domingo, 3 de maio de 2015

Investigação do MP contra Lula torna inquestionável CPI do BNDES, afirmam líderes oposicionistas


lula_380Nocaute político – O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) declarou nesta sexta-feira (1) que a investigação do Ministério Público contra o ex-presidente Luiz Inácio da Silva por tráfico de influência no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é mais uma prova de todas as denúncias de corrupção que a oposição vem fazendo em relação ao banco estatal de fomento.

Reportagem da revista Época mostrou que o MP tem documentos e depoimentos com indícios de que Lula teria atuado para favorecer empréstimos do BNDES para a construtora Odebrecht realizar obras em países como Gana, Cuba, Republica Dominicana e Angola.

Para o líder do Democratas no Senado Federal, a suspeita contra o ex-metalúrgico revela um padrão de atuação do BNDES no governo do PT que privilegia o calendário eleitoral desses países, a reorientação das obras para empreiteiras que sustentem os “mimos” de Lula e caixa 2 de campanha no Brasil. Esse cenário no mínimo criminoso caracteriza mais um grande esquema de corrupção praticado pelo PT. “Todas essas denúncias só serão esclarecidas com a CPI do BNDES, atesta.

“Essas informações que estão vindo a tona só confirmam os depoimentos dos delatores do processo da operação Lava Jato. É um enorme esquema de corrupção que envolve a Petrobras, BNDES com tentáculos em empreiteiras e frigoríficos. No dia da audiência pública com o presidente do BNDES (Luciano Coutinho) já havíamos denunciado a coincidência das viagens de Lula com a liberação de recursos e aprovação de obras nesses países. Mostrei que 57% dos financiamentos do BNDES para exportação de serviços de, 2007 a 2014, foram para Cuba, Angola, Argentina, Venezuela e República Dominicana”, disse Caiado ao mencionar audiência pública com Coutinho na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, realizado em 14 de abril.

“Faltam apenas poucas assinaturas para protocolarmos a CPI. Precisamos priorizar informações que comprovem a ingerência política no banco público que mudou seu perfil e age conforme estratégia do Foro de São Paulo. É possível visualizarmos como padrão a forma atuação do BNDES: a coincidência com o calendário eleitoral desses países; a reorientação das obras para alimentar caixa 2 de campanha no Brasil bem como atender aos ‘mimos’ de Lula e a caracterização de mais um grande esquema de corrupção praticado pelo PT”, concluiu.

PPS também protesta

Líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR), considerou de “extrema gravidade” a investigação aberta pelo MP para investigar Luiz Inácio da Silva, o agora bem sucedido lobista de empreiteira. Lula é acusado de ajudar a Odebrecht em contratos de ao menos US$ 4,1 bilhões em projetos financiados pelo banco estatal em vários países durante o seu governo e o de Dilma.

“A CPI do BNDES precisa começar a funcionar o mais breve possível para contribuir com as investigações do Ministério Público, e a Justiça apurar e julgar com celeridade essa denúncia de extrema gravidade contra um ex-presidente da República, que atua sem limites para atender a demanda da custosa máquina petista por meio do tráfico de influência”, afirmou Bueno, autor do pedido de criação da CPI.

“Não há como não investigar a fundo o tráfico de influência exercido por Lula porque os casos envolvendo integrantes do governo do PT já têm extenso repertório de escândalos, no qual figuram Rosemary Noronha e Erenice Guerra. A existência de um padrão no modus operandi do PT, que triangula o dinheiro da propina em paraísos fiscais, reforça ainda mais a instalação da CPI pelo fato de Lula operar em benefício da Odebrecht na América Latina e na África”, defende o líder do PPS.

Rubens Bueno disse que protocolará, na próxima semana, duas PFCs (Proposta de Fiscalização e Controle) na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara para o TCU (Tribunal de Contas da União) auditar o contrato do BNDES com o governo da República Dominicana para a construção de usinas termelétricas, no valor de 2 bilhões de dólares; e com o governo de Gana, para a construção de um corredor rodoviário, estimado em 290 milhões de dólares.

“O caráter sigiloso dos contratos não pode impedir que o Congresso Nacional atue para exercer seu dever constitucional de fiscalizar os atos do Executivo”, afirmou o parlamentar, que também ingressou com outra PFC para passar um pente fino na atuação do BNDES no financiamento do Porto de Mariel, em Cuba.

“A imediata instalação da CPI do BNDES se mostra mais do que necessária para abrirmos a caixa preta do banco e conhecermos a exata dimensão do buraco negro do dinheiro público aberto pela gestão petista”, diz Bueno.

sábado, 2 de maio de 2015

Lula é investigado pelo MPF por tráfico de influência internacional


Militares do Exército Brasileiro na Rua. Susto para alguns e esperança para outros.

Militares do exército na rua em 26 de abril 
Nunca se falou tanto em intervenção militar no país. A ânsia da esquerda em reescrever a história acabou surtindo efeito contrário. A sociedade buscou se informar e cada vez maior número de pessoas declara acreditar que os militares agiram corretamente em 1964.

A Comissão Nacional da Verdade caiu totalmente em descrédito, a ponto do relatório, que levou anos para ser concluído, ter caído no ostracismo em apenas alguns meses por conta das várias falhas e unilateralismo na condução das pesquisas.

evento central do brasil 31 de março 2015
“quem jura defender a pátria com sua própria vida
não pode ter medo de se posicionar“
Um grande número de pessoas tem ido às ruas pedir aos militares que tomem partido e intervenham na política. A maioria dos militares se mantém calada e os clubes e entidades que congregam praças e oficiais da reserva oficialmente dizem que o país se mantém dentro da ordem institucional. Contudo, em alguns eventos com a presença de militares percebe-se mensagens sutis indicando que ha muitos que acreditam que ha necessidade de um posicionamento mais firme, como pode-se atestar observando a imagem abaixo, registrada pela Revista Sociedade Militar em manifestação ocorrida no final de março, no Rio de Janeiro.

Está marcada para primeiro de maio, no Rio de Janeiro, mais uma manifestação pedindo intervenção militar (Veja aqui). Os organizadores protocolaram um documento no Comando Militar do Leste e Polícia Militar informando sobre o evento.

Ontem, em pleno domingo, alguns militares tiveram que atravessar parte da cidade de Santos – SP. A população, aparentemente assustada, parou pra tirar fotografias e postar nas redes sociais. O Globo logo publicou nota informando que não passava de um deslocamento de rotina. Os militares estavam se deslocando para a Base do Guarujá, onde agora realizam treinamento.

$talinácio responderá por tráfico de influência no BNDES em favor de obras da Odebrecht no exterior?

 
A nazicomonopetralhada, sempre radical e fanática em suas avaliações, faz a seguinte análise sobre o gravíssimo momento político: "A imprensa golpista resolveu perder a vergonha e definitivamente partiu para dar eco a denúncias contra a cúpula dirigente do PT, tendo como principal objetivo atingir o símbolo máximo do partido, Luiz Inácio Lula da Silva. Destruir o mito Lula é a principal missão dos golpistas, em conluio com um segmento do Ministério Público e da oposição".

Membro do Núcleo de Combate a Corrupção da Procuradoria da República no Distrito Federal, a procuradora federal Mirela Aguiar abriu um procedimento preliminar para investigar suposto envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em tráfico de influência no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A ideia é apurar se o ex-presidente atuou de forma indevida para induzir o BNDES a financiar obras da Odebrecht no exterior. Justamente aqueles empreendimentos cujas informações são classificadas, absurdamente, de "secretas". A partir desta "Notícia de fato", a procuradora tem 30 dias para pedir ou não abertura de inquérito contra o companheiro $talinácio - candidato a enquadramento no artigo 332 do Código Penal.

Se isto dará em alguma coisa ou não, são outros quinhentos. A blindagem de Lula continua inexpugnável, até agora. Sempre paira a ameaça de que seu santo nome seja vomitado nas "delações" premiadas da Lava Jato. Lula escapou milagrosamente do Mensalão, Sequer foi citado no Rosegate - caso abafadíssimo que envolve sua amiga Rosemary Noronha. Por isso, a dúvida é se sobreviverá a uma nova onda de denúncias, já que não tem sequer foro privilegiado para julgamento no Supremo Tribunal Federal. Este é o cagaço real do $talinácio e da companheirada diante dos terremotos de denúncias.
A pergunta fatal, no entanto, continua no ar: será que o MPF terá poderes de fato para mexer com ele? E se for denunciado, como o geralmente lerdo e covarde judiciário vai se posicionar? Não há respostas para tanta dúvida. O fato concreto, até agora, é que Lula está "malhando" e se preparando para surgir das cinzas do PT em 2018... O resto é puta torcida e especulação.

Um direito do cidadão




Em nome da legítima defesa, a arma de fogo é um direito de todo cidadão. Quanto mais se restringe sua venda legal, mais aumenta a quantidade e a forma cruel dos crimes.

No mesmo sentido, o número de policiais mortos foge à estatística comparativa com qualquer outro país. A legislação lhes nega a retaguarda jurídica para bem desenvolver seu trabalho, pois não faltam propostas para desarmá-los fora de serviço ou na inatividade.

A política de direitos humanos, ao vender uma perfeição hipotética, na prática anestesia a população, inibindo-a de reagir a injustas agressões. Uma verdadeira lavagem cerebral faz o povo aderir à "cultura da paz", como se a violência pudesse regredir com passeatas ou cruzes fincadas na Praia de Copacabana.

Os casos de execução seguidos de furtos se apresentam como uma nova realidade em nosso dia-a-dia. A certeza de encontrar uma vítima desarmada e a despreocupação de uma pena branda, que não será cumprida em sua totalidade, estimula o crescimento desse lucrativo "negócio".

O atual Estatuto do Desarmamento, ao exigir "comprovada necessidade" para aquisição de arma, na verdade, pela sua discricionariedade, veta ao cidadão a sua posse.

Uma nova lei se torna imperiosa no sentido de facilitar, àqueles que desejem, a aquisição de arma de fogo para defesa própria, de seus familiares e patrimônio. A população, rural ou urbana, não pode continuar convivendo com o fantasma da insegurança, já que o poder público não é onipresente.

Por ocasião do referendo, em 2005, o governo demonstrou a farsa do desarmamento quando o relator do Estatuto — deputado Luiz Eduardo Greenhalgh — se apresentou como advogado do líder do MST, José Rainha, detido em flagrante portando uma escopeta ilegal. Na prática, ficou caracterizado que o desarmamento somente seria aplicado aos outros, e não àqueles que levam o terror ao campo, bem como aos criminosos urbanos que continuam com armamento e poder de fogo muito superiores ao das nossas polícias.

Em operações mal planejadas ou midiáticas, como a "tomada" do Complexo do Alemão, assistimos a centenas de marginais, fortemente armados, evadirem-se sem serem incomodados, para praticar seus crimes em outras regiões, junto ao nosso povo completamente desarmado pelo malfadado Estatuto.

A atual composição da Comissão de Segurança Pública da Câmara, majoritariamente composta por agentes da segurança pública e com conhecimento de causa, traz a esperança de mudanças profundas na legislação que dispõe sobre a aquisição e porte de armas, contribuindo para garantir melhores condições de defesa do cidadão.


Apesar das críticas e da pecha "bancada da bala", entendemos que se exauriu a política de que o crime pode ser combatido com medidas que não sejam capazes de levar o medo ao agressor.

Gestão Haddad negociou com chefes do narcotráfico da Cracolândia




O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, negociou com chefes do narcotráfico da Cracolândia, informa a Folha, a intervenção da Prefeitura na região, que acabou resultando, depois, em confronto entre viciados e forças de segurança: Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Civil Metropolitana. Ou por outra: o prefeito Fernando Haddad escolheu bandidos como seus interlocutores. Ou por outra: o prefeito Fernando Haddad tem de ser política e criminalmente responsabilizado por dividir com traficantes os destinos da maior cidade do país. Ou por outra ainda: o prefeito Fernando Haddad não pode continuar à frente da capital do Estado.

Vamos à história. Agentes do prefeito negociaram, sob a sua orientação, a ação que seria empreendida pela Prefeitura para desmontar a tal “favelinha” na Cracolândia. Tudo foi meticulosamente combinado com marginais, que não eram, atenção!, usuários de drogas, mas traficantes. Na hora h, os interlocutores de Haddad deram no pé, sumiram, e os dependentes armaram a reação. Aí foi preciso chamar a Polícia Militar.

Haddad, claro!, não admite que o acordo se deu com traficantes. Assume um “compromisso” com dependentes, como se esses pobres desgraçados estivessem em condições de fazer e de cumprir alguma forma de acordo. Diz ele: “Alexandre [de Moraes, secretário estadual da Segurança Pública] foi avisado por mim da operação. Falei com ele que não precisaria de apoio da PM porque havia firmado compromisso. Quando o acordo foi rompido, liguei para ele e disse que poderia haver incidente”.

Eis aí uma clara confissão.

E que se note: ainda que a conversação tivesse ocorrido com viciados, já seria imprópria. Eles não podem ser considerados interlocutores da administração para temas que dizem respeito à cidade como um todo. De resto, não custa lembrar: o consumo de drogas ilícitas continua a ser crime. E uma Prefeitura não negocia com criminosos, pouca importa a sua periculosidade. Quando se trata de narcotraficantes, não mesmo!

Uma das pessoas envolvidas na operação revela à Folha que a conversa se deu foi com traficantes: “Não era como zumbis”. “Zumbi” é o termo habitualmente empregado para designar os viciados em crack. De tal sorte estão debilitados e sem condições de responder por si que são tidos como “mortos-vivos”.

Impeachment

O senhor Fernando Haddad tem de ser alvo de um processo de impeachment. E já. Aliás, se os petistas tiverem um mínimo de juízo, não moverão uma palha para salvar o mandato deste celerado. Se eu fosse do partido, aplaudiria o impedimento de um sujeito que, obviamente, depõe contra uma legenda cuja reputação já está no lixo. Ser tida como um covil de ladrões parece ser ruim o bastante, não é mesmo?

Existe lei para pôr Haddad na rua? É claro que sim! Trata-se do Decreto-Lei 201, de 1967, que foi recepcionado pela Constituição de 1988.

Vejam o que define o Inciso X do Artigo 4º da Lei:

Art. 4º São infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato:
X – Proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo.

Negociar com traficantes é incompatível com a dignidade e o decoro do cargo.

O Artigo 5º da mesma lei define a forma do processo, destacando que a denúncia pode ser feita por qualquer cidadão — e, claro!, por vereadores.


Fim de papo

Acabou! Acho que, desta feita, este senhor passou dos limites. Uma coisa é comportar-se como um ser idiossincrático, monomaníaco, autocentrado. Outra, muito distinta, é quebrar o decoro de forma determinada, clara, consciente, e transformar traficantes em interlocutores da administração.

A Prefeitura se torna, nesse caso, cúmplice de bandidos. Espero que a oposição ao prefeito na Câmara não esgote a sua ação na simples crítica em plenário aos desastres perpetrados por este senhor.

De resto, cumpre indagar o que fará o Ministério Público. Já temos a confissão do prefeito. Ele assume ter negociado com o que diz ser “dependentes” a intervenção da Prefeitura na Cracolândia. Ora, suponho que seus agentes tenham ao menos anotado os nomes dos interlocutores. Quem são?

Chega! Não dá mais! A cidade pode esperar as eleições para mandar para casa um autocrata dos pedais. Mas não pode esperar até 2016 para pôr na rua quem negocia os destinos de São Paulo com marginais.

Impeachment já!

PS: Os petistas chamariam também essa ação de golpe? Golpista das instituições não é quem negocia com traficantes?


CONHECENDO O INIMIGO


Nosso Editor de Opinião comenta aspectos do Caderno de Teses do Partido dos Trabalhadores, preparado para o 5º Congresso a se realizar na capital baiana em junho próximo, em especial as expostas pela tendência “Chapa Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!”. Como bem diz nosso articulista, a leitura é longa e desagradável, mas essencial para que compreendamos  quem prega o golpe neste país. E não se alegue que a “tendência em questão caracteriza-se pelo seu radicalismo revolucionário  e pregação do ódio na sociedade” pois as ideias que defende são muito semelhantes as tratadas no Forum de São Paulo.

Abaixo o link correspondente. 
        

                                                          Gen Gilberto Rodrigues Pimentel
Presidente do Clube Militar

CONHECENDO O INIMIGO

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.” Sun Tzu (594 a.C.-496 a.C.) in A Arte da Guerra.

Talvez o prezado leitor julgue forte o termo inimigo. Não devemos temer as palavras.

Mas se um grupo político desesperado e radical, assessorado por instrutores guerrilheiros estrangeiros e nacionais, possuidor de armamento letal e disposto a usá-lo, ocupando posições que lhe permitem paralisar, a qualquer momento, o tráfego nas principais rodovias do país e incursionar na área urbana, invadindo prédios públicos e privados – como, aliás, já fez várias vezes em treinamentos isolados – é chamado por um ex-presidente boquirroto e sem compostura de “exército”, que ameaça empregar nas ruas para forçar a adoção de suas ideias, é bom conhecê-lo. Mesmo que o chamemos por um eufemismo, como adversários, forças adversas ou expressão equivalente.

Não tenha dúvida: para eles, somos o inimigo, e eles não têm nenhum escrúpulo em empregar o termo. E como tal nos tratarão.

Mas o que deve nos preocupar não é tanto o “exército” inimigo, mas seus mentores e as forças que o mantêm, doutrinam e sustentam, os partidos comunistas ou filocomunistas capitaneados pelo nefasto e desonesto PT. E que o empregará, o que se torna mais possível quanto mais desesperadora for sua situação.

Acossado por denúncias diárias de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas etc, responsabilizados pela derrocada da Petrobras, acusados de estelionato eleitoral, cúmplices de todas as maracutaias e falcatruas que envergonham o Brasil, o desespero pode levá-los a atitudes extremas, pois sentem o poder escapar entre seus dedos.

Atônito com o clamor popular contrário que sobe das ruas, apenas quatro meses depois de assumir mais um mandato no executivo federal, o PT organiza seu 5º Congresso Nacional.

 Dentre as sugestões recebidas das diversas correntes de opinião que compõem o partido, cada vez mais uma frente de ideias inconciliáveis, chama atenção a tendência “Chapa Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!”. Apesar de rolar pela internet, vertendo ódio e radicalismo revolucionário extremos, as sugestões deste grupo não constam da página oficial do PT.

As delirantes propostas atribuem o fracasso administrativo e gerencial dos mais de doze anos do partido no poder a uma suposta inclinação à direita, o que só ocorreu no atual mandato, por absoluta necessidade de a presidente evitar o caos total na economia do país.

Culpando o capitalismo pelas desgraças que produziram, propõem uma retomada das propostas originais do partido na busca do socialismo, como se tivessem feito outra coisa que não fosse procurar implantá-las no Brasil e apoiá-las nos países vizinhos.

A implementação do sugerido no documento só pode ser feito por meio de um golpe de estado, com o fechamento do Congresso.

Não pretendemos aqui analisar todo o documento, que pode ser encontrado na Internet. É leitura longa e desagradável, mas importante para que se saiba quem são os verdadeiros “golpistas”.

Dizer que se trata de proposta de grupo radical não convence, pois grande parte do núcleo duro do PT assim pensa, inclusive Lula, segundo declarações do próprio no Fórum de São Paulo – aquele que não existia.

É imprescindível que a sociedade e sua vigilante imprensa não ignorem a realidade, mesmo com o fim do socialismo no Brasil, confirmando as palavras de M. Thatcher: “o socialismo só dura enquanto dura o dinheiro dos outros”.

Com o tesouro quebrado, as principais empresas demolidas, o desemprego e a inflação disparando, não há como pretender aplicar agora ideias socialistas em nosso país, pois não há dinheiro dos outros (dinheiro público) para dissipar.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

SENSACIONAL! Estudante desmascara palestrantes petistas na PUC de Goiás


PF descobre laços impróprios entre Toffoli e empreiteiro do petrolão


O ministro Toffoli e o empreiteiro Léo Pinheiro: festas de aniversário, presentes e visitas para tratar de assuntos de interesse da OAS, uma das principais construtoras envolvidas no escândalo da Petrobras
O ministro Toffoli e o empreiteiro Léo Pinheiro: festas de aniversário, 
presentes e visitas para tratar de assuntos de interesse da OAS, 
uma das principais construtoras envolvidas no escândalo da 
Petrobras (Beto Barata / Folhapress/Estadão Conteúdo)
Investigação mostra que o ministro do STF e Léo Pinheiro, envolvido no petrolão e recém-libertado da cadeia, têm preocupante proximidade. O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, também está no rol de amigões do ex-presidente da OAS

No dia 13 de novembro do ano passado, o engenheiro Léo Pinheiro, sócio e presidente da empreiteira OAS, não imaginava que sua rotina estaria prestes a sofrer uma reviravolta em algumas horas. Era noite de quinta-feira. Trocando mensagens com um amigo, ele parecia tranquilo e informava: "Estou indo para a África na segunda". Depois, perguntou: "Você vai ao aniversário do ministro Toffoli no domingo?". O amigo respondeu que ainda não sabia se compareceria à festa. Marcaram um encontro para o sábado no Rio de Janeiro e outro para segunda-fei­ra, 17, em São Paulo. Léo Pinheiro acabou não indo à África, ao Rio, a São Paulo nem ao aniversário do ministro. A Polícia Federal prendeu o engenheiro horas depois da troca de mensagens. Seis meses se passaram e esse diálogo, aparentemente sem relevância, ganhou outra dimensão. Léo Pinheiro foi solto na última semana no fim de um julgamento dividido, em que o voto do ministro Toffoli foi decisivo para sua libertação. Toffoli votou com o relator, ministro Teori Zavascki, para conceder habeas corpus ao empreiteiro Ricardo Pessoa, da OAS - decisão logo estendida aos demais presos da Lava-Jato. Se Toffoli tivesse votado contra a concessão do habeas corpus, Pessoa e Léo Pinheiro teriam sido mantidos atrás das grades.

Léo Pinheiro, ponta de lança do esquema de corrupção da Petrobras, acusado de desviar bilhões de reais e de subornar algumas dezenas de políticos, deve sua soltura à inadequada e estranha proximidade com o ministro Toffoli? É tão difícil afirmar que sim quanto que não. Para que os empreiteiros con­ti­nuas­sem presos bastaria que um dos outros ministros que votaram a favor do habeas corpus, Gilmar Mendes e Teori Zavascki, tivesse discordado do relator. A questão é que, até onde se sabe, nem Gilmar Mendes nem Teori Zavascki têm relações com empreiteiros. Como mostra o relatório da Polícia Federal, Toffoli é próximo de Léo Pinheiro, da OAS. Ambos são amigos diletos do ex-presidente Lula, em cujo governo Toffoli, ex-advogado do PT, foi nomeado para o STF.

O ministro Benedito Gonçalves, do STJ: processo decidido em favor da empreiteira do amigo, lobby para chegar ao Supremo e favores, muitos favores
O ministro Benedito Gonçalves, do STJ: processo decidido em 
favor da empreiteira do amigo, lobby para chegar ao Supremo 
e favores, muitos favores (Lula Marques/Folhapress)
VEJA teve acesso a um relatório produzido pelos investigadores da Operação Lava-Jato a partir das mensagens encontradas nos telefones apreen­di­dos com Léo Pinheiro. O documento mostra que o empreiteiro frequentava as altas esferas de poder da capital. O interlocutor que aparece marcando encontros com ele no Rio e em São Paulo e a ida à festa de aniversário de Toffoli é o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vale lembrar que Benedito chegou a ser o nome preferido do governo para assumir uma vaga no STF. "As mensagens demonstram uma proximidade entre Léo Pinheiro e Benedito Gonçalves, bem como a proximidade destes com o ministro Toffoli", conclui o relatório da Polícia Federal.

A "ZELITE" DO LULA E A QUE O BRASIL PRECISA



Certamente a elite que o Lula detesta e "criminaliza" é a elite que ele conhece, da qual ele e os seus fazem parte. Esta convocação vai para a outra parte da elite. Aquela de que todo país necessita.

Professores mascarados de blackblock enfrentam a PM do Paraná


Snipers da Justiça


Caros amigos

Aos militares não falta competência administrativa, honestidade, seriedade e comprometimento para colocar o Brasil novamente no que chamamos de “o caminho do dever”!

Não sou jurista, nem tenho como afirmar ou negar a existência de legitimidade ou amparo legal para uma iniciativa das FFAA no sentido de intervir e de assumir o controle da República, que, neste caso, seria um dever, uma obrigação, e não uma iniciativa.

Por outro lado, nenhum golpe de estado que pretenda o sucesso pode ser executado sem apoio militar. Em 64, Jango tinha um “dispositivo militar” e acreditava que ele era superior ou que se imporia aos segmentos das FFAA que se opusessem ao golpe. Errou redondamente e, como sabemos, recebeu um contragolpe às vésperas do seu.

Na verdade, estou convencido de que não seria um golpe “do” Jango, mas um golpe “no” Jango! Ele seria derrubado pelos comunistas e executado junto com todas as lideranças de oposição, como foi em Cuba.

Hoje, o “dispositivo militar” com que os golpistas contam é o do “exército do stédile”, ou seja, nenhum! Se resolverem agir pela força serão derrotados e depostos com o mesmo argumento!

Eles sabem disso. O Gen Villas Bôas deixou isto muito claro em sua mensagem no último dia 16 de abril, comemoração antecipada do Dia do Exército, quando disse que a transformação em curso visa a uma Força Terrestre moderna para o Exército de Sempre, comprometido, antes de tudo, com o Brasil e com os valores da nacionalidade!

Como soldado e como brasileiro não temo a hipótese de golpe pela via revolucionária armada, nem mesmo com apoio de aliados cubanos, venezuelanos, bolivianos, haitianos, ou equatorianos!

Todos são NADA diante das FFAA do Brasil!

Julgo, portanto, que as armas desta luta não são, AINDA, as de fogo. Estas só serão empregadas “SE” eles ousarem substituir o engodo, a manobra política e a mentira pelo emprego da força.

Usando um termo da Marinha do Brasil, “a manobra não está com as FFAA”, mas com os cidadãos comuns, como nós, particularmente com os que conhecem e sabem operar o Direito.

O jovem Juiz Sérgio Moro nos tem demonstrado que há meios e recursos para emparedá-los de forma que não lhes reste outras saídas que a cadeia, o abandono da luta ou o emprego das suas “forças”, caso em que “a manobra” será, então, assumida pelas FFAA.

Tenho estado em contato direto e acompanhando o trabalho de um grupo de operadores do direito, reunidos no “FORO DE BRASÍLIA” (http://www.forobsb.com/). São brasileiros cujos currículos e atitudes os qualificam como “snipers da justiça”.

Este grupo tem atuado ofensivamente no Congresso Nacional e nas vias de acesso do sistema judiciário para criar obstáculos legítimos e consistentes ao macabro projeto de poder do PT, agora conhecido de todos, depois da publicação das “teses” do partido.

Se há, ainda, brasileiros que acreditam no PT, estes podem ser qualificados, sem receio de estarmos cometendo injustiças, como ignorantes, desinformados ou desonestos.

Concluindo, não é hora de intervenção militar, mesmo que a argumentação jurídica que a pretende sustentar conquistasse a unanimidade.

Sugiro que conheçam o FORO DE BRASÍLIA e que se incorporem a esses combatentes da primeira linha  que, no momento, além de irem para a rua, atuam, como já disse, comosnipers da justiça, atirando e atingindo, com fogos ajustados e precisos, as vulnerabilidades e as contradições do inimigo.


É o que penso.

Não existe DEMOCRACIA na base da PORRADA


Abaixo o sigilo do BNDES


REDEMOINHOS

  
“Por aqui não passam!”
Marechal Emílio Mallet, 1866
Na minha geração, jovens do interior do País aprendiam a nadar em rios de sua região. Fossem caudalosos ou não, os maiores perigos enfrentados na aprendizagem estavam nos redemoinhos. Os de menor porte era fácil eliminar, mas os demais, pela enormidade da força e da velocidade que atingiam, era difícil anular. Aprendi que, se fosse lançado um objeto de grande porte no centro eles – por exemplo, um toro seco -, o equilíbrio circular de seus movimentos era interrompido e o remanso se estabelecia no leito do rio.

Essas lembranças da juventude surgem a propósito da grave crise político-institucional que assola o País e, pela sequência de novos fatos negativos, se torna um imenso redemoinho de final imprevisível. Será que não existe um toro seco para eliminá-lo e permitir ao País retornar ao seu leito normal? Os três Poderes da União poderiam executar esse papel salvador?

O Legislativo, com pomposo protagonismo neste início de mandato, já demonstra arrefecimento em suas atitudes. E não só pela inclusão de parlamentares e dos dois presidentes das Casas como beneficiários de supostas propinas, para não citar o constrangedor episódio dos mamíferos roedores em audiência da CPI da Petrobrás. A deterioração de seu relacionamento com o Executivo impôs a indicação de um novo coordenador político, o vice-presidente, que terá sua missão muito facilitada. Há, segundo os órgãos de imprensa, milhares de cargos de confiança a distribuir em áreas governamentais. Será um processo de barganha em que predominarão interesses partidários, ideológicos e até pessoais. Será um voto de cabresto no mais alto nível. A radicalização política e ideológica e os métodos de aliciamento não permitirão que o Legislativo seja um toro seco salvador.

O Judiciário, após o processo do mensalão e, agora, com a Operação Lava Jato, volta a ser a esperança dos brasileiros, como uma instituição que poderá diminuir a velocidade deste redemoinho. Integram seus quadros homens honrados – como o juiz federal Sergio Moro e sua equipe – que não permitirão que este país se desmantele.

Cabe, contudo, uma ressalva. O processo jurídico dessa operação deverá ser finalizado no STF. Nas recentes manifestações populares o nome do ministro Toffoli esteve em evidência, por uma razão mais que justificada. Sua designação para presidir os julgamentos da Lava Jato foi considerada uma afronta ao princípio jurídico da isenção. O seu intestino relacionamento com o PT poderia conduzi-lo a atender a interesses outros que não os da Justiça. Decepções e frustrações nesses julgamentos aceleraram a velocidade das águas do redemoinho.

O Executivo atingiu um patamar negativo de aceitação pelo povo brasileiro e reverter esse quadro não será fácil. O descrédito observado teve origem na campanha eleitoral da atual presidente. As promessas e afirmações feitas mostraram-se falsas após sua eleição, pois o objetivo maior era sua permanência no poder. A mentira, diz a sabedoria popular, é o maior passo para o descrédito de um chefe, e no Brasil a atitude de “afastamento” adotada pela presidente agrava o atual quadro de desgoverno no País. Sua presença em público tem sido evitada, a não ser em atos e movimentos ditos sociais promovidos por MST e CUT, exércitos do comandante em chefe, o ex-presidente Lula.

A esperança de um possível toro seco que venha serenar este crítico momento é o ajuste fiscal preconizado pelo ministro da Fazenda. Conciliar cortes com o feitio populista de distribuição de benesses deste governo será o grande desafio. Um amargo remédio de difícil ingestão.

No momento as Forças Armadas estão em evidência em razão da surpreendente solicitação de intervenção militar observada nas manifestações populares de março e abril. Aos militares da reserva pergunta-se invariavelmente o que farão as Forças Armadas diante dessa ameaça de desestruturação do País. Por terem vivenciado o período do regime militar, respondem sem querer polemizar, mas com uma boa dose de ironia e irreverência: “Nada! Quanto a nós, só estamos observando, sem nos esquecermos de que, quando veio o Zepelim, fomos a Geni durante 30 anos e não desejamos mais sê-la!”.

De fato, nestes anos as Forças Armadas e o regime militar foram acusados de malefícios de toda ordem. Até nos dias atuais os problemas que surgem são creditados à “ditadura militar”. Um modo fácil de fugir de responsabilidades. Mas é interessante observar que desde a década de 1990 as Forças Armadas estão no topo de credibilidade junto ao povo brasileiro. Talvez por representarem o oposto da imoralidade, falsidade e corrupção do momento presente, assinaladas nas manifestações populares. A melhor resposta militar vem justamente dos três comandantes das Forças, que asseguram, com clareza e acerto, o respeito integral aos artigos da nossa Constituição. Um toro seco, provavelmente, não mais serão. Nas recentes comemorações do Dia do Exército seu comandante declarou com muita propriedade que a Força Terrestre será sempre democrática, apartidária e inteiramente dedicada ao serviço da Nação. Com o devido respeito, acrescentaria: “Sempre vigilante para que regimes espúrios não se apossem de nosso país”.

O redemoinho que aqui se formou poderá conduzir a Nação a uma instabilidade institucional se soluções de caráter ideológico, contrárias a um Estado Democrático de Direito, forem efetivadas, como preconiza o Foro de São Paulo. A adoção de princípios chavistas-bolivarianos e de uma “democracia” populista e totalitária são claros objetivos dessa organização gramscista e orientadora do partido que nos governa.

É por isso que nossas Forças Armadas – as grandes avalistas da democracia nacional – deverão estar em perene vigilância, tendo em mente não apenas o lema do marechal Mallet, mas também o clamor que se fez ouvir em uníssono nas ruas: “Nossa bandeira não é vermelha, é verde-amarela!”.