segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ainda as eleições: ...NÃO FAÇA COMO EU FAÇO!!!

O PT fez críticas e tentou desqualificar a ação do PSDB de solicitar uma auditoria sobre sistemas eleitorais de 2014. Considerando como absurda a solicitação, alguns  PTistas chegaram a dizer que seria um “golpe eleitoral” e que o PSDB estaria querendo “ganhar no tapetão”.

DEU NO JORNAL:

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PEDE CASSAÇÃO DO REGISTRO DE PEZÃO

"O Ministério Público Eleitoral (MPE) deu parecer favorável à cassação do registro da candidatura do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. O documento foi assinado, no último dia 12, pelo procurador regional Eleitoral auxiliar Maurício da Rocha Ribeiro e divulgado hoje (21). O crime eleitoral que a campanha de Pezão cometeu, segundo o MPE, foi a utilização do chamado "gabinete itinerante", uma espécie de governo avançado, instalado em diversas comunidades para atender às demandas da população. O parecer deverá ser apreciado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

No parecer à ação proposta por Lindbergh Farias, então candidato pelo PT, Ribeiro detalhou a questão. “Narra o autor que o candidato Pezão, à frente do governo do estado do Rio de Janeiro, criou o programa social “gabinete itinerante”, em ano eleitoral, sem previsão orçamentária, com a finalidade de promover, pessoalmente, a imagem do governador no cenário político-eleitoral, sob o argumento de que o referido programa teria como objetivo ouvir as reivindicações da população.”

O que ainda não caiu a ficha é que além do fato de Pezão ser do partido do Vice-Presidente da  República, portanto do partido que dá sustentação à atual governanta (PMDB), a quem interessaria a impugnação da candidatura de Pezão, já que o Pastor Crivela aceitou tacitamente o resultado das urnas, e, uma vez que "Lindinho" amargou uma 4ª colocação no primeiro turno das eleições de 2014 para o governo do Rio de Janeiro?

Parafraseando o “VELHO DITADO”, para alinhá-lo à concepção da realidade PTista...
  
“NÃO FAÇA O QUE DIGO, NEM TAMPOUCO FAÇA COMO FAÇO!!!”
  

(Com matéria da Agência Brasil)


Aloysio Nunes: 'Dilma comete crime de responsabilidade e abre caminho para impeachment'



O senador Aloysio Nunes disse em entrevista à TVEJA que a oposição vai trancar a pauta e impedir a votação no texto que altera a LDO para eliminar a meta de superávit de 2014. Mas segundo o parlamentar, ainda que a lei seja alterada o crime já foi cometido. “No rigor da lei há motivos para processo de impeachment de qualquer forma”, afirmou o senador. Ele conversou no Direto ao Ponto com Joice Hasselmann.

domingo, 23 de novembro de 2014

E-mails provam que Lula e Dilma poderiam ter interrompido o propinoduto


Paulo Roberto Costa e Dilma RousseffO doleiro Alberto Youssef disse à Justiça que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. Agora, mensagens encontradas pela PF em computadores do Planalto mostram que eles poderiam ter interrompido o propinoduto, mas, por ação ou omissão, impediram a investigação sobre os desvios.

Antes de se revelar o pivô do petrolão, o maior escândalo de corrupção da história contemporânea brasileira, o engenheiro Paulo Roberto Costa era conhecido por uma característica marcante. Ele era controlador e centralizador compulsivo. À frente da diretoria de Abastecimento e Refino da Petrobras, nenhum negócio prosperava sem seu aval e supervisão direta. Como diz o ditado popular, ele parecia ser o dono dos bois, tamanha a dedicação. De certa forma, era o dono — ou, mais exatamente, um dos donos —, pois já se comprometeu a devolver aos cofres públicos 23 milhões de dólares dos não se sabe quantos milhões que enfiou no próprio bolso como o operador da rede de crimes que está sendo desvendada pela Operação Lava-Jato. Foi com a atenção aguçada de quem cuida dos próprios interesses e dos seus sócios que, em 29 de setembro de 2009, Paulo Roberto Costa decidiu agir para impedir que secassem as principais fontes de dinheiro do esquema que ele comandava na Petrobras. Costa sentou-se diante de seu computador no 19º andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, abriu o programa de e-mail e pôs-se a compor uma mensagem que começava assim:

“Senhora ministra Dilma Vana Rousseff...”.

O que se segue não teria nenhum significado mais profundo caso fosse rotina um diretor da Petrobras se reportar à ministra-chefe da Casa Civil sobre assuntos da empresa. Não é rotina. Foi uma atitude inusitada. Uma ousadia. Paulo Roberto Costa tomou a liberdade de passar por cima de toda a hierarquia da Petrobras para advertir o Palácio do Planalto que, por ter encontrado irregularidades pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Contas da União (TCU) havia recomendado ao Congresso a imediata paralisação de três grandes obras da estatal — a construção e a modernização das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná, e do terminal do Porto de Barra do Riacho, no Espírito Santo. Assim, como quem não quer nada, mas querendo, Paulo Roberto Costa, na mensagem à senhora ministra Dilma Vana Rousseff, lembra que no ano de 2007 houve solução política para contornar as decisões do TCU e da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Também não haveria por que levantar suspeitas se o ousado diretor da Petrobras que mandou mensagem para a então ministra Dilma Rousseff fosse um daqueles barnabés convictos, um “caxias”, como se dizia antes nas escolas e no Exército de alguém disposto a arriscar a própria pele em benefício da pátria. Em absoluto, não foi o caso. Paulo Roberto Costa, conforme ele mesmo confessou à Justiça, foi colocado na Petrobras em 2004, portanto cinco anos antes de mandar a mensagem para Dilma, com o objetivo de montar um esquema de desvio de dinheiro para políticos dos partidos de sustentação do governo do PT. Ele estava ansioso e preo­cupado com a possibilidade de o dinheiro sujo parar de jorrar. É crível imaginar que em 29 de setembro de 2009 Paulo Roberto Costa, em uma transformação kafkiana às avessas, acordou um servidor impecável disposto a impedir a paralisação de obras cruciais para o progresso da nação brasileira? É verdade que às vezes a vida imita a arte, mas também não estamos diante de um caso de conversão de um corrupto em um homem honesto da noite para o dia.

Neo-religião verde excogita ritos fúnebres “ecologicamente corretos”

Por Luis Dufaur

Modelo para a "biocremação"
Modelo para a "biocremação"
A Bélgica e a Holanda querem aprovar um processo para dissolver os corpos humanos num rito fúnebre “ecologicamente correto” que substituiria o enterro, noticiou o jornal de Londres “The Telegraph”.

O rito da “biocremação”, conhecido tecnicamente como hidrólise alcalina, é apresentado como mais ‘reintegrador’ ao meio ambiente e já está em uso em algumas partes dos EUA e do Canadá.

Trata-se de dissolver o corpo do falecido utilizando uma solução quente à base de água alcalina submetida a altas pressões e temperaturas. O processo não deixaria escassas cinzas do finado e o líquido resultante seria ‘devolvido’ à natureza, ou vertido no esgoto.

A prática é ilegal nos dois países, mas já há iniciativas nos respectivos legislativos. Ativistas verdes também pressionam para obter uma aprovação da Comissão Europeia, chefatura suprema da UE.

A primeira biodegradação aconteceu em 2011, na Florida, e desde então teria sido escolhida por cerca de três mil pessoas nos EUA.

Bruno Quirijnen, do Serviço Fúnebre Flamengo, elogiou o sistema pelo fato de decompor inteiramente o corpo. “Se é verdade que o impacto ecológico é menor, então parece ser a opção lógica”, disse ao jornal Het Belang de Limburg. 

Ele elogiou a economia de energia e a redução das emissões de CO2 e de mercúrio, além da preservação da terra, consumida pelos enterros tradicionais.

Nos países cristãos, o enterro e a guarda dos túmulos derivam da verdade de Fé.

Esta é professada, por exemplo, no Credo católico, segundo o qual as almas vão se unir novamente aos corpos na Ressurreição no fim dos tempos, e assim vão comparecer no Juízo Final. Almas e corpos novamente reunidos irão para o Céu Empíreo – no caso dos que se salvarem –, e para o inferno – no caso dos réprobos.

O ateísmo, e especialmente o panteísmo, negam essa verdade fundamental, e pregam que o homem não é senão matéria na qual ele se dissolve, para retornar em termos “ecologicamente corretos” à natureza.

A neo-religião ambientalista e panteísta está aplicando agora suas últimas consequências aos mortos. Amanhã será com os vivos “excedentes” do planeta, segundo suas mórbidas teorias referidas em numerosos posts deste blog que pregam uma drástica diminuição da população da terra para “salvar o planeta”.



sábado, 22 de novembro de 2014

Bolsonaro: Venezuela e o MST



Bolsonaro questiona Ministro de Estado das Relações Exteriores e fala sobre avanço do comunismo no Brasil financiado pelo próprio governo brasileiro.

Constrangedor! BRASIL advertido por não combater o TERRORISMO!



O Grupo de Ação Financeira Contra a Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo (Gafi), órgão internacional intergovernamental, advertiu o Brasil por se omitir nesse assunto. (E isso que quando a advertência aconteceu Dilma ainda não havia se atravessado, na ONU, em favor do diálogo com os degoladores do Estado Islâmico). Temos que repetir, diariamente,: "Eles não são o Brasil! Eles são, infelizmente, o governo brasileiro!"

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Saiba onde estão as crianças mais inteligentes do mundo


Ladrões - Está revelando o verdadeiro Brasil


MP entra com ação no TCU e pede inidoneidade a todas as empreiteiras do Petrolão



O Ministério Público de Contas protocolou nesta sexta-feira, 21, no TCU, pedido para que todas as empreiteiras pegas na operação Lava Jato sejam declaradas inidôneas. Em entrevista exclusiva à TVEJA, o Procurador do Tribunal de Contas da União, responsável pela ação, Júlio Marcelo de Oliveira, explica que a lei exige que as empresas envolvidas em corrupção sejam proibidas de contratar com o governo. Segundo ele, o discurso de que o “Brasil para” se as empreiteiras forem afastadas é uma falácia.

FHC que me perdoe, mas é imperdoável


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que me perdoe. Malgrado seus muitos e inegáveis méritos, ele tem grande responsabilidade pela expansão e consolidação de seus opositores no poder.

Sim, a nação lhe deve boas iniciativas. Mas ele tem grave responsabilidade pela chegada do PT ao poder. Nada fez para evitar que isso acontecesse. Franqueou ao partido da estrela acesso à alma de parcela significativa do povo brasileiro pela via da mistificação e da mentira. Enquanto no governo, Fernando Henrique Cardoso prestava atenção e levava em grande conta o que Lula dizia. Havia algo de petista, um pigarro socialista, na garganta e na alma do acadêmico que governou o Brasil durante oito anos. Lula, por seu turno, uma vez eleito, teve o mérito de manter o que havia de melhor nas políticas de seu antecessor, lixando-se para o seu próprio discurso e para seu partido. Está aí o principal motivo do maior sucesso político do governo de Lula sobre o de FHC. Como consequência, o PT cresceu mais com FHC do que com Lula. Com Lula, o PT ganhou o controle da máquina. Com FHC o controle de corações e mentes.

O ex-presidente que me perdoe, mas isso é imperdoável. Visivelmente, ofereceu-se ele em holocausto para a vitória do PT. Tirou o casaco, a gravata e abriu a camisa para o assassinato de sua reputação. Permitiu que o importante trabalho social iniciado por sua mulher, Ruth Cardoso, fosse menosprezado e, depois, usurpado por seus adversários. Omitiu-se nas eleições subsequentes ou, por tudo isso, foi alijado delas por seus correligionários Serra e Alckmin. Retornou agora, tarde demais, idoso demais, irrelevante demais, na campanha de Aécio Neves.

Não agiu contra o assassinato da própria reputação. Não mostrou que o PT no governo, com todos os meios de investigação disponíveis, não provou uma única das acusações que lhe fez ao longo de oito anos. Não exibiu o consagrador estado de probidade administrativa representado por esse silêncio. Não se valeu dele para mostrar a criminosa capacidade de difamar e injuriar que caracteriza o petismo. Com tudo isso, Fernando Henrique descumpriu um dever moral perante o qual não poderia se omitir. Não é próprio dos homens de bem tolerar o que ele tolerou. Por agir como agiu, tornou possível o escárnio dos escárnios, que se manifesta quando os petistas, confrontados com a indizível tragédia moral em que se meteram, permitem-se afirmar que não são piores do que os demais. E encontram quem neles creia!

Ao abrir caminho, como de fato abriu, para o crescimento do PT e sua ascensão ao poder, Fernando Henrique fez mal ao Brasil. Desde que li o Manifesto de fundação do PT em 1980, eu sabia o que era e o que viria a ser esse partido. Com muito maior razão ele, homem inteligente e político experiente, tinha que saber o que iria acontecer quando o país caísse nas mãos em que veio a cair.


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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

'Fantasma de Marcos Valério assombra o Petrolão'



O colunista de VEJA Marco Antonio Villa, no "Aqui entre Nós" com Joice Hasselmann, disse que os presos na Operação Lava Jato dificilmente ficarão calados. "O fantasma do Marcos Valério ronda o Petrolão." O publicitário envolvido no escândalo do mensalão ficou de boca fechada e foi condenado a quase 40 anos de prisão. Villa ainda disse que o sumiço de Dilma parece um filme: "Apertem os cintos que a presidente sumiu".

A MÃO GRANDE DO ESTADO



Comentário feito no Programa Atividade sobre os maus usos e abusos do Estado.

Lula sumiu de novo

O gol contra de Romero Jucá



Se Jucá perder emprego de líder de qualquer governo pode fazer sucesso como narrador esportivo. O senador atropelou tanto a sessão na Comissão de Orçamento que deu munição para a oposição reverter o processo. No Aqui entre Nós com Joice Hasselmann, o colunista de VEJA, Augusto Nunes analisa ainda as novas notícias do Petrolão.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Revolução ???
PT optou pela avacalhação

Contas na Suíça


LDO: Comissão de Orçamento aprova farra com dinheiro público



A oposição reagiu, trancou a pauta e ameaçou ir ao Supremo por causa do tratoraço de ontem feito na Comissão de Orçamento que aprovou, sem discussão, o projeto que autoriza o governo Dilma a eliminar a meta fiscal de 2014. O projeto precisa passar pela Comissão e depois vai a plenário. Maílson da Nóbrega, colunista de VEJA, explica o que muda com a falta de freios nos gastos públicos e quais as implicações que o governo do PT pode ter pela frente.

Salvemos o nosso lindo Pendão da Esperança!!!


A atual bandeira do Brasil foi inspirada na bandeira do período imperialComemoramos hoje o Dia da Bandeira do Brasil, que passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.

Como brasileiros temos o dever moral e honra de cultuarmos nossos hinos, nossos símbolos pátrios, e a nossa bandeira, pois é dela que buscamos inspiração para as nossas existências.

Devemos, ao contemplar seu vulto sagrado, antes de tudo compreender que ela nos serve como guia para que possamos almejar um Brasil melhor, incentivando a luta pela ética, moralidade, cidadania, respeito às instituições e principalmente contra a corrupção e o estado caótico de desmandos em que se encontra nossa nação.

Por isso, conclamamos à todos os brasileiros que, no dia em que comemoramos nosso augusto pavilhão, invoquemos à Deus para que nos inspire e oriente para que possamos transformar o Brasil em uma Nação digna e respeitada por todos os povos.

Salvemos o nosso lindo Pendão da Esperança de um futuro incerto que somente tem a destruir o cerne de nossa nação, deturpando nossos costumes e aniquilando nosso povo, pois... 

O Brasil por seus filhos amado, poderoso e feliz há de ser!!!


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O governo e o PT perderam o controle da CPMI da Petrobrás


O mar de lama pode afogar o Brasil




As denúncias são tantas e de tão larga escala que podemos dizer que o Brasil vive uma grave crise política, em meio a uma grave crise econômica. O que esperar? A hipótese de impeachment da presidente Dilma está cada vez mais provável. Quem viver verá!

Com Lava Jato, Brasil descobre que a lei é para todos



O Petrolão é sem dúvida o maior esquema de corrupção da era moderna. E as investigações mostram que chegou o momento em que até os executivos das maiores empreiteiras descobriram que todos são iguais perante a lei. A análise é do colunista de VEJA Augusto Nunes, no "Aqui entre Nós" com Joice Hasselmann.

Antes nosso orgulho, Petrobras se tornou em nossa vergonha


O Petismo e o Código Internacional de Doenças


Em sessão com clima de anúncio relevante, a presidente da Petrobras Graça Forster montou no cavalo encilhado dos escândalos e assumiu seu lugar à mesa dos trabalhos com fisionomia de atendente de UTI de Pronto Socorro, em final de turno, numa segunda de Carnaval. Do cabelo à ponta do nariz, tudo que podia desabar tinha desabado. Afinal, as horas antecedentes não haviam sido moleza. Todos os grandes senhores das empreiteiras nacionais, que eram recebidos com tapete vermelho nos gabinetes da empresa, estavam dormindo no chão do xadrez. Delações premiadas espocavam de toda parte e lembravam extrações da Loteria Federal. Às avessas. Milhões regurgitavam de todos os cantos.

Os sólidos muros da impunidade tombavam pelo simples fato de que ainda há juízes em Curitiba e lá está o celebérrimo magistrado federal Sérgio Moro, a quem a capital paranaense já deve uma estátua no meio da Praça Carlos Gomes.

A presidente da empresa iria anunciar providências. Eram necessárias. Dois dias antes, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, chamado às falas, mostrou porque o antipetismo é tão indispensável ao país. Estas investigações, havia dito ele, não podem ser vistas "como o 3º turno da eleição presidencial". Chegará o dia em que esse petismo desabrido vai entrar para o CID-10 (Código Internacional das Doenças).

Voltando à Graça e aos perigos do petismo delirante. Qual o anúncio feito por aquela senhora de quem já se disse ser tão competente e familiarizada com a empresa que conhece como ninguém? Ela anunciou a criação de uma diretoria para fiscalizar as diretorias. Não é genial? É algo assim como uma presidência para fiscalizar a presidência. Pelo que se sabe, ninguém ainda foi cogitado e, principalmente, claro, não há partidos interessados.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

"A Petrobras virou bodega"



No "Aqui entre nós" com Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo, o colunista de VEJA.com defendeu a demissão imediata da presidente da Petrobras, Graça Foster, e disse que as declarações dadas por ela durante entrevista ontem provam que ela está fora do juízo perfeito.


É a hora do povo ir para as ruas mobilizar pelo fim imediato da corrupção


Essa Senhora não conseguiria aprovação num teste de leitura do ENEM, se houvesse



Entende-se o motivo de tanta prodigalidade, com dinheiro nosso, nas relações entre Brasil e Cuba. Ignorância faz essas coisas.

Vai faltar cela na Papuda


Tudo o que Putin quer são os 'bons tempos' da guerra fria de volta


domingo, 16 de novembro de 2014

A passeata de 15 de novembro em Porto Alegre


Já vi concentrações maiores, inundadas por bandeiras vermelhas. Eram manifestações assustadoras! Nada era dito sobre o Brasil e muito era dito sobre a tomada do poder no Brasil. Festejavam vitórias no mesmo tom com que o MST comemora suas invasões. Algo fora tomado de alguém. A democracia dava mais um passo para trás e a revolução mais um passo a frente. E eram vistosas as manifestações.

Foi curioso perceber que a eleição do dia 26 de outubro não proporcionou qualquer daquelas antigas explosões estelares e escarlates. Ao contrário, viu-se muita gente cabisbaixa, com expressão de criança que sujou as fraldas. Fez e sabe que fez. De algum modo, manifestavam o sentimento nacional, o sentimento de um país que precisa trocar as fraldas, um país que não pode continuar sendo governado por um governo que não controla os esfíncteres.

No início da tarde do último sábado, feriado de 15 de novembro, aniversário da Proclamação da República, um grupo de 5 mil pessoas se reuniu numa das esquinas do Parque Moinhos de Vento em Porto Alegre (vídeos aqui e aqui). Era um desses dias esplendorosos, em que o céu da capital gaúcha se engalana num azul de lápis de cor. Vi pais levando seus filhos em carrinhos de bebê. Vi uma senhora de 93 anos percorrer altiva e solene a longa caminhada de três horas até o Monumento do Expedicionário, no Parque Farroupilha.

Qual a força que me levou até lá, uniu-me a eles numa aderência eletrostática, que nos imantou e mobilizou a todos através da marcha? Não hesito em afirmar: foi um sentimento de bastança, de demasia. O partido que nos governa foi longe demais e a multidão regurgitava 12 anos de desaforos levados para casa. Quem estava ali eram pais e mães de família de verdade, trabalhadores que trabalham, empresários que fazem andar a roda dos negócios mas não se vendem, estudantes que estudam, pessoas de fé que rezam e pessoas sem fé que respeitam a religiosidade alheia, pensadores que pensam a liberdade, a democracia, os bons princípios e os mais elevados valores. "Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil" sussurrou-me alguém ao ouvido. E essas palavras acompanharam-me ao voltar para casa.

É preciso libertar a Pátria. Soltar as amarras em que vem sendo gradualmente envolta. Romper a teia conspiratória e apátrida que quer nos unir à "Pátria Grande" neocomunista, bolivariana, no mapa continental vermelho, sem fronteiras e virado do avesso, proposto pelo Foro de São Paulo. E, por fim, mas não por último, acabar com eleições que não merecem crédito, com o império da mentira, da enganação, da chantagem, da injúria, onde o juiz da partida é sócio do clube, onde se faz gol com a mão, três horas depois do segundo tempo. O Brasil do bem não suporta mais ser explorado, taxado, tributado, rotulado, dividido, roubado, enganado, e reagirá com os meios proporcionados pelo Estado de Direito e pela democracia.

É preciso dizer à imprensa infiltrada, submissa e omissa, à imprensa "empadinha", que combater o comunismo, ainda que disfarçado e com vergonha do próprio nome, não é fascismo (como acusavam embusteiramente os marxistas-leninistas ao levar seus opositores para o agasalho definitivo das covas rasas). Ao contrário, é indeclinável exigência moral, numa sociedade de homens livres, que conhecem História. E foi o que fizemos, da melhor forma que pudemos, numa tarde em que o céu de Porto Alegre exibia, orgulhoso, um céu azul de lápis cor.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Largada para a Passeata Manifestação de 15 de novembro em Porto Alegre



Vídeo de Mirna Lanius Borella com cenas iniciais da passeata do dia 15 de novembro, na concentração do Parcão.

Estudo oficial esvazia chicanas contra o gás de xisto. Mas ‘verdes’ dão de ombros à ciência

Por Luis Dufaur

O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O Departamento de Energia dos EUA publicou o relatório final – tido como texto de referência – sobre o fraturamento hidráulico ou fracking.

O estudo intitula-se “An Evaluation of Fracture Growth and Gas/Fluid Migration as Horizontal Marcellus Shale Gas Wells are Hydraulically Fractured in Greene County, Pennsylvania” e foi elaborado pelo National Energy Technology Laboratory (NETL), do referido ministério.

Ele pode ser descarregado na íntegra neste endereço: http://1.usa.gov/1u21vuL

O relatório não achou provas de que substâncias químicas ou água turva produzidas pelo método de fracking tivessem contaminado camadas superiores de água potável na Pensilvânia, segundo a agência Associated Press.

É a primeira vez que uma empresa que usa o fracking permite um monitoramento independente de seus métodos de trabalho, arbitrariamente condenados pelo movimento ambientalista.

Após anos de monitoramento, o NETL constatou que os fluidos químicos usados no fracking ficavam a 5.000 pés (mais de 1.500 metros) abaixo dos lençóis de água potável.

Extração de gás de xisto na Pensilvânia. Foto: Mark Schmerling.
Extração de gás de xisto na Pensilvânia.
Foto: Mark Schmerling.
Trata-se do relatório mais detalhado a respeito publicado até agora.

O ministério de energia americano reconhece que, dependendo da distribuição das camadas geológicas, os números podem variar em outras regiões.

Mas esses resultados soam como um gongo de morte para a agitação ambientalista contra a exploração do petróleo e do gás de xisto.

Utilizando métodos diferentes, um outro estudo – conduzido separadamente por diferentes especialistas que monitoraram locais de exploração na Pensilvânia e no Texas – concluiu que se há algumas correções a se propor às explorações, essas não são devidas ao método de fracking em si mesmo.

Avner Vengosh, cientista da Universidade Duke, que participou desse outro estudo publicado na prestigiosa revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, disse em e-mail que os resultados de sua equipe concordam com o relatório do Departamento de Energia a respeito da Pensilvânia.

Se a ciência e a técnica depõem contra nós, pior para elas parecem dizer 'verdes'. Protesto anti-fracking 'Global Frackdown Rally' em White Plains
Se a ciência e a técnica depõem contra nós, pior para elas 
parecem dizer 'verdes'. Protesto anti-fracking 'Global 
Frackdown Rally' em White Plains
Dave Spigelmyer, presidente da Marcellus Shale Coalition, o principal grupo que aplica o fracking na Pensilvânia, disse que o estudo confirma que o faturamento hidráulico “é seguro e uma tecnologia bem controlada”.

Ele acrescentou que o relatório do Departamento de Energia reflete “o longo e transparente histórico da indústria que trabalha continuamente para melhorar as regulamentações e as melhores práticas visando proteger o meio ambiente”.

Os agitadores ambientalistas anti-fracking ficaram sem cara, mas, uma semana depois, estavam participando de passeata para pressionar a ONU para que proíba o método aprovado pela ciência e pela tecnologia.

É que nada disso interessa ao ambientalismo radical, preocupado em levar a humanidade para um regime comuno-miserabilista utópico, pretenso ideal da integração homem-natureza.



VOCÊ SABIA?

Por Ipojuca Pontes
 
"Quem lutar pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; prestar serviços e negar serviços; manter a palavra e não cumprir a palavra; enfrentar o perigo e evitar o perigo; identificar-se e não identificar-se. Quem lutar pelo comunismo tem de todas as virtudes apenas uma: a de lutar pelo comunismo" - Bertold Brecht, A Medida Punitiva.

  
Você sabia?...  Todos precisamos saber que o Brasil esteve a ponto de se tornar um pardieiro político sob o jugo comunista. Também, e principalmente, o que disse José Américo de Almeida, um dos grandes intelectuais brasileiros, sobre a Revolução de 1964. 
  
Você sabia que o Komintern, a Internacional Comunista fundada por Lenin em 1919, posta em movimento por Joseph Stalin nos anos 1930, tinha como principal objetivo criar a República Internacional Comunista, cuja composição  tricontinental, a ser formada pela URSS (Europa), China (Ásia) e Brasil (América Latina), tinha como meta passar o rolo compressor por cima dos Estados Unidos – “sede do império capitalista” - e governar o mundo?
  
Você sabia que, para atingir tais objetivos, o Komintern Soviético financiou com o ouro de Moscou a Intentona Comunista de 1935, liderada pelo renegado ex-Capitão Luís Carlos Prestes ao lado de militantes comunistas internacionais; e que a eclosão do “putsch” (golpe militar), nos quartéis de Natal, Recife e Rio de Janeiro, resultou em combates virulentos nos quais os agentes esquerdistas mataram covardemente companheiros militares que dormiam nos quartéis?

Você sabia que em maio de 1961 e agosto de 1962 – muito antes, portanto, do contragolpe militar de 1964 – dezenas de filiados das Ligas Camponesas e dissidentes do PCB participaram de inúmeros cursos de guerrilhas administrados em Cuba, onde, além da doutrinação ideológica, aprendiam, em manobras simuladas, como atacar  pelas costas, manejar armas e produzir bombas incendiárias e coquetéis molotov?

Você sabia que entre 1962/1963 foram enviadas ao Nordeste, via Havana, fuzis e armas de procedência tcheca para abastecer militantes comunistas e integrantes das Ligas Camponesas empenhados na luta armada? 

Você sabia que 350 integrantes das Ligas Camponesas nordestinas estagiaram na Academia Militar de Pequim, na China, onde, em 1963, foram adestrados para liquidar a frágil democracia cabocla e deflagrar a luta armada nos campos do Nordeste do Brasil?
Você sabia que entre 1964/1965 Fidel Castro passou às mãos de Leonel Brizola, acolitado por Darcy Ribeiro e Betinho Defensor do Povo, a quantia de 1 milhão de dólares para deflagrar em Minas Gerais a guerrilha da serra de Caparaó, dinheiro que desapareceu na Luz Escura do Vazio, razão pela qual Fidel passou a chamar o caudilho gaúcho de “El Ratón”?  

Você sabia que 2 anos depois, em julho de 1966, dissidentes do PCB e integrantes da organização Ação Popular (em que perfilavam  o Padre Alípio e Herbert de Sousa, o Beatinho Defensor do Povo) explodiram uma bomba no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, com o objetivo de liquidar o Marechal Costa e Silva, então candidato à Presidência da República, matando o poeta paraibano Edison Régis e o vice-almirante Nelson Fernandes, além de atingir 17 pessoas, entre eles o mutilado jogador de futebol “Paraíba”, num atentado tido como estopim para o início da persistente luta armada no Brasil?   

Você sabia que João Pedro Teixeira, Nego Fubá e Pedro Fazendeiro, vítimas da guerra camponesa travada em Sapé, na Paraíba, e logo  transformados em “Mártires das Ligas”, eram funcionários do Partido Comunista com estágios na China e em Cuba (os dois últimos) e que, todos eles, catequizados para a luta revolucionária, pretendiam implantar “na lei ou na marra” a reforma agrária no Nordeste, prenúncio  da co-munistização do País?

Você sabia que o líder comunista Luís Carlos Prestes, em entrevista concedida à revista Manchete, em abril de 1963, afirmou: “Com Jango os comunistas estão no governo; agora só falta tomar o poder”.

Você sabia que a quase totalidade do povo e da classe média do Brasil exigiu e apoiou o contragolpe dos milicos em 1964 e que o respeitável intelectual Otto Maria Carpeaux, nas páginas do “Correio da Manhã” de 31 de março de 1964, escreveu o célebre editorial intitulado “Basta!”, contra a tentativa de Jango e os comunistas estabelecerem a República Popular Sindicalista do Brasil?

Você sabia que José Américo de Almeida, a consciência crítica nacional, responsável pela queda da ditadura de Vargas, escreveu que “Se a Revolução de 1964 não nos trouxe todos os bens, evitou todos os males”?

E você sabia que a Revolução Cubana de  Fidel Castro, considerada modelar para a revolução socialista brasileira, fez de Cuba - terceira economia continental nos anos 1940/1950 – um cárcere infecto e miserável que transformou o povo cubano em vassalo de uma tirania sangrenta?

Pois é – pra você ver. São fatos todos eles bem documentados e à disposição de quem quiser procurá-los em livros, registros, bibliotecas, filmes e até na internet.





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Ipojuca Pontes é Cineasta, ex-Secretário de Cultura e Jornalista.

sábado, 15 de novembro de 2014

FORÇAS VIVAS

Gen-Ex R/1 Rômulo Bini Pereira

Adolpho Bloch, um ucraniano que veio para o Brasil para fugir da revolução comunista de 1917 na Rússia, ficou impressionado com a dimensão territorial brasileira. Ele vinha de uma Europa destruída pela 1a. Guerra Mundial, onde movimentos separatistas eclodiam em todo o continente europeu.

Aqui se tornou um grande empresário, a ponto de a mídia nacional reconhecer seu prestígio e sua influência na vida política do país. Poucos anos antes de falecer, já no final do século passado, Bloch decidiu publicar na revista Manchete, de sua propriedade, em edição especial, uma série de matérias a respeito do Exército Brasileiro, com ênfase nas vitoriosas Batalhas de Guararapes. Essa sua decisão nasceu em consequência de duas constatações. A primeira era a certeza de que os êxitos dessas duas batalhas foram um verdadeiro símbolo da unidade nacional em virtude dos enfrentamentos entre os holandeses e a força formada pelo branco, o negro e o índio. A segunda era a presença das Forças Armadas que, atuando nas fronteiras terrestre e marítima, e ainda no interior, promovia a integridade territorial do Brasil.

Se estivesse vivo, estaria hoje apreensivo e abismado com o sensível momento por que passa a nação brasileira, onde as expressões "País dividido" e "Dois Brasis" são propaladas diuturnamente. Por seu aguçado tirocínio veria que há fissuras na integridade nacional que, dia a dia, vão se agravando e se constituindo em obstáculos que comprometem o entendimento democrático, necessário às atuais forças políticas. Tais fissuras, surpreendentemente, já são observadas no próprio seio da população. Tudo isso gera um antagonismo crescente "nunca visto neste país”, iniciado pelo grupo que nos governa, orientado por especialistas de marketing que não se importaram em empregar, principalmente nas propagandas e nos debates eleitorais, todos os meios para que a atual “presidenta” fosse reeleita.

O pobre já está sendo jogado contra a “zelite”; o trabalhador contra o patrão; o nordestino contra o sulista; o negro e o índio contra o branco; e o que é mais perigoso, abrangente e preconceituoso: o “nós contra eles”. Em síntese, um verdadeiro programa de ódio que já produz na sociedade sintomas de um transtorno de natureza psicossocial, onde o outro é o inimigo. E, para conturbar mais o quadro, esse ódio dá sinais de que não vai desaparecer tão cedo.

Em 1972 a Vila Isabel fez o povo delirar com o enredo denominado “Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade”. O samba tinha belos versos, como por exemplo, “Aprendeu-se a liberdade - Combatendo em Guararapes - Brasileiros irmanados - Sem senhores e senzalas”. Infelizmente, o enredo da escola e o samba não estão mais em sintonia com o momento atual. Hoje há os “Senhores” que atuam em todo o campo político-social no qual grandes famílias se perpetuam em seus feudos, principalmente no Nordeste, e que juntamente com grupos empresariais de poder econômico dominam o mundo político, em prol de seus interesses, na maioria escusos. "Coronelismo" e a corrupção estão juntos. E as atuais “Senzalas”, selo de um empobrecimento crescente, estão cada vez mais presentes no país, movidas e alimentadas pelas "bolsas-família" e outras benesses doadas pelo governo central. Um voto imposto pelo patrão, ou seja, um voto encabrestado.
Além dessas preocupações políticas, há outras, tais como o rumoroso caso da Petrobrás, a fragilizada situação econômica, o baixíssimo produto interno bruto e o inevitável descontrole da inflação. Sem contar um Judiciário que, em curto prazo, com a próxima indicação de novos membros do STF pelo governo central, poderá vir a ser a nova "Casa Grande", sem dúvida um perigo iminente para o artigo 101 da Constituição Federal, pois poderá ser novamente ultrapassado por opção partidária e ideológica.

Oxalá forças vivas nacionais  — tais como a oposição política e a imprensa livre e sem vínculos governamentais  —  se conscientizem do momento crítico pelo qual passa a nação brasileira. Que elas lutem e impeçam a realização de mudanças propostas pelo atual governo, principalmente as que visam implantar medidas que facilitarão o surgimento de regimes espúrios no Brasil. Que se contraponham ao que dizem os intelectuais gramcistas do Foro de São Paulo, quando apregoam que é com “pequenas vitórias que se chega à vitória final”. O decreto 8.243 (PNPS),  felizmente rejeitado pela Câmara dos Deputados, foi uma das tentativas. Outras do mesmo teor poderão surgir com o objetivo de modificar estruturas e normas internas para criação de pseudodemocracias, como plebiscitos, referendos e novos decretos.

Entre as forças vivas acima mencionadas, as Forças Armadas devem ser incluídas. Elas fazem parte da sociedade e pela sua presença em todo território nacional conhecem a realidade brasileira e, sem dúvida, sabem que esses antagonismos já visíveis e crescentes poderão levar a nação a confrontos indesejáveis, como em épocas pretéritas.

Nos doze anos de governo petista elas permaneceram praticamente em total silêncio. Mas, agora, aspectos antagônicos e manifestos, e outros de cunho latente e sub-reptício, impõem que elas não fechem os olhos para o que está acontecendo no país e não fiquem mudas, para que não sejam acusadas de passividade perante a grave crise da história nacional. As suas ações e palavras desfrutam de alta credibilidade junto ao povo brasileiro, apesar das campanhas difamatórias que sofrem nestes últimos anos. Que em seus estudos de Estado-Maior levem em consideração esses novos antagonismos presentes na vida política do país, e que analisem o mapa do Brasil com o resultado das últimas eleições presidenciais, para que se inteirem dos riscos que ameaçam a integridade nacional.

Este escrito não é um delírio da "Direita Reacionária", e nem tampouco qualquer “apologia golpista”, mas um posicionamento de cidadãos conscientes que almejam um regime democrático sadio e justo para o Brasil e que abominam esse arremedo de regime “populista” e desagregador que aí está!




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O Gen-Ex R/1 Rômulo Bini Pereira é Ex-Chefe do Estado-Maior da Defesa

"Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade" - Unidos de Vila Isabel - 1972

Lobão debocha de perseguição petista: "Vou fazer uma camiseta 100% elite branca"



O cantor e compositor Lobão, que está sendo alvo de ataques e ameaças nas redes sociais, disse que agora fica no Brasil de vez: "Sou marrento e agora que eu não vou embora". E ridiculariza a turma do ódio e os rótulos de fascista e elite branca. No próximo sábado, dia 15 de novembro, Lobão estará presente numa passeata para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Inclusão do Brasil na Pátria Grande Bolivariana é TRAIÇÃO


Doravante, cada vez mais, você ouvirá falar de "Pátria Grande". A expressão é cunhada nas elucubrações do Foro de São Paulo. Designa a unidade geopolítica a ser construída através da exportação do comunismo cubano e venezuelano aos demais países da outrora chamada América Latina ou Ibero-América, em marcha para se tornar "Pátria Grande". Pátria grande uma pinoia!

Exceto nas cabeças petistas (assista vídeos de Lula e Rui Falcão aqui), o Brasil nada tem a ver com essas pequenas nações que outrora integraram a Coroa espanhola. Se elas sonham com deitar à sombra da economia brasileira, se creem que continuarão, vida afora, contando com as prodigalidades proporcionadas pelo governo petista em seus sonhos de hegemonia continental, podem armar suas redes noutras varandas. Tivemos origem diversa, cursamos rumos diferentes na História e os dias do PT estão contados. Julgo oportuna esta advertência porque, do jeito que a coisa vai, em breve haverá cubanos, bolivianos, salvadorenhos e nicaraguenses fazendo projetos com os recursos do pré-sal... Vamos parar com isso! E vamos parar já.

Um dos elementos da identidade brasileira cuja construção inspira justificado sentimento de orgulho é a unidade do território e da língua comum. Ao longo dos séculos, essa não foi uma conquista fácil. Não nos faltaram invasores nem traidores. Não nos faltaram divisionistas e, em muitos momentos, não nos faltaram motivos para a divisão. A América Espanhola, seja como território, seja pelo vulto dos recursos populacionais, seja pelos minerais preciosos disponíveis para o custeio do povoamento, andou melhor e ensejou mais rápida prosperidade ao projeto da Coroa espanhola. Portugal, a seu turno, era carente de recursos humanos e materiais e o Brasil nunca lhe foi fonte de abundantes riquezas. Povoar defender um país continental, guardar a extensa Costa Atlântica, muito acessível à cobiça de ingleses, franceses, holandeses, envolveu gastos elevadíssimos. No entanto, enquanto o Brasil permaneceu unido, eles se dividiram e pagam a conta da divisão. Agora os bolivarianos querem "Pátria Grande". E conosco...

Quando, no início do século 19, Napoleão invadiu a Península Ibérica, a Coroa portuguesa percebeu que deveria mudar-se para o Estado do Brasil. O Brasil era, desde sempre, Província e Estado de Portugal como qualquer outro Estado lusitano. O ineditismo caracterizado pela transferência da Coroa para América foi motivo de surpresa em Portugal e de alegria no Brasil. Cogitaram do mesmo, mas não levaram a cabo suas intenções, os reis de Espanha, Carlos IV e Maria Luísa. Essa hesitação e demora, ensejou a invasão francesa e a designação de José Bonaparte para o trono espanhol. Nesse momento rompeu-se o laço com a matriz ibérica e com os Bourbons, desencadeou-se uma sucessão de fracionamentos e surgiram muitas novas nações, governadas por caudilhos e déspotas locais. Já o Brasil, com D. João, D. Pedro I e D. Pedro II, manteve-se uno, seja nas guerras da Independência, seja nas da República.

Essa história e nossa identidade não são patrimônio de desmiolados que deveriam estar declamando noutra freguesia seus projetos de Napoleão de hospício.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

A passeata dos dez mil



Hoje foi um dia histórico porque teve a passeata dos dez mil, em São Paulo, e também em outras grandes cidades. A direita marchou na rua contra o PT, fato que não víamos há década. Acontecimento auspicioso, pois é preciso mostrar que a esquerda não tem o monopólio das manifestações de rua.

125º ANIVERSÁRIO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Por P.S.R. de Carvalho

 Hoje comemoramos o 125º aniversário da Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1889, quando o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar derrubando a Monarquia e instaurando a República Federativa e Presidencialista no Brasil. Naquele mesmo dia foi instaurado o governo provisório tendo o Marechal Deodoro da Fonseca assumido a Presidência da República.

Falar, porém, em democracia e república no atual discurso, parece-nos um tanto que desfocar a prática político-midiática hodierna, uma vez que estamos em plena orquestração para implantação de uma ideologia vermelha, ditatorial e tirana no Brasil – o Bolivarianismo –, jogando por terra todos os esforços para fazer o país atingir uma real democracia em toda sua plenitude.

Quiçá seja exigir demais do brasileiro comum entender o contexto histórico para saber o real valor do dia de hoje, pois os Mensalões, Petrolões e toda a sorte de falcatruas que permeiam o universo da corrupção, grassam em todos os poderes da república como práticas contumazes, dando-nos a falsa impressão de que ser honesto é exceção à regra.

A Proclamação da República representou o fim da monarquia e a deposição do imperador D. Pedro II, com a vitória do Movimento Republicano, dando início ao novo regime, como nos inspira os versos do Hino da Proclamação da República:

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Esperamos sinceramente que nosso povo acorde à tempo de coibir ideologias ultrapassadas, e que expõem o nosso país de forma vil e ultrajante, para que nunca percamos a nossa LIBERDADE.

É chegado o momento de refletirmos profundamente sobre o que queremos para nossos filhos e netos, pois o Brasil não precisa de se espelhar em nenhuma ideologia, mas sim desenvolver suas próprias convicções... sua mentalidade...

Somente assim é que poderemos evoluir como POVO e alcançar o lema de nossa amada pátria "ORDEM E PROGRESSO".

Enquanto ficarmos presos às experiências que nunca deram certo (seja no presente como no passado) continuaremos trilhando o (des)caminho do atraso intelectual e social.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Neste sábado, vá para as ruas dar combate aos ladrões e parasitas que envergonham o Brasil


Mistura explosiva: avanço do Petrolão e economia desgovernada



A nova fase da Operação Lava Jato, que levou figurões para a cadeia, antecipa a sensação de que o novo governo Dilma, que nem começou, já está no fim. A crise política se mistura ao desgoverno na economia e cria uma situação quase que insustentável.

Ronaldo Caiado: A verdade sobre convênio VENEZUELA-MST



Íntegra do discurso do deputado Ronaldo Caiado sobre um tema que envolve, pelo silêncio do governo brasileiro, crime de responsabilidade (se não for de alta traição).

Como a nossa Justiça é boa, compassiva e tem leis prontas para agradar presos políticos e poderosos


Dilma, vai se Qatar!