terça-feira, 20 de outubro de 2015

A situação do governo Dilma é cada dia mais insustentável


Cachês milionários, menu de travesseiros e lobby nas palestras de Lula



O professor Marco Antonio Villa destaca uma reportagem da Revista Época com um relatório completo das palestras realizadas pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva. Dentre exigências absurdas e lobby para empreiteiras, Lula faturou milhões com as apresentações.

Dilma tem de falar do impeachment até na Suécia


ALERTA GERAL: Mauro Iasi, do Comitê Central do PCB, defende a EXECUÇÃO dos CONSERVADORES



Falou alto, falou claro, convocou os camaradas e arrancou aplausos de um auditório lotado. 

Os coletivismos, comunismo entre eles, são todos genocidas.

Na quadrilha do Petrolão chefe ganha menos?



O colunista Reinaldo Azevedo e Silvio Navarro comentam a estranha ordem de valores nas contas dos envolvidos no gigantesco esquema de assalto aos cofres públicos. E a cadeia volta a assombrar José Dirceu.

Dilma será cassada ? Lula será preso ?


Entrevista de Jair Bolsonaro no programa "Chega Mais"



Alckmin não comenta vandalismo no prédio da Gazeta



O vandalismo no prédio da Gazeta!

Foi no final da tarde de sexta-feira, durante manifestação da CUT contra a empresa Friboi e em apoio á presidente Dilma.

Depois da invasão do prédio, que pôs em risco estudantes e funcionários, as autoridades tentam explicar por que a PM não agiu.

O secretário justificou o comportamento da polícia militar, mas fatos não podem ser negados. O que aconteceu na sexta-feira é que alunos da faculdade Cásper Líbero e de outras escolas, centenas deles menores, correram risco neste prédio. A PM afirma já há algum tempo que sua filosofia é ser uma polícia que defende o cidadão. No caso do prédio da fundação Cásper Líbero, falhou feio

Levy balança, mas não cai



A semana termina com a ameaça de demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, cansado do bombardeio do ex-presidente Lula e do PT. No Congresso, a situação de Eduardo Cunha se complica com a divulgação de documentos sobre suas contas na Suíça.

Impeachment não é golpe


Lava jato: Ricardo boechat detona ex-presidente Lula e a sua família


O possível acordo entre Eduardo Cunha e o governo Dilma


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Número da sorte da família Lula: 2.000.000



Três bandalheiras reveladas por Fernando Baiano, um dos mais ativos despachantes do esquema do Petrolão, permitiram ao país descobrir o número da sorte da Famiglia Lula: 2.000.000. Uma negociata envolvendo a Odebrecht na África, por exemplo, rendeu US$2.000.000 a Taiguara Rodrigues, sobrinho de Lula. Lulinha, o primogênito, embolsou R$2.000.000 desviados da Petrobras pelo bando em que militava Fernando Baiano.

Agora se soube que o pecuarista José Carlos Bumlai, amigão de Lula, exigiu que R$2.000.000 extraídos do produto dos roubos fossem destinados a uma nora do ex-presidente. No Brasil lulopetista, como se vê, sobrenome pode ser o caminho mais curto para o mundo onde só vive gente podre de rica. O problema é que, com o advento da Operação Lava Jato, esse tipo de maracutaia tem custado aos espertalhões uma viagem só de ida para Curitiba.

Como informa o vídeo acima, o número da sorte pode dar azar em outros países. A Justiça de Lisboa, por exemplo, investiga desde janeiro um suspeitíssimo donativo da Portugal Telecom que irrigou os cofres do PT, graças aos serviços do superdespachante Lula, com 2 milhões de euros. Mas o que muito pixuleco para a segunda geração da Famiglia hoje virou dinheiro de troco para o patriarca.

Entre 2001 e 2014, o camelô de empreiteira lucrou R$ 27 milhões apenas com falatórios patrocinados por empresários que agora chapinham no pântano do Petrolão. Numa única “palestra”, o palanque ambulante estabeleceu um recorde mundial: ganhou 11 mil dólares por minuto. A trajetória do palestrante mais caro do planeta é um desfile de proezas espantosas. É também um formidável caso de polícia.

Política: do brechó à banca de camelô e ao bordel


Jogatina do poder antecipa manifestações pró-impeachment



Dilma e Eduardo Cunha podem negociar o beijo da morte para os dois. Enquanto isso, os movimentos que não suportam mais esse jogo podre do poder já marcam para semana que vem manifestações pedindo o impeachment da presidente.

Armadilhas que capturaram o BRASIL: A dependência do estado



Como do sonho do Estado de Bem-Estar Social caímos no pesadelo do Estado do Mal-Estar Social".

Governo Dilma derrete, e Lula quer tirar Levy


Uma mulher tão gastadeira quanto Dilma



Os colunistas Marcelo Madureira e Joice Hasselmann comentam as trapalhadas da semana: ministério de segunda não pode mais viajar de primeira classe, Lula diz que as pedaladas foram para pagar o Bolsa Família, impeachment de Dilma nem começou e já está paralisado e a fatura da mulher mais cara do Brasil.

domingo, 18 de outubro de 2015

Levy está sendo fritado pelo PT



O dia inteiro de hoje foi de boataria sobre a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Até agora pouco, Levy esteve reunido com a presidente para tratar das contas do governo neste ano. Mas no Congresso, no PT, no PMDB e no mercado, desde a manhã se especulava que o ministro faria um pedido de demissão.

O que está acontecendo? Por que isso importa tanto?

O ministro está sendo fritado pelo PT. Existe uma campanha quase aberta, em parte estimulada por Lula, contra o ministro. Para resumir, o PT, mas não apenas, acha que o ministro não sabe falar ou fazer outra coisa a não ser de "ajuste", de arrumação das contas esburacadas do governo, e de outros problemas da economia.

Essa arrumação piora, é claro, a situação econômica, que não seria boa de qualquer jeito, dado o grande estrago feito no primeiro governo de Dilma Rousseff. Pior, faz com que a popularidade da presidente continue no chão e ajuda a dar força às campanhas de impeachment da presidente da República.

O desempenho do ministro da Fazenda pode ser criticado. Mas, por enquanto, ele é o defensor quase solitário da arrumação da casa que o governo Dilma 1 bagunçou. Sem essa arrumação, que inclui aumento de impostos, a recessão vai continuar se aprofundando.

O ministro está de fato no limite. O Congresso não aprovada medidas do pacote de arrumação da casa nem propõe alternativa. O PT faz campanha contra ele. Parte do governo quer aceitar um déficit nas contas do governo neste ano e, talvez, no que vem. Levy não concorda.

Nos bastidores, reconhece-se que o ministro foi à presidente reclamar da sabotagem. Que precisa de apoio. Sem apoio mesmo dentro do governo, não tem o que fazer lá.

Como o ministro é visto pelo "mercado" como o último defensor da arrumação da casa, se Levy cair, a casa cai também. A não ser que se arrume alguém parecido com ele. Por ora, dada a pindaíba do governo, não há muita alternativa a política econômica que ele defende, mesmo com seus defeitos. A situação é de emergência.

Boi de Piranha