terça-feira, 28 de outubro de 2014

Plebiscito ou referendo?




A presidente Dilma Rousseff colocou novamente em pauta a reforma política, sonho antigo do PT. Comento o tema aqui, prognosticando que não será aprovado nos termos dela pelo Congresso. Sinaliza que no segundo mandato Dilma Rousseff quer mobilizar as massas petistas, intensificando a ação direta.

A pergunta de um milhão que Dilma precisa responder já



A Dilma versão 2015 terá que ser melhor que a versão 2010. A semana começou sangrenta no mercado financeiro e enquanto a presidente reeleita não responder a grande pergunta dos setores econômicos a turbulência continua.

Dilma tenta roubar da oposição luta contra corrupção, na jogada para salvar políticos na Lava Jato

 
Um plano sórdido já está em execução para impedir que os processos da Operação Lava Jato atinjam políticos com direito ao absurdo foro privilegiado em ações criminais. A estratégia consiste em minimizar os efeitos das “colaborações premiadas” a serem firmadas por Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. A tática é simples: eles terão as penas diminuídas se pouparem alguns nomes mais poderosos e não fornecerem indícios materiais suficientes para condenar outros. Assim, o Supremo Tribunal Federal termina obrigado a absolver os implicados por falta de provas – como ocorreu em várias situações no caso do Mensalão.

Outra manobra fundamental para cortar o combustível da Lava Jato é protelar, o máximo possível, os desdobramentos judiciais do escândalo na mais alta Corte do Brasil. Quanto maior a previsível e programada protelação, menor fica a chance concreta de uma condenação exemplar de vários políticos poderosos. Assim, a mais indigesta pizza com sabor de corrupção começou a ser assada no infernal forno da impunidade oficial. A jogada nazicomunopetralha para não desestabilizar o novo-velho governo Dilma Rousseff consistirá em “roubar” da oposição o discurso e a prática de combate à corrupção e à impunidade.

A reeleita Dilma aproveitou suas entrevistas amestradas concedidas ontem às Redes Globo e Record para lançar sua encenação teatral de combate à corrupção e à impunidade. A evidente intenção de Dilma é se antecipar aos eventuais desgastes que seu governo sofreria com os desdobramentos pós-eleitorais dos processos da Operação Lava Jato. Politicamente, ficaria insuportável a apuração de crimes de lavagem de R$ 10 bilhões tungados direta ou indiretamente dos cofres públicos, na ligação capimunista de negociatas entre a Petrobras, empreiteiras e políticos poderosos. Agora, com Dilma assumindo a presidência do teatro, o espetáculo fica menos desgastante e perigoso para os amigos, aliados e parceiros.

Na Record, Dilma prometeu: “No que se refere ao escândalo da Petrobras, eu vou investigar. Não vai ficar pedra sobre pedra. Mas eu tenho uma indignação com o que fizeram na última semana desta campanha”. Dilma se referiu à reportagem de capa da revista Veja, na qual o doleiro Youssef teria denunciado à Justiça Federal que ela e Lula sabiam do esquema criminoso na Petrobras.

Na Globo, Dilma avisou que vai apurar tudo, e ainda defendeu a tese de que não sofrerá os efeitos negativos de uma instabilidade política: “Neste caso da Petrobras e em qualquer outro que apareça. Não vou deixar pedra sobre pedra. Vou investigar e não é aí apenas divulgando seletivamente informações. Eu vou fazer questão que a sociedade brasileira saiba de tudo. Eu não concordo que isso leva à crise. Acho que o que leva à crise no Brasil é as suposições, as ilações e as insinuações”.

Antes disso, Dilma tinha comentado no JN: “Eu não acredito em instabilidade política por se prender e condenar corruptos e corruptores. Eu acredito que o Brasil tem uma democracia forte e tem uma institucionalidade forte. Acho que a sociedade brasileira exige uma atitude que interrompa a sistemática impunidade que ocorreu nesse país ao longo da nossa história. E isso significa: doa a quem doer, se faça justiça. E fazer justiça nesse caso é punir. Se alguém errou, tem que ser punido. Esse fator não pode levar à instabilidade política. O que deve levar à instabilidade política é a manutenção na impunidade. Eu acho que o Brasil amadureceu nesses últimos doze anos. E eu, você pode ter certeza, eu não falei contra a corrupção e a impunidade só durante a eleição. Eu não só falei durante a eleição, como você pode ter certeza que eu farei o possível para colocar às claras o que aconteceu”.

Dilma ontem já deu um passo concreto nesta operação de prometida transparência. Em comunicado oficial ao nervoso mercado, a “Petrobras assinou contratos com duas empresas independentes especializadas em investigação, uma brasileira e outra americana, com o objetivo de apurar a natureza, extensão e impacto das ações que porventura tenham sido cometidas no contexto das alegações feitas pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, bem como apurar fatos e circunstâncias correlatos que tenham impacto material sobre os negócios da companhia”.

Na prática, o plano consiste em pegar as empreiteiras como bode expiatório, obrigando-as a um acordo judicial que pague multas elevadas, supostamente ressarcindo prejuízos. Isto acontecerá como desdobramento dos julgamentos de ações que correm na 13ª Vara Federal de Curitiba, sob comando do juiz Sérgio Fernando Moro. O governo quer se aproveitar da mão pesada do “Homem de Gelo” e atingir, somente, as empresas que tenham levado e oferecido as vantagens ilícitas em contratos superfaturados.

Já o desdobramento político do escândalo, na visão do governo, deve ser contido no Supremo Tribunal Federal – que tem a função de julgar denúncias concretas de crimes ligados ao destino do dinheiro para políticos que detêm cargos públicos. O ministro Teori Zavascki, que cuida do caso, vai depender das explosivas delações a serem refeitas, confirmada ou não, por Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e outros menos votados. Se Costa e Yousseff minimizarem as denúncias, pegando apenas alguns políticos em desgraça para bodes expiatórios e poupando os tubarões maiores, repete-se a encenação do mensalão – cujos réus já estão tecnicamente soltos, exceto Marcos Valério (que preferiu não ganhar prêmio para delatar ninguém).     

Apesar do esforço cênico e cínico interno, só por milagre (ou por ameaças covardes e criminosas), a turma de Dilma conseguirá conter a detonação de novas denúncias contra a Petrobras. Nem com o prestígio da reeleição apertadinha Dilma tem condições de conter a ira de investidores internacionais da estatal – que apoiam investigações da Corte de Nova York e da Security Exchange Comission (a SEC, que fiscaliza o mercado de capitais nos EUA, onde a Petrobras negocia ações).

Desdobramentos internos dos quase certos processos no exterior, contra dirigentes e conselheiros atuais e passados da Petrobras – incluindo Dilma Rousseff – podem redundar em ameaça de processo de impeachment. Mas é muito baixa a probabilidade disto ocorrer. Dilma hoje tem plenas condições de conter a base aliada e coagir a “oposição” a não “jogar contra a governabilidade em um momento de grave crise” (o velho papo furado de sempre). Pedido de impeachment depende de denúncia do Procurador Geral da República e de aceitação do Congresso para abertura de processo. A chance disto ocorrer é baixíssima.

Resposta fácil


A futura equipe econômica de Dilma tem condições de resgatar a confiança do mercado?

A resposta é não – ainda mais se for confirmado que Aloísio Mercadante será o futuro ministro da Fazenda no lugar de Guido Mantega – que também acumula o cargo de presidente do Conselho de Administração da Petrobras...

Mercadante será o escolhido se o atual presidente do Bradesco, Luiz Trabuco, não aceitar o convite para o poderoso cargo.

Recado nazicomunopetralha

Se alguém duvida, com a reeleição de Dilma, que estamos no caminho da Venezuela, basta dar uma olhada na página 3 do documento oficial do Partido dos Trabalhadores, datado de 2 e 3 e maio, como resolução de seu 14º Encontro:

“O que significa, programaticamente, um segundo mandato superior ao
primeiro? O que significa “continuar mudando” o Brasil? Responder a estas
perguntas exige lembrar que, tanto no Brasil quanto no conjunto da América Latina, continua posta a tarefa de superar a herança maldita cujas fontes são a ditadura militar, o desenvolvimentismo conservador e a devastação neoliberal. Esta herança maldita se materializa, hoje, em três dimensões principais: o domínio imperial norte-americano; a ditadura do capital financeiro e monopolista sobre a economia; e a lógica do Estado mínimo. Superar estas três dimensões da herança maldita é uma tarefa  simultaneamente nacional e regional, motivo pelo qual defendemos o  aprofundamento da soberania nacional, a aceleração e radicalização da integração latino-americana e caribenha, uma política externa que confronte os interesses dos Estados Unidos e seus aliados”.


Conclamação


Sob a bandeira da mudança, elegemos a continuidade e a repetição


Amanhã é um novo dia


Fora do Brasil Dilma é vista como uma presidente enfraquecida e mal educada


É AGORA QUE TUDO COMEÇA


Eram 20 horas do dia 26 quando os números da eleição presidencial me caíram diante dos olhos, saídos do éter e cercados das mesmas inconfiabilidades que caracterizam as pesquisas de intenção de voto. Mas desta vez eram números para valer. Dilma e o PT ganharam mais quatro anos para destruir o Brasil e o caráter da população brasileira.

Vieram-me à mente as palavras de Mateus 11, 21-22.

“Ai de ti, Corazim e ai de ti, Betsaida! Porque, se os milagres que fiz nas vossas ruas tivessem sido praticados em Tiro e Sidom, há muito que o seu povo se teria arrependido com vergonha e humildade. Verdadeiramente, Tiro e Sidom estarão melhor do que vocês no dia do juízo!”

Elas são bem adequadas ao momento. Qualquer outro povo que tivesse, desde 2005, quando estourou o primeiro escândalo do governo Lula, conhecido o que o Brasil conheceu, sabido do que o Brasil ficou sabendo, contemplado o futuro que o Brasil contempla, sido fatiado em alas e conflitos como o Brasil foi, andado nas companhias com que o Brasil andou, feito os negócios que no Brasil se fizeram, perdido tudo que no Brasil se jogou fora, teria enxotado seu governo a votos na primeira oportunidade. O Brasil já perdeu a terceira. Se o que acontece nas nossas ruas ocorresse em país sério, seu povo se teria arrependido com vergonha e humildade. Ainda não chegou para nós o dia em que o Brasil tomará juízo.

Felizmente, metade da nação já despertou. A disputa começou muito mais desigual. Ao longo dos últimos meses, porém, o petismo, sem meias nem peias, que se julga dono do Brasil, foi produzindo o mais incômodo de seus resultados: o antipetismo consciente, crescente e comunicante, que se irá organizar porque exatamente aqui, onde o PT julga que tudo termina, é onde tudo começa. O que era disperso ganhará coesão.

Já que o PT preferiu dividir, dividido está. E o que foi dividido saberá unir-se. Em dois anos haverá novas eleições e, desta vez, os antipetistas sabemos quem esteve e quem está com quem. Isso o PT e o Congresso Nacional ficaram sabendo: metade do Brasil é antipetista. E todo parlamentar que não for assumidamente antipetista vá cantar na sua freguesia porque terá metade da nação contra si.


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Percival Puggina  é arquiteto, empresário, escritor, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor de “Crônicas contra o Totalitarismo”, “Cuba, a tragédia da utopia” e “Pombas e Gaviões”.

Durma bem, gigante

'Eis o resultado da Primavera Brasileira (...) Descansem em paz, revolucionários. Durma bem, senhor gigante' 
Eis o resultado da Primavera Brasileira. O famoso movimento de junho de 2013, que levou milhões às ruas e fez os entendidos afirmarem que a palavra de ordem nacional era “mudança”, acaba de dar o seu recado final: Dilma na cabeça. Descansem em paz, revolucionários. Durma bem, senhor gigante.

Claro que vão dizer que a votação apertada é consequência da tal Primavera Brasileira. O show tem que continuar. Na vida real, a novela é outra. Um levante nacional por mudança, sucedido por um escândalo obsceno no colo do governo, termina com a reeleição da presidente da República. Perguntem ao tesoureiro do PT, personagem do escândalo da Petrobras e da campanha de Dilma, o que ele acha desse movimento por mudança. Ele responderá que acha maravilhoso. Continuem mudando tudo, rogará o tesoureiro.

Os que não são sócios da elite vermelha, por favor, parem de falar que os brasileiros entraram em ebulição pela mudança. Não se viu nas manifestações de 2013 nenhuma crítica decente às trampolinagens do governo federal. Dilma e sua turma ainda zombaram da inteligência da opinião pública (eles sabem o que fazem), oferecendo um plebiscito imaginário para a reforma política — uma piada do Porta dos Fundos. Os revolucionários caíram na pegadinha e ficaram discutindo entre si o tal plebiscito — enquanto Dilma e seu pessoal foram cuidar da vida, porque têm mais o que fazer. Muito mais, como se percebe a cada nova surpresa fétida surgida do seio do Estado brasileiro.

E as urnas acabam de dizer aos companheiros: continuem! Prossigam a todo vapor com a tecnologia que deu ao Brasil o mensalão, o petrolão, a Rosemary, o Vaccari e grande elenco aloprado. Mesmo que o bando se regenerasse magicamente para o quarto mandato, não haveria jeito. A mediocridade e o fisiologismo estão no sangue.

Há 20 anos, o Brasil desistiu da malandragem. Agora, voltou decidido a ela, para continuar depenando a riqueza criada naquele estranho surto de responsabilidade. Reserve já seu lugar no futuro: filie-se ao partido dos coitados profissionais.


Dilma não vai fazer um governo de diálogo e de pacificação


Reinaldo Azevedo “nomeia” futuro Ministro da Fazenda



O colunista de VEJA Reinaldo Azevedo, no Aqui entre Nós com Joice Hasselmann, indicou o novo Ministro da Fazenda para substituir Guido Mantega e disse que, se Dilma quiser paz, tem que demitir Gilberto Carvalho

A luta continua!



Caros amigos, companheiros de ideais e de convicções.

Não será esta derrota que definirá o futuro das nossas convicções. O momento é de perplexidade e nos aconselha ter calma para reorganizar forças e argumentos.

Não são poucos os que pensam como nós e o nosso lado é o do Brasil que produz e que não depende de esmolas do governo, basta ver os estados onde a maioria está contra o PT. Eles venceram, mas não sem esforço e estão menos fortes do que há quatro anos.

Ainda há muita sujeira a rolar pelo esgoto aberto por eles e, quando a fedentina impregnar os pulmões de todos os brasileiros, até os oportunistas verão que foram enganados, que caíram numa arapuca e que o fundo do posso está muito próximo! O País está quebrado e eles não têm competência para administrar o caos que criaram. Todos vamos pagar por isto!

Nunca gostei de apelar para o “tapetão”, mas há tantos escândalos de corrupção e roubalheira a serem investigados, expostos à sociedade e à justiça que me surpreendo a pensar em “impeachment”! Afinal, por muito menos, o PT tirou o Collor do poder. Não seria injusto “trata-lo” com o mesmo remédio!

Finalizo este comentário com outro, muito equilibrado, que recebi de um experimentado Soldado brasileiro:

“Acredito que não deva haver precipitações em situações graves envolvendo questões políticas internas e externas de qualquer país. Do alto dos meus 84, ​como coronel reformado e ainda lúcido, creio ainda poder comentar determinadas teses. Em 1964 a postura do então presidente Jango era irregular e ameaçadora às instituições estabelecidas e o povo incentivando uma intervenção armada. Hoje a turma do PT age dentro da Lei. O governo da Dilma, apesar da roubalheira escandalosa, foi eleito democraticamente e está absolutamente legal. Não há como interferir sem um motivo justo, atirando e matando gente por aí sem uma base sólida e apoio da população. Se isso acontecesse até o povão ia ficar contra os militares. Pode ficar certo que as FF AA têm consciência de suas armas e do seu poder em usar a força quando necessários. Quando a situação assim o requerer pode ter a certeza que os militares das FF AA agirão em defesa da Pátria e das instituições. Por enquanto a situação tem que ser resolvida pelo voto universal ao alcance de todos os brasileiros. Depois… vamos ver como é que fica.”



= Nenhuma ditadura serve para o Brasil – Grupo Ternuma =

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Coragem para não tirar o pé do acelerador


NO CERNE DO DISCURSO ESTÁ A GRANDE AMEAÇA

Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva

A Reforma Política anunciada no discurso, na verdade, é a transformação do Brasil numa República Socialista. Esta é a verdade, embora esteja camuflada. Não que essa reforma não seja necessária, mas com a oposição e os políticos que temos e com o PT seguindo a orientação do Foro de São Paulo, ela se torna a grande ameaça.

ESSA FOI A MENSAGEM DE MAIOR RELEVÂNCIA DO DISCURSO. ATENÇÃO!!!!!! É esta a prioridade do novo governo.

A reforma vai ser conduzida, como falou a Presidente, com a participação da sociedade civil. Sociedade civil não existe como um corpo único, nem pode ter poder como uma instituição numa democracia. Na realidade, ela é dividida em setores com interesses específicos e distintos como, por exemplo: movimentos sociais, sindicatos, coalizões, associações profissionais e religiosas, ONGs e outras. O PT vai aparelhar os segmentos que serão consultados e vão impor as reformas que quiserem, e como quiserem, sepultando a liberdade e a democracia. O Decreto 8.243/2014 (que cria os Conselhos Populares ou "Sovietes"), iniciativa já preconizada no Programa Nacional de Direitos Humanos 3, vai respaldar a reforma nos moldes pretendidos pelo PT e segundo a orientação do Foro de São Paulo.

Vamos parar de dizer que o Brasil vai virar uma República Bolivarianista, pois é mascarar a realidade do que propõe o Foro de São Paulo - REPÚBLICA SOCIALISTA. VAMOS MOSTRAR ISSO AO PAÍS!!!!!!!!!!

O PSDB, cuja linha paulista exceto o Alkimim é socialista fabianista (não revolucionária, mas igualmente socialista), jamais entraria uma campanha para mostrar a ideologia socialista do PT (modelo revolucionário gramcista - Foro de São Paulo). Os demais Partidos não vão atacar a face ideológica socialista do PT, pois seriam massacrados mentirosamente como "direita reacionária". A população não entende o que se passa, grande parte dos formadores de opinião estão cooptados e não seria politicamente correto criticar o socialismo. Hoje, a maioria é escrava do politicamente correto, preferindo se calar para não ser criticada e segregada. Ou seja, o medo de ser franco tornou a maioria não politicamente correta, mas, de fato, moralmente covarde.


Depende agora de como vai reagir o Congresso e a Mídia, pois nós como povo somos alienados ou, talvez, omissos. Já eles, basta ver em Brasília. Aécio ganhou com mais do que o dobro dos votos aqui. Mas quem saia às ruas nos últimos dias pensava que a Dilma iria dar um banho, tal a presença da militância.


A Morte da Liberdade – 2014


Caros Amigos

Há quatro anos escrevi que infelizmente Dilma Rousseff havia vencido e cumprimentei os que nela haviam votado!

Vencera a Democracia que ela tentara destruir.

A vitória podia ser comparada a uma promissória de alto valor que, fatalmente, nos seria cobrada com juros!

Desgraçadamente eu estava certo e perdemos todos, os que a elegeram, os que se omitiram, os que apostaram na proposta de José Serra ou os que, como eu, empenharam-se para que o pior fosse evitado.

Perdêramos importante batalha, mas não a guerra, porque a Democracia, como entendemos que deve ser, ainda estava de pé e guardávamos a certeza de que o povo brasileiro por não saber viver sem liberdade, mais cedo ou mais tarde, reconheceria o erro cometido naquele outubro de 2010.

Muitos dos que deram a “ela” o seu voto conseguiram enxergar a falsidade, a hipocrisia e a truculência escondidas por trás, não mais de um sorriso enigmático, mas, da carranca incompetente e truculenta que ele escondia!

Passamos a sentir na carne, mais cedo do que pensavam os mais pessimistas, as consequências daquela imprudência.

Esperávamos que, mais dia menos dia, nossos olhos se abrissem para a realidade e que a Nação reagisse democraticamente e em paz, ordeira e legalmente, em defesa de seus valores, deturpados e ameaçados pelos estrategistas do mal, lobos em pele de carneiro, hipócritas travestidos de democratas!

A história se repete neste 26 de outubro, agravada pela perspectiva de dominação também do Poder Judiciário com a nomeação, nos próximos quatro anos, de  mais cinco “Toffolis” para a Suprema Corte!

A ignorância do eleitorado brasileiro trocou a evolução e a distribuição de oportunidades pela recessão e pela distribuição da miséria, pondo em risco mais uma vez a liberdade, o cumprimento das leis, o respeito à vida e ao direito e o progresso do Brasil.

Como consolo podemos afirmar que, já que o Brasil quebrará em 2015, que a bomba estoure no colo de quem a armou!

Nada mais justo do que dar ao PT o que é do PT, ou seja, que o partido, seus líderes, sua incompetência, sua desonestidade e suas ideias totalitárias arquem com a responsabilidade e sofram as consequências de sua desastrada “obra”!

Que o desastre ocorra sob a égide do corruPTo e que sejamos nós, no papel da oposição, os encarregados de mostrar, de forma didática e irretorquível, em definitivo, a toda a Nação, a cara dos verdadeiros responsáveis pelo caos!

Logicamente que há um sério risco de golpe embutido nesse lamentável fato, afinal, a sobrevivência das hienas depende de assegurarem a posse da carcaça, mesmo que em estado de carniça.

Rogo a Deus para que não deixe acontecer ao gentil povo dessa terra o que minha consciência cívica enxerga cada vez mais próximo no horizonte da história e que ilumine a mente dos incautos que no dia de hoje colocaram, mais uma vez, o nosso destino nas mãos totalitárias e liberticidas de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores!

Dilma vence: PTitanic só afunda com impeachment?

 
A maré de lama vermelha derrotou a onda azul. Dilma Rousseff foi reeleita por 51,59% dos votos. Aécio Neves perdeu por insignificante diferença (48,41%). A elevada abstenção, sobretudo no Norte-Nordeste, tirou votos do PT, mas não prejudicou o resultado final. Por ironia, os votos decisivos para a derrota de Aécio vieram dos mineiros e dos cariocas.

As burradas finais dos petistas, como o ataque à Veja, irritaram o eleitorado, mas não foram suficientes para detoná-los. As revelações bombásticas do doleiro Alberto Youssef, garantindo que Lula e Dilma sabiam de tudo de errado na Petrobras, também não foram decisivas para jogar uma pá de cal no nazicomunopetralhismo. Pouco mais da metade do eleitorado brasileiro não tem vergonha na cara e é ignorante!

O Brasil acabou. A Governança do Crime Organizado foi novamente vitoriosa. Os negócios vão parar a partir desta segunda-feira. Investidores internacionais não vão apostar um centavo em um governo absolutamente desmoralizado. Ao contrário do que o chefão Lula proclamou ontem, que “quem ganha governa”, Dilma terá precárias condições de governabilidade. Será tragada pelos escândalos da Petrobras. A não ser que o incomensurável poder da reeleita consiga fabricar a maior pizza nunca antes enfiada goela abaixo dos brasileiros.

Aécio foi campeão moral. Encarou de frente os petistas, sem medinhos. Se azar fatal foi ter perdido a eleição em Minas Gerais, na Bahia, no Rio de Janeiro e em Pernambuco. Apesar da derrota, será uma referência de oposição – que não pode desanimar. Os petistas fariam de tudo para sabotar o eventual governo tucano. Os petistas conseguiram vencer aparelhando a máquina administrativa – vítima da incompetência gerencial e da roubalheira que ficará impune (até quando?).

Na oposição, o senador Aécio agora não pode cair na conversinha falsamente conciliatória da cúpula petista – que fez o diabo na campanha de maior baixaria da História. Eles tentarão negociar uma trégua para evitar ataques aos corruptos comprovados – como os que serão denunciados na safadeza da Lava Jato. Agora, será preciso que o “coração valente” do doleiro Alberto Youssef não enfarte, e que o Supremo Tribunal Federal não se transforme em uma pizzaria de décima terceira categoria, para aliviar a barra dos políticos corruptos com direito ao absurdo foro privilegiado para crimes.

Agora, é aguardar a campanha de Lula para a Presidência em 2018 – a não ser que problemas de saúde o impeçam. Dilma, Lula e os petistas têm todos os motivos para comemorar. O Brasil está rachado ao meio. O mapa da vitória mostra o Brasil dividido numa diagonal. De MG para cima, deu Dilma. Da terra de Aécio, passando pelo centro-oeste, para baixo, o vencedor moral foi o neto de Tancredo Neves.

Esta semana, teremos o símbolo dos mensaleiros, José Dirceu, tecnicamente soltinho da silva, cumprindo sua pena em casa. Este será o grande deboche com a cara dos brasileiros honestos. O sentimento de indignação nacional foi claro. No entanto, o modelo nazicomunopetralha de propaganda comprovou ser arrasador. A oposição perdeu, fragorosamente, a batalha da comunicação. Nada custa ressaltar: perdeu de novo. 

Pêsames a Dilma Rousseff. Que a soberba de uma vitória apertadinha não faça ela radicalizar o processo político – irresponsabilidade já cometida por seu chefão Luiz Inácio Lula da Silva -, iniciando uma onda de perseguição contra os opositores – considerados pelo ódio nazicomunopetralha como inimigos a serem destruídos. A imprensa de oposição que se cuide, porque Dilma vem com mão pesada para perseguir opositores.

Os brasileiros honestos estão de luto. O Brasil não aguentará mais quatro anos do fracassado modelo capimunista de desgovernar - que privilegia a ineficiência, o clientelismo, a vagabundagem e a corrupção sistêmica, para a permanência no poder. O Reich Nazicomunopetralha segue na programação para 16 anos... O PTitanic afundará em impeachment? A probabilidade de afundamento fica adiada para data indefinida.

Uma regra histórica vai se confirmar: os stalinistas vêm com tudo...

O resultado das eleições presidenciais


Dólar sobe 3% ante o real e renova máximas desde 2008, com reeleição de Dilma


SÃO PAULO (Reuters) - O dólar chegou a disparar mais de 4 por cento logo após a abertura dos negócios nesta segunda-feira, indo ao patamar de 2,56 reais e voltando às máximas desde 2008, após a presidente Dilma Rousseff (PT) vencer a disputa contra Aécio Neves (PSDB) e conquistar a reeleição.

Às 9h08, a moeda norte-americana subia 3,09 por cento, a 2,5318 reais na venda. Na máxima, chegou a subir 4,21 por cento, a 2,5605 reais, maior nível intradia desde 5 de dezembro de 2008, quando atingiu 2,6190 reais.

Na sexta-feira, a divisa havia caído 2,26 por cento em meio a rumores de que o desempenho de Aécio nas urnas seria melhor.

Nesta manhã, o Banco Central dará continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio, com oferta de até 4 mil swaps com vencimentos em 1º de junho e 1º de setembro de 2015. A operação ocorrerá entre 9h30 e 9h40 e o resultado será conhecido a partir das 9h50.

O BC também fará nesta sessão mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 3 de novembro, que equivalem a 8,84 bilhões de dólares, com oferta de até 8 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária já rolou cerca de 80 por cento do lote total.



DENÚNCIA SOBRE RECURSO FEDERAIS PARA PROPAGANDA LGTB NAS ESCOLAS



Sempre se soube que o "empoderamento gay" era, também, uma questão de grana federal.

A derrota que ressuscitou a oposição


DILMA ROUSSEFF É REELEITA PRESIDENTE DO BRASIL



Fonte: CopaBrazilTV