A agência de avaliação de risco Standard & Poor's cortou
a nota da dívida brasileira de "BBB" para "BBB-". A agência
tinha informado, em janeiro, que poderia rebaixar a nota da dívida pública do
Brasil ainda neste ano, mesmo antes das eleições de outubro. Quando um governo
é mal-avaliado, considera-se que há risco de dar um calote, não pagar seus
investidores. Um governo consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Se ele
for instável ou estiver gastando muito, fica sob suspeita. (UOL Notícias)
terça-feira, 25 de março de 2014
População carcerária do Brasil aumentou mais de 400% em 20 anos
As cenas de prisões superlotadas, cercadas de violência e maus-tratos,
que foram vistas recentemente no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no
Maranhão, refletem os problemas de todo o sistema carcerário brasileiro. Dados
do Ministério da Justiça (MJ) mostram o ritmo crescente da população carcerária
no Brasil. Entre janeiro de 1992 e junho de 2013, enquanto a população cresceu
36%, o número de pessoas presas aumentou 403,5%.
De acordo com o Centro Internacional de Estudos
Penitenciários, ligado à Universidade de Essex, no Reino Unido, a média mundial
de encarceramento é 144 presos para cada 100 mil habitantes. No Brasil, o
número de presos sobe para 300. Essas estatísticas fazem parte da primeira
reportagem da série Prisões Brasileiras – Um Retrato sem Retoques, do Repórter
Brasil, que vai ao ar hoje (24), às 21h, na TV Brasil.
Ao Repórter Brasil, o diretor-geral do Departamento
Penitenciário Nacional (Depen), do MJ, Augusto Eduardo Rossini, explicou que o
aumento de esforços de segurança pública é um dos fatores determinantes para o
grande número de presos no Brasil. “Houve um esforço grande no sentido do
aparelhamento das polícias, para elas terem mais eficácia, não só eficiência”.
Atualmente, são aproximadamente 574 mil pessoas presas no
Brasil. É a quarta maior população carcerária do mundo, atrás apenas dos
Estados Unidos (2,2 milhões), da China (1,6 milhão) e Rússia (740 mil).
“Estamos inseridos em uma sociedade que, lamentavelmente, tem aquela sensação
de que a segurança pública depende do encarceramento. Se nós encarcerarmos mais
pessoas, nós vamos conseguir a paz no país. Se isso fosse verdade, já teríamos
conquistado a paz há muito tempo”, criticou Douglas Martins, do Conselho
Nacional de Justiça.
Dentro dos presídios, a reportagem constatou condições
precárias, como falta de espaço e de higiene, o que leva a uma série de
doenças, além de poucos profissionais de saúde para tratá-los. A violência é,
sobretudo, um dos grandes desafios dos gestores do setor. “O preso sofre
violência sexual, não recebe a alimentação adequada, morre no sistema
prisional. E como é que ele se sente mais seguro? É se associando a uma facção
do crime organizado. E isso transformou as facções, hoje, em verdadeiros
monstros no país”, explicou Martins.
Na outra ponta do problema estão aqueles que mantêm os
presídios funcionando, e que também têm queixas a fazer. “Fica uma categoria
sem valorização, sem prestígio, sem uma atribuição definida. Cada estado pode
inserir ou retirar atribuição, passar a atribuição para uma outra categoria que
não deveria fazer. Então, nós precisamos de uma organização maior, em nível
federal, do sistema prisional do país”, analisou o presidente do Sindicato dos
Agentes de Atividades Penitenciárias do Distrito Federal, Leandro Allan.
A série Prisões Brasileiras – Um Retrato sem
Retoques será exibida durante toda esta semana. Amanhã (25) e quarta-feira
(26), a reportagem abordará a superlotação, procurando entender sua estrutura,
motivos e a lentidão do Sistema Judiciário, que contribui para o inchaço nas
celas. Já na quinta-feira (27), a reportagem vai falar das mulheres presas e,
na sexta-feira (28), dos processos de ressocialização de ex-detentos no país.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Mensagem aos participantes das Marchas da Família com Deus pela Liberdade
Por Gen Bda Paulo Chagas
Caros amigos
Cumprimento-os pela beleza do Movimento que lideram, digno
de brasileiros que sabem o que querem e o que serve para a sua Pátria, mas,
para o bem dos seus objetivos, cumpre, por oportuno, sugerir-lhes uma mudança
de atitude que tornará mais efetiva a conquista desses objetivos,
particularmente no que se refere às Forças Armadas (FA).
Em virtude da possibilidade de que qualquer deslize seja
explorado pela mídia suicida, comprada ou conivente com os derrotados do
movimento de 64, as FA, embora sejam das maiores credoras da confiança da
sociedade, tornaram-se arredias em relação a atitudes que possam por em risco
esta confiança.
Assim, atualmente, os militares estão em "dispositivo
de expectativa", ou seja, acompanham, avaliam e conhecem as ameaças à
democracia e o funcionamento e a capacidade operativa das instituições
republicanas e, enquanto esta capacidade, somada à vontade nacional, puder, de
alguma forma, assegurar, mesmo que minimamente, a ordem pública, o cumprimento
das leis e da própria vontade nacional, não haverá razão para o emprego da
expressão militar, conforme apregoa a Constituição Federal.
No momento, as instituições nacionais, em que pese à
infiltração de corruptos, oportunistas, comunistas e incompetentes, estão em
funcionamento - mesmo que, algumas, em condições repulsivas - e com capacidade
para fazer valer a vontade nacional, esta representada por pessoas como as que
participam e apoiam as Marchas da Família com Deus pela Liberdade. Esta
circunstância torna prematura, precipitada e inconveniente a colocação de uma
"intervenção militar imediata" como o objetivo das Marchas e
fortalece, pela exploração política e midiática, as hostes contra as quais
estão se posicionando!
Na Liturgia da Palavra deste 23 de março, nos Igreja
Católica, entre tantos ensinamentos que de lá são tirados, encontramos que
“quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado”, não
há, portanto, que precipitá-lo!
E, ainda, referindo-se à obra de Moisés, nos ensinam as
Leituras que é dolorosa a conquista da liberdade e, com certeza, a sua
preservação, havendo momentos em que os homens chegam a pensar que, sem ela, a
vida seria melhor, mas, ao final e apesar de tudo, a pergunta que, pela lógica,
a tudo responde, nos faz o profeta: “O Senhor está no meio de nós, ou não?”
Assim, entendo que este salutar e muito bem iniciado
movimento deve perseverar e ter como objetivo principal, neste momento,
denunciar e tornar efetiva e evidente a apreensão da sociedade esclarecida com
relação às ameaças que já se concretizam em ações sangrentas contra a liberdade
na Venezuela. Concomitantemente deve afirmar e reafirmar a sua confiança no
discernimento das FA, no seu compromisso com a democracia, com a lei, com a
ordem, com os Princípios Fundamentais expressos nos quatro primeiros artigos da
Constituição Federal e com a sua própria missão, expressa em seu Art 142º!
Convocar ou requerer as FA para um movimento revolucionário
ou "intervenção militar imediata" é precipitação e demonstração de
falta de confiança em Deus e nas Forças Armadas e desqualifica o Movimento
perante os demais segmentos da sociedade, ainda não convencidos das ameaças que
pairam sobre nós e diante das próprias autoridades militares que sabem
discernir quando e se devem ou precisam intervir!
Dito isto, mais uma vez, cumprimento-os pela
iniciativa e por suas fortes convicções democráticas, com a esperança de que os
tenha sensibilizado para a proposição que lhes coloco à apreciação.
Fonte: A Verdade Sufocada
Uso político do desmonte na Petrobras
Por Otacílio M. Guimarães*
Deputado Vicentinho: Li e reli até decorar uma notícia
pescada na internet e divulgada pelo O Estado de São Paulo sob o título “Cúpula
do PT aponta uso eleitoral de denúncias sobre a Petrobrás”, acusando o PSDB de
tal crime. O texto da notícia inclui algumas considerações suas a respeito que,
dada a sapiência nelas contidas, não me contive e vou comentar. Afirma a
reportagem que você orientou o diretório da sua quadrilha a fazer uma “defesa
enfática” da Petrobrás e da gestão da presidanta Dilma Rousseff. Bravos,
Vicentinho, os comparsas têm mais é que se ajudar defendendo uns aos outros de
suas falcatruas. Isto chama-se fidelidade, qualidade que não deve ser negada
nem aos piores bandidos. Afinal, uma quadrilha unida jamais será vencida.
Você declarou, segundo a notícia: “Essas informações sobre a
compra da refinaria do Texas são antigas e aparecem justamente num período
eleitoral. A defesa da Petrobrás tem que ser um compromisso do povo brasileiro.
Ela não pode receber pancada toda hora. Não é patriótico”.
É claro que a informação sobre essa maracutaia é antiga,
pois a revista Veja a denunciou logo depois que a negociata foi concretizada.
Ocorre que o seu presidente à época, Luís Inácio Lula da Silva, que se
notabilizou por defender corruptos, não se preocupou em mandar apurar o crime,
que era sua obrigação. Ao invés disso, como sempre fez, tratou de abafá-lo.
Afirmar que a defesa da Petrobras tem que ser um “um
compromisso do povo brasileiro” é subestimar demais a inteligência de todos os
brasileiros que têm a capacidade de pensar, raciocinar e deduzir, que são
muitos, posso lhe garantir. Qual o cidadão ou cidadã em perfeito juízo vai
defender uma empresa estatal aparelhada por corruptos sangue-sugas, dirigida
por uma mulher de notória incompetência que vende aos consumidores de seus
produtos os derivados mais caros do planeta, embora abaixo do valor que pagou
para ajudar o governo a manter a inflação sob controle já que este não possui
inteligência e competência suficientes para resolver o problema da maneira
correta? Não se combate a inflação, que é provocada pelo governo, diga-se,
quebrando uma empresa como a Petrobras.
Quem anda dando pancadas na Petrobras a toda hora? Aqueles
que denunciam as maracutaias praticadas pelos corruptos lá infiltrados ou estes
que chegam ao paroxismo da safadeza ao autorizar a compra de uma sucata que um
ano antes houvera sido comprada pela Astra por U$ 42,5 milhões de dólares,
pagando U$ 1.180 bilhão de dólares pela mesma sucata?
E você ainda acrescenta que “não é patriótico” denunciar
tais maracutaias! O que é ser patriótico, Vicentinho, na sua tosca concepção de
patriotismo?
É construir um porto em Cuba por quase um bilhão de dólares
do contribuinte brasileiro enquanto os portos brasileiros estão sucateados? É
construir obras bilionárias na Venezuela, na Bolívia e em algumas ditaduras
africanas, sempre mancomunados com as empreiteiras “estatais” já bastante
conhecidas enquanto no Brasil tudo falta e nada se constrói?
É perdoar dívidas que chegam a bilhões de dólares em países
dominados por ditadores truculentos e sanguinários enquanto que no Brasil uma
boa parte da população passe fome e viva como animais por falta de
oportunidades e boa educação?
É patriótico promover uma copa do mundo de futebol para
ricos que vai custar os olhos da cara dos otários contribuintes brasileiros
enquanto os serviços públicos como a educação, a saúde e a segurança pública no
Brasil sejam comparáveis aos das mais miseráveis nações africanas? É isto que é
patriótico, Vicentinho?
O seu colega Paulo Teixeira (PT-SP), que também esteve na
reunião do Diretório do PT, criticou o uso pela oposição de “grandes
instituições” para atacar a candidata do partido à presidência da república.
Sem dúvida, na concepção esquizofrênica de vocês, isto também não é patriótico.
Se vocês estivessem na oposição não fariam a mesma coisa ou pior? Quem a
oposição deve criticar e denunciar, o papa Francisco ou quem deveria ter o
dever de defender estas mesmas instituições como a Petrobras e, ao invés disso,
trata de dilapidar seu patrimônio em negociatas como esta e tantas outras como
as milionárias propinas recebidas por altos funcionários da companhia em
negócios de aluguel de plataformas com aquela empresa holandesa?
Seu colega José Mentor (PT-SP) informa na mesma reportagem
que o presidente do PT-Partido dos Trambiqueiros fez uma exposição aos
dirigentes do partido dizendo que a “questão da compra da refinaria pela
Petrobras é uma investida da oposição contra o governo”.
É interessante analisar como pensa um petista, verificar o
seu tortuoso raciocínio sempre voltado à defesa de seu mau caratismo enquanto
ataca o bom caratismo dos demais. Segundo este raciocínio, ao PT tudo é
permitido, aos demais nada, apenas as penas das leis. Às oposições, segundo
este raciocínio cafajeste, resta apenas o direito de meter o rabo entre as
pernas e fechar os olhos a todos os desmandos que vêm sendo praticados neste
infeliz país há doze anos.
Segundo Rui Falcão, “A constatação é de que a oposição está
investindo contra nós, atacando a nossa candidata. Às vezes, uma coisa pequena
tem uma dimensão que cresce. Esse fato aconteceu há anos. Por que surgiu
agora?”.
Eu pergunto ao Rui Falcão por seu intermédio: uma negociata
de U$ 1.180 bilhão de dólares é uma coisa pequena? Qual crime é grande para
vocês? Nenhum, eu respondo, porque na mentalidade do bandido crime não é crime,
é feito a ser aplaudido. Vocês sequer reconheceram o mensalão e agora vivem
atacando o STF pelas leves penas aplicadas àqueles salafrários que estão
passando férias na Papuda e ainda se dão ao direito de acusar a oposição de
usas as instituições para atacar um governo de merda que tanto tem prejudicado
esta pobre e infeliz nação.
O Rui Falcão vai mais além e acusa os tucanos de, quando no
governo, terem tentado privatizar a Petrobras e sucatear o Estado brasileiro.
Que pérola de raciocínio desonesto!
Fernando Henrique Cardoso privatizou um monte de sucata que
onerava o Estado brasileiros com seus seguidos prejuízos e serviam apenas como
cabides de empregos para apaniguados e negociatas entre corruptos, como ocorre
hoje com a Petrobras e demais grandes empresas estatais. Todos sabemos que que
as grandes empresas estatais como a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa
Econômica e os Correios são os canais por onde escoam rios de dinheiro para
irrigar o caixa 2 do PT e o bolso de petistas de alto coturno. Ou você não sabe
disso, Vicentinho?
Sucateado o Estado brasileiro começou a ser desde que o PT
assumiu o governo. Para constatar isto, basta dar uma olhada na infraestrutura
do país, caindo aos pedaços, nos serviços públicos de nível africano e no
estado deplorável em que se encontram as contas públicas que apresentam todos
os índices negativos, confirmando estar o Brasil nas mãos de irresponsáveis e
incompetentes preocupados apenas em saqueá-lo com maracutaias como esta da
Petrobras enquanto enchem as burras de dinheiro depositados em paraísos fiscais.
Isto é patriotismo, Vicentinho?
Finalizando, Vicentinho, eu devo dizer que você é um
político do tamanho do seu nome, um Vicentinho mesmo! Você e todos os seus
comparsas abrigados nessa quadrilha que se chama PT.
E por favor, seu idiota, não subestime a inteligência de
todos os brasileiros porque eles não são todos desonestos e burros como vocês.
Sabe, Vicentinho, vocês são uns anões morais odiados por mais da metade do povo
brasileiro. Há dois tipos de pessoas no Brasil: os que amam o lulo-petismo porque
são iguais a vocês e os que odeiam o lulo-petismo e tudo o que ele representa
porque são pessoas sérias e honestas. Eu me incluo entre os últimos. E somos
maioria, pode crer. A sorte de vocês é que nessa fajuta democracia brasileira
criou-se um esquema (não sisteme) de governo em que as minorias e os que não
têm capacidade para escolher, detêm o poder de eleger. Mas pode crer, eu
repito, vocês petistas são odiados pela maioria dos brasileiros, por todos
aqueles que têm a capacidade de pensar, raciocinar e deduzir. Vocês são
admirados apenas pelas massas estúpidas iguais a vocês.
E por falar em falcatruas, você pode me explicar por que o
escândalo Rose Noronha está sendo abafado? É por patriotismo?
Vocês não são patriotas porra nenhuma, vocês são uns apátridas
traidores do povo brasileiro que presta.
Mas um dia a casa de vocês vai cair. De podre, porque vocês
não são capazes de construir nada que se mantenha em pé por muito tempo.
Vamos em frente. Nada melhor que um dia atrás do outro.
* Otacílio M. Guimarães é Articulista.
Pensado para a Copa, projeto que legaliza prostituição está parado na Câmara
Objetivo do autor era aprovar proposta antes do Mundial,
para coibir exploração sexual no País
| Legalização da prostituição não deve sair do papel antes da Copa - Record Minas |
O projeto de lei que propõe a regulamentação dos
profissionais de sexo no Brasil está parado na Câmara dos Deputados e, apesar
de ser tratado como prioridade para votação antes da Copa do Mundo ainda nem
começou a ser apreciado pelas comissões — que dirá pelo plenário da Casa.
As comissões da Câmara fazem as primeiras análises dos
projetos de lei. Só depois de passarem pelo crivo das comissões os projetos
podem ser apreciados pelo plenário.
Pelo ritmo da tramitação, são pequenas as chances de que o
projeto seja votado antes da Copa, que começa em junho. Assim, o objetivo de
ter uma lei para coibir os casos de exploração sexual durante o Mundial vai
ficar comprometido.
A proposta foi apresentada pelo deputado federal Jean Wyllys
(PSOL-RJ) em 2012. O texto considera como profissional do sexo qualquer pessoa
com mais de 18 anos que queira, por livre e espontânea vontade, oferecer
serviços sexuais em troca de remuneração.
Segundo o deputado, há expectativas de que o projeto tramite
de forma rápida. Mas, ele admite que não há consenso na Câmara para votar o
texto antes da Copa.
— A Copa se aproxima e o Congresso, mais uma vez, se divide
em quedas de braço partidárias que só servem para prejudicar os trabalhos
legislativos. Há de se considerar também a influência das bancadas fundamentalistas
em barrar projetos que não são de seu interesse.
Pelo projeto, não seria permitido a ninguém se apropriar de
mais 50% do rendimento dos profissionais, negar pagamento ou forçar alguém a se
prostituir. Todas essas práticas seriam consideradas crime de exploração
sexual, com penas previstas no Código Penal.
Na justificativa do projeto, Jean Wyllys defende que
regularizar a prostituição é a melhor forma de proteger os profissionais e
combater crimes.
— A regularização da profissão do sexo constitui instrumento
eficaz ao combate à exploração sexual, pois possibilitará a fiscalização em
casas de prostituição e o controle do Estado sobre o serviço.
Se aprovada, a lei vai receber o nome de Gabriela Leite,
prostituta idealizadora da grife Daspu, que vende roupas inspiradas no mundo da
prostituição. Gabriela morreu de câncer em outubro do ano passado e ficou
conhecida por lutar pelos direitos das garotas de programa.
Polêmica
Nem todos os parlamentares pensam como o autor da proposta,
contudo. Boa parte dos deputados na Câmara acredita, aliás, que regularizar a
prostituição vai incentivar a exploração sexual por meio de cafetões.
Esse é o entendimento do deputado Francisco Eurico (PSB-PE),
que chegou a assinar um relatório pela rejeição do projeto na CDH (Comissão dos
Direitos Humanos).
Em junho do ano passado, Eurico foi escolhido relator do
projeto na comissão e votou pelo arquivamento da proposta. Para ele, um ser
humano não pode ser tratado como mercadoria e regularizar a prostituição
aumentaria até o tráfico de pessoas.
— O simples fato de a pessoa ser tratada como mercadoria já
é uma condição incompatível com a dignidade humana, preceito fundamental dos
direitos humanos. A legalização da prostituição favorece mais os cafetões e
promove a expansão da indústria do sexo. A legalização acaba também por
estimular o tráfico de pessoas.
Comissão
Apesar da posição do deputado, o relatório não tem valor,
porque a presidência da Câmara decidiu criar uma comissão especial para
apreciar o projeto. O colegiado será composto por 20 deputados das comissões de
Justiça, Direitos Humanos, Família e Trabalho, além dos suplentes.
A autorização para criar a comissão foi assinada pelo
presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em setembro do
ano passado. Mas os líderes partidários ainda nem indicaram quais deputados
devem integrar o colegiado e, por isso, a comissão não foi instalada.
Esse não é o primeiro projeto que visa a regularizar a
prostituição que tramita na Casa. Em 2004, o então deputado Eduardo Valverde
(PT-RO) apresentou uma proposta, mas, depois, mudou de ideia — ele mesmo solicitou
a retirada do texto.
Em 2003, Fernando Gabeira (PV-RJ) também tentou
aprovar a legalização dos profissionais do sexo. Mas, quatro anos depois, o
projeto foi arquivado pela Mesa Diretora da Câmara após ser rejeitado pela CCJ
(Comissão de Constituição e Justiça).
Aécio Neves acusa governo de falta de compromisso com o país e chama estatal de PTrobras.
Coluna na Folha de São Paulo de hoje, que transcrevemos
abaixo, é a mais dura crítica feita pelo presidente do PSDB e candidato à
presidência da República, Aécio Neves, ao governo Dilma e ao PT.
Já deu!
"Protagonista de um governo refém dos interesses do
regime de aparelhamento que se abateu sobre o Estado nacional, a presidente
Dilma Rousseff já não sabe mais o que dizer ao Brasil, além de terceirizar
responsabilidades.
Atônitos, os brasileiros são informados que, em poucos anos,
a 12ª maior empresa do mundo foi transformada na 120ª e começam a perceber que,
infelizmente, a PTrobras, longe de ser uma exceção, é o retrato do governo sob
o comando do PT.
Incapacidade de gestão e planejamento. Desvios e suspeições.
Excesso de compromisso com os companheiros, falta de compromisso com o país.
De um lado, a gravidade das revelações objetivas que vêm à
tona e fazem a realidade superar as versões, que, antes sussurradas no meio
político, já pareciam inverossímeis. De outro, a vaidade e a onipotência
daqueles que parecem acreditar que somos, os brasileiros, um conjunto de tolos.
O que se tornou conhecido por todos recentemente já era, há
muito, de domínio do governo. Por que, então, por exemplo, só agora o diretor
que passou a ser o bode expiatório do escândalo foi demitido? Por que
personagens das páginas policiais estiveram, até ontem, protegidos em posições
de extrema confiança?
O que mudou? O que transformou um bem feito num malfeito foi
apenas a percepção da sociedade? Que governo é este que só age ou ensaia
providências quando é confrontado pela opinião pública? De onde vem tanta
arrogância, que faz com que os representantes do PT tripudiem sobre a percepção
dos brasileiros?
Primeiro, inventaram os "recursos não
contabilizados". Na semana passada, o presidente do Banco Central chamou
de mera "realocação contábil" a iniciativa da Caixa de lançar os
recursos confiscados dos correntistas como lucro. Agora, na ausência de um
mordomo, a culpa parece ser do "relatório".
Os brasileiros vêm sendo desrespeitados todos os dias por
ações concretas, sempre envoltas em coincidências demais e transparência de
menos, mas também pela forma com que o governo responde a elas.
Estamos cansados de ver o interesse público e coletivo,
razão de ser da própria República e da democracia, confundido com os interesses
privados e os projetos individuais de poder de pessoas e de partidos.
Uma coisa são os desafios da nação. Outra, são os problemas
criados pelo governo. O governo que o eleitor escolheu para ser solução se
transformou no principal problema do país. A verdade é que o governo colocou o
Brasil no caminho errado --é simples assim. E o Brasil precisa voltar para o
caminho certo.
Precisamos de um governo que volte a ser
solução. Entre a indignação, a revolta e o cansaço diante de repetidos
absurdos, o sentimento geral dos brasileiros é um só: já deu!"
O Estado de Direito Petista
Por Aileda de Mattos Oliveira*

O que se espera de um bando de raposas famintas ao invadirem
um galinheiro? Que dê ração de qualidade às penosas para gerarem galináceos
mais robustos?
Considerando que bandos idênticos têm comportamentos
similares, é ingenuidade supor que a marginália à qual foi entregue o Estado
Brasileiro, há mais de doze anos, não tivesse o objetivo único de usá-lo para
servir a seus mais baixos propósitos e dar vazão às suas satisfações mais
primárias.
Se aparentemente o plano administrativo instalado no país
peca pela indefinição ou incoerência, não há como se iludir, é assim que se
articulam os métodos de fragmentação do Estado, porque a meta do governo,
sustentada pela utopia socialista, não se subordina a nenhum planejamento com
fundamentações técnicas, em virtude de se manter prisioneira da ideia fixa de
criação de uma sociedade alternativa.
É a este processo de anarcogestão com vistas à reformulação
do Estado que contumazes sabotadores do verdadeiro estado de direito denominam
‘democracia’.
A democracia petista é, pois, expressão eufêmica de um
governo subversivo, sectário do de Cuba, cujas ordens emanadas da ilha tornam o
Brasil colônia de um regime que vai costurando a mortalha da liberdade no país.
Assim, seguindo a linha estratégica do partido, unigênita e
centralizadora, o estado de direito, segundo a ótica petista, tem de ser guiado
pelo “Pensador Coletivo”, a quem cabe ‘refletir’ pela sociedade, dando-lhe mais
tempo para recreação e futilidades novelescas.
Embora “Coletivo”, o “Pensador” é único e responsável pelas
doses da cicuta doutrinária que vai enrijecendo, aos poucos, a já embrutecida
inteligência da população, de natural, arredia às coisas políticas e às causas
públicas.
Não se pode negar que existe liberdade de expressão e de
ação nesta democracia de bandoleiros. Desde que ajam, fielmente, dentro dos
ideários da causa revolucionária; que louvem a dupla protótipo do entreguismo
sem máscara, Dilma e Lula; que se comovam com a eliminação de bandidos,
companheiros afins e gargalhem de satisfação com a de policiais no cumprimento
do dever; que substituam a legalidade pela impunidade; que tenham prática, com
competência comprovada, na destruição das instituições basilares do país.
A balança da Justiça, por exemplo, longe está da equidade
das leis, e pesa agora o quantum de cada membro comprado.
A República Democrática Petista pôs por terra toda a
filosofia platônica de Justiça e de Governo, vinte e cinco séculos depois, pela
regressão dos governantes a um estágio próximo a de seus ancestrais
darwinianos.
Nesta República, exige-se um passado de crimes contra a
Nação, acrescido, agora, de viagens de instrução à meca cubana, ao santuário
caribenho, onde se revigora a vilania nacional com o soro da subversão da ordem
institucional, veneno ideológico, injetado em psicóticas mentes pela senil
dupla de celerados.
Contudo, esse estéril governo merece um justo agradecimento.
Ao ordenar aos três figurantes fardados que seja vedada aos patriotas a
comemoração do histórico 31 de março, expõe o fato aos brasileiros, até então,
alheios a esse ritual militar.
Proíba, Fidelita Dilma, proíba. Os factoides dos programas
jornalísticos sobre a efeméride têm surtido efeito contrário, já que os menos
obtusos já veem nos militares a mesma mão salvadora de 64, diante dos assaltos
ao erário e dos desvios das reservas tributárias para os decrépitos Castros.
Sem o seu empenho e o da mídia, comparsa da democracia
petista, aqueles que vivem em redil permanente, nada saberiam do grande
jubileu,
Velha raposa sem faro!
Fonte: Alerta Total
*Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa, membro da Academia Brasileira de Defesa.
Joaquim Barbosa descarta candidatura em 2014: País dos "conchavos"
Por Jornal do Brasil
Em entrevista a Roberto D’Avila, da Globo News, o presidente
do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, disse que não pretende se
candidatar a cargo político em 2014. "Recebo inúmeras manifestações de
carinho, pedido de cidadãos comuns para que me lance nessa briga, mas não me
emocionei com a ideia ainda", afirmou. O ministro que já havia dito que
não disputaria à Presidência teve seu nome citado como possível postulante a
uma vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro, seu domicílio eleitoral. A entrevista
foi ao ar na madrugada deste domingo,
Em uma crítica direta aos acordos políticos e articulações,
Barbosa disse que o Brasil é o País “dos conchavos, do tapinha nas
costas". O presidente do STF coloca a Nação entre as 10 maiores
democracias do mundo, mas destaca: "se faz muita brincadeira no Brasil no
âmbito do Estado, dos três poderes. Muitas decisões são tomadas
superficialmente. Não se pensa nas consequências".
Barbosa também afirmou que o Brasil está adotando medidas
erradas para combater a corrupção. "Não quero justificar corrupção
tupiniquim, mas ela está presente em todos os países, em maior ou menor grau.
Ainda não encontramos os mecanismos, a forma correta e eficaz de combatê-la.
Talvez estejamos adotando o método errado".
Sobre se as penas aos condenados no julgamento do mensalão
foram pesadas, Barbosa foi enfático: “ao contrário”. O ministro citou que se
olhadas as penas que cidadãos comuns recebem no STF, as aplicadas no mensalão
são “brandas”.
O presidente do STF também se mostrou contra os convites que
disse ter recebido do ex-presidente Lula para integrar comissões que iam à África.
Quando o tema foi racismo, Joaquim disse que quando criança chegou a chorar de
raiva por ter sido vítima de preconceito: “só quem passa por isso sabe”.
Joaquim destaca esperar que os presidentes nomeiem homens e mulheres negras
"de maneira natural" e que "não façam estardalhaço disso".
O ministro também falou sobre gostos pessoais. O presidente
do Supremo afirmou ser fã dos escritores brasileiros Lima Barreto e Machado de
Assis e do francês Honoré de Balzac. Na música, prefere Beethoven.
NA VEJA DESTA SEMANA – Padilha, a pílula azul e um contrato investigado pela Polícia Federal
É… Guardem este nome: Labogen Química Fina e Biotecnologia.
Segundo a Polícia Federal, trata-se de um dos braços do esquema de lavagem de
dinheiro do doleiro Alberto Youssef, o mesmo que levou à prisão o ex-diretor da
Petrobras Paulo Roberto Costa, que colaborou com o rolo da refinaria de
Pasadena.
Pois bem: essa tal Labogen assinou com o Ministério da Saúde
um contrato de R$ 150 milhões para o fornecimento de citrato de sildenafila, o
princípio ativo do Viagra. A PF descobriu que essa “empresa” não tem planta
industrial e que o remédio seria fabricado por outro laboratório, ao qual a
Lobogen repassaria 40% do contrato. Ou por outra: segundo a Polícia, a turma
pagaria R$ 60 milhões pelo remédio e embolsaria nada menos de R$ 90 milhões.
Uma beleza!
“Eles” estão começando a perder qualquer modéstia, né? Os
escândalos subiram de patamar. Já começam na casa dos R$ 100 milhões. Leiam
reportagem publicada na VEJA desta semana.
Pré-candidato petista ao governo de São Paulo nas eleições
deste ano, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha é citado nominalmente no
inquérito da Polícia Federal que investiga a rede de lavagem de dinheiro
comandada pelo doleiro Alberto Youssef. Em um dos relatórios da Operação
Lava-Jato, há ainda uma foto de Padilha ao lado de um homem que os
investigadores apontam como laranja de Alberto Youssef, no ato de assinatura de
um contrato que levou a investigação para dentro do Ministério da Saúde.
A imagem foi interceptada pelos agentes na caixa de e-mails
de um dos investigados. O contrato foi assinado por Padilha com a Labogen
Química Fina e Biotecnologia, uma empresa que, segundo a Polícia Federal, é
tudo menos um laboratório farmacêutico, e ainda assim foi contemplada com uma
parceria em que planejava receber 150 milhões de reais em vendas de remédios
para o ministério. Um grande — e suspeitíssimo — negócio.
Pelo modelo de contratação adotado, o Ministério da Saúde
escolhe empresas privadas dispostas a fazer parceria com laboratórios públicos
para a produção de remédios. A Labogen, com sede em São Paulo, foi uma das
escolhidas no ano passado para fornecer citrato de sildenafila, medicamento com
o mesmo princípio ativo do famoso comprimido azul para disfunção erétil. O
ministério informou que as empresas interessadas em firmar parcerias passam por
um rigoroso processo de seleção e análise de capacidade técnica que envolve
vários órgãos públicos. No papel, segundo o ministério, a situação da Labogen
estava o.k.
No mundo real, a polícia concluiu que a Labogen
não tem uma planta industrial e passa longe de ser uma companhia de porte,
compatível com os valores milionários a ser recebidos do governo. Documentos
juntados no inquérito mostram que, na verdade, os remédios seriam fabricados
por um outro laboratório, de Goiás, ao qual a Labogen repassaria 40% do valor
do contrato. Sem produzir um único comprimido, a empresa do doleiro pretendia
faturar 90 milhões de reais. Os sócios da Labogen figuram como titulares de
remessas milionárias para contas no exterior, operações que os investigadores
dizem ser simuladas. A empresa tinha planos de ampliar a lista de remédios a
ser fornecidos ao governo. Diz a PF: “Pode-se estar diante, portanto, de mais
uma ferramenta para sangria dos cofres públicos”.
Cronologia
Por Milton Pires*

1964 – Fica claro às Forças Armadas (FFAA) que membros do
Movimento Revolucionário que atuavam no Brasil desde 1961 pretendem implantar
no país um regime comunista. As FFAA deixam os pracinhas e a Guerra do Paraguai
pra trás e tomam o poder.
1966 – Ocorre o primeiro grande ato violento dos
revolucionários: o atentado no Aeroporto de Guararapes. A inteligência do
ExércitoBrasileiro, depois de ser informada pela CIA, descobre que bombas matam
e machucam muito as pessoas.
1967-68 – Membros da luta armada, por ordem do General
Golbery do Couto e Silva, são presos na Ilha Grande (RJ) com os primeiros
traficantes de maconha do país. A luta armada sofre repressão efetiva e seus
militantes optam pela luta cultural e pela “tomada do poder por dentro”. Fica
mais fácil fazer revolução tomando chope e escutando bossa nova do que levando
tiro de fuzil.
1980 – Treze anos depois dessas prisões em 67, o submundo do
sindicalismo associado ao tráfico de drogas no país e à Universidade funda a
maior organização criminosa da história política do Brasil – o Partido dos
Trabalhadores. O pensamento brasileiro sofre traumatismo craniano e o país
entra em coma intelectual.
1990 – Dez anos depois do PT “nascer”. Lula e Fidel Castro
criam um órgão que vai transformar aquilo que era um plano de poder para o
Brasil em plano para toda América do Sul – o Foro de São Paulo. Nasce um câncer
chamado SUS e avança o “Direito Alternativo”
2003 – Dez anos depois do Foro de SP, a organização
criminosa conhecida como PT chega ao Poder Federal no Brasil. Fora da veadagem,
do Aquecimento Global e da “não internação” dos viciados em crack não há
salvação.
2005 – Fica claro, para todo Brasil, através do Mensalão,
que a organização criminosa é uma organização criminosa. A situação é tão grave
que a “verdade está na boca dos bandidos” (Roberto Jefferson)
2013 – O PT inunda o Brasil com médicos cubanos. Apesar dos
vinhos,ternos caros e loiras lindas, as pessoas se dão conta de que o PT “não
mudou”Ele foi, é, e sempre será um Partido Revolucionário. Se o comunismo não
morreu, “foi sacanagem ter enterrado ele com vida”..
Março de 2014 - As pessoas, até porque são brasileiras,
“decidem” que entre março e outubro de 2104 vão mudar com passeatas,
caminhadas, marchas e cartazes ou seja lá o que for, tudo isso que eu descrevi
e que levou 50 anos para acontecer !
Dedicado às crianças da primeira do ensino fundamental
O PL 122 NÃO MORREU
Jair Bolsonaro
O Governo não desiste em buscar a aprovação do PL 122, onde a primeira vítima é a família brasileira. Entendo que a maioria dos homossexuais preferem ignorar o PL 122. Quanto mais se falar sobre o mesmo acirram-se os ânimos.
Oposição articula estratégia para criar CPI sobre compra de refinaria pela Petrobras
Parlamentares denunciam superfaturamento na aquisição da
refinaria de Pasadena pela estatal em 2006. Líder do governo diz que CPI tem
interesse eleitoral.
Líderes da oposição na Câmara e no Senado se reúnem nesta terça-feira
(25) para articular a estratégia de criação de uma comissão parlamentar de
inquérito (CPI) para investigar a compra pela Petrobras da refinaria de
Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006. O negócio custou à estatal 1,18 bilhão
de dólares, quase 30 vezes o valor pago pela empresa belga Astra para adquirir
a mesma refinaria, um ano antes.
Domingos Sávio: é do interesse do povo esclarecer um assunto
que envolve a maior estatal brasileira. (Foto: Lúcio Bernardo Jr.)
|
A reunião será realizada às 15 horas, no gabinete do senador
Aécio Neves (PSDB-MG).
A oposição denuncia superfaturamento na operação feita pela
Petrobras e quer apurar as razões do prejuízo. Em nota à imprensa, a presidente
Dilma Rousseff, que à época do negócio presidia o conselho de administração da
estatal, reconheceu que a transação foi autorizada mediante parecer
"técnica e juridicamente falho".
Projeto de resolução
O líder da Minoria na Câmara, deputado Domingos Sávio
(PSDB-MG), pretende apresentar um projeto de resolução para a criação da CPI
nessa Casa legislativa. Segundo ele, os partidos de oposição se organizam para
conseguir o apoio de parlamentares da base governista.
"Queremos que não seja uma CPI política ou da oposição,
mas, sim, uma CPI de interesse do povo para esclarecer um assunto que envolve a
maior empresa pública brasileira”, disse. “Nossa proposta, embora apresentada
pela oposição, é para ser abraçada por todos”, completou Domingos Sávio.
São necessárias 171 assinaturas de deputados para o projeto
de resolução que cria a CPI. Depois disso, a proposta deve ser votada pelo
Plenário da Câmara. Outra iniciativa também em andamento é a de criação de uma
CPI mista, de deputados e senadores, para investigar o mesmo assunto. Nesse
caso, além dos 171 deputados, 27 senadores devem assinar o requerimento, que
não precisa ser votado pelo Plenário do Congresso.
A compra da refinaria de Pasadena foi objeto de um pedido de
CPI, na Câmara, no ano passado, mas a comissão não foi instalada porque o
Regimento Interno da Casa só admite o funcionamento simultâneo de até cinco
CPIs, e a da Petrobras era a 23ª da fila. Em caso de aprovação do projeto de
resolução, o pedido do PSDB não precisará entrar nessa lista de espera e a CPI
poderá ser instalada.
Chinaglia: oposição tenta colocar Dilma sob suspeição.
(Foto: TV Câmara)
|
Opinião do governo
O líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP),
criticou as iniciativas da oposição. Ele afirmou que as acusações têm endereço
certo, em ano eleitoral.
"Falaram que a presidência da República é a 'principal
autoridade nessa negociata'; ninguém pode se dirigir nesses termos à nação
brasileira, colocando a Presidência da República ou tentando colocá-la sob
suspeição”, declarou. “Até porque Dilma foi de uma honestidade intelectual que
muitos não tiveram no cargo que ela ocupa hoje", concluiu Chinaglia.
Além do PSDB, líderes do PPS e do Solidariedade confirmaram
presença na reunião da oposição desta terça-feira.
Ex-Prostitutas Forçadas Criticam ONU e Anistia Internacional
Por Lisa Correnti
NOVA IORQUE, EUA, 21 de março (C-FAM) Mulheres resgatadas da
prostituição estão criticando agências da ONU e a Anistia Internacional por
tentarem legalizar a prostituição insistindo em que a legalização levaria ao
tráfico de mais meninas, e transformaria os cafetões em empresários legítimos.
“Quando [funcionários da ONU] trabalharem num bordel, só
então darei atenção ao argumento deles,” disse uma ex-prostituta forçada se
referindo à agência da ONU recentemente criada chamada ONU Mulheres.
“Que porcaria eles [Anistia Internacional] estão pensando,”
disse Rachel Moran, uma ex-prostituta forçada da Irlanda. Autora do livro “My
Journey Through Prostitution” (Minha Jornada na Prostituição), Moran se refere
a um documento preliminar vazado que defende a legalização do “trabalho do
sexo.” O relatório, que de acordo com um dos participantes do painel foi
escrito em parte por um ex-cafetão que é agora funcionário da Anistia
Internacional, foi criticado por criar um “direito dos homens comprarem sexo.”
As sobreviventes do tráfico sexual e prostituição falaram
diante de uma multidão enorme na conferência anual da ONU sobre mulheres. O
painel sobre “Prostituição e Trabalho Sexual,” organizado pela Coalizão contra
Tráfico de Mulheres (CCTM), foi realizado enquanto diplomatas negociavam se
poderiam descrever a prostituição como “trabalho de sexo.”
O termo “trabalho de sexo” se originou de cafetões dos EUA a
fim de normalizar a prostituição. Embora muitos usem o termo para evitar
ofender mulheres prostituídas, normalizar a frase só beneficia cafetões e
aproveitadores, disseram os participantes do painel. A prostituição não é
trabalho, argumentaram eles — é estupro pago, e usar o termo prejudica os
esforços para detê-lo.
Agências da ONU recentemente lançaram relatórios que
instruem os países a descriminalizar todos os aspectos da prostituição para
reduzir o HIV/AIDS e promover direitos humanos. Um relatório do Programa de
Desenvolvimento da ONU (PDONU) sobre HIV e a Lei e o Trabalho de Sexo e a Lei
na Ásia e no Pacífico, um relatório apoiado pelo PDONU, FNUAP e UNAIDS, pede a
descriminalização da prostituição.
Os relatórios da ONU indicam que as mulheres prostituídas
“trabalham” por escolha. Contudo, Natasha Falle, fundadora de SEXTRADE 101,
disse que mais de 95 por cento querem sair, mas precisam de assistência. Falle,
uma canadense sobrevivente do tráfico sexual, tem ajudado centenas de mulheres
a escapar da prostituição.
Os relatórios da ONU sugerem que a legalização fornece
proteções para mulheres prostituídas. Errado de novo, disseram as participantes
do painel. Homens que pagam por sexo são viciados em usar o corpo das mulheres
como drogas, disse uma ex-vítima. Os homens acreditam que o tempo que eles
compraram para estar com uma mulher os coloca em controle total. Não dá para se
fazer cumprir as leis que exigem o uso da camisinha.
As participantes ficaram de boca aberta quando foram informadas
que um email obtido de ONU Mulheres revelou apoio à descriminalização. As
ex-mulheres prostituídas incentivaram a audiência lotada a dizer a ONU Mulheres
elas devem retirar seu apoio à descriminalização e que a prostituição tem de
ser tratada como violência com base no gênero.
No mês passado a Anistia Internacional respondeu à
repercussão de seu relatório vazado declarando: “Não fizemos ainda nenhuma
decisão.” A Anistia comentou que a Organização Mundial de Saúde, ONU Mulheres,
a Comissão Global sobre HIV e a Lei, o Inspetor Especial da ONU sobre Direito à
Saúde e o Observatório de Direitos Humanos todos “apoiam ou estão pedindo a
descriminalização do trabalho de sexo.”
Fonte: Julio Severo
Manifestantes conservadores pedem intervenção militar no governo
Às vésperas do aniversário de 50 anos do golpe de 1964, o
centro de São Paulo foi palco neste sábado de dois protestos com bandeiras
opostas.
| Manifestante pediam a volta dos militares ao poder |
De um lado, a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade,
em que manifestantes pediam a volta dos militares ao poder.
A ideia era reeditar a famosa marcha anticomunista de mesmo
nome, que reuniu centenas de milhares de pessoas no centro da capital paulista
em 19 de março de 1964.
Na ocasião, grupos de classe média da cidade saíram às ruas
para protestar contra o comunismo, em um ato que acabou abrindo caminho para o
golpe militar, que culminou poucos dias depois, em 1º de abril.
Convocada pelo Facebook, a marcha tinha mais de 2 mil
confirmados. Segundo estimativas da PM, cerca de mil pessoas participaram.
A marcha começou na Praça da República às 15h e seguiu até a
Praça da Sé – exatamente o mesmo trajeto da marcha de 64.
A poucas quadras dali, também às 15h, tinha início a Marcha
Antifacista – Contra a Ditadura, que lembrava os horrores das torturas e das
mortes ocorridas no período.
Os manifestantes partiram da Praça da Sé e caminharam até o
prédio onde funcionou o Destacamento de Operações de Informações do Centro de
Operações de Defesa Interna do 2º Exército (DOI-Codi), no bairro da Luz.
No momento em que passava pelo Largo General Osório, o
protesto reunia cerca de 800 pessoas, segundo a PM.
Os dois grupos não chegaram a se encontrar durante as
marchas, e a PM formou cordões de isolamento para evitar confrontos.
Somente incidentes isolados foram registrados durante os
dois protestos, com a detenção de manifestantes que fizeram provocações na
marcha oposta.
Enquanto na Marcha Antifacista os manifestantes entoavam
gritos como o de “Abaixo a Ditadura” e “Não ao Golpismo”, do outro lado do
Centro, o que se ouvia eram frases como “Um, dois, três, quatro, cinco mil,
queremos os militares protegendo o Brasil” e “um, dois, três, Dilma no xadrez”,
de acordo com a Agência Brasil.
Confronto no Rio
O Rio também abrigou duas marchas opostas. No entanto, os
manifestantes cariocas contra e a favor de uma intervenção militar no Brasil
acabaram entrando em confronto durante algumas ocasiões em que ambas as marchas
se encontraram.
Ainda segundo a Agência Brasil, o conflito
ocorreu em frente ao Palácio Duque de Caxias, no centro da cidade, quando
manifestantes opositores trocaram socos e chutes. Policiais militares do
Batalhão de Grandes Eventos usaram então cassetetes e balas de borracha para
acabar com a confusão.
Doutrinação na escola pública - Profª Ana Campagnolo
Em Santa Catarina o marxismo é a filosofia oficial do sistema de ensino,
sem ser levado em conta o pluralismo de ideias assegurado pela Constituição
Federal.
Receita alerta para tentativas de golpes em época de declarar Imposto de Renda
Em época de declaração do imposto de renda, aumentam as
tentativas de aplicação de golpes via e-mail. A Receita alerta que quadrilhas
especializadas em crimes pela internet continuam utilizado mensagens
eletrônicas que servem como meio para a obtenção ilegal de informações fiscais,
bancárias e cadastrais do contribuinte. São mensagens com links ou arquivos em
anexo que infectam computadores com vírus e outros programas que permitem o
acesso ilegal aos dados.
Um dos golpes, destaca a Receita, consiste em mensagem de
e-mail informando que a Receita Federal analisou todas as declarações do
Imposto de Renda 2012/2013 e encontrou uma inadimplência no CPF do usuário.
Para isso, a mensagem pede que o usuário clique em um link para ver o
demonstrativo dos números apresentados e de declarações divergentes.
Outras mensagens fraudulentas, segundo a Receita, indicam a
disponibilização para download do programa de declaração do Imposto de Renda e
a necessidade de envio de uma declaração retificadora ou a existência de
valores residuais de restituições do Imposto de Renda a serem recebidos pelo
destinatário.
O correto é não abrir e apagar imediatamente tais mensagens,
pois a Receita não manda comunicação via e-mail sem a autorização do
contribuinte nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome. A única forma de
comunicação eletrônica com o contribuinte é por meio do Centro Virtual de
Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
O prazo para entrega vai até 30 de abril e o programa
gerador está disponível na página da Receita Federal na internet. Neste ano, os
contribuintes com certificação digital ou representantes com procuração
eletrônica receberão, pela primeira vez, a declaração pré-preenchida. Por meio
do e-CAC, eles têm acesso ao documento preenchido com antecedência pelo Fisco e
só precisam confirmar as informações para enviar a declaração.
As regras para o preenchimento da declaração foram divulgadas
em 21 de fevereiro no Diário Oficial da União. Como nos outros anos, o
contribuinte que enviar a declaração no início do prazo deverá receber a
restituição nos primeiros lotes, a menos que haja inconsistências, erros ou
omissões no preenchimento.
Também terão prioridade no recebimento das restituições os
contribuintes com mais de 60 anos, conforme previsto no Estatuto do Idoso, além
de pessoas com doença grave ou deficiência física ou mental.
O contribuinte pode tirar dúvidas sobre o Imposto de Renda
pela internet. Está disponível no canal da Receita Federal no Youtube um vídeo
com explicações sobre as novidades da declaração deste ano e com dicas para
evitar erros no preenchimento das informações.
________________________
*Colaborou Wellton Máximo
domingo, 23 de março de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)