segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Pela terceira vez em cinco meses, as ruas avisaram que todo o poder emana do povo


Pela terceira vez em cinco meses, o Brasil mostrou nas ruas que está farto de corrupção, incompetência e vigarice. Uma mobilização nacional de tal porte e tamanha intensidade, decididamente, não é pouca coisa. Mas o 16 de Agosto foi muito mais que isso. A unificação das palavras de ordem, por exemplo, consumou o sumiço dos nostálgicos de intervenções militares, tragados pelo oceano verde e amarelo formado por democratas que rechaçam todas as tribos autoritárias. O coro da multidão identificou com exemplar objetividade os tumores a remover antes que o estado de direito seja abatido pela infecção letal.

Em todas as regiões, a multidão exigiu o imediato despejo da presidente que já não governa e bombardeou Lula com acusações alicerçadas em fatos (além dos adjetivos, todos contundentes e todos merecidíssimos, há tanto tempo aprisionados na garganta). Aécio Neves, José Serra  e outros líderes oposicionistas enfim se juntaram aos atos de protesto e afinaram o discurso com o grito dos indignados. Inscrições em faixas e cartazes saudaram o juiz Sérgio Moro e os avanços da Operação Lava Jato. Prudentemente, Dilma trancou-se no Palácio da Alvorada com um punhado de ministros.

Deveria ter trancado no banheiro o companheiro que preside a CUT. À solta, o delinquente Vágner Freitas materializou mais uma irretocável ideia de jerico: promover uma boca-livre a favor do governo nas cercanias do Instituto Lula. Enquanto pelegos miavam no microfone, os gatos-pingados pagos para aplaudir os ataques à burguesia golpista disputavam bravamente pedaços de churrasco e garrafas de cerveja. O contraste entre a bebedeira no esconderijo do chefão e a portentosa passeata na Paulista valeu por 20 recordes de impopularidade estabelecidos por Dilma.


Neste domingo, o Brasil que presta deixou claro que continua em vigor o parágrafo único do artigo 1° da Constituição: todo o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido. Se tiverem juízo, os figurões dos três Poderes farão a vontade de quem manda.

Balanço dos acontecimentos de 16/08




As grandes manifestações ocorridas em todo o Brasil mostram a vitalidade da nação brasileira, que poderá tomar nas mãos seus destinos novamente.

Ato anti-Dilma de 16 de agosto, em Copacabana


Manifestação de adversários do PT é pelo menos mil vezes maior… Ou: Petista, se beber, não dê entrevista!


Algumas centenas de pessoas se reuniram no Instituto Lula para manifestar apoio ao PT, ao governo Dilma e protestar contra um suposto “atentado” que teria ocorrido no local. O ato foi organizado pela CUT e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Vagner Freitas, presidente da Central, estava lá. É aquele senhor que convocou a luta armada dentro do Palácio do Planalto, na presença da presidente da República, que se calou a respeito. Até agora, o Ministério Público não fez nada.

Neste domingo, ele voltou a falar do assunto, repetindo a cascata que publicou no Twitter poucas horas depois. Afirmou que a “arma na mão” a que se referia era uma figura de linguagem e se disse, ora vejam, perseguido nas redes sociais. Eis o presidente da CUT: conclama à luta armada e depois se diz vítima de violência virtual.

Supostos petistas intelectuais promoveram um debate num palco montando em frente ao instituto. Passaram por lá a petista psicanalista (atentem para a ordem das palavras) Maria Rita Kehl, o petista professor de direito penal Salomão Shecaira e o petista cartunista Laerte Coutinho — nesse caso, não sei em qual das personalidades: se a de homem, se a de mulher. Ela fala bobagem nas duas.

Shecaira, o petista professor, desceu o sarrafo no juiz Sergio Moro e disse que “ninguém tem a coragem de enfrentá-lo porque este tem o apoio da mídia”. Ora, por que ele próprio não aponta, então, no terreno acadêmico, as transgressões eventualmente cometidas pelo juiz, em vez de participar de um ato que se confunde com a própria defesa de ações criminosas, o que certamente não pega bem a um professor de direito?

Os petistas dizem ter reunido 5 mil pessoas. Conversa mole. A PM fala em 600. Então ficamos assim: são os 600 do PT pedindo o “Fica-Dilma” contra os 600 mil — para ficar com um número modesto — que querem a presidente fora do Palácio do Planalto.

Políticos petistas que passaram pelo local, vivendo numa realidade paralela, decidiram menosprezar o protesto que, segundo estimativa das PMs, reuniu pelo menos 794 mil pessoas.

Para o deputado estadual José Américo, secretário de Comunicação do PT, as “manifestações arrefeceram; foram números modestos”. O deputado federal Paulo Teixeira (SP) também não viu grande coisa e, acreditem!, criticou a presença de políticos tucanos nas manifestações.

Ou por outra: o PT resolveu marcar um ato de apoio ao governo no mesmo dia em que o país parou para pedir “Fora Dilma”, a manifestação do adversário é pelo menos mil vezes maior — sem hipérbole —, mas os petistas acusam o insucesso do outro.

Contam-me que havia lá barraquinhas vendendo cerveja, cachaça, uísque…

Uma recomendação aos petistas: “Antes de uma declaração, que tal passar pelo bafômetro?”. Ou então: “Se beber, não dê entrevista”.


Manifestações 16 Ago 2015 - #VemPraRua



Marco Antonio Villa no caminhão do Movimento #VemPraRua

Manifestantes fazem pré-aquecimento ao som da "Saudação da Mandioca de Dilma"


Presidente da Cut ameaça pegar em armas e Pr. Silas Malafaia o chama de VAGABUNDO TERRORISTA


Velório em câmera lenta

Por J. R. Guzzo
 
José Dirceu fecha enfim o seu ciclo na paisagem pública brasileira. Acaba onde começou: numa prisão. Em outubro de 1968, aos 22 anos de idade, entrou em cena ao ser preso num congresso clandestino de estudantes no interior de São Paulo. Na semana passada, apanhado nessa prodigiosa chacina que a corrupção criou dentro e em torno da Petrobras, estava de volta à cadeia, desta vez num xadrez da Polícia Federal de Curitiba, para o ato final de sua jornada. Há uma gelada melancolia nisso tudo. Entre um momento e outro, Dirceu investiu 47 anos na luta sem descanso pelo poder. Chegou lá, depois de esforços maiores do que prometia a força humana, em 2003, quando o Partido dos Trabalhadores emergiu como a principal força política do Brasil ─ mas ao chegar conseguiu ficar apenas dois curtíssimos anos, lançado ao mar pelos companheiros nas primeiras trovoadas do que viria a ser o mensalão.


Quando começou a subida, José Dirceu era visto como um herói pela esquerda brasileira; sequestraram um embaixador dos Estados Unidos, nada menos que isso, para resgatá-lo da prisão do governo militar onde estava em setembro de 1969 e permitir assim sua ida para o exílio em Cuba. Agora, ao ser preso na Operação Lava-Jato, querem mais é que ele fique lá mesmo na cadeia. Ao entrar no prédio da Polícia Federal em Curitiba, tudo a que teve direito foi uma vaia de algumas dezenas de manifestantes. Não apareceu um único amigo, militante ou movimento social para lhe dar apoio; no dia de sua prisão o “exército do MST”, que ainda outro dia o ex-presidente Lula ameaçava botar na rua para defender “o projeto do PT”, estava empenhado em gritar “fora Levy” numa baderna no Ministério da Fazenda, em Brasília. É o que temos.

É uma dessas ciladas da vida o fato de que os problemas mais sérios de Dirceu com o sistema carcerário brasileiro não aconteceram durante o período sem lei em que a justiça era feita dentro dos quartéis; são de hoje, em pleno vigor das liberdades, do direito de defesa e do reinado do PT. Dirceu ficou preso pouco menos de onze meses no governo militar que tanto combateu. Agora, no governo em que tanto mandou, já está cumprindo pena há mais de vinte, desde 15 de novembro de 2013; ficou preso até 4 de novembro de 2014 em Brasília, na Penitenciária da Papuda e em regime semiaberto, depois em sua casa, e no momento está de volta à prisão fechada.

Há comparações ainda mais tristes. No passado Dirceu esteve preso por ser “um combatente da resistência contra a ditadura”. Hoje está na cadeia por conta da “Operação Pixuleco”, cortesia do companheiro João Vaccari Neto ─ é a isso que foi reduzido. Até pouco antes de ir para a Papuda, recebia em seu escritório o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli e era um dos colaboradores favoritos entre os magnatas da empreitagem de obras públicas. Quando ele foi despachado para a PF de Curitiba, os peixes gordos tinham sumido por completo do seu pesqueiro. “Libertar Dirceu” de sua primeira prisão foi um ponto de honra para toda uma geração da esquerda nacional.

Na semana passada não era nada: não deu para levantar o braço esquerdo chamando os companheiros “à luta”, como fizera menos de dois anos atrás, porque não havia em volta nenhum companheiro disposto a lutar por ele nem a gritar “guerreiro do povo brasileiro”. Mais que tudo, talvez, Dirceu viu os chefes petistas, que o bajularam durante anos, renunciarem às regras mais elementares da decência comum neste seu momento de infortúnio. Lula ficou absolutamente mudo. O Palácio do Planalto não disse sequer uma palavra ─ numa reunião feita ali no dia da prisão, segundo o ministro da Defesa, o assunto “não foi tratado”. Com Dirceu já preso, o PT conseguiu escrever duas declarações oficiais inteirinhas sem citar uma única vez o seu nome.

O fim da linha para José Dirceu chega num momento de terremoto político em formação acelerada. Dilma Rousseff já não governa ─ deixou o poder por abandono de cargo, já há bom tempo, por capitular diante da corrupção descontrolada que destruiu seu governo e por sua inépcia terminal para a função de governar qualquer coisa. Lula não é mais que uma sombra assustada, que há muito se preocupa apenas com a própria sobrevivência. O PT, enfim, solta notas com atividade cerebral próxima ao zero, nas quais transforma em bomba terrorista um buscapé de São João jogado contra o Instituto Lula, fala em “avanço da direita” e não consegue mostrar nenhuma ideia coerente em sua defesa. Junto com a despedida de Dirceu, é o velório em câmera lenta de um partido e de um governo que optaram pelo suicídio.



domingo, 16 de agosto de 2015

Fora Dilma! Fora PT!
16/08 - #VemPraRua


Armas na mão, Dilma, pelo amor de Deus, não!


A espuma produzida pelo governo Dilma esta semana não elimina a questão principal


GRAMPO REVELA LIGAÇÃO DE LULA A EXECUTIVO DA ODEBRECHT


Na conversa com o ex-presidente, Alexandrino, preso 
4 dias depois, fala em 'acertar o posicionamento' (Foto: AE)
PF GRAVA TELEFONEMA DE LULA COM UM DIRETOR PRESO DA ODEBRECHT

A Polícia Federal citou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos autos da Operação Lava Jato sobre a empreiteira Odebrecht. Em relatório final de interceptação telefônica da Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato, a PF informa ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-presidente conversou com o executivo Alexandrino de Salles Ramos Alencar, da empreiteira Odebrecht no dia 15 de junho de 2015. Quatro dias depois do telefonema, Alexandrino Alencar foi preso com o presidente da maior empreiteira do País, Marcelo Bahia Odebrecht.

Segundo o relatório, Lula estaria preocupado com ‘assuntos do BNDES’. A PF não grampeou o ex-presidente. Os investigadores monitoravam os contatos do executivo, por isso a conversa foi gravada.

“Outro contato considerado relevante ocorreu em 15 de junho de 2015 às 20:06, entre Alexandrino Alencar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nele ambos demonstram preocupação em relação aos assuntos do BNDES referindo-se também a um artigo assinado por Delfim Netto que seria publicado no dia seguinte sobre o tema. Alexandrino disse também que Emilio (Emilio Odebrecht) teria gostado da nota que o Instituto Lula ( … ” criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos”) teria lançado depois da divulgação do laudo pericial acerca da contabilidade da empresa Camargo Corrêa, que teria doado três milhões de reais ao Instituto entre 2011 e 2013 e efetuado pagamentos a Lils Palestras Eventos e Publicidade LTDA na ordem de R$ 1,5 milhão no mesmo período”, assinalou o delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato.

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é alvo de uma CPI no Congresso, que investiga suspeitas de empréstimos contrários ao interesse público feitos durante as gestões de Lula e da presidente Dilma Rousseff – 2003 a 2015.

Outro nome citado no relatório é de Marta Pacheco Kramer, executiva da Odebrecht. Segundo a PF, Alexandrino Alencar disse que Marta seria ligada ao Instituto Lula.

“O investigado também recebeu ligações de Marta Pacheco Kramer na data da deflagração da operação as 06:06 da manhã do dia 19 de junho de 2015. Curiosamente, Marta foi identificada pelo próprio Alexandrino como vinculada ao “Instituto Lula” o que restou consignado junto ao auto de arrecadação lavrado na residência do investigado acerca dos contatos telefônicos feitos pelo mesmo quando da chegada da equipe”, informou o delegado federal Eduardo Mauat da Silva. (AE)

Instabilidade do mercado internacional afeta economia do Brasil



As instabilidades do mercado internacional desta semana acabam interferindo diretamente na economia brasileira. A desvalorização da moeda da China e queda do dólar contribuem para esse cenário.

Num dia só, o pelego metido a valentão prometeu lutar por Dilma ‘de arma na mão’ e anunciou a rendição do exército da tubaína



Cara balofa de quem repete a sobremesa, silhueta de quem só sua a camisa em comício e tem o peso calculado em arrobas, o companheiro Vágner Freitas é uma das incontáveis provas ambulantes de que os líderes sindicalistas do lulopetismo só se mostram bons de briga quando combatem pratos de comida empunhando garfo e faca. A fachada sem parentesco com a de um militar profissional não o impede de fingir que nasceu e cresceu num quartel. Nesta quinta-feira, por exemplo, Freitas apareceu fantasiado de oficial condecorado na missa negra celebrada pela salvação do governo moribundo.

O vídeo resume a performance do general de cordão carnavalesco. Depois de confundir boné com quepe e trocar a presidência da CUT pelo comando de outra tropa de chanchada, Freitas caprichou no dilmês erudito: “Quero dizer em alto e bom tom que somos defensores da unidade… nacional, na construção de um projeto nacional de desenvolvimento para todos e para todas”. Feita a introdução, desandou na beligerância: “Isso implica agora, nesse momento, ir pras ruas entrincheirados, com arma na mão, se tentarem derrubá a presidenta Dilma Rousseff”.

O entusiasmo da soldadesca reunida num salão do Planalto animou-o a reiterar a declaração de guerra à sensatez e ao estado de direito: “Seremos, presidenta Dilma… qualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora ou ao presidente Lula, nós seremos o exército que vai enfrentá essa burguesia na rua”. Além das divisões do MST chefiadas por João Pedro Stédile, os 71% de brasileiros indignados com a era da canalhice teriam de enfrentar um segundo exército movido a tubaína, sanduíche de mortadela e cédulas de 50 reais. Certo? Errado, informou a pronta retirada empreendida por Freitas.

“Foi apenas uma figura de linguagem”, recuou o falastrão. “É a arma da construção da democracia. É a arma do debate das ideias, nunca de nenhum tipo de violência física, nada bélico”. Nesta sexta-feira, uma nota oficial consumou a rendição sem luta. Não se deve enxergar na discurseira “um chamado à violência, ao uso de armas de fogo”, diz um trecho. “Nossas armas são o poder de convencimento, a organização, a formação política, a mobilização, o debate de ideias, a ocupação dos espaços, sejam as ruas, sejam os locais de trabalho, a greve geral, essa sim a nossa maior arma”.

A bravata confirmou que valentia de pelego cevado nos banquetes, mesadas e favores do poder dura menos que um dia. Foi concebida para assustar os milhões de brasileiros fartos de corrupção e incompetência. Acabou transformado num motivo a mais para que, neste 16 de Agosto, os protestos de rua mostrem com contundente clareza que é o povo quem manda no país.

sábado, 15 de agosto de 2015

DOMINGO, TODOS ÀS RUAS!


CHEGA !!!
Vamos às Ruas em 16 de Agosto




Chega! Que mundo é esse, eu me pergunto!

#VemPraRua 16/08

PETISTAS RIDÍCULOS E APAVORADOS!


“Qualquer tentativa de abreviar seu mandato [da Dilma] não será aceita pela população brasileira. Não pensem, esses entusiasmados golpistas, que nós assistiríamos – e digo nós os movimentos sociais, nós parlamentares, nós os miseráveis (SIC) que saíram da condição de miséria à época do governo Lula, a juventude – não vamos assistir passivamente a derrubada da presidenta Dilma, (…) erros foram cometidos e é necessário estender a mão ao diálogo com todos os setores, um diálogo realmente efetivo, que vá além da retórica”. Humberto Costa (PT).

Caros amigos, o meu comentário enviado ao Sen Humberto Costa:

A abreviação do mandato espúrio da Governanta é o desejo de 90% dos brasileiros, quem, Sr Humberto, “não aceitará”? Seriam os mamadores petistas e seus apaniguados que sugaram todos os recursos públicos e privados?

Entusiasmados “golpistas”? A diferença entre o impedimento de Collor e o da Dilma, Sr Humberto, é apenas o nível de corrupção, muitíssimo maior neste do que naquele tempo. Onde está o golpismo? Ou a Constituição é golpista? Ou o PT deixou de ser golpista para ser apenas corruPTo?

Os seus “movimentos sociais” são uma minoria movida a sanduiche de mortadela, não têm mais significado no contexto da Nação, roubada, enganada e vilipendiada pelos clePTomaníacos do seu partido!

Quem saiu da miséria a ela voltou, Sr Humberto, porque nunca dela saiu! Os miseráveis foram reunidos, enganados e supridos com promessas e dinheiro falsos! Acabou, Senador, por favor, distribuir o que não existe é o mesmo que mentir, não minta!

A sua “juventude”, Sr Humberto, a que apoia o governo petralha, é a que não estuda, que não sabe nem quer saber de nada, que ainda usa camiseta vermelha com a cara do Che Guevara e a estrela dos corruPTos! A sua “juventude” é a que vai para as portas do Congresso para impedir de forma truculenta a prática da democracia. A sua “juventude”, Senador, é a que, mascarada e munida de explosivos, paus e pedras, mata jornalistas e vandaliza o patrimônio público e privado! Não representa, portanto, a juventude do Brasil! Seja conveniente, Senador!

Sim, Senador, muitos “erros” foram cometidos por todos nós brasileiros e o pior deles foi ter acreditado nas mentiras da Governanta que o Sr quer preservar no poder, apesar das falcatruas, das evidências e da lei! Ela permitiu a quebra do Brasil, mentiu e foi eleita em bases falsas, iludiu o eleitorado e perdeu a legitimidade! Ela tem que admitir os erros, tem que confessar o estelionato e renunciar! É o único “diálogo” admissível e a única coisa decente que ela, o Sr e o PT ainda podem fazer pelo Brasil!

“Temos [INFELIZMENTE!] uma presidenta eleita, empossada e no exercício [INDEVIDO!] do mandato”. Gleisi Hoffmann (PT).

Na frente da presidente da República, e sem qualquer contestação por parte dela, tendo ao 
fundo o painel da "Pátria Educadora", o presidente da CUT chama sem "exército" à luta armada!

Poupem o Brasil, tomem vergonha na cara e saiam pela porta dos fundos da história, o quanto antes!


Gen Bda Paulo Chagas, cidadão brasileiro!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula recomendou no Programa Sílvio Santos

Por Augusto Nunes - VEJA


Na campanha presidencial de 1989, perturbado pelo favoritismo do adversário Fernando Collor, Lula transformou em palanque o palco do Programa Silvio Santos, transmitido pelo SBT. Para convencer o auditório e os espectadores de que disputas políticas não podem ser encerradas no momento em que termina a apuração dos votos, o farsante que qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff disse o seguinte:

“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Quem vai tomar na cut, no tcu, no cunha e na pf ?


Em um País civilizado, com Segurança do Direito (minimamente democrático), onde as instituições dos três poderes funcionam, o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, seria alvo, imediato, de uma investigação e/ou de um Inquérito Policial Militar, em função de sua criminosa declaração dada ontem, em pleno Salão Nobre do Palácio do Planalto, para milhares de membros de "movimentos sociais" presentes ouvirem, com a presença da Comandanta em Chefa das Forças Armadas, Dilma Rousseff.

Vagner Freitas falou e ficou gravado: “Somos defensores da unidade nacional, na construção de um projeto nacional de desenvolvimento para todos e para todas. E que isso implica agora, neste momento, ir para as ruas entrincheirados, com arma na mão, se tentarem derrubar a presidenta”. Não adianta o radicalóide dirigente do braço sindical ligado ao PT alegar, como já fez, cinicamente, que "falou em linguagem figurada". Ficou claro, para quem viu o discurso pela televisão, que o empolgado Vagner quis dizer exatamente o que dissera seu companheiro Lula, quando também convocou o tal "exército do Stédile", do MST fora da lei, para proteger o regime nazicomunopetralha.


O negócio vai feder. Política e policialmente. O deputado federal Fernando Francischini (PSDB) requereu ao Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, a prisão preventiva do presidente da CUT, Vagner Freitas, por apologia ao crime e formação de quadrilha. Também pediu a abertura de Inquérito Criminal contra Dilma e Lula por conivência com possíveis ações contra a população brasileira que irá as ruas no dia 16. Janot não deve ir tão longe, aceitando o pedido. Mas o protesto fica registrado.


Repercussão mais negativa que a boquirrotice criminosa do dirigente da CUT só a revelação, agora à tarde, pela Polícia Federal, que Luiz Inácio Lula da Silva teve uma conversa interceptada, no dia 15 de junho, com o executivo da Odebrecht Alexandrino Salles Ramos. O Instituto Lula já avisou que não vai comentar a referência ao ex-Presidente no relatório da Polícia Federal. A entidade nega que Marta Pacheco Kramer (citada em outra gravação) tenha qualquer vínculo com o Instituto Lula.

O papo de Lula com Alexandrino, que consta do relatório final de interceptação telefônica (absolutamente legal) da Operação Erba Omnes, na 14ª fase da Lava Jato, ocorreu quatro dias antes da prisão de Alexandrino e do chefe dele, Marcelo Odebrecht. A PF até esclareceu que Lula, que não era investigado, caiu no grampo feito para monitorar Alexandrino. O moderníssimo sistema de escuta da PF não perdoa... Lula tomou no... "Guardião"...

O delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato, oficiou ao juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal, em Curitiba: “Outro contato considerado relevante ocorreu em 15 de junho de 2015 às 20:06, entre Alexandrino Alencar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nele ambos demonstram preocupação em relação aos assuntos do BNDES referindo-se também a um artigo assinado por Delfim Netto que seria publicado no dia seguinte sobre o tema. Alexandrino disse também que Emilio (Emilio Odebrecht) teria gostado da nota que o Instituto Lula (… ”criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos”) teria lançado depois da divulgação do laudo pericial acerca da contabilidade da empresa Camargo Corrêa, que teria doado três milhões de reais ao Instituto entre 2011 e 2013 e efetuado pagamentos a Lils Palestras Eventos e Publicidade LTDA na ordem de R$ 1,5 milhão no mesmo período”.

O delegado federal Eduardo Mauat da Silva chamou atenção para outra escuta feita no telefone de Alexandrinho, que também faz referência à entidade presidida pelo Presidentro do Brasil: “O investigado também recebeu ligações de Marta Pacheco Kramer na data da deflagração da operação as 06:06 da manhã do dia 19 de junho de 2015. Curiosamente, Marta foi identificada pelo próprio Alexandrino como vinculada ao Instituto Lula o que restou consignado junto ao auto de arrecadação lavrado na residência do investigado acerca dos contatos telefônicos feitos pelo mesmo quando da chegada da equipe”.

Assim descaminha o regime nazicomunopetralha... Uns podem tomar no TCU ou no Cunha... Outros ontem tomaram na cut... E o "Guardião" pegou até quem só costuma usar telefone celular via satélite, com alta dificuldade de rastreamento, falando com quem não devia - provavelmente por que lhe devia...

Tudo isso só ajuda a turbinar a mega-manifestação de domingo, 16 de agosto... O mês do desgosto para a petelândia revela uma suspresa desagradável a cada ato...


Dobre-se a meta
 
Corrupção Nunca Mais


DEBATE: O PeTismo tem CURA ?