sábado, 19 de setembro de 2015

"Entre a desonra e a guerra, escolhestes a desonra, e terás a guerra"

Por Robson Merola de Campos

Em 30/09/1938, o então Primeiro-Ministro britânico Neville Chamberlain após assinar o Acordo de Munique que fazia grandes concessões à Alemanha declarou “acredito que ele é a paz em nosso tempo” referindo-se ao líder nazista Adolf Hitler. A história se encarregou de demonstrar que Chamberlain estava errado. Menos de um ano depois, em 1º de setembro de 1939, Hitler mandava suas tropas invadirem a Polônia e deflagrava a Segunda Guerra Mundial.

Em 10/05/1940 Chamberlain renunciou ao cargo e assumiu Winston Churchill que como se sabe uniu a Inglaterra em torno de um espírito guerreiro inquebrantável e conduziu seu país durante os sangrentos e turbulentos anos de luta até a vitória final. Sobre Chamberlain, Churchill disparou uma de suas célebres frases: “entre a desonra e a guerra, escolhestes a desonra, e terás a guerra”.

Há uma lição a ser extraída deste episódio, por todos nós brasileiros. O Brasil vive hoje a sua mais grave crise política, econômica e moral. Nunca se viu em toda a história da nação brasileira dias sombrios como os atuais. O projeto de poder petista que foi reconduzido ao Planalto na última eleição presidencial está falido. A falta de comando, os erros de planejamento estratégico, a desonestidade e a corrupção em escala jamais vistas, esfacelaram o Brasil.

Dilma insiste em continuar não percebendo o óbvio: cada dia mais que ela passa no Planalto ela contribui para a ruína do Brasil e dos brasileiros. Tal qual Chamberlain, falta-lhe a autoridade moral para unir o país em torno de um novo pacto que consiga recolocar a nação no rumo da vitória. A diferença é que Chamberlain no mesmo dia em que a Alemanha invadiu a França (10/05/1940) renunciou ao seu posto. Dilma permanece lá e não parece disposta a renunciar pelo bem da nação.

O recente pacote de ajuste fiscal demonstra a falta de capacidade de Dilma Rousseff para tirar o Brasil do atoleiro em que ela mesma nos colocou. Muitas das iniciativas que ali estão são válidas e necessárias. Mas outras, essenciais, sequer foram citadas. Onde está o corte dos Ministérios que havia sido anunciado? Onde está o reconhecimento de que o Brasil não pode mais sustentar os programas sociais de cunho eleitoreiro?

E o fundamental: Dilma não tem mais legitimidade, credibilidade ou capacidade de exigir sacrifícios do povo brasileiro. Em momentos de crise corta-se na carne. Dilma não pode fazer isso, pois cortar na carne significa sangrar o apoio que tem junto aos partidos políticos aliados. Mesmo sem cortar, o apoio já está escasseando; se cortar, seu governo deixará de existir. Isso é o que acontece com governantes que não tem projeto de governo, mas, apenas projeto de poder.

No triste cenário atual, os brasileiros encontram-se cabisbaixos, sofrendo as agruras de uma profunda crise econômica com desemprego crescente, inflação ascendente e falta de perspectiva. Olha para o horizonte e não percebe que a solução não está distante, mas, sim ao alcance de suas mãos. Esta é mais uma nefasta consequência das administrações petistas que acostumaram a grande massa a receber o peixe e não a pescar. Nem um único “programa social” atual é grátis.

O altíssimo preço está sendo pago por todos os brasileiros e especialmente por aqueles que são os destinatários destes benefícios. À inação soma-se agora a desesperança. Por isso, urge que o Brasil una-se em torno de um pacto nacional para reinventar o próprio Brasil. O Brasil atual está falido e entregue à sanha daqueles que um dia sonharam com uma pátria grande bolivariana, mas, que no percurso resolveram aproveitar-se das brechas e desinteresse dos brasileiros para enriquecer à custa do erário público.

É preciso que se comece uma guerra sem tréguas para devolver o Brasil aos brasileiros. Tal guerra terá sua primeira batalha vencida quando Dilma e seus asseclas forem apeados do poder e julgados com todo o rigor da lei por todas as falcatruas e crimes cometidos nos últimos anos. Outras batalhas se seguirão: em algumas é até possível que sangue brasileiro seja derramado.

O povo brasileiro tem sido continuamente ameaçado, tanto por pessoas que aqui nasceram, mas não amam o Brasil, quanto por aquelas de países vizinhos que continuam sonhando com o ideal bolivariano e que não querem que sejam cortados os recursos que lhes garantem permanecer no poder. Que venham essas batalhas; teremos que enfrentá-las mais cedo ou mais tarde. E as venceremos, exatamente como vencemos as do nosso passado.

A honra caminha de mãos dadas com a justiça. Nossas Forças Armadas são o instrumento da sociedade brasileira para garantir a lei, a ordem e, principalmente, auxiliar na retomada do progresso do Brasil. Sua posição tem sido continuamente externada tanto pelos seus comandantes da ativa quanto pelos valorosos integrantes da reserva. Não convém subestimá-las!

É chegado o momento de todos os brasileiros patriotas se manifestarem. Calar-se ou omitir-se agora é aceitar a desonra, é pactuar com a corrupção. O silêncio agora significa cumplicidade com o projeto de poder que aí ainda está e que faliu o Brasil. Silêncio é para os fracos. A voz unida de todos os brasileiros patriotas determinará o rumo da nação para os próximos anos. O Brasil pode dar certo e cabe a cada um de nós fazermos a nossa parte. E jamais este país precisou tanto de seus verdadeiros e amados filhos quanto agora.

Por isso, caro amigo leitor, cabe agora ao povo brasileiro, e principalmente às autoridades, tanto as eleitas (e que não foram corrompidas pela sedução do poder pelo poder) quanto as instituídas em suas funções decidirem se escolherão a desonra ou a guerra. Aquela, a desonra, nos levará fatalmente à guerra. Esta, a guerra, poderá salvar o Brasil. 

Um fraternal abraço e que Deus abençoe o Brasil e os brasileiros!





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Robson Merola de Campos é Advogado.

Cabe agora, aos cidadãos brasileiros, dar o segundo passo em direção ao impeachment de Dilma



O jurista Miguel Reale Júnior e a advogada Maria Lúcia Bicudo, filha de Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, entregaram na última quinta (17) à Câmara o complemento do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para Marco Antonio Villa esse foi o primeiro passo em direção à saída da presidente.

O COMANDANTE DO EXÉRCITO FALA AO BRASIL


A crise econômica vai tornar o impeachment inevitável



O documento Bicudo-Reale consolida as razões que justificam a abertura de um processo para o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Cinco inutilidades obscenas do mamute ministerial



Pedido de IMPEACHMENT chega à Câmara !!


Opinião Patriótica: Gilmar Mendes “se emociona” com a “conversão” do PT



Fim de doação de empresas beneficia o PT, diz Gilmar Mendes

"A vedação das contribuições de empresas privadas asfixiaria os partidos que não se beneficiaram do esquema criminoso revelado pela Operação Lava Jato, tornando virtualmente impossível a alternância de poder."

Abaixo a íntegra da Plenária com o voto do Ministro Gilmar Mendes:


O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou (16.09.15) a análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4650, que questiona as regras relativas a doações para campanhas eleitorais e partidos políticos. A ação foi ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra dispositivos da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995). Iniciado em dezembro de 2013, o julgamento foi retomado com sete votos proferidos. O oitavo foi do ministro Gilmar Mendes que, nessa sessão plenária, voltou pela total improcedência da ADI que questiona financiamento de campanha eleitorais por empresas. 

Fonte: STF

#IMPEACHMENT é #Golpe ?


Deputado do PSDB critica parlamentar do PTista, e, defende o Ministro Gilmar Mendes





Vejam abaixo, o pronunciamento do deputado do PT que gerou a polêmica:

Gilmar Mendes: ‘Petrolão visava à perpetuação do PT no poder’



O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes apresentou um duríssimo voto contra o fim das doações de empresas em campanhas. No cenário internacional, Caio Blinder comenta o debate entre os candidatos republicanos.

PEDALADA Fiscal...


A mobilização pelo IMPEACHMENT da Presidente Dilma


Dilma é bola de ferro arrastada por Lula e o PT


Algumas verdades sobre o Brasil



O jornalista William Waack, apresentador do Jornal da Globo e do GloboNews Painel, fala a uma plateia de empresários e estudantes no Auditório do Sistema FIEC, em Fortaleza/CE e desnovela algumas verdades sobre o descalabro do Brasil na Era PT.

As Mentiras ASQUEROSAS de Stedile e Chico Buarque




Parece que estamos em uma nau meio sem rumo



A pressão contra o pacote continua muito forte, por todos os lados. Não porque o ajuste não seja importante. É "muito" importante e deveria ter sido feito há muito tempo. Um dos problemas é exatamente o atraso. O País já foi rebaixado, a crise econômica piorou muito, a recessão está mais forte, o desemprego em alta. A insatisfação é geral.

Os ministros negam, mas o governo até acena com recuo em alguns pontos, como o adiamento do reajuste do funcionalismo e as mudanças nas medidas parlamentares. Tenta reduzir a pressão. Mas vai ser difícil. A CPMF está sendo bombardeada. Ninguém está disposto a colaborar pra fechar as contas de um governo que gastou mais que devia e agora, na hora de fazer cortes, ainda vacila. Olha a dificuldade pra definir que ministérios serão cortados.

Não que isso vá fazer tanta diferença no saldo final. Mas o governo cobra colaboração enquanto não consegue fazer o que devia e tem que fazer. Enquanto isso, estamos vendo a deterioração de conquistas importantes. Hoje mesmo saíram os dados da Fiesp sobre o emprego na indústria paulista. Foram 26 mil cortes só em agosto. E a previsão é que possa bater nos 250 mil até o final do ano. Só em São Paulo.

No País, os cortes do setor podem chegar a 610 mil vagas. E desemprego piora tudo. Derruba o consumo, a confiança, a atividade das empresas, de toda a economia, a recessão se aprofunda. E ainda tem a crise política que não sabemos qual será o desfecho. O dólar parece estar numa montanha russa, refletindo tudo isso. Sobe num dia, cai no outro. Mas quando cai não devolve tudo que tinha subido. De degrau em degrau vai mudando de patamar e pesando mais na inflação.

Hoje na abertura foi a R$ 3,90. Recuou até 3,85 e voltou a subir, pra fechar o dia acima de 3,88. Tivemos até uma boa notícia. O Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, decidiu manter os juros básicos perto de zero. Se subissem, a situação ficava mais complicada. Juros mais altos nos Estados Unidos atraem mais dinheiro pra la, o que prejudica países mais vulneráveis.

E o Brasil, já rebaixado, está nessa categoria. Já é visto com muito mais cautela pelos investidores. E por todos nós. Há um temor que a crise econômica possa se agravar e não dá pra saber os rumos da crise política. Até o impeachment está no radar, ampliando o grau de incerteza. A impressão é que estamos numa nau meio sem rumo, com um comandante que não tem estratégia pra escapar da turbulência e se defende conforme as ondas vão batendo. E não não se defende muito bem.

Dilma e a Arca de Noé - Veja como reagem assessores presidenciais obrigados a ouvir maluquices em dilmês


O palavrório amalucado da presidente Dilma Rousseff é invariavelmente endossado pelas plateias amestradas com salvas de palmas, sorrisos cúmplices ou olhares embevecidos de quem está diante da versão brazuca de Winston Churchill.

Para mostrar as reações dos assessores presidenciais obrigados a testemunhar sandices recitadas em dilmês castiço, Flávio Lamenza incorporou um deles e infiltrou-se no vídeo em que a presidente ensina que o velho Noé saiu da Bíblia para virar gente e inventar uma arca que o transformou no primeiro cientista da história. Confira.

Visita do Papa a Cuba serve para quase nada



No sábado, o papa Francisco estará em Cuba. É ao mesmo tempo uma visita pastoral e a viagem de um chefe de Estado. Lembrem-se que o papa é uma espécie de imperador do Vaticano. Será uma viagem de quatro dias. Mas eu gostaria de fazer uma pergunta inconveniente. Para que serve a visita de um papa, à ilha comunista do Caribe?

A resposta é muito clara. Serve muito pouco. Serve para quase nada. É claro que, em Cuba, 85 por cento da população se dizia católica. Mas isso já faz muito tempo. O regime comunista não divulga estatísticas sobre religião. Francisco é o terceiro papa que visita Cuba em 17 anos. Primeiro, foi João Paulo Segundo. Depois, há três anos, foi Bento 16.

Os papas costumam pedir em Cuba o respeito à liberdade religiosa. E também falam contra o embargo comercial dos Estados Unidos, essa coisa monstruosa que gerou muito atraso econômico nos últimos 54 anos. Mas declarações desse tipo são uma espécie de rotina. A igreja vive em Cuba no fio da navalha. Se fizer oposição, o regime comunista vai perseguir os católicos. Mas existem os católicos de oposição, como o grupo chamado Mulheres de Branco. No domingo passado, esses dissidentes tentaram fazer uma passeata em Havana. Todo mundo foi parar na cadeia.

Cuba já foi um país radicalmente ateu. Até o Natal era proibido. Não era nem feriado. Isso mudou um pouco. Existem também estudos estrangeiros sobre o enfraquecimento do catolicismo cubano. As religiões que crescem são as chamadas santerias. Elas têm raízes africanas e também importam do Brasil pais de santo.

Uma última coisa. Foi o papa Francisco quem intermediou o restabelecimento das relações diplomáticas de Cuba com os Estados Unidos. Não foi necessário viajar para Cuba. As negociações, no ano passado, aconteceram sigilosamente no Vaticano. E por falar nisso, na terça-feira, ao terminar a visita a Cuba, papa Francisco começará uma visita aos Estados Unidos. Mas isso já é uma outra história.

É assim que o mundo gira.

PACOTE de Maldades


ERA SÓ O QUE FALTAVA: DILMA AGORA QUER LEGALIZAR OS JOGOS DE AZAR

Por Ranier Bragon e Débora Álvares - Folha

Líderes governistas na Câmara foram consultados pelo governo nesta quinta-feira (17), durante reunião com Dilma Rousseff e ministros no Palácio do Planalto, sobre qual seria a receptividade em suas bancadas da legalização dos jogos de azar no país.

De acordo com relatos de deputados que participaram do encontro, o governo avalia a possibilidade de permitir a volta de bingos, cassinos, jogos pela internet, jogo do bicho e caça-níqueis com o objetivo de elevar o caixa nesse momento de rombo nas contas públicas.

“Ela [Dilma] e os ministros pediram que a gente verificasse a receptividade da proposta, que foi sugerida na reunião dela com senadores ontem [quarta]. Perguntaram o que tinha de proposta e, dos líderes que falaram hoje, a maioria foi a favor”, afirmou o deputado Maurício Quintela Lessa (AL), líder da bancada do PR.

PROJETO NO SENADO

Um outro líder presente a reunião confirmou a discussão. “Existe um projeto sobre isso no Senado, onde ela está com um trânsito bom e acredita que pode dar agilidade a partir de lá”.

Até a próxima semana, os líderes devem levar à presidente e a sua equipe a receptividade de suas bancadas à proposta.

Quem levantou a questão na reunião desta manhã foi o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), que teria dito a deputados, conforme relatos à Folha, que cassinos em áreas muito degradadas seriam um impulso para o desenvolvimento das regiões.

Apesar de ter consultado os deputados apenas nesta quinta, o assunto tem sido tratado com senadores desde semana passada. A sugestão inicial partiu do senador Benedito de Lira (PP-AL), que mencionou uma proposta relatada por ele no ano passado, de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), para regularizar os jogos de azar.




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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O núcleo duro do governo está mais perdido do que cego em tiroteio. Depois dos jogos de azar, só faltará a legalização da cafetinagem e da corrupção ativa e passiva, no bom sentido, claro. (C.N.)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Dono da UTC pavimenta o caminho do impeachment



O dono da UTC vai confirmar em depoimento à Justiça Federal que a campanha de Dilma foi financiada com dinheiro sujo.

#CPMF na #Conta do #POVO é #Refresco...


O que mais angustia é a encruzilhada política


Vagner Freitas - Projeto de GUERRILHEIRO PANÇUDO


Falta um plano de arrumação geral do governo



Hoje, quase ninguém no Congresso se arriscava a dizer se a CPMF vai voltar ou não. A CPMF é um imposto sobre qualquer movimentação financeira.

Sem dinheiro, o governo propôs a volta do imposto, no pacote que anunciou na segunda-feira. A alíquota seria de 0,20%. Quer dizer, a cada mil reais de movimentação financeira, você paga dois reais. Se você sacar mil reais da sua conta, paga dois reais de imposto.

A CPMF vai vingar? Se não vier a CPMF, o que acontece?

No Congresso, além da má vontade com mais imposto, há má vontade com o governo Dilma. A aprovação da CPMF é difícil, é mudança na Constituição.

Em vez de aumentar imposto, o governo não pode só cortar gastos? Não. Os cortes são necessários, mas os mais fáceis de fazer agora são poucos. Outros dependem de mudanças de leis complicadas.

Dado o tamanho do buraco e da urgência, com ou sem Dilma, vai ser preciso aumentar imposto. Se não aumentar, o que acontece? Sem a CPMF, o governo deve recorrer a um outro imposto, mais fácil de passar, como a Cide, o imposto da gasolina, embora não vá arrecadar tanto.

Não arrecadando mais, a crise financeira continua. Juros e dólar vão continuar a subir; a inflação cai mais devagar. A recessão piora, e a coisa já está difícil. O comércio, como a gente acabou de ver, não ia tão mal faz 15 anos.

Assim, talvez saia mais barato aumentar impostos do que ver a crise piorar. Claro que só aumento de imposto não vai adiantar nada. É preciso também um plano de arrumação geral, por anos, das contas do governo, plano que até agora não apresentou. E esse plano também dar em briga política, pois vai envolver limite no gasto da Previdência, em educação, no salário mínimo, no funcionalismo.

Em resumo, o país vai discutir feio quem vai pagar a conta da arrumação da crise, boa parte dela criada pelo governo Dilma 1.

Hoje, a CPMF não passa



Em reunião com líderes da Câmara, a presidente Dilma Rousseff e seus escudeiros ouviram que a proposta de criar um novo imposto dificilmente será aprovada. Na Operação Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu virou réu por corrupção. 

Por que não pagar brigadianos e policiais antes dos outros ?


#CPMF VS #Dilma


O PT é o inimigo do povo



O colunista Rodrigo Constantino fala sobre o aumento de impostos proposto pelo governo Dilma. "Para subir impostos não precisava de doutor de Chicago, pois até minha vovozinha faria.

TROCA: Pagamos a CPMF se Dilma sair da presidência


A CPMF não passará



A CPMF não passará no Congresso Nacional. Antes, poderemos ter o impeachment da presidente Dilma Rousseff, cujo mandato está por um fio. Nem mesmo o PT e Lula a apoiam mais. O artigo do Bernardo de Mello Franco de hoje é esclarecedor (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opin...).

#Dilma Confunde #Ditadura com #Democracia


Imigrantes apedrejam trem enquanto atravessam região húngara



Enquanto correm e jogam pedras, gritam "Allah akbar"...

A Rússia exibe os músculos na Síria


OS NOVOS RUMOS DA POLÍTICA




Tenho rodado o Estado e mesmo viajado pelo país, a convite, para falar sobre a minha visão sobre temas políticos. Conciliar a atividade de deputado com esses compromissos tem sido um desafio - mas um desafio muito prazeroso pela importância que dou à difusão de boas ideias, ideias de democracia, liberdade e prosperidade.

Ricardo Pessoa - #CPI da #Petrobras


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Joaquim Levy canta: Whisky a go-go !!!


Homem BOMBA do PT


O IMPEACHMENT da Presidente Dilma Rousseff


LEGALIZAÇÃO da CORRUPÇÃO


Coragem, deputados gaúchos !


O GOVERNO cortou na própria carne? NÃO !!!


Ei, Dilma, CPMF é atentado contra democracia


Governo anuncia corte de gastos e propõe retorno da CPMF



O governo federal fez o anúncio nesta segunda-feira (14) de um bloqueio adicional de gastos no orçamento do ano que vem. Com a medida, o governo pretende congelar cerca de R$ 26 bilhões que seriam destinados aos cofres públicos. O possível retorno da CPMF também foi assunto da pauta.

Dilma precisa demonstrar que merece crédito


Ajuste Fiscal


O GRAVÍSSIMO PECADO DOS OMISSOS


1. O PAÍS PERDE TRINTA ANOS EM 13

 Os responsáveis pela crise brasileira podem ser classificados em três grupos principais. O primeiro inclui políticos, governantes e formadores de opinião que, numa rara e fecunda combinação de ignorância, incompetência e desonestidade, jogaram o país no abismo. O segundo é formado pelos que se beneficiando do governo concederam sucessivos mandatos a quem, diligentemente, conduzia o país de volta aos anos 80. Uniram-se no palco para a grande mágica petista: o país perde trinta anos em 13! O terceiro é o dos tão descontentes quanto omissos. Refiro-me à turma que não sai do sofá. Quando a água bate nas canelas, pegam as velhas listas telefônicas e sentam em cima. Estes últimos incorrem no gravíssimo pecado de omissão. Eu ficaria feliz se os ônus do que vem por aí incidisse, direta e pessoalmente, sobre cada um desses três grupos em vez de se repartir de modo tão injusto sobre o conjunto da população.

2. OMISSOS!

 É gravíssimo o pecado dos omissos no atual momento histórico brasileiro! O sujeito lê uma pesquisa e fica sabendo que quase 70% da população quer o impeachment da presidente e que ela conta com a confiança de menos de 8% da sociedade. Diante desses dados, em seu comodismo, ele se considera contado e se dá por representado. Naquela cabeça de cidadão omisso, o dado da pesquisa fala por ele. Representa-o.

3. TERCEIRIZAM O PRÓPRIO DEVER

Pouco importa se seu congressista, ou o Congresso inteiro, não o fazem. Pouco lhe interessa se o único assunto das lideranças com poder de fogo no parlamento é a formação de um "acordão" que mantenha tudo como está. Não o perturba a inconfiabilidade dos tribunais superiores. Ele terceirizou todas as suas responsabilidades cívicas. Ou o fez para as Forças Armadas, que não podem e não devem intervir fora das previsões constitucionais. Ou o fez para o juiz Sérgio Moro, como se o bravo magistrado e a sala onde trabalha não estivesse situada no andar térreo do enorme e pouco confiável edifício judiciário. A pachorra dos processos criminais contra personalidades do mundo político é simétrica à pachorra dos cidadãos omissos. E esta serve àquela.

4. MOBILIZAÇÃO OU CAOS

No entanto, o fio pelo qual pende esse trágico governo, só poderá ser rompido quando a mobilização do povo, fonte legítima de todo poder, alcançar proporções multitudinárias, se dezenas de milhões (e não centenas de milhares) forem às ruas, pacífica e ordeiramente, rugir de modo reiterado e insistente sua inconformidade para desestabilizar a quietude das instituições.

Uma das páginas mais aviltantes da nossa história está sendo escrita no tempo presente com as tintas da ignorância, da incompetência, da desonestidade e da omissão.


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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Só há uma saída política e econômica para o Brasil, a saída de Dilma



O professor Marco Antônio Villa comenta o anúncio do plano de corte de gastos do governos e enfatiza que, para o Brasil sair das crises econômica e política só resta uma opção: a saída de Dilma Rousseff do poder.

CUT protesta na Paulista contra pacote de Dilma



CUT faz manifestação na Avenida Paulista e critica pacote anunciado pelo Governo Dilma.

Dilma está com os votos pró impeachment e os dias contados



A coluna 'Veja Bem' com Felipe Moura Brasil mostra que a contagem dos votos pró-impeachment e o roteiro discutido pela oposição levam o desgoverno de Dilma Rousseff ao desespero.

Refugiados são batata quente nas mãos da Europa



A crise dos refugiados na Europa está gerando uma versão muito simplificada. Dizem que a Hungria tem se comportado de um jeito cafajeste. E que a Alemanha, ao contrário, tem reagido com muita generosidade. Pode até ser um pouco isso.

Mas vamos pintar esse quadro com menos contrastes. A crise é imensa. A União Europeia afirma que já recebeu desde janeiro 500 mil refugiados. O dobro do que em todo o ano passado. Os refugiados sírios são maioria.

Eles chegam à Grécia e começam a subir na direção do Norte. Poderiam escolher um trajeto mais perto do litoral adriático. Mas teriam mais montanhas e mais fronteiras. Então seguem um caminho mais longe do mar. Chegam até a Sérvia, tentam entrar na Hungria, e depois viram à esquerda para chegar à Áustria e à Alemanha.

A Hungria fechou a fronteira com a Sérvia. Construiu uma cerca de arame farpado de 175 quilômetros. E prendeu 60 refugiados que arrebentaram com a cerca para entrar no país. O primeiro-ministro húngaro se chama Viktor Orban. É um conservador. Mas o país dele é pequenininho. A Hungria tem só 10 milhões de habitantes, e já gastou este ano, com os refugiados, 220 milhões de dólares. A Hungria é pouco receptiva aos refugiados. No ano passado, 43 mil pediram asilo. Mas só 260 vistos foram emitidos.

A Alemanha é um país bem maior e mais rico. Tem 80 milhões de habitantes. Mas também está em dificuldades com tanta gente chegando. Está controlando a identidade de quem chega desde o fim de semana. Acreditava há três meses que receberia este ano 450 mil refugiados. Vai receber 800 mil ou mais. A população não despreza esses estrangeiros.

Existem 350 projetos de acolhimento, tocados sobretudo por voluntários. Mas o governo tem medo da infiltração de terroristas islâmicos. E há também os grupos neonazistas, que praticam atos de hostilidade contra estrangeiros. Já foram mais de 100 este ano. O resumo da ópera é o seguinte: a Europa está com uma enorme batata quente nas mãos.

É assim que o mundo gira.

Rebaixamento da nota do Brasil


terça-feira, 15 de setembro de 2015

A mentira de Levy é desmontada pela lição de Margaret Thatcher: ‘Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos’


“Precisamos fazer o que fez a Inglaterra, por exemplo”, comparou nesta segunda-feira o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já no início da apresentação do amontoado de ideias costuradas pelo Planalto para reduzir as dimensões da crise fabricada por 13 anos de hegemonia lulopetista. Conversa de 171, prova a reportagem da revistaExame sobre as as medidas tomadas pelo primeiro-ministro David Cameron. O plano concebido para sanear a economia britânica é coisa de gente séria. E, ao contrário do monstrengo parido pelo governo que acabou sem ter começado, não incluiu o aumento da carga tributária, muito menos a ressurreição de impostos extintos pelo Congresso.

No tom e no conteúdo, o palavrório de Levy reiterou que os pais-da-pátria nativos ignoram o que governantes de nações civilizadas aprendem já no berçário: o Estado não tem o direito de gastar mais do que arrecada. Ponto. “Não existe essa coisa de dinheiro público, existe o dinheiro dos pagadores de impostos”, resume Margaret Thatcher no vídeo que mostra o abismo que há entre um discurso de estadista e tapeações recitadas para fazer de conta que o povo tem o dever de fechar rombos escavados pela mistura de incompetência, arrogância, corrupção e idiotia que desgoverna o Brasil.

Vejam um trecho da fala de Thatcher, transcrito em negrito sob o vídeo.


“Um dos grandes debates do nosso tempo é sobre quando do seu dinheiro deve ser gasto pelo Estado e com quanto você deve ficar para gastar com sua família. Não nos esqueçamos nunca desta verdade fundamental: o Estado não tem outra fonte de recursos além do dinheiro que as pessoas ganham por si próprias. Se o Estado deseja gastar mais, ele só pode fazê-lo tomando emprestado sua poupança ou cobrando mais tributos, e não adianta pensar que alguém irá pagar. Esse ‘alguém’ é você.
Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos. A prosperidade não virá por inventarmos mais e mais programas generosos de gastos públicos. Você não enriquece por pedir outro talão de cheques ao banco. E nenhuma nação jamais se tornou próspera por tributar seus cidadãos além de sua capacidade de pagar. Nós temos o dever de garantir que cada centavo que arrecadamos com a tributação seja gasto bem e sabiamente.
Proteger a carteira do cidadão, proteger os serviços públicos, essas são nossas duas maiores tarefas e ambas devem ser conciliadas. Como seria prazeroso, como seria popular dizer: ‘Gaste mais nisso, gaste mais naquilo’. É claro que todos nós temos causas favoritas. Eu, pelo menos, tenho, mas alguém tem que fazer as contas. Toda empresa tem de fazê-lo, toda dona de casa tem de fazê-lo, todo governo deve fazê-lo, e este irá fazê-lo”.

A conjugação do vídeo com a reportagem da Exame, reproduzida a seguir, atesta que a diferença entre Levy e Guido Mantega é de 20 centímetros. Logo será nenhuma se o atual ministro continuar a diminuir-se em missões que o reduzem a serviçal de Dilma Rousseff.
Exame - 2 - cortado

IMPEACHMENT por Estelionato Eleitoral


Romero Jucá: 'Aliança entre PT e PMDB se esgotou'



Em entrevista, o senador do PMDB de Roraima afirma que o discurso de campanha da presidente Dilma "ruiu perante a verdade dos números da economia". Sobre a crise, o parlamentar afirma que "vivemos um momento de definição, o governo tem que tomar posição e a sociedade precisa cobrar".

A COMPAIXÃO, nem SEMPRE é UMA VIRTUDE !


Veneno político, medidas dependem do Congresso


Todo ‪#‎BRASILEIRO‬ vai querer ‪#‎Pagar‬ + ‪#‎IMPOSTO‬S ?


Os 39 ministérios continuam



Governo anuncia um pacote de gastos para tentar salvar o mandato de Dilma Rousseff, mas não, mais uma vez, não diz qual será o corte no ministério, transfere a responsabilidade para o Congresso e pretende criar mais um imposto.

Vai ser difícil governo conseguir adesão do Congresso para aumentar carga tributária



O governo vai tentar de novo, está apresentando mais uma proposta para tentar viabilizar o superávit das contas públicas no ano que vem a nova meta de 0,7% do PIB. Para Denise Campos de Toledo, será uma tarefa muito difícil.

Derrubar a Dilma, "ouvir o Lula na PF" e ... silênciar sobre a oposição



Cresce cerco dos que querem o impeachment de Dilma. Ainda falta coesão entre os que disputam o Poder. E clareza sobre os riscos da operação.
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Riscos internos e externos. Internos porque, passado down e perplexidade virá a realidade: conta gigantesca, e o contra-ataque dos quem tem pressa e fome.
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Risco externo porque derrubar presidente é ato seríssimo. Mancha quem cai, mas pode manchar para sempre quem, mesmo com a mão do gato, derruba.
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Se não for ação estritamente legal, aos olhos da História e do mundo será altíssimo o custo de voltar a portar-se como republiqueta de bananas e golpes.
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A cada mês tem mudado o motivo para pedir o impeachment. Do motivo "moral", a corrupção, à óbvia incompetência e mediocridade em ações do governo.
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A "moralidade" é caolha, de ocasião. Nunca persistiu na investigação a megaescândalos da oposição. Silencia, esconde ou encolhe delações e acusações contra líderes da oposição.
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"Mensalões". O do PT está nas manchetes há 10 anos, e deu cadeia. O do PSDB dorme numa gaveta em Minas.
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"Zelotes" e "Contas Secretas do HSBC" são escândalos do agora. De megaempresas e milionários, escândalos estimados em R$ 38 bilhões.
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Investigações? Manchetes? Panelas? Indignação moral? Não. Silêncio. No Metrô de São Paulo, em governos do PSDB, roubaram R$ 1 bilhão.
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Última Notícia... Não há acusação contra altos executivos da CPTM, ou dos governos tucanos... Deve ter sido coisa do maquinista ou da bilheteira.
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O impeachment depende de Eduardo Cunha, para quem o procurador pede 184 anos de prisão. Há dias, a Câmara de Cunha aprovou a ocultação das doações de campanha.
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"Delegado da Polícia Federal quer ouvir Lula". Segundo o próprio delegado "não existem provas contra Lula". Mas isso garante manchetes desmoralizantes no fim de semana.
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Manchete dessa segunda: PSDB já discute sua participação no eventual governo Temer.
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Imposta a hegemonia na narrativa midiática para multidões, se tenta intimidar quem ouse questionar tanta moralidade caolha, tanto silêncio e tanta bandeira.

LULA - MORTO VIVO


O Brasil é conhecido mundialmente por fazer leis que não pegam...



O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo afirma que o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo precisa reunir os secretários de segurança pública para acompanhar de perto as torcidas organizadas. Na primeira parte da entrevista a Joice Hasselmann, Fernando Capez fala sobre futebol e as falhas na legislação de São Paulo.


Na segunda parte da entrevista a Joice Hasselmann, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo afirma que quer seu nome na disputa pelo Governo do Estado e declara: "o PSDB acertou ao lançar Aécio, mas Geraldo Alckmin merece uma chance em 2018".

PT não tem outra alternativa a não ser se manter sob o domínio decadente de Lula



Marco Antônio Villa faz uma reflexão acerca da situação política do Brasil, das crises econômica e política e do PT, que não tem outra opção a não ser estar sob o domínio do decadente Lula.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Hélio Bicudo: ‘O Lula é um dos grandes responsáveis pela corrupção neste país’



Fundador do PT, ex-vice-prefeito de São Paulo, Hélio Bicudo sempre combateu criminosos sem hesitações e sem medo. Nos anos 70, por exemplo, enfrentou o esquadrão da morte chefiado por Sérgio Fleury, um homicida disfarçado de delegado que figura na história nacional da infâmia como o mais famoso torturador a serviço da ditadura militar.

Aos 93 anos, o procurador de Justiça aposentado não perdeu a combatividade nem a coragem. Na semana passada, em parceria com a advogada Janaina Conceição Paschoal, ele encaminhou à Câmara dos Deputados um documento em que denuncia contra Dilma Rousseff por crimes de responsabilidade e solicitou a abertura do processo de impeachment.


Fora do PT desde a descoberta do Mensalão, Bicudo conheceu Lula quando o chefão da seita bandida “morava num apartamento do tamanho desta sala”. No vídeo de poucos segundos, o inimigo de meliantes mostra o que o falso pai dos pobres de fato é: a mãe do colossal esquema corrupto que começou a ser desmontado pela Operação Lava Jato.

A CRIMINOSA INTENÇÃO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO



Saiba quem é, de fato, preconceituoso nesse debate: quem defende um conceito ou a minoria que tenta impor mera opinião a toda a sociedade através do sistema de ensino.

Alborghetti exaltou Sergio Moro em 2006 e previu prisão da 'quadrilha do PT'


É oficial Lula faz parte da crônica policial



Carlos Graieb, diretor de redação do site de VEJA, fala sobre o pedido da PF ao Supremo para ouvir Lula, suspeito de ter se beneficiado do petrolão. Acompanhe no 'Aqui Entre Nós', com Silvio Navarro.

Entrevista com Arthur Barrionuevo Filho: Crise Econômica, Crise Política, Depreciação do Real, Orçamento Deficitário e o Cenário Internacional



Arthur Barrionuevo Filho é professor da FGV, foi conselheiro do CADE e é especialista na legislação sobre a concorrência. Em pauta teremos a crise econômica, a depreciação do real, a crise política, o orçamento deficitário e o cenário internacional, entre outros temas.

O choque de realidade



A política populista fez o Brasil perder o atestado de economia sólida. Recuperar a confiança exigirá reformas. Os detalhes da edição de VEJA desta semana com Carlos Graieb e Augusto Nunes.

domingo, 13 de setembro de 2015

Dilma ainda está em pleno voo da barata tonta


LULA 2018 - Surra Eleitoral !


2018 Aécio e Serra lideram em berços de Lula no ABC Paulista



O ex-presidente Lula vai mesmo de mal a pior. Se a eleição fosse hoje ele perderia para o tucano Aécio Neves até em casa. O petista junto com Dilma formam a pior dupla de cabos eleitorais do país. Por outro lado, José Serra faz bonito no quintal de Lula na disputa pelo governo do Estado de São Paulo. Os dados são do Instituto Paraná Pesquisa. Acompanhe os números com Joice Hasselmann.

Será Dilma capaz de botar ordem nas contas ?



Foi um deus nos acuda a notícia de que o governo do Brasil é outra vez considerado um devedor de risco, talvez mau pagador. Pode ter passado a impressão de que ocorreria uma catástrofe no dia seguinte.

Como o dólar não subiu muito mais além das alturas em que estava, parece que não aconteceu grande coisa.

Mas aconteceu e está acontecendo. Os grandes bancos acreditam agora que o dólar vai a pelo menos R$ 4 até o final do ano. Só pra lembrar. O dólar está em R$ 3,87. Faz um ano, custava R$ 2,30. Um aumento de quase 70%.

Se nada mudar radicalmente no governo da economia, o dólar continua subindo, para R$ 4,30 no ano que vem, no mínimo.

Não é apenas a viagem para o exterior ou o produto importado que vão ficar mais caros. Tudo o que o Brasil vende no exterior vai ficar mais caro, até a carne.

Assim, as previsões de inflação do ano que vem voltaram a subir. Previa-se a que a inflação cairia para uns 5% em 2016, até a semana passada. Agora, a previsão é de 6,5%. Assim, os juros influenciados pelo Banco Central não caem. Além do mais, o dólar é apenas um dos sintomas da piora financeira. As taxas de juros de empréstimos de longo prazo negociadas no mercado financeiro continuam a disparar.

Assim, a economia não cresce. Os economistas do banco Itaú preveem agora recessão de quase 3% este ano e de 1% no ano que vem. Se confirmadas as previsões, o Brasil terá o pior triênio de crescimento desde a hiperinflação do final do governo Sarney, de 1988 a 1990.

Não vamos ter hiperinflação, claro que não é isso. Mas vamos ter pelo menos três anos de queda da renda média do país, da renda per cabeça, vamos ter provavelmente desemprego de 10% no ano que vem _no ano passado, chegou a apenas 5%.

O futuro não está escrito em pedra, muito menos em previsões de economistas. Dá para mudar a situação, dá pare remediar, dá para vira parte do jogo. Mas dependemos da capacidade de Dilma Rousseff de botar ordem nas contas do governo. É nisso que é mais difícil de acreditar.

BRASIL perdeu a paciência COM Dilma Rousseff


Vão pegar o Pixuleco



A notícia do dia é a revelação de que a Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.