quarta-feira, 20 de maio de 2015

Reunião na CÂMARA discutirá salário dos militares


Depois de seguidos abaixo assinados, manifestações em Copacabana e pesquisas apurando a verdadeira situação salarial dos militares das Forças Armadas, a Comissão de Segurança Nacional realizará nessa quarta uma audiência pública questionando o Ministério da Defesa sobre a questão salarial dos Militares das Forças Armadas e outros assuntos ligados à segurança nacional.

Membros da família militar, como Kelma Costa, que tem estado na linha de frente desse combate pela restauração da dignidade estarão presentes.

Veja AQUI a pesquisa recente sobre o ENDIVIDAMENTO dos militares.


Veja a convocação. link

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Fachin: oposição e governo contam com voto da traição



Governo de Dilma Rousseff sente frio na espinha e aguarda com apreensão a sessão no Senado que votará a indicação de Fachin para o STF. Os articuladores do Planalto estão mobilizados e sabem que, se houver vitória, ela não será fácil. Mas o voto é secreto e a força de Renan Calheiros, que trabalha para derrotar o indicado de Dilma, é inegável. Acompanhe os bastidores dessa dessa queda de braço com Joice Hasselmann.

Senadores ouvem Jaques Wagner sobre política de defesa na quinta


Foi remarcada para quinta-feira (21) a audiência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) com o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Inicialmente esta reunião estava prevista para ocorrer no mês passado, mas foi adiada.

A reunião cumpre um requerimento de Ricardo Ferraço (PMDB-ES). Ele lembra que o próprio Regimento do Senado prevê a realização de encontros anuais tanto com o ministro da Defesa quanto com o ministro das Relações Exteriores.

Ferraço questiona como o país está se preparando para as Olimpíadas.

— Nenhum país que sedie tal evento pode pensar na hipótese de “baixar a guarda” e reduzir os contingentes policial e militar. Quais são as ações que estão sendo tomadas para garantir o mais alto nível de segurança? — pergunta.

O senador também se preocupa com a crescente parceria no campo militar que a China vem estabelecendo com importantes parceiros brasileiros do Mercosul, como Argentina e Venezuela.

— A Argentina deve adquirir este ano centenas de blindados chineses. Recentemente a Infantaria naval da Venezuela também adquiriu o mesmo blindado. Como o ministro da Defesa vê tais acordos? — questiona.

O senador ainda lembra que a modernização das Forças Armadas continua sendo um grande desafio para o Brasil, agravado neste momento de crise. Por isso, afirma ele, é importante o ministro esclarecer a população sobre quais projetos na área deverão ser contingenciados.

O debate também envolverá a instalação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que estava previsto para o início deste ano, mas foi adiado. O Sisfron tem o objetivo de combater em toda a área fronteiriça a ação do crime organizado, como tráfico de drogas, armas e outros.

Também está prevista para quinta-feira a análise das indicações dos diplomatas Marcos Raposo para embaixador brasileiro no Peru, e de Carlos Lazary para exercer o mesmo cargo no Equador.


COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR
Portal e-Cidadania:
www.senado.gov.br/ecidadania
Alô Senado (0800-612211) 

PSDB está virando uma vergonha


Cerveró desviou US$ 40 milhões em compra de navios, diz MP


Nestor Cerveró durante a CPI da Petrobras na sede da Justiça Federal em Curitiba (PR) - 11/05/2015
Nestor Cerveró durante depoimento à CPI da Petrobras, 
na sede da Justiça Federal em Curitiba (PR) 
(Rodolfo Buhrer/Reuters)
Auditoria aponta que Cerveró desviou US$ 40 mi

Diretoria Internacional da Petrobras utilizou projeções irreais para justificar a compra de navios-sonda, com valores superestimados

Auditoria encaminhada ao Ministério Público aponta uma série de irregularidades cometidas na compra de navios-sonda pela Petrobras e indica que o então diretor da Área Internacional Nestor Cerveró atuou diretamente para fechar contratos desnecessários à empresa e que, ao final, tiveram preços superestimados sem explicação. Cerveró e o empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano e apontado como o operador do PMDB no petrolão, são réus por corrupção, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro internacional. Segundo os investigadores, ele atuou na compra de navios-sonda e na captação de propina de empresários.

De acordo com a acusação, Cerveró participou da contratação, baseada em dados frágeis, de navios-sonda da Samsung Heavy Industries. Em uma primeira etapa, recebeu 15 milhões de dólares em dinheiro sujo a partir da mediação de Fernando Baiano e recomendou à Diretoria Executiva da estatal a contratação da empresa sul-coreana por 586 milhões de dólares. Na transação para a compra do segundo navio-sonda, Nestor Cerveró teria recebido mais 25 milhões de dólares para que a Samsung conseguisse o contrato ao custo de 616 milhões de dólares.

A auditoria interna da Petrobras analisou a compra dos dois navios-sonda adquiridos da Samsung Heavy Industries, o Petrobras 10000 e o Vitoria 10000, além do navio Titanium Explorer 1. Em documento assinado pelo gerente de Auditoria de Exploração e Produção, Paulo Rangel, a contratação das duas plataformas da Samsung foi justificada por "premissas otimistas" que utilizavam um cenário de difícil execução. Ao tentar justificar a necessidade de compra dos navios-sonda, a diretoria Internacional utilizou projeções irreais: a perspectiva de quatro novos blocos por ano, com dois prospectos e 30% de chance de sucesso, além de um poço com 30% de chance de comercialidade e do desenvolvimento de 32 poços por campo. "Com essa visão, estimou-se a necessidade de pelo menos duas sondas nos cinco anos seguintes e de pelo menos seis em dez anos, sem base técnica, mas passando a ideia de perda de oportunidade", conclui a auditoria.

"As condições comerciais iniciais para construção do navio-sonda com a Samsung foram negociadas diretamente pelo Diretor da Área Internacional. Além disso, não foram encontrados registros em atas da evolução das negociações que resultaram no contrato celebrado para a construção do navio-sonda Petrobras 10000. Outro fato que chama a atenção é a ausência de designação de comissões de negociação", afirmam os auditores ao relatarem a atuação de Cerveró.

As mesmas projeções irreais sobre a atuação da Petrobras em perfuração em águas profundas foram replicadas como argumento para justificar a compra do segundo navio-sonda da Samsung Heavy Industries, transação que, de acordo com o MP, foi consolidada após o pagamento de propina a Nestor Cerveró. E mais: o mesmo estudo, com as projeções otimistas, serviu como escopo para a negociação e contratação, "sem competição" de um terceiro navio-sonda, o DS-5. A auditoria conclui que o DS-5 e o navio-sonda Titanium Explorer foram contratados "sem necessidade".

"O recebimento de propostas, as negociações e assinatura de memorandos de entendimento foram realizados sem prévia autorização da Diretoria Executiva, revelando a elevada autonomia detida pela área Internacional", criticam os auditores. "A boa prática de realizar processos competitivos para a seleção de propostas não foi seguida. Os registros das rodadas de negociação e dos respectivos responsáveis foram escassos", completa o documento enviado nesta segunda-feira ao Ministério Público.

Ao longo da transação, lobistas como Julio Camargo e Fernando Baiano visitaram frequentemente Nestor Cerveró - Baiano visitou o então diretor da Petrobras 72 vezes entre fevereiro de 2004 e janeiro de 2008. Entre junho de 2005 e janeiro de 2008, Julio Camargo foi recebido por Cerveró 18 vezes. Camargo fez um acordo de delação premiada e disse ter sido responsável por pagar propina de 40 milhões de dólares para Baiano repassar a Cerveró. O delator depois fez uma retificação na Justiça e informou 30 milhões de dólares como o valor final da propina.


Os auditores da Petrobras mapearam ainda atuação da empresa Schahin Óleo e Gás na transação envolvendo os navios-sonda e indicaram ter havido direcionamento irregular na indicação da empresa para ser a operadora do Vitoria 10000. Ao longo do tempo, "a Schahin deixou de honrar os pagamentos do leasing, vindo a solicitar e receber bônus por performance antecipadamente no contrato de serviços de perfuração para liquidar suas obrigações". No último mês o grupo Schahin protocolou pedido de recuperação judicial. Empreiteiras citadas na Operação Lava Jato, como a Galvão Engenharia e a OAS, também já recorreram à Justiça para evitar a falência.

FACHIN - A arma do PT para se livrar de condenações, modificar leis e ferrar você



"NADA do que o sr. Fachin disse HOJE tem a mínima importância. Só importa o que ele disse e fez ANTES, pois será exatamente isso o que ele fará DEPOIS." 
Olavo de Carvalho

Lula mente ao negar interesse pelo poder e monta equipe para atuar em provável candidatura


lula_372Perna curta – Apesar de ter afirmado por várias vezes que não pensa em concorrer à Presidência da República novamente, o ex-presidente Luiz Inácio da Silva montou um conselho – formado por políticos, sindicalistas e empresários – para estruturar possível candidatura em 2018.

De acordo com o jornal “Folha de S. Paulo”, a equipe, chamada de “grupo para o futuro”, foi montada em 2014 e tem se reunido semanalmente no Instituto Lula. Fazem parte dela assessores da entidade os prefeitos Fernando Haddad (São Paulo) e Luiz Marinho (São Bernardo do Campo), os secretários municipais Alexandre Padilha (Relações Governamentais) e Arthur Henrique (Trabalho), o empresário Josué Gomes, presidente do grupo Coteminas, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente do sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques.

Também participam de algumas reuniões, Nelson Barbosa, Ministro do Planejamento, e Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Ainda segundo a publicação, Lula promove debates com eles sobre desenvolvimento social, estabilidade, direitos humanos e política externa. Procurado pela Folha para comentar sua atuação no time, Arthur Henrique afirmou apenas que “o time de Lula é o Corinthians”.

Lula pode mentir o quanto quiser, até porque a mitomania é uma das suas especialidades, mas o desejo de retornar ao Palácio do Planalto é latente e conhecido. Tanto é assim, que o ex-metalúrgico só embarcou na última hora na campanha pela reeleição de Dilma Rousseff. Um acordo entre ambos dava a Lula o direito de disputar o poder central em 2014, mas Dilma acabou tomando gosto pelo poder e por conta disso se viu obrigada a roer a corda.


Diante da traição, Lula foi forçado a embarcar na campanha da sucessora como forma de manter suas chances de participar da corrida presidencial de 2018 com chance de arrancar a vitória das urnas. Fora isso, o petista precisa manter o poder em suas mãos, pois do contrário o PT acaba no rastro de uma enxurrada de escândalos de corrupção que ainda está por vir.

Qual é o futuro do Brasil?


Professores gaúchos assumem que querem doutrinar ideologicamente mesmo


É um espanto! O advogado Miguel Nagib, criador da ONG Escola Sem Partido, vai fazer uma palestra em Porto Alegre sobre o abuso da liberdade de ensinar por parte dos professores, que muitas vezes mais parecem militantes partidários. O que fazem os professores para reagir? Repudiam a liberdade do palestrante de expor seu ponto de vista e, indiretamente, assumem que querem doutrinar ideologicamente mesmo!

Sim, parece absurdo, e é. Mas foi o que fizeram nessa moção de repúdio aos organizadores do evento. Vejam a nota dos “professores” na íntegra. Volto depois:

Os professores do ensino privado do Rio Grande do Sul, reunidos na assembleia geral do Sinpro/RS, repudiam a iniciativa do Sinepe/RS de promover a palestra “Ideologização nas escolas: o abuso da liberdade de ensinar”, de Miguel Nagib, fundador da ONG Escola sem partido, no Seminário de Diretores a realizar-se no dia 26 de maio, em Porto Alegre.


O repúdio dos professores estende-se ao Projeto de Lei 867/2015 que pretende incluir entre as diretrizes e bases da educação nacional o Programa Escola sem Partido, de autoria do deputado federal Izalci Ferreira (PSDB/DF).



A iniciativa reabre o debate sobre a possibilidade da “neutralidade” da ação educativa desprovida de concepção política. Retirar da educação esse caráter é privá-la de sua essência. O que é a escola senão um espaço essencialmente político com vista à escolarização da população, capacitando-a a ler e escrever, produzir conhecimentos sobre o seu tempo e espaço e estimular sua autonomia de pensamento? 



O cinismo da “escola sem partido” explicita que o “sem partido” é partidário, sim, de uma concepção ideológica evidente: a ideologia liberal conservadora, alheia à agenda dos direitos humanos, avessa aos movimentos sociais, suas reivindicações e a repercussão dessas no mundo da escola.



Os professores reiteram que a escola deve ter o compromisso de construir uma sociedade efetivamente democrática. 



O silêncio que se pretende impor é uma forma brutal de escamotear as desigualdades, injustiças e opressões que estão à vista de toda a sociedade.



Nesse sentido os professores conclamam a comunidade escolar, a sociedade gaúcha e as instituições nacionais comprometidas com a democracia, com a liberdade e o respeito às diferenças a rechaçarem essa iniciativa legislativa e a proliferação desse ideário nas escolas.


Notem a facilidade com a qual esses “professores” abusam de certos conceitos como democracia e liberdade. Para eles, a escola é local de politizar sim, ou seja, de introduzir a agenda partidária e ideológica que abraçam como cidadãos. Isso, segundo eles, é garantir a “autonomia” dos alunos, ou seja, eles devem ser expostos a todo tipo de bandeira “progressista” em nome da democracia.

E para provar como são plurais, o que fazem? Tentam calar o contraditório! Querem impedir a manifestação de quem discorda deles. Escrevem uma moção de repúdio para pressionar a entidade a cancelar a palestra e nunca mais convidar palestrantes que discordam de sua agenda “social”. É o apreço que demonstram pela liberdade na prática: nulo!

Esses “professores” admitem publicamente que não existe neutralidade possível, nem mesmo como objetivo nobre. Para eles, querer ser neutro e deixar o partido ou a ideologia de fora das salas de aula já é algo de conservador ou liberal. Logo, como todos possuem algum viés, então vamos logo escancarar e enfiar ideologia goela abaixo dos alunos indefesos!

Claro, nem toda ideologia, pois quando um liberal ou conservador aparece para defender a neutralidade como meta, é logo rechaçado com uma moção de repúdio. Deve se calar, e deixar o ambiente livre para os “democratas” que defendem o MST ou a ditadura cubana. Entenderam?

É tudo muito bizarro. E são “professores” assim que estão destruindo nossas crianças, incutindo nelas slogans marxistas, vendendo bandeiras ideológicas e partidárias como soluções mágicas e subvertendo valores e conceitos, como democracia e liberdade. Precisamos combater esses militantes disfarçados de professores o quanto antes. Essa é a luta para salvar nosso país das garras desses socialistas.


Tanto que será o tema do meu próximo livro, que vai contar justamente com a parceria de Miguel Nagib. Não vamos aceitar calados essa tentativa de se transformar as escolas e universidades em braços partidários de gente sem escrúpulos, que enxerga os alunos como massa de manobra para seus anseios utópicos e arrogantes de “reconstruir a sociedade”.

O pior de DILMA não está no dolo !!!


O papa está errado sobre a pena capital


O Papa Francisco, como seus antecessores nesse cargo, está dando declarações amplas acerca de questões políticas e morais sobre temas recentemente, desde a pena capital até à catastrófica mudança climática provocada pelo homem.

Do que consigo deduzir sobre as ideias dele acerca desses assuntos, os sentimentos dele são fortes, há pouca ambiguidade em suas convicções, mas não existe quase nenhum argumento intelectual ou moral oferecido para apoiar suas opiniões.

Vamos pegar a questão da pena capital, por exemplo.

Ele disse recentemente que não há mais justificativa para a pena de morte no mundo hoje. Ele a chamou de “inadmissível, independente da gravidade do crime.” Mas o papa vai mais longe nisso. Ele também caracterizou sentenças de prisão perpétua como “pena de morte disfarçada” e confinamento solitário como uma “forma de tortura,” dizendo que deveriam ser abolidos.

Os comentários dele levantam várias questões para o público considerar antes de responder automaticamente ao apelo emocional de tais declarações: 
  • O que exatamente deveríamos fazer com pessoas que comentem crimes hediondos, tais como assassinato em massa de inocentes, inclusive crianças e indefesos idosos e enfermos?
  • Qual é o castigo apropriado para atos de genocídio?
  • Já que o papa tem tal ódio da “tortura,” o que ele sugeriria como sentença apropriada para alguém que estupra crianças e as mata para evitar a descoberta de seus crimes?
  • E, por último, de que fonte o papa obtém suas convicções morais acerca de tais assuntos, considerando que a Bíblia claramente aprova a pena de morte por assassinato?

É fácil fazer condenações amplas da pena de morte como um líder religioso para ganhar louvores de milhões como um moralista. É como se declarar a favor da paz mundial. O problema surge quando consideramos as alternativas — uma das quais, prisão perpétua, o papa chama de imoral.

Posso, de forma humilde e respeitosa, sugerir que deveríamos esperar um pouco mais do papa do que declarações de banalidades morais? Afinal, vivemos num mundo caído, conforme presumo que o papa reconhece. Não existe justiça perfeita neste planeta. Mas Deus, na Bíblia, nos ofereceu algumas normas práticas, e até mandamentos, sobre como o homem deve se governar em nossa condição caída. Francamente, vejo pouca conexão entre o que o papa sugere e o que Deus ordena.

Acima de tudo, a pena de morte está na Bíblia. Não sei sobre você, mas obtenho minhas ideias sobre certo e errado da Bíblia.

Desafio qualquer um a ler a Bíblia inteira e me dizer que Deus não aprova a pena capital. Aliás, Deus não a reserva exclusivamente para o crime de assassinato. E Ele não só a aprova, mas também a prescreve.

Eu sugiro para você que o motivo por que Deus a prescreve é que Ele valoriza muito a vida. A ironia, é claro, é que os inimigos da pena de morte acreditam que estão valorizando a vida ao se opor à pena de morte. Mas isso é apenas mais evidência do que a Bíblia se refere frequentemente como o homem sendo “sábio aos seus próprios olhos.”

A própria razão por que a pena capital é moralmente certa é que coloca tal valor elevado na vida humana inocente. É a expressão máxima de que valorizamos a vida em grau muito elevado. Seu objetivo é desestimular os que poderiam considerar tirar uma vida. E, não existe dúvida em minha mente de que se a usássemos com mais frequência e com mais certeza em casos de assassinato, serviria como um desestímulo formidável.

Ela representa bom senso. Mas num mundo que cada vez mais aceita a pena de morte no útero para a vida humana mais inocente — os bebês em gestação — e denuncia a pena de morte para os que cometem os crimes mais bárbaros contra os inocentes, é evidente que estamos nos afastando do jeito de Deus de fazer as coisas.

Fazer justiça contra crimes hediondos é uma das razões por que Deus institui o governo. Como sempre, muitos no governo querem abdicar de sua responsabilidade de cumprir os poucos deveres pelos quais o governo é útil, como defender a nação, controlar as fronteiras, controlar a moeda e fazer justiça para os que se tornaram vítimas.

Penso sobre esse último dever — fazer justiça para os que se tornaram vítimas. Você consegue imaginar o que acontece quando o governo abdica de sua responsabilidade de executar justiça para as vítimas e suas famílias? Leva à justiça pelas próprias mãos e um ciclo de violência, amargura, desamparo e desespero.

Executar assassinos devidamente condenados não é só um papel legítimo do governo. É um dever.

Os fundadores dos Estados Unidos compreendiam isso. Eles fiscalizaram sua implementação. Não havia nenhum pensamento em qualquer um deles de que isso foi “castigo cruel e fora do normal,” como alguns revisionistas buscam sugerir.

É claro que se mais restrições na pena capital acontecerem nos EUA, não virão por meio da expressão da vontade do povo — por ação popular ou mesmo legislativa. Virão por meio de decreto judicial — como tantas outras ideias impopulares que têm sido forçadas goela abaixo do público americano.

Este é o mundo em que vivemos hoje — onde preto é branco, para cima é para baixo, esquerda é direita e certo é errado.

Então, de onde é que o papa obtém suas convicções morais sobre a pena de morte? Ele não tem a obrigação de oferecer aos seus seguidores e não seguidores igualmente algo mais do que sua opinião pessoal? E se não é nada mais do que sua opinião pessoal, ele não deveria deixar isso claro?

Mais ao caso, será que o papa está sugerindo que ele é mais sábio do que Deus? Ou ele está sugerindo que Deus mudou de ideia acerca da pena capital?

Tradução: Julio Severo do artigo original do WorldNetDaily: Pope wrong about capital punishment





#FachinNão - Fidelidade Canina?


terça-feira, 19 de maio de 2015

O CUSTO PT: Aumento de Impostos


Perguntas sobre a cúpula narco-terrorista em Cuba

Por Eduardo Mackenzie

O atual chefe de Estado é acusado de ter atentado contra a segurança pública, de encobrimento, abuso de autoridade e traição à pátria.

Por que o presidente Juan Manuel Santos não quis dar a data nem os detalhes do insólito encontro em Cuba dos máximos chefes das FARC e do ELN? Por que Santos esconde sobretudo a data em que ele autorizou pessoalmente esse encontro clandestino?

Realizado, ao que parece, segundo uma rádio de Bogotá, entre 23 e 27 de abril passado, esse “encontro” permitiu a Rodrigo Londoño Echeverri, cognome “Timochenko”, das FARC, conversar não se sabe sobre o quê com Nicolás Briceño Bautista, cognome “Gabino”, do ELN.

Não é a primeira vez que chefes desse bandos armados comunistas se reúnem clandestinamente em Cuba. É, por outro lado, a primeira vez que um chefe de Estado colombiano patrocina e acoberta tal tipo de reunião em um país estrangeiro e sem dizer, desde o começo, ao país.

Essa reunião de uma semana entre os chefes do narco-terrorismo, a qual estava destinada a ser secreta, quer dizer, de costas para a Colômbia, para o Parlamento, o Ministério Público, a imprensa - embora os resultados da mesma afetarão os interesses da Colômbia -, é sem dúvida alguma uma má notícia para a segurança e a tranqüilidade do país. É sobretudo um péssimo precedente. Que outros atos desse tipo Santos escondeu do país? A escassa credibilidade do governo sai deste assunto pior do que antes.

Se Santos viu-se obrigado a admitir que essa reunião havia ocorrido, e que ele havia autorizado, é porque a notícia, sob a forma de um rumor fundamentado, havia escapado ao controle dos serviços de Santos.

O que falta estabelecer é o alcance da responsabilidade do presidente colombiano nos atos de guerra que se dispararam na Colômbia antes, durante e depois do encontro em Cuba, dessas duas chefaturas terroristas.

A autorização desse encontro foi dada antes de 14 de abril de 2015, dia da emboscada na qual as FARC mataram 11 militares em Timba, Cauca?

Se é verdade que Santos autorizou esse encontro, essa autorização deve constar em um texto oficial da presidência pois Santos sugere que tal autorização foi um ato de governo e não uma medida clandestina e caprichosa dele. Santos diz que com tal “ordem” pretendia “conseguir avanços na busca do fim do conflito”. Por que ele não mostra esse documento ao país? O que esse documento contém que a imprensa não pode vê-lo? Esse documento deve repousar em algum gabinete do Palácio de Nariño. O que as famosas “unidades investigativas” da imprensa esperam para pedir uma cópia?

Essa autorização presidencial ocorreu antes da ofensiva do ELN em convergência com as FARC, contra as forças militares colombianas, a qual deixou uma dúzia de mortos e feridos em Boyacá, Caquetá, Cauca e Meta. Ocorreu antes da explosão da mina anti-pessoa e da aterradora explosão em uma escola do Norte de Santander em 9 de maio.

Santos violou a Constituição e a lei com essa extravagante autorização? Com essa autorização, Santos facilitou de fato a realização de uma reunião na qual os chefes terroristas tomaram decisões para aperfeiçoar a coordenação de ações bélicas deles contra o Estado e a sociedade colombiana?

É interessante ver a reação do Promotor Montealegre. Correu para dizer aos meios de comunicação que o chefe de Estado é “competente” para dar esse tipo de ordens e que Santos não violou nem a Constituição nem a lei. O que o Promotor diz é palavra divina? Ele não está se apressando e dando um aval preventivo para que a questão da legalidade e constitucionalidade desse ato secreto de Santos não seja examinado pelos juristas, magistrados e parlamentares do país?

Santos disfarça o sentido de suas decisões. Apresenta-as como “atos que procuram a paz”. Pretende que a autorização da reunião dos chefes terroristas foi um ato para “conseguir avanços na busca do fim do conflito”.

O resultado foi o oposto: a ratificação do ELN de que não deixará as armas embora abra negociações de paz com o governo e, por outro lado, houve intensificação da guerra, agravação dos ataques, e aumento dos mortos e feridos da população civil e da força pública. Só no estranho mundo de Subuso isso é “buscar a paz”.

Com as decisões em cascata que Santos está tomando a respeito dos narco-terroristas, as quais terminam de fato não em gestos de paz, senão em uma melhora das condições da ofensiva militar e política deles contra a Colômbia, Santos está jogando com grande brutalidade e cinismo. Ele acredita que ser presidente da República o autoriza a fazer tudo e seu contrário. Acredita que o imuniza contra as contas que lhe pedirão um dia as vítimas de suas decisões. Acredita que com o respaldo do Promotor Geral pode pôr de molho as instituições do país.

Existe, entretanto, uma investigação preliminar contra o presidente Santos ante a Comissão de Acusações da Câmara de Representantes. O advogado Guillermo Rodríguez acusa o atual chefe de Estado de ter atentado contra a segurança pública, de encobrimento, abuso de autoridade e traição à pátria, por haver autorizado duas viagens de Timochenko a Cuba em 2014. O novo escândalo de agora, muito mais grave, por haver patrocinado uma cúpula de chefes terroristas em Cuba, virá a se somar às acusações e argumentos que correm contra ele no gabinete do representante Nicolás Guerrero Montaño.

Como vão as coisas, os parlamentares, de oposição ou não, acabarão por se livrar do controle que Santos trata de exercer sobre eles. Toparão com a montanha de abusos e de crimes que se estão cometendo na Colômbia com o pretexto falacioso de que se está “buscando a paz”, e de que todos devemos suportar sem reclamar as piores injustiças, pois o governo está a ponto de conseguir “o fim do conflito”.


Tradução: Graça Salgueiro


Chantagem STF !


Estão querendo melar a Lava jato


Fachin: senadores sabem ler caráter?



Lauro Jardim, do Radar on-line, fala sobre o balanço da Petrobras divulgado na última sexta-feira. “Foi o pior resultado para um primeiro trimestre obtido pela estatal desde 2007." Augusto Nunes comenta as principais reportagens de VEJA desta semana. Já Geraldo Samor, de VEJA Mercados, fala sobre a melhora no mercado financeiro nas últimas semanas, mas alerta: “infelizmente não está ligada a uma melhora nos fundamentos da economia brasileira”.

O tempo da colheita...

Por Robson Merola de Campos

Tem sido recorrente nos últimos meses os pedidos populares de intervenção militar no Brasil. Basta entrar-se nas redes sociais para se confirmar isso. Nas manifestações de 15/03 e 12/04 foram vistas centenas de faixas e cartazes nas ruas exigindo a “volta” dos militares. Entre as pessoas que pedem a intervenção militar estão homens, mulheres, jovens, idosos, professores, bancários, empresários, profissionais liberais, donas de casa, chefes de família, funcionários das mais diversas categorias e matizes, ricos, pobres, moradores de todas as regiões do Brasil, brancos, negros, pardos, descendentes de europeus, latinos e africanos, enfim, uma miscelânea de pessoas que só poderia ser possível mesmo no Brasil. Curiosamente, apenas uma categoria de brasileiros tem se mantido alheio a tal debate: os próprios militares, especialmente aqueles em serviço ativo. Pelo menos publicamente. Nas casernas, entretanto, o assunto fervilha, como, aliás, no restante do Brasil.

A pergunta que deve ser feita, e sobre a qual devemos refletir é: por que uma parcela significativa da população tem exigido a chamada “intervenção constitucional militar”?

Seria em virtude do fato de que os militares têm hoje no Brasil o maior arsenal bélico? Isso, mesmo se considerarmos o arsenal nas mãos do crime (des)organizado. Sabe-se que o cidadão de bem, para possuir legalmente uma arma em casa, para sua proteção e para proteção de sua família tem que se submeter-se a um calvário longo e sob diversos aspectos até mesmo humilhante. Seria então por isso? Os militares serem o braço armado da população? Nesse caso, se considerarmos apenas a questão das armas à disposição, seria lícito imaginar-se que os cidadãos poderiam também estar clamando pela intervenção das nossas polícias, militar, civil, federal, rodoviária etc. Como tal clamor não existe, podemos então concluir que o fator “poder de fogo” não é, de per si, o motivo do chamamento popular.

Vejamos outro motivo: o Brasil vive e viveu nos últimos doze anos um período em que o ciclo de governantes tem paulatinamente se dedicado a implantar aqui uma cultura voltada à instalação de um socialismo pan-americano que quer, em verdade, tentar salvar conceitos e ideologias há muito ultrapassadas e sepultadas pela história. Como os militares em 1964 impediram que os comunistas dessem um golpe de esquerda no Brasil seria natural voltar-se a eles para pedir que façam o mesmo. Ocorre que o regime atual teve início há mais de doze anos. Seria então de se supor que tal clamor deveria ter começado lá atrás, e não somente agora. Afinal de contas, o Foro de São Paulo foi criado no início dos anos 1990. E antes mesmo da primeira eleição presidencial vencida pelo PT ele já era de conhecimento público. Infelizmente, e isso perdura até hoje, não o é do grande público. A mídia televisiva insiste em ignorar o tema. E aqui abro um parêntese:

(Imagine um programa como o “Fantástico” ou “Globo Repórter” da Rede Globo, ou o “Domingo Espetacular” da Rede Record, ou um “Conexão Repórter” do SBT sobre o tema. No dia seguinte, outros milhões de brasileiros acordariam do torpor em que nos encontramos e passariam a olhar com outros olhos o governo que aí está, entendendo as suas reais finalidades).

Fecho o parêntese. É de se supor, portanto, que esse talvez também não seja o motivo determinante.

Seria então, o motivo do clamor pela volta dos militares os equívocos econômicos da última administração da presidente Dilma Rousseff? Com seu estilo de gerente tomou para si as rédeas da economia e deu no que deu: naufragou e levou junto, para o abismo submarino, o Brasil. Ora, o último governo militar, do Presidente João Batista Figueiredo enfrentou grande turbulência na economia. A crise mundial de 1979 cobrou seu preço aqui no Brasil também, e começamos a conviver com uma inflação galopante, que, nos governos civis seguintes, é bom que se frise, chegou ao patamar de inacreditáveis 1800% ao ano. Entretanto, justiça seja feita, no Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici, a inflação era pequena e em contra partida o crescimento espantoso do Brasil (mais de 10% ao ano) passou a ser chamado de Milagre Brasileiro. Antes que a discussão se instale, esclareço: não creio que sejam os indicadores econômicos a sustentar o clamor pelo retorno dos militares.

Busquemos outros motivos: seria a segurança pública do Brasil daqueles dias? Quando você podia sair nas ruas tranquilamente à noite sem correr o risco de ser assaltado? Ou o fato dos brasileiros daquele tempo terem mais amor à Pátria, quando os desfiles de Sete de Setembro eram motivo de orgulho para aqueles que participavam? Será que se clama pelo retorno dos militares devido à censura daqueles anos? Sim senhor, amigo leitor, censura, pois naquela época não se via tanta obscenidade nas novelas, nem em propagandas... Nessa mesma linha de raciocínio podemos também citar o fato de que naquela época havia respeito quase místico à figura da autoridade, tanto a paterna e familiar, quanto de professores, chefes etc. Era impensável um aluno responder um professor. Dar-lhe um soco ou quebrar-lhe o nariz era inimaginável... E ainda, porque naqueles dias, bandido ia para a cadeia e lá permanecia, sem as tantas benesses hoje existentes...?

Se formos aqui continuarmos a elaborar os motivos – e as comparações – pelos quais uma parcela significativa da população quer o retorno dos militares faríamos uma lista sem fim. E tal lista acabaria por cometer injustiças. Tanto a favor como contra tais argumentos.

Mas em verdade, na minha íntima convicção, creio que existe um denominador em comum entre todos aqueles que querem a chamada “intervenção constitucional militar”. É que o brasileiro dos dias atuais se cansou de ver a forma como o Brasil, e ele mesmo, cidadão, está sendo tratado. Cansou-se do descaso e da mentira. Cansou-se da corrupção e de ver que quem ocupa o Planalto pensa que ele é bobo. Cansou-se do desmando e do marketing eleitoral. Cansou-se dos crimes de lesa pátria. Cansou-se de perceber que o seu grito, perante as instituições, está ecoando no vazio. Exemplifico com um único argumento: a alta cúpula dos senadores do PSDB preferiu participar de uma festa em homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em Nova Iorque do que ralar durante mais de oito horas em uma comissão do Senado que sabatinou Luiz Edson Fachin. Nem vou aqui discutir o mérito de FHC receber tal homenagem. Mas, vou lembrar que um comandante não deixa o campo de uma batalha importante para confraternizar em um país estrangeiro. Primeiro o trabalho, ou a obrigação; depois o lazer.

Cansado de tanta coisa errada o brasileiro se volta naturalmente para a instituição que é um baluarte de confiança: as Forças Armadas, sabendo que ali encontrará um porto seguro. Nem um único dos Presidentes militares enriqueceu na função, antes, ou depois dela. Todos são exemplos de probidade. As Forças Armadas, e seus integrantes, tem sido alvo de uma constante, cruel, aniquiladora campanha difamatória nos últimos anos. Por muito menos do que isso já vi homicídios acontecerem. E como reagem seus integrantes? Calados, como manda a hierarquia e a disciplina dos bons soldados profissionais. Alguns, após deixarem o serviço ativo, passam a expressar a sua opinião. E quando surgem as críticas, elas nem sequer de longe se assemelham ao caudal de insultos que recebem. E justamente por isso, tem sido agora alvo de impropérios também por parte dos chamados “intervencionistas” que não entendem porque os militares não atendem ao seu apelo e põem logo para correr quem está surrupiando as riquezas da nação.

Fato é que quando a população pede a intervenção militar o faz porque compara em termos éticos e morais o que foram os governos dos cinco presidentes militares e o que é o atual ciclo de governo petista. Veem o óbvio: naquela época, quem governava o Brasil se importava com o país. Preocupava-se com o nosso futuro. Houve falhas? Claro que sim. Seres humanos acertam e erram. Faz parte da nossa natureza. Mas, além dos erros estava o sincero desejo de acertar pelo bem comum. E um amor sincero e imorredouro pelo Brasil. Nossa Pátria. Não, a “pátria grande” pregada por quem hoje ocupa transitoriamente os corredores do Planalto. Hoje, o único desejo dos atuais governantes é o de se perpetuar no poder. Aparelhar o Estado. E ao contrário de Robin Hood, tiram dos pobres e servem aos ricos, eles mesmos (vide o ajuste fiscal sendo aprovado no Congresso através da mercantilização de cargos no governo). Para isso, fazem acordos espúrios, negociam mamatas, inventam esquemas, reinventam a corrupção.

Quem hoje ocupa o poder e mesmo uma parcela da população está se esquecendo de um detalhe ao não entender o aparente alheamento dos integrantes das Forças Armadas: o militar profissional é antes de tudo um cidadão brasileiro. E como cidadão acompanha par e passo o que ocorre no seu país. Sente-se constrangido quando vê um ex-presidente (que já foi seu comandante em chefe) ameaçar a população com uma guerra civil com um exército formado por milicianos. Entristece-se quando percebe que sua nobre profissão de defender a pátria lhe reduziu a um papel de polícia, mas, ciente de seu dever, obedece e vai apaziguar com sua autoridade o morro de onde o marginal expulsou a polícia. O militar, da ativa e da reserva – remunerada ou não – está ciente de seu dever e de seu solene juramento, de oferecer o supremo sacrifício da própria vida. Reza contrito pela paz, pois sabe das agruras da guerra. E sabe porque atualmente está em Angola, Haiti, Costa do Marfim, Libéria, Colômbia, Saara Ocidental, Congo, Sudão do Sul, Sudão, Líbano e Chipre com mais de 1700 soldados e oficiais das três Forças – Exército, Marinha e Aeronáutica. E mais de 27 mil homens já participaram de 30 missões de paz da ONU no exterior em locais conturbados por guerras e catástrofes. O militar ouve o clamor popular. Mas, percebe, que sua hora ainda não chegou. Ainda não se esgotaram todas as alternativas democráticas. Mas, vigilante e consciente de sua missão, aguarda o comando. E, no momento certo, saberá seguir o exemplo de três anônimos heróis brasileiros, os soldados Arlindo Lúcio da Silva, Geraldo Rodrigues e Geraldo Baeta, que durante uma das mais sangrentas batalhas que a Força Expedicionária Brasileira participou na sua vitoriosa campanha na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, mesmo isolados e sem contato com sua tropa, não se entregaram, atentos ao juramento de sangue que um dia fizeram e demonstram tamanha coragem no campo de batalha que foram homenageados pelo próprio inimigo alemão, que parou de guerrear por alguns momentos e enterrou os três soldados brasileiros, escrevendo sobre a tosca cruz de madeira a inscrição: “DREI BRASILIANISCHE HELDEN” (TRÊS HERÓIS BRASILEIROS).

Os heróis são assim mesmo: pessoas comuns, muitas vezes anônimos, mas quando chamados ao dever, no tempo certo, transformam-se e lutam ferozmente para defender aquilo em que acreditam.

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar”. Eclesiastes 3:1-3





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Robson Merola de Campos é advogado.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Devolução de Medalha



Deputado João Leite devolve Medalha da Inconfidência, recebida em 1997, por ter sido entregue a fundador do MST, em 2015.

O Socialismo do Lago Ness



O monstro do Lago Ness é um "críptido" -- algo que existe em rumores mas sem prova concreta. O Socialismo Utópico dos esquerdistas é igualmente um críptido. Neste vídeo do Firewall, programa apresentado pelo Bill Whittle, ele mostra por que Bom Socialismo, como o monstro do Lago Ness, é uma criatura gigante e que respira ar, mas que (convenientemente) NUNCA VEM A TONA RESPIRAR.