sábado, 30 de agosto de 2014
Marina, no Acre, foi um fracasso!
Na eleição para presidente da República, em 2010, Marina
foi, em seu berço natal e político, o Estado do Acre, a terceira colocada no
primeiro turno, quase empatando com a Dilma e perdendo de goleada para o então
candidato José Serra.
Qual o motivo? Será
que no Acre o povo a conhece como de fato é: arrogante e fraca para ocupar um
cargo majoritário.
Vejam os percentuais
de votos:
Eleição de 2010 -
Presidente da República (ACRE)- 1º Turno
- 1º lugar: JOSÉ SERRA, com 52,13 % dos votos
- 2º lugar : DILMA ROUSSEFF, com 23,92 % dos votos
- 3º lugar: MARINA SILVA, com 23,45 % dos votos
Por favor, diga NÃO ao PT, com suas duas candidatas.
Fonte: A VerdadeSufocada
Marina Silva no poder
Por Nivaldo Cordeiro
A boutade de Abílio Diniz, o empresário que aderiu de mala e
cuia ao PT, vem muito a calhar aqui: “o país não é ingovernável, mas é
‘ingerenciável’.” Esse tem sido o resultado das sucessivas administrações
esquerdistas, desde 1985. Os governos Lula e Dilma aprofundaram a transformação
do Estado, de tal sorte que se criou sua incapacidade gerencial, de
gerenciar-se a si mesmo e de prover os serviços públicos que dele o povo
espera.
Não é à toa que a inflação está voltando forte,
irresistível, inexorável. Os desequilíbrios governamentais sempre se
transformam, com o passar dos dias, na peste inflacionária. Podemos ver o
fenômeno a olhos vistos, no Brasil, que virou um grande laboratório a céu
aberto. É possível ver o que está predito por economistas sensatos quando os
governos saem dos seus próprios sapatos e crescem além da conta.
Da mesma forma, a notícia sobre o encolhimento rápido das
expectativas do crescimento do PIB confirma o estrago que o ímpeto petista fez
sobre a realidade social e econômica brasileira. A desordem parece tomar conta
de tudo e, quanto mais o faz, mais vemos o governo querendo governar tudo. Mas
como o governo é “ingerenciável”, então a desordem é a consequência natural
dessa expansão estatal. Puro movimento irracional.
A diferença entre os governos Lula e Dilma é que o
ex-metalúrgico conseguiu se manter dentro dos parâmetros da realidade, mesmo
“avançando” na agenda socialista. Já Dilma Rousseff foi mais ideológica e
programática, mais “pura”, dando as costas para a realidade. O efeito econômico
foi imediato e devastador, a combinação de inflação com recessão, conforme
previsto nos manuais de economia. O caráter não gerenciável do mastodôntico
estado se impôs com vigor. O Brasil é a Casa da Mãe Joana.
É nesse contexto que estamos, às vésperas das eleições. A
parte mais consciente do eleitorado, que esperava que Aécio Neves pudesse ser o
nome para tirar o PT da Presidência, parece que se frustrou. O acidente que
vitimou Eduardo Campos matou a candidatura de Aécio Neves, fazendo surgir a
estrela ascendente de Marina Silva. O que esperar dela governando?
Antes, é preciso registrar aqui que Marina Silva é uma
história particular de sucesso, que tem em si o sorriso da Roda da Fortuna.
Maquiavel, homem renascentista, falou dela no famoso O Príncipe. O avião
poderia tê-la matado também, mas os deuses foram com ela generosos. A Fortuna
foi duplamente favorável: deu-lhe a vida e a oportunidade de ganhar, de forma
sensacional, a Presidência da República.
Não se pode subestimar alguém assim bafejado pela sorte.
Todos achavam que ela estava fora do palco e eis que ela retornou para vencer,
provavelmente. Marina tem a favor de si o recall da última eleição, tem uma boa
imagem junto à opinião pública e tem mantido sua “pureza” ideológica intacta.
Como o eleitorado brasileiro está amestrado para as causas esquerdistas, Marina
Silva passou a representar a possibilidade de avanço em relação ao PT.
Atropelou Aécio Neves.
Nisso consiste a principal contradição de Marina Silva, se
eleita: a impossibilidade de governar bem. Não se pode governar o país sem a
acomodação com o Centrão, os interesses estabelecidos e a própria realidade ela
mesma. Todavia, como ela é “sonhática”, ou seja, “pura”, terá grandes
dificuldades para se compor com o Congresso Nacional, do qual dependerá para
todas as decisões relevantes. O Congresso Nacional reúne as chamadas “forças
vivas da Nação”.
Uma única medida anunciada por ela, a de carimbar 10% da
verba orçamentária para a saúde, mostra o tamanho do despreparo da candidata. O
Estado não tem que gerenciar apenas a saúde, mas também suas funções outras,
inclusive a educação, que também tem sua gorda verba carimbada, e diplomacia,
defesa, justiça, etc. Promessas deste tipo não são exequíveis, embora fáceis de
falar no palanque, sob aplausos dos eleitores desavisados. Essas promessas
pressupõem que as demais funções deverão encolher pela transferência de
recursos orçamentários.
Os carimbadores de verbas orçamentárias pensam assim
transferir para as outras funções do Estado a dureza da lei da escassez, mas é
um equívoco: a realidade sempre se imporá, dando a proporção correta na
alocação dos recursos. Um governante sensato jamais poderia se comprometer com tamanha
parvoíce, mas em se falando de “sonháticos” tudo se pode esperar.
A eventual consagração de Marina Silva como presidente da
República significará o passo final para o caos, pois a possibilidade de
governança ou governabilidade tende a desaparecer. Um presidente da República
precisa governar para todos os brasileiros e não apenas para sua corriola
política. Tem que ter grandeza, ao menos um verniz de estadista, mínimo que
seja.
A mensagem que Marina Silva passa é essa, a de que de
“governável, mas ingerenciável” o Brasil finalmente será “ingovernável e
ingerenciável”. Há o perigo de se contemplar perigosamente o fundo do abismo
trazido pelo caos. Em um cenário assim, tudo pode acontecer, além da elevação
inflação e da queda do PIB.
Fonte: Mídia Sem Máscara
Contradições
Por Merval Pereira - O Globo
Uma das empresas envolvidas na compra do jato é a
Bandeirantes Companhia de Pneus Ltda, que importa pneus usados, negócio
considerado como dos mais danosos ao meio-ambiente. A autorização de importação
de pneus usados, por sinal, foi uma das muitas brigas que Marina travou à
frente do ministério do Meio-Ambiente, e perdeu.
Em 2003, foi convencida pelo então ministro da Casa Civil,
José Dirceu, a recuar em sua posição contrária à importação de pneus em nome de
um “bem maior”, no caso a unidade do Mercosul. Isso por que, apesar de
oficialmente proibir a importação de pneus remodelados, o Brasil acata desde
2002 uma decisão do Tribunal Arbitral do Mercosul que obriga o país a aceitar a
entrada de pneus vindos do Uruguai.
Essa posição provocou decisões judiciais que trouxeram para
o país pneus usados dos Estados Unidos e da União Européia. Marina sempre
reclamou que a questão dos pneus era tratada como puramente comercial, sem que
fosse levado em conta seu lado ambiental. Seu objetivo, dizia, era fazer com
que o Brasil deixasse de ser uma "lata de lixo global" para os pneus
usados em outros países.
Sabe-se agora que a então denominada Bandeirantes Renovação
de Pneus foi beneficiada por um decreto assinado em 2011 pelo governador
Eduardo Campos, que ampliou seus benefícios fiscais, eliminando limites de
importação fixados anteriormente por decreto do ex-governador e hoje deputado
federal Mendonça Filho. Um dos sócios da hoje denominada Bandeirantes Companhia
de Pneus Ltda, Apolo Santana Vieira, responde a processos de sonegação fiscal
estimados em cerca de R$ 100 milhões devidos pela importação de pneus pelo
porto de Suape, em Pernambuco.
Unindo-se a natureza do empreendimento ao fato de que o uso
do avião não fora ainda declarado como doação de campanha eleitoral, com forte
cheiro de caixa 2, têm-se que a candidata Marina Silva está em uma situação no
mínimo delicada. A "nova política" que ela e Eduardo Campos pregavam
era transportada para cima e para baixo por um jatinho todo irregular,
financiado em última instância por uma atividade comercial que a ambientalista
Marina Silva repudia. E que recebeu estímulos fiscais de seu companheiro de
luta política anos antes de os dois se juntarem para tentar chegar ao Palácio
do Planalto.
A essa contradição da dupla anterior soma-se a atual, de ter
como companheiro de chapa o deputado Beto Albuquerque, que foi um dos líderes
da aprovação do uso de transgênicos no Congresso, derrotando a posição da então
senadora Marina Silva. Como a própria Marina explica agora, trabalhar com quem
discorda de seus pontos de vista mostra apenas que ela não é uma radical como a
acusam, e que sabe conviver com contrários.
No caso de Beto Albuquerque é uma verdade, pois trata-se de
um político correto que, ao que se sabe, estava em defesa dos agricultores do
Rio Grande do Sul no caso dos transgênicos, e não em alguma transação nebulosa.
Mas no caso da empresa de pneus usados, não há desculpa para receber doações de
campanha fora da legislação e de um empreendimento que considera nocivo ao
meio-ambiente.
Nem mesmo dizer que não fora informada de nada. Ao se juntar
à campanha de Eduardo Campos, tinha a obrigação de se informar desses detalhes,
justamente para não se ver em uma situação delicada como agora. Outra aparente
contradição, mas que desta vez trabalha a seu favor, é a nota do Sindicato dos
Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre), fundado por Chico
Mendes, ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), que não gostou de ver
Marina colocá-lo como membro da "elite" brasileira, nem quer vê-lo
classificado como um "ambientalista", mas sim como
"sindicalista".
O sindicato também condena a política ambiental
"idealizada pela candidata Marina Silva enquanto Ministra do Meio
Ambiente, refém de um modelo santuarista e de grandes Ong's
internacionais". Ora, os próprios termos do debate mostram que a
ex-seringueira Marina Silva saiu do Acre para ganhar uma dimensão
modernizadora, com uma visão mais ampla da disputa política e da própria defesa
do meio-ambiente.
Fonte: A VerdadeSufocada
Entrevista com Percival Puggina
Por Elias Fernandes
A importância da liberdade de expressão na sociedade. Os
benefícios da imprensa livre para a população. O contraste entre o moral e o
legal. A liberdade se enquadra no politicamente correto? Como o assunto é
bastante extenso, tivemos a oportunidade de citar o Foro de São Paulo e o
conflito entre o Hamas e Israel. Transmitido ao vivo em 28/08/2014
Sem Terra – Um movimento subversivo
Por Carlos I. S. Azambuja
- MST : 2 milhões de militantes e 1.800 escolas
- 200.000 crianças no Brasil aprendem no livro vermelho de Mao
- País terá graduação para assentados
- Graduação na USP só para aluno assentado
- MST forma professores e prega luta
- Projeto (para professores da roça) é inspirado em graduação para sem-terra.
Ainda segundo “Paz no Campo”, estão matriculados 160 mil
sem-terrinhas nas 1.800 escolas públicas dos assentamentos e acampamentos. São
escolas reconhecidas pelo MEC e mantidas com recursos que vêm do governo.
Existem cursos exclusivos em cerca de 20 universidades para
formação de sem-terras, por convênio. Esses cursos em sua maioria são pagos
pelo Incra. Para se candidatar aos cursos é preciso ser assentado, não ter
formação superior e trabalhar como educador em escolas.
Uma universidade própria, a Florestan Fernandes, inaugurada
em janeiro de 2005, em novembro do mesmo ano formava 60 alunos em cursos de
especialização, com a presença do Secretário-Geral da Presidência, o então
ministro Luiz Dulci do govrno Lula, Bem destacada, no centro de cada diploma
estava a frase: “Contra a intolerância dos ricos, a intransigência dos pobres.
Não se deixe cooptar. Não se deixe esmagar, Lutar sempre”.
Existe ainda o projeto de uma escola sul-americana de
agroecologia, cujo protocolo de intenções para sua implantação no Estado do
Paraná foi assinado pelos governos do Brasil, Venezuela, Paraná e pela Via
Campesina.
Acaba de ser noticiado que, pela primeira vez no país,
teremos estudantes saindo da universidade com o diploma de professor rural. O
Ministério da Educação fechou convênio com cinco universidades para a formação
desses cursos. Segundo o MEC tais cursos são inspirados nos cursos de graduação
para os Sem-Terra. Há três anos existem esses cursos na UFMG.
Na aula inaugural de 2005, discursou Armando Vieira, líder
do MST em Minas Gerais. Vejam o que ele pregou: “As Universidades são
latifúndio, e nossa presença aqui é uma ocupação!”. É, como se vê, pura luta de
classes e subversão. É fácil imaginar a doutrinação que será feita quando os
professores forem formados para as 96 mil escolas rurais, freqüentadas por 6
milhões de alunos.
A revista Época, em uma reportagem que ficou famosa,
intitulada “Eles querem a revolução”, escreveu:
“Há 20 anos eles eram crianças colocadas pelos pais à frente
das invasões, para constranger a polícia e suas baionetas. Hoje eles são o
comando das ocupações, marchas e saques pelo Brasil afora, A nova geração do
MST, a primeira nascida nos acampamentos e formada nas escolas da organização,
chegou ao poder.”
Eis o que pregam alguns desses alunos:
- “Quando boa parte do povo estiver pronta para pegar na enxada, a gente faz uma revolução socialista no Brasil”;
- “Meus pais só queriam um pedaço de terra. Agora queremos mudar a sociedade, mesmo que não seja pela via institucional”;
- “A gente precisa ir para a luta, acampar e viver o desconforto para destruir o capitalismo que vive dentro de nós”;
- “Quando 169 milhões de pessoas no país quiserem o socialismo, não vai ter jeito. Nem que seja pela força”;
- “Queremos a socialização dos meios de produção, Vamos adaptar as experiências cubana e soviética no país”.
Essa é das piores e mais perigosas espadas que estão sob a
cabeça do produtor rural.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Marcos Valério contou em 2012 que PT lhe pediu R$ 6 milhões para chantagista.

Conforme noticiado pelo Jornal O Estado de São Paulo, neste
fim de semana, a Polícia Federal apreendeu no escritório da contadora do
doleiro Alberto Youssef contrato de empréstimo de 2004 no valor de R$ 6 milhões
entre Marcos Valério e uma empresa de Ronan, empresário de Santo André.
Dilma Rousseff deu ordens a Cardozo e outros ministros para
realizarem ação coordenada na tentativa de desqualificar o depoimento prestado
por Valério. “Mas qual terá sido o procedimento tomado por aquele que um dia
vangloriou-se de não ignorar nem engavetar as denúncias que recebe?
Segundo o depoimento de Valério em 2012, o dinheiro serviria
para encerrar suposta chantagem sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, o então secretário da Presidência, Gilberto Carvalho, e o então ministro
da Casa Civil, José Dirceu.
Fonte: A Direita Brasileira em Ação
Marina acena com Fábio Barbosa e Aécio confirma Armínio Fraga para Fazenda, enquanto Dilma se perde
Fábio Barbosa, ex-presidente do Santander, da Federação dos
Bancos e atual presidente do Conselho de Administração do grupo Abril, é o nome
cotado como favorito, nos bastidores, para assumir o Ministério da Fazenda em
um eventual governo Marina Silva. Armínio Fraga, ex-presidente do Banco
Central, já foi anunciado, antecipadamente, por Aécio Neves, como o escolhido
para comandar a Economia, caso consiga vencer o mito Marina e a máquina Dilma –
que tem no ministro Guido Mantega, motivo de chacotas no mercado, como seu
ponto fraquíssimo.
Todos já sabem que transmitir a imagem de capacidade de
gestão econômica, com previsão de crise para 2015, é um fator fundamental para
assegurar o apoio político – e principalmente financeiro – do “deus mercado” na
hora em que a eleição começa a se decidir. Esta é a desvantagem maior de Dilma
– que não consegue transmitir segurança. Marina já tem sua imagem desenhada,
religiosamente, como salvadora da pátria. E Aécio Neves, que seria o candidato
favorito do tal mercado, não consegue decolar. Fica apenas na promessa de que
os votos cairão do céu – imagem messiânica mais próxima do estilo Marina.
O eleitorado quer mudança. Só não consegue expressar que
mudança deseja. Os candidatos também não conseguem captar a mensagem. A eleição
não empolga a maioria que continua apática como de costume. O clima é de
torcida de futebol: uns contra os outros. Os discursos não indicam caminhos
viáveis, concretos e seguros para o Brasil. As entrevistas e debates
televisivos nada acrescentam e só confirmam o despreparo dos candidatos para
lidar com as simples questões do dia-a-dia: carestia, cartorialismo,
banqueiragem, corrupção e incompetência de gestão da coisa pública.
Com alto risco de fraude eleitoral, vão se eleger os mesmos
clãs políticos de sempre, com falsa renovação: entram novas figuras para fazer
as mesmas coisas dos antecessores. O cenário para o ano que vem é de mesmice,
com uma crise que pode ou não ser violenta. O que se fará para evitá-la.
Ninguém sabe...
Ficamos igual ao pessoal da orquestra do Titanic. Vamos
tocando e dançando, enquanto o navio afunda... Quem sobreviver se deu bem...
Tudo tranquilo
Mitomania política
Pelo menos na indução das pesquisas de opinião, que ouvem
uns dois mil eleitores, num universo eleitoral de 142 milhões de pessoas, o
brasileiro entra na empolgação de votar no “mito”.
Foi sempre assim com o “ex-operário” Lula.
A farsa histórica se repete agora com a “ex-seringueira”
Marina, viúva política do Eduardo Campos, que tem DNA de petista radical chic,
apesar da carinha de moça pobre e um visual calvinista (não do estilista Calvin
Klein, mas do teólogo João Calvino).
Novo “Tribunal” de “Justiça”
O besteirol da candidata-presidenta Dilma ganhou uma nova
pérola ontem, com o comentário sobre a decisão tomada pela maioria dos
ministros do “Tribunal” de Contas da União de não bloquear os bens da
“Presidente” da Petrobras, Maria das Graças Foster, por causa do escândalo
Pasadena, um prejuízo de US$ 792 milhões.
Dilma festejou a “justiça” do TCU:
“Acho que se fez justiça. Se a maioria do TCU decidiu se fez
justiça, porque é uma questão de justiça. Eu sempre afirmei que a Graça Foster
tinha sido objeto disso pelos seus méritos, porque é uma pessoa íntegra e
competente, uma pessoa capaz e uma pessoa extremamente dedicada. Fico feliz com
essa informação”.
Detalhe sempre importante: O TCU não é tribunal, porque não
faz parte do judiciário, e nem faz Justiça, pois é um mero órgão auxiliar do
Poder Legislativo para fins de fiscalização do poder público, com ministros
indicados pelo Poder Executivo e pela classe política...
Negligência punível
Ex-ministra das Finanças supostamente negligente em uma
fraude política de 403 milhões de Euros é investigada pela Justiça.
Isto acontece na França, onde mora muito bem o Chico
Buarque...
O alvo é Christine Lagarde, embora seja a super-poderosa
diretora gerente do Fundo Monetário Internacional.
Se fosse no Brasil, dificilmente, a moça tomaria no TCU, por
exemplo...
Bronca Brizolista

Tradução

Liberdade apenas para os petistas

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