Por Jornal da Band
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Senador nota 10 afirma: "pedaladas fiscais são atos de perversidade"
Por VEJA.com
Eduardo Amorim (PSC-SE) foi eleito o melhor parlamentar pelo
Ranking de Parlamentares de VEJA realizado com a colaboração do Instituto de
Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. O
senador, defende a transparência nos gastos públicos e a universalização do
ensino em tempo integral. Amorim também afirma que "atos do Congresso
devem ser fiscalizados".
terça-feira, 21 de abril de 2015
FHC apadrinha o PT
Por Nivaldo Cordeiro
A posição de Fernando Henrique Cardoso contra o imediato
impeachment de Dilma Rousseff não é racionalmente compreensível, porque o
ex-presidente o faz por sentimentos irracionais. FHC sempre apadrinhou e
defendeu o PT e disse com todas as letras que se orgulhava de passar o poder a
um ex-operário, ignorando as más intenções e a incompetência manifesta pelo PT,
por onde passou no poder.
A posição de FHC é insustentável. Ele será atropelado pelos
fatos políticos. O PT é como um Titanic avariado pelo iceberg. Seu afundamento
não tem volta, nem com o Padrinho FHC fazendo força para resgatá-lo. Aliás, se
tentar salvar o PT das águas geladas do impeachment FHC pode se suicidar e
levar consigo o PSDB, que não consegue fazer oposição porque o ex-presidente
não permite.
Como Otto Lara Resende no livro A Testemunha Silenciosa, o
povo brasileiro descobriu que o diabo se esconde no meio do redemoinho. Está
nas ruas, em toda parte. O que Guimarães Rosa já sabia. Haverá choro e ranger
de dentes.
Bolsonaro x Editorial do GLOBO: ainda o tema do desarmamento
Nenhuma dessas armas era de bandidos…
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Sou um admirador dos editoriais do jornal O GLOBO, que têm
atacado cada vez mais o lulopetismo e batido nos pontos certos contra o
populismo bolivariano na América Latina. Mas, como muitos pensadores da
social-democracia, os editoriais pecam, em minha opinião, quando o assunto é Obama,
direitos de “minorias” ou desarmamento. Este último foi o tema de hoje, tendo
como contraponto um excelente artigo do deputado Jair Bolsonaro. O
“progressismo” do jornal ainda é evidente, e isso o afasta do bom senso (e dos
fatos) nesses casos.
O editorial repete o mantra da esquerda de que certo apreço
pela violência estaria por trás dos motivos daqueles que condenam o
desarmamento civil, o que é uma grande besteira e uma desnecessária tentativa
de se monopolizar as virtudes e os fins nobres (viver com menos violência).
Também cita a queda imediata de indicadores de violência após o Estatuto do
Desarmamento, ignorando que logo depois eles voltaram a piorar, como mostram os
autores Bene Barbosa e Flavio Quintela em seu novo livro já resenhado aqui.
O artigo de Jair Bolsonaro, porém, derruba essas falácias do
editorial e resgata a lógica na questão: quanto mais os bandidos sentirem que
suas potenciais vítimas estarão indefesas e que suas penas serão brandas caso
sejam presos, mais crimes irão praticar, e cada vez com mais violência. Adotar
uma visão de que o editorial quer a paz e o deputado é um “ser beligerante” é
fazer o jogo da esquerda desonesta, é trocar a razão por rótulos vazios. O que
importa aqui são os argumentos lógicos e os fatos, e ambos estão do lado de
Bolsonaro, que também não ignora o aspecto dos direitos básicos do cidadão:
Em nome da legítima defesa, a arma de fogo é um direito de
todo cidadão. Quanto mais se restringe sua venda legal, mais aumenta a
quantidade e a forma cruel dos crimes.
[...]
A política de direitos humanos, ao vender uma perfeição
hipotética, na prática anestesia a população, inibindo-a de reagir a injustas
agressões. Uma verdadeira lavagem cerebral faz o povo aderir à “cultura da
paz”, como se a violência pudesse regredir com passeatas ou cruzes fincadas na
Praia de Copacabana.
Os casos de execução seguidos de furtos se apresentam como
uma nova realidade em nosso dia-a-dia. A certeza de encontrar uma vítima
desarmada e a despreocupação de uma pena branda, que não será cumprida em sua
totalidade, estimula o crescimento desse lucrativo “negócio”.
O atual Estatuto do Desarmamento, ao exigir “comprovada
necessidade” para aquisição de arma, na verdade, pela sua discricionariedade,
veta ao cidadão a sua posse.
[...]
Por ocasião do referendo, em 2005, o governo demonstrou a
farsa do desarmamento quando o relator do Estatuto — deputado Luiz Eduardo
Greenhalgh — se apresentou como advogado do líder do MST, José Rainha, detido
em flagrante portando uma escopeta ilegal. Na prática, ficou caracterizado que
o desarmamento somente seria aplicado aos outros, e não àqueles que levam o
terror ao campo, bem como aos criminosos urbanos que continuam com armamento e
poder de fogo muito superiores ao das nossas polícias.
[...]
Apesar das críticas e da pecha “bancada da bala”, entendemos
que se exauriu a política de que o crime pode ser combatido com medidas que não
sejam capazes de levar o medo ao agressor.
De acordo. Chamar aqueles deputados que representam a
maioria da população brasileira de “bancada da bala” não vai adiantar. Tentar
incutir na cabeça das pessoas a ideia de que ser contra o desarmamento é ser
violento tampouco surtirá efeito. A população sofre no dia a dia os efeitos
práticos dessa fantasia dos desarmamentistas, que recolheu ou proibiu as armas
somente dos cidadãos de bem, subtraindo-lhes o direito básico de legítima
defesa, enquanto os bandidos continuam por aí, livres, leves, soltos e muito
bem armados.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
COMENTANDO O MINISTRO
Embora não nos surpreendam as posições do senhor Jacques
Wagner, face às suas conhecidas crença ideológica e atuação
político-partidária, é preocupante vê-lo à frente das nossas Forças Armadas,
órgão de Estado, apolítico e garantidor da lei e da ordem por princípio
constitucional. Quando uma autoridade fica abaixo do limite da competência e da
postura ética e moral exigidas para o exercício de seu cargo, torna-se muito
difícil fazer com que seus subordinados sujeitem-se às suas orientações.
Durante o maior evento comercial de Armamento, Defesa e
Soberania Aeroespacial Marta Serrat colunista do www.ojornaldoestado.com.br
participa da coletiva de imprensa com o Ministro da Defesa na presença dos tres
comandantes das Forças Armadas e pergunta ao Ministro sobre a atuação do
Movimento dos Trabalhadores Sem Terra(MST) liderado por João Pedro Stédile.
O Partido dos Trabalhadores pretende OCUPAR as RUAS e literalmente PARTIR para a GUERRA. Partido faz uma ameaça a “militares golpistas”
Tivemos acesso à pauta de discussões para a próxima reunião
do Partido dos Trabalhadores, que ocorrerá em junho próximo. A reação do
Partidão, se exitosa, pode acabar de vez com as liberdades e perspectivas de
crescimento que nos restam. Vejam aí, discutindo alguns pontos. Ao final
disponibilizamos o texto completo, que se chama UM PARTIDO PARA TEMPOS DE
GUERRA, da Chapa Virar à Esquerda! Reatar com o Socialismo!.
Em um primeiro momento a liderança petista admite que
fracassou em seu projeto de aparelhar o estado no sentido de não mais permitir
que instituições privadas e a sociedade organizada implementassem qualquer tipo
de oposição eficaz. O PT ao mesmo tempo em que demagogicamente fala em
liberdade, no interior do partido faz o possível para retirar da sociedade
qualquer possibilidade de reação.
Em vermelho texto do Partido dos Trabalhadores.
“não fomos capazes de realizar transformações estruturais,
que retirassem do grande capital o controle sobre as alavancas fundamentais da
economia e da política brasileira… Controlando estas alavancas, a oposição de
direita, o oligopólio da mídia e o grande capital desencadearam uma ofensiva
geral que inclui a desmoralização política e ideológica do petismo, o estímulo
à sabotagem por parte de setores da base aliada, a pressão para que o governo e
setores conservadores, a ameaça permanente de impeachment e a promessa de nos
derrotar eleitoralmente em 2016 e 2018.”
Nota-se, pelo documento que recebemos, que o partido
pretende se denominar “forças trabalhadoras” e controlar as principais
alavancas da economia e da política nacional. O partido também reclama do fato
da direita criminalizar os movimentos
sociais.
Para os Partido dos Trabalhadores taxar de criminosas as
ações de vandalismo do MST e Sem Teto, verdadeiros exércitos à serviço da
esquerda, não passa de uma ação conservadora por parte da direita.
O Partido cada vez mais demonstra que percebe o Brasil por
um prisma extremamente equivocado. Para o PT existe sempre dois lados, eles e
nós. Para eles existe sempre um lado a ser derrotado, e dessa forma haverá
sempre desunião e nunca a unidade de pensamento indispensável para a
reconstrução do nosso país.
O comando do Partido de Lula e Dilma pretende, após o meio
do ano, implementar cinco medidas principais como ações emergenciais para que o
partido não perca as eleições municipais de 2016 e gerais de 2018.
No documento, o partido tece criticas à ação da atual
Presidente. Para o PT Dilma estaria dividindo a esquerda e dessa maneira fica
bem mais fácil o esquema esquerdista ser destruído pela direita.
O partido também deixa claro no texto, que conta com a ajuda
da máquina estatal para derrotar a direita nas próximas eleições.
“A quarta tarefa é alterar a linha do governo. É plenamente
possível derrotar a direita se tivermos para isto a ajuda do governo. É
possível derrotar momentaneamente a direita, até mesmo sem a ajuda do governo.
Mas é impossível impor uma derrota estratégica à direita, se a ação do governo
dividir a esquerda e alimentar a direita.”
“Frente a esta situação, o 5º Congresso do PT deve aprovar
resoluções que permitam ao Partido, ao conjunto de sua militância, executar
cinco tarefas principais.’
Vejam as orientações da diretoria petista:
1 – A primeira tarefa é reocupar as ruas. A oposição de direita
controla parte importante do Judiciário, do Parlamento e do Executivo, em seus
diferentes níveis. Agora está trabalhando intensamente para também controlar as
ruas, utilizando para isto sua militância mais conservadora, convocada pelos
meios de comunicação, mobilizada com recursos empresariais e orientada pelas
técnicas golpistas das chamadas “revoluções coloridas”. Caso a direita ganhe a
batalha de ocupação das ruas, não haverá espaço nem tempo para uma
contra-ofensiva por parte da esquerda. Assim, a primeira tarefa de cada petista
deve ser apoiar, participar, mobilizar e ajudar a organizar as manifestações
programadas pelos movimentos e organizações das classes trabalhadoras.
2 – A segunda tarefa é construir uma Frente Democrática e
Popular. Há várias iniciativas em curso, algumas delas sem o PT e até mesmo
contra o PT. Nosso Partido deve procurar as forças que elegeram Dilma no
segundo turno presidencial e que defendem as reformas estruturais, propondo a
elas que se constitua uma frente popular em defesa da democracia e das
reformas. O programa mínimo desta Frente Democrática e Popular deve incluir a
revogação das medidas de ajuste recessivo…
3 – A terceira tarefa é mudar nossa estratégia. Se queremos
melhorar a vida do povo, se queremos ampliar a democracia, se queremos afirmar
a soberania nacional, se queremos integrar a América Latina, se queremos
quebrar a espinha dorsal da corrupção, é preciso realizar reformas estruturais
no Brasil, que permitam à classe trabalhadora controlar as principais alavancas
da economia e da política nacional.
4 – A quarta tarefa é alterar a linha do governo. É
plenamente possível derrotar a direita se tivermos para isto a ajuda do
governo. É possível derrotar momentaneamente a direita, até mesmo sem a ajuda
do governo. Mas é impossível impor uma derrota estratégica à direita, se a ação
do governo dividir a esquerda e alimentar a direita.
5 – A quinta tarefa é mudar o próprio PT. O Partido que
temos não está à altura dos tempos em que vivemos. Das direções até as bases, é
preciso realizar transformações profundas. Precisamos de um partido para tempos
de guerra.
É também neste contexto que deve ser analisada a mobilização
de massas do dia 15 de março. Não se trata de descontentamento “republicano e
pacífico”, nem da defesa “legítima” do impeachment. A mobilização da direita
visa criminalizar não só o PT e o conjunto dos partidos de esquerda, mas também
a classe trabalhadora nas suas mais diversas expressões, organizações e
movimentos: os sem-terras, os sem-tetos, os sindicatos combativos, os grupos e
entidades populares etc. Não pode ser outra a leitura do ódio presente nos atos
do dia 15 de março, que abriram espaço até mesmo para manifestações ostensivas
da extrema-direita e homenagem a um torturador identificado no relatório final
da Comissão Nacional da Verdade.
Por fim o Partido faz uma ameaça a supostos militares da
ativa ou da reserva que estariam tramando um GOLPE.
Por isto mesmo, o PT defende tolerância zero com a facção
golpista da direita. As articulações golpistas, especialmente as vindas de
militares da ativa ou da reserva e de meios de comunicação, devem ser tratadas
como determina a Constituição e a legislação nacional.
Ocupar as ruas, construir uma Frente Democrática e Popular,
mudar a estratégia do Partido e a linha do governo
1. O Partido dos Trabalhadores está diante da maior crise de
sua história. Ou mudamos a política do Partido e a política do governo Dilma;
ou corremos o risco de sofrer uma derrota profunda, que afetará não apenas o
PT, mas o conjunto da esquerda política e social, brasileira e latinoamericana.
2. A crise do PT decorre, simultaneamente, de nossas
realizações e de nossas limitações.
3. Tivemos êxito em ampliar o bem-estar social — por
intermédio da geração de empregos e aumento da massa salarial e do poder
aquisitivo da população, bem como da adoção exitosa de programas de moradia,
saúde e outros — e a soberania nacional, também através de uma política externa
“altiva e soberana”. Fortalecemos o Estado, na contramão do Estado Mínimo
neoliberal. Ampliamos certos direitos e conquistas democráticas. E são estes
avanços que explicam nossas vitórias em quatro eleições presidenciais
consecutivas.
4. Mas não fomos capazes de realizar transformações
estruturais, que retirassem do grande capital o controle sobre as alavancas
fundamentais da economia e da política brasileira.
5. Controlando estas alavancas, a oposição de direita, o oligopólio
da mídia e o grande capital desencadearam uma ofensiva geral que inclui a
desmoralização política e ideológica do petismo, o estímulo à sabotagem por
parte de setores da base aliada, a pressão para que o governo aplique o
programa dos que perderam a eleição, a mobilização de massas dos setores
conservadores, a ameaça permanente de impeachment e a promessa de nos derrotar
eleitoralmente em 2016 e 2018.
…
17. É neste contexto que deve ser interpretada a mais
recente onda de violência policialmilitar contra a juventude pobre e negra das
periferias das grandes cidades e contra os movimentos sociais, em especial nos
estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Não se trata de desvio nem de
novidade, pois tem sido esta a prática das PMs desde a Ditadura Militar. Mas
sinaliza uma ação organizada de setores da direita que apostam no extermínio e
no fascismo.
18. É também neste contexto que deve ser analisada a mobilização
de massas do dia 15 de março. Não se trata de descontentamento “republicano e
pacífico”, nem da defesa “legítima” do impeachment. A mobilização da direita
visa criminalizar não só o PT e o conjunto dos partidos de esquerda, mas também
a classe trabalhadora nas suas mais diversas expressões, organizações e
movimentos: os sem-terras, os sem-tetos, os sindicatos combativos, os grupos e
entidades populares etc. Não pode ser outra a leitura do ódio presente nos atos
do dia 15 de março, que abriram espaço até mesmo para manifestações ostensivas
da extrema-direita e homenagem a um torturador identificado no relatório final
da Comissão Nacional da Verdade.
19.O impasse político desgasta a esquerda (que não consegue
maioria congressual para implementar mudanças) e fortalece a direita (que sonha
em utilizar a maioria congressual não apenas para achacar e sabotar o governo,
mas também para fazer o impeachment).
20.O Partido dos Trabalhadores defende que a solução para a
crise política passa por mais democracia, não por menos democracia. Por isto
reafirmamos nossa defesa da Assembleia Constituinte, da participação popular e
da legitimidade dos processos eleitorais. Se a oposição de direita quer nos
derrotar, que se organize para disputar as eleições de 2016 e 2018.
21. Por isto mesmo, o PT defende tolerância zero com a
facção golpista da direita. As articulações golpistas, especialmente as vindas
de militares da ativa ou da reserva e de meios de comunicação, devem ser
tratadas como determina a Constituição e a legislação nacional.
22.O Partido dos Trabalhadores deve compreender, também, por
quais motivos setores importantes da direita –- inclusive lideranças como Aécio
Neves, José Serra, Geraldo Alckmin e Fernando Henrique Cardoso –- flertam
abertamente com o discurso e a perspectiva golpista.
23.A influência da extrema-direita decorre de um impasse
econômico-social de fundo vivido pelo Brasil há várias décadas. Assim como 1954
e 1964 não foram por acaso, o que está ocorrendo agora também não é por acaso.
24.Toda vez que o Brasil teve governos que adotaram uma
política externa soberana, que garantiram progressos na qualidade de vida do
povo e certa ampliação nas liberdades democráticas, as classes dominantes
reagiram em favor das medidas opostas: dependência externa, restrições às
liberdades, desigualdade social.
25.Hoje vivemos mais um destes momentos de definição entre
dois caminhos para o Brasil: ou bem regressamos ao desenvolvimento conservador
de viés neoliberal, com dependência externa, restrições às liberdades
democráticas e aprofundamento da desigualdade social; ou bem avançamos em
direção a um desenvolvimento de novo tipo, democrático-popular e articulado ao
socialismo.
As características fundamentais do atual período
internacional são: a) ainda estamos numa etapa de defensiva estratégia do
socialismo; b) e sob uma hegemonia capitalista como nunca antes na história; c)
por isto mesmo, o capitalismo vive uma profunda crise; d) que por sua vez aguça
uma disputa inter-capitalista que vai adquirindo contornos cada vez mais
agressivos; e) o que ajuda a entender a reação defensiva expressa na formação
de blocos regionais.
...
Valores e Princípios
A importância de uma campanha pela moralidade e a ética no
poder público como a recentemente lançada pelo Clube Militar do Rio de Janeiro.
Depoimento do general da reserva Clovis Bandeira para o programa Agentes de
Cidadania da Voz do Cidadão.
___________________
O Gen Clóvis Bandeira é editor de pensamento do Clube Militar
PARABÉNS, EXÉRCITO DE CAXIAS !
Por Ives Gandra da Silva Martins
O EXÉRCITO BRASILEIRO
É notável verificar como o Exército, no curso da história,
procura valorizar os elementos da cultura multifacetada dos brasileiros.
HÁ BATALHAS que marcam a história, confirmam a vocação de um
povo ou modificam o curso dos acontecimentos.
Entre as primeiras, encontra-se a batalha de Waterloo, que,
embora tenha representado um marco histórico, não retratou, entretanto, a queda
de um império, cujas sementes da derrota já estavam definidas na fracassada
invasão da Rússia. A batalha de Maratona está entre aquelas que notabilizam a
vocação de um povo de preservar seus valores frente aos de outros povos, no
caso, os persas. Já a batalha de Kadesh, que estancou o avanço egípcio e
definiu as fronteiras hititas, no choque entre as duas civilizações, está entre
as que modificam o curso dos acontecimentos.
A batalha de Guararapes foi daquelas, entretanto, em que os
três aspectos se fizeram presentes. Marcou a história, confirmou a vocação de
um povo e modificou o curso dos acontecimentos no Brasil.
Pela primeira vez, brancos, negros, índios, reinóis e aqui
nascidos enfrentaram o domínio holandês e o venceram, sendo considerada a
verdadeira batalha pela nacionalidade.
Por essa razão, o Exército brasileiro, que tem como função
constitucional histórica preservar as raízes de nossa civilização, na feliz
expressão de Alfredo Ellis Jr., em face da peculiar maneira de ser desse povo,
diverso, em variados aspectos, dos demais povos latino-americanos, escolheu a
batalha de Guararapes, a batalha da afirmação nacional, como sua data maior. O
distante 19 de abril de 1648 é, pois, o momento em que se pôde falar, pela
primeira vez, num Exército nitidamente brasileiro.
É notável verificar como o Exército, no curso de nossa
história, tem procurado valorizar os elementos próprios da cultura
multifacetada pertinente dos brasileiros, não só em território pátrio, mas
também no exterior, quando dos relevantes serviços prestados, por exemplo, por
seu corpo expedicionário, durante a Segunda Guerra Mundial, da participação em
missões de paz da ONU ou da OEA.
Como professor da Escola de Comando e Estado Maior do
Exército no Curso do CPEAEx (Curso de Política, Estratégia e Alta Administração
do Exército) desde 1990 e lecionando para coronéis, que durante um ano estudam
toda a fascinante e variável realidade do país, posso hoje dizer que o papel das
Forças Armadas, tão bem delineado na Constituição cidadã de 1988, está voltado
à integração nacional, à proteção das instituições democráticas e de nossas
fronteiras contra os riscos externos, representados por movimentos de
internacionalização de partes de nosso território, que surgem, principalmente,
no que concerne à Amazônia.
Pelo referido curso da ECEME passam, todos os anos, coronéis
que estão para ser indicados ao generalato, sendo a preocupação de seus
diretores e professores a de que aprofundem seus conhecimentos sobre os grandes
temas da atualidade brasileira e mundial, no campo do direito, da política, da
economia, das relações internacionais, das questões sociais etc. Concluem,
portanto, o curso, superiormente instruídos. Gostaria, como sugeri em meu livro
"O Estado de Direito e o Direito do Estado" (Lex Editora, 2006), que
os políticos brasileiros cursassem também uma escola semelhante voltada ao
estudo dos grandes temas nacionais, a fim de que se preparassem melhor> para
representar o povo brasileiro.
Impressiona-me o nível da Escola de Comando. A participação
em bancas de mestrado em ciências militares tem me permitido avaliar o alto
padrão acadêmico dos oficiais que conquistam o título de mestre com suas
excelentes dissertações. É de se lembrar que a ECEME desenvolveu doutrina
própria sobre o papel e a ação das Forças Armadas, hoje seguida por outros
países do continente.
É, pois, nesse quadro de uma nova realidade nascida com a
"Constituição cidadã", conforme definição de Ulysses Guimarães
(1916-1992), que está o Exército brasileiro bem cumprindo sua função maior de
guarda das instituições, proteção de nossas fronteiras - principalmente a
Amazônia -, integração nacional e, essencialmente, assegurar o regime
democrático, de que é o grande avalista.
Parabéns, pois, pelo seu dia comemorativo.
Fonte: A Verdade Sufocada
_______________________
Ives Gandra da Silva Martins, é professor emérito da
Universidade Mackenzie e UniFMU, das escolas de Comando e Estado-Maior do
Exército e Superior de Guerra; presidente do Conselho Superior de direito da Fecomercio
e do Centro de Extensão Universitária (CEU).
domingo, 19 de abril de 2015
E a língua seguiu e segue a tropa!
Compreendemos
que o Exército Brasileiro limite-se a rememorar os feitos militares da época,
ao dedicar o dia 19 de Abril à simbólica formação da Força Terrestre, como um
culto à histórica vitória em Guararapes, nos idos de 1648.
No entanto,
não se restringe às batalhas contra os holandeses o papel que desempenhou,
ainda, como “forças luso-brasileiras”. Nesta situação, deram início à
unificação nacional que não podia prescindir da língua portuguesa, àquela
época, relegada em favor da “língua geral”, politica e estrategicamente
disseminada pelos jesuítas, que objetivavam a transformação do Brasil no
“Império Teocrático”.
Desde a sua
formação, o Brasil sempre foi vítima de grupos que se empenharam em desviar a
sua trajetória em direção a rumos escusos, diferentes do traçado para o seu
desenvolvimento e projeção como soberana nação. Não conseguiram.
Se a
presença militar do Mestre de Campo português Francisco Barreto de Menezes foi
fundamental na manutenção do idioma luso, coube aos demais participantes,
miscigenados, serem os implantadores da língua pela presença militar em cada
canto em que estivessem.
Sim, a
língua seguiu a tropa e com a tropa acampou; e continua seguindo a tropa e com
a tropa acampando. Graças a esse convívio diário, devemos, ontem, às forças
luso-brasileiras, hoje, ao Exército Brasileiro, a contínua tarefa de manutenção
da unidade nacional, para a qual é essencial a constante transmissão da língua
àqueles que, distantes, precisam integrar-se ao território e identificar-se
como brasileiros pela cultura comum que ela transmite.
Que sejam
repelidos, como apátridas, todos os que tentam destruir a unidade nacional
conquistada com muita luta e sangue; que sejam rechaçados os devotados aos
interesses antibrasileiros; que sejam afrontados os que objetivam o
enxovalhamento da língua, pelo desprezo que a ela dedicam as entidades
educacionais, de onde, hoje, saem grades curriculares mantenedoras da
ignorância e do atraso.
]A presença
do Exército em cada ponto longínquo do país é a garantia de que as unidades
territorial e linguística serão escrupulosamente preservadas, por não
sobreviver uma sem a outra.
Por esta,
entre outras exemplares ações, cumprimentamos o Exército Brasileiro, nesta sua
data de 19 de Abril, pelos 367 anos de gloriosa existência!
___________________
Aileda de
Mattos Oliveira é Doutora em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia
Brasileira de Defesa.
MAIS DE 500 RATOS!
No Congresso Nacional,
Eu fiquei estupefato
Quando pulou para fora
De uma caixa de sapato
Uma família composta
De mais de 500 ratos.
II
Rato branco, rato preto,
O pai e a mãe do rato,
O rato ruim e o bom,
O revoltoso e o pacato
Para verem o tesoureiro
Depondo na Lavajato.
Tinha rato de batina,
Vi um rato de trabuco,
Um rato todo engomado,
Outro drogado e maluco,
Um rato gordo paulista
E um magro de Pernambuco.
IV
Surgiu um rato baiano
De passado pefelista,
Que era da ala direita
Usando um broche vermelho,
Dizendo: ”Samo petista!”
V
Saltou um rato perneta,
Cunhado de Ferrabraz,
Que já foi ladrão de bodes
Lá pelas Minas Gerais,
Defendendo o monopólio
Pra sempre da Petrobrás.
VI
Cento e vinte de gravatas,
Oitenta cafetinando,
Vinte cheirando loló,
A metade camuflando
A bufunfaria do pó.
VII
Um rato disse: “Eu sou demo!”;
Dois disseram: “Eu sou PT!”
Chegou um rato peitudo,
Líder do MDB,
Que já mandou na Arena
E ainda manda em você.
Havia um rato com emenda
Pronta para apresentar,
Trocou numa lasca de queijo
De coalho do Ceará
E numa lata de doce
Das bandas do Paraná.
IX
Tinha um rato disfarçado,
Com penas a esvoaçar,
Dizendo que era da base
Mais firme parlamentar,
Querendo se aproveitar.
X
Os ratos se esparramaram
Na paisagem e na mobília.
Depois que comeram o queijo,
Num lauto almoço em família,
Sumiram pelos buracos
Na imensidão de Brasília!
FFAA – INTERVIR OU NÃO?
O QUE DIZER DIANTE DE FATOS?
Por Sérgio Augusto Pinto de Campos
Sou CORONEL da RESERVA do EXÉRCITO BRASILEIRO. No dia 18 DEZ
1965, às 10 h, em solenidade pública e aberta, com a presença obrigatória do
Presidente da República, diante do PAVILHÃO NACIONAL desfraldado, fiz um JURAMENTO
DE DEFENDER A PÁTRIA com a PRÓPRIA VIDA se preciso fosse. Ano passado e este
ano a Presidente descumpriu a tradição e não foi às solenidades militares.
Após 31 MAR 1964, até disfarçado tive que sair à rua. Os
CIVIS NOS AGREDIAM de todas as formas e usando todos os meios. Os CIVIS
ELEGERAM LULA e o REELEGERAM. Não satisfeitos, ELEGERAM A DILMA. Tenho absoluta
certeza que irão eleger um ou outro em breve.
Portanto, venho pedir ao brilhante amigo virtual, que não
coloque O PEDIDO para que as FORÇAS ARMADAS resolvam o que os CIVIS é que
fizeram e irão ter que resolver!! [????]
Nós existimos para DEFENDER A PÁTRIA e não para RESOLVER AS
BESTEIRAS que os CIVIS FAZEM e ainda se dão ao desplante de querer que nós
façamos algo.
O BRASIL ESTÁ TENDO O QUE PEDIU e VOTOU LIVREMENTE [????]
para ter. Queriam DIRETAS, achincalharam o atentado do Rio Centro e NADA
fizeram com relação ao atentado estúpido do Recife. Lamarca nos traiu e o
fuzilamos. Cortamos nossos males na carne! Mas os CIVIS ficam em barezinhos da
vida TOMANDO CERVEJA de forma livre e cômoda, DEFENDENDO UM PÚSTULA do Che
Guevara, um frustrado frouxo e assassino, ou Fidel, comprando no Paraguai,
APOIANDO O COMUNISMO QUE FALIU e deixou a Rússia e seu povo na maior baderna
mundial e com um estado mafioso impressionante. Os CIVIS FORAM FUNDO na INFELIZ
PROPAGANDA do GERSON - um jogador ímpar - "LEVANDO VANTAGEM EM TUDO".
Beleza!!!!
O que é feito de TIRADENTES, RUI BARBOSA, BARÃO DO RIO
BRANCO e tantos outros do passado? Ah! Agora é o copista Paulo Coelho, O
PÚSTULA do Jorge Amado! Os CIVIS deveriam SE OLHAR NO ESPELHO e, se não o tem,
peçam emprestados, e tomar VERGONHA NA CARA!!! SE FIZERAM BESTEIRA, VÃO LÁ E
CONSERTEM!!! Por que tem que ser as FORÇAS ARMADAS? Para começar, vão estudar e
ver que não existimos para isto. E mais: cometemos um grande erro em 1964, mais
pelo motivo de nossos generais à época terem ido à II Grande Guerra e terem no
sangue a EXECRAÇÃO PELO QUE VIRIA.
Mas os tempos mudaram! ACORDEM! Agora nossos generais se
aprontam para DEFENDER A PÁTRIA DE UM ATAQUE DE UM PODER EXTERNO. Não de um
CÂNCER PÚTRIDO, CACHACEIRO, VAGABUNDO, SAFADO, ALIADO A LADRÕES, INCOMPETENTES
E PROSTITUTAS LADRAS DE BANCO. Isto É RESPONSABILIDADE do POVO (dos CIVIS!) que
devem ser tão ou mais valentes que nós. Nós damos, por opção, nossa vida à
Pátria, em qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer forma. Os CIVIS
exigiram que a Academia Militar passasse a 4 ou até 5 anos, por causa das
universidades. Mas na AMAN, nosso REGIME É INTEGRAL! 24 horas por dia, 7 dias
por semana, 30 dias por mês! E no curso de nossa vida, temos que PAGAR NOSSOS
UNIFORMES.
Eu tenho 71 anos e meio de idade. Fiz 19 MUDANÇAS NA VIDA
MILITAR, sendo 4 em 1 ano! DESCONTAM, NA FONTE, 27% de Imposto de Renda, para
pagar certos cartões corporativos que aí existem, verdadeira pornografia!
Agora, como se não bastasse o Legislativo e Executivo em disparada roubalheira
e insanidade, o Judiciário entrou no esquema. E ONDE ESTÃO OS CIVIS? TOMANDO
CHOPP, ÁGUA DE COCO, NA PRAIA OU NOS ESTÁDIOS VENDO FUTEBOL E À NOITE NOVELAS!
OHHHH, MEU! Nós temos hombridade, dignidade, abnegação. Todos os anos,
recebíamos MAIS DE 3 MILHÕES DE JOVENS "MOCORONGOS" e, a ferro e
fogo, como SE NOSSOS FILHOS FOSSEM, OS TRANSFORMÁVAMOS em HOMENS, com TODOS os
documentos. Cansei de chorar aos prantos com eles e os familiares, ao fim do
ano, quando davam "baixa".
Estou cansado de OUVIR AS MAIORES ASNEIRAS sobre fronteiras,
Amazônia e falta de água e oxigênio. Em minha vida, o que mais odiei, foram os
BURROS, que são IMPOSSÍVEIS DE ENDIREITAR. Eu era Ajudante de Ordens de um
General de Exército e, quando findou meu tempo na função, poderia escolher o
melhor lugar para servir. Pedi (e quase fui preso) para ir comandar o 4º
Pelotão de Fronteira, à margem esquerda do Rio Negro, que divide a Colômbia da
Venezuela e entra no BRASIL. Era DEUS no Céu e Eu na Terra! Era uma área
militar, com 850 habitantes. Além de comandante, era diretor e professor do
Colégio (do Maternal ao final do 2º Grau).
O Padre fugiu na véspera de São Sebastião, sagrado para o
lugar. Quem "teria que conduzir a missa? ..." Sou Espírita
Kardecista! Houve um "CULTO". Os homens falavam o que o padre deveria
falar e as mulheres o que cabia aos fiéis. Eu fiz o sermão e li o Evangelho.
Todo mundo estava lá. Foi a missa mais linda do lugar. Ah! Não posso ler o
Evangelho? Pois em Brasília eu gostava de ir à missa da Igreja de São Judas
Tadeu na Asa Norte. O padre Roberto era gaúcho... Quem lia o Evangelho? ÉHHH! E
ao ser interpelado por um CIVIL, o PADRE ROBERTO respondeu: - A igreja é minha;
o padre sou eu; e ELE É QUE LÊ o Evangelho! Um dia perguntei por que? E ele
disse: você nos leva àqueles tempos com sua voz, e eu sou gaúcho grosso! E a
Amazônia tem floresta, água e oxigênio a dar com pau. NUNCA ACABARÁ! Se for num
jato 747 de Brasília a Manaus, passará 4 HORAS vendo SELVA e RIO, a 900 Km/h!
Tem muito CIVIL tomando cerveja em vez de ESTUDAR e procurar
AMAR E CONHECER NOSSA PÁTRIA. É! NOSSA! Não é quintal para as FORÇAS ARMADAS.
Cada macaco no seu galho! A PÁTRIA SOMOS TODOS NÓS.
E quem FEZ A BESTEIRA, agora, VÁ CONSERTAR. NÓS, NÃO!
QUISERAM ATÉ PEDERASTA EM QUARTEL! Que que é isto? Pederastia é CRIME! E se
fosse acatável, DEUS TERIA CRIADO ADÃO E IVO... E viver na Amazônia só para os
FORTES. É maravilhoso, mas não é fácil. E a riqueza de lá É INIMAGINÁVEL E
NOSSA! As FORÇAS ARMADAS garantem-lhes isto! Nunca se preocupem. Mas, agora,
vocês que são CIVIS (pois esta separação vocês a querem...) PROVIDENCIEM DAR
FIM AO QUE FIZERAM. Até mais ver! Minha saudação Militar a todos (Continência).
Fonte: FAMIL - DF
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Sérgio Augusto Pinto de Campos é Cel. Inf. R/1
Festerê: empreiteiras do petrolão já fazem fila para "acordões" da folia
E a porteira para as corruptoras do Petrolão foi aberta. A
partir de agora as empresas da Lava Jato já podem fazer acordos de leniência
com a CGU, braço do governo que inclusive escondeu dados de maracutaias dentro
da Petrobras durante campanha de Dilma. Sete empreiteiras já pediram o
benefício. O MPF ficou de mãos atadas e será chamado quando a CGU quiser e bem
entender. Tudo foi costurado com as bênçãos do TCU.
Dilma mentiu sobre os empréstimos do BNDES!
Por É Mentira do PT
O Presidente do BNDES, Luciano Coutinho afirmou na Comissão
de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que no caso de empréstimos para projetos
no exterior, o tomador dos recursos junto ao BNDES são os Governos financiados.
Ou seja: os empréstimos foram feitos diretamente à Cuba,
Venezuela e Angola. Isso desmente o dito pela então candidata Dilma, durante a
campanha eleitoral.
Não devemos omitir nem esquecer
†15/04/71
– HENNING ALBERT BOILESEN
(Industrial – São Paulo)
|
Nós não poderíamos omitir os assassinatos praticados pelos
terroristas. Esta atitude só poderia partir de quem deseja reescrever a história,
como a CNV, que em seu "direito à memória e à verdade", não citou
sequer o nome de uma das 119 vítimas dos assassinos que tentavam implantar,
pela força, um regime comunista no Brasil!
Quando da criação da Operação Bandeirante, o então
comandante do II Exército, general Canavarro, reuniu-se com o governador do
Estado de São Paulo, com várias autoridades federais, estaduais, municipais e
com industriais paulistas para solicitar o apoio para um órgão que necessitava
ser criado com rapidez, a fim de fazer frente ao crescente terrorismo que
estava em curso no estado de São Paulo.
Os terroristas, a pedido de Carlos Lamarca, escolheram três
nomes para serem assassinados, como forma de intimidar os demais colaboradores.
Estes eram: Henning A. Boilesen, Peri Igel e Sebastião Camargo (Camargo
Correia). O escolhido foi o presidente da Ultragás, Henning Albert Boilesen, um
dinamarquês, naturalizado brasileiro.
Da ação participaram: Devanir José de Carvalho, Dimas
Antonio Casemiro, Gilberto Faria Lima e José Dan de Carvalho, pelo MRT; Carlos
Eugênio Sarmento Coelho da Paz, pela ALN; Gregório Mendonça e Laerte Dorneles
Méliga (chefe de gabinete do então governador do RS, Olívio Dutra), pela VPR.
No dia 15 de abril de 1971 um Comando Revolucionário,
integrado pelos terroristas Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas, José
Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio de Matos, covardemente
assassinou Boilesen. Joaquim Alencar Seixas e Gilberto Faria Lima jogaram os
panfletos por cima do cadáver. Sobre o corpo de Boilesen, mutilado com dezenove
tiros, os panfletos da ALN e do MRT, dirigidos “Ao Povo Brasileiro”, traziam a
ameaça:
“Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos
terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que eles
sentirão o peso da JUSTIÇA REVOLUCIONÁRIA. Olho por olho, dente por dente”.
As famílias de Devanir José de Carvalho, Dimas Antonio
Casimiro, Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas , José Milton Barbosa e
Antonio Sérgio de Matos foram indenizadas pelo governo federal.
sábado, 18 de abril de 2015
'O PT começou a comprar a sociedade com verbinhas'
Por Veja.com
O colunista de VEJA, Marcelo Madureira comenta a necessidade
de renovação na política brasileira e diz que é preciso que existam políticos
que realmente representem os interesses do povo e não seus interesses
particulares. A prisão do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto pela Polícia
Federal na Operação Lava Jato é o outro tema do 'Giro VEJA' desta quinta-feira,
com Joice Halssemann.
AS RIDÍCULAS DO JÔ
Por Gen Paulo Chagas
Ainda bem, para a audiência e para o próprio SR JÔ SOARES,
que o seu “programa” ocorra tarde da noite, particularmente na sua versão “AS MENINAS COMPRADAS DO JÔ”.
Há muito eu não ouvia tantas asneiras e, mais do que tudo,
tantas demonstrações de apego ao PaTrocinador como na apresentação da madrugada
de 16 de abril. Chegaram ao cúmulo de justificar a trapaça eleitoral de que
fomos vítimas, dizendo que todos sabiam que as propostas da candidata eram
falsas e que, se a maioria dos votantes votou nela, o fez por que “qui-lo” e,
portanto, legitimou a mentira e o governo, ou seja, danem-se, ou, como dizem os
marginais, “perderam, manos”, e não venham agora para as ruas querendo melar o
jogo!
Para elas, até o impeachment, previsto na constituição, é
golpe! O que valeu para o Collor não vale para Dilma, ela, parece, sendo mulher
e ridícula, está protegida pela “Maria Da Penha”!
Chamar o quadro de “AS
RIDÍCULAS DO JÔ” resume minha opinião sobre o programa!
Cidadão brasileiro, insone e ridículo.
Não mudou o canal porque não quis.
”Perdeu, Mano”!
Fonte: A Verdade Sufocada
O Discurso torto de Dilma
Por Ricardo Noblat
Noblat comenta o comportamento da presidente Dilma Rousseff
em relação ao escândalo da Petrobras
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