quinta-feira, 29 de maio de 2014

Governo Dilma mente na Bolsa Família e engana no Pronatec. Veja como programas sociais viraram uma caixa preta a serviço do marketing eleitoreiro do PT.


Dilma Rousseff e a ministra Teresa Campello: números do Pronatec são
maquiados e governo não está cumprindo a legislação que criou o programa.
O governo petista entrou em pânico com a aprovação, no dia de ontem, do que chamamos de Bolsa Família Melhor, projeto do senador Aécio Neves (PSDB). É um projeto tão simples, tão justo e tão fácil de entender que feriu de morte a estratégia de terrorismo eleitoral que o PT monta a cada eleição, espalhando pelo país que os seus adversários, se vencedores, acabarão com o programa. Para que os leitores entendam, vamos reproduzir abaixo, o texto da lei.


A justificativa de Aécio Neves é ainda mais definitiva para que o projeto seja visto como um aprimoramento, uma evolução. Leiam:

Sabe-se que o mercado de trabalho brasileiro é extremamente volátil e que a rotatividade da mão de obra atinge índices alarmantes. Tal situação faz com que um desempregado consiga uma colocação no mercado de trabalho, mas, infelizmente, não  consiga mantê-la por muito tempo.

Isso gera um grave problema em termos de assistência social, pois essa promoção na vida do trabalhador faz com que, em alguns casos, ele deixe de se  beneficiar do Bolsa Família pelo fato de a renda familiar ter sido incrementada e, em  poucos meses, tenha de recorrer novamente ao programa.

Para evitar essa instabilidade na renda do trabalhador carente, propomos que, mesmo que a condição de elegibilidade da família seja alterada, ela ainda possa se  beneficiar do programa por seis meses, independentemente da revisão cadastral prevista.

Esse período adicional é importante para o trabalhador saber se irá manter seu emprego e se a renda familiar permanecerá em patamar satisfatório para garantir sua subsistência.

Ontem, por 10 x 9, o projeto foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais. Na próxima semana, será votado na Comissão de Direitos Humanos. Se aprovado, segue para o plenário da Câmara, em caráter terminativo. Derrotado, o governo Dilma iniciou, ontem mesmo, uma ofensiva midiática para usar os mesmos truques sujos de sempre: que o projeto de Aécio não pensa nos pobres. Desta vez, dada a simplicidade e transparência da lei, bem como o benefício explícito, eles não vão conseguir. E cabe a cada um de nós explicar o projeto a quem está sendo enganado pelo marketing eleitoreiro do PT.

Ontem, a ministra Teresa Campello, do Combate à Fome, no afã de torpedear o projeto de Aécio, colocou no texto do mesmo determinações que lá não existem, como a obrigatoriedade da mãe, com filhos e pobrezinha, ter que fazer cursos de qualificação profissional do Pronatec. Um show de patifaria explícita e de mentiras planejadas. Leiam aqui. Tem até vídeo!

Aí chegamos ao ponto. O Pronatec não está cumprindo a legislação. O Ministério da Educação, mancomunado com o Ministério do Trabalho e Emprego, de acordo com o Decreto-Lei 7.721, de 16 de abril de 2012, devem oferecer cursos do Pronatec para aqueles trabalhadores que ingressam no seguro-desemprego. Para receber o benefício, o desempregado deve frequentar um curso de qualificação ou requalificação. E o governo Dilma deve oferecê-los, dentro do Programa Bolsa Formação Trabalhador. Leiam o decreto aqui.

Assim como a Bolsa Família Melhor do Aécio, está é uma boa lei, pois aproveita um período de inatividade e faz com que o trabalhador saia dali melhor, mesmo que o curso tenha apenas 160 horas, a 4 horas por dia, envolvendo, assim, tão somente 40 dias de aula, algo como dois meses.

Agora perguntem para este blogueiro porque não se vê a Dilma, que vai a tantas formaturas do Pronatec pelo Brasil, fazendo discursos enganosos sobre os números do programa, entregar diplomas em cursos organizados pelo SINE, do Ministério do Trabalho e Emprego, destinados a desempregados no seguro-desemprego? É simples! Muito simples de explicar. O MTE e o MEC não estão cumprindo a lei. Vejam, abaixo, o percentual de desempregados que está frequentando cursos em todo o Brasil. Apenas 4%. Tão somente 4%. Dos quase 3,5 milhões de brasileiros no seguro-desemprego, apenas 41.832 estão frequentando os cursos do Pronatec, que são uma determinação legal. Os dados abaixo fazem parte de apresentação oficial do MTE, de 20 de março de 2014.


O caso do Pronatec é emblemático. Onde ele deveria funcionar, não funciona. É um programa que depende em 85% da iniciativa privada. Das instituições do Sistema S, quais sejam: SENAI, SENAC, SENAT e SENAR. Que, aliás, sempre fizeram o Pronatec sem que o Pronatec existisse, pois a alma destas entidades é a promoção social e qualificação profissional. Quando o Pronatec depende do governo petista, de uma simples articulação entre ministérios, o programa dá com os burros n'água e a única coisa que funciona é o marketing eleitoreiro. É a promoção pessoal desta Presidente incompetente, que só faz enganar o país com números maquiados.

Seria bom perguntar para a ministra Teresa Campello, tão preocupada em atacar quem quer o melhor para o país, porque ela ainda não exigiu que os seus colegas de ministérios cumpram a lei do Pronatec. E porque ela mesma não cumpre as diretrizes do Brasil Sem Miséria, por ela gerenciado, cujo um dos eixos é justamente os cursos do Pronatec.


O blogueiro responde por ela: porque todos os programas sociais do PT tem o objetivo de manter os pobres sob tutela e não de libertá-los da pobreza.

Terceirização da responsabilidade

Por Onyx Lorenzoni  - Zero Hora

Foto do Deputado ONYX LORENZONIVeja você o que disse a presidente Dilma durante anúncio do PAC do Saneamento: “Hoje nós sofremos consequências na área de serviços de decisões tomadas cinco anos atrás”. No desespero de buscar culpados e terceirizar suas responsabilidades, Dilma escorrega e põe no colo de Lula o motivo de seu governo não concluir as obras que anuncia.
O discurso teve um “ato falho”, que acontece quando a gente deixa escapar o que está pensando ou o que deseja esconder. Inúmeras vezes, a presidente Dilma comete esses deslizes, que são tratados pelo lado cômico. Mas a piada (se fosse) é de muito mau gosto.

O PT tem conduzido o país ao passado a passos largos. É uma sucessão de decisões erradas que se somam a um pernicioso desmonte do Estado. Quando as instituições são ocupadas por cargos políticos na escala em que o PT promoveu no país, temos consequências trágicas e visíveis. Os interesses partidários e as alianças políticas são colocados acima do país, a incompetência se instala e se enraíza e a corrupção ganha passe livre. O partido é colocado em primeiro lugar. E os interesses do povo são tratados com medidas populistas e com muita propaganda. É preciso “convencer” o povo de que as coisas estão boas e isso custou R$ 2,3 bilhões em 2013. Sem levar em conta R$ 1,6 bilhão da Caixa, R$ 1,4 bilhão da Petrobras e R$ 1 bilhão do Banco do Brasil.

A mentalidade socialista não admite instituições que não estejam sob o comando do PT. É dessa forma que eles atacam a democracia. Se o IBGE vai revelar dados que não são bons para o governo, cale-se o IBGE. Se a economia vai mal, invente-se a “contabilidade criativa”, que é o reconhecimento da maquiagem dos números de governo. Eles usaram o Ipea para desviar a atenção de notícias ruins para o governo. Usaram uma pesquisa de 2013, sem pé nem cabeça, para iludir o país e criar uma falsa polêmica na sociedade brasileira. Um alvoroço diversionista. É nessa lógica do “tudo vale se servir ao partido” que a Petrobras foi arrastada para o ralo e se tornou 10 vezes menor do que era.

É o governo do atraso. Estamos voltando no tempo. Somos cada vez menores com o PT no governo.



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Onyx Dornelles Lorenzoni é veterinário e Deputado Federal pelo DEM/RS

O terror comunista (I)

Por Carlos I. S. Azambuja

“O conhecimento do que foi o terror comunista pode ajudar muitas pessoas, sobretudo as mais jovens, a entenderem a importância da verdadeira liberdade, sem coletivismos e falácias socialistas, impedindo a repetição de tragédias semelhantes”.

Muito já se escreveu sobre o terror comunista, mas nunca é demais detalhar como esse terror foi implantado por Stalin, com um relato baseado não apenas em memórias e diários inéditos de personagens importantes, e entrevistas com os sobreviventes e os descendentes dos poderosos da era stalinista, mas também, e sobretudo, beneficiado pela liberação – no governo de Boris Yeltsin, que deu fim à União Soviética - de documentos, cartas, bilhetes, anotações nas margens de documentos e de livros, minutas de reuniões, agendas e dos papéis que passavam todos os dias pela escrivaninha de Stalin, em muitos dos quais ele deixava a sua marca de aprovação, reprovação ou escárnio. Assim, foi possível mostrar tanto a intimidade do poder, que permanecia envolta em brumas e mistério, como sua face mais brutal.

O primeiro dos grandes processos espetaculares do terror comunista teve início em 19 de agosto de 1936 no Salão de Outubro, no segundo andar da Casa dos Sindicatos, em Moscou. Os 350 espectadores eram funcionários do NKVD com roupas comuns, jornalistas estrangeiros e diplomatas. No centro, sobre um tablado, os três juizes, liderados por Vassili Ulrikh, sentaram-se em cadeiras semelhantes a tronos, cobertas com pano vermelho. A verdadeira estrela desse espetáculo teatral, o procurador Andrei Vichinski, com uma interpretação de ira espumante e pedantismo articulado.

Os acusados, 16 sujeitos rotos, guardados por soldados do NKVD com baionetas caladas, sentaram-se à direita. Atrás deles uma porta que dava para um espaço comparável a uma sala de espera das celebridades em um estúdio de televisão. Ali, com sanduíches e refrescos, estava Guenrikh Grigorievitch Iagoda (Comissário do Povo de 1934 a1936), que poderia conferenciar com Vichinski e os acusados durante o julgamento.

Dizia-se que Stalin a tudo assistia desde uma galeria escondida, com janelas escuras, nos fundos do salão.

Os acusados foram indiciados por uma quantidade fantástica de crimes tramada pela conspiração obscura liderada por Trotski, Zinoviev e Kamenev (o “Centro Trotskista-Zinovievista Unido”)que conseguira matar Kirov, mas falhara várias vezes ao tentar matar Stalin. Durante seis dias eles confessaram esses crimes com uma docilidade que espantou os espectadores ocidentais.

A linguagem desses processos era tão obscura quanto hieróglifos e só podia ser entendida dentro do universo fechado bolchevique de conspirações do mal contra o bem, em que “terrorismo” tinha o significado de “quaisquer dúvidas sobre as políticas ou o caráter de Stalin”. Todos os seus adversários políticos eram tachados de “terroristas”. Mais de dois “terroristas” era uma “conspiração” e a reunião de “terroristas” de facções diferentes criava um “Centro Unificado” de espantoso alcance global, revelador da paranóia bolchevique, formada em décadas de vida na clandestinidade.

Enquanto os 16 réus esmagados diziam suas falas, o procurador Vichisnky combinava com brilhantismo o embuste indignado de um pregador com as maldições diabólicas de um feiticeiro. Uma testemunha ocidental achou-o parecido com um corretor da Bolsa, acostumado a almoçar no Simpson’s e jogar golfe em Sunningdale. De uma família polonesa nobre e rica de Odessa, Vichinsky fora companheiro de cela de Stalin, com quem dividia os cestos recebidos da família, investimento que pode ter salvado sua vida.

Era desagradável com seus subordinados, mas servil com seus superiores. Seus subordinados o consideravam uma “figura sinistra”. Alerta, vigoroso, vaidoso e inteligente, impressionava os ocidentais tanto quanto os assustava com seus maneirismos forenses. Orgulhava-se muito de sua notoriedade: apresentado à princesa Margaret, em Londres, em 1947, sussurrou aos diplomatas que fazia as apresentações: “Por favor, acrescente meu antigo título de procurador nos processos de Moscou”.

As acusações deixaram sérias dúvidas entre muitos dos jornalistas, exacerbadas pelas asneiras cômicas do NKVD: a corte ouviu como Sedov, filho de Trotsky, ordenou os assassinatos em uma reunião no hotel Bristol, na Dinamarca, mas descobriu-se que esse hotel fora demolido em 1917...

Consta que Stalin teria gritado: “Para que diabos vocês precisam de hotel? Deveria ter dito estação ferroviária. A estação está sempre lá”.

Esse espetáculo teve um elenco maior do que as pessoas que estavam no palco, porque outras pessoas foram cuidadosamente implicadas, abrindo a perspectiva de outros famosos “terroristas” aparecerem em julgamentos posteriores. Os réus implicaram comandantes militares e outros, como Bukharin, Rikov e Tomski, e Wichisnky anunciou que iria instaurar processos contra esses nomes famosos.

Em 22 de agosto, apenas três depois de iniciado esse processo, Stalin recebeu o seguinte telegrama de Lazar Kaganóvitch, um dos poderosos do círculo de Stalin: “Esta manhã Tomski se suicidou com um tiro. Deixou uma carta para você em que tenta provar sua inocência (...). Não temos dúvidas de que Tomski, sabendo que agora não é mais possível esconder seu lugar no bando Zinoviev-trostkista, decidiu dissimular com o suicídio”.

Os porta-vozes de Stalin criaram uma abominação pública contra os “terroristas”. Nikita Kruschev (que em fevereiro de 1956, no XX Congresso do PCUS, iria denunciar os crimes de Stalin), partidário raivoso dos processos e dos fuzilamentos, chegou uma noite ao Comitê Central e encontrou Kaganovitch e Sergo (apelido de Grigori Konstantinovitch Ordjonikidze) induzindo o poeta Demian Bedny a produzir um poema curto e aterrorizante para o Pravda. Esse poema, publicado no dia seguinte, bradava: “Esmagar as criaturas repugnantes! Os cães raivosos devem ser fuzilados!”

No tribunal, Andrei Vichinsky encerrou a acusação: “Esses cães raivosos do capitalismo tentaram rasgar de membro a membro o melhor de nossa terra soviética, o camarada Kirov. Exijo que esses cães raivosos sejam fuzilados. Todos eles!”. Os cães fizeram então seus apelos patéticos e confissões. Mesmo mais de 80 anos depois, são trágicos de ler. Kamenev terminou sua confissão, mas depois se ergueu de novo para apelar por seus filhos, aos quais não tinha outro meio de se dirigir: “Qualquer que seja a minha sentença, considero-a de antemão justa. Não olhem para trás! Vão em frente! Sigam Stalin!”.

Os juizes se retiraram para decidir sobre seu veredicto já decidido, retornando para sentenciar todos à morte, diante do que um réu gritou: “Viva a causa de Marx, Engels, Lênin e Stalin!”

De volta à prisão, os “terroristas” apavorados apelaram por clemência, lembrando a promessa de Stalin de poupá-los. Enquanto Zinoviev e Kamenev aguardavam em suas celas, Stalin recebeu em sua ensolarada casa de campo um telegrama de Kaganovitch, Sergo e Iejov (*), informando-o de que o apelo dos acusados fora recebido e que “o Politburo propôs rejeitar os pedidos e executar o veredicto hoje à noite”. Stalin não respondeu, talvez cônscio de que o fuzilamento de dois camaradas mais próximos de Lenin marcava um passo gigantesco no sentido de sua próxima aposta colossal: um intenso reino de terror contra o próprio partido e contra os chefes do Exército, uma carnificina que sacrificaria até seus amigos e familiares.

O texto acima é um resumo das páginas 223 a 227 do livro “Stalin, a Corte do Czar Vermelho”, de Simon Sebag Montefiore, editora Companhia das Letras, 2003.


Fonte: Alerta Total

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Carlos I.S. Azambuja é Historiador.

(*) Nkolaï Ivanovitch Iejov, chefe do NKVD de 25 de setembro de 1936 até 24 de novembro de 1938, um dos principais executores das purgas decididas por Stalin. Fuzilado por ordem de Stalin e Lavrenti Beria – que o sucedeu na chefia do NKVD – em 2 de fevereiro de 1940.

Dilma deveria se envergonhar por desrespeitar e lei e mentir diariamente de forma tão acintosa


dilma_rousseff_364Óleo de peroba – Dilma Vana Rousseff, a presidente, parece não perceber a extensão da própria desfaçatez. Em claro e escandaloso confronto com a legislação eleitoral, a petista vem se valendo do suado dinheiro do contribuinte para fazer campanha antecipada, o que confirma que o Brasil é o paraíso da impunidade.

Não bastasse o fato de ser incompetente e estar à frente de um governo paralisado e mergulhado em escândalos de corrupção, Dilma tem cruzado os céus do País para, em suas escalas, disseminar mentiras oficiais, como se todos os cidadãos fossem ignaros. Durante jantar com dezenas de empresários e lideranças da comunidade judaica de São Paulo, a presidente tentou minimizar o caos que se instalou em terras verde-louras e disse que a estagnação é normal em ano eleitoral. Isso mostra o grau de irresponsabilidade de quem está no comando da nação, pois sua fala, em interpretação análoga, sugere que dependendo do momento o equipamento de uma UTI hospitalar pode falhar.

Truculenta na maior parte do tempo, mas falsamente polida quando interessa, Dilma não perdeu a oportunidade de estocar o governador Geraldo Alckmin, de São Paulo. Empenhada em derrotas os tucanos no mais rico e importante estado da federação, a petista disparou: “Não haverá racionamento de energia no Brasil este ano, já o racionamento de água eu não garanto”. Algumas regiões do estado paulista enfrentam problemas de abastecimento de água, por causa da estiagem, mas por enquanto não há sinais de racionamento.

Dilma, como dez entre de petistas, abusa do oportunismo e se comporta de forma chicaneira, dando a entender que o Brasil é administrado com a sabedoria e a experiência de um dono de lupanar. É inaceitável esse tipo de declaração, pois São Paulo continua sendo a locomotiva do País. Se a presidente quer instalar o pânico no estado, como sendo a única maneira de alavancar a candidatura do companheiro Alexandre Padilha, que peça, então, aos seus parceiros de ideologia esquerdista que acionem os integrantes do PCC. Até porque, alguns integrantes do PT são intimamente ligados à facção criminosa.

Enquanto faz o pífio e pequeno papel de cabo eleitoral de Padilha, a presidente da República é desautorizada pelos vergonhosos números do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com o Instituto Trata Brasil, das 149 obras previstas para municípios com mais de 500 mil habitantes (56 cidades no total), 87 (58%) estavam paralisadas, atrasadas ou sequer tinha sido iniciadas em dezembro de 2013. Dilma teve três anos e meio para fazer algo em prol do País, mas agora, faltando pouco mais de três meses para a corrida presidencial a petista surge com novas e mentirosas promessas.

Em relação à possibilidade de racionamento de energia, Dilma só garante o que não pode ser garantido porque o contribuinte está bancando o desgoverno petista ao financiar as termelétricas, muito mais caras, poluentes e que estão em funcionamento ininterrupto desde 2012. Fora isso, o diretor do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, declarou recentemente que está cada vez mais difícil administrar o sistema elétrico. Ou seja, a qualquer momento um novo apagão pode surgir em cena.

O pior nessa epopeia é que empresários, intelectuais e outras lideranças ainda se juntam à sombra de um regabofe para ouvir o besteirol da presidente, enorme e acintoso como “nunca antes na história deste país”.

No dia em que a herdeira dos gigolôs da bola anunciou a consumação do roubo, o confronto entre o exército da selva e a PM piorou o que já era um programa de índio


Foro: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Até os tufos de grama dos estádios superfaturados sabiam que a Copa do Mundo tem tudo para virar um tremendo programa de índio. Mas nem o mais finório dos cartolas poderia imaginar que, nesta terça-feira, os antigos donos da terra conseguiriam piorar o que já parecia exemplarmente ruim. Como informa o site de VEJA, a proeza foi consumada pelo inverossímil duelo que opôs, nas cercanias do Estádio Mané Garrincha, uma tropa de 400 índios a um pelotão formado por 500 integrantes da PM de Brasília.

Segundo os caciques de uma certa Mobilização Nacional Indígena, os combatentes recrutados em 100 tribos distintas pretendiam apenas “entregar uma taça de sangue” a algum figurão do governo federal, num ato de protesto contra mortes de caciques atribuídas a policiais. Os planos mudaram quando os guerreiros que misturavam cocares com tênis ou saiotes típicos com calças jeans toparam com o bando de civis que marchavam sobre uma das arenas mais caras do mundo para outra manifestação contra a gastança da Copa.

Para impedir que os inimigos se aproximassem do local onde estava exposta à visitação pública a taça que será entregue ao vencedor do certame, soldados a cavalo e índios pintados com as tintas da guerra protagonizaram a versão brasileiríssima de um espetáculo que só pode ser visto em velhos filmes de faroestes ou na Disneyworld. Com uma diferença essencial: eram reais tanto as bombas de gás lacrimogêneo e as balas de borracha usadas pela PM quanto os arcos e flechas sobraçados pela infantaria da selva. No Twitter, a página do Conselho Indigenista Missionário garantiu que três índios foram feridos. Uma foto exibida pela PM atesta que pelo menos um fardado foi atingido por uma flechada.

As imagens do conflito, transmitido ao vivo por emissoras de TV e noticiado com merecidíssimo destaque pela imprensa internacional, vão exigir acrobacias retóricas especialmente ousadas dos espertalhões que miraram nas urnas e acertaram o próprio pé. Principal responsável pela transformação do Brasil em província provisória da Fifa, Lula logo estará recitando mais uma vigarice panglossiana. Talvez enxergue no episódio uma prova contundente de que, ao contrário do que ocorreu nos Estados Unidos, aqui os índios são uma espécie em expansão. Talvez prefira jurar que tudo não passou de uma inventiva homenagem a Garrincha, o mais famoso descendente de índios da história do futebol.

Foto: Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
Foto: Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
Se os caçadores de votos são forçados a correr atrás do prejuízo, os mais notórios caçadores de dólares já dormem em paz. “O que tinha que ser gasto, roubado, já foi”, informou há poucas horas Joana Havelange. Eis aí o que se pode qualificar de “fonte bem informada”. Mais que integrante do comitê local da Copa, Joana é filha de Ricardo Teixeira, que hoje gasta em Miami o que embolsou enquanto presidiu a CBF, e neta de João Havelange, o ex-chefão da Fifa que transformou a dona do futebol mundial na Casa da Moeda dos Supercartolas. Esses se afastaram da cena do crime antes da chegada do camburão.

Continuam em ação os que, além de muito dinheiro, querem ganhar a eleição. De olho na divisão do produto do roubo, podem perder a chance de escapar. Eles nunca estiveram tão perto de cair fora do poder.

RONALDO CHUTA O GOVERNO E É ATACADO POR PETISTAS



Ex-atacante ataca o governo e volta a marcar um gol pelo Brasil

Deputado não consegue explicar reunião com 13 bandidos do PCC e culpa a mídia. Alguma dúvida se ele é petista?


Sob pressão do comando do PT em São Paulo, o deputado estadual Luiz Moura (PT-SP) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (28) para negar que tenha relações com a facção criminosa PCC e para fazer críticas à imprensa. Segundo investigação da Polícia Civil, o petista participou em março de uma reunião, na sede da cooperativa de transporte da qual faz parte, em que estiveram presentes 45 pessoas, das quais ao menos 13 eram membros da facção criminosa PCC.

Na tribuna, Moura disse que participou do encontro por causa de sua militância na área de transportes e que tentava evitar uma greve na zona leste de São Paulo. Em sua defesa, reproduziu entrevista dada semana passada pelo secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella, na qual ele diz que o petista não é investigado.

"Como pode 50 pessoas entrarem na delegacia e, quase 70 dias depois, a imprensa noticiar que 13 pessoas ligadas à organização criminosa saíram pela porta da frente? Houve prevaricação da polícia ou é uma notícia que não é verdadeira?", afirmou. O deputado referia-se à blitz da polícia na reunião.Parte do grupo acabou levado até a delegacia --Moura foi liberado ainda na cooperativa.

Ele, que foi condenado a 12 anos de prisão em 1992 por assalto à mão armada e ficou foragido por cerca de dez anos, disse não se envergonhar de sua história, mas criticou a imprensa por relembrar o seu passado. "Hoje, a imprensa, indiscriminadamente, noticia que fui um ladrão, que fui um assaltante, sempre relembrando o passado. E a Constituição é muito clara: diz que todo o cidadão tem o direito de se recuperar."

No início da tarde, ele prestou esclarecimentos à comissão interna criada pelo PT para ouvi-lo. O diagnóstico da sigla é que não há, até o momento, provas suficientes para puni-lo. A Executiva só deve se reunir de novo para discutir o caso na segunda (2).


O PSDB pediu ao Ministério Público que apure o envolvimento de Moura com a facção criminosa. O deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) também solicitou que a Comissão de Ética da Assembleia apure o caso e convoque o petista para dar explicações. (Folha de São Paulo)

Público e privado

Carlos Alberto Sardenberg – O Globo

Não há como não se lembrar de Ronald Reagan: o governo não é a solução, é o problema

Não existe produção de prótese ortopédica no Brasil. Pode-se importar, mas é caro. Uma prótese de membro inferior, por exemplo, sai por uns R$ 4 mil, boa parte disso em impostos. Uma enorme dificuldade, cuja solução já existe. Dois jovens brasileiros, Lucas Strasburg e Eduardo Trierweileir, de Novo Hamburgo (RS), inventaram o Revo Foot, prótese de perna e pé, feita de plástico reciclado, invento premiado em feira mundial, e que deve custar em torno de R$ 200, antes dos impostos, claro. Mas não conseguiram ir além do protótipo: não há no Brasil um sistema de certificação para permitir a produção comercial.

Voemos do Sul para o município de Ibimirim (PE), mais exatamente para o Sítio Frutuoso, onde o agricultor José Gabriel Bezerra tem uma próspera lavoura de milho, melancia e feijão, num ambiente de seca e perdas. A propriedade é irrigada. Sabem como? Um poço que ele construiu com seu próprio dinheiro, cansado de esperar pelas prometidas obras públicas.

A primeira história apareceu no programa do “Jornal da CBN” “Young Professional”, em entrevista a Milton Jung. A segunda veio numa extraordinária reportagem de Letícia Lins e Cleide Carvalho, no GLOBO do último dia 18.

Os jovens gaúchos desenvolvem sua ideia há mais de seis anos, com objetivos claramente sociais: produzir algo nacional, bom e barato Era inicialmente um trabalho de fim de curso, da Escola Técnica Liberato, pública. E uma ousadia: trocar fibra de carbono por plástico reciclado? Parecia piada. Pois chegaram a uma prótese testada e retestada em diversos laboratórios universitários e privados. Experimentaram em um parente — prótese do pé esquerdo — que está muito satisfeito. Batizaram de Revo Foot e tiraram o segundo lugar num concurso do Massachussets Institute Of Technology para inovadores globais com menos de 35 anos.

Toca produzir a coisa no Brasil, claro. Não pode. Precisa certificar. OK, como faz? Não faz. Os órgãos públicos não têm normas, muito menos máquinas para testar essas próteses. Sabem o que Lucas e Eduardo resolveram fazer? Estão tentando produzir a primeira máquina brasileira de certificação de próteses, junto com normas e demais mecanismos.

É louvável a garra dos rapazes, mas está na cara que essa não é mais função deles. É do governo, do setor publico. Devia ser…

A história do agricultor de Ibimirim tem o mesmo conteúdo. Ele tocava lá seu sítio, sempre batalhando com a falta de água. Ouviu muitas promessas e anúncios de instalação de poços e cisternas. Como mostra a reportagem do GLOBO, até que muitos poços foram perfurados. Mas falta a energia elétrica para bombear a água. No outro, falta a canalização para distribuir. Mais adiante, a população local não pode utilizar a água, pois é levada para áreas mais populosas.

Sabe de uma coisa? — pensou José Gabriel Bezerra. “A gente tem de resolver.” Mudou-se para São Paulo, arrumou emprego na construção civil, juntou R$ 30 mil, voltou para Ibimirim e aplicou tudo num poço de 150 metros. Resolvido.

Mas, cuidado. O governo finalmente construiu ali na região cinco adutoras profundas. O agricultor tem medo que essas puxem a água do seu poço. Era só o que faltava. Frase exemplar de Bezerra: “Gastei tudo o que tinha para não depender do governo. Mas tenho medo que, com as adutoras, a água da gente acabe.”

Não há como não se lembrar de Ronald Reagan: o governo não é a solução, é o problema.

E o problema maior é que não dá para se livrar do governo. A esquerda costuma acusar os liberais de querer destruir o Estado. Mesmo, porém, que sonhem com isso, os liberais sabem que o Estado e seus impostos são inevitáveis.

Vai daí, eis uma agenda bem brasileira, adequada para um ano de eleições presidenciais. O Brasil só vai voltar a crescer com mais investimentos privados e públicos.

Para que floresçam os privados, é preciso que o governo, primeiro, não atrapalhe as iniciativas de gente como os jovens de Novo Hamburgo. E, segundo, dar o necessário suporte a negócios como o do agricultor do sertão.

Primeiro ponto, portanto, é abrir espaço e criar boas condições para o investimento privado. Isso requer ação política, mudança de legislação, incluindo privatizações.

O segundo ponto é dar eficiência e produtividade às ações do Estado. E foco em educação, saúde e segurança.

Para o resto, é melhor fazer a concessão de obras e serviços para o investidor privado. Quando isso não for possível, o governo deve trabalhar com os parâmetros de produtividade do setor privado.

Tem muito lugar em que é assim, inclusive no Brasil, como a boa escola técnica Liberato.



“Copa do Jegue” deixa legado de corrupção, incompetência dos governos e aumento do custo de vida


A Presidenta Dilma Rousseff garantiu ontem a empresários que não haverá baderna na Copa do Mundo da Fifa. Para sua profecia dar certo, sol falta Dilma combinar, direitinho, com os manifestantes organizados. Na maioria das cidades, o clima é de desencanto com a competição. A tradicional organização espontânea da torcida, para torcer pela Seleção Brasileira, não acontece – apesar do esforço de marketing do governo e da Rede Globo. Por enquanto, por tudo de empacado até agora, o evento já recebe o singelo apelido de “Copa do Jegue”.

Não existe esquema de segurança tão perfeito que seja capaz de conter ataques assimétricos. Protestos imprevisíveis ou organizados em grande volume marcarão a “Copa das Copas” (como a ufanista marketagem tenta vender o torneio futebolístico no tal “País do Futebol”). No imaginário coletivo, na visão de todas as classes sociais, mais esclarecidas ou não, a Copa deixa um legado de promessas não cumpridas, obras incompletas, infraestrutura ineficiente e, talvez o pior de tudo para a imagem do desgoverno petralha, evidências de corrupção, desperdício de dinheiro público e aumentos especulativos de preços de produtos e serviços.

Mais que torcer pelo sucesso do time de Felipão (para dar uma ajudinha na campanha reeleitoral), Dilma precisa rezar – e muito – para que não ocorra qualquer tipo de catástrofe que gere demandas no setor público de saúde. Em nenhuma das grandes capitais, existe um esquema confiável de atendimentos de emergência, em casos de catástrofe – que podem ser geradas até por atos de terror, sempre previsíveis nestes grandes eventos transnacionais. Os Institutos Médicos Legais de nenhum dos estados da federação conseguirão dar conta se algo de ruim acontecer.

Pior: por falta de acordos internacionais, o turista que morrer por aqui – e não puder ser oficial e legalmente identificado - tem grande chance de acabar enterrado como indigente. Se houver problemas de segurança, a Copa das Copas se transformará, facilmente, na Copa do Caos. Dá para entender, perfeitamente, porque o Presidentro Lula da Silva, em seu subconsciente, recomendou que, não tiver transporte, metrô até a porta dos estádios, o torcedor deve deixar a babaquice de lado e ir ao jogo até de jegue.

O triste é que o teimoso bichinho foi quem acabou com a imagem arranhada – e não o espertalhão sindicalista de resultados que reina como oculto chefão dos maiores negócios no Brasil Capimunista. A Copa da Fifa foi apenas uma das muitas brincadeiras mi ou bilionárias...

Padrão Dilma

 

Nota da Havelange detonou

Joana Havelange, filha do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira e neta de João Havelange, ex-presidente da Fifa, deixou ontem a petralhada mais PT da vida que nunca.

Só porque a ilustre Diretora do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo (COL) compartilhou um texto viral no Instagram, que não foi originalmente escrito por ela, aparentemente para condenar a onda de protestos ao sabor da Copa:

“Não apoio, não compartilho e não vestirei preto em dia nenhum de jogo do Mundial. Quero que a Copa aconteça da melhor forma. Não vou torcer contra, até porque o que tinha que ser gasto, roubado, já foi. Se fosse para protestar, que tivesse sido feito antes. Eu quero mais é que quem chegue de fora, veja um Brasil que sabe receber, que sabe ser gentil. Quero que quem chegue, queira voltar. Quero ver um Brasil lindo. Meu protesto contra a Copa será nas eleições. Outra coisa, destruir o que temos hoje, não mudará o que será feito amanhã”.

Chute nos mensaleiros

 

Help, Buffalo Bill...

 

Entre torcer e distorcer...


 

A quebra do sigilo da operação Ararath pelo juiz Jefferson Schneider




Adriana Vandoni dá parabéns ao juiz federal Jefferson Schneider por abrir o sigilo da operação Ararath, um direito do cidadão, que paga os impostos e deve saber onde seu dinheiro está sendo empregado. No programa Preto no Branco de Antero Paes de Barros na TV Pantanal, canal 22.

A meta do PT - Destruir o Brasil

Por Franscisco Vianna

Sete diretrizes aprovadas pelo PT que vão arrasar a economia e restringir a liberdade do brasileiro, na tentativa de implantar o socialismo no país

No encontro nacional do partido, realizado no início do mês, foram definidas os pontos que devem orientar a campanha eleitoral deste ano e as diretrizes para um possível segundo governo de Dilma Roussef.

O Partido dos Trabalhadores aprovou, em seu encontro nacional, realizado nos dias 2 e 3 deste mês, um documento com diretrizes táticas que devem orientar a postura do partido nas próximas eleições e em um possível segundo governo da presidente Dilma Rousseff.

O texto, com um forte tom de ruptura com a política de conciliação ideológica adotada desde que Lula subiu ao poder, traz algumas propostas que vão deixar a economia em frangalhos, fazer fugir os capitais do país e restringir como nunca o brasileiro viu as suas liberdades individuais.

O website 'Administradores.com' destacou alguns pontos do documento, que pode ser lido na íntegra no próprio site do PT. Veja abaixo os destaques:

1ª – Menos liberalismo econômico

De acordo com o documento, um dos objetivos do PT a partir de 2015 será fazer com que Dilma consiga fazer um segundo mandato superior ao primeiro. E o texto diz como: superando a "herança maldita cujas fontes são a ditadura militar, o desenvolvimentismo conservador e a devastação neoliberal." E complementa: "Esta herança maldita se materializa, hoje, em três dimensões principais: o domínio imperial norte-americano; a ditadura do capital financeiro e monopolista sobre a economia; e a lógica do Estado mínimo". Isso é muito mais do que o necessário para que as pessoas que têm capital investido no país se mandem com seu dinheiro para o exterior e que a mão de obra qualificada vá atrás.

O proximo passo é a economia entrar em parafuso como aconteceu com a Argentina, a Venezuela que estão muito mais próximas de se transformarem em espécies de Cuba do que qualquer coisa melhor que isso. O sonho dos socialistas é ver um Brasil transofrmado em uma Cuba Continental.

2ª – Maior aproximação com a esquerda latino-americana

Mais ainda? A superação da tal "herança maldita" citada no documento é vista como "uma tarefa simultaneamente nacional e regional" e deve se dar com "o aprofundamento da soberania nacional, a aceleração e radicalização da integração latino-americana e caribenha, uma política externa que confronte os interesses dos Estados Unidos e seus aliados". Hoje, quase todas as economias da América Latina são governadas por líderes que, no espectro político, se posicionam do centro para a esquerda.

Ora, as economias não são governadas, mas simplesmente favorecidas ou pregjudicadas pelos governos. E, graças a interferência dos governos de esquerda na economia, é que o subcontinente está hoje tão empobrecido, inclisive o Brasil, na mão do PT. E, pelo jeito vai piorar ainda mais.

3ª – Aprofundamento de políticas sociais

Se os atuais programa de bolsas do governo e outros mecanismos de assistência social já consomem boa parte da riqueza gerada por quem trabalha e investe capital nesse país, um possível segundo mandato liderado pelo PT deve gerar ainda mais sumidouro de dinheiro para sustentar quem não trabalha.

O documento do PT afirma que para dar continuidade aos objetivos do partido, será necessário, entre outras coisas, ampliar "as políticas públicas universalizantes do bem estar-social", que, no Brasil, significa uma maior oneração da classe média e do empresariado, possivelmente chegando às raias do intolerável.

4ª – Reaproximação com os movimentos sociais

Dilma deu menos atenção aos movimentos sociais do que Lula e uma das condições impostas para a unificação do PT em torno de sua reeleição foi justamente uma mudança nesse sentido. Uma reaproximação deve acontecer em um possível segundo mandato, segundo o documento aprovado no congresso do partido. "A continuidade – e, sobretudo, o avanço – do projeto petista está vinculado à capacidade de o regime fortalecer um bloco de esquerda e progressista (?), amparado nos movimento sociais, na intelectualidade (leia-se os "canalhas esclarecidos" parasitas) e em todos os setores comprometidos com o processo de transformações econômicas, políticas, sociais e culturais implementadas pelos governos Lula e Dilma", diz o texto.

Por trás de toda essa verborragia vazia, o que isso significa, de fato, é o aumento do contingente do MST e congêneres, alé de dar a essas hordas de vagabundos armamentos e logística para que possam marchar sôbre as cidades e implantar o socialismo ao estilo cubano e sovietiforme, como declara abertamente um de seus líderes, Stédile.

5ª – Maior influência dos sindicatos no governo

Os sindicatos e centrais devem ter maior influência nas decisões de um possível segundo governo Dilma. "O 14º Encontro Nacional do PT destaca a importância da candidatura Dilma acolher a 'Pauta da classe trabalhadora', apresentada pela CUT e as centrais sindicais", diz o documento.

Como o Brasil já está no limiar de rotura entre o empresariado de peso e os sindicatos, qualquer pressão a mais, provavelmente fará com que muitas empresas aqui implantadas se transfiram para outros países, o que promoverá e acelerará a desindustrilização já em curso no Brasil.

6ª – Constituinte exclusiva para a reforma política

Criticada pela oposição e por intelectuais liberais, a convocação de uma Constituinte exclusiva por meio de "consulta popular" para fazer a reforma política, proposta por Dilma durante os protestos de 2013, deve ser levada a cabo a partir de 2015, como bandeira do PT e do próprio governo. "A proposta feita pela presidenta Dilma ao Congresso Nacional, de um plebiscito para convocar uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política, proposta encampada pelo PT, movimentos sociais, centrais sindicais, partidos políticos, organizações da sociedade, deve fazer parte destacada da ação eleitoral da militância petista. A luta pela reforma política deve estar no centro de nossa tática eleitoral e dos programas de governo nacional e estaduais", diz o texto.

Usando a falsa concepção socialista de "DEMOCRACIA DIRETA", o PT tentará modificar a Constituição para desenhar a formação do 'POLITIBURO socialista' brasileiro, que criará a sociedade de Partido Único, como ocorre em Cuba, onde apenas a restrita burguesia governante levará uma vida nababesca à custa de uma miséria igualitária distribuída como pagamento do trabalho escravo do resto do povo.

7ª – Implantar o socialismo

Nada aterroriza mais um liberal do que o governo do seu país se comprometer com a implantação do socialismo. Mas é esse compromisso que o PT espera de Dilma, segundo o documento. "Nosso grande objetivo é, através das vitórias que obtemos nos espaços institucionais, democratizar o Estado, inverter prioridades e estabelecer uma contra-hegemonia ao capitalismo, capaz de construir um projeto de socialismo radicalmente democrático para o Brasil", diz o texto.

Tal objetivo, além de vazio de significado, será irrealizável, porque quando isso for tentado, O BRASIL JÁ ESTARÁ INTEIRAMENTE DESTRUÍDO...

QUEM QUISER QUE PAGUE PARA VER... MAS DEPOIS, JÁ SABEM QUE, PARA RECUPERAR O PAÍS, SÓ A CUSTA DE MUITO SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS.


Ex-ministro da Agricultura coloca PMDB à venda em Minas Gerais por R$ 20 milhões.


Antônio Andrade, ex-ministro da Agricultura
O truque é antigo. O cacique diz que está precisando de dinheiro no partido e diz quanto precisa. Depois acusa o adversário de ter feito uma oferta para comprar o apoio. Pronto! O preço está posto. Agora é só esperar os interessados. Foi isso que vez o ex-ministro da Agricultura (considerado o mais incompetente dos últimos 50 anos pelo agronegócio), Antônio Andrade, famoso por promover abates clandestinos em suas fazendas, segundo a imprensa. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo.

Acusado por abater gado clandestinamente.
O PMDB de Minas Gerais, aliado ao PT no Estado, acusa o PSDB mineiro de oferecer R$ 20 milhões ao partido em troca de apoio na disputa para o governo. A afirmação foi feita na segunda-feira (26) pelo presidente do PMDB-MG, deputado federal Antônio Andrade, após reunião da Executiva estadual da sigla. O PSDB negou a suposta oferta.

"Eu disse pra eles [do PSDB] que tenho que ajudar nossa bancada, que estou atrás de R$ 20 milhões. Eles disseram: Não, isso não é problema, nós conseguimos os R$ 20 milhões pra você ajudar a bancada dos pré-candidatos a deputado estadual e federal'", disse Andrade, em entrevista após o evento.

Antes, durante o encontro, segundo os jornais mineiros "O Tempo" e "Hoje em Dia", que acompanharam a reunião, ele falou em tentativa de "compra" e citou o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas, como autor da oferta.

Em entrevista após a reunião, questionado sobre o assunto, Andrade amenizou o tom. Ele negou que tenha ocorrido uma tentativa de compra, mas confirmou a conversa em torno da cifra de R$ 20 milhões. Também não citou Pestana, mas disse que um "porta-voz" do PSDB participou de reunião com os peemedebistas e ficou de conseguir a ajuda financeira.

Os peemedebistas mineiros Sávio Souza Cruz e Zaire Rezende, que estiveram no encontro do PMDB, disseram que Andrade mencionou a oferta, mas não confirmaram a citação a Pestana.

Procurado pela reportagem, Pestana chamou de "mentira brutal" e "delírio" a suposta oferta de dinheiro. "Nunca houve esse diálogo. Eu não sei como alguém joga uma calúnia dessa no ar", afirmou. Segundo Pestana, sua única reunião com o PMDB de Minas ocorreu há três meses, quando ele pediu que o partido passasse a dialogar com a aliança que dá sustentação aos tucanos no Estado.

COTADO PARA VICE

Andrade é ex-ministro da Agricultura da presidente Dilma Rousseff (PT) e hoje é cotado para ser vice-governador na chapa do petista Fernando Pimentel, com quem seu partido negocia uma aliança no Estado. Ele não foi localizado nesta quart (28) e não respondeu aos recados da reportagem. Em seu gabinete em Brasília, a informação era de que ele estava em Uberaba (MG).