terça-feira, 8 de setembro de 2015

Vergonha Nacional: Desfile de 7 de Setembro de 2015 em Brasilia




Desfile oficial atraiu 25 mil à Esplanada dos Ministérios, informou PM.

Manifestantes não se aproximaram do palanque; área do desfile foi cercada.

O desfile oficial de 7 de Setembro em Brasília atraiu na manhã desta segunda-feira cerca de 25 mil pessoas às arquibancadas montadas na Esplanada dos Ministérios, informou a Polícia Militar do Distrito Federal ao final da cerimônia (no início do desfile, eram 20 mil, segundo a PM).

A presidente Dilma Rousseff, que assistiu ao desfile do palanque oficial, ficou isolada de manifestantes, que fizeram um protesto fora da área isolada. Toda a região nas proximidades da região do desfile foi cercada com tapumes de alumínio, que depois de instalados viraram alvos de pichações. A área cercada, de aproximadamente dois quilômetros, terminava junto às arquibancadas, no trecho onde ocorreu o desfile oficial. Esse isolamento é o mesmo adotado desde 2013, segundo a Secretaria de Imprensa da Presidência. Todas as pessoas que assistiram ao desfile tiveram de passar por revista policial.

Após o desfile oficial, manifestantes pró-Dilma que participaram do ato Grito dos Excluídos fizeram uma caminhada até o Congresso Nacional. O grupo se diz a favor da presidente, mas contra o ajuste fiscal. Segundo a organização, o ato mobilizou 1,5 mil manifestantes. A PM não fez estimativa.

Às 9h14, Dilma autorizou o comandante militar do Planalto a dar início ao desfile cívico-militar, comemorativo dos 193 anos da Independência.

Antes, vestida de branco e usando a faixa presidencial verde e amarela, Dilma subiu ao Rolls Royce oficial que, cercado de batedores, e percorreu cerca de dois quilômetros para se deslocar até o palanque das autoridades.

A presidente Dilma Rousseff, seu vice, Michel Temer, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, e demais autoridades no desfile do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

No palanque, Dilma foi recebida pelo vice-presidente Michel Temer, pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB) e pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Ela assistiu ao desfile ao lado de Rollemberg e de Temer, que neste domingo (6) divulgou nota negando participar de "conspiração" contra a presidente e dizendo que a 'intriga' agrava a crise político-econômica.

Vários ministros compareceram, entre os quais José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Miguel Rosseto (Secretaria Geral), Edinho Silva (Comunicação Social), Gilberto Kassab (Cidades), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Luís Inácio Adams (Advocacia Geral da União), Pepe Vargas (Direitos Humanos), Renato Janine Ribeiro (Educação), Ricardo Berzoini (Comunicações), Carlos Gabas (Previdencia) e Mauro Vieira (Itamaraty).

Antes do início do desfile, um grupo, das arquibancadas, entoou o grito "Dilma, Dilma, Dilma". Fora da área oficial do desfile, manifestantes em protesto contra o governo inflaram um boneco gigante de Dilma e outro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o chamado "Pixuleco".


Às 10h42, Dilma começou a deixar o palanque oficial, pouco antes do início da apresentação da Esquadrilha da Fumaça, da Aeronáutica. Ao deixar o palanque, a presidente cumprimentou autoridades e posou para fotos com pessoas que assistiam ao desfile das arquibancadas.

Fonte: YouTube

O Brasil nasce efetivamente em 7 de setembro



Neste 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil, o historiador e consultor político da Jovem Pan, Marco Antonio Villa, explica o processo que culminou na união do país. "O Brasil nasce efetivamente em 7 de setembro", diz Villa.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

VEJA O QUE FOI FEITO PARA QUE DILMA PUDESSE APARECER EM PÚBLICO NO SETE DE SETEMBRO



A imprensa não mostrou. Ou se mostrou eu não vi. O público nas arquibancadas foi selecionado a dedo. E os demais, isolados atrás de um muro que ficou conhecido como "Muro da Vergonha". 

Dilma! Pede para sair!

População coloca petistas ‘para correr’ em manifestação durante desfile de 7 de setembro em Brasília


Pixuleca inflada-Boneca da Presidenta Dilma em Brasília Dilma com nariz de Pinóquio



Neste 7 de setembro mais um boneco inflável chamou a atenção em Brasília, que já vem sendo chamado de Pixuleca pelos internautas, o boneco de 12 metros aparece junto com o boneco já muito popular pixuleco. Dilma com nariz de Pinóquio.

Fonte: YouTube


Ao prometer seguir o caminho da verdade, Dilma amplia o colossal acervo de mentiras


De novo, Dilma Rousseff recitou nesta sexta-feira que o Orçamento com rombo ─ outra brasileirice indecorosa ─ comprova que o governo “optou por um caminho de transparência e verdade”. É uma confissão e tanto: como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, a presidente admitiu publicamente que vem percorrendo há quase cinco anos o atalho da mentira. Não é pouca coisa.

E não é tudo, informou a continuação da discurseira: segundos depois de garantir que se regenerou, Dilma ampliou o acervo colossal de tapeações. Disse, por exemplo, que cortou todos os gastos que poderiam ser cortados. Conversa de 171. Continuam abertos, entre tantos monumentos à gastança irresponsável, os 10 ministérios que prometeu fechar na semana passada sem sequer revelar quais eram.

Mais: não foi extinto nenhum dos milhares de cargos de confiança, ocupados por gente que não merece a confiança de gente que presta, que tornam criminosamente obesa a folha de pagamento federal. A cada dia, cerca de 10 mil brasileiros são alcançados pela onda de desemprego. Não existe um único petista desempregado. Todos desfrutam da vadiagem remunerada com dinheiro extorquido dos pagadores de impostos.

Todos são comprovadamente inúteis ─ e, portanto, dispensáveis. Começando por Dilma Rousseff.

Ao fim e ao cabo, quem colaborou com os bandidos também precisará pagar a conta


O ministro que, para salvar a biografia, tem que perder o emprego



O personagem da semana sempre é voto vencido, em especial quando tem razão. Chegou para garantir no exterior que o Brasil ia tomar juízo. Resultado: ficou desacreditado aqui e lá fora. Saiba quem é com Joice Hasselmann

Nivaldo Cordeiro entrevista Percival Puggina



Em pauta, seu novo livro, a crise no Rio Grande do Sul, O Sete de Setembro e a crise política.


Uma imagem que não pode ser ignorada



A foto do garoto sírio que morreu afogado em uma praia da Turquia comoveu o mundo todo e só sairá da consciência dos líderes globais quando abandonarem a inércia diante da tragédia dos refugiados. Os detalhes da edição de VEJA desta semana com Carlos Graieb e Augusto Nunes.

domingo, 6 de setembro de 2015

FHC voltou para o muro



Entrevista publicada hoje no Estadão (http://politica.estadao.com.br/notici...) mostra que FHC voltou pro muro. Pior: disse que nem o PT nem Lula são socialista. FHC subestima o discernimento de seus leitores.

Temer expõe tumores de um governo em estado terminal



O Palácio do Planalto esperou ansioso por uma declaração pública de recuo do vice-presidente. Michel Temer expôs as víceras do governo petista e depois calou, consentiu e irritou mais ainda Dilma Rousseff. A oposição entrou na onda.

A dificuldade do governo Dilma em cortar gastos



O pânico causado pela eleição de um presidente esquerdista, Lula da Silva, e a crise do final do governo FHC provocaram uma grande desvalorização do real. No último ano, nos últimos 12 meses, a desvalorização da moeda brasileira foi ainda maior, quase difícil de acreditar. E daí?

Daí que a alta do dólar e alta das taxas de juros no mercado financeiro estão à beira de provocar recessão grave também em 2016, de ameaçar mesmo o cenário melhorzinho, que já não era bom: de apenas estagnação da economia no ano que vem, de crescimento zero. Melhor que o de 2015, que vai ser de recessão profunda.

Em 2002, a alta do dólar e o tumulto econômico causaram temores de volta da inflação descontrolada e de recessão profunda. Mas o governo Lula tomou as medidas corretas, controlou os gastos do governo, foi racional, deu motivos de otimismo. O país se estabilizou.

Agora, as condições de controlar os gastos são muito mais difíceis. Dilma Rousseff gastou demais, criou despesas difíceis de cortar sem grande disputa política e os impostos são altos demais. Para piorar, nem mesmo se sabe se a presidente está disposta a consertar parte do estrago que fez em seu primeiro mandato. Alguns de seus principais assessores vinham fritando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que é o defensor do plano de arrumação da casa. O ministro apenas não caiu esta semana porque um comitê de empresários e banqueiros faz pressão sobre a presidente, que no entanto continua a fazer discursos confusos sobre o que pretende fazer.

No meio da confusão, o dólar sobe. Foi hoje a R$ 3,86, 72% mais caro que há um ano. Dólar nessa altura e nessa toada deve causar mais inflação, além de bagunçar a vida financeira das empresas. A inflação mais alta vai impedir a queda dos juros. Com juros altos, a recessão continua e, assim, o aumento do desemprego.

A situação está se tornando crítica, o governo perde seus últimos apoios e a economia começa a perder as esperanças de alguma recuperação significativa em 2016.

COMO O POPULISMO É SEDUTOR E ILUDE O POVO...



Gloria Alvarez faz uma breve preleção alertando para um fenômeno próprio da nossa América Ibérica.

PT se rebela contra o voto impresso no Senado



Foi impressionante a reação petista contra o voto impresso no Senado, que deveria ser considerado causa perdida, e que já tinha sido aprovada na Câmara. Mas, como sabemos, mesmo contra todas as evidências e contra a vontade de todos, os petistas não desistem nunca.

A pérola do dia fica com o Senador Donizeti, que aterrisou no Senado como suplente, com o convite feito para Kátia Abreu.

O senador alegou que 'o voto impresso não é ecológico', argumento usado por outros petistas.

O Senador Tião Viana PT-AC mostrou desconhecimento sobre o sistema.

Apenas PT e seu satélite PCdoB votaram contra.

No buffet do PCC, cocaína e cachaça



Imagens obtidas com exclusividade por VEJA mostram festança numa penitenciária pelos 22 anos de existência do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em Brasília, o presidente da Câmara Eduardo Cunha perde um de seus principais escudeiros.

sábado, 5 de setembro de 2015

Empresários não têm voto



Reportagem do Fernando Rodrigues (http://fernandorodrigues.blogosfera.u...) informa que Levy foi mantido ministro da Fazenda por apelo de grandes empresários. O PT deve estar rindo às gargalhadas. Não mudará uma vírgula que seja de sua ação. Empresários não têm voto. Pagam o preço por terem apoiado o PT. Levy vai cair logo.

O papel de Michel Temer na crise política


Temer mais perto da oposição e da Presidência



Michel Temer deixou claro ontem que está cada vez mais longe de Dilma e se credenciando para assumir a Presidência da República. Ele deu declarações importantes num encontro organizado pelo "Acorda Brasil", movimento de oposição ao governo. Dilma acordou num mau-humor danado! Entenda os bastidores e o recado de Temer com Joice Hasselmann.

COM A PALAVRA SUA EXCELÊNCIA A PRESIDENTE DO BRASIL NESTA HORA DE MÚLTIPLAS CRISES



Mais uma aula sobre a realidade brasileira proporcionada pela presidente que deve dirigir o país nestes tormentosos momentos da história republicana. Muito obrigado, Lula.