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff. E por
ironia do destino, o pontapé será dado na terça-feira, dia 13. Até o final do
mês o processo vai a plenário. O líder da oposição na Câmara, Bruno Araújo, diz
que a agenda já está traçada e dá detalhes dos próximos passos. “O cerco fechou
para o PT”, diz o tucano.
Lula defende as pedaladas fiscais de Dilma
Por Jornal da Gazeta
O ex-presidente Lula
participa em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, de um congresso de
pequenos agricultores. Ele criticou a oposição. E disse que a presidente Dilma
Rousseff realizou as pedaladas fiscais para honrar pagamentos de programas
sociais.
O AGD (Advogado-Geral de Dilma) que garante condenação unânime
O personagem do
Salto Agulha da semana é fiasco de público e de desempenho. Tomou uma goleada
de 8X0 tentando defender Dilma no TCU. Já dentro da instituição que comanda ele
é unanimidade: tem 99% de rejeição. Descubra quem é nosso AGD com Joice
Hasselmann.
Dois jovens morem assassinados todo dia na Capital de SP
Por Jornal da Gazeta
Dois jovens morrem
assassinados, por dia, na cidade de São Paulo. Os dados, de 2014, são do
PRO-AIM_ programa de aprimoramento das informações de mortalidade, que é da
prefeitura. O levantamento foi baseado nos atestados de óbito da capital.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Começou a gincana do impeachment de Dilma Rousseff
"A coluna 'VEJA
Bem', com Felipe Moura Brasil, analisa os teatros e tarefas de Dilma Rousseff,
Eduardo Cunha e da oposição nesta semana decisiva da gincana do impeachment,
durante a qual cada lado tenta conquistar mais deputados primeiro.
Valendo!"
Uma das maiores bibliotecas esotéricas do País
Por Jornal da Gazeta
No centro de São
Paulo uma instituição filosófica secreta reúne uma das maiores bibliotecas
esotéricas do brasil. O círculo secreto surgiu no Brasil no começo do século
passado. Não é religião, mas uma forma de encarar melhor a vida.
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