segunda-feira, 7 de setembro de 2015

VEJA O QUE FOI FEITO PARA QUE DILMA PUDESSE APARECER EM PÚBLICO NO SETE DE SETEMBRO



A imprensa não mostrou. Ou se mostrou eu não vi. O público nas arquibancadas foi selecionado a dedo. E os demais, isolados atrás de um muro que ficou conhecido como "Muro da Vergonha". 

Dilma! Pede para sair!

População coloca petistas ‘para correr’ em manifestação durante desfile de 7 de setembro em Brasília


Pixuleca inflada-Boneca da Presidenta Dilma em Brasília Dilma com nariz de Pinóquio



Neste 7 de setembro mais um boneco inflável chamou a atenção em Brasília, que já vem sendo chamado de Pixuleca pelos internautas, o boneco de 12 metros aparece junto com o boneco já muito popular pixuleco. Dilma com nariz de Pinóquio.

Fonte: YouTube


Ao prometer seguir o caminho da verdade, Dilma amplia o colossal acervo de mentiras


De novo, Dilma Rousseff recitou nesta sexta-feira que o Orçamento com rombo ─ outra brasileirice indecorosa ─ comprova que o governo “optou por um caminho de transparência e verdade”. É uma confissão e tanto: como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, a presidente admitiu publicamente que vem percorrendo há quase cinco anos o atalho da mentira. Não é pouca coisa.

E não é tudo, informou a continuação da discurseira: segundos depois de garantir que se regenerou, Dilma ampliou o acervo colossal de tapeações. Disse, por exemplo, que cortou todos os gastos que poderiam ser cortados. Conversa de 171. Continuam abertos, entre tantos monumentos à gastança irresponsável, os 10 ministérios que prometeu fechar na semana passada sem sequer revelar quais eram.

Mais: não foi extinto nenhum dos milhares de cargos de confiança, ocupados por gente que não merece a confiança de gente que presta, que tornam criminosamente obesa a folha de pagamento federal. A cada dia, cerca de 10 mil brasileiros são alcançados pela onda de desemprego. Não existe um único petista desempregado. Todos desfrutam da vadiagem remunerada com dinheiro extorquido dos pagadores de impostos.

Todos são comprovadamente inúteis ─ e, portanto, dispensáveis. Começando por Dilma Rousseff.

Ao fim e ao cabo, quem colaborou com os bandidos também precisará pagar a conta


O ministro que, para salvar a biografia, tem que perder o emprego



O personagem da semana sempre é voto vencido, em especial quando tem razão. Chegou para garantir no exterior que o Brasil ia tomar juízo. Resultado: ficou desacreditado aqui e lá fora. Saiba quem é com Joice Hasselmann

Nivaldo Cordeiro entrevista Percival Puggina



Em pauta, seu novo livro, a crise no Rio Grande do Sul, O Sete de Setembro e a crise política.


Uma imagem que não pode ser ignorada



A foto do garoto sírio que morreu afogado em uma praia da Turquia comoveu o mundo todo e só sairá da consciência dos líderes globais quando abandonarem a inércia diante da tragédia dos refugiados. Os detalhes da edição de VEJA desta semana com Carlos Graieb e Augusto Nunes.

domingo, 6 de setembro de 2015

FHC voltou para o muro



Entrevista publicada hoje no Estadão (http://politica.estadao.com.br/notici...) mostra que FHC voltou pro muro. Pior: disse que nem o PT nem Lula são socialista. FHC subestima o discernimento de seus leitores.

Temer expõe tumores de um governo em estado terminal



O Palácio do Planalto esperou ansioso por uma declaração pública de recuo do vice-presidente. Michel Temer expôs as víceras do governo petista e depois calou, consentiu e irritou mais ainda Dilma Rousseff. A oposição entrou na onda.

A dificuldade do governo Dilma em cortar gastos



O pânico causado pela eleição de um presidente esquerdista, Lula da Silva, e a crise do final do governo FHC provocaram uma grande desvalorização do real. No último ano, nos últimos 12 meses, a desvalorização da moeda brasileira foi ainda maior, quase difícil de acreditar. E daí?

Daí que a alta do dólar e alta das taxas de juros no mercado financeiro estão à beira de provocar recessão grave também em 2016, de ameaçar mesmo o cenário melhorzinho, que já não era bom: de apenas estagnação da economia no ano que vem, de crescimento zero. Melhor que o de 2015, que vai ser de recessão profunda.

Em 2002, a alta do dólar e o tumulto econômico causaram temores de volta da inflação descontrolada e de recessão profunda. Mas o governo Lula tomou as medidas corretas, controlou os gastos do governo, foi racional, deu motivos de otimismo. O país se estabilizou.

Agora, as condições de controlar os gastos são muito mais difíceis. Dilma Rousseff gastou demais, criou despesas difíceis de cortar sem grande disputa política e os impostos são altos demais. Para piorar, nem mesmo se sabe se a presidente está disposta a consertar parte do estrago que fez em seu primeiro mandato. Alguns de seus principais assessores vinham fritando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que é o defensor do plano de arrumação da casa. O ministro apenas não caiu esta semana porque um comitê de empresários e banqueiros faz pressão sobre a presidente, que no entanto continua a fazer discursos confusos sobre o que pretende fazer.

No meio da confusão, o dólar sobe. Foi hoje a R$ 3,86, 72% mais caro que há um ano. Dólar nessa altura e nessa toada deve causar mais inflação, além de bagunçar a vida financeira das empresas. A inflação mais alta vai impedir a queda dos juros. Com juros altos, a recessão continua e, assim, o aumento do desemprego.

A situação está se tornando crítica, o governo perde seus últimos apoios e a economia começa a perder as esperanças de alguma recuperação significativa em 2016.

COMO O POPULISMO É SEDUTOR E ILUDE O POVO...



Gloria Alvarez faz uma breve preleção alertando para um fenômeno próprio da nossa América Ibérica.

PT se rebela contra o voto impresso no Senado



Foi impressionante a reação petista contra o voto impresso no Senado, que deveria ser considerado causa perdida, e que já tinha sido aprovada na Câmara. Mas, como sabemos, mesmo contra todas as evidências e contra a vontade de todos, os petistas não desistem nunca.

A pérola do dia fica com o Senador Donizeti, que aterrisou no Senado como suplente, com o convite feito para Kátia Abreu.

O senador alegou que 'o voto impresso não é ecológico', argumento usado por outros petistas.

O Senador Tião Viana PT-AC mostrou desconhecimento sobre o sistema.

Apenas PT e seu satélite PCdoB votaram contra.

No buffet do PCC, cocaína e cachaça



Imagens obtidas com exclusividade por VEJA mostram festança numa penitenciária pelos 22 anos de existência do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em Brasília, o presidente da Câmara Eduardo Cunha perde um de seus principais escudeiros.

sábado, 5 de setembro de 2015

Empresários não têm voto



Reportagem do Fernando Rodrigues (http://fernandorodrigues.blogosfera.u...) informa que Levy foi mantido ministro da Fazenda por apelo de grandes empresários. O PT deve estar rindo às gargalhadas. Não mudará uma vírgula que seja de sua ação. Empresários não têm voto. Pagam o preço por terem apoiado o PT. Levy vai cair logo.

O papel de Michel Temer na crise política


Temer mais perto da oposição e da Presidência



Michel Temer deixou claro ontem que está cada vez mais longe de Dilma e se credenciando para assumir a Presidência da República. Ele deu declarações importantes num encontro organizado pelo "Acorda Brasil", movimento de oposição ao governo. Dilma acordou num mau-humor danado! Entenda os bastidores e o recado de Temer com Joice Hasselmann.

COM A PALAVRA SUA EXCELÊNCIA A PRESIDENTE DO BRASIL NESTA HORA DE MÚLTIPLAS CRISES



Mais uma aula sobre a realidade brasileira proporcionada pela presidente que deve dirigir o país nestes tormentosos momentos da história republicana. Muito obrigado, Lula.

Dilma tem que sair rápido, quanto mais rápido melhor para o Brasil



O impeachment continua sendo o principal assunto em Brasília, se conversa a toda hora, todos os dias, em reuniões de parlamentares, no Congresso Nacional, nos restaurantes, em suma em todo o lugar. O próprio levantamento feito na bancada do PMDB, mostra que metade é a favor da saída de Dilma.

Governo dá sinais de desgoverno



O colunista Lauro Jardim comenta a permanência de Joaquim Levy no governo. O ministro da Fazenda se reuniu ontem, no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma Rousseff e obteve avál para manter meta de superávit em 2016.