terça-feira, 22 de setembro de 2015
Semana tem início com previsões ruins para economia brasileira
Para Denise Campos de Toledo, comentarista da Jovem Pan, a
semana teve início com previsões ruins para a economia brasileira. Só para
começar, o IBC-BR apontou retração de 0,02% da atividade econômica do mês de
julho.
Brasil é protagonista em programa da ONU para a sustentabilidade
O presidente da Rede Brasileira do Pacto Global, Andre
Gustavo de Oliveira, e a diretora-executiva Renata Seabra falam sobre a
responsabilidade de promover os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)
no Brasil. O Pacto Global é o braço da ONU que atua em conjunto com a
iniciativa privada e a sociedade civil.
Dilma continua perdida; não há governo, não há nada
O professor Marco Antonio Villa, comentarista da Jovem Pan,
reflete acerca da situação política e econômica do país e aponta os problemas
causados pela inépcia do governo Dilma Rousseff, além de responsabilizar seu
criador, Luis Inácio Lula da Silva.
A batalha que pode decidir a guerra do impeachment
Nesta terça-feira o Congresso decide se mantém ou derruba o
pacotão de vetos de Dilma. A ordem da presidente é fazer qualquer negócio para
manter os vetos. A questão não é só matemática, mas política. O pescoço dela
que está em jogo.
Antes de melhorar, a economia ainda pode piorar
É impressionante a piora que estamos vendo na economia
brasileira, sem que nada ocorra pra reverter a situação. Tem a proposta de
ajuste fiscal. Mas uma proposta que teria de passar por ajustes, pra trazer
mudanças efetivas na redução de despesas, sem depender tanto do aumento de
arrecadação e de um imposto tão ruim como a CPMF.
Semana após semana, o que temos é o mercado com projeções
mais pessimistas, a confiança de empresários e consumidores batendo recordes de
baixa, os índices de atividade com recuos históricos e o desemprego em alta. O
mercado segue tenso, com bolsa em queda, juros futuros em alta, o dólar
disparando. Os juros, na prática, já estão muito acima da taxa básica definida
pelo Banco Central. Se o governo quiser buscar recursos no mercado tem de pagar
bem mais que a selic. O dólar alto pode até ajudar a melhorar a competitividade
dos produtos brasileiros mais à frente. Ainda é uma expectativa favorável. Só
que a curto e médio prazo deve produzir mais inflação.
Não é à toa que o mercado está elevando as projeções para
este e o próximo ano, mesmo contando com uma recessão pesada, queda forte do
consumo, que tendem a segurar aumentos de preços e salários, além da manutenção
de juros elevados. O dólar já encostou nos 4 reais. Fechou o dia vendido a R$
3,98, com alta de 0,57%. Mas deve romper a barreira técnica e psicológica dos
4. A pressão vem muito da falta de confiança na aprovação do ajuste, incluindo
a CPMF.
Sem o ajuste das contas, aumenta a probabilidade de o Brasil
ser rebaixado por outras agências de classificação de risco, com mais perda de
investimentos e maior desorganização da economia. A proposta de ajuste fiscal
foi ou é uma tentativa do governo de estabelecer uma condição melhor para a
evolução das contas, o que poderia garantir pontos em termos de credibilidade.
Só que é um ajuste precário, atrasado, muito criticado, que vai enroscar no
Congresso. Muita coisa não vai passar.
A dificuldade pra definir o corte de Ministérios é uma
demonstração clara da fragilidade política. E antes de viabilizar as novas
propostas, o governo está preocupado em evitar a derrubada de vetos da
presidente a medidas que podem ampliar muito as despesas, como o reajuste do
Judiciário. As indicações são de que a economia ainda pode piorar mais antes de
melhorar.
"PT estabeleceu uma estrutura de corrupção para se manter no poder"
"A Petrobrás será desmilinguida"
Especialista na lei anti-corrupção em vigor desde janeiro de
2014, o advogado Modesto Carvalhosa afirma que a legislação nunca foi aplicada.
"Dizer que o governo federal combate a corrupção é a maior mentira de
todos os tempos." Acompanhe a primeira parte da conversa com Joice
Hasselmann.
Modesto Carvalhosa, especialista na lei anti-corrupção,
afirma que o governo é obtuso e agiu com má-fé ao colocar a estatal como vítima
do esquema de corrupção ao invés de reconhecer os erros, impedindo assim que a
empresa se recupere no mercado externo. "Empresa pública não é vítima, é
instrumento para pilhar os cofres públicos." Acompanhe a segunda parte da
entrevista.
PT reafirma legalidade das doações sob suspeita
Por Jornal da Gazeta
Conselho consultivo da presidência do PT se reúne pela
primeira vez. Após o encontro, o presidente do partido, Rui Falcão, não quis
comentar a condenação do ex-tesoureiro João Vaccari Neto na operação lava jato.
E voltou a declarar que todas as doações recebidas em campanha foram legais.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Coro no Rock in Rio 2015: 'Ei Dilma. Vai tomar no C#'
Por Rock In Rio
"EI DILMA VAI TOMAR NO C #." - Palavras usadas no intervalo da
músicas do Metallica para saudar a governanta.
A imensidão de desempregados reafirma que a decretação do impeachment é tão inevitável quanto a chegada da primavera
Entre janeiro e julho, 850 mil trabalhadores com carteira
assinada perderam o emprego. Só no setor industrial foram fechadas 610 mil
vagas. Até o fim do ano, a imensidão de
brasileiros demitidos neste angustiante 2015 passará de 1 milhão. E, como
constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, em 2016 o horizonte da
economia vai exibir tonalidades ainda mais escuras.
Para escapar da demissão antecipada, Dilma Rousseff repete
de meia em meia hora que foi eleita por 54 milhões de eleitores. Nesse colosso
de gente que luta para sobreviver ao desemprego, centenas de milhares de
famílias votaram em Dilma por terem
acreditado nas mentiras reiteradas pela candidata ao segundo mandato. Uma delas
garantia trabalho para todos ─ e para sempre.
O estelionato eleitoral forjado por uma ilusionista de
picadeiro é um dos muitos crimes que tornaram ilegítimo o mandato que acabou
sem ter começado. Dilma já deixou de ser presidente. É uma assombração que vaga
pelas catacumbas do poder enquanto não vem o impeachment tão inevitável quanto
a mudança das estações. Nada pode impedir o fim do inverno. Nem a chegada da
primavera.
O enfraquecimento de Dilma interessa a Lula
Por Ricardo Noblat
Noblat Comenta o que Lula pensa sobre o futuro do governo
Dilma - e sobre o futuro dele também.
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