domingo, 23 de novembro de 2014

E-mails provam que Lula e Dilma poderiam ter interrompido o propinoduto


Paulo Roberto Costa e Dilma RousseffO doleiro Alberto Youssef disse à Justiça que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. Agora, mensagens encontradas pela PF em computadores do Planalto mostram que eles poderiam ter interrompido o propinoduto, mas, por ação ou omissão, impediram a investigação sobre os desvios.

Antes de se revelar o pivô do petrolão, o maior escândalo de corrupção da história contemporânea brasileira, o engenheiro Paulo Roberto Costa era conhecido por uma característica marcante. Ele era controlador e centralizador compulsivo. À frente da diretoria de Abastecimento e Refino da Petrobras, nenhum negócio prosperava sem seu aval e supervisão direta. Como diz o ditado popular, ele parecia ser o dono dos bois, tamanha a dedicação. De certa forma, era o dono — ou, mais exatamente, um dos donos —, pois já se comprometeu a devolver aos cofres públicos 23 milhões de dólares dos não se sabe quantos milhões que enfiou no próprio bolso como o operador da rede de crimes que está sendo desvendada pela Operação Lava-Jato. Foi com a atenção aguçada de quem cuida dos próprios interesses e dos seus sócios que, em 29 de setembro de 2009, Paulo Roberto Costa decidiu agir para impedir que secassem as principais fontes de dinheiro do esquema que ele comandava na Petrobras. Costa sentou-se diante de seu computador no 19º andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, abriu o programa de e-mail e pôs-se a compor uma mensagem que começava assim:

“Senhora ministra Dilma Vana Rousseff...”.

O que se segue não teria nenhum significado mais profundo caso fosse rotina um diretor da Petrobras se reportar à ministra-chefe da Casa Civil sobre assuntos da empresa. Não é rotina. Foi uma atitude inusitada. Uma ousadia. Paulo Roberto Costa tomou a liberdade de passar por cima de toda a hierarquia da Petrobras para advertir o Palácio do Planalto que, por ter encontrado irregularidades pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Contas da União (TCU) havia recomendado ao Congresso a imediata paralisação de três grandes obras da estatal — a construção e a modernização das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná, e do terminal do Porto de Barra do Riacho, no Espírito Santo. Assim, como quem não quer nada, mas querendo, Paulo Roberto Costa, na mensagem à senhora ministra Dilma Vana Rousseff, lembra que no ano de 2007 houve solução política para contornar as decisões do TCU e da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Também não haveria por que levantar suspeitas se o ousado diretor da Petrobras que mandou mensagem para a então ministra Dilma Rousseff fosse um daqueles barnabés convictos, um “caxias”, como se dizia antes nas escolas e no Exército de alguém disposto a arriscar a própria pele em benefício da pátria. Em absoluto, não foi o caso. Paulo Roberto Costa, conforme ele mesmo confessou à Justiça, foi colocado na Petrobras em 2004, portanto cinco anos antes de mandar a mensagem para Dilma, com o objetivo de montar um esquema de desvio de dinheiro para políticos dos partidos de sustentação do governo do PT. Ele estava ansioso e preo­cupado com a possibilidade de o dinheiro sujo parar de jorrar. É crível imaginar que em 29 de setembro de 2009 Paulo Roberto Costa, em uma transformação kafkiana às avessas, acordou um servidor impecável disposto a impedir a paralisação de obras cruciais para o progresso da nação brasileira? É verdade que às vezes a vida imita a arte, mas também não estamos diante de um caso de conversão de um corrupto em um homem honesto da noite para o dia.

Neo-religião verde excogita ritos fúnebres “ecologicamente corretos”

Por Luis Dufaur

Modelo para a "biocremação"
Modelo para a "biocremação"
A Bélgica e a Holanda querem aprovar um processo para dissolver os corpos humanos num rito fúnebre “ecologicamente correto” que substituiria o enterro, noticiou o jornal de Londres “The Telegraph”.

O rito da “biocremação”, conhecido tecnicamente como hidrólise alcalina, é apresentado como mais ‘reintegrador’ ao meio ambiente e já está em uso em algumas partes dos EUA e do Canadá.

Trata-se de dissolver o corpo do falecido utilizando uma solução quente à base de água alcalina submetida a altas pressões e temperaturas. O processo não deixaria escassas cinzas do finado e o líquido resultante seria ‘devolvido’ à natureza, ou vertido no esgoto.

A prática é ilegal nos dois países, mas já há iniciativas nos respectivos legislativos. Ativistas verdes também pressionam para obter uma aprovação da Comissão Europeia, chefatura suprema da UE.

A primeira biodegradação aconteceu em 2011, na Florida, e desde então teria sido escolhida por cerca de três mil pessoas nos EUA.

Bruno Quirijnen, do Serviço Fúnebre Flamengo, elogiou o sistema pelo fato de decompor inteiramente o corpo. “Se é verdade que o impacto ecológico é menor, então parece ser a opção lógica”, disse ao jornal Het Belang de Limburg. 

Ele elogiou a economia de energia e a redução das emissões de CO2 e de mercúrio, além da preservação da terra, consumida pelos enterros tradicionais.

Nos países cristãos, o enterro e a guarda dos túmulos derivam da verdade de Fé.

Esta é professada, por exemplo, no Credo católico, segundo o qual as almas vão se unir novamente aos corpos na Ressurreição no fim dos tempos, e assim vão comparecer no Juízo Final. Almas e corpos novamente reunidos irão para o Céu Empíreo – no caso dos que se salvarem –, e para o inferno – no caso dos réprobos.

O ateísmo, e especialmente o panteísmo, negam essa verdade fundamental, e pregam que o homem não é senão matéria na qual ele se dissolve, para retornar em termos “ecologicamente corretos” à natureza.

A neo-religião ambientalista e panteísta está aplicando agora suas últimas consequências aos mortos. Amanhã será com os vivos “excedentes” do planeta, segundo suas mórbidas teorias referidas em numerosos posts deste blog que pregam uma drástica diminuição da população da terra para “salvar o planeta”.



sábado, 22 de novembro de 2014

Bolsonaro: Venezuela e o MST



Bolsonaro questiona Ministro de Estado das Relações Exteriores e fala sobre avanço do comunismo no Brasil financiado pelo próprio governo brasileiro.

Constrangedor! BRASIL advertido por não combater o TERRORISMO!



O Grupo de Ação Financeira Contra a Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo (Gafi), órgão internacional intergovernamental, advertiu o Brasil por se omitir nesse assunto. (E isso que quando a advertência aconteceu Dilma ainda não havia se atravessado, na ONU, em favor do diálogo com os degoladores do Estado Islâmico). Temos que repetir, diariamente,: "Eles não são o Brasil! Eles são, infelizmente, o governo brasileiro!"

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Saiba onde estão as crianças mais inteligentes do mundo


Ladrões - Está revelando o verdadeiro Brasil


MP entra com ação no TCU e pede inidoneidade a todas as empreiteiras do Petrolão



O Ministério Público de Contas protocolou nesta sexta-feira, 21, no TCU, pedido para que todas as empreiteiras pegas na operação Lava Jato sejam declaradas inidôneas. Em entrevista exclusiva à TVEJA, o Procurador do Tribunal de Contas da União, responsável pela ação, Júlio Marcelo de Oliveira, explica que a lei exige que as empresas envolvidas em corrupção sejam proibidas de contratar com o governo. Segundo ele, o discurso de que o “Brasil para” se as empreiteiras forem afastadas é uma falácia.

FHC que me perdoe, mas é imperdoável


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que me perdoe. Malgrado seus muitos e inegáveis méritos, ele tem grande responsabilidade pela expansão e consolidação de seus opositores no poder.

Sim, a nação lhe deve boas iniciativas. Mas ele tem grave responsabilidade pela chegada do PT ao poder. Nada fez para evitar que isso acontecesse. Franqueou ao partido da estrela acesso à alma de parcela significativa do povo brasileiro pela via da mistificação e da mentira. Enquanto no governo, Fernando Henrique Cardoso prestava atenção e levava em grande conta o que Lula dizia. Havia algo de petista, um pigarro socialista, na garganta e na alma do acadêmico que governou o Brasil durante oito anos. Lula, por seu turno, uma vez eleito, teve o mérito de manter o que havia de melhor nas políticas de seu antecessor, lixando-se para o seu próprio discurso e para seu partido. Está aí o principal motivo do maior sucesso político do governo de Lula sobre o de FHC. Como consequência, o PT cresceu mais com FHC do que com Lula. Com Lula, o PT ganhou o controle da máquina. Com FHC o controle de corações e mentes.

O ex-presidente que me perdoe, mas isso é imperdoável. Visivelmente, ofereceu-se ele em holocausto para a vitória do PT. Tirou o casaco, a gravata e abriu a camisa para o assassinato de sua reputação. Permitiu que o importante trabalho social iniciado por sua mulher, Ruth Cardoso, fosse menosprezado e, depois, usurpado por seus adversários. Omitiu-se nas eleições subsequentes ou, por tudo isso, foi alijado delas por seus correligionários Serra e Alckmin. Retornou agora, tarde demais, idoso demais, irrelevante demais, na campanha de Aécio Neves.

Não agiu contra o assassinato da própria reputação. Não mostrou que o PT no governo, com todos os meios de investigação disponíveis, não provou uma única das acusações que lhe fez ao longo de oito anos. Não exibiu o consagrador estado de probidade administrativa representado por esse silêncio. Não se valeu dele para mostrar a criminosa capacidade de difamar e injuriar que caracteriza o petismo. Com tudo isso, Fernando Henrique descumpriu um dever moral perante o qual não poderia se omitir. Não é próprio dos homens de bem tolerar o que ele tolerou. Por agir como agiu, tornou possível o escárnio dos escárnios, que se manifesta quando os petistas, confrontados com a indizível tragédia moral em que se meteram, permitem-se afirmar que não são piores do que os demais. E encontram quem neles creia!

Ao abrir caminho, como de fato abriu, para o crescimento do PT e sua ascensão ao poder, Fernando Henrique fez mal ao Brasil. Desde que li o Manifesto de fundação do PT em 1980, eu sabia o que era e o que viria a ser esse partido. Com muito maior razão ele, homem inteligente e político experiente, tinha que saber o que iria acontecer quando o país caísse nas mãos em que veio a cair.


_____________
Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

'Fantasma de Marcos Valério assombra o Petrolão'



O colunista de VEJA Marco Antonio Villa, no "Aqui entre Nós" com Joice Hasselmann, disse que os presos na Operação Lava Jato dificilmente ficarão calados. "O fantasma do Marcos Valério ronda o Petrolão." O publicitário envolvido no escândalo do mensalão ficou de boca fechada e foi condenado a quase 40 anos de prisão. Villa ainda disse que o sumiço de Dilma parece um filme: "Apertem os cintos que a presidente sumiu".

A MÃO GRANDE DO ESTADO



Comentário feito no Programa Atividade sobre os maus usos e abusos do Estado.

Lula sumiu de novo

O gol contra de Romero Jucá



Se Jucá perder emprego de líder de qualquer governo pode fazer sucesso como narrador esportivo. O senador atropelou tanto a sessão na Comissão de Orçamento que deu munição para a oposição reverter o processo. No Aqui entre Nós com Joice Hasselmann, o colunista de VEJA, Augusto Nunes analisa ainda as novas notícias do Petrolão.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Revolução ???
PT optou pela avacalhação

Contas na Suíça


LDO: Comissão de Orçamento aprova farra com dinheiro público



A oposição reagiu, trancou a pauta e ameaçou ir ao Supremo por causa do tratoraço de ontem feito na Comissão de Orçamento que aprovou, sem discussão, o projeto que autoriza o governo Dilma a eliminar a meta fiscal de 2014. O projeto precisa passar pela Comissão e depois vai a plenário. Maílson da Nóbrega, colunista de VEJA, explica o que muda com a falta de freios nos gastos públicos e quais as implicações que o governo do PT pode ter pela frente.

Salvemos o nosso lindo Pendão da Esperança!!!


A atual bandeira do Brasil foi inspirada na bandeira do período imperialComemoramos hoje o Dia da Bandeira do Brasil, que passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.

Como brasileiros temos o dever moral e honra de cultuarmos nossos hinos, nossos símbolos pátrios, e a nossa bandeira, pois é dela que buscamos inspiração para as nossas existências.

Devemos, ao contemplar seu vulto sagrado, antes de tudo compreender que ela nos serve como guia para que possamos almejar um Brasil melhor, incentivando a luta pela ética, moralidade, cidadania, respeito às instituições e principalmente contra a corrupção e o estado caótico de desmandos em que se encontra nossa nação.

Por isso, conclamamos à todos os brasileiros que, no dia em que comemoramos nosso augusto pavilhão, invoquemos à Deus para que nos inspire e oriente para que possamos transformar o Brasil em uma Nação digna e respeitada por todos os povos.

Salvemos o nosso lindo Pendão da Esperança de um futuro incerto que somente tem a destruir o cerne de nossa nação, deturpando nossos costumes e aniquilando nosso povo, pois... 

O Brasil por seus filhos amado, poderoso e feliz há de ser!!!


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O governo e o PT perderam o controle da CPMI da Petrobrás


O mar de lama pode afogar o Brasil




As denúncias são tantas e de tão larga escala que podemos dizer que o Brasil vive uma grave crise política, em meio a uma grave crise econômica. O que esperar? A hipótese de impeachment da presidente Dilma está cada vez mais provável. Quem viver verá!

Com Lava Jato, Brasil descobre que a lei é para todos



O Petrolão é sem dúvida o maior esquema de corrupção da era moderna. E as investigações mostram que chegou o momento em que até os executivos das maiores empreiteiras descobriram que todos são iguais perante a lei. A análise é do colunista de VEJA Augusto Nunes, no "Aqui entre Nós" com Joice Hasselmann.

Antes nosso orgulho, Petrobras se tornou em nossa vergonha