segunda-feira, 29 de junho de 2015

Documentário sobre Ideologia de Gênero:
"Dr. Money e o Menino sem Pênis"



David Reimer nasceu um menino saudável, mas foi mudado sexualmente e educado como uma menina após seu pênis ter sido acidentalmente destruído durante uma circuncisão. O psicólogo John Money sugeriu que ele fosse criado como uma menina e acompanhou o caso e publicou a mudança de sexo como um sucesso, o que provaria que a identidade de gênero é algo relacionada a educação e não a natureza. 

O sexólogo e acadêmico Milton Diamond relatou mais tarde que Reimer nunca de fato se havia identificado como do sexo feminino, e que ele começou a viver como homem aos 15 anos. 

Reimer mais tarde veio a público contar sua história para desencorajar práticas médicas semelhantes. Conheça a impressionante história de David Reimer.

Vale a pena ler de novo:
"Estas mulheres foram à luta armada."

Por Carlos I.S. Azambuja

Em setembro de 1996 a revista “Marie Claire” publicou uma reportagem com o título acima, resultado de uma entrevista com seis mulheres que “foram à luta armada”.

É interessante recordar essa matéria. Muitos dirão: “Caramba! Eu não sabia!”. Em nenhuma outra época no Brasil se viu tanta mulher pegar em armas. Participaram de atentados, seqüestros de diplomatas e de aviões comerciais, assassinatos de policiais e militares, “justiçamentos” e das guerrilhas urbana e rural. Segundo o “Dossiê de Mortos e Desaparecidos Políticos a partir de 1964”, editado pelo grupo “Tortura Nunca Mais”, 24 foram mortas e 20 estão desaparecidas. Embora seja difícil fazer as contas, participaram da luta armada cerca de 100 mulheres. Dulce de Souza Maia, militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), foi uma das primeiras mulheres e pegar em armas em ações de absoluto atrevimento. A pegar e usar. Segundo ela, “a guerrilha está aí, revisitada, e desta vez na ofensiva, cobrando do Estado reparações morais e indenizações por conta de seus mortos e desaparecidos, entre eles quase 50 mulheres”.

Dulce de Souza Maia - VPR
Dulce Maia, um misto de agitadora cultural e guerrilheira urbana, considerada “boa de pontaria e expropriação”, foi uma das presas a receber a visita do sociólogo Fernando Henrique Cardoso, nos idos de 1969.

Foi ela quem expropriou a ambulância utilizada pela VPR para o roubo de armas do Hospital Militar do Cambuci, em São Paulo, em 1968. Também foi ela quem participou da pesquisa que resultou no “justiçamento” do capitão do Exército dos EUA Charles Chandler. Também integrou o grupo que assaltou a loja de armas Diana que, segundo ela, lhe rendeu de presente “uma arma bonita, um Smith 32”.

Dulce Maia aprendeu a atirar com o então capitão Carlos Lamarca, no quartel de Quitauna, em São Paulo. “Tenho boa pontaria porque tenho bom olho. Usei 32, 38, metralhadora INA, FAL, M2...”, diz ela. Dulce foi presa em 26 de janeiro de 1969 e banida do país em junho de 1970, em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, seqüestrado no Rio de Janeiro. No exterior, com seu companheiro, também banido, José Diógenes Carvalho de Oliveira – o Diógenes, do PT/RS – perambulou pelo México, Cuba, Argélia, Chile, Bélgica, Guiné-Bissau e Portugal, retornando ao Brasil após a Anistia concedida em agosto de 1979.

Vera Silvia Araújo de Magalhães - MR8
Vera Silvia Araújo de Magalhães foi militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8), no Rio de Janeiro. Quando estudante de Economia da Universidade Federal Fluminense, em 1967, passou a integrar a Dissidência da Guanabara (cisão do PCB) e, logo depois, o Comitê Central dessa Organização.

Na entrevista, Vera Silvia diz que sua primeira “ação” foi uma “expropriação” de armas no gasômetro do Leblon, ocasião em que um agente de segurança foi ferido. Duas metralhadoras INA e dois revólveres 38 foram o saldo da “ação”.

No início de 1969, Vera Silvia passou a integrar a Frente de Trabalho Armado da Dissidência (DI) e participou de diversas “expropriações”: carros, supermercados, carros-fortes, bancos, etc. “Carros, era um por semana”. Em 19 de agosto de 1969, cerca de 15 dias antes do seqüestro do embaixador dos EUA, Charles Burke Elbrick, Vera Silvia participou do assalto ao apartamento do deputado federal Edgar Guimarães de Almeida, uma cobertura em Copacabana, de onde roubaram dinheiro, jóias e quadros.

Em seguida, Vera também integrou o grupo que seqüestrou o embaixador dos EUA, cumprindo a tarefa de levantar os hábitos do embaixador. Para isso, esteve várias vezes na embaixada, na rua S. Clemente, em Botafogo, passando-se por doméstica em busca de emprego. Durante o seqüestro propriamente dito, em 4 de setembro de 1969, Vera participou do “esquema de segurança”.

A partir daí passou a viver na clandestinidade, em “aparelhos” da Organização nos subúrbios do Rio de Janeiro, evitando contatos com a família e os amigos. Afinal, Vera foi presa durante uma “ação”, no Jacarezinho, dando e recebendo tiros em decorrência de um cerco da polícia, sendo ferida na cabeça. Vera Silvia foi banida do Brasil em junho de 1970, em troca da liberdade do embaixador Von Holleben. No exterior viveu em vários países com três diferentes companheiros, um deles Fernando Paulo Nagle Gabeira, também banido, também pertencia à DI e também participante do seqüestro do embaixador Charles Elbrick.

Recentemente (final de fevereiro) Vera Silvia concedeu uma longa entrevista a uma emissora de TV narrando as suas peripécias e dizendo que suas atividades atuais são as de ministrar palestras sobre temas diversos, em favelas do Rio de Janeiro. A entrevista foi divulgada para todo o país pelo canal 10 da NET: TV Câmara...

Lucia Maria Murat Vasconcelos - MR8
Lucia Maria Murat Vasconcelos, que foi militante do MR8, disse que sua última “ação” foi em 1971: um assalto a um supermercado, no Rio, integrando dois grupos “com revólveres e metralhadoras”. “Foi um momento de grande clarividência". – disse ela – “Ali ficou claro que aquele bando de gente de classe média estava contra nós (...). Foi a primeira sensação forte de que a gente tinha acabado. Naquele momento percebi que estávamos isolados, que era preciso sair daquele círculo vicioso”. Para o MR8, o ano de 1971 foi o começo do fim.

Na entrevista, Lucia Murat, que foi presa em 13 de março de 1971 e que hoje é cineasta, preferiu manter em segredo suas muitas “ações” realizadas no Rio de Janeiro e em Salvador, Bahia.“Eu era uma gatinha da Zona Sul do Rio. Debutei. Era bem-nascida. Tenho orgulho do compromisso que assumimos com a revolução (...) Tenho a impressão que caí porque tinha gente infiltrada. Fui seguida por dois órgãos diferentes, o Exército e a Aeronáutica”.

Renata Ferraz Guerra de Andrade tem um currículo que junta educação clássica, formação em artes cênicas e participação direta em diversas “ações”, como o roubo de armas do Hospital do Exército, no Cambuci, São Paulo, de onde foram roubados 11 fuzis, e a explosão de um carro-bomba contra a entrada do QG do então II Exército, quando morreu estraçalhado o soldado Mario Kosel Filho. Segundo ela, “essa ação não serviu para nada. Somente para matar o rapazinho”.

Diz ela: “Eu usava um revólver 32 ou uma Beretta com cabo de madrepérola porque o 38 era grande e dava um tranco forte. Fiz curso de explosivos com João Lucas Alves (ex-sargento da Aeronáutica que participou do “justiçamento”, no Rio de Janeiro, em 1 de julho de 1968, do major da RFA Edward Von Westernhagen, aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), a primeira vítima da repressão”. “Uma vez estávamos treinando perto da represa Billings: eu, Dulce Maia e Wilson Fava. Enquanto atirávamos, chegaram dois guardas-florestais. A situação ficou grave. Chamei a Dulce e disse: ‘Ou a gente apaga esses caras ou oferece dinheiro’. Felizmente venceu o suborno”.

Antes de integrar a VPR, Renata Ferraz foi militante da POLOP (Política Operária). Foi ela quem recrutou Carlos Lamarca para a VPR, depois de várias idas ao quartel de Quitauna, “que na época era um simpatizante descontente com o Partido Comunista Brasileiro (...). Logo no primeiro encontro que tivemos ele falou da possibilidade de desertar, saindo com um enorme arsenal”.

Formalmente expulsa da VPR, com vários outros companheiros contrários à realização de ações armadas face ao ainda pequeno grupo de militantes, Renata fugiu para o Uruguai, retornando ao Brasil após a Anistia, após viver no Uruguai e no Chile. Nunca foi presa.

Perguntada pelos “justiçamentos”, respondeu: “Estávamos em uma guerra e alguns dos procedimentos adotados na guerra são mesmo execráveis em tempo de paz”.

Yara Xavier Pereira - ALN
Yara Xavier Pereira, membro da Comissão de Mortos e Desaparecidos criada pelo Ministério da Justiça em 1995. Foi militante da Ação Libertadora Nacional, juntamente com pai, a mãe, dois irmãos e o marido. Iniciou sua entrevista dizendo: “Dadas as condições da época eu faria tudo de novo”. Yara começou sua militância em 1968, aos 18 anos, juntamente com os irmãos Yuri Xavier Pereira e Alex de Paula Xavier Pereira, a mãe, Zilda Xavier Pereira (que cuidava da segurança de Marighela) e o pai, João Batista Xavier Pereira. Yara diz que recebeu a notícia da morte de Marighela – 4 de novembro de 1969 - em Cuba, “onde foi aprender a ser guerrilheira”

Ana Maria Nacinovic Correia - ALN
Em 1971, de volta ao Brasil, passou a integrar um Grupo Tático Armado (GTA), “ora com um 38, ora com um 32”. Diz ter “expropriado” carros, assaltado firmas “e até ajudou a intimidar um estrangeiro suspeito de espionagem, um erro, soube-se depois. Ele morava no Morumbi e fomos lá para levá-lo e assustá-lo. Éramos em cinco. Só duas mulheres, eu e Ana Maria Nacinovic, uma grande guerrilheira. Entramos na casa, mas o cara se trancou no banheiro e não saiu de jeito nenhum. Desistimos. O grupo acabou pichando frases nas paredes e destruindo móveis da mansão”.

Em 1972, seu irmão Alex foi morto em São Paulo, em um tiroteio de rua com a chamada “repressão”. Cinco meses depois, seu outro irmão, Yuri, foi também morto, em São Paulo, juntamente com Ana Maria Nacinovic Correia, a “grande guerrilheira”.

Yara, em setembro de 1972 passou a viver com um dos dirigentes da ALN, Arnaldo Cardoso Rocha, que, meses depois, também foi morto em São Paulo, e com quem teve um filho.

Em 1973 Yara viajou para Cuba, onde passou a viver e nasceu seu filho, que morreu em 1993, em um acidente de trânsito. Posteriormente, viajou para a Itália e, daí, para o Brasil, em 1979, após a Anistia. No Brasil casou-se com o ex-preso político Gilney Amorim Viana, hoje deputado federal.

Os familiares de seus dois irmãos e do seu marido, ou seja, ela e seus pais, foram indenizados “a título reparatório” – como diz a Lei – pela Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos da qual ela faz parte.

Maria do Carmo Brito - VPR
A última entrevistada foi Maria do Carmo Brito, que integrou a Direção Nacional da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) com o codinome de “Lia”. Seu marido, Juarez Guimarães de Brito, também dirigente da VPR, cometeu o suicídio, em sua frente, em 18 de abril de 1970, no Rio, quando cercados pela chamada “repressão”, após terem sido denunciados por um companheiro que havia sido preso. “Lia” era a responsável pela concepção logística das “ações” da Organização. Segundo Maria do Carmo, eles haviam se casado em fevereiro de 1962 “ao som da Internacional Comunista”. Então, ela era do PCB e ele da POLOP.

Sobre sua participação na luta armada, nega-se a detalhar seus “feitos armados”. “Participei de todos e não participei de nenhum (...). A luta armada é um conjunto de ações. No caso do japonês, por exemplo (seqüestro do Cônsul do Japão, Nobuo Okuchi, em São Paulo, em 12 de março de 1970), eu não participei diretamente, mas tive total responsabilidade”. O motivo do seqüestro do Cônsul, o militante da VPR Chisuo Osawa (“Mario Japa”), preso em São Paulo em 1970, com informações importantes sobre o treinamento que a VPR vinha realizando no Vale da Ribeira, é, hoje, o marido de Maria do Carmo Brito. Ambos residem no Rio de Janeiro, onde Maria do Carmo é funcionária municipal.

“Lia” e “Mario Japa” são algumas das poucas pessoas que conhecem o destino dado aos dois milhões e quatrocentos mil dólares roubados em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em 18 de julho de 1969, por 13 militantes da Organização, da residência de Ana Benchimol Capiglione, tida como amante de Ademar de Barros. Essa “ação” ficou conhecida como o “Roubo do Cofre do Ademar”.

“Lia” concluiu a entrevista dizendo: “Eu acho que a gente cumpriu a nossa função. Porque ganhar não tem importância nenhuma. Nisso eu estou com Ulisses Guimarães: navegar é preciso. E com Lamarca: ousar lutar, ousar vencer. A ditadura ganhou. Tudo bem, mas não foi sem dor. Porque senão ficava de graça...”

Maria do Carmo Brito, libertada em junho de 1970, também em troca da liberdade do embaixador Von Holleben, viveu na Argélia.

Ela teve “total responsabilidade” no sequestro do Cônsul do Japão e também, depois, em 21 de abril de 1970, três dias após ter sido presa, teve também “total responsabilidade” pela prisão, em São Paulo, de seus companheiros de VPR Ladislas Dowbor, Joaquim dos Santos e Lizst Benjamim Vieira, que haviam participado daquele sequestro. Isso ela não disse na entrevista.




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Observação do site A Verdade Sufocada:


Reproduzimos esta matéria, publicada em 2004, para que as novas gerações conheçam algumas ações praticadas, contadas por pessoas que as praticaram.

A verdade hoje, com a Comissão da Verdade tentando de todas as formas reescrever a história, transformando ex-terroristas em heróis que lutavam em defesa da liberdade, os terroristas da época omitem seus crimes.



Entendendo a Ideologia de Gênero

Por La Manif Pour Tous


Um vídeo instrutivo para compreender as questões de gênero em menos de 3 minutos. Uma ferramenta útil para compartilhar e disseminar sem moderação.

"Não queremos uma escola que confunda as crianças. Queremos que as crianças aprendam a ler, a escrever, e a contar nas escolas. Queremos uma escola que forme cidadãos críticos por meio da cultura."

DEIXEM AS MENINAS SEREM MENINAS !

DEIXEM OS MENINOS SEREM MENINOS.

A Ideologia de Gênero nos Planos Municipais de Educação



O perigo está mais próximo do que você imagina. O plano para introduzir a Ideologia de Gênero nas escolas saiu do Congresso Nacional e está nas Câmaras Municipais de todo o país, bem perto da sua casa. Afinal, o que está acontecendo? Como agir diante dessa nova ameaça à família brasileira? Entenda já os riscos e saiba o que fazer.

Chove lama no quintal do LULA com os depósitos na sua conta


Brasília - E agora? Dos 6 bilhões roubados da Petrobrás, 2 bilhões caíram na conta da Camargo Corrêa. Quando Zé Dirceu diz que Lula e Dilma estão no mesmo saco tem razão de sobra para tal afirmação. A Polícia Federal descobriu que a empreiteira doou ao Instituto Lula 3 milhões de reais e mais 1,5 milhão ao LILS – Palestras, Eventos e Publicidades de Luis Inácio Lula da Silva. Ou seja: Lula está envolvido até o pescoço com o esquema que torrou o patrimônio da Petrobrás, a maior empresa brasileira. Quando os petistas defendiam a estatal da provável privatização, tinha um motivo maior para a campanha: queriam se apossar do cofre da empresa e retirar de lá o último centavo, como realmente fizeram em conluio com as empreiteiras.

Para quem tinha dúvidas da participação do ex-presidente Lula nas tramoias, as investigações provam o seu envolvimento. E olha que isso é apenas um aperitivo ( e que aperitivo!), o pagamento de 4,5 milhões de reais ao Instituto Lula e a sua empresa de palestra – que tem o endereço de sua residência. Por menos do que isso, o ex Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates, amigo de Lula, está no presídio, onde, pelo que se sabe, é um dos principais artilheiros do time de futebol.

Ora, se o juiz Sergio Moro ainda tinha dúvida de que Lula deveria ser investigado na operação Lava Jato, a Polícia Federal, em um relatório de mais de 60 páginas, aponta todos os indícios que levam ao envolvimento do ex-presidente no crime de lavagem de dinheiro. Até o momento. Descobre-se agora quem pagava as palestras de Lula – e o preço que ele cobrava como lobista de luxo - quando se deslocava em aviões das empreiteiras para defender seus interesses nos países africanos beneficiados pelos empréstimos generosos do BNDES.

Essa descoberta da PF é apenas a ponta do iceberg. Outras empreiteiras também estão envolvidas com o ex-presidente. Algumas delas, como a Odebrecht, tinha no presidente o seu principal interlocutor com ditadores africanos e países como a Venezuela que também recebeu vantajosos empréstimos do BNDES. Descobre-se também agora o porquê do Lula ser ovacionado nas suas palestras mundo afora: era o agente financeiro do BNDES das empresas brasileiras no exterior. Quando ele dava as costas, o banco despejava bilhões de reais nos países visitados. Com os escândalos, os convites ao presidente foram minguando e, hoje, quase não existem.

E diante de tantos malfeitos que envolvem Lula e Dilma, a dupla que dilapidou o patrimônio brasileiro, a presidente ainda aparece em rede de televisão enganando os brasileiros. Apresenta um programa de infraestrutura para gastar quase 200 bilhões de reais, quando é certo que nada disso vai acontecer. Até um trem em direção ao Pacífico, para abrir caminho para o mercado chinês, está no papel. Outras peças de ficção já foram apresentadas em solenidades iguais a última e, como era de se esperar, não saíram do papel. Pela cara amarrada dos convidados na solenidade dava para perceber o constrangimento de todos diante de tanta elucubração da equipe dos efeitos especiais da presidente.


Coincidentemente, essa pirotecnia palaciana só acontece em momentos de crises a exemplo das que vêm ocorrendo: operação Lava a Jato, ajuste fiscal, prisão de empreiteiros, rapinagem nas empresas estatais, compra da refinaria de Pasadena, delações premiadas, inflação alta, greves, aumento do índice de criminalidade e escândalos pipocando em todos os cantos do país. É um verdadeiro caos gerado por uma presidente que vive no mundo da Lua.

Recepção a missão "Chapa Branca" mostra conivência a DITADURA VENEZUELANA



O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou hoje (25/6) que a honrosa recepção concedida em Caracas a senadores simpatizantes do bolivarianismo prova a conivência do governo Dilma a ditadura venezuelana. O senador disse em plenário nesta tarde que recebeu relatos de jornalistas que acompanham a missão de senadores governistas a capital da Venezuela e as informações são de que foram recebidos por batedores do governo Maduro, apoiados por representantes do Itamaraty e tiveram livre acesso a capital do país. Situação bem diferente da verificada na semana passada quando outra missão em que haviam parlamentares da oposição quando mal conseguiram circular a poucos metros fora do aeroporto, foram agredidos por manifestantes e abandonados pela diplomacia brasileira.

Associação dos Juízes Federais do Brasil - AJUFE - emite nota à imprensa em apoio ao Juiz Sérgio Moro


A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe)  vem a público manifestar total apoio ao Juiz Federal Sérgio Moro, Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, na condução do julgamento da “Operação Lava Jato”. A pedido do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, o Magistrado decretou recentemente uma série de medidas, entre elas a prisão de executivos de grandes empresas que, segundo as investigações, estariam envolvidos em crimes de corrupção e formação de cartel.

Vale destacar que as decisões tomadas pelo Juiz Federal Sérgio Moro no curso desse processo são devidamente fundamentadas em consonância com a legislação penal brasileira e o devido processo legal.

A Ajufe não vai admitir alegações genéricas e infundadas de que as prisões decretadas nessa 14ª fase da Operação Lava Jato violariam direitos e garantias dos cidadãos.

A Ajufe também não vai admitir ataques pessoais de qualquer tipo, principalmente declarações que possam colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros.

No exercício de suas atribuições constitucionais, o Juiz Sérgio Moro tem demonstrado equilíbrio e senso de justiça. As medidas cautelares, aplicadas antes do trânsito em julgado do processo criminal, estão sendo tomadas quando presentes os pressupostos e requisitos legais. É importante ressaltar que a quase totalidade das decisões do magistrado não foram reformadas pelas instâncias superiores.

A Ajufe manifesta apoio irrestrito e confiança no trabalho desenvolvido com responsabilidade pela Justiça Federal do Paraná, a partir da investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

Antônio César Bochenek

Presidente da Ajufe

domingo, 28 de junho de 2015

PT divulga resolução ALOPRADA


Dilma não chega ao fim do mandato



Fora Lula, o PT não tem candidato para as eleições presidenciais de 2018. O ex-presidente é o único nome que resta ao partido. 

DITADURA VENEZUELANA: Dupla malandragem


Lula quer tirar Dilma do jogo e pôr resto no banco


LULA: Samba do Petista Doido


Dep. Marcel Van Hattem humilha e derruba a Esquerda e sua Ideologia de Gênero



VITÓRIA!!!! IDEOLOGIA DE GÊNERO É DERRUBADA POR DEPUTADOS!!!

Quando fui começar a minha fala aqui na Assembleia contra a ideologia de gênero nas escolas, fui vaiado por militantes da UNE, UJS e CPERS. Disse em resposta, antes de começar o discurso, que ser por eles vaiado era uma honra pois, a hora que me aplaudirem, ou eu estarei muito errado ou eles terão mudado muito - e para melhor. #‎MaisAmorMenosÓdio e por salas de aula gaúchas e brasileiras onde se ENSINE a matéria curricular e não se DOUTRINE as crianças. 


Estado, não se meta!!!

Apenas as bancadas do PT, PCdoB e PSoL votaram contra nossas emendas ao Plano Estadual de Educação que excluíam a ideologia de gênero dos currículos.

sábado, 27 de junho de 2015

Exclusivo: A lista de políticos a quem Pessoa diz ter dado dinheiro obtido no Petrolão


Arte - Capa lista do delator
Ricardo Pessoa revela detalhes do esquema de corrupção da 
Petrobras e entrega a lista dos beneficiados com o dinheiro 
desviado: as campanhas eleitorais de Dilma e Lula, deputados, 
senadores e ministros do governo (VEJA.com/VEJA)
Dinheiro ilegal doado para candidatos dentro da lei é crime? É a primeira questão levantada pela delação premiada do dono da UTC

O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, tem contratos bilionários com o governo, é apontado como o chefe do clube dos empreiteiros que se organizaram para saquear a Petrobras e cliente das palestras do ex-presidente Lula. Desde a sua prisão, em novembro passado, ele ameaça contar com riqueza de detalhes como petistas e governistas graúdos se beneficiaram do maior esquema de corrupção da história do país. Nos últimos meses, Pessoa pressionou os detentores do poder - por meio de bilhetes escritos a mão - a ajudá-lo a sair da cadeia e livrá-lo de uma condenação pesada. Ao mesmo tempo, começou a negociar com as autoridades um acordo de delação premiada. o empresário se recusava a revelar o muito que testemunhou graças ao acesso privilegiado aos gabinetes mais importantes de Brasília. O Ministério Público queria extrair dele todos os segredos da engrenagem criminosa que desviou pelo menos 6 bilhões de reais dos cofres públicos. Essa negociação arrastada e difícil acabou na semana passada, quando o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de colaboração entre o empresário e os procuradores.

VEJA teve acesso aos termos desse acerto. O conteúdo é demolidor. As confissões do empreiteiro deram origem a 40 anexos recheados de planilhas e documentos que registram o caminho do dinheiro sujo. Em cinco dias de depoimentos prestados em Brasília, Pessoa descreveu como financiou campanhas à margem da lei e distribuiu propinas. Ele disse que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de 18 figuras coroadas da República. Foi com a verba desviada da estatal que a UTC doou dinheiro para as campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais. A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. Altas somas.

A lista dos favorecidos
Valores
Campanha de Dilma em 2014
7,5 milhões de reais
Campanha de Lula em 2006
2,4 milhões de reais
Ministro Edinho Silva (PT)
*
Ministro Aloizio Mercadante (PT)
250.000 reais
Senador Fernando Collor (PTB)
20 milhões de reais
Senador Edison Lobão (PMDB)
1 milhão de reais
Senador Gim Argello (PTB)
5 milhões de reais
Senador Ciro Nogueira (PP)
2 milhões de reais
Senador Aloysio Nunes (PSDB)
200.000 reais
Senador Benedito de Lira (PP)
400.000 reais
Deputado José de Fillipi (PT)
750.000 reais
Deputado Arthur Lira (PP)
1 milhão de reais
Deputado Júlio Delgado (PSB)
150.000 reais
Deputado Dudu da Fonte (PP)
300.000 reais
Prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT)
2,6 milhões de reais
O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto
15 milhões de reais
O ex-ministro José Dirceu
3,2 milhões de reais
O ex-presidente da Transpetro Sergio Machado
1 milhão de reais


* Como tesoureiro, arrecadou dinheiro para a campanha de Dilma de 2014

ESCOLA é Lugar de EDUCAÇÃO.. Não de DOUTRINAÇÃO


O mantra dos oposicionistas que ainda não enxergaram as mudanças na paisagem ─ ‘Está tudo dominado’ ─ hoje faz tanto sentido quanto um discurso em dilmês


“Está tudo dominado”, continua a lamentar nas redes sociais a multidão de brasileiros que rejeitam tanto o governo lulopetista quanto qualquer vestígio de otimismo autorizado por fatos. Como demonstra o comentário de 1 minuto para a TVEJA, esse mantra é uma bobagem. Desde que foi escrito pela primeira vez por algum passageiro da desesperança, faz tanto sentido quanto os discursos de improviso de Dilma Rousseff.

Embora involuntariamente, quem acredita nessa miragem agride a verdade, insulta os que jamais admitiram a hipótese da capitulação, ofende os que não se renderam mesmo quando confrontados bem mais temíveis. Endossar tal fantasia é fechar os olhos às profundas mudanças na paisagem, visíveis a olho nu até míopes com as pálpebras cerradas. Faltam poucas batalhas para o fim da guerra. A vitória nunca esteve tão próxima, mas continua de bom tamanho a legião dos democratas que teimam em ver um exército poderosíssimo onde só há patrulhas em andrajos.

Se tudo estivesse dominado, nenhum mensaleiro teria descoberto como é a vida numa cadeia. Se tudo estivesse dominado, não haveria uma Operação Lava-Jato, e a bandidagem envolvida no Petrolão já teria silenciado o juiz Sérgio Moro, os procuradores federais, a Polícia Federal e os jornalistas que insistem em contar o que está acontecendo. Se tudo estivesse dominado, esta coluna não existiria. Se tudo estivesse dominado, as portentosas manifestações de rua promovidas por milhões de indignados ainda seriam apenas um brilho no olhar dos resistentes.

Há um ano, ninguém conseguiria imaginar um grande empreiteiro na cadeia. Hoje, os ricaços pilhados com a mão no cofre da Petrobras são vizinhos de cela ou de beliche em Curitiba. Em novembro passado, eufórico com a reeleição do poste que instalou no Planalto, Lula já se via com a faixa presidencial enfeitando o peito em janeiro de 2019, pronto para mais quatro anos de tapeação. Neste fim de semana, o gabola compulsivo obrigou-se a confessar que luta pelo adiamento da morte política chapinhando no volume morto.

Sim, o PT e seus comparsas continuam infiltrados em todas as ramificações da máquina administrativa federal. Sim, é perigoso subestimar o maior de todos os clubes dos cafajestes. Também é verdade que tumores liberticidas infestam o organismo democrático. Mas o partido que reivindicava o monopólio da ética transformou-se num bando desprezível, numa patética caricatura da sigla em sua infância. Devastado pela vigarice e pelo cinismo, o PT virou uma abjeção controlada por delinquentes disfarçados de guerreiros do povo brasileiro.

Os resultados de todas as pesquisas berram em coro: o governo Dilma agoniza e os devotos da seita que têm em Lula seu único deus são uma espécie em extinção. O desempenho da presidente da República é considerado lastimável por 7 a cada 10 eleitores. Só Fernando Collor chegou perto disso. O chefão que posava de reizinho das urnas se vai reduzindo a candidato nanico. Na mais recente pesquisa Datafolha, o índice que conseguiu seria alcançado por qualquer Sibá Machado repaginado por algum marqueteiro malandro.


O agravamento da crise econômica que mal começou se somará ao que vem por aí a bordo da Operação Lava-Jato para reduzir a quase nada as chances de sobrevivência do ajuntamento em estado terminal. Restarão milhares de fanáticos, claro, mas enfim submetidos aos mandamentos das democracias modernas. Eles consumiram mais de 12 anos tentando mandar em tudo. Falta pouco para que estejam todos dominados.

PM proíbe perseguições a motos e carros em São Paulo


AO VIVO - PM atira em suspeitos de assalto
AO VIVO - PM atira em suspeitos de assalto 
(TV Record/Reprodução)
Comandante do ABC solta ordem após TVs transmitirem ao vivo tiros de policial durante caçada de suspeitos em motocicleta na capital paulista

A Polícia Militar no Grande ABC, Região Metropolitana de São Paulo, proibiu nesta quinta-feira que viaturas realizem "perseguições em geral" a veículos. A ordem vale mesmo para situações em que os PMs avistem automóveis suspeitos - e deve ser seguida em todo o Estado. A PM soltou o comunicado via rádio dois dias após um policial das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicleta (Rocam) ter atirado em dois suspeitos que fugiam de moto durante uma operação no Jardim São Luís, Zona Sul da capital paulista, e ter repetido os disparos mesmo depois de eles terem caído. A perseguição foi flagrada e transmitida ao vivo por duas redes de televisão, a Band e a Record.

O áudio obtido pelo site de VEJA foi divulgado pelo Centro de Operações da PM, o COPOM, na noite desta quinta. O comunicado partiu, de acordo com a gravação, do Comando de Policiamento de Área Metropolitano do Grande ABC (CPA/M-6). A instrução diz que fica proibida qualquer perseguição "sobretudo, a motocicletas".

A Polícia Militar confirmou a instrução NI CPA/M-6 00130-15. De acordo com a coronel Maria Aparecida de Carvalho Yamamoto, chefe da seção de Comunicação Social, a ordem vale para todos os policiais em ocorrências de fuga: as viaturas não devem avançar sobre o alvo sem apoio. "Não pode fazer perseguição, só acompanhamento. Isso é regra. A perseguição é ir sozinho atrás de um veículo sem ter condições de atuar. A ordem sempre foi o acompanhamento, chamando outras viaturas e passando informações para fechar o cerco. Não é viável ir atrás em perseguição sozinho, tem de manter distância de segurança."


Na perseguição de terça-feira, o suspeito que estava na carona arremessou o capacete contra o PM, que revidou com um primeiro disparo. Os dois homens, então, perderam a direção e caíram da moto. Em seguida, o policial militar desceu de sua motocicleta e atirou mais quatro vezes contra os adolescentes, um de 17 anos e outro de 16 anos - eles foram socorridos em um hospital da região. O cabo PM Claudinei de Souza foi afastado das atividades de rua. A Corregedoria da PM e a Polícia Civil vão investigar o caso.

O coronel José Vicente, ex-secretário nacional de Segurança Pública, afirma que as perseguições devem ser evitadas. Segundo Vicente, as operações de perseguição devem sempre ser realizadas sob o comando de um oficial por meio do Centro de Operações e, se possível, com sobrevoo de helicópteros Águia. "Comandei um batalhão por cinco anos e meio e tinha como norma básica não perseguir. A perseguição é sempre um risco para o policial e para as pessoas que estão no caminho entre o PM e o bandido. Não compensa ter um bandido preso e gente inocente atingida. Uma das opções é deixar o bandido fugir", diz o oficial da reserva da PM.


O coronel explica também que, durante uma perseguição, o policial nunca deve atirar - como ocorreu na noite de terça-feira com o cabo de Souza. "A tal troca de tiros é só no cinema. Se o indivíduo atirar contra, o policial deve parar e se proteger", afirma. "Às vezes os eventos acontecem de forma muito acelerada e o policial tem que decidir, mas algo saiu errado para acontecer daquele jeito. Nesse caso, a única hipótese admissível é que um dos indivíduos, mesmo caído na calçada, tivesse apontado a arma contra o policial."

O desgaste do PT inviabilizou o partido



Editorial do Estadão mostra (http://opiniao.estadao.com.br/noticia...) o ex-presidente Lula caminhou para a esquerda e quer se descolar da imagem negativa de Dilma Rousseff. O desgaste não é só da presidente, mas de todo o partido. A marca PT deu perda total, como no passado aconteceu com a marca PC. Ou o saudoso PDS, estigmatizado como partido da ditadura. Nas eleições do ano que vem veremos o eleitorado varrer esse partido do mapa político.

Prezados Mário Kozel e Therezinha Lana Kozel

Por  Aileda de Mattos Oliveira


Impossível termos palavras alentadoras, quando se mantêm a impunidade dos cínicos e a inação de um povo que os torna mais canalhas. Temos, apenas, parcelas de indignados.

Vejamos as instituições: destroçadas pela avidez da esquerda, na rapina do último centavo do contribuinte. É a mesma esquerda que, há quarenta e sete anos, numa violenta ação de ódio, privou um jovem do convívio familiar e deixou uma família enlutada. Às futuras gerações, fica o legado do atraso, registro do ciclo histórico, quando essas abomináveis criaturas colaram-se ao poder.

Por elas que, com selvageria, destruíram lares e hoje gozam dos benefícios do cargo, passamos a compreender o porquê de as leis serem intencionalmente elaboradas sem a integridade de seus conteúdos, a fim de, pelas lacunas, os legisladores, governo e apadrinhados poderem safar-se do dolo e ficar a salvo da punição.

O Brasil é o celeiro da inveja, da corrupção, pela ausência de formação moral de nocivas criaturas que mergulharam parte do povo na escravidão do assistencialismo, e em razão da troca de favores entre privilegiados, extinguiram a meritocracia.

Tornaram a impunidade a maneira brasileiríssima de defender direitos humanos e de ‘fazer justiça’ aos meliantes. Tornaram a incoerência a forma de raciocínio, zombando da vida inteligente que resiste aos escombros da estupidez.

Essas são as marcas patológicas da esquerda, inculta, projetadas na mente da massa imatura para a impregnarem de seus não valores.

Características alimentadas pela imprensa, até aquela que se diz sadia, por achar-se imparcial. Engano. Imparcialidade jornalística é algo impossível de resistir num país destroçado pelo comércio de negócios escusos, centralizado no próprio antro governamental.

A VEJA (13/5/2015, p. 48), na reportagem “A porta é estreita”, criticou a indicação de Fachin, considerado “animal exótico” (p. 49), e expôs as “questões vitais” (p. 51) do escolhido pela presidente Dilma, a mesma que, ao tempo da violenta guerrilha urbana, encoberta por codinomes, foi protagonista de várias ações terroristas.

Pela vida pregressa da madrinha, sabíamos, de antemão, o caráter do afilhado.

A reportagem mostrou o perfil de Fachin como inadequado a um STF, mas afirmou que o governo Médici “foi o mais duro do regime militar, com flagrantes desrespeitos aos direitos humanos” (p. 51).

Que contradição! Faz oposição à escolha de Fachin, pelo prenúncio da desordem na jurisprudência, porém, oculta as intenções de Dilma (ainda permanecentes nela) de destruição das leis constitucionais, quando, ainda, fora da lei.

O que fazer naquela época? Entregar o Estado às facções armadas, constituídas pelas mesmas criaturas, que hoje, destroem as instituições exemplares do país e escolhem Fachin para o Supremo, ou manter o Estado íntegro e desintegrar as facções?

A acusação injusta a um governo que livrou a nação de mais desatinos dessa mulher e camaradas, já inserida entre os responsáveis pelo assassinato do jovem Mário Kozel Filho, sentinela no Quartel-General do II Exército, em 26 junho de 1968, mostra a instabilidade crítica da reportagem.

Por isso, caros Sr. e Sr.ª Mário Kozel, para gente de tal quilate, que tem contas a ajustar com a justiça, não desejamos punição pelas jocosas leis brasileiras, mas pela infalível ação bumerangue. Quem faz, paga! É só esperar!




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A Prof.ª Dr.ª Aileda de Mattos Oliveira é Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa.

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