domingo, 16 de novembro de 2014

Estudo oficial esvazia chicanas contra o gás de xisto. Mas ‘verdes’ dão de ombros à ciência

Por Luis Dufaur

O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O relatório do Departamento de Energia dos EUA
O Departamento de Energia dos EUA publicou o relatório final – tido como texto de referência – sobre o fraturamento hidráulico ou fracking.

O estudo intitula-se “An Evaluation of Fracture Growth and Gas/Fluid Migration as Horizontal Marcellus Shale Gas Wells are Hydraulically Fractured in Greene County, Pennsylvania” e foi elaborado pelo National Energy Technology Laboratory (NETL), do referido ministério.

Ele pode ser descarregado na íntegra neste endereço: http://1.usa.gov/1u21vuL

O relatório não achou provas de que substâncias químicas ou água turva produzidas pelo método de fracking tivessem contaminado camadas superiores de água potável na Pensilvânia, segundo a agência Associated Press.

É a primeira vez que uma empresa que usa o fracking permite um monitoramento independente de seus métodos de trabalho, arbitrariamente condenados pelo movimento ambientalista.

Após anos de monitoramento, o NETL constatou que os fluidos químicos usados no fracking ficavam a 5.000 pés (mais de 1.500 metros) abaixo dos lençóis de água potável.

Extração de gás de xisto na Pensilvânia. Foto: Mark Schmerling.
Extração de gás de xisto na Pensilvânia.
Foto: Mark Schmerling.
Trata-se do relatório mais detalhado a respeito publicado até agora.

O ministério de energia americano reconhece que, dependendo da distribuição das camadas geológicas, os números podem variar em outras regiões.

Mas esses resultados soam como um gongo de morte para a agitação ambientalista contra a exploração do petróleo e do gás de xisto.

Utilizando métodos diferentes, um outro estudo – conduzido separadamente por diferentes especialistas que monitoraram locais de exploração na Pensilvânia e no Texas – concluiu que se há algumas correções a se propor às explorações, essas não são devidas ao método de fracking em si mesmo.

Avner Vengosh, cientista da Universidade Duke, que participou desse outro estudo publicado na prestigiosa revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, disse em e-mail que os resultados de sua equipe concordam com o relatório do Departamento de Energia a respeito da Pensilvânia.

Se a ciência e a técnica depõem contra nós, pior para elas parecem dizer 'verdes'. Protesto anti-fracking 'Global Frackdown Rally' em White Plains
Se a ciência e a técnica depõem contra nós, pior para elas 
parecem dizer 'verdes'. Protesto anti-fracking 'Global 
Frackdown Rally' em White Plains
Dave Spigelmyer, presidente da Marcellus Shale Coalition, o principal grupo que aplica o fracking na Pensilvânia, disse que o estudo confirma que o faturamento hidráulico “é seguro e uma tecnologia bem controlada”.

Ele acrescentou que o relatório do Departamento de Energia reflete “o longo e transparente histórico da indústria que trabalha continuamente para melhorar as regulamentações e as melhores práticas visando proteger o meio ambiente”.

Os agitadores ambientalistas anti-fracking ficaram sem cara, mas, uma semana depois, estavam participando de passeata para pressionar a ONU para que proíba o método aprovado pela ciência e pela tecnologia.

É que nada disso interessa ao ambientalismo radical, preocupado em levar a humanidade para um regime comuno-miserabilista utópico, pretenso ideal da integração homem-natureza.



VOCÊ SABIA?

Por Ipojuca Pontes
 
"Quem lutar pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; prestar serviços e negar serviços; manter a palavra e não cumprir a palavra; enfrentar o perigo e evitar o perigo; identificar-se e não identificar-se. Quem lutar pelo comunismo tem de todas as virtudes apenas uma: a de lutar pelo comunismo" - Bertold Brecht, A Medida Punitiva.

  
Você sabia?...  Todos precisamos saber que o Brasil esteve a ponto de se tornar um pardieiro político sob o jugo comunista. Também, e principalmente, o que disse José Américo de Almeida, um dos grandes intelectuais brasileiros, sobre a Revolução de 1964. 
  
Você sabia que o Komintern, a Internacional Comunista fundada por Lenin em 1919, posta em movimento por Joseph Stalin nos anos 1930, tinha como principal objetivo criar a República Internacional Comunista, cuja composição  tricontinental, a ser formada pela URSS (Europa), China (Ásia) e Brasil (América Latina), tinha como meta passar o rolo compressor por cima dos Estados Unidos – “sede do império capitalista” - e governar o mundo?
  
Você sabia que, para atingir tais objetivos, o Komintern Soviético financiou com o ouro de Moscou a Intentona Comunista de 1935, liderada pelo renegado ex-Capitão Luís Carlos Prestes ao lado de militantes comunistas internacionais; e que a eclosão do “putsch” (golpe militar), nos quartéis de Natal, Recife e Rio de Janeiro, resultou em combates virulentos nos quais os agentes esquerdistas mataram covardemente companheiros militares que dormiam nos quartéis?

Você sabia que em maio de 1961 e agosto de 1962 – muito antes, portanto, do contragolpe militar de 1964 – dezenas de filiados das Ligas Camponesas e dissidentes do PCB participaram de inúmeros cursos de guerrilhas administrados em Cuba, onde, além da doutrinação ideológica, aprendiam, em manobras simuladas, como atacar  pelas costas, manejar armas e produzir bombas incendiárias e coquetéis molotov?

Você sabia que entre 1962/1963 foram enviadas ao Nordeste, via Havana, fuzis e armas de procedência tcheca para abastecer militantes comunistas e integrantes das Ligas Camponesas empenhados na luta armada? 

Você sabia que 350 integrantes das Ligas Camponesas nordestinas estagiaram na Academia Militar de Pequim, na China, onde, em 1963, foram adestrados para liquidar a frágil democracia cabocla e deflagrar a luta armada nos campos do Nordeste do Brasil?
Você sabia que entre 1964/1965 Fidel Castro passou às mãos de Leonel Brizola, acolitado por Darcy Ribeiro e Betinho Defensor do Povo, a quantia de 1 milhão de dólares para deflagrar em Minas Gerais a guerrilha da serra de Caparaó, dinheiro que desapareceu na Luz Escura do Vazio, razão pela qual Fidel passou a chamar o caudilho gaúcho de “El Ratón”?  

Você sabia que 2 anos depois, em julho de 1966, dissidentes do PCB e integrantes da organização Ação Popular (em que perfilavam  o Padre Alípio e Herbert de Sousa, o Beatinho Defensor do Povo) explodiram uma bomba no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, com o objetivo de liquidar o Marechal Costa e Silva, então candidato à Presidência da República, matando o poeta paraibano Edison Régis e o vice-almirante Nelson Fernandes, além de atingir 17 pessoas, entre eles o mutilado jogador de futebol “Paraíba”, num atentado tido como estopim para o início da persistente luta armada no Brasil?   

Você sabia que João Pedro Teixeira, Nego Fubá e Pedro Fazendeiro, vítimas da guerra camponesa travada em Sapé, na Paraíba, e logo  transformados em “Mártires das Ligas”, eram funcionários do Partido Comunista com estágios na China e em Cuba (os dois últimos) e que, todos eles, catequizados para a luta revolucionária, pretendiam implantar “na lei ou na marra” a reforma agrária no Nordeste, prenúncio  da co-munistização do País?

Você sabia que o líder comunista Luís Carlos Prestes, em entrevista concedida à revista Manchete, em abril de 1963, afirmou: “Com Jango os comunistas estão no governo; agora só falta tomar o poder”.

Você sabia que a quase totalidade do povo e da classe média do Brasil exigiu e apoiou o contragolpe dos milicos em 1964 e que o respeitável intelectual Otto Maria Carpeaux, nas páginas do “Correio da Manhã” de 31 de março de 1964, escreveu o célebre editorial intitulado “Basta!”, contra a tentativa de Jango e os comunistas estabelecerem a República Popular Sindicalista do Brasil?

Você sabia que José Américo de Almeida, a consciência crítica nacional, responsável pela queda da ditadura de Vargas, escreveu que “Se a Revolução de 1964 não nos trouxe todos os bens, evitou todos os males”?

E você sabia que a Revolução Cubana de  Fidel Castro, considerada modelar para a revolução socialista brasileira, fez de Cuba - terceira economia continental nos anos 1940/1950 – um cárcere infecto e miserável que transformou o povo cubano em vassalo de uma tirania sangrenta?

Pois é – pra você ver. São fatos todos eles bem documentados e à disposição de quem quiser procurá-los em livros, registros, bibliotecas, filmes e até na internet.





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Ipojuca Pontes é Cineasta, ex-Secretário de Cultura e Jornalista.

sábado, 15 de novembro de 2014

FORÇAS VIVAS

Gen-Ex R/1 Rômulo Bini Pereira

Adolpho Bloch, um ucraniano que veio para o Brasil para fugir da revolução comunista de 1917 na Rússia, ficou impressionado com a dimensão territorial brasileira. Ele vinha de uma Europa destruída pela 1a. Guerra Mundial, onde movimentos separatistas eclodiam em todo o continente europeu.

Aqui se tornou um grande empresário, a ponto de a mídia nacional reconhecer seu prestígio e sua influência na vida política do país. Poucos anos antes de falecer, já no final do século passado, Bloch decidiu publicar na revista Manchete, de sua propriedade, em edição especial, uma série de matérias a respeito do Exército Brasileiro, com ênfase nas vitoriosas Batalhas de Guararapes. Essa sua decisão nasceu em consequência de duas constatações. A primeira era a certeza de que os êxitos dessas duas batalhas foram um verdadeiro símbolo da unidade nacional em virtude dos enfrentamentos entre os holandeses e a força formada pelo branco, o negro e o índio. A segunda era a presença das Forças Armadas que, atuando nas fronteiras terrestre e marítima, e ainda no interior, promovia a integridade territorial do Brasil.

Se estivesse vivo, estaria hoje apreensivo e abismado com o sensível momento por que passa a nação brasileira, onde as expressões "País dividido" e "Dois Brasis" são propaladas diuturnamente. Por seu aguçado tirocínio veria que há fissuras na integridade nacional que, dia a dia, vão se agravando e se constituindo em obstáculos que comprometem o entendimento democrático, necessário às atuais forças políticas. Tais fissuras, surpreendentemente, já são observadas no próprio seio da população. Tudo isso gera um antagonismo crescente "nunca visto neste país”, iniciado pelo grupo que nos governa, orientado por especialistas de marketing que não se importaram em empregar, principalmente nas propagandas e nos debates eleitorais, todos os meios para que a atual “presidenta” fosse reeleita.

O pobre já está sendo jogado contra a “zelite”; o trabalhador contra o patrão; o nordestino contra o sulista; o negro e o índio contra o branco; e o que é mais perigoso, abrangente e preconceituoso: o “nós contra eles”. Em síntese, um verdadeiro programa de ódio que já produz na sociedade sintomas de um transtorno de natureza psicossocial, onde o outro é o inimigo. E, para conturbar mais o quadro, esse ódio dá sinais de que não vai desaparecer tão cedo.

Em 1972 a Vila Isabel fez o povo delirar com o enredo denominado “Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade”. O samba tinha belos versos, como por exemplo, “Aprendeu-se a liberdade - Combatendo em Guararapes - Brasileiros irmanados - Sem senhores e senzalas”. Infelizmente, o enredo da escola e o samba não estão mais em sintonia com o momento atual. Hoje há os “Senhores” que atuam em todo o campo político-social no qual grandes famílias se perpetuam em seus feudos, principalmente no Nordeste, e que juntamente com grupos empresariais de poder econômico dominam o mundo político, em prol de seus interesses, na maioria escusos. "Coronelismo" e a corrupção estão juntos. E as atuais “Senzalas”, selo de um empobrecimento crescente, estão cada vez mais presentes no país, movidas e alimentadas pelas "bolsas-família" e outras benesses doadas pelo governo central. Um voto imposto pelo patrão, ou seja, um voto encabrestado.
Além dessas preocupações políticas, há outras, tais como o rumoroso caso da Petrobrás, a fragilizada situação econômica, o baixíssimo produto interno bruto e o inevitável descontrole da inflação. Sem contar um Judiciário que, em curto prazo, com a próxima indicação de novos membros do STF pelo governo central, poderá vir a ser a nova "Casa Grande", sem dúvida um perigo iminente para o artigo 101 da Constituição Federal, pois poderá ser novamente ultrapassado por opção partidária e ideológica.

Oxalá forças vivas nacionais  — tais como a oposição política e a imprensa livre e sem vínculos governamentais  —  se conscientizem do momento crítico pelo qual passa a nação brasileira. Que elas lutem e impeçam a realização de mudanças propostas pelo atual governo, principalmente as que visam implantar medidas que facilitarão o surgimento de regimes espúrios no Brasil. Que se contraponham ao que dizem os intelectuais gramcistas do Foro de São Paulo, quando apregoam que é com “pequenas vitórias que se chega à vitória final”. O decreto 8.243 (PNPS),  felizmente rejeitado pela Câmara dos Deputados, foi uma das tentativas. Outras do mesmo teor poderão surgir com o objetivo de modificar estruturas e normas internas para criação de pseudodemocracias, como plebiscitos, referendos e novos decretos.

Entre as forças vivas acima mencionadas, as Forças Armadas devem ser incluídas. Elas fazem parte da sociedade e pela sua presença em todo território nacional conhecem a realidade brasileira e, sem dúvida, sabem que esses antagonismos já visíveis e crescentes poderão levar a nação a confrontos indesejáveis, como em épocas pretéritas.

Nos doze anos de governo petista elas permaneceram praticamente em total silêncio. Mas, agora, aspectos antagônicos e manifestos, e outros de cunho latente e sub-reptício, impõem que elas não fechem os olhos para o que está acontecendo no país e não fiquem mudas, para que não sejam acusadas de passividade perante a grave crise da história nacional. As suas ações e palavras desfrutam de alta credibilidade junto ao povo brasileiro, apesar das campanhas difamatórias que sofrem nestes últimos anos. Que em seus estudos de Estado-Maior levem em consideração esses novos antagonismos presentes na vida política do país, e que analisem o mapa do Brasil com o resultado das últimas eleições presidenciais, para que se inteirem dos riscos que ameaçam a integridade nacional.

Este escrito não é um delírio da "Direita Reacionária", e nem tampouco qualquer “apologia golpista”, mas um posicionamento de cidadãos conscientes que almejam um regime democrático sadio e justo para o Brasil e que abominam esse arremedo de regime “populista” e desagregador que aí está!




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O Gen-Ex R/1 Rômulo Bini Pereira é Ex-Chefe do Estado-Maior da Defesa

"Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade" - Unidos de Vila Isabel - 1972

Lobão debocha de perseguição petista: "Vou fazer uma camiseta 100% elite branca"



O cantor e compositor Lobão, que está sendo alvo de ataques e ameaças nas redes sociais, disse que agora fica no Brasil de vez: "Sou marrento e agora que eu não vou embora". E ridiculariza a turma do ódio e os rótulos de fascista e elite branca. No próximo sábado, dia 15 de novembro, Lobão estará presente numa passeata para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Inclusão do Brasil na Pátria Grande Bolivariana é TRAIÇÃO


Doravante, cada vez mais, você ouvirá falar de "Pátria Grande". A expressão é cunhada nas elucubrações do Foro de São Paulo. Designa a unidade geopolítica a ser construída através da exportação do comunismo cubano e venezuelano aos demais países da outrora chamada América Latina ou Ibero-América, em marcha para se tornar "Pátria Grande". Pátria grande uma pinoia!

Exceto nas cabeças petistas (assista vídeos de Lula e Rui Falcão aqui), o Brasil nada tem a ver com essas pequenas nações que outrora integraram a Coroa espanhola. Se elas sonham com deitar à sombra da economia brasileira, se creem que continuarão, vida afora, contando com as prodigalidades proporcionadas pelo governo petista em seus sonhos de hegemonia continental, podem armar suas redes noutras varandas. Tivemos origem diversa, cursamos rumos diferentes na História e os dias do PT estão contados. Julgo oportuna esta advertência porque, do jeito que a coisa vai, em breve haverá cubanos, bolivianos, salvadorenhos e nicaraguenses fazendo projetos com os recursos do pré-sal... Vamos parar com isso! E vamos parar já.

Um dos elementos da identidade brasileira cuja construção inspira justificado sentimento de orgulho é a unidade do território e da língua comum. Ao longo dos séculos, essa não foi uma conquista fácil. Não nos faltaram invasores nem traidores. Não nos faltaram divisionistas e, em muitos momentos, não nos faltaram motivos para a divisão. A América Espanhola, seja como território, seja pelo vulto dos recursos populacionais, seja pelos minerais preciosos disponíveis para o custeio do povoamento, andou melhor e ensejou mais rápida prosperidade ao projeto da Coroa espanhola. Portugal, a seu turno, era carente de recursos humanos e materiais e o Brasil nunca lhe foi fonte de abundantes riquezas. Povoar defender um país continental, guardar a extensa Costa Atlântica, muito acessível à cobiça de ingleses, franceses, holandeses, envolveu gastos elevadíssimos. No entanto, enquanto o Brasil permaneceu unido, eles se dividiram e pagam a conta da divisão. Agora os bolivarianos querem "Pátria Grande". E conosco...

Quando, no início do século 19, Napoleão invadiu a Península Ibérica, a Coroa portuguesa percebeu que deveria mudar-se para o Estado do Brasil. O Brasil era, desde sempre, Província e Estado de Portugal como qualquer outro Estado lusitano. O ineditismo caracterizado pela transferência da Coroa para América foi motivo de surpresa em Portugal e de alegria no Brasil. Cogitaram do mesmo, mas não levaram a cabo suas intenções, os reis de Espanha, Carlos IV e Maria Luísa. Essa hesitação e demora, ensejou a invasão francesa e a designação de José Bonaparte para o trono espanhol. Nesse momento rompeu-se o laço com a matriz ibérica e com os Bourbons, desencadeou-se uma sucessão de fracionamentos e surgiram muitas novas nações, governadas por caudilhos e déspotas locais. Já o Brasil, com D. João, D. Pedro I e D. Pedro II, manteve-se uno, seja nas guerras da Independência, seja nas da República.

Essa história e nossa identidade não são patrimônio de desmiolados que deveriam estar declamando noutra freguesia seus projetos de Napoleão de hospício.

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Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

A passeata dos dez mil



Hoje foi um dia histórico porque teve a passeata dos dez mil, em São Paulo, e também em outras grandes cidades. A direita marchou na rua contra o PT, fato que não víamos há década. Acontecimento auspicioso, pois é preciso mostrar que a esquerda não tem o monopólio das manifestações de rua.

125º ANIVERSÁRIO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Por P.S.R. de Carvalho

 Hoje comemoramos o 125º aniversário da Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1889, quando o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar derrubando a Monarquia e instaurando a República Federativa e Presidencialista no Brasil. Naquele mesmo dia foi instaurado o governo provisório tendo o Marechal Deodoro da Fonseca assumido a Presidência da República.

Falar, porém, em democracia e república no atual discurso, parece-nos um tanto que desfocar a prática político-midiática hodierna, uma vez que estamos em plena orquestração para implantação de uma ideologia vermelha, ditatorial e tirana no Brasil – o Bolivarianismo –, jogando por terra todos os esforços para fazer o país atingir uma real democracia em toda sua plenitude.

Quiçá seja exigir demais do brasileiro comum entender o contexto histórico para saber o real valor do dia de hoje, pois os Mensalões, Petrolões e toda a sorte de falcatruas que permeiam o universo da corrupção, grassam em todos os poderes da república como práticas contumazes, dando-nos a falsa impressão de que ser honesto é exceção à regra.

A Proclamação da República representou o fim da monarquia e a deposição do imperador D. Pedro II, com a vitória do Movimento Republicano, dando início ao novo regime, como nos inspira os versos do Hino da Proclamação da República:

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Esperamos sinceramente que nosso povo acorde à tempo de coibir ideologias ultrapassadas, e que expõem o nosso país de forma vil e ultrajante, para que nunca percamos a nossa LIBERDADE.

É chegado o momento de refletirmos profundamente sobre o que queremos para nossos filhos e netos, pois o Brasil não precisa de se espelhar em nenhuma ideologia, mas sim desenvolver suas próprias convicções... sua mentalidade...

Somente assim é que poderemos evoluir como POVO e alcançar o lema de nossa amada pátria "ORDEM E PROGRESSO".

Enquanto ficarmos presos às experiências que nunca deram certo (seja no presente como no passado) continuaremos trilhando o (des)caminho do atraso intelectual e social.


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Neste sábado, vá para as ruas dar combate aos ladrões e parasitas que envergonham o Brasil


Mistura explosiva: avanço do Petrolão e economia desgovernada



A nova fase da Operação Lava Jato, que levou figurões para a cadeia, antecipa a sensação de que o novo governo Dilma, que nem começou, já está no fim. A crise política se mistura ao desgoverno na economia e cria uma situação quase que insustentável.

Ronaldo Caiado: A verdade sobre convênio VENEZUELA-MST



Íntegra do discurso do deputado Ronaldo Caiado sobre um tema que envolve, pelo silêncio do governo brasileiro, crime de responsabilidade (se não for de alta traição).

Como a nossa Justiça é boa, compassiva e tem leis prontas para agradar presos políticos e poderosos


Dilma, vai se Qatar!


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Governo Dilma é o mais corrupto e desastroso da história



O governo Dilma é único na história deste país. É recordista em corrupção, escândalos, trapalhadas e desastres econômicos. E de quebra é mais corrupto que o de Lula. A avaliação é do colunista de VEJA, Marco Antônio Villa, no Aqui entre Nós, com Joice Hasselmann.

Dia 28 será um dia de dor e de vergonha para o RS


PT defende a "PÁTRIA GRANDE". O nome disso é TRAIÇÃO!



"Pátria Grande" é um projeto geopolítico do Foro de São Paulo, que faz sumir o Brasil como Estado soberano dentro da mixórdia bolivariana de Cuba, Venezuela e satélites.

O governo não quer que a oposição se oponha

Por Augusto Nunes - Veja


Dilma já confessou que em ano eleitoral faz o diabo. Agora o PT quer proibir a oposição de usar a tribuna do congresso para se opor ao governo.

Talvez os gringos façam justiça no caso Petrobras, pois aqui, além de cega, ela é surda e muda


"Governo em clima de fim de feira"



Já são quinze as cartas de ministros colocando o cargo à disposição para a presidente Dilma Rousseff. Para o colunista de VEJA, o clima palaciano vai de mal a pior. Gilberto Carvalho, da Secretaria da Presidência, batizou de "ato de gentileza". Mas o número de ministros dispostos a entregar o cargo dá uma pista de que alguma coisa saiu errada nos planos da reforma ministerial.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A irresponsabilidade fiscal de Dilma Rousseff



Ao apresentar projeto de lei modificativo da Lei Orçamentária em vigor, Dilma Rousseff explicitou seu projeto para o segundo mandato, que é desenvolvimentista. Poderá custar caro ao país. Ela agora é maquinista da crise econômica e o comboio está fora de controle. Fora da austeridade fiscal não há salvação.

Sobre Petrolão: "Vem aí um maremoto", diz ministro que presidiu julgamento do mensalão



O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Carlos Ayres Britto, diz que não acredita no aparelhamento da mais alta Corte do país mesmo com a indicação de Dilma de mais cinco nomes para o órgão. Segundo ele, Petrolão será uma "avalanche que atrairá os olhos do mundo".


"Para a imprensa, liberdade plena. Censura é inconstitucional", diz ex-presidente do STF



Ayres Britto, em entrevista a TVEJA, disse que para o PT conseguir censurar a imprensa brasileira seria preciso "fazer outra Constituição". "A liberdade de expressão em verdade é a maior expressão da liberdade", afirma o ministro e poeta.


"Não pode haver camisa de força para a cidadania", diz Ayres Britto


Ministro do STF afirma que decreto 8243, que cria os Conselhos Populares, mesmo que aprovado não teria efeito prático porque fere a Constituição. O texto reprovado na Câmara, ainda passará pelo Senado.