sexta-feira, 15 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
sábado, 9 de julho de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
IMPEACHMENT DE LEWANDOWSKI JÁ!! AQUI NÃO É A VENEZUELA!!!
Por Joice Hasselmann
STF, pelas mãos de Lewandowski promove perseguição aos
líderes dos movimentos democráticos. Além da investigação sobre o
"Petrolowiski" e "Enganot", tem um inquérito secreto
correndo por baixo dos panos.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Comissão Especial do Impeachment:
O advogado de defesa de Dilma Rousseff, faz a leitura do depoimento escrito pela presidente afastada
Por TV Senado
Em reunião nesta quarta-feira (7) na Comissão Especial de
Impeachment, o advogado que defende Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, fez a
leitura do depoimento escrito pela presidente afastada, no qual ela se diz
vítima de uma farsa jurídica e política.
“O destino sempre me reservou grandes desafios, alguns pareciam
intransponíveis, mas consegui vencê-los. Já sofri a dor indizível da tortura,
já passei pela dor aflitiva da doença e hoje sofro a dor igualmente inominável
da injustiça. O que mais dói é saber que estou sendo vitima de uma farsa
jurídica e política”, escreveu Dilma Rousseff.
No depoimento, lido durante 50 minutos por Cardozo, a presidente afastada
contesta argumentos da denúncia e diz não haver sustentação para o processo de
impeachment.
“Pelas provas documentais juntadas aos autos, pelas testemunhas e pela perícia,
resta provado, de forma indiscutível: não houve qualquer ato jurídico por mim
praticado que pudesse ser tipificado como um crime de responsabilidade”,
afirmou.
A edição dos decretos de crédito suplementar em 2015, disse, contidos na
denúncia contra ela, foi recomendada por todos os órgãos jurídicos e técnicos
com obrigação de examinar tais atos.
“Foi seguido procedimento parametrizado, adotado há anos, obtendo-se as previas
manifestações técnicas e jurídicas favoráveis de diversos órgãos da
administração federal, que afirmavam legalidade dos atos e em especial sua
compatibilidade com obtenção da meta de resultado, conforme determinava a
explicita autorização legal”, frisou.
Dilma Rousseff também classificou como descabida a tentativa de tratar as
subvenções do Plano Safra como operações de crédito e de responsabilizá-la
pelos atrasos nos repasses previstos nessa política.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)