domingo, 23 de março de 2014

Rachel Sheherazade fala sobre polêmica da Petrobrás


Com Dilma, Petrobras perdeu R$ 201 bilhões e vale metade do que valia em 2010.

Dilma no comando: muita política e prejuízos
bilionários para a maior empresa do Brasil
Oito anos depois de o ex-presidente Lula anunciar com estardalhaço e as mãos sujas de óleo a autossuficiência do Brasil em petróleo, a Petrobras hoje enfrenta uma de suas piores crises, com o nome envolvido em escândalos e seu valor despencando rumo ao fundo do poço.

O valor de mercado da estatal está hoje em R$ 179 bilhões, menos da metade dos R$ 380 bilhões de 2010, quando o preço do petróleo explodiu e a empresa ainda festejava a descoberta do pré-sal. Para profissionais que acompanham a companhia de perto, a Petrobras vem perdendo valor por causa do mal-estar com o uso político da empresa, que se tornou ostensivo nos últimos anos e afastou os investidores.

O governo obriga a estatal a vender combustíveis a preços defasados para segurar a inflação e a comprar equipamentos de fornecedores locais mais caros que no exterior. A Petrobras é usada também na barganha política, por meio do loteamento de cargos entre os partidos da base aliada do governo. "O governo loteia os cargos, os gestores ficam subordinados a interesses dos políticos e tomam decisões que não deveriam e não tomam as que deveriam. É trágico", diz Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, ex-diretor da Petrobras no governo Lula.

A autossuficiência do país em petróleo durou pouco porque a Petrobras não acompanhou o aumento da demanda por combustíveis. Na melhor das hipóteses, sua produção neste ano vai atingir o mesmo patamar do início do governo Dilma. Para compensar, a Petrobras é forçada a importar gasolina e diesel num volume que aumentou 470% nos últimos três anos. "Como vende aqui mais barato do que compra lá fora, a Petrobras é uma das poucas petroleiras do mundo que perde dinheiro quando o preço do petróleo sobe", diz Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Com caixa apertado e uma dívida que cresceu quase três vezes desde 2010, a estatal agora corre o risco de perder o grau de investimento, um selo dado pelas agências de risco aos bons pagadores Uma das saídas para esse quadro é produzir e refinar mais petróleo. Mas seus projetos, muitas vezes decididos por critérios políticos, com frequência atrasam e custam bem mais que o previsto.

As refinarias do Maranhão, do Ceará e do Rio de Janeiro estão atrasadas em até cinco anos. Já a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, é um monumento ao uso político da Petrobras. Para agradar o então presidente da Venezuela Hugo Chávez, o ex-presidente Lula colocou a estatal de petróleo PDVSA como sócia do projeto.


A refinaria tinha que começar a operar em 2010, mas até hoje não ficou pronta. Mesmo assim, o custo saltou de US$ 2,3 bilhão para US$ 20 bilhões. A PDVSA nunca colocou um bolívar venezuelano na obra e no ano passado pulou fora do projeto. Até agora, a refinaria só serviu de palanque para Lula e Dilma, que estiveram lá várias vezes para inaugurar pedaços do empreendimento. (Folha de São Paulo)

2048: o jogo do momento na VERSÃO PETISTA

Por Gravatai Merengue

A nova febre da internet é o joguinho "2048". Pois agora é possível jogá-lo de outra forma: em vez dos números simples, figuras gloriosas do Partido dos Trabalhadores. Se conseguir formar o CHEFE LULA, você vence o jogo!
2048 PT 2048: o jogo do momento na VERSÃO PETISTA
só gente boa...(???)
 Se não quer ler texto algum, mas apenas jogar, só clicar aqui

A essa altura, creio que todos já devem ter jogado (ou ao menos visto) o “2048″. O objetivo é mover as casas para os lados (direita, esquerda, cima, baixo) agregando os números para formar seus múltiplos. Pois agora ficou MUITO MAIS DIVERTIDO. Você junta figuras do PT e forma outras ainda mais gloriosas!

Haddad com Haddad forma Padilha que, com outro Padilhinha, forma Pimentel – e esse, somando-se, dá uma Marta que gera Suplicy que desemboca em Lulinha, Delúbio, Genoíno… Enfim, DESCUBRA VOCÊ MESMO. E tente formar um Lula, lá.

Jogue por aqui. Boa sorte a todos.

Para divulgar o jogo aos amiguinhos, é só usar o seguinte endereço: http://bit.ly/jogodoPT

PS – espalhe para todos, mesmo, pois os jornais só divulgam quando o jogo é feito por petistas e contra seus adversários – quando a piada é com eles, nenhum suplemento de internet fala nada. então "vamoquevamo" a gente mesmo.

Eduardo "Duas Caras" Campos e a Petrobras.

O presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE), com o punho socialista cerrado, ao lado de Hugo Chávez, em foto que emoldura a história do Brasil e a biografia do candidato. O governador pernambucano foi um dos mais favorecidos pela construção da refinaria Abreu e Lima em seu estado, que deveria custar U$ 2,3 bilhões e já está em U$ 20 bilhões. Um monumento ao desperdício e às piores práticas no uso do dinheiro público.  Na foto estão Lula e Dilma, antigos aliados. Naquele momento, naquela refinaria, o pernambucano ainda sonhava em ser o vice de Dilma, em 2014. Ontem, Campos disse que o PT está desvalorizando a Petrobras para privatizá-la. Como bom socialista do punho cerrado, ela não gosta de privatização. Ele gosta mesmo é de enterrar dinheiro público em obras superfaturadas. E agora, velhaca e espertamente, quer tirar o corpo fora.

PLANTOU? CHOVEU? COLHEU?


É normal que os governantes subam ao palco das homenagens quando o PIB do Estado registra expansão significativa. Totalmente anormal seria apresentarem-se para vaias nos anos de crescimento negativo. Quem observa o PIB gaúcho ao longo da série histórica de 2002 a 2013, disponível no site da Fundação de Economia e Estatística, observará que os anos de pior desempenho foram os de 2005, 2009 e 2012, quando o PIB caiu respectivamente 2,8%, 0,4% e 1,4%. Foram três tombos, em direta relação com as estiagens ocorridas nesses mesmíssimos anos. Em compensação - felizmente há alguma compensação - os períodos subsequentes às estiagens são, sempre, de crescimento significativo, pois partem de patamares reduzidos. Os bons números recentemente divulgados a respeito do PIB gaúcho de 2013, que cresceu 5,8%, foram bafejados pela excelente safra do ano passado e pelo fato de se referirem à base negativa determinada pela estiagem de 2012.

Faz parte do jogo festejar bons resultados como produtos da inspirada e competente gestão pública e atribuir os maus à inclemência da estiagem. No entanto, ante as manifestações oficiais sobre a boa expansão do PIB gaúcho no ano passado, obviamente calcado no agronegócio e nas grandes colheitas de soja, arroz e trigo, indaguei a mim mesmo: quando o partido que nos governa começou a se interessar pela prosperidade do agronegócio?

Muitas vezes ouvi de seus parlamentares críticas candentes ao modelo agrícola estadual e suas extensivas monoculturas. As centenas de invasões de propriedades, levando intranquilidade e violência ao ambiente rural, não tiveram e não continuam tendo incondicional apoio do partido? Afinal, em que berçário nasceu e em que úberes o MST buscou leite para se desenvolver? O Rio Grande do Sul é um Estado sem novas fronteiras agrícolas. Não dispomos de terras virgens, por serem exploradas. Nos últimos anos, nenhum avanço significativo teria ocorrido na produtividade das nossas lavouras sem o uso de defensivos e sementes geneticamente modificadas. E eu lembro bem do fogo cerrado que as tecnologias sofreram por parte do PT. O partido apoiava muito a agricultura familiar (no que ia bem) e métodos arcaicos de produção (no que sempre foi muito mal). Agronegócio era palavrão, coisa de latifundiário neoliberal. Mais, todo produtor rural conhece o jogo pesado da presidente Dilma, junto com sua base no Congresso Nacional, para a aprovação da MP-571 numa versão que danificaria econômica e socialmente o setor, seja por indústria de multas, seja por excesso de ônus à atividade privada, seja por abusiva redução da área de exploração, seja por desrespeito ao pacto federativo e por aí afora. Todos os estabelecimentos rurais passariam a trabalhar para alcançar certas metas do governo, que não planta, não chove e não colhe. Produção e a produtividade não pareciam encontrar lugar entre essas metas.

Por que tudo isso? Por uma ideologia que conduz as ações do governo e de entidades com ele afinadas num viés avesso ao direito de propriedade. Não preciso explicar, certo? É nesse sentido que trabalham a Funai e o CIMI em sua cobiça por áreas produtivas para entregá-las a reservas indígenas. É nesse mesmo sentido que vão as reivindicações dos quilombolas, sempre apoiadas por movimentos sociais de idêntica motivação e na mesma sintonia. Não possuo um palmo de terra. Mas alerto: sem respeito ao direito de propriedade, numa correta ordem juspolítica, pouco se planta e se colhe. Quer chova, quer não chova.


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* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.

Bolsistas do PT e do MST, matriculados na Venezuela, entram para o Mais Médicos sem terminar o curso.

Mesmo sem cumprir todos os requisitos do Ministério da Saúde, 41 médicos comunitários brasileiros recém-formados na Venezuela foram selecionados para trabalhar no programa Mais Médicos. Eles se graduaram em novembro pela Elam (Escola Latino-Americana de Medicina) Dr. Salvador Allende, criada em 2007 pelo então presidente Hugo Chávez. A maioria é ligada a organizações de esquerda como o PT e o MST.

O grupo voltou ao Brasil sem atender todas as exigências da profissão previstas no artigo 8º da Lei de Exercício da Medicina na Venezuela. "Depois que recebem o título, os formados têm de fazer um ano como médico rural ou dois anos de internato. Do contrário, o ministro não assina o diploma, e eles não podem fazer pós-graduação, medicina privada nem nada. São médicos incompletos", disse à Folha Fernando Bianco, presidente do Colégio de Médicos de Caracas e simpatizante do chavismo.

O descumprimento dessa exigência contraria o edital de contratação do Mais Médicos publicado em 16 de janeiro, segundo o qual médicos brasileiros formados fora do país precisam comprovar "habilitação para exercício da medicina no exterior". Nesta semana, o grupo começou o treinamento de cerca de 25 dias, que inclui uma avaliação de conhecimentos em saúde na atenção básica. Mas todos já têm cidades designadas em 14 Estados, incluindo sete em São Paulo.

Na Venezuela, o programa de médicos integrais comunitários tem sido criticado por causa de irregularidades normativas, improvisos e falta de docentes qualificados. A Elam não está inscrita no Ministério de Educação Universitária. Com isso, o diploma dos brasileiros é da Universidade Nacional Experimental Rómulo Gallegos (Unerg), em San Juan de los Morros, a 180 km de Caracas, onde fica a Elam.

Os brasileiros e outros estrangeiros receberam o diploma em cerimônia com a participação do presidente Nicolás Maduro. As festividades incluíram uma visita ao Quartel da Montanha, onde está o túmulo de Chávez --o nome da turma é "Comandante Eterno Hugo Chávez". "Aqui, conheci o maior líder de todos os tempos, que semeou em mim uma bandeira de luta que levarei para sempre onde quer que eu vá", escreveu, no Facebook, a brasileira Vaubéria Macedo. "Conheci uma medicina diferente, humanista, onde o ser humano é o mais importante, e a saúde não é a ausência de doenças. E por isso sou muito grata aos companheiros cubanos."


O vídeo abaixo, em espanhol, mostra o drama de um jovem colombiano que denuncia o que eles ensinam, na Elam da Venezuela.


Segurança no Rio: promessas da Dilma versus realidade





Notem como a criminalidade arregaçou as mangas quando o Sérgio Cabral encerrou a aliança com Dilma e o PT, promovendo os mesmos atos terroristas que aconteceram em São Paulo. Não há uma orquestração nisso?

Bill Gates Fala das Vacinas Para Reduzir a População Mundial


Bill Gates faz discurso sobre CO2 Zero o que é impossível, pois todo ser humano produz CO2 enquanto respira, mas ele diz que com as vacinas ele conseguira diminuir 15% da população mundial.

O caso da refinaria sepulta as invencionices ufanistas de Lula e Dilma. A Petrobras é deles. Só é nossa a conta bilionária

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José Sérgio Gabrielli, Graça Foster, Dilma Rousseff e Paulo Roberto Costa 
em visita à Plataforma P-56, em Angra dos Reis, em junho de 2011
No comício promovido por Lula para oficializar a saída de José Eduardo Dutra e a chegada de José Sérgio Gabrielli, o Brasil ficou sabendo que a Petrobras seria presidida por um gênio da raça disfarçado de economista baiano. “O companheiro José Sérgio Gabrielli  se transformou num dos mais importantes diretores financeiros que a empresa já teve em toda a sua história”, informou o palanque ambulante em 22 de julho de 2005. Nem todos enxergam tão longe, elogiou-se na continuação do palavrório.

“Não faltaram pessoas que me diziam assim: o mercado não vai gostar, o mercado vai reagir, é melhor deixar quem está lá”, foi em frente o recordista brasileiro de bravata & bazófia. ”Como eu não tenho nenhuma relação de amizade com o mercado, resolvi indicar quem eu queria”. O que queria (e, pelo jeito, encontrara) era alguém capaz de acumular a presidência da OPEP com a coordenação do carnaval de Salvador. Como até gente assim pode precisar de conselhos, ele lembrou a Gabrielli que, caso quisesse ajuda, bastaria recorrer à onisciente e onipresente Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Ainda em 2005, a sumidade descoberta por Lula encampou a grande ideia de Nestor Cerveró, diretor da Área Internacional: comprar por US$ 360 milhões metade de uma refinaria no Texas que a empresa belga Astra Oil havia adquirido meses antes por US$ 42,5 milhões. Com a ajuda de outro diretor, Paulo Roberto Costa, Cerveró produziu o “resumo executivo” apreciado em 3 de fevereiro de 2006 pelo Conselho de Administração. Foi uma decisão desastrosa, comprovou o desfecho do negócio: em 2012, para encerrar a disputa judicial iniciada cinco anos antes, a Petrobras pagou mais US$ 820 milhões à Astra Oil e transformou-se na única proprietária de uma refinaria inútil.

Feitas as contas, a aquisição da velharia no Texas, sugerida por Gabrielli e aprovada por Dilma, custou US$ 1,18 bilhão ─ ou 2,8 bilhões de reais, que poderiam ter atendido a angustiantes urgências do viveiro de miseráveis fantasiado de potência emergente. Só nesta semana a supergerente mandona que tudo quer saber, e confere até o custo do cafezinho, resolveu enxergar o monumento à inépcia, à vigarice e à gatunagem. Com a candura de uma Filha de Maria, alegou desconhecer a existência de cláusulas leoninas infiltradas no contrato. Bastaria ter lido os documentos colocados à disposição da presidente do Conselho.

Em outubro de 2010, todos no Planalto sabiam da história inverossímil. Menos Lula, reiterou a visita do maior governante desde Tomé de Souza ao campo de Tupi. “Quando a gente quiser ter orgulho de alguma coisa neste país a gente lembra da Petrobrás, de seus engenheiros, de seu geólogos, do pessoal que é a razão maior do orgulho, mais do que o Carnaval, do que o futebol”, recomeçaram as invencionices ufanistas. “A Petrobrás é a certeza e a convicção de que este país será uma grande nação. É a prova mais contundente de que o brasileiro é capaz, é inteligente, não é de segunda classe”.

Depois que o Estadão incorporou a presidente da República ao espetáculo da indecência, a movimentação dos atores ampliou a afronta ao país que presta. Em campanha no Ceará, Dilma recusou-se a comentar a transação vergonhosa: estava lá para não dizer coisa com coisa sobre “mobilidade urbana”. Gabrielli, agora secretário de Planejamento da Bahia, culpou a “crise internacional” pelo negócio suspeitíssimo. Nestor Cerveró, hoje diretor financeiro da BR Distribuidora, tirou férias e foi para a Europa. Cerveró achou prudente cair fora do país tão logo soube que o álibi montado por Dilma  transfere integralmente a culpa para os autores do resumo executivo.

A demissão o alcançou a milhares de quilômetros de distância. Nesta sexta-feira, por ordem do Planalto, o diretor financeiro da BR Distribuidora perdeu o emprego fpelo que fez há mais de oito anos o diretor da Área Internacional da Petrobras. É bom que se cuide: para salvar do naufrágio a candidata à reeleição, o comitê central da campanha pode conferir-lhe o papel que sobrou para Marcos Valério no escândalo do mensalão. Seu parceiro Paulo Roberto Costa está preso, mas por outros motivos: a polícia descobriu que trocou a direção da Petrobras pelo alto comando de uma quadrilha especializada em lavagem de dinheiro.


Afônico de novo, Lula sussurrou a alguns amigos que Dilma não deveria ter confessado o que fez. Daqui a alguns dias vai recuperar a voz para jurar que não sabe de nada. Como os afilhados Dilma e Gabrielli, como os demais sacerdotes da seita que o venera, o padrinho e Grande Pastor sempre soube de tudo. Recitando que o petróleo é nosso, os donos do poder privatizaram a empresa agora reduzida a caso de polícia. A Petrobras é do PT. Só é nossa a conta bilionária.

Você vai votar na Dilma em 2014?...
Então não assista este vídeo, senão você desiste !

Marcha da Família reúne 1.000 pessoas em SP


Manifestantes empunham bandeiras azuis para protestar contra o comunismo; grupo distribuiu lacres de plástico para prender adversários.
Jovens distribuíram lacres de plástico na Marcha da Família
Jovens distribuíram lacres de plástico na Marcha da Família (Felipe Frazão/Veja)

A reedição da Marcha da Família reúne cerca de 1.000 pessoas no Centro de São Paulo neste sábado. Os manifestantes se concentraram na Praça da República e por volta das 16h30 seguiram para a Praça da Sé pela avenida São Luis. No trajeto, eles entoaram gritos de guerra como “Deus, pátria e família”. Cerca de cem jovens dos grupos Frente Integralista Brasileira e Resistência Nacionalista, vestidos com coturnos, calça jeans e suspensórios, distribuíram entre si lacres de plástico — sua finalidade seria a de prender adversários que encontrassem pelo caminho.

Duas pessoas foram detidas no momento em que a marcha chegou na Preça da Sé. Um casal provocou os manifestantes e foi agredido antes de se refugiar em uma farmácia. O rapaz foi detido e apresentava ferimentos no rosto. Outros dois homens vestidos de mulher satirizaram a marcha e também foram agredidos por integrantes de grupos nacionalistas no Largo São Francisco. 

Antes, outra confusão foi registrada quando uma mulher que assistia à movimentação foi agredida após gritar “Coxinhas, reaças”. Ela levou empurrões e foi perseguida até se refugiar na estação República do metrô.

Um homem foi agredido e expulso por ter sido apontado como petista por manifestantes. Bandeiras do Brasil e da cor azul — uma contraposição ao vermelho-comunista, segundo os organizadores — são empunhadas.

Policiais da Rocam e da Força Tática acompanham a passeata.

Um manifesto publicado em blog criado especialmente para o evento é assinado por 17 entidades que, segundo o organizador, o fotógrafo Bruno Toscano Franco, de 40 anos, são formadas por “brasileiros democráticos, legalistas e constitucionais que estão cansados  de pagar impostos e vê-los gasto em metrô na Venezuela e para revitalizar a rede hoteleira em Cuba”.

“Nosso movimento é contra a corrupção”, diz Franco. Mas o fotógrafo também acredita que, 50 anos depois do golpe de 64, os militares deveriam ser chamados novamente a desempenhar um papel na arena política brasileira. “Defendemos a intervenção militar para que haja uma transição de governo", diz ele. As eleições marcadas para este ano não bastam para Franco. "Não temos confiança nas urnas eletrônicas.”

Oposição - A Marcha Antigolpista Ditadura Nunca Mais, organizada por movimentos de esquerda para contrapor a Marcha da Família, reúne cerca de mil pessoas que saíram da Praça da Sé rumo à região da Luz neste sábado. O plano era caminhar até a antiga sede do Dops, mas o trajeto foi mudado para evitar confronto com os integrantes da Marcha da Família, que também teve seu rumo alterado pelo mesmo motivo.



Cabo de guerra no “Pasadenagate” pode desvendar esquema de adulteração de combustíveis

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Pronto para explodir – Está longe de ser amistoso o clima que impera nos bastidores da escandalosa aquisição da refinaria texana de Pasadena, pela Petrobras. Os envolvidos diretamente no caso tentam escapar do olho do furacão, mas a cada movimento brusco a situação piora sobremaneira. A tentativa da presidente Dilma Rousseff de transferir a responsabilidade a outros conselheiros e diretores da petroleira também não deu certo. Pelo contrário, produziu uma repercussão negativa do imbróglio, em cujas coxias já começam a sobrar a ameaças.

Os primeiros a mandarem recados ao Palácio do Planalto foram o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o ex-diretor da área internacional da empresa, Nestor Cerveró, acusado de ser o responsável pelo laudo técnico que Dilma classificou como “falho”. Cerveró tem evitado opinar publicamente sobre o escândalo, mas nos bastidores tem se valido de interlocutores para mandar recados nada simpáticos ao staff palaciano.

Um detalhe que chama a atenção é que no meio político ninguém quer assumir a indicação de Nestor Cerveró para diretoria internacional da Petrobras. Inicialmente, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Delcídio Amaral (PT-MS) trocaram farpas por causa do assunto, mas a turma do “deixa disso” entrou em ação e os ânimos arrefeceram. Há quem garanta que Cerveró foi indicado ao cargo por Renan, enquanto outros dizem que a indicação foi de Delcídio. A essa altura dos acontecimentos não importa quem indicou o ex-diretor, porque a lambança está feita e o escândalo tem crescido como massa de pão.

Nesse cabo de guerra que se formou a partir da desastrada nota divulgada por Dilma Rousseff, apenas a Polícia Federal é que poderá se beneficiar. Isso porque há de prevalecer a máxima popular de que “em briga de bandidos quem ganha é a polícia”. Tudo leva a crer que os envolvidos no imbróglio de Pasadena são bandidos profissionais, mas ainda é preciso provar isso. E só a PF será capaz de mostrar aos brasileiros a verdade sobre a bilionária compra de uma refinaria obsoleta e que desde o início das negociações não tinha condições de atender às necessidades da Petrobras.


No caso de a Polícia Federal se aprofundar nas investigações, com a devida e necessária independência, o Brasil poderá se surpreender com os muitos escândalos conexos à polêmica aquisição da refinaria texana. Um dos casos que pode vir à tona é o de adulteração de combustíveis na região Centro-Oeste do País. O esquema criminoso é grande, funciona há muitos anos e se descoberto poderá implodir parte da República. As autoridades sabem do caso, mas nada fazem para interromper o negócio ilícito porque alguns dos envolvidos são figuras conhecidas na Esplanada dos Ministérios.

sábado, 22 de março de 2014

O PETISMO NA PRÁTICA


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Durante muitos anos, de boas lembranças para si, o PT dançou livre, leve e solto nas verdejantes planícies da oposição. Tornou-se comum, nos debates de então, que seus representantes emergissem sobranceiros de qualquer comparação porque o petismo era um ideal não experimentado, enquanto seus adversários haviam ralado as unhas nas escarpas e sujado os pés no exercício do poder. É sempre desigual o confronto em que o ideal de um lado é apresentado em oposição à prática do outro lado. Obviamente, o melhor discernimento é proporcionado quando se compara ideal com ideal e prática com prática. Durante longos anos, no entanto, o PT era apenas ideal em estado puro, com um apaixonado e combativo séquito de seguidores.

Foram estes seguidores que festejaram a chegada do PT ao Planalto como definitiva Proclamação da Moralidade na terra de Macunaíma. O país nunca mais seria o mesmo! Aquele ato merecia um Pedro Américo para representá-lo sobre tela, dando forma e cor à emoção popular, para admiração das gerações futuras. Dois anos mais tarde, o petismo idealista fora para o saco e as comparações desabaram para o terreno da prática. Era prática contra prática.

A partir daí acenderam-se outras luzes e novas realidades no tabuleiro do xadrez político. As estrelas que cobriam o território nacional com adesivos e bandeiras, sumiram envergonhadas. Os petistas remanescentes já se contentavam com discutir quem tinha o passado mais constrangedor. Como escrevi anteriormente, corruptos existem em todos os partidos. No entanto, na prática, o PT se revelou como o partido que defende incondicionalmente seus corruptos, sem o menor constrangimento. E se isso lhe parece pouco significativo, leitor, pondere os malefícios sobre o caráter nacional. É demolidor seu efeito quando se observa que para dezenas de milhões de brasileiros a corrupção deixou de ter importância. Convivemos com uma corrupção consentida por parcela imensa da população, cujo incondicional apoio é comprado com a versão popular do mensalão. Levado à prática, o petismo revelou-se um Midas bifronte, infame, que corrompe tudo que toca.

Ouvi, recentemente, que o Brasil não iria para os maus caminhos seguidos por outros queridos parceiros do petismo no entorno sul-americano. Por quê? perguntei. "Porque o Brasil é grande demais", respondeu meu interlocutor. Era um otimista. A essas alturas asseguro-lhe, leitor: não há o que o PT não possa piorar e não possa quebrar. Veja a Petrobras. O petismo na prática não apenas privatizou a empresa em nome próprio como jogou seus papéis na sacola do lixo seletivo. E a Petrobras era grande demais, era uma companhia gigantesca, respeitadíssima, que agora vê seu nome nas manchetes e nas páginas policiais.

O petismo na prática passou a apresentar todas essas denúncias que saltitam qual pipoca na panela como coisa meritória. "Antes era muito pior, mas não se podia investigar", dizem seus defensores, numa ligeira sugestão, impessoal e marota, sem endereço nem remetente, que não tem testemunha ou evidência a apresentar. E o não dito fica como se dito fosse. O que mais assusta é saber que já não podemos contar com as instituições da República. Também elas estão contaminadas pelo Midas bifronte que as colocou sob seu mando e manto.


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* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.

Eduardo Campos diz que o Brasil não aguenta mais 4 anos de Dilma. Correto! Mas tem lugar para ele? Assistam e decidam.



Polícia Federal pega esquema de Padilha, candidato do PT ao governo de SP

Tentáculos na saúde – Veja

Padilha

Pré-candidato petista ao governo de São Paulo nas eleições deste ano, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha é citado norminalmente no inquérito da Polícia Federal que investiga a rede de lavagem de dinheiro comandada pelo doleiro Alberto Youssef. Em um dos relatórios da Operação Lava-Jato há ainda uma foto de Padilha ao lado de um homem que os investigadores apontam como laranja de Alberto Youssef, no ato de assinatura de um contrato que levou a investigação para dentro do Ministério da Saúde. A imagem foi interceptada pelos agentes na caixa de e-mails de um dos investigados. O contrato foi assinado por Padilha com a Labogen Química Fina e Biotecnologia, uma empresa que, segundo a Polícia Federal, é tudo menos um laboratório farmacêutico, e ainda assim foi contemplada com uma parceria em que planejava receber 150 milhões de reais em vendas de remédios para o ministério. Um grande – e suspeitissimo – negócio.

Pelo modelo de contratação adotado, o Ministério da Saúde escolhe empresas privadas dispostas a fazer parceria com laboratórios públicos para a produção de remédios. A Labogen, com sede em São Paulo, foi uma das escolhidas no ano passado para fornecer citrato de sildenafila, medicamento com o mesmo princípio ativo do famoso comprimido azul para disfunção erétil. O ministério informou que as empresas interessadas em firmar parcerias passam por um rigoroso processo de seleção e análise de capacidade técnica que envolve vários órgãos públicos. No papel, segundo o ministério, a situação da Labogen estava o.k.

No mundo real, a polícia concluiu que a Labogen não tem uma planta industrial e passa longe de ser uma companhia de porte, compatível com os valores milionários a ser recebidos do governo. Documentos juntados no inquérito mostram que, na verdade, os remédios seriam fabricados por um outro laboratório, de Goiás, ao qual a Labogen repassaria 40% do valor do contrato. Sem produzir um único comprimido, a empresa do doleiro pretendia faturar 90 milhões de reais.

Os sócios da Labogen figuram como titulares de remessas milionárias para contas no exterior, operações que os investigadores dizem ser simuladas. A empresa tinha planos de ampliar a lista de remédios a ser fornecidos ao governo. Diz a PF: “Pode-se estar diante, portanto, de mais uma ferramenta para sangria dos cofres públicos”

Dilma apoiou compra no Japão com cláusula similar à de Pasadena


Presidente disse que não sabia de cláusulas da compra da refinaria nos EUA em 2006, mas concordou com compra semelhante no ano seguinte ciente das condições
 Foto: Francois Lenoir / Reuters
 Foto: Francois Lenoir / Reuters
Como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma Rousseff aprovou, em 2007, a aquisição de parte de uma refinaria no Japão ciente da cláusula Put Option, que obriga uma das partes da sociedade a comprar a outra em caso de desentendimento. No entanto, a presidente alega que não teria concordado com a compra de uma refinaria nos Estados Unidos em 2006, que tinha cláusulas semelhantes. As informações são do Estado de S.Paulo.

Dilma disse ter autorizado a compra da refinaria japonesa Nansei Sekiyu baseada em um resumo elaborado pela diretoria internacional da Petrobras, na época comandada por Nestor Cerveró. Ela afirmou em comunicado ao jornal que o resumo contém a “existência de cláusulas contratuais que materializaram o Put Option, bem como as informações técnicas correspondentes”.

O que provocou forte reação no meio político e empresarial foi que, no caso da refinaria em Pasadena, nos EUA, a presidente tinha informado que o resumo que recebeu da diretoria, ainda comandada por Cerveró, era “falho” e omitia condições do contrato, como a de Put Option. Ela disse que, se soubesse das cláusulas, não teria apoiado o negócio. A compra desta refinaria resultou em um prejuízo de US$ 1 bilhão à petroleira, e Nestor Cerveró foi demitido nesta sexta-feira.

O ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse em entrevista ao Valor Econômico que o Put Option era comum nos contratos das empresas, colocando em dúvida a suposta surpresa de Dilma com a cláusula no caso da refinaria americana.


A aquisição da refinaria Nansei se assemelha à compra de Pasadena. A refinaria japonesa custou US$ 71 milhões e não processa o óleo pesado produzido pelo Brasil, o que teria levado a Petrobras a fazer um investimento bilionário para adequá-la. Os investimentos, no entanto, nunca foram detalhados publicamente pela petroleira. Ela colocou a refinaria como um dos ativos dos quais quer se desfazer para reforçar o caixa.

Colocando alguma ordem no caos

Por Marco Antonio Esteves Balbi*
Sempre que vocês lerem, ouvirem ou assistirem alguma coisa relativa à Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, podem ter certeza que um nome surgirá: Wadih Damous!

Último presidente da OAB-RJ, onde colecionou inimigos e desafetos, fez o seu sucessor e se instituiu como o responsável pelos Direitos Humanos. Além disso, pressionou o governador Sérgio Cabral a assinar o decreto de criação da Comissão Estadual da Verdade, que dormia lá numa gaveta.

O proselitismo do Wadih tem uma finalidade: manter o nome dele na mídia a qualquer custo, posto que será candidato a um cargo eletivo em 5 de outubro. E detesta farda, qualquer uma, até do mata-mosquito!

As Organizações Globo, desde outubro do ano passado, renegaram o apoio que proporcionaram, junto com toda a sociedade, à reação democrática de março de 1964 e ao regime de exceção que se seguiu, certamente fazendo corar de vergonha o patriarca Roberto Marinho, se vivo fosse. Depois que os black blocs entulharam esterco nas portarias das sedes do Rio de Janeiro e de São Paulo e que os seus principais repórteres tiveram que sair das ruas, ameaçados que foram de agressão, substituídos por jornalistas menos conhecidos e descaracterizados nos equipamentos, as coberturas passaram por modificação substancial.

Corre a boca pequena que os principais executivos da emissora foram visitados ou visitaram um certo senhor de nove dedos, que lhes teria lembrado certas pendências fiscais, mas isto eu juro que é intriga.

O certo é que a cobertura dos órgãos de comunicação da Globo se modificou. E, ao se aproximar a comemoração dos 50 anos da reação democrática de 31 de março de 1964 apresentou-se a situação ideal para por em prática esta mudança. Confiram a grade de programas dos canais de TV aberto e fechado, confiram a programação das rádios, confiram os debates, confiram as exposições em cartaz em várias cidades do país e ali terá um logotipo, um patrocínio, um apoio cultural das Organizações Globo.

Não é privilégio dela o revisionismo histórico, eu diria  enfurecido, Brasil afora, em relação ao regime de exceção, mas afinal os melhores índices de audiência estão com eles. Assim, repercutem mais.

O jornal O Globo já vem há algum tempo apresentando algumas reportagens sobre os 50 anos do que eles chamam de "golpe militar". Recentemente fez uma intensiva e numa delas unem-se duas pontas Wadih e Globo, num daqueles casos que mais propiciam atenção geral: Rubens Paiva.

Depois de controversas histórias vazadas de depoimentos que teriam sido dados às Comissões da Verdade Nacional e Estadual, inclusive com o uso sempre oportunista de Elio Gaspari, que acusou toda uma geração de oficiais do Exército Brasileiro de assassinos, chega-se ao coroamento da reportagem levada ao ar pelo Jornal Nacional na data de hoje, 21 de março de 2014.

Ela teve início no domingo, 16 de março, quando em reportagem que ocupou seis páginas da edição, destacou-se a primeira delas intitulada "O corpo que saiu para o oceano"! Ali, um militar identificado por agente Y, ao qual Elio Gaspari e outras reportagens já haviam se referido, conta uma rocambolesca história de como ele foi chamado para resolver um problema, fazer desaparecer os restos mortais de Rubens Paiva. O roteiro faria qualquer profissional de Hollywood babar, tal a criatividade, mas o jornal o "comprou" e divulgou. O agente Y, coronel reformado do Exército, exigia permanecer incógnito.

O jornal continuou a execrar o "golpe militar", diariamente, até que ontem, 20 de março, o agente Y reapareceu, desta vez se identificando, só que para outro jornal, um dos poucos concorrentes de O Globo na cidade do Rio de Janeiro: O Dia! E, mudou a história! Desta feita ele não tinha mandado jogar os despojos de Rubens Paiva no mar, mas sim num dos rios que banha Petrópolis, junto à famosa Casa da Morte, Casa esta que ele mesmo havia denunciado a localização e tudo que ali acontecia. 

O jornal O Globo correu atrás da barriga e foi se socorrer em quem? No Wadih e numa de suas prepostas que havia entrevistado o coronel Paulo Malhães. Hoje o jornal publica o que teria sido o relato desta personagem contando detalhes de como se livrar de um corpo sem deixar vestígios,utilizando-se dos rios, inclusive o de Rubens Paiva. A reportagem termina entrevistando a pessoa que colheu o depoimento do coronel. A advogada coloca em dúvida as assertivas apresentadas.

Chego, finalmente, ao Jornal Nacional e ao William Bonner. Ele e sua companheira de bancada capricham na pose grave para fazer uma denúncia: o corpo de Rubens Paiva, ou o que seriam seus despojos, foram jogados num rio em Petrópolis. E, entrevistam quem? Bingo: Wadih Damous, exigindo um pedido de desculpas do Exército Brasileiro, ao mesmo tempo que clama pela verdade! E a advogada volta a questionar a veracidade do depoimento!

Aguardem cenas dos próximos capítulos! Mas, algumas conclusões já podem ser tiradas, não é verdade?
Fonte: A Verdade Sufocada

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Marco Antonio Esteves Balbi é Coronel Reformado do EB

"Há muito vagabundo 171 recebendo bolsa-ditadura", diz Bolsonaro


O parlamentar defendeu, inclusive, pena de morte para menores que cometem crimes. Foto: Arquivo Pessoal (Arquivo Pessoal)
O parlamentar defendeu, inclusive, pena de morte para menores
que cometem crimes. Foto: Arquivo Pessoal (Arquivo Pessoal)
Embora o PP apoie a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) é um dos principais incentivadores da Marcha da Família, que defende o retorno dos militares ao poder e sairá às ruas no próximo dia 22, incluindo no Recife. Ele diz que não houve nem “ditamole” no Brasil, quanto mais ditadura, acusa Dilma de ser uma “artista” e fala que o movimento patriota iniciado este mês tem os mesmos ventos favoráveis de 1964. “Você já viu como a Dilma olha para Fidel Castro? Parece que ela está recebendo um pacotinho de pirulito de tão feliz. Depois, ela vem olhar para o Papa Francisco do mesmo jeito. É uma artista”.

O parlamentar defendeu, inclusive, pena de morte para menores que cometem crimes e voltou a bater nos programa de combate à homofobia. “Eu não tenho nada a ver com a aranha dela”, esbravejou, reclamando da ministra especial da Secretária das Mulheres, Eleonora Menicucci, que, segundo ele, só se preocupa com temas de homossexualidade ao invés de cuidar da saúde da mulher. Veja íntegra da entrevista que concedeu ao Diario, por telefone, de Brasília.

Deputado, o senhor está numa foto onde parabeniza os militares pelo golpe de 1964? É o senhor mesmo?
Sim, o cartaz é meu. Está sendo mais divulgada agora, mas foi retirada no ano passado, quando eu estourei 40 rojões em frente ao Ministério da Defesa. No sábado, um avião vai passar com faixas no Rio de Janeiro dizendo “Vá para Cuba, Fidel Castro de saia”. Será uma alusão à Dilma Guerrilheira Rousseff.

Como se pode defender o que houve em 1964, deputado?
Aqui não houve ditadura, nem ‘ditamole’. As pessoas viviam em clima de total segurança e liberdade. Os militares, naquela época, foram apoiados pela OAB, pela Igreja Católica, pelos empresários, pela sociedade em geral. Estávamos no limite de uma didatura do proletariado. Não houve golpe militar. Quem cassou o presidente João Goulart foi o Congresso em 2 de abril de 1964. Quem botou Castelo Branco no poder foi o Congresso em 9 de abril de 1964. Foram 361 votos para Castelo Branco, inclusive o de Ulisses Guimarães e do senador Juscelino Kubitschek. (risos)

Que tipo de recepção esse movimento está tendo no Brasil?
Está começando devagar. Foi assim que começamos da última vez. Esse é o primeiro movimento e eu sou apenas integrante dele. Eu inclusive sugiro que as pessoas apenas se encontrem nos locais que marcaram, sem fazer caminhadas, porque, há riscos desse povo do PSOL se meter no meio e criar confusão. É melhor que as pessoas se reúnam nas praças e batam um papo, ao invés de se deslocar de A para B.

E sobre as torturas provocadas na ditadura militar, deputado?
Há muito vagabundo 171 dizendo que foi torturado e tem muita gente recebendo o “bolsa-ditadura” de 20 mil. Nenhum aposentado ganha isso. E tudo isso defendido e patrocinado pelo governo de Cuba.

Não é uma forma simplista de ver esse período, dizendo que Cuba patrocinava os militantes da esquerda no Brasil?
Olha, Fidel Castro assumiu o governo em 1959 e quando derrubou Fulgêncio Batista do poder matou mais de 700 pessoas. Na época, havia uma guerra fria e o negócio funcionava como o jogo de War (jogo com um mapa do mundo dividido em seis regiões). Havia interesse em fortalecer outros exércitos, como no War. Cuba era patrocinada pela União Soviética e ajudava outros lugares. Mas Fidel prometeu libertar o povo das guarras dos Estados Unidos e veja só. Ele dizia que a ilha era um prostíbulo dos Estados Unidos, mas, naquela época, as prostitutas de lá, por exemplo, recebiam 100 dólares por uma relação. Se alguém for lá em Cuba agora e quiser procurar uma mulher, pode pagar um dólar, que vai ser muita grana. A situação está muito pior. Um marajá em Cuba ganha 100 dólares! 

E o que os comunistas tem haver com esse protesto?
Queremos mostrar para os políticos do PT, para esse desgoverno, que não acreditamos nele, na sua liberdade. Eles querem mostrar que o capitalismo é o inferno e o socialismo é o paraíso, mas essas mesmas ditaduras de esquerda mataram mais de cem milhões de pessoas, só 20 mil foi em Cuba.

Mas, ao invés de defenderem uma mudança pelo voto, vocês querem a intervenção dos militares?
Temos sérias desconfianças para com as urnas eletrônicas. Queríamos que a pessoa pudesse votar na urna eletrônica e um voto impresso cairia em outra urna, na mesma hora, mas o PT não quis. O PT foi contra, não queria que fizéssemos a amostragem. 

Deputado, é um pouco chocante tudo isso. Como as pessoas estão vendo seu discurso?
O meu discurso é verdadeiro, as pessoas acreditam no que eu falo e sabem que, nós, militares, somos patriotas e democratas. Você já viu como a Dilma olha para Fidel Castro? Parece que ela está recebendo um pacotinho de pirulito de tão feliz. Depois, ela vem olhar para o Papa Francisco do mesmo jeito. É uma artista. Vocês deveriam achar um absurdo que o BNDES tenha enviado 1,2 bilhão de dólares para investir num porto de Cuba (inaugurado em janeiro deste ano), o porto de Mariel. É justo com o nosso dinheiro? E Cuba vai exportar o que mesmo? Açúcar e charuto cubano?

O senhor fala muito mal de Cuba, mas nunca foi lá…
Eu não preciso botar a mão no fogo para saber que queima. Se fosse bom, aquele povo ia viver fugindo desse jeito?

O senhor recebeu convites para disputar a Presidência da República, porque o senhor tem um posicionamento bem diferente do que se vê?
(risos) Nunca… Se eu tivesse recebido, teria aceitado, porque daria condições de “atirar” (debater) em Dilma e fazer oposição chegar ao segundo turno. Eu ia ajudar a acabar com essa política nefasta do PT, mas o PP está com Dilma.

Deputado, nunca vi posições tão radicais num entrevistado...
Posições radicais? Imagine que você é vítima de um menor que não tem limites. Você vai defender a pena de morte para ele.

Mas, deputado, eu já fui assaltada por menor de idade, com revólver, e nunca defendi pena de morte para menores. Defendo que eles sejam reabilitados, ressocializados.
(risos) Isso é porque você não morreu, não ficou aleijada. Por que eles não assaltam na favela? Porque lá tem a pena de morte.

Não será porque na favela a condição financeira dos demais é a mesma da dele?
É? Então, porque ele não estupra na favela, que tem meninas muito mais bonitas que na cidade? Porque ele sabe que na favela tem pena de morte.

E sobre essa polêmica questão da homossexualidade. O senhor insiste em colocar regras em comportamento, em orientação sexual.
Olha, vou te falar. Você sabe quem é a Ministra especial da Secretária das Mulheres, Eleonora Menicucci? Ela assumiu o cargo (em fevereiro de 2012) e o que foi que ela falou na primeira entrevista? Você acha que ela falou sobre a saúde feminina, sobre doenças? Nããããão! Ela disse: ‘não é porque eu tenho mais de 60 anos que eu não continuo a fazer sexo com homens e mulheres’. Depois ela falou. ‘Eu me orgulho que minha filha é lésbica’. Esse é o padrão das pessoas que estão no governo Dilma. Eu não tenho nada a ver com a aranha dela, mas a partir do momento que ela torna isso público, a gente tem que bater em cima.

A verdade sobre o terrorismo no Brasil

Por Carlos I.S. Azambuja

Uma série de fatos que servem para relembrar a verdade sobre o terrorismo no Brasil.


VOCÊ SABIA?

- Que no governo João Goulart algumas organizações de esquerda condenavam a luta pela reforma agrária, porque seu triunfo daria origem a um campesinato conservador e anti-socialista? Isso está escrito na página 40 do livro "Combate nas Trevas", de Jacob Gorender, que foi dirigente do PCB e um dos fundadores do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, em 1967.

- Que no governo João Goulart já existiam campos de treinamento de guerrilha no Brasil? Em 4 de dezembro de 1962, o jornal "O Estado de São Paulo" noticiou a prisão de diversos membros das famosas Ligas Camponesas, fundadas por Francisco Julião, num campo de treinamento de guerrilhas, em Dianópolis, Goiás.

- Que o primeiro grupo de 10 membros do Partido Comunista do Brasil - então partidário da chamada linha chinesa de "guerra popular prolongada" para a tomada do poder - viajou para a China ainda no governo João Goulart, em 29 de março de 1964, a fim de receber treinamento na Academia Militar de Pequim? E que até 1966 mais duas turmas foram a Pequim com o mesmo objetivo? (livro "Combate nas Trevas", de Jacob Gorender).

- Que no regresso da China, esses militantes, e outros, foram mandados, a partir de 1966, para a selva amazônica a fim de criar o embrião da "guerra popular prolongada" que resultou naquilo que ficou conhecido como Guerrilha do Araguaia, somente descoberto pelas Forças Armadas em abril de 1972, graças à prisão de um casal, no Ceará, que havia abandonado a área, desertando?

- Que mais da metade dos cerca de 60 jovens que morreram no Araguaia, para onde foram mandados pela direção do PC do B, eram estudantes universitários, secundaristas ou recém-formados, segundo as profissões descritas na Lei que, em 1995, constituiu a Comissão de Desaparecidos Políticos?

- Que a expressão "socialismo democrático" - hoje largamente utilizada por alguns partidos e candidatos - induz a um duplo erro: o de apontar no rumo de um hipotético socialismo que prescindirá do Estado da Ditadura do Proletariado, acontecimento nunca visto no mundo, e o de introduzir a idéia de que o Estado mais democrático que o mundo já conheceu, o Estado Proletário não é democrático? (livro "História da Ação Popular", página 63, de autoria dos atuais dirigentes do Partido Comunista do Brasil, Aldo Arantes e Haroldo Rodrigues Lima).

- Que no início de 1964, antes da Revolução de Março, Herbert José de Souza, o "Betinho" já pertencia à Coordenação Nacional da Ação Popular? (livro "No Fio da Navalha", do próprio "Betinho", páginas 41 e 42).

- Que em 31 de março de 1964, quando da Revolução, "Betinho" era o coordenador da assessoria do Ministro da Educação, Paulo de Tarso, em Brasília? (livro "No Fio da Navalha", páginas 46 e 47).

- Que pouco tempo antes da Revolução de Março de 1964, o coordenador nacional do "Grupo dos Onze", constituídos por Leonel Brizola, era "Betinho", designado pelo próprio Brizola? (livro "No Fio da Navalha", páginas 49 a 51).

- Que em março de 1964 o esquema armado de João Goulart "era uma piada"; e que "o comandante Aragão, comandante dos Fuzileiros Navais, era um alucinado e eu nunca vi figura como aquela"? (livro "No Fio da Navalha", página 51).

- Que já em 1935 Luiz Carlos Prestes, o "Cavaleiro da Esperança", era um assalariado do Komintern (3ª Internacional)? Isso está escrito e comprovado no livro "Camaradas", do jornalista William Waak, que teve acesso aos arquivos da 3ª Internacional, em Moscou, após o desmanche do comunismo.

- Que Luiz Carlos Prestes foi Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro por 37 anos, ou seja, até maio de 1980, uma vez que foi eleito em setembro de 1943, quando ainda cumpria pena por sua atuação na Intentona Comunista? (livro "Giocondo Dias, uma Vida na Clandestinidade", de Ivan Alves Filho, cujo pai, Ivan Alves, pertenceu ao partido).

- Que 4 ex-militares dirigiram o PCB desde antes de 1943 até 1992: Miranda, Prestes, Giocondo Dias e Salomão Malina? Ou seja, dirigiram - ou melhor, comandaram - o PCB por cerca de 50 anos?

- Que após o desmantelamento do socialismo real, que começou pela queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989, foi considerado que "o marxismo-leninismo deixou de ser uma ferramenta de transformação da História para tornar-se uma espécie de religião secularizada, defendida em sua ortodoxia pelos sacerdotes das escolas do partido"? (livro "Nos Bastidores do Socialismo", de autoria de Frei Betto).

- Uma frase altamente edificante: "Quero deixar claro que admito a pena de morte em uma única exceção: no decorrer da guerra de guerrilhas". Seu autor? Frei Betto, em seu livro "Nos Bastidores do Socialismo", página 404.

- Que foi criada uma Comissão Especial, composta por 7 membros, com a atribuição de proceder ao reconhecimento de pessoas que tenham falecido de causas não naturais "em dependências policiais ou assemelhadas"?

- Que da relação de pessoas desaparecidas que acompanhou o projeto constavam os nomes de 136 militantes da esquerda considerados desaparecidos políticos que, por opção própria, pegaram em armas para instalar em nosso país uma República Democrática Popular semelhante àquelas que o povo, nas ruas do Leste Europeu, derrubou, nos anos de 1989 e 1990?

- Que entre esses nomes, estavam os de 59 guerrilheiros desaparecidos no Araguaia, quando tentavam implantar o embrião do modelo chinês de "guerra popular prolongada"?

- Que as famílias de todos esses guerrilheiros do Araguaia já foram indenizadas com quantias que variam de 100 mil a 150 mil reais?

- Que, por conseguinte, à vista do que está escrito na lei, para que essa indenização fosse concedida, a área de selva de cerca de 7 mil quilômetros quadrados em que a guerrilha se instalou, foi considerada uma "dependência policial ou assemelhada"?

- Que duas senhoras, integrantes da Comissão que representam as famílias dos desaparecidos, Iara Xavier Pereira e Suzana Kiniger (ou Suzana Lisboa) foram militantes da ALN e receberam treinamento militar em Cuba?

- Que Iara Xavier Pereira participou de diversas ações" armadas, conforme ela própria revela, na página 297, do livro "Mulheres que Foram à Luta Armada", de autoria de Luiz Maklouf?

- Que essas senhoras ou suas famílias foram indenizadas pela morte de 4 pessoas? Iuri Xavier Pereira, Alex de Paula Xavier Pereira e Arnaldo Cardoso Rocha (todos membros do Grupo Tático Armado da ALN, com treinamento militar em Cuba, mortos nas ruas de São Paulo em tiroteio com a polícia), irmãos e marido de Iara Xavier Pereira, que também recebeu treinamento militar em Cuba, e Luiz Eurico Tejera Lisboa (treinado em Cuba), marido de Suzana Lisboa, que com ele também recebeu treinamento na paradisíaca "ilha da liberdade"? Que, no total, 600.000 mil reais, foi quanto os contribuintes pagaram a essas duas senhoras?

- Que a mídia, a famosa mídia que faz a cabeça das pessoas, jovens e adultos, nunca registrou esse "pequeno trecho" altamente edificante da História recente de nosso país?

Mas, há mais, muito mais! VOCÊ SABIA que o guerrilheiro do Araguaia, Rosalino Cruz Souza, conhecido na guerrilha como "Mundico", incluído na relação de "desaparecidos políticos", sabidamente "justiçado", no Araguaia, pela também guerrilheira "Dina" (Dinalva Conceição Teixeira) - cujos familiares foram também indenizados - teve sua família indenizada? Não pelo Partido que o mandou para lá e o matou, mas por nós, contribuintes?


FIFA tira do ar página com 10 dicas sobre os brasileiros. É pena! Até que eram boas. Ou: A volta do “relaxa e goza”


Fifa página

Leio na Folha que a Fifa decidiu tirar do ar uma página em que explica o Brasil para os turistas, para os “iniciantes”, dando algumas dicas aos estrangeiros que nos visitam. A entidade ficou com temor de que pudesse ofender a brasileirada. Já ouvi, de fato, aqui e ali alguns muxoxos de protesto. Não chego a ter simpatia pela Fifa, mas será que está muito errada? Traduzo as dicas. Comento em seguida.

1: Sim nem sempre significa “sim”
Os brasileiros são um povo receptivo e otimista, e eles nunca começam uma frase com “não”. Há vários sentidos para a palavra “sim”. De fato, para os brasileiros, “sim” pode significar “talvez”. Se alguém lhe disser “eu ligo de volta”, não espere que o telefone toque nos cinco minutos seguintes.

2: O tempo é flexível
A pontualidade não é exatamente uma ciência no Brasil. Quanto você combina de encontrar alguém, ninguém espera que você esteja no local na hora exata. Um atraso de 15 minutos é a norma. Se duas pessoas marcam um encontro às 12h30, elas vão se ver a partir das 12h45.

3: Contato físico
Homens e mulheres não estão acostumados com o modo europeu de manter uma distância educada entre si. Eles falam com as mãos e não hesitam em tocar a pessoa com a qual conversam. Nas casas noturnas, isso pode até resultar num beijo, mas não se deve levar a mal. Um beijo, no Brasil, é só uma forma descontraída de comunicação não verbal, não um convite para algo mais.

4: Filas
Esperar pacientemente na fila não está no DNA dos brasileiros. Quando eles vão subir numa escada rolante, por exemplo, não existe o costume britânico de se alinhar em um dos lados. Em vez disso, preferem o caos. Mas, de algum modo, conseguem chegar ao topo (frequentemente).

5: Contenção
Se você for a uma churrascaria que oferece tudo-o-que-há-para-comer e se quiser provar imediatamente toda a variedade de carnes, lembre-se de duas coisas: de não se alimentar nas 12 horas anteriores e de comer em pequenas porções, já que a melhor carne é geralmente servida por último.

6: Prevalência do mais forte
Nas ruas, os pedestres são claramente ignorados, e, mesmo nas faixas de segurança, dificilmente um motorista vai parar. O direito de ultrapassagem dos motoristas é simplesmente definido pelo veículo maior.

7: Experimente açaí
Os frutos da Amazônia podem realmente fazer maravilhas. São agentes emagrecedores naturais, previnem doenças e, dizem, são energéticos. Uma porção no intervalo da partida pode ajudar o jogador mais cansado a recuperar as suas forças.

8: Topless
Corpos descobertos e arte em corpo feminino são comuns no Carnaval, mas não é isso o que você vai ver todos os dias no Brasil. Ainda que os biquínis brasileiros tenham menos pano quando comparados aos europeus, eles são sempre usados. Tomar sol na praia sem biquíni é rigorosamente proibido e pode resultar em multa.

9: Não ao espanhol
Quem espera usar o espanhol para se comunicar com a população local vai manter uma conversa de surdos. O idioma nacional é o português brasileiro, uma variante do português. E, se você disser que a capital do Brasil é Buenos Aires, pode esperar a deportação.

10: Tenha paciência
No Brasil, tudo é feito no último minuto. Se há uma coisa de que os turistas devem se lembrar acima de todas as outras, é esta: não perca a paciência e controle os nervos. Tudo vai dar certo e ficar pronto a tempo. Isso vale até para o estádios. De fato, a atitude dos brasileiros diante da vida pode ser assim resumida: relaxa e goza.

Retomo

Exceção feita ao açaí, um das coisas mais detestáveis que já provei e que não é assim tão comum Brasil afora, o resto tem mesmo a ver com a gente, ora essa! E o texto até que é bem-humorado. Não vejo nada de errado. Alguns reclamaram da foto que o ilustra. Por quê? Convenham: a culpa não é deles, hehe.

Temos dificuldade de dizer “não”, chegamos atrasados aos encontros, adoramos um “beijinho” e, como diria Fernando Pessoa, “pegar no braço” dos outros, não sabemos usar escada rolante, o trânsito é uma zona, e tudo, até os estádios, são feitos na undécima hora.

A frase final foi inspirada, creio, na ministra da Cultura, Marta Suplicy, quando estava à frente do Ministério do Turismo. Perguntaram a ela que conselho daria aos turistas que temiam enfrentar o caos nos aeroportos brasileiros. Ela não teve dúvida, como se vê abaixo:


A Fifa, desta vez, não tem culpa.