quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Salvemos o nosso lindo Pendão da Esperança!!!


A atual bandeira do Brasil foi inspirada na bandeira do período imperialComemoramos hoje o Dia da Bandeira do Brasil, que passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.

Como brasileiros temos o dever moral e honra de cultuarmos nossos hinos, nossos símbolos pátrios, e a nossa bandeira, pois é dela que buscamos inspiração para as nossas existências.

Devemos, ao contemplar seu vulto sagrado, antes de tudo compreender que ela nos serve como guia para que possamos almejar um Brasil melhor, incentivando a luta pela ética, moralidade, cidadania, respeito às instituições e principalmente contra a corrupção e o estado caótico de desmandos em que se encontra nossa nação.

Por isso, conclamamos à todos os brasileiros que, no dia em que comemoramos nosso augusto pavilhão, invoquemos à Deus para que nos inspire e oriente para que possamos transformar o Brasil em uma Nação digna e respeitada por todos os povos.

Salvemos o nosso lindo Pendão da Esperança de um futuro incerto que somente tem a destruir o cerne de nossa nação, deturpando nossos costumes e aniquilando nosso povo, pois... 

O Brasil por seus filhos amado, poderoso e feliz há de ser!!!


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O governo e o PT perderam o controle da CPMI da Petrobrás


O mar de lama pode afogar o Brasil




As denúncias são tantas e de tão larga escala que podemos dizer que o Brasil vive uma grave crise política, em meio a uma grave crise econômica. O que esperar? A hipótese de impeachment da presidente Dilma está cada vez mais provável. Quem viver verá!

Com Lava Jato, Brasil descobre que a lei é para todos



O Petrolão é sem dúvida o maior esquema de corrupção da era moderna. E as investigações mostram que chegou o momento em que até os executivos das maiores empreiteiras descobriram que todos são iguais perante a lei. A análise é do colunista de VEJA Augusto Nunes, no "Aqui entre Nós" com Joice Hasselmann.

Antes nosso orgulho, Petrobras se tornou em nossa vergonha


O Petismo e o Código Internacional de Doenças


Em sessão com clima de anúncio relevante, a presidente da Petrobras Graça Forster montou no cavalo encilhado dos escândalos e assumiu seu lugar à mesa dos trabalhos com fisionomia de atendente de UTI de Pronto Socorro, em final de turno, numa segunda de Carnaval. Do cabelo à ponta do nariz, tudo que podia desabar tinha desabado. Afinal, as horas antecedentes não haviam sido moleza. Todos os grandes senhores das empreiteiras nacionais, que eram recebidos com tapete vermelho nos gabinetes da empresa, estavam dormindo no chão do xadrez. Delações premiadas espocavam de toda parte e lembravam extrações da Loteria Federal. Às avessas. Milhões regurgitavam de todos os cantos.

Os sólidos muros da impunidade tombavam pelo simples fato de que ainda há juízes em Curitiba e lá está o celebérrimo magistrado federal Sérgio Moro, a quem a capital paranaense já deve uma estátua no meio da Praça Carlos Gomes.

A presidente da empresa iria anunciar providências. Eram necessárias. Dois dias antes, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, chamado às falas, mostrou porque o antipetismo é tão indispensável ao país. Estas investigações, havia dito ele, não podem ser vistas "como o 3º turno da eleição presidencial". Chegará o dia em que esse petismo desabrido vai entrar para o CID-10 (Código Internacional das Doenças).

Voltando à Graça e aos perigos do petismo delirante. Qual o anúncio feito por aquela senhora de quem já se disse ser tão competente e familiarizada com a empresa que conhece como ninguém? Ela anunciou a criação de uma diretoria para fiscalizar as diretorias. Não é genial? É algo assim como uma presidência para fiscalizar a presidência. Pelo que se sabe, ninguém ainda foi cogitado e, principalmente, claro, não há partidos interessados.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

"A Petrobras virou bodega"



No "Aqui entre nós" com Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo, o colunista de VEJA.com defendeu a demissão imediata da presidente da Petrobras, Graça Foster, e disse que as declarações dadas por ela durante entrevista ontem provam que ela está fora do juízo perfeito.


É a hora do povo ir para as ruas mobilizar pelo fim imediato da corrupção


Essa Senhora não conseguiria aprovação num teste de leitura do ENEM, se houvesse



Entende-se o motivo de tanta prodigalidade, com dinheiro nosso, nas relações entre Brasil e Cuba. Ignorância faz essas coisas.

Vai faltar cela na Papuda


Tudo o que Putin quer são os 'bons tempos' da guerra fria de volta


domingo, 16 de novembro de 2014

A passeata de 15 de novembro em Porto Alegre


Já vi concentrações maiores, inundadas por bandeiras vermelhas. Eram manifestações assustadoras! Nada era dito sobre o Brasil e muito era dito sobre a tomada do poder no Brasil. Festejavam vitórias no mesmo tom com que o MST comemora suas invasões. Algo fora tomado de alguém. A democracia dava mais um passo para trás e a revolução mais um passo a frente. E eram vistosas as manifestações.

Foi curioso perceber que a eleição do dia 26 de outubro não proporcionou qualquer daquelas antigas explosões estelares e escarlates. Ao contrário, viu-se muita gente cabisbaixa, com expressão de criança que sujou as fraldas. Fez e sabe que fez. De algum modo, manifestavam o sentimento nacional, o sentimento de um país que precisa trocar as fraldas, um país que não pode continuar sendo governado por um governo que não controla os esfíncteres.

No início da tarde do último sábado, feriado de 15 de novembro, aniversário da Proclamação da República, um grupo de 5 mil pessoas se reuniu numa das esquinas do Parque Moinhos de Vento em Porto Alegre (vídeos aqui e aqui). Era um desses dias esplendorosos, em que o céu da capital gaúcha se engalana num azul de lápis de cor. Vi pais levando seus filhos em carrinhos de bebê. Vi uma senhora de 93 anos percorrer altiva e solene a longa caminhada de três horas até o Monumento do Expedicionário, no Parque Farroupilha.

Qual a força que me levou até lá, uniu-me a eles numa aderência eletrostática, que nos imantou e mobilizou a todos através da marcha? Não hesito em afirmar: foi um sentimento de bastança, de demasia. O partido que nos governa foi longe demais e a multidão regurgitava 12 anos de desaforos levados para casa. Quem estava ali eram pais e mães de família de verdade, trabalhadores que trabalham, empresários que fazem andar a roda dos negócios mas não se vendem, estudantes que estudam, pessoas de fé que rezam e pessoas sem fé que respeitam a religiosidade alheia, pensadores que pensam a liberdade, a democracia, os bons princípios e os mais elevados valores. "Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil" sussurrou-me alguém ao ouvido. E essas palavras acompanharam-me ao voltar para casa.

É preciso libertar a Pátria. Soltar as amarras em que vem sendo gradualmente envolta. Romper a teia conspiratória e apátrida que quer nos unir à "Pátria Grande" neocomunista, bolivariana, no mapa continental vermelho, sem fronteiras e virado do avesso, proposto pelo Foro de São Paulo. E, por fim, mas não por último, acabar com eleições que não merecem crédito, com o império da mentira, da enganação, da chantagem, da injúria, onde o juiz da partida é sócio do clube, onde se faz gol com a mão, três horas depois do segundo tempo. O Brasil do bem não suporta mais ser explorado, taxado, tributado, rotulado, dividido, roubado, enganado, e reagirá com os meios proporcionados pelo Estado de Direito e pela democracia.

É preciso dizer à imprensa infiltrada, submissa e omissa, à imprensa "empadinha", que combater o comunismo, ainda que disfarçado e com vergonha do próprio nome, não é fascismo (como acusavam embusteiramente os marxistas-leninistas ao levar seus opositores para o agasalho definitivo das covas rasas). Ao contrário, é indeclinável exigência moral, numa sociedade de homens livres, que conhecem História. E foi o que fizemos, da melhor forma que pudemos, numa tarde em que o céu de Porto Alegre exibia, orgulhoso, um céu azul de lápis cor.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Largada para a Passeata Manifestação de 15 de novembro em Porto Alegre



Vídeo de Mirna Lanius Borella com cenas iniciais da passeata do dia 15 de novembro, na concentração do Parcão.

Estudo oficial esvazia chicanas contra o gás de xisto. Mas ‘verdes’ dão de ombros à ciência

Por Luis Dufaur

O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O Departamento de Energia dos EUA publicou o relatório final – tido como texto de referência – sobre o fraturamento hidráulico ou fracking.

O estudo intitula-se “An Evaluation of Fracture Growth and Gas/Fluid Migration as Horizontal Marcellus Shale Gas Wells are Hydraulically Fractured in Greene County, Pennsylvania” e foi elaborado pelo National Energy Technology Laboratory (NETL), do referido ministério.

Ele pode ser descarregado na íntegra neste endereço: http://1.usa.gov/1u21vuL

O relatório não achou provas de que substâncias químicas ou água turva produzidas pelo método de fracking tivessem contaminado camadas superiores de água potável na Pensilvânia, segundo a agência Associated Press.

É a primeira vez que uma empresa que usa o fracking permite um monitoramento independente de seus métodos de trabalho, arbitrariamente condenados pelo movimento ambientalista.

Após anos de monitoramento, o NETL constatou que os fluidos químicos usados no fracking ficavam a 5.000 pés (mais de 1.500 metros) abaixo dos lençóis de água potável.

Extração de gás de xisto na Pensilvânia. Foto: Mark Schmerling.
Extração de gás de xisto na Pensilvânia.
Foto: Mark Schmerling.
Trata-se do relatório mais detalhado a respeito publicado até agora.

O ministério de energia americano reconhece que, dependendo da distribuição das camadas geológicas, os números podem variar em outras regiões.

Mas esses resultados soam como um gongo de morte para a agitação ambientalista contra a exploração do petróleo e do gás de xisto.

Utilizando métodos diferentes, um outro estudo – conduzido separadamente por diferentes especialistas que monitoraram locais de exploração na Pensilvânia e no Texas – concluiu que se há algumas correções a se propor às explorações, essas não são devidas ao método de fracking em si mesmo.

Avner Vengosh, cientista da Universidade Duke, que participou desse outro estudo publicado na prestigiosa revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, disse em e-mail que os resultados de sua equipe concordam com o relatório do Departamento de Energia a respeito da Pensilvânia.

Se a ciência e a técnica depõem contra nós, pior para elas parecem dizer 'verdes'. Protesto anti-fracking 'Global Frackdown Rally' em White Plains
Se a ciência e a técnica depõem contra nós, pior para elas 
parecem dizer 'verdes'. Protesto anti-fracking 'Global 
Frackdown Rally' em White Plains
Dave Spigelmyer, presidente da Marcellus Shale Coalition, o principal grupo que aplica o fracking na Pensilvânia, disse que o estudo confirma que o faturamento hidráulico “é seguro e uma tecnologia bem controlada”.

Ele acrescentou que o relatório do Departamento de Energia reflete “o longo e transparente histórico da indústria que trabalha continuamente para melhorar as regulamentações e as melhores práticas visando proteger o meio ambiente”.

Os agitadores ambientalistas anti-fracking ficaram sem cara, mas, uma semana depois, estavam participando de passeata para pressionar a ONU para que proíba o método aprovado pela ciência e pela tecnologia.

É que nada disso interessa ao ambientalismo radical, preocupado em levar a humanidade para um regime comuno-miserabilista utópico, pretenso ideal da integração homem-natureza.



VOCÊ SABIA?

Por Ipojuca Pontes
 
"Quem lutar pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; prestar serviços e negar serviços; manter a palavra e não cumprir a palavra; enfrentar o perigo e evitar o perigo; identificar-se e não identificar-se. Quem lutar pelo comunismo tem de todas as virtudes apenas uma: a de lutar pelo comunismo" - Bertold Brecht, A Medida Punitiva.

  
Você sabia?...  Todos precisamos saber que o Brasil esteve a ponto de se tornar um pardieiro político sob o jugo comunista. Também, e principalmente, o que disse José Américo de Almeida, um dos grandes intelectuais brasileiros, sobre a Revolução de 1964. 
  
Você sabia que o Komintern, a Internacional Comunista fundada por Lenin em 1919, posta em movimento por Joseph Stalin nos anos 1930, tinha como principal objetivo criar a República Internacional Comunista, cuja composição  tricontinental, a ser formada pela URSS (Europa), China (Ásia) e Brasil (América Latina), tinha como meta passar o rolo compressor por cima dos Estados Unidos – “sede do império capitalista” - e governar o mundo?
  
Você sabia que, para atingir tais objetivos, o Komintern Soviético financiou com o ouro de Moscou a Intentona Comunista de 1935, liderada pelo renegado ex-Capitão Luís Carlos Prestes ao lado de militantes comunistas internacionais; e que a eclosão do “putsch” (golpe militar), nos quartéis de Natal, Recife e Rio de Janeiro, resultou em combates virulentos nos quais os agentes esquerdistas mataram covardemente companheiros militares que dormiam nos quartéis?

Você sabia que em maio de 1961 e agosto de 1962 – muito antes, portanto, do contragolpe militar de 1964 – dezenas de filiados das Ligas Camponesas e dissidentes do PCB participaram de inúmeros cursos de guerrilhas administrados em Cuba, onde, além da doutrinação ideológica, aprendiam, em manobras simuladas, como atacar  pelas costas, manejar armas e produzir bombas incendiárias e coquetéis molotov?

Você sabia que entre 1962/1963 foram enviadas ao Nordeste, via Havana, fuzis e armas de procedência tcheca para abastecer militantes comunistas e integrantes das Ligas Camponesas empenhados na luta armada? 

Você sabia que 350 integrantes das Ligas Camponesas nordestinas estagiaram na Academia Militar de Pequim, na China, onde, em 1963, foram adestrados para liquidar a frágil democracia cabocla e deflagrar a luta armada nos campos do Nordeste do Brasil?
Você sabia que entre 1964/1965 Fidel Castro passou às mãos de Leonel Brizola, acolitado por Darcy Ribeiro e Betinho Defensor do Povo, a quantia de 1 milhão de dólares para deflagrar em Minas Gerais a guerrilha da serra de Caparaó, dinheiro que desapareceu na Luz Escura do Vazio, razão pela qual Fidel passou a chamar o caudilho gaúcho de “El Ratón”?  

Você sabia que 2 anos depois, em julho de 1966, dissidentes do PCB e integrantes da organização Ação Popular (em que perfilavam  o Padre Alípio e Herbert de Sousa, o Beatinho Defensor do Povo) explodiram uma bomba no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, com o objetivo de liquidar o Marechal Costa e Silva, então candidato à Presidência da República, matando o poeta paraibano Edison Régis e o vice-almirante Nelson Fernandes, além de atingir 17 pessoas, entre eles o mutilado jogador de futebol “Paraíba”, num atentado tido como estopim para o início da persistente luta armada no Brasil?   

Você sabia que João Pedro Teixeira, Nego Fubá e Pedro Fazendeiro, vítimas da guerra camponesa travada em Sapé, na Paraíba, e logo  transformados em “Mártires das Ligas”, eram funcionários do Partido Comunista com estágios na China e em Cuba (os dois últimos) e que, todos eles, catequizados para a luta revolucionária, pretendiam implantar “na lei ou na marra” a reforma agrária no Nordeste, prenúncio  da co-munistização do País?

Você sabia que o líder comunista Luís Carlos Prestes, em entrevista concedida à revista Manchete, em abril de 1963, afirmou: “Com Jango os comunistas estão no governo; agora só falta tomar o poder”.

Você sabia que a quase totalidade do povo e da classe média do Brasil exigiu e apoiou o contragolpe dos milicos em 1964 e que o respeitável intelectual Otto Maria Carpeaux, nas páginas do “Correio da Manhã” de 31 de março de 1964, escreveu o célebre editorial intitulado “Basta!”, contra a tentativa de Jango e os comunistas estabelecerem a República Popular Sindicalista do Brasil?

Você sabia que José Américo de Almeida, a consciência crítica nacional, responsável pela queda da ditadura de Vargas, escreveu que “Se a Revolução de 1964 não nos trouxe todos os bens, evitou todos os males”?

E você sabia que a Revolução Cubana de  Fidel Castro, considerada modelar para a revolução socialista brasileira, fez de Cuba - terceira economia continental nos anos 1940/1950 – um cárcere infecto e miserável que transformou o povo cubano em vassalo de uma tirania sangrenta?

Pois é – pra você ver. São fatos todos eles bem documentados e à disposição de quem quiser procurá-los em livros, registros, bibliotecas, filmes e até na internet.





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Ipojuca Pontes é Cineasta, ex-Secretário de Cultura e Jornalista.

sábado, 15 de novembro de 2014

FORÇAS VIVAS

Gen-Ex R/1 Rômulo Bini Pereira

Adolpho Bloch, um ucraniano que veio para o Brasil para fugir da revolução comunista de 1917 na Rússia, ficou impressionado com a dimensão territorial brasileira. Ele vinha de uma Europa destruída pela 1a. Guerra Mundial, onde movimentos separatistas eclodiam em todo o continente europeu.

Aqui se tornou um grande empresário, a ponto de a mídia nacional reconhecer seu prestígio e sua influência na vida política do país. Poucos anos antes de falecer, já no final do século passado, Bloch decidiu publicar na revista Manchete, de sua propriedade, em edição especial, uma série de matérias a respeito do Exército Brasileiro, com ênfase nas vitoriosas Batalhas de Guararapes. Essa sua decisão nasceu em consequência de duas constatações. A primeira era a certeza de que os êxitos dessas duas batalhas foram um verdadeiro símbolo da unidade nacional em virtude dos enfrentamentos entre os holandeses e a força formada pelo branco, o negro e o índio. A segunda era a presença das Forças Armadas que, atuando nas fronteiras terrestre e marítima, e ainda no interior, promovia a integridade territorial do Brasil.

Se estivesse vivo, estaria hoje apreensivo e abismado com o sensível momento por que passa a nação brasileira, onde as expressões "País dividido" e "Dois Brasis" são propaladas diuturnamente. Por seu aguçado tirocínio veria que há fissuras na integridade nacional que, dia a dia, vão se agravando e se constituindo em obstáculos que comprometem o entendimento democrático, necessário às atuais forças políticas. Tais fissuras, surpreendentemente, já são observadas no próprio seio da população. Tudo isso gera um antagonismo crescente "nunca visto neste país”, iniciado pelo grupo que nos governa, orientado por especialistas de marketing que não se importaram em empregar, principalmente nas propagandas e nos debates eleitorais, todos os meios para que a atual “presidenta” fosse reeleita.

O pobre já está sendo jogado contra a “zelite”; o trabalhador contra o patrão; o nordestino contra o sulista; o negro e o índio contra o branco; e o que é mais perigoso, abrangente e preconceituoso: o “nós contra eles”. Em síntese, um verdadeiro programa de ódio que já produz na sociedade sintomas de um transtorno de natureza psicossocial, onde o outro é o inimigo. E, para conturbar mais o quadro, esse ódio dá sinais de que não vai desaparecer tão cedo.

Em 1972 a Vila Isabel fez o povo delirar com o enredo denominado “Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade”. O samba tinha belos versos, como por exemplo, “Aprendeu-se a liberdade - Combatendo em Guararapes - Brasileiros irmanados - Sem senhores e senzalas”. Infelizmente, o enredo da escola e o samba não estão mais em sintonia com o momento atual. Hoje há os “Senhores” que atuam em todo o campo político-social no qual grandes famílias se perpetuam em seus feudos, principalmente no Nordeste, e que juntamente com grupos empresariais de poder econômico dominam o mundo político, em prol de seus interesses, na maioria escusos. "Coronelismo" e a corrupção estão juntos. E as atuais “Senzalas”, selo de um empobrecimento crescente, estão cada vez mais presentes no país, movidas e alimentadas pelas "bolsas-família" e outras benesses doadas pelo governo central. Um voto imposto pelo patrão, ou seja, um voto encabrestado.
Além dessas preocupações políticas, há outras, tais como o rumoroso caso da Petrobrás, a fragilizada situação econômica, o baixíssimo produto interno bruto e o inevitável descontrole da inflação. Sem contar um Judiciário que, em curto prazo, com a próxima indicação de novos membros do STF pelo governo central, poderá vir a ser a nova "Casa Grande", sem dúvida um perigo iminente para o artigo 101 da Constituição Federal, pois poderá ser novamente ultrapassado por opção partidária e ideológica.

Oxalá forças vivas nacionais  — tais como a oposição política e a imprensa livre e sem vínculos governamentais  —  se conscientizem do momento crítico pelo qual passa a nação brasileira. Que elas lutem e impeçam a realização de mudanças propostas pelo atual governo, principalmente as que visam implantar medidas que facilitarão o surgimento de regimes espúrios no Brasil. Que se contraponham ao que dizem os intelectuais gramcistas do Foro de São Paulo, quando apregoam que é com “pequenas vitórias que se chega à vitória final”. O decreto 8.243 (PNPS),  felizmente rejeitado pela Câmara dos Deputados, foi uma das tentativas. Outras do mesmo teor poderão surgir com o objetivo de modificar estruturas e normas internas para criação de pseudodemocracias, como plebiscitos, referendos e novos decretos.

Entre as forças vivas acima mencionadas, as Forças Armadas devem ser incluídas. Elas fazem parte da sociedade e pela sua presença em todo território nacional conhecem a realidade brasileira e, sem dúvida, sabem que esses antagonismos já visíveis e crescentes poderão levar a nação a confrontos indesejáveis, como em épocas pretéritas.

Nos doze anos de governo petista elas permaneceram praticamente em total silêncio. Mas, agora, aspectos antagônicos e manifestos, e outros de cunho latente e sub-reptício, impõem que elas não fechem os olhos para o que está acontecendo no país e não fiquem mudas, para que não sejam acusadas de passividade perante a grave crise da história nacional. As suas ações e palavras desfrutam de alta credibilidade junto ao povo brasileiro, apesar das campanhas difamatórias que sofrem nestes últimos anos. Que em seus estudos de Estado-Maior levem em consideração esses novos antagonismos presentes na vida política do país, e que analisem o mapa do Brasil com o resultado das últimas eleições presidenciais, para que se inteirem dos riscos que ameaçam a integridade nacional.

Este escrito não é um delírio da "Direita Reacionária", e nem tampouco qualquer “apologia golpista”, mas um posicionamento de cidadãos conscientes que almejam um regime democrático sadio e justo para o Brasil e que abominam esse arremedo de regime “populista” e desagregador que aí está!




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O Gen-Ex R/1 Rômulo Bini Pereira é Ex-Chefe do Estado-Maior da Defesa

"Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade" - Unidos de Vila Isabel - 1972

Lobão debocha de perseguição petista: "Vou fazer uma camiseta 100% elite branca"



O cantor e compositor Lobão, que está sendo alvo de ataques e ameaças nas redes sociais, disse que agora fica no Brasil de vez: "Sou marrento e agora que eu não vou embora". E ridiculariza a turma do ódio e os rótulos de fascista e elite branca. No próximo sábado, dia 15 de novembro, Lobão estará presente numa passeata para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Inclusão do Brasil na Pátria Grande Bolivariana é TRAIÇÃO


Doravante, cada vez mais, você ouvirá falar de "Pátria Grande". A expressão é cunhada nas elucubrações do Foro de São Paulo. Designa a unidade geopolítica a ser construída através da exportação do comunismo cubano e venezuelano aos demais países da outrora chamada América Latina ou Ibero-América, em marcha para se tornar "Pátria Grande". Pátria grande uma pinoia!

Exceto nas cabeças petistas (assista vídeos de Lula e Rui Falcão aqui), o Brasil nada tem a ver com essas pequenas nações que outrora integraram a Coroa espanhola. Se elas sonham com deitar à sombra da economia brasileira, se creem que continuarão, vida afora, contando com as prodigalidades proporcionadas pelo governo petista em seus sonhos de hegemonia continental, podem armar suas redes noutras varandas. Tivemos origem diversa, cursamos rumos diferentes na História e os dias do PT estão contados. Julgo oportuna esta advertência porque, do jeito que a coisa vai, em breve haverá cubanos, bolivianos, salvadorenhos e nicaraguenses fazendo projetos com os recursos do pré-sal... Vamos parar com isso! E vamos parar já.

Um dos elementos da identidade brasileira cuja construção inspira justificado sentimento de orgulho é a unidade do território e da língua comum. Ao longo dos séculos, essa não foi uma conquista fácil. Não nos faltaram invasores nem traidores. Não nos faltaram divisionistas e, em muitos momentos, não nos faltaram motivos para a divisão. A América Espanhola, seja como território, seja pelo vulto dos recursos populacionais, seja pelos minerais preciosos disponíveis para o custeio do povoamento, andou melhor e ensejou mais rápida prosperidade ao projeto da Coroa espanhola. Portugal, a seu turno, era carente de recursos humanos e materiais e o Brasil nunca lhe foi fonte de abundantes riquezas. Povoar defender um país continental, guardar a extensa Costa Atlântica, muito acessível à cobiça de ingleses, franceses, holandeses, envolveu gastos elevadíssimos. No entanto, enquanto o Brasil permaneceu unido, eles se dividiram e pagam a conta da divisão. Agora os bolivarianos querem "Pátria Grande". E conosco...

Quando, no início do século 19, Napoleão invadiu a Península Ibérica, a Coroa portuguesa percebeu que deveria mudar-se para o Estado do Brasil. O Brasil era, desde sempre, Província e Estado de Portugal como qualquer outro Estado lusitano. O ineditismo caracterizado pela transferência da Coroa para América foi motivo de surpresa em Portugal e de alegria no Brasil. Cogitaram do mesmo, mas não levaram a cabo suas intenções, os reis de Espanha, Carlos IV e Maria Luísa. Essa hesitação e demora, ensejou a invasão francesa e a designação de José Bonaparte para o trono espanhol. Nesse momento rompeu-se o laço com a matriz ibérica e com os Bourbons, desencadeou-se uma sucessão de fracionamentos e surgiram muitas novas nações, governadas por caudilhos e déspotas locais. Já o Brasil, com D. João, D. Pedro I e D. Pedro II, manteve-se uno, seja nas guerras da Independência, seja nas da República.

Essa história e nossa identidade não são patrimônio de desmiolados que deveriam estar declamando noutra freguesia seus projetos de Napoleão de hospício.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

A passeata dos dez mil



Hoje foi um dia histórico porque teve a passeata dos dez mil, em São Paulo, e também em outras grandes cidades. A direita marchou na rua contra o PT, fato que não víamos há década. Acontecimento auspicioso, pois é preciso mostrar que a esquerda não tem o monopólio das manifestações de rua.

125º ANIVERSÁRIO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Por P.S.R. de Carvalho

 Hoje comemoramos o 125º aniversário da Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1889, quando o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar derrubando a Monarquia e instaurando a República Federativa e Presidencialista no Brasil. Naquele mesmo dia foi instaurado o governo provisório tendo o Marechal Deodoro da Fonseca assumido a Presidência da República.

Falar, porém, em democracia e república no atual discurso, parece-nos um tanto que desfocar a prática político-midiática hodierna, uma vez que estamos em plena orquestração para implantação de uma ideologia vermelha, ditatorial e tirana no Brasil – o Bolivarianismo –, jogando por terra todos os esforços para fazer o país atingir uma real democracia em toda sua plenitude.

Quiçá seja exigir demais do brasileiro comum entender o contexto histórico para saber o real valor do dia de hoje, pois os Mensalões, Petrolões e toda a sorte de falcatruas que permeiam o universo da corrupção, grassam em todos os poderes da república como práticas contumazes, dando-nos a falsa impressão de que ser honesto é exceção à regra.

A Proclamação da República representou o fim da monarquia e a deposição do imperador D. Pedro II, com a vitória do Movimento Republicano, dando início ao novo regime, como nos inspira os versos do Hino da Proclamação da República:

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Esperamos sinceramente que nosso povo acorde à tempo de coibir ideologias ultrapassadas, e que expõem o nosso país de forma vil e ultrajante, para que nunca percamos a nossa LIBERDADE.

É chegado o momento de refletirmos profundamente sobre o que queremos para nossos filhos e netos, pois o Brasil não precisa de se espelhar em nenhuma ideologia, mas sim desenvolver suas próprias convicções... sua mentalidade...

Somente assim é que poderemos evoluir como POVO e alcançar o lema de nossa amada pátria "ORDEM E PROGRESSO".

Enquanto ficarmos presos às experiências que nunca deram certo (seja no presente como no passado) continuaremos trilhando o (des)caminho do atraso intelectual e social.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Neste sábado, vá para as ruas dar combate aos ladrões e parasitas que envergonham o Brasil


Mistura explosiva: avanço do Petrolão e economia desgovernada



A nova fase da Operação Lava Jato, que levou figurões para a cadeia, antecipa a sensação de que o novo governo Dilma, que nem começou, já está no fim. A crise política se mistura ao desgoverno na economia e cria uma situação quase que insustentável.

Ronaldo Caiado: A verdade sobre convênio VENEZUELA-MST



Íntegra do discurso do deputado Ronaldo Caiado sobre um tema que envolve, pelo silêncio do governo brasileiro, crime de responsabilidade (se não for de alta traição).

Como a nossa Justiça é boa, compassiva e tem leis prontas para agradar presos políticos e poderosos


Dilma, vai se Qatar!


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Governo Dilma é o mais corrupto e desastroso da história



O governo Dilma é único na história deste país. É recordista em corrupção, escândalos, trapalhadas e desastres econômicos. E de quebra é mais corrupto que o de Lula. A avaliação é do colunista de VEJA, Marco Antônio Villa, no Aqui entre Nós, com Joice Hasselmann.

Dia 28 será um dia de dor e de vergonha para o RS


PT defende a "PÁTRIA GRANDE". O nome disso é TRAIÇÃO!



"Pátria Grande" é um projeto geopolítico do Foro de São Paulo, que faz sumir o Brasil como Estado soberano dentro da mixórdia bolivariana de Cuba, Venezuela e satélites.

O governo não quer que a oposição se oponha

Por Augusto Nunes - Veja


Dilma já confessou que em ano eleitoral faz o diabo. Agora o PT quer proibir a oposição de usar a tribuna do congresso para se opor ao governo.

Talvez os gringos façam justiça no caso Petrobras, pois aqui, além de cega, ela é surda e muda


"Governo em clima de fim de feira"



Já são quinze as cartas de ministros colocando o cargo à disposição para a presidente Dilma Rousseff. Para o colunista de VEJA, o clima palaciano vai de mal a pior. Gilberto Carvalho, da Secretaria da Presidência, batizou de "ato de gentileza". Mas o número de ministros dispostos a entregar o cargo dá uma pista de que alguma coisa saiu errada nos planos da reforma ministerial.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A irresponsabilidade fiscal de Dilma Rousseff



Ao apresentar projeto de lei modificativo da Lei Orçamentária em vigor, Dilma Rousseff explicitou seu projeto para o segundo mandato, que é desenvolvimentista. Poderá custar caro ao país. Ela agora é maquinista da crise econômica e o comboio está fora de controle. Fora da austeridade fiscal não há salvação.

Sobre Petrolão: "Vem aí um maremoto", diz ministro que presidiu julgamento do mensalão



O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Carlos Ayres Britto, diz que não acredita no aparelhamento da mais alta Corte do país mesmo com a indicação de Dilma de mais cinco nomes para o órgão. Segundo ele, Petrolão será uma "avalanche que atrairá os olhos do mundo".


"Para a imprensa, liberdade plena. Censura é inconstitucional", diz ex-presidente do STF



Ayres Britto, em entrevista a TVEJA, disse que para o PT conseguir censurar a imprensa brasileira seria preciso "fazer outra Constituição". "A liberdade de expressão em verdade é a maior expressão da liberdade", afirma o ministro e poeta.


"Não pode haver camisa de força para a cidadania", diz Ayres Britto


Ministro do STF afirma que decreto 8243, que cria os Conselhos Populares, mesmo que aprovado não teria efeito prático porque fere a Constituição. O texto reprovado na Câmara, ainda passará pelo Senado.

Convocação à unidade dos ANTIPETISTAS



Antipetistas do Brasil, uni-vos!

A Groenlândia aquece há 19.000 anos e sem culpa do homem

Por Luis Dufaur

Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para inspeção visual.  Foto de Christian Morel
Bo Vinther, membro da equipe, prepara um 'ice core' para 
inspeção visual. Foto de Christian Morel
Era para o aquecimentismo se perguntar se ainda vale a pena seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar.

Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há 19.000 anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”.

Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização, as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um astro morto.

Segundo o mesmo estudo, há 20.000 anos o mundo ainda estava no auge da última idade glacial e vastas camadas de gelo cobriam a América do Norte e o norte da Europa. A média das temperaturas era quatro graus centígrados inferior à da idade pré-industrial.

Modificações ocorridas há 19.000 anos na órbita terrestre aumentaram a energia solar recebida pela Groenlândia, pois o sol é o imenso determinante do frio e do calor.

Grupo de cientistas trabalhando no gelo da Groenlândia.
Grupo de cientistas trabalhando no gelo da Groenlândia.
O benéfico aquecimento favoreceu a liberação de fortes doses de dióxido de carbono (o injustamente famigerado CO2), que ao se espalhar na atmosfera favoreceu a multiplicação dos vegetais, alimento natural dos animais e, por sua vez, fonte de matérias primas para os homens. Esses puderam então desenvolver a civilização num clima mais ameno.

O reaquecimento da Terra e o aumento do CO2 tornaram o planeta muito mais habitável, belo e aconchegante. E esses aumentos não aconteceram por causa das indústrias, dos carros e de outros engenhos humanos.

Pelo contrário, foram inteiramente independentes do homem, como também a era glacial prévia em nada resultou da atividade humana.

A hipótese desproporcionada de o homem estar determinando e até estragando o clima da Terra não tem base na realidade.

É uma suposição forjada que só se entende bem se se focaliza a ideologia de fundo panteísta religioso que anima a revolução verde afim com certas doutrinas que falam de um comunismo utópico vivendo na mata num regime de tribo primitiva.



terça-feira, 11 de novembro de 2014

O Memorial a Prestes, Porto Alegre, é empreendimento política, moral e eticamente indecente


LUIZ CARLOS PRESTES - A incorrigível história de um Memorial. E fascista é a mãe!


Na véspera do dia em que se celebravam os 25 anos da queda do Muro de Berlim, um grupo de cidadãos marchou pela Avenida Borges de Medeiros, em Porto Alegre, rumo às obras do Memorial Luiz Carlos Prestes onde realizaram breve protesto. Denunciavam um paradoxo. E bota paradoxo nisso! Enquanto o mundo livre e civilizado rememora o fim do Muro, maior evidência do fracasso do comunismo, em Porto Alegre ultimam-se as obras de um Memorial que permanentemente exaltará tal regime através do personagem que, com maior ênfase, simboliza a luta suja por sua implantação no Brasil.

O Memorial é um projeto do arquiteto Oscar Niemayer, o milionário mais festejado pelos marxistas-leninistas. Sua construção e instalação foi proposta à cidade de Porto Alegre em 1998 pelo petista Raul Pont, então prefeito da Capital, em projeto que enviou ao legislativo municipal, obtendo inimaginável aprovação pelo voto majoritário dos edis.

As coisas teriam terminado por aí. O prefeito teria atendido seus amigos da foice e do martelo e destinado o terreno para o projeto. A Câmara teria feito mais uma de suas tradicionais trapalhadas. O terreno viraria estacionamento ou depósito de lixo. E assim foi, de fato, por muito tempo. Até quê? Até que a Federação Gaúcha de Futebol, interessada em construir seu edifício-sede, estendeu olhar cobiçoso para aquele privilegiadíssimo local.

Pintou negócio. De onde menos se poderia imaginar, apareceu dinheiro para que se completasse a ofensa ao caráter democrático do povo de Porto Alegre. Assim: a) o terreno seria dividido ao meio; b) a Federação ficaria com uma das metades do que não lhe pertencia; e c) em retribuição, entregaria à cidade, pronta e acabada, a fatídica obra. "Não, muito obrigado!", diríamos, por certo, eu e o leitor destas linhas. Afinal, não faltam obras mais urgentes e necessárias à nossa população. Mas nossa Câmara, liderada pelo empenho dos vereadores da bancada do futebol disse o contrário. E nos brindou com essa histórica ridicularia.

Nem virando a cidade pelo avesso se congregariam em Porto Alegre, felizmente, adeptos do comunismo em número suficiente para reunir os meios necessários à construção do Memorial. No balcão das negociações da FGF com a bancada do futebol, ele saiu de graça. Bem como costumam ser as coisas comunistas - tudo, sempre, com o dinheiro dos outros. Então, sob o egrégio patrocínio dos pagantes de ingresso para jogos de futebol e dos cidadãos de Porto Alegre, o comunismo, varrido a grito do Leste Europeu, ganhará um vexatório memorial em Porto Alegre. Será nossa homenagem a um mau brasileiro, traidor de sua pátria, agente soviético no Brasil, responsável direto e indireto pela morte de muitos brasileiros.

Tais mortes deveriam estar elencadas no prontuário de Prestes! Sua Coluna, tão famosa quanto inútil, foi um delírio do líder que lhe deu o nome. Arregimentados morriam de doenças e de fraqueza. Enquanto se deslocou pelos famosos 25 mil km, fugindo dos combates contra as forças oficiais, deixou um rastro de torpezas e destruição (1). Após sua conversão à foice e ao martelo, aliou-se ao profissionalismo assassino do Partido Comunista da URSS e, nessa condição associou-se aos autores de repetidos genocídios. Também caem na sua conta os mortos da Intentona Comunista de 1935.

Lamentável, também, foi o tom das matérias que divulgaram o gesto democrático, cívico e ordeiro da pequena marcha pela avenida Borges de Medeiros até as obras do Memorial no dia 8. Habitualmente, o esquerdismo descerebrado que se alojou nas redações de certos veículos procura desqualificar como fascista todo e qualquer repúdio ao comunismo. Foi o que, ora explícita, ora veladamente, fizeram neste caso. Tais notas são redigidas como se ser anticomunista fosse fascismo e não fosse uma imposição moral incidente sobre todo cidadão que conheça História! Aliás, essa mesma História ensina que, ao longo do século passado, os comunistas, sem qualquer constrangimento, eliminaram dezenas de milhões de seus próprios conterrâneos civis, sob idêntica alegação! Eram ditos fascistas e destinados às fossas coletivas todos que se opunham à malignidade do totalitarismo vermelho, que se auto condenou com o famigerado Muro, cujo fim foi celebrado, no domingo passado, para irritação de certos redatores.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

(1) NARLOCH, Leandro. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil . Editora Leya, 2009.


A queda do Muro de Berlim



Há 25 anos o mundo viu o Muro de Berlim ruir e, logo na sequência, a fragmentação da ex-URSS. Por que os cientistas políticos não previram esse momento? O fato é que a sociedade aberta venceu, sem um tiro, o reino da escravidão comunista. Que as novas gerações estudem esse grande momento histórico.

STF: chapeuzinho vermelho não pode nomear um dos 3 porquinhos




O ministro da Justiça, um dos três porquinhos de Dilma, não tem qualificação nem bibliografia para assumir uma cadeira no STF. A avaliação é do colunista de VEJA Reinaldo Azevedo. No "Aqui entre Nós" com Joice Hasselmann, ele falou ainda sobre as investigações americanas do Petrolão e a crise hídrica em São Paulo.

Verbas secretas


Se Deus não for brasileiro, que seja americano


domingo, 9 de novembro de 2014

ANTIPETISMO, imposição da racionalidade


Na recente campanha presidencial, o lado em que 51 milhões de brasileiros se arregimentaram foi apresentado por Lula como síntese de todas as perversões e maldades. Dando continuidade a isso, na última terça-feira, o Diretório Nacional do PT divulgou uma Resolução que reduz a pó a busca de entendimento sugerida pela presidente no dia 6. A referida Resolução diz como deve ser a luta pela hegemonia, que é a supremacia do pensamento partidário sobre a sociedade. Para viabilizar isso, o partido insiste na sua reforma política, na imposição do controle social da mídia (agora com o nome bem bolivariano de "Lei da Mídia Democrática"), e na retomada da criação dos conselhos populares recentemente barrados pela Câmara dos Deputados. Assim é o petismo.

 Sob vários aspectos, o documento é uma resoluta declaração de guerra. Lá pelas tantas diz assim, referindo-se à campanha recém finda: "A oposição, encabeçada por Aécio Neves, além de representar o retrocesso neoliberal, incorreu nas piores práticas políticas: o machismo, o racismo, o preconceito, o ódio, a intolerância, a nostalgia da ditadura militar". Não importa que nada disso tenha acontecido. É da mera afirmação que os resultados são colhidos. Também assim é o petismo. E, mais adiante: "A oposição, ressentida, insiste na divisão do país".

Claro que a nação resulta dividida! É uma divisão feia, fruto de retórica maligna, como a do vociferante Lula e como a que explodiu na Resolução mencionada acima. No entanto, se a divisão entre grupos sociais é indesejável, a divisão para o jogo político se faz necessária. A superação dos conflitos fantasiosos produzidos pelo marketing da tal hegemonia exige que se estruture e consolide o antipetismo. Havendo o petismo, o antipetismo torna-se uma imposição da racionalidade política. As redes sociais servem à construção de uma oposição, mas não dispensam a oposição parlamentar, com representatividade, mandato, tribuna e voto. Por isso, a defesa da democracia clama por unidade suprapartidária oposicionista, compondo, nos parlamentos, frentes que restabeleçam o democrático e indispensável papel da oposição.


O fracionamento dos partidos pelo poder de compra do governo da República precisa ser vencido por uma força política organizada e coesa que expresse o que metade dos brasileiros manifestou com seus votos e prossegue reafirmando em sua mobilização nas redes sociais e nas ruas. Que haja, enfim, governo e oposição atuantes no país. E que nunca mais tenhamos que votar num sistema no qual poucos ainda insistem em confiar cegamente.

Gasolina cara: Quantos "companheiros" a PETROBRAS sustenta?



O preço da gasolina inclui o custo "companheiro".