Por Jornalismo SBT
domingo, 23 de março de 2014
Com Dilma, Petrobras perdeu R$ 201 bilhões e vale metade do que valia em 2010.
| Dilma
no comando: muita política e prejuízos bilionários para a maior empresa do Brasil |
Oito anos depois de o ex-presidente Lula anunciar com
estardalhaço e as mãos sujas de óleo a autossuficiência do Brasil em petróleo,
a Petrobras hoje enfrenta uma de suas piores crises, com o nome envolvido em
escândalos e seu valor despencando rumo ao fundo do poço.
O valor de mercado da estatal está hoje em R$ 179 bilhões,
menos da metade dos R$ 380 bilhões de 2010, quando o preço do petróleo explodiu
e a empresa ainda festejava a descoberta do pré-sal. Para profissionais que
acompanham a companhia de perto, a Petrobras vem perdendo valor por causa do
mal-estar com o uso político da empresa, que se tornou ostensivo nos últimos
anos e afastou os investidores.
O governo obriga a estatal a vender combustíveis a preços
defasados para segurar a inflação e a comprar equipamentos de fornecedores
locais mais caros que no exterior. A Petrobras é usada também na barganha
política, por meio do loteamento de cargos entre os partidos da base aliada do
governo. "O governo loteia os cargos, os gestores ficam subordinados a
interesses dos políticos e tomam decisões que não deveriam e não tomam as que
deveriam. É trágico", diz Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia e
Ambiente da USP, ex-diretor da Petrobras no governo Lula.
A autossuficiência do país em petróleo durou pouco porque a
Petrobras não acompanhou o aumento da demanda por combustíveis. Na melhor das
hipóteses, sua produção neste ano vai atingir o mesmo patamar do início do
governo Dilma. Para compensar, a Petrobras é forçada a importar gasolina e
diesel num volume que aumentou 470% nos últimos três anos. "Como vende
aqui mais barato do que compra lá fora, a Petrobras é uma das poucas
petroleiras do mundo que perde dinheiro quando o preço do petróleo sobe",
diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.
Com caixa apertado e uma dívida que cresceu quase três vezes
desde 2010, a estatal agora corre o risco de perder o grau de investimento, um
selo dado pelas agências de risco aos bons pagadores Uma das saídas para esse
quadro é produzir e refinar mais petróleo. Mas seus projetos, muitas vezes
decididos por critérios políticos, com frequência atrasam e custam bem mais que
o previsto.
As refinarias do Maranhão, do Ceará e do Rio de Janeiro
estão atrasadas em até cinco anos. Já a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco,
é um monumento ao uso político da Petrobras. Para agradar o então presidente da
Venezuela Hugo Chávez, o ex-presidente Lula colocou a estatal de petróleo PDVSA
como sócia do projeto.
A refinaria tinha que começar a operar em 2010, mas até hoje
não ficou pronta. Mesmo assim, o custo saltou de US$ 2,3 bilhão para US$ 20
bilhões. A PDVSA nunca colocou um bolívar venezuelano na obra e no ano passado
pulou fora do projeto. Até agora, a refinaria só serviu de palanque para Lula e
Dilma, que estiveram lá várias vezes para inaugurar pedaços do empreendimento.
(Folha de São Paulo)
2048: o jogo do momento na VERSÃO PETISTA
Por Gravatai Merengue
A nova febre da internet é o joguinho "2048". Pois
agora é possível jogá-lo de outra forma: em vez dos números simples, figuras
gloriosas do Partido dos Trabalhadores. Se conseguir formar o CHEFE LULA, você
vence o jogo!
só gente boa...(???)
|
A essa altura, creio que todos já devem ter jogado (ou ao
menos visto) o “2048″. O objetivo é mover as casas para os lados (direita,
esquerda, cima, baixo) agregando os números para formar seus múltiplos. Pois
agora ficou MUITO MAIS DIVERTIDO. Você junta figuras do PT e forma outras ainda
mais gloriosas!
Haddad com Haddad forma Padilha que, com outro Padilhinha,
forma Pimentel – e esse, somando-se, dá uma Marta que gera Suplicy que
desemboca em Lulinha, Delúbio, Genoíno… Enfim, DESCUBRA VOCÊ MESMO. E tente
formar um Lula, lá.
Jogue por aqui. Boa sorte a todos.
Para divulgar o jogo aos amiguinhos, é só usar o seguinte
endereço: http://bit.ly/jogodoPT
PS – espalhe para todos, mesmo, pois os jornais só divulgam
quando o jogo é feito por petistas e contra seus adversários – quando a piada é
com eles, nenhum suplemento de internet fala nada. então "vamoquevamo" a gente
mesmo.
Fonte: Implicante / Blog
Eduardo "Duas Caras" Campos e a Petrobras.
O presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE), com o punho
socialista cerrado, ao lado de Hugo Chávez, em foto que emoldura a história do
Brasil e a biografia do candidato. O governador pernambucano foi um dos mais
favorecidos pela construção da refinaria Abreu e Lima em seu estado, que
deveria custar U$ 2,3 bilhões e já está em U$ 20 bilhões. Um monumento ao
desperdício e às piores práticas no uso do dinheiro público. Na foto estão Lula e Dilma, antigos aliados.
Naquele momento, naquela refinaria, o pernambucano ainda sonhava em ser o vice
de Dilma, em 2014. Ontem, Campos disse que o PT está desvalorizando a Petrobras
para privatizá-la. Como bom socialista do punho cerrado, ela não gosta de
privatização. Ele gosta mesmo é de enterrar dinheiro público em obras superfaturadas.
E agora, velhaca e espertamente, quer tirar o corpo fora.
PLANTOU? CHOVEU? COLHEU?

É normal que os governantes subam ao palco das homenagens
quando o PIB do Estado registra expansão significativa. Totalmente anormal
seria apresentarem-se para vaias nos anos de crescimento negativo. Quem observa
o PIB gaúcho ao longo da série histórica de 2002 a 2013, disponível no site da
Fundação de Economia e Estatística, observará que os anos de pior desempenho
foram os de 2005, 2009 e 2012, quando o PIB caiu respectivamente 2,8%, 0,4% e
1,4%. Foram três tombos, em direta relação com as estiagens ocorridas nesses
mesmíssimos anos. Em compensação - felizmente há alguma compensação - os
períodos subsequentes às estiagens são, sempre, de crescimento significativo,
pois partem de patamares reduzidos. Os bons números recentemente divulgados a
respeito do PIB gaúcho de 2013, que cresceu 5,8%, foram bafejados pela
excelente safra do ano passado e pelo fato de se referirem à base negativa
determinada pela estiagem de 2012.
Faz parte do jogo festejar bons resultados como produtos da
inspirada e competente gestão pública e atribuir os maus à inclemência da
estiagem. No entanto, ante as manifestações oficiais sobre a boa expansão do
PIB gaúcho no ano passado, obviamente calcado no agronegócio e nas grandes
colheitas de soja, arroz e trigo, indaguei a mim mesmo: quando o partido que
nos governa começou a se interessar pela prosperidade do agronegócio?
Muitas vezes ouvi de seus parlamentares críticas candentes
ao modelo agrícola estadual e suas extensivas monoculturas. As centenas de
invasões de propriedades, levando intranquilidade e violência ao ambiente
rural, não tiveram e não continuam tendo incondicional apoio do partido?
Afinal, em que berçário nasceu e em que úberes o MST buscou leite para se
desenvolver? O Rio Grande do Sul é um Estado sem novas fronteiras agrícolas.
Não dispomos de terras virgens, por serem exploradas. Nos últimos anos, nenhum
avanço significativo teria ocorrido na produtividade das nossas lavouras sem o
uso de defensivos e sementes geneticamente modificadas. E eu lembro bem do fogo
cerrado que as tecnologias sofreram por parte do PT. O partido apoiava muito a
agricultura familiar (no que ia bem) e métodos arcaicos de produção (no que
sempre foi muito mal). Agronegócio era palavrão, coisa de latifundiário
neoliberal. Mais, todo produtor rural conhece o jogo pesado da presidente
Dilma, junto com sua base no Congresso Nacional, para a aprovação da MP-571
numa versão que danificaria econômica e socialmente o setor, seja por indústria
de multas, seja por excesso de ônus à atividade privada, seja por abusiva
redução da área de exploração, seja por desrespeito ao pacto federativo e por
aí afora. Todos os estabelecimentos rurais passariam a trabalhar para alcançar
certas metas do governo, que não planta, não chove e não colhe. Produção e a
produtividade não pareciam encontrar lugar entre essas metas.
Por que tudo isso? Por uma ideologia que conduz as ações do
governo e de entidades com ele afinadas num viés avesso ao direito de
propriedade. Não preciso explicar, certo? É nesse sentido que trabalham a Funai
e o CIMI em sua cobiça por áreas produtivas para entregá-las a reservas
indígenas. É nesse mesmo sentido que vão as reivindicações dos quilombolas,
sempre apoiadas por movimentos sociais de idêntica motivação e na mesma
sintonia. Não possuo um palmo de terra. Mas alerto: sem respeito ao direito de
propriedade, numa correta ordem juspolítica, pouco se planta e se colhe. Quer
chova, quer não chova.
___________________
* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor,
titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais
e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da
utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.
Bolsistas do PT e do MST, matriculados na Venezuela, entram para o Mais Médicos sem terminar o curso.
Mesmo sem cumprir todos os requisitos do Ministério da
Saúde, 41 médicos comunitários brasileiros recém-formados na Venezuela foram
selecionados para trabalhar no programa Mais Médicos. Eles se graduaram em
novembro pela Elam (Escola Latino-Americana de Medicina) Dr. Salvador Allende,
criada em 2007 pelo então presidente Hugo Chávez. A maioria é ligada a organizações
de esquerda como o PT e o MST.
O grupo voltou ao Brasil sem atender todas as exigências da
profissão previstas no artigo 8º da Lei de Exercício da Medicina na Venezuela.
"Depois que recebem o título, os formados têm de fazer um ano como médico
rural ou dois anos de internato. Do contrário, o ministro não assina o diploma,
e eles não podem fazer pós-graduação, medicina privada nem nada. São médicos
incompletos", disse à Folha Fernando Bianco, presidente do Colégio de
Médicos de Caracas e simpatizante do chavismo.
O descumprimento dessa exigência contraria o edital de
contratação do Mais Médicos publicado em 16 de janeiro, segundo o qual médicos
brasileiros formados fora do país precisam comprovar "habilitação para
exercício da medicina no exterior". Nesta semana, o grupo começou o
treinamento de cerca de 25 dias, que inclui uma avaliação de conhecimentos em
saúde na atenção básica. Mas todos já têm cidades designadas em 14 Estados,
incluindo sete em São Paulo.
Na Venezuela, o programa de médicos integrais comunitários
tem sido criticado por causa de irregularidades normativas, improvisos e falta
de docentes qualificados. A Elam não está inscrita no Ministério de Educação
Universitária. Com isso, o diploma dos brasileiros é da Universidade Nacional Experimental
Rómulo Gallegos (Unerg), em San Juan de los Morros, a 180 km de Caracas, onde
fica a Elam.
Os brasileiros e outros estrangeiros receberam o diploma em
cerimônia com a participação do presidente Nicolás Maduro. As festividades
incluíram uma visita ao Quartel da Montanha, onde está o túmulo de Chávez --o
nome da turma é "Comandante Eterno Hugo Chávez". "Aqui, conheci
o maior líder de todos os tempos, que semeou em mim uma bandeira de luta que
levarei para sempre onde quer que eu vá", escreveu, no Facebook, a
brasileira Vaubéria Macedo. "Conheci uma medicina diferente, humanista,
onde o ser humano é o mais importante, e a saúde não é a ausência de doenças. E
por isso sou muito grata aos companheiros cubanos."
O vídeo abaixo, em espanhol, mostra o drama de um jovem colombiano que denuncia o que eles ensinam, na Elam da Venezuela.
Segurança no Rio: promessas da Dilma versus realidade
Notem como a criminalidade arregaçou as mangas quando o Sérgio Cabral
encerrou a aliança com Dilma e o PT, promovendo os mesmos atos terroristas que
aconteceram em São Paulo. Não há uma orquestração nisso?
Bill Gates Fala das Vacinas Para Reduzir a População Mundial
Bill Gates faz discurso sobre CO2 Zero o que é impossível, pois todo ser humano produz CO2
enquanto respira, mas ele diz que com as vacinas ele conseguira diminuir 15% da
população mundial.
O caso da refinaria sepulta as invencionices ufanistas de Lula e Dilma. A Petrobras é deles. Só é nossa a conta bilionária
José Sérgio Gabrielli, Graça Foster, Dilma Rousseff e Paulo
Roberto Costa
em visita à Plataforma P-56, em Angra dos Reis, em junho de 2011
|
No comício promovido por Lula para oficializar a saída de
José Eduardo Dutra e a chegada de José Sérgio Gabrielli, o Brasil ficou sabendo
que a Petrobras seria presidida por um gênio da raça disfarçado de economista
baiano. “O companheiro José Sérgio Gabrielli
se transformou num dos mais importantes diretores financeiros que a
empresa já teve em toda a sua história”, informou o palanque ambulante em 22 de
julho de 2005. Nem todos enxergam tão longe, elogiou-se na continuação do
palavrório.
“Não faltaram pessoas que me diziam assim: o mercado não vai
gostar, o mercado vai reagir, é melhor deixar quem está lá”, foi em frente o
recordista brasileiro de bravata & bazófia. ”Como eu não tenho nenhuma
relação de amizade com o mercado, resolvi indicar quem eu queria”. O que queria
(e, pelo jeito, encontrara) era alguém capaz de acumular a presidência da OPEP
com a coordenação do carnaval de Salvador. Como até gente assim pode precisar
de conselhos, ele lembrou a Gabrielli que, caso quisesse ajuda, bastaria
recorrer à onisciente e onipresente Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil e
presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
Ainda em 2005, a sumidade descoberta por Lula encampou a
grande ideia de Nestor Cerveró, diretor da Área Internacional: comprar por US$
360 milhões metade de uma refinaria no Texas que a empresa belga Astra Oil
havia adquirido meses antes por US$ 42,5 milhões. Com a ajuda de outro diretor,
Paulo Roberto Costa, Cerveró produziu o “resumo executivo” apreciado em 3 de
fevereiro de 2006 pelo Conselho de Administração. Foi uma decisão desastrosa,
comprovou o desfecho do negócio: em 2012, para encerrar a disputa judicial
iniciada cinco anos antes, a Petrobras pagou mais US$ 820 milhões à Astra Oil e
transformou-se na única proprietária de uma refinaria inútil.
Feitas as contas, a aquisição da velharia no Texas, sugerida
por Gabrielli e aprovada por Dilma, custou US$ 1,18 bilhão ─ ou 2,8 bilhões de
reais, que poderiam ter atendido a angustiantes urgências do viveiro de
miseráveis fantasiado de potência emergente. Só nesta semana a supergerente
mandona que tudo quer saber, e confere até o custo do cafezinho, resolveu
enxergar o monumento à inépcia, à vigarice e à gatunagem. Com a candura de uma
Filha de Maria, alegou desconhecer a existência de cláusulas leoninas
infiltradas no contrato. Bastaria ter lido os documentos colocados à disposição
da presidente do Conselho.
Em outubro de 2010, todos no Planalto sabiam da história
inverossímil. Menos Lula, reiterou a visita do maior governante desde Tomé de
Souza ao campo de Tupi. “Quando a gente quiser ter orgulho de alguma coisa
neste país a gente lembra da Petrobrás, de seus engenheiros, de seu geólogos,
do pessoal que é a razão maior do orgulho, mais do que o Carnaval, do que o
futebol”, recomeçaram as invencionices ufanistas. “A Petrobrás é a certeza e a
convicção de que este país será uma grande nação. É a prova mais contundente de
que o brasileiro é capaz, é inteligente, não é de segunda classe”.
Depois que o Estadão incorporou a presidente da República ao
espetáculo da indecência, a movimentação dos atores ampliou a afronta ao país
que presta. Em campanha no Ceará, Dilma recusou-se a comentar a transação
vergonhosa: estava lá para não dizer coisa com coisa sobre “mobilidade urbana”.
Gabrielli, agora secretário de Planejamento da Bahia, culpou a “crise
internacional” pelo negócio suspeitíssimo. Nestor Cerveró, hoje diretor
financeiro da BR Distribuidora, tirou férias e foi para a Europa. Cerveró achou
prudente cair fora do país tão logo soube que o álibi montado por Dilma transfere integralmente a culpa para os
autores do resumo executivo.
A demissão o alcançou a milhares de quilômetros de
distância. Nesta sexta-feira, por ordem do Planalto, o diretor financeiro da BR
Distribuidora perdeu o emprego fpelo que fez há mais de oito anos o diretor da
Área Internacional da Petrobras. É bom que se cuide: para salvar do naufrágio a
candidata à reeleição, o comitê central da campanha pode conferir-lhe o papel
que sobrou para Marcos Valério no escândalo do mensalão. Seu parceiro Paulo
Roberto Costa está preso, mas por outros motivos: a polícia descobriu que
trocou a direção da Petrobras pelo alto comando de uma quadrilha especializada
em lavagem de dinheiro.
Afônico de novo, Lula sussurrou a alguns amigos que Dilma
não deveria ter confessado o que fez. Daqui a alguns dias vai recuperar a voz
para jurar que não sabe de nada. Como os afilhados Dilma e Gabrielli, como os
demais sacerdotes da seita que o venera, o padrinho e Grande Pastor sempre
soube de tudo. Recitando que o petróleo é nosso, os donos do poder privatizaram
a empresa agora reduzida a caso de polícia. A Petrobras é do PT. Só é nossa a
conta bilionária.
Marcha da Família reúne 1.000 pessoas em SP
Manifestantes empunham bandeiras azuis para protestar contra
o comunismo; grupo distribuiu lacres de plástico para prender adversários.
| Jovens distribuíram lacres de plástico na Marcha da Família (Felipe Frazão/Veja) |
A reedição da Marcha da Família reúne cerca de 1.000 pessoas
no Centro de São Paulo neste sábado. Os manifestantes se concentraram na Praça
da República e por volta das 16h30 seguiram para a Praça da Sé pela avenida São
Luis. No trajeto, eles entoaram gritos de guerra como “Deus, pátria e família”.
Cerca de cem jovens dos grupos Frente Integralista Brasileira e Resistência
Nacionalista, vestidos com coturnos, calça jeans e suspensórios, distribuíram
entre si lacres de plástico — sua finalidade seria a de prender adversários que
encontrassem pelo caminho.
Duas pessoas foram detidas no momento em que a marcha chegou
na Preça da Sé. Um casal provocou os manifestantes e foi agredido antes de se
refugiar em uma farmácia. O rapaz foi detido e apresentava ferimentos no rosto.
Outros dois homens vestidos de mulher satirizaram a marcha e também foram
agredidos por integrantes de grupos nacionalistas no Largo São Francisco.
Antes, outra confusão foi registrada quando uma mulher que
assistia à movimentação foi agredida após gritar “Coxinhas, reaças”. Ela levou
empurrões e foi perseguida até se refugiar na estação República do metrô.
Um homem foi agredido e expulso por ter sido apontado como
petista por manifestantes. Bandeiras do Brasil e da cor azul — uma contraposição
ao vermelho-comunista, segundo os organizadores — são empunhadas.
Policiais da Rocam e da Força Tática acompanham a passeata.
Um manifesto publicado em blog criado especialmente para o
evento é assinado por 17 entidades que, segundo o organizador, o fotógrafo
Bruno Toscano Franco, de 40 anos, são formadas por “brasileiros democráticos,
legalistas e constitucionais que estão cansados
de pagar impostos e vê-los gasto em metrô na Venezuela e para
revitalizar a rede hoteleira em Cuba”.
“Nosso movimento é contra a corrupção”, diz Franco. Mas o
fotógrafo também acredita que, 50 anos depois do golpe de 64, os militares
deveriam ser chamados novamente a desempenhar um papel na arena política
brasileira. “Defendemos a intervenção militar para que haja uma transição de
governo", diz ele. As eleições marcadas para este ano não bastam para
Franco. "Não temos confiança nas urnas eletrônicas.”
Oposição - A Marcha Antigolpista Ditadura Nunca Mais,
organizada por movimentos de esquerda para contrapor a Marcha da Família, reúne
cerca de mil pessoas que saíram da Praça da Sé rumo à região da Luz neste
sábado. O plano era caminhar até a antiga sede do Dops, mas o trajeto foi
mudado para evitar confronto com os integrantes da Marcha da Família, que
também teve seu rumo alterado pelo mesmo motivo.
Cabo de guerra no “Pasadenagate” pode desvendar esquema de adulteração de combustíveis
Por ucho.info
Pronto para explodir – Está longe de ser amistoso o clima
que impera nos bastidores da escandalosa aquisição da refinaria texana de
Pasadena, pela Petrobras. Os envolvidos diretamente no caso tentam escapar do
olho do furacão, mas a cada movimento brusco a situação piora sobremaneira. A
tentativa da presidente Dilma Rousseff de transferir a responsabilidade a
outros conselheiros e diretores da petroleira também não deu certo. Pelo
contrário, produziu uma repercussão negativa do imbróglio, em cujas coxias já
começam a sobrar a ameaças.
Os primeiros a mandarem recados ao Palácio do Planalto foram
o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o ex-diretor da área
internacional da empresa, Nestor Cerveró, acusado de ser o responsável pelo
laudo técnico que Dilma classificou como “falho”. Cerveró tem evitado opinar
publicamente sobre o escândalo, mas nos bastidores tem se valido de
interlocutores para mandar recados nada simpáticos ao staff palaciano.
Um detalhe que chama a atenção é que no meio político
ninguém quer assumir a indicação de Nestor Cerveró para diretoria internacional
da Petrobras. Inicialmente, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Delcídio
Amaral (PT-MS) trocaram farpas por causa do assunto, mas a turma do “deixa
disso” entrou em ação e os ânimos arrefeceram. Há quem garanta que Cerveró foi
indicado ao cargo por Renan, enquanto outros dizem que a indicação foi de
Delcídio. A essa altura dos acontecimentos não importa quem indicou o
ex-diretor, porque a lambança está feita e o escândalo tem crescido como massa
de pão.
Nesse cabo de guerra que se formou a partir da desastrada
nota divulgada por Dilma Rousseff, apenas a Polícia Federal é que poderá se
beneficiar. Isso porque há de prevalecer a máxima popular de que “em briga de
bandidos quem ganha é a polícia”. Tudo leva a crer que os envolvidos no
imbróglio de Pasadena são bandidos profissionais, mas ainda é preciso provar
isso. E só a PF será capaz de mostrar aos brasileiros a verdade sobre a
bilionária compra de uma refinaria obsoleta e que desde o início das
negociações não tinha condições de atender às necessidades da Petrobras.
No caso de a Polícia Federal se aprofundar nas
investigações, com a devida e necessária independência, o Brasil poderá se
surpreender com os muitos escândalos conexos à polêmica aquisição da refinaria
texana. Um dos casos que pode vir à tona é o de adulteração de combustíveis na
região Centro-Oeste do País. O esquema criminoso é grande, funciona há muitos
anos e se descoberto poderá implodir parte da República. As autoridades sabem
do caso, mas nada fazem para interromper o negócio ilícito porque alguns dos
envolvidos são figuras conhecidas na Esplanada dos Ministérios.
sábado, 22 de março de 2014
O PETISMO NA PRÁTICA
Durante muitos anos, de boas lembranças para si, o PT dançou
livre, leve e solto nas verdejantes planícies da oposição. Tornou-se comum, nos
debates de então, que seus representantes emergissem sobranceiros de qualquer
comparação porque o petismo era um ideal não experimentado, enquanto seus
adversários haviam ralado as unhas nas escarpas e sujado os pés no exercício do
poder. É sempre desigual o confronto em que o ideal de um lado é apresentado em
oposição à prática do outro lado. Obviamente, o melhor discernimento é
proporcionado quando se compara ideal com ideal e prática com prática. Durante
longos anos, no entanto, o PT era apenas ideal em estado puro, com um
apaixonado e combativo séquito de seguidores.
Foram estes seguidores que festejaram a chegada do PT ao
Planalto como definitiva Proclamação da Moralidade na terra de Macunaíma. O
país nunca mais seria o mesmo! Aquele ato merecia um Pedro Américo para
representá-lo sobre tela, dando forma e cor à emoção popular, para admiração
das gerações futuras. Dois anos mais tarde, o petismo idealista fora para o
saco e as comparações desabaram para o terreno da prática. Era prática contra
prática.
A partir daí acenderam-se outras luzes e novas realidades no
tabuleiro do xadrez político. As estrelas que cobriam o território nacional com
adesivos e bandeiras, sumiram envergonhadas. Os petistas remanescentes já se
contentavam com discutir quem tinha o passado mais constrangedor. Como escrevi
anteriormente, corruptos existem em todos os partidos. No entanto, na prática,
o PT se revelou como o partido que defende incondicionalmente seus corruptos,
sem o menor constrangimento. E se isso lhe parece pouco significativo, leitor,
pondere os malefícios sobre o caráter nacional. É demolidor seu efeito quando
se observa que para dezenas de milhões de brasileiros a corrupção deixou de ter
importância. Convivemos com uma corrupção consentida por parcela imensa da população,
cujo incondicional apoio é comprado com a versão popular do mensalão. Levado à
prática, o petismo revelou-se um Midas bifronte, infame, que corrompe tudo que
toca.
Ouvi, recentemente, que o Brasil não iria para os maus
caminhos seguidos por outros queridos parceiros do petismo no entorno
sul-americano. Por quê? perguntei. "Porque o Brasil é grande demais",
respondeu meu interlocutor. Era um otimista. A essas alturas asseguro-lhe,
leitor: não há o que o PT não possa piorar e não possa quebrar. Veja a
Petrobras. O petismo na prática não apenas privatizou a empresa em nome próprio
como jogou seus papéis na sacola do lixo seletivo. E a Petrobras era grande
demais, era uma companhia gigantesca, respeitadíssima, que agora vê seu nome
nas manchetes e nas páginas policiais.
O petismo na prática passou a apresentar todas essas
denúncias que saltitam qual pipoca na panela como coisa meritória. "Antes
era muito pior, mas não se podia investigar", dizem seus defensores, numa
ligeira sugestão, impessoal e marota, sem endereço nem remetente, que não tem
testemunha ou evidência a apresentar. E o não dito fica como se dito fosse. O
que mais assusta é saber que já não podemos contar com as instituições da
República. Também elas estão contaminadas pelo Midas bifronte que as colocou
sob seu mando e manto.
_____________________
* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor,
titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais
e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da
utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.
Polícia Federal pega esquema de Padilha, candidato do PT ao governo de SP
Tentáculos na saúde – Veja
Pré-candidato petista ao governo de São Paulo nas eleições
deste ano, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha é citado norminalmente no
inquérito da Polícia Federal que investiga a rede de lavagem de dinheiro
comandada pelo doleiro Alberto Youssef. Em um dos relatórios da Operação
Lava-Jato há ainda uma foto de Padilha ao lado de um homem que os
investigadores apontam como laranja de Alberto Youssef, no ato de assinatura de
um contrato que levou a investigação para dentro do Ministério da Saúde. A
imagem foi interceptada pelos agentes na caixa de e-mails de um dos
investigados. O contrato foi assinado por Padilha com a Labogen Química Fina e
Biotecnologia, uma empresa que, segundo a Polícia Federal, é tudo menos um
laboratório farmacêutico, e ainda assim foi contemplada com uma parceria em que
planejava receber 150 milhões de reais em vendas de remédios para o ministério.
Um grande – e suspeitissimo – negócio.
Pelo modelo de contratação adotado, o Ministério da Saúde
escolhe empresas privadas dispostas a fazer parceria com laboratórios públicos
para a produção de remédios. A Labogen, com sede em São Paulo, foi uma das
escolhidas no ano passado para fornecer citrato de sildenafila, medicamento com
o mesmo princípio ativo do famoso comprimido azul para disfunção erétil. O
ministério informou que as empresas interessadas em firmar parcerias passam por
um rigoroso processo de seleção e análise de capacidade técnica que envolve
vários órgãos públicos. No papel, segundo o ministério, a situação da Labogen
estava o.k.
No mundo real, a polícia concluiu que a Labogen não tem uma
planta industrial e passa longe de ser uma companhia de porte, compatível com
os valores milionários a ser recebidos do governo. Documentos juntados no
inquérito mostram que, na verdade, os remédios seriam fabricados por um outro
laboratório, de Goiás, ao qual a Labogen repassaria 40% do valor do contrato.
Sem produzir um único comprimido, a empresa do doleiro pretendia faturar 90
milhões de reais.
Os sócios da Labogen figuram como titulares de
remessas milionárias para contas no exterior, operações que os investigadores
dizem ser simuladas. A empresa tinha planos de ampliar a lista de remédios a
ser fornecidos ao governo. Diz a PF: “Pode-se estar diante, portanto, de mais
uma ferramenta para sangria dos cofres públicos”
Dilma apoiou compra no Japão com cláusula similar à de Pasadena
Por Terra Notícias
Presidente disse que não sabia de cláusulas da compra da
refinaria nos EUA em 2006, mas concordou com compra semelhante no ano seguinte
ciente das condições
| Foto: Francois Lenoir / Reuters |
Como presidente do Conselho de Administração da Petrobras,
Dilma Rousseff aprovou, em 2007, a aquisição de parte de uma refinaria no Japão
ciente da cláusula Put Option, que obriga uma das partes da sociedade a comprar
a outra em caso de desentendimento. No entanto, a presidente alega que não
teria concordado com a compra de uma refinaria nos Estados Unidos em 2006, que
tinha cláusulas semelhantes. As informações são do Estado de S.Paulo.
Dilma disse ter autorizado a compra da refinaria japonesa
Nansei Sekiyu baseada em um resumo elaborado pela diretoria internacional da
Petrobras, na época comandada por Nestor Cerveró. Ela afirmou em comunicado ao
jornal que o resumo contém a “existência de cláusulas contratuais que
materializaram o Put Option, bem como as informações técnicas correspondentes”.
O que provocou forte reação no meio político e empresarial foi
que, no caso da refinaria em Pasadena, nos EUA, a presidente tinha informado
que o resumo que recebeu da diretoria, ainda comandada por Cerveró, era “falho”
e omitia condições do contrato, como a de Put Option. Ela disse que, se
soubesse das cláusulas, não teria apoiado o negócio. A compra desta refinaria
resultou em um prejuízo de US$ 1 bilhão à petroleira, e Nestor Cerveró foi
demitido nesta sexta-feira.
O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse
em entrevista ao Valor Econômico que o Put Option era comum nos contratos das
empresas, colocando em dúvida a suposta surpresa de Dilma com a cláusula no
caso da refinaria americana.
A aquisição da refinaria Nansei se assemelha à compra de
Pasadena. A refinaria japonesa custou US$ 71 milhões e não processa o óleo
pesado produzido pelo Brasil, o que teria levado a Petrobras a fazer um
investimento bilionário para adequá-la. Os investimentos, no entanto, nunca
foram detalhados publicamente pela petroleira. Ela colocou a refinaria como um
dos ativos dos quais quer se desfazer para reforçar o caixa.
Colocando alguma ordem no caos
Por Marco
Antonio Esteves Balbi*
Último
presidente da OAB-RJ, onde colecionou inimigos e desafetos, fez o seu sucessor
e se instituiu como o responsável pelos Direitos Humanos. Além disso,
pressionou o governador Sérgio Cabral a assinar o decreto de criação da
Comissão Estadual da Verdade, que dormia lá numa gaveta.
O
proselitismo do Wadih tem uma finalidade: manter o nome dele na mídia a
qualquer custo, posto que será candidato a um cargo eletivo em 5 de outubro. E
detesta farda, qualquer uma, até do mata-mosquito!
As
Organizações Globo, desde outubro do ano passado, renegaram o apoio que
proporcionaram, junto com toda a sociedade, à reação democrática de março de
1964 e ao regime de exceção que se seguiu, certamente fazendo corar de vergonha
o patriarca Roberto Marinho, se vivo fosse. Depois que os black blocs
entulharam esterco nas portarias das sedes do Rio de Janeiro e de São Paulo e
que os seus principais repórteres tiveram que sair das ruas, ameaçados que
foram de agressão, substituídos por jornalistas menos conhecidos e
descaracterizados nos equipamentos, as coberturas passaram por modificação
substancial.
Corre a
boca pequena que os principais executivos da emissora foram visitados ou
visitaram um certo senhor de nove dedos, que lhes teria lembrado certas
pendências fiscais, mas isto eu juro que é intriga.
O certo é que a cobertura dos órgãos de
comunicação da Globo se modificou. E, ao se aproximar a comemoração dos 50 anos
da reação democrática de 31 de março de 1964 apresentou-se a situação ideal
para por em prática esta mudança. Confiram a grade de programas dos canais de
TV aberto e fechado, confiram a programação das rádios, confiram os debates,
confiram as exposições em cartaz em várias cidades do país e ali terá um
logotipo, um patrocínio, um apoio cultural das Organizações Globo.
Não é privilégio
dela o revisionismo histórico, eu diria
enfurecido, Brasil afora, em relação ao regime de exceção, mas afinal os
melhores índices de audiência estão com eles. Assim, repercutem mais.
O jornal O
Globo já vem há algum tempo apresentando algumas reportagens sobre os 50 anos
do que eles chamam de "golpe militar". Recentemente fez uma intensiva
e numa delas unem-se duas pontas Wadih e Globo, num daqueles casos que mais
propiciam atenção geral: Rubens Paiva.
Depois de
controversas histórias vazadas de depoimentos que teriam sido dados às
Comissões da Verdade Nacional e Estadual, inclusive com o uso sempre
oportunista de Elio Gaspari, que acusou toda uma geração de oficiais do
Exército Brasileiro de assassinos, chega-se ao coroamento da reportagem levada
ao ar pelo Jornal Nacional na data de hoje, 21 de março de 2014.
Ela teve
início no domingo, 16 de março, quando em reportagem que ocupou seis páginas da
edição, destacou-se a primeira delas intitulada "O corpo que saiu para o
oceano"! Ali, um militar identificado por agente Y, ao qual Elio Gaspari e
outras reportagens já haviam se referido, conta uma rocambolesca história de
como ele foi chamado para resolver um problema, fazer desaparecer os restos
mortais de Rubens Paiva. O roteiro faria qualquer profissional de Hollywood
babar, tal a criatividade, mas o jornal o "comprou" e divulgou. O
agente Y, coronel reformado do Exército, exigia permanecer incógnito.
O jornal
continuou a execrar o "golpe militar", diariamente, até que ontem, 20
de março, o agente Y reapareceu, desta vez se identificando, só que para outro
jornal, um dos poucos concorrentes de O Globo na cidade do Rio de Janeiro: O
Dia! E, mudou a história! Desta feita ele não tinha mandado jogar os despojos
de Rubens Paiva no mar, mas sim num dos rios que banha Petrópolis, junto à
famosa Casa da Morte, Casa esta que ele mesmo havia denunciado a localização e
tudo que ali acontecia.
O jornal O
Globo correu atrás da barriga e foi se socorrer em quem? No Wadih e numa de
suas prepostas que havia entrevistado o coronel Paulo Malhães. Hoje o jornal
publica o que teria sido o relato desta personagem contando detalhes de como se
livrar de um corpo sem deixar vestígios,utilizando-se dos rios, inclusive o de
Rubens Paiva. A reportagem termina entrevistando a pessoa que colheu o
depoimento do coronel. A advogada coloca em dúvida as assertivas apresentadas.
Chego,
finalmente, ao Jornal Nacional e ao William Bonner. Ele e sua companheira de
bancada capricham na pose grave para fazer uma denúncia: o corpo de Rubens
Paiva, ou o que seriam seus despojos, foram jogados num rio em Petrópolis. E,
entrevistam quem? Bingo: Wadih Damous, exigindo um pedido de desculpas do
Exército Brasileiro, ao mesmo tempo que clama pela verdade! E a advogada volta
a questionar a veracidade do depoimento!
Aguardem cenas dos próximos capítulos! Mas, algumas conclusões já podem
ser tiradas, não é verdade?
Fonte: A Verdade Sufocada
____________________
Marco Antonio Esteves Balbi é Coronel Reformado do EB
"Há muito vagabundo 171 recebendo bolsa-ditadura", diz Bolsonaro
O parlamentar defendeu, inclusive, pena de morte para menores
que cometem crimes. Foto: Arquivo Pessoal (Arquivo Pessoal) |
Embora o PP apoie a reeleição da presidente Dilma Rousseff
(PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) é um dos principais
incentivadores da Marcha da Família, que defende o retorno dos militares ao
poder e sairá às ruas no próximo dia 22, incluindo no Recife. Ele diz que não
houve nem “ditamole” no Brasil, quanto mais ditadura, acusa Dilma de ser uma
“artista” e fala que o movimento patriota iniciado este mês tem os mesmos
ventos favoráveis de 1964. “Você já viu como a Dilma olha para Fidel Castro?
Parece que ela está recebendo um pacotinho de pirulito de tão feliz. Depois,
ela vem olhar para o Papa Francisco do mesmo jeito. É uma artista”.
O parlamentar defendeu, inclusive, pena de morte para
menores que cometem crimes e voltou a bater nos programa de combate à
homofobia. “Eu não tenho nada a ver com a aranha dela”, esbravejou, reclamando
da ministra especial da Secretária das Mulheres, Eleonora Menicucci, que,
segundo ele, só se preocupa com temas de homossexualidade ao invés de cuidar da
saúde da mulher. Veja íntegra da entrevista que concedeu ao Diario, por
telefone, de Brasília.
Deputado, o senhor está numa foto onde parabeniza os
militares pelo golpe de 1964? É o senhor mesmo?
Sim, o cartaz é meu. Está sendo mais divulgada agora, mas
foi retirada no ano passado, quando eu estourei 40 rojões em frente ao
Ministério da Defesa. No sábado, um avião vai passar com faixas no Rio de
Janeiro dizendo “Vá para Cuba, Fidel Castro de saia”. Será uma alusão à Dilma
Guerrilheira Rousseff.
Como se pode defender o que houve em 1964, deputado?
Aqui não houve ditadura, nem ‘ditamole’. As pessoas viviam
em clima de total segurança e liberdade. Os militares, naquela época, foram
apoiados pela OAB, pela Igreja Católica, pelos empresários, pela sociedade em
geral. Estávamos no limite de uma didatura do proletariado. Não houve golpe
militar. Quem cassou o presidente João Goulart foi o Congresso em 2 de abril de
1964. Quem botou Castelo Branco no poder foi o Congresso em 9 de abril de 1964.
Foram 361 votos para Castelo Branco, inclusive o de Ulisses Guimarães e do
senador Juscelino Kubitschek. (risos)
Que tipo de recepção esse movimento está tendo no Brasil?
Está começando devagar. Foi assim que começamos da última
vez. Esse é o primeiro movimento e eu sou apenas integrante dele. Eu inclusive
sugiro que as pessoas apenas se encontrem nos locais que marcaram, sem fazer
caminhadas, porque, há riscos desse povo do PSOL se meter no meio e criar
confusão. É melhor que as pessoas se reúnam nas praças e batam um papo, ao
invés de se deslocar de A para B.
E sobre as torturas provocadas na ditadura militar, deputado?
Há muito vagabundo 171 dizendo que foi torturado e tem muita
gente recebendo o “bolsa-ditadura” de 20 mil. Nenhum aposentado ganha isso. E
tudo isso defendido e patrocinado pelo governo de Cuba.
Não é uma forma simplista de ver esse período, dizendo que
Cuba patrocinava os militantes da esquerda no Brasil?
Olha, Fidel Castro assumiu o governo em 1959 e quando
derrubou Fulgêncio Batista do poder matou mais de 700 pessoas. Na época, havia
uma guerra fria e o negócio funcionava como o jogo de War (jogo com um mapa do
mundo dividido em seis regiões). Havia interesse em fortalecer outros
exércitos, como no War. Cuba era patrocinada pela União Soviética e ajudava
outros lugares. Mas Fidel prometeu libertar o povo das guarras dos Estados
Unidos e veja só. Ele dizia que a ilha era um prostíbulo dos Estados Unidos,
mas, naquela época, as prostitutas de lá, por exemplo, recebiam 100 dólares por
uma relação. Se alguém for lá em Cuba agora e quiser procurar uma mulher, pode
pagar um dólar, que vai ser muita grana. A situação está muito pior. Um marajá
em Cuba ganha 100 dólares!
E o que os comunistas tem haver com esse protesto?
Queremos mostrar para os políticos do PT, para esse
desgoverno, que não acreditamos nele, na sua liberdade. Eles querem mostrar que
o capitalismo é o inferno e o socialismo é o paraíso, mas essas mesmas
ditaduras de esquerda mataram mais de cem milhões de pessoas, só 20 mil foi em
Cuba.
Mas, ao invés de defenderem uma mudança pelo voto, vocês
querem a intervenção dos militares?
Temos sérias desconfianças para com as urnas eletrônicas.
Queríamos que a pessoa pudesse votar na urna eletrônica e um voto impresso
cairia em outra urna, na mesma hora, mas o PT não quis. O PT foi contra, não
queria que fizéssemos a amostragem.
Deputado, é um pouco chocante tudo isso. Como as pessoas
estão vendo seu discurso?
O meu discurso é verdadeiro, as pessoas acreditam no que eu
falo e sabem que, nós, militares, somos patriotas e democratas. Você já viu
como a Dilma olha para Fidel Castro? Parece que ela está recebendo um pacotinho
de pirulito de tão feliz. Depois, ela vem olhar para o Papa Francisco do mesmo
jeito. É uma artista. Vocês deveriam achar um absurdo que o BNDES tenha enviado
1,2 bilhão de dólares para investir num porto de Cuba (inaugurado em janeiro
deste ano), o porto de Mariel. É justo com o nosso dinheiro? E Cuba vai
exportar o que mesmo? Açúcar e charuto cubano?
O senhor fala muito mal de Cuba, mas nunca foi lá…
Eu não preciso botar a mão no fogo para saber que queima. Se
fosse bom, aquele povo ia viver fugindo desse jeito?
O senhor recebeu convites para disputar a Presidência da
República, porque o senhor tem um posicionamento bem diferente do que se vê?
(risos) Nunca… Se eu tivesse recebido, teria aceitado,
porque daria condições de “atirar” (debater) em Dilma e fazer oposição chegar
ao segundo turno. Eu ia ajudar a acabar com essa política nefasta do PT, mas o
PP está com Dilma.
Deputado, nunca vi posições tão radicais num entrevistado...
Posições radicais? Imagine que você é vítima de um menor que
não tem limites. Você vai defender a pena de morte para ele.
Mas, deputado, eu já fui assaltada por menor de idade, com
revólver, e nunca defendi pena de morte para menores. Defendo que eles sejam
reabilitados, ressocializados.
(risos) Isso é porque você não morreu, não ficou aleijada.
Por que eles não assaltam na favela? Porque lá tem a pena de morte.
Não será porque na favela a condição financeira dos demais é
a mesma da dele?
É? Então, porque ele não estupra na favela, que tem meninas
muito mais bonitas que na cidade? Porque ele sabe que na favela tem pena de
morte.
E sobre essa polêmica questão da homossexualidade. O senhor
insiste em colocar regras em comportamento, em orientação sexual.
Olha, vou te falar. Você sabe quem é a Ministra especial da
Secretária das Mulheres, Eleonora Menicucci? Ela assumiu o cargo (em fevereiro
de 2012) e o que foi que ela falou na primeira entrevista? Você acha que ela
falou sobre a saúde feminina, sobre doenças? Nããããão! Ela disse: ‘não é porque
eu tenho mais de 60 anos que eu não continuo a fazer sexo com homens e
mulheres’. Depois ela falou. ‘Eu me orgulho que minha filha é lésbica’. Esse é
o padrão das pessoas que estão no governo Dilma. Eu não tenho nada a ver com a
aranha dela, mas a partir do momento que ela torna isso público, a gente tem
que bater em cima.
A verdade sobre o terrorismo no Brasil
Por Carlos I.S. Azambuja
Uma série de fatos que servem
para relembrar a verdade sobre o terrorismo no Brasil.
VOCÊ SABIA?
- Que no governo João Goulart
algumas organizações de esquerda condenavam a luta pela reforma agrária, porque
seu triunfo daria origem a um campesinato conservador e anti-socialista? Isso
está escrito na página 40 do livro "Combate nas Trevas", de Jacob Gorender,
que foi dirigente do PCB e um dos fundadores do Partido Comunista Brasileiro
Revolucionário, em 1967.
- Que no governo João Goulart
já existiam campos de treinamento de guerrilha no Brasil? Em 4 de dezembro de
1962, o jornal "O Estado de São Paulo" noticiou a prisão de diversos
membros das famosas Ligas Camponesas, fundadas por Francisco Julião, num campo
de treinamento de guerrilhas, em Dianópolis, Goiás.
- Que o primeiro grupo de 10
membros do Partido Comunista do Brasil - então partidário da chamada linha
chinesa de "guerra popular prolongada" para a tomada do poder -
viajou para a China ainda no governo João Goulart, em 29 de março de 1964, a
fim de receber treinamento na Academia Militar de Pequim? E que até 1966 mais
duas turmas foram a Pequim com o mesmo objetivo? (livro "Combate nas
Trevas", de Jacob Gorender).
- Que no regresso da China,
esses militantes, e outros, foram mandados, a partir de 1966, para a selva
amazônica a fim de criar o embrião da "guerra popular prolongada" que
resultou naquilo que ficou conhecido como Guerrilha do Araguaia, somente
descoberto pelas Forças Armadas em abril de 1972, graças à prisão de um casal,
no Ceará, que havia abandonado a área, desertando?
- Que mais da metade dos cerca
de 60 jovens que morreram no Araguaia, para onde foram mandados pela direção do
PC do B, eram estudantes universitários, secundaristas ou recém-formados,
segundo as profissões descritas na Lei que, em 1995, constituiu a Comissão de
Desaparecidos Políticos?
- Que a expressão
"socialismo democrático" - hoje largamente utilizada por alguns
partidos e candidatos - induz a um duplo erro: o de apontar no rumo de um
hipotético socialismo que prescindirá do Estado da Ditadura do Proletariado,
acontecimento nunca visto no mundo, e o de introduzir a idéia de que o Estado
mais democrático que o mundo já conheceu, o Estado Proletário não é
democrático? (livro "História da Ação Popular", página 63, de autoria
dos atuais dirigentes do Partido Comunista do Brasil, Aldo Arantes e Haroldo Rodrigues
Lima).
- Que no início de 1964, antes
da Revolução de Março, Herbert José de Souza, o "Betinho" já
pertencia à Coordenação Nacional da Ação Popular? (livro "No Fio da
Navalha", do próprio "Betinho", páginas 41 e 42).
- Que em 31 de março de 1964,
quando da Revolução, "Betinho" era o coordenador da assessoria do
Ministro da Educação, Paulo de Tarso, em Brasília? (livro "No Fio da
Navalha", páginas 46 e 47).
- Que pouco tempo antes da
Revolução de Março de 1964, o coordenador nacional do "Grupo dos
Onze", constituídos por Leonel Brizola, era "Betinho", designado
pelo próprio Brizola? (livro "No Fio da Navalha", páginas 49 a 51).
- Que em março de 1964 o
esquema armado de João Goulart "era uma piada"; e que "o
comandante Aragão, comandante dos Fuzileiros Navais, era um alucinado e eu
nunca vi figura como aquela"? (livro "No Fio da Navalha", página
51).
- Que já em 1935 Luiz Carlos
Prestes, o "Cavaleiro da Esperança", era um assalariado do Komintern
(3ª Internacional)? Isso está escrito e comprovado no livro "Camaradas",
do jornalista William Waak, que teve acesso aos arquivos da 3ª Internacional,
em Moscou, após o desmanche do comunismo.
- Que Luiz Carlos Prestes foi
Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro por 37 anos, ou seja, até maio
de 1980, uma vez que foi eleito em setembro de 1943, quando ainda cumpria pena
por sua atuação na Intentona Comunista? (livro "Giocondo Dias, uma Vida na
Clandestinidade", de Ivan Alves Filho, cujo pai, Ivan Alves, pertenceu ao
partido).
- Que 4 ex-militares dirigiram
o PCB desde antes de 1943 até 1992: Miranda, Prestes, Giocondo Dias e Salomão
Malina? Ou seja, dirigiram - ou melhor, comandaram - o PCB por cerca de 50
anos?
- Que após o desmantelamento do
socialismo real, que começou pela queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de
1989, foi considerado que "o marxismo-leninismo deixou de ser uma
ferramenta de transformação da História para tornar-se uma espécie de religião
secularizada, defendida em sua ortodoxia pelos sacerdotes das escolas do
partido"? (livro "Nos Bastidores do Socialismo", de autoria de
Frei Betto).
- Uma frase altamente
edificante: "Quero deixar claro que admito a pena de morte em uma única
exceção: no decorrer da guerra de guerrilhas". Seu autor? Frei Betto, em
seu livro "Nos Bastidores do Socialismo", página 404.
- Que foi criada uma Comissão
Especial, composta por 7 membros, com a atribuição de proceder ao
reconhecimento de pessoas que tenham falecido de causas não naturais "em
dependências policiais ou assemelhadas"?
- Que da relação de pessoas
desaparecidas que acompanhou o projeto constavam os nomes de 136 militantes da
esquerda considerados desaparecidos políticos que, por opção própria, pegaram
em armas para instalar em nosso país uma República Democrática Popular semelhante
àquelas que o povo, nas ruas do Leste Europeu, derrubou, nos anos de 1989 e
1990?
- Que entre esses nomes,
estavam os de 59 guerrilheiros desaparecidos no Araguaia, quando tentavam
implantar o embrião do modelo chinês de "guerra popular prolongada"?
- Que as famílias de todos
esses guerrilheiros do Araguaia já foram indenizadas com quantias que variam de
100 mil a 150 mil reais?
- Que, por conseguinte, à vista
do que está escrito na lei, para que essa indenização fosse concedida, a área
de selva de cerca de 7 mil quilômetros quadrados em que a guerrilha se
instalou, foi considerada uma "dependência policial ou assemelhada"?
- Que duas senhoras,
integrantes da Comissão que representam as famílias dos desaparecidos, Iara
Xavier Pereira e Suzana Kiniger (ou Suzana Lisboa) foram militantes da ALN e
receberam treinamento militar em Cuba?
- Que Iara Xavier Pereira
participou de diversas ações" armadas, conforme ela própria revela, na
página 297, do livro "Mulheres que Foram à Luta Armada", de autoria
de Luiz Maklouf?
- Que essas senhoras ou suas
famílias foram indenizadas pela morte de 4 pessoas? Iuri Xavier Pereira, Alex
de Paula Xavier Pereira e Arnaldo Cardoso Rocha (todos membros do Grupo Tático
Armado da ALN, com treinamento militar em Cuba, mortos nas ruas de São Paulo em
tiroteio com a polícia), irmãos e marido de Iara Xavier Pereira, que também
recebeu treinamento militar em Cuba, e Luiz Eurico Tejera Lisboa (treinado em
Cuba), marido de Suzana Lisboa, que com ele também recebeu treinamento na
paradisíaca "ilha da liberdade"? Que, no total, 600.000 mil reais,
foi quanto os contribuintes pagaram a essas duas senhoras?
- Que a mídia, a famosa mídia
que faz a cabeça das pessoas, jovens e adultos, nunca registrou esse
"pequeno trecho" altamente edificante da História recente de nosso
país?
Mas, há mais, muito mais! VOCÊ
SABIA que o guerrilheiro do Araguaia, Rosalino Cruz Souza, conhecido na
guerrilha como "Mundico", incluído na relação de "desaparecidos
políticos", sabidamente "justiçado", no Araguaia, pela também
guerrilheira "Dina" (Dinalva Conceição Teixeira) - cujos familiares
foram também indenizados - teve sua família indenizada? Não pelo Partido que o
mandou para lá e o matou, mas por nós, contribuintes?
Fonte: EM DIREITA BRASIL
FIFA tira do ar página com 10 dicas sobre os brasileiros. É pena! Até que eram boas. Ou: A volta do “relaxa e goza”
Leio na Folha que a Fifa decidiu tirar do ar uma página em
que explica o Brasil para os turistas, para os “iniciantes”, dando algumas
dicas aos estrangeiros que nos visitam. A entidade ficou com temor de que
pudesse ofender a brasileirada. Já ouvi, de fato, aqui e ali alguns muxoxos de
protesto. Não chego a ter simpatia pela Fifa, mas será que está muito errada?
Traduzo as dicas. Comento em seguida.
1: Sim nem sempre significa “sim”
Os brasileiros são um povo receptivo e otimista, e eles
nunca começam uma frase com “não”. Há vários sentidos para a palavra “sim”. De
fato, para os brasileiros, “sim” pode significar “talvez”. Se alguém lhe disser
“eu ligo de volta”, não espere que o telefone toque nos cinco minutos
seguintes.
2: O tempo é flexível
A pontualidade não é exatamente uma ciência no Brasil.
Quanto você combina de encontrar alguém, ninguém espera que você esteja no
local na hora exata. Um atraso de 15 minutos é a norma. Se duas pessoas marcam
um encontro às 12h30, elas vão se ver a partir das 12h45.
3: Contato físico
Homens e mulheres não estão acostumados com o modo europeu
de manter uma distância educada entre si. Eles falam com as mãos e não hesitam
em tocar a pessoa com a qual conversam. Nas casas noturnas, isso pode até
resultar num beijo, mas não se deve levar a mal. Um beijo, no Brasil, é só uma
forma descontraída de comunicação não verbal, não um convite para algo mais.
4: Filas
Esperar pacientemente na fila não está no DNA dos
brasileiros. Quando eles vão subir numa escada rolante, por exemplo, não existe
o costume britânico de se alinhar em um dos lados. Em vez disso, preferem o
caos. Mas, de algum modo, conseguem chegar ao topo (frequentemente).
5: Contenção
Se você for a uma churrascaria que oferece
tudo-o-que-há-para-comer e se quiser provar imediatamente toda a variedade de
carnes, lembre-se de duas coisas: de não se alimentar nas 12 horas anteriores e
de comer em pequenas porções, já que a melhor carne é geralmente servida por
último.
6: Prevalência do mais forte
Nas ruas, os pedestres são claramente ignorados, e, mesmo
nas faixas de segurança, dificilmente um motorista vai parar. O direito de
ultrapassagem dos motoristas é simplesmente definido pelo veículo maior.
7: Experimente açaí
Os frutos da Amazônia podem realmente fazer maravilhas. São
agentes emagrecedores naturais, previnem doenças e, dizem, são energéticos. Uma
porção no intervalo da partida pode ajudar o jogador mais cansado a recuperar
as suas forças.
8: Topless
Corpos descobertos e arte em corpo feminino são comuns no
Carnaval, mas não é isso o que você vai ver todos os dias no Brasil. Ainda que
os biquínis brasileiros tenham menos pano quando comparados aos europeus, eles
são sempre usados. Tomar sol na praia sem biquíni é rigorosamente proibido e
pode resultar em multa.
9: Não ao espanhol
Quem espera usar o espanhol para se comunicar com a
população local vai manter uma conversa de surdos. O idioma nacional é o
português brasileiro, uma variante do português. E, se você disser que a
capital do Brasil é Buenos Aires, pode esperar a deportação.
10: Tenha paciência
No Brasil, tudo é feito no último minuto. Se há uma coisa de
que os turistas devem se lembrar acima de todas as outras, é esta: não perca a
paciência e controle os nervos. Tudo vai dar certo e ficar pronto a tempo. Isso
vale até para o estádios. De fato, a atitude dos brasileiros diante da vida
pode ser assim resumida: relaxa e goza.
Retomo
Exceção feita ao açaí, um das coisas mais detestáveis que já
provei e que não é assim tão comum Brasil afora, o resto tem mesmo a ver com a
gente, ora essa! E o texto até que é bem-humorado. Não vejo nada de errado.
Alguns reclamaram da foto que o ilustra. Por quê? Convenham: a culpa não é
deles, hehe.
Temos dificuldade de dizer “não”, chegamos atrasados aos
encontros, adoramos um “beijinho” e, como diria Fernando Pessoa, “pegar no
braço” dos outros, não sabemos usar escada rolante, o trânsito é uma zona, e
tudo, até os estádios, são feitos na undécima hora.
A frase final foi inspirada, creio, na ministra da Cultura,
Marta Suplicy, quando estava à frente do Ministério do Turismo. Perguntaram a
ela que conselho daria aos turistas que temiam enfrentar o caos nos aeroportos
brasileiros. Ela não teve dúvida, como se vê abaixo:
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